H225M (UH-15A) armado com mísseis antinavio AM39 Exocet

Helicóptero em versão operacional, o mais complexo já desenvolvido pela empresa, foi apresentado à Marinha do Brasil nesta terça-feira

A Helibras abriu as portas de sua fábrica nesta terça-feira, 25, para o voo de apresentação do primeiro H225M armado da Marinha do Brasil, o mais complexo helicóptero que está sendo produzido e desenvolvido pelo Centro de Engenharia da empresa dentro do programa H-XBR.

O protótipo BRA-05 conta com o Sistema Tático de Missão Naval, desenvolvido pela Helibras especialmente para as missões da Marinha, com radar de patrulha APS-143, sistema Chaff & Flare de contramedidas e sistema de inteligência com dois mísseis Exocet AM39 B2M2 de última geração.

O primeiro voo da aeronave reuniu o presidente da Helibras Richard Marelli, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, além de convidados da Marinha, Aeronáutica, Exército e empresas parceiras, que puderam acompanhar o andamento do projeto. “É uma honra e uma satisfação imensa apresentar esta nova versão, pois estive a frente de todo o projeto do H225M no Brasil, antes de assumir a presidência da Helibras. Tenho plena confiança e orgulho do trabalho que a nossa equipe está realizando aqui, em estreita colaboração com as Forças Armadas e nossos parceiros, que têm nos ajudado a construir essa versão naval, única no mundo”, ressaltou Marelli.

H225M com dois mísseis AM39 Exocet

O desenvolvimento e a fabricação desta nova versão naval foram realizados sob a liderança da Helibras em colaboração com a ATECH e ADS, responsáveis pelo sistema tático de Missão Naval que é o coração da integração do míssil com a aeronave e sensores; e a Avibras e a Mectron, que realizam a motorização do míssil Exocet AM39 B2M2, fabricado pela MBDA.

O Sistema Tático de Missão Naval instalado no H225M permite ao comandante da missão estabelecer e avaliar no cockpit uma situação tático-operacional complexa, em coordenação com um operador no console tático na cabine do helicóptero, e autorizar o lançamento do míssil AM39 nas melhores condições.

A aeronave BRA-05 será o primeiro H225M em versão operacional a ser entregue para a Marinha, em 2018. Antes disso, já no próximo ano, os novos sistemas desta versão passarão pela avaliação e certificação da autoridade militar, o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA-IFI).

O helicóptero faz parte do contrato de 50 unidades do programa H-XBR encomendadas pelo Ministério da Defesa e Forças Armadas que estão sendo produzidas no Brasil com transferência de tecnologia e de conhecimento no país, no projeto de Cooperação & Offset, que vem sendo cumprido pela Helibras.

A empresa já entregou 26 aeronaves desse pacote que já somaram mais de 14 mil horas de voo. Sete deles estão em operação na Marinha do Brasil, dez na FAB, incluindo duas unidades do GTE e nove no Exército Brasileiro.

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Presidente da Helibras Richard Marelli e o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica / FOTOS Yam Wanders

107 COMMENTS

  1. Ficou imponente o bichão hein…
    .
    Com certeza essa maquina artilhada passa a ser uma dor de cabeça para eventuais aventureiros em nossas águas jurisdicionais.
    .
    Grato.

  2. Bosco,
    seus comentários do míssil e da integração com o “processador” (rs).
    ____________________

    Quantas unidades dessa série serão entregues a MB ?
    ____________________

    Harpoon serão integrados ?

  3. Ficou incrível, não vejo a hora de ser comissionado pela MB. Sem duvidas nenhuma, uma excelente maquina. Pensei que que o heli viria com um Exocet e do outro lado um pod de Revo mas vai vir com dois misseis exocet, os dois estão ótimos rs.

  4. É um grande passo para fortalecer a Marinha,só ficam sempre as mesmas dúvidas,tem previsão de quantos nessa versão serão fabricados?E outra mais complexa:iremos operá-los a partir de Navios Multipropósitos,que ainda não possuímos?

  5. Quem não tem cão…..caça de Kombi….rzrzrz…
    .
    Ficou imponente!
    .
    É isto mesmo? este radar rivaliza com o dos bandeirulhas?! no pdf do fabricante cita alcance máximo de 200NM….coisa pacas…
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    Levar dois Misseis desta categoria está de excelente tamanho….
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    Sei que o povo vai me bater mas gosto deste modelo de heli…

  6. PRAEFECTUS 25 de outubro de 2016 at 16:34
    Com certeza essa maquina artilhada passa a ser uma dor de cabeça para eventuais aventureiros em nossas águas jurisdicionais.

    – Se não for abatido antes pela aviação embarcada do inimigo talvez! A verdade é que para justificar o negócio escandaloso e lesivo, e em especial a tal “transferênfia di tequinulugia”, integraram o míssil na Kombi voadora. Mas não precisa ser muito inteligente para saber que seria mais inteligente integrar o míssil nos A-4 modernizados.

  7. Creio que os SH60 fazem a guerra asw e asuw a partir das escoltas e estes h225m farão das bases aéreas seu porto seguro, enquanto o SP não volta.
    Acho que será uma ferramenta importante para a marinha…talvez seus melhores “dentes”…
    Mas achei feio este suporte…parece um trilho de cortina com uns cabos presos com fitas plásticas…..kkk

  8. a Kombi que custa o mesmo valor de um F-16 Poser? a polônia rejeitou esse trambolho…Holande não gostou…mas fala sério? País sério não compra essa porcaria, mas pra país que tem forças armadas apenas pra desfile… o que vier é lucro. até mais minha gente.

  9. No atual momento em que se encontra a marinha tudo que atira, se move, voa e flutua já ajuda pra ca#$#%$, então a noticia é muito boa, transporta 2 exocet antinavio, se a tatica funcionar é uma alternativa.

  10. Em 2018 teremos uma aeronave com estas capacidades, mas não teremos uma fragata que a comporte.
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    Ah, mas teremos as Tamandarés!
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    É, que também não são capazes de operar com a Kombi.
    Só sobra, no final das contas, o Baea e o NAe… Grande vantagem…
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    Que falta faz um navio do porte de uma FREMM italiana, onde poderia-se embarcar uma Kombi para ASuW e um Seahawk para ASW…

  11. Boa noite pessoal!
    Desde pequeno acompanho os voos dos S. Puma/Cougar e agora dos H225(Ate já saltei de PQD do 1º, qdo fiz o curso PREC PQDT) e no entanto acho uma ótima Anv.
    Gostaria de saber o pq de tantas criticas à esta anv(Kombi, Trambolho e etc…)!

  12. Prezado Antônio Carlos,

    Há cerca de 4 anos, a MB adquiriu um lote da última versão do AM 39, a B2M2, com melhorias nos sistemas e alcance estendido, quando comparado às versões anteriores desse míssil.

    Abraços

  13. Pesquisando a respeito do tal Radar Varan, da Thompso CFS, que aparentemente foi vendida para a Thales, encontrei isso:
    .
    “Brazil. 12 Varan radars on upgraded S-2E(T) Tracker aircraft.”
    .
    .
    Será que não seriam 8 radares para os UH-15A e 4 para os Traders que estão sendo modernizados?
    Pelo menos a conta fecha…
    .
    E isso, que bate com o que o Chile opera:
    “Chile. 10 Varan for use on Super Puma helicopters and Falcon 20 aircraft.”
    .
    Dúvidas… Dúvidas…
    .
    https://www.forecastinternational.com/archive/disp_old_pdf.cfm?ARC_ID=132

  14. Ok, Mestre Luiz Monteiro, mas seria bem mais adequado dele poder operar em navios que não sejam de retaguarda na task… Eles merecem uns belos cascos de porte que atuem na frente da task….. e o NAe São Paulo não conta, pois ele por excelência deveria projetar estes misseis por asa fixa….Não haveria sentido os misseis serem operados ao mesmo tempo no Nae via heli e via caça….

  15. Bardini, o radar do UH-15A (H225M versão de combate) é o mesmo do MH-16 (SH-60 Seahawk), pelo menos foi isto o divulgado tempos atrás. O que pode haver é uma diferença de antena de um para o outro (aí já não sei te afirmar com certeza).

    Carlos Alberto, integrar Harpoon pra quê?! Só pra agradar alguns fã boys?! A MB não opera e nem tem interesse em operar este míssil (pelo menos por enquanto), então não faz sentido gastar dinheiro na integração de um míssil que não faz e/ou fará parte do seu inventário. Ainda mais já gastando, também, dinheiro público com a nacionalização, justamente, da versão AM-39 do Exocet que, aliás, é base para o MAN AER (versão aerolançada do MAN SUP).

    “Ah, mas a FAB vai usá-los nos P-3AM”, só se gastarem mais grana para trocar as asas porque, do jeito que estão, é colocar o míssil e as asas se desprenderão do charuto.

    Cláudio PQDT, muitos comentários depressiativos o são mais por desinformação e passionalidade, do que algo mais técnico. É preciso ter uma visão maior do projeto H-XBR, indo por um caminho mais amplo, buscando se aprofundar sobre a relação custo-benefício no curto, médio e longo prazo, ganhos tecno-industriais, etc…. Algo como o próprio projeto F-X2. Mas isto é complicado quando a maioria das pessoas têm uma visão mais mercantilista, do que industrial.

    Até mais!!! 😉

  16. Carvalho, o NAe é, por excelência, o melhor lugar para operar este helicóptero, armado com estes mísseis, afinal o A-4M podem até não vierem operar com este armamento, mas o futuro Sea Gripen poderão, sem contar que, mesmo na incapacidade do A-4M não levá-los, os UH-15A o farão sob a cobertura aérea dos A/F-1M. Com a chegada dos Sea Gripen, o intercâmbio do mesmo míssil entre uma aeronave e outra, será facilitado.

    O foco dos escoltas será a proteção da frota de ameaças submarina e isto quem o fará serão os Super Lynxs modernizados e os Sea Hawk (que, também até aqui, só poderão operar dos navios de grande porte da MB).

    Até mais!!! 😉

  17. Wellington Góes,
    .
    Mas naquele Radome ali?
    Duvido que seja um APS-143 (todas as versões)
    No site da Telephonics, o mais parecido e que poderia caber ali aparenta ser um tal de “RDR 1700 G(v)2”

  18. CA L Monteiro

    Quantas unidades dessa série serão entregues a MB ?
    ____________________

    Harpoon serão integrados ?

    Saudações

  19. Wellington Góes 25 de outubro de 2016 at 21:55
    Fiz uma pergunta, não gostou ? Pula …. simples assim ….
    Você mesmo pergunta na 2ª pessoa e responde na 1ª,
    vai ser arrogante assim em …..
    Tá de braçada heim …..
    Cadê o Juarez Martinez ?
    (rs), não vou perder meu tempo contigo,
    pouco esforço mas não leva a lugar nenhum.
    Shalom

  20. Prezado Luiz Monteiro,
    Grato pelos esclarecimentos. Pesquisando aqui achei um processo (no DOU) de aquisição de armas junto a MBDA em 2014. Acredito que seja esse. Também foi noticiado a aquisição de SM39 além dos AM39 na época.
    Abraço.

  21. Eu já fui favorável (do seu uso operacional) desta versão armada do H225M, mas mudei de idéia já faz algum tempo, por que? Porque não vejo mais sentido de um helicóptero naval ser armado, exclusivamente, com um míssil antinavio, não nos tempos de hoje. Mas entendo perfeitamente a intenção da MB de usar este projeto, para alavancar, especialmente, a capacidade de desenvolver um míssil antinavio, bem como dominar todo o processo de integração deste tipo de míssil em uma aeronave, mesmo que de asas rotativas. Ponto à MB, que preferiu fazer do limão uma limonada, hoje está colhendo os frutos desta opção.

    Mas por que mudei de ideia sobre esta versão ASuW? Porque entendo que, hoje em dia, um helicóptero deste porte tem que ser, realmente, multimissão, ou seja, além da versão de transporte, a versão ASuW, mas também a versão ASW e isto o UH-15A não tem capacidade, infelizmente. Talvez tenhamos perdido a oportunidade de termos desenvolvido esta aeronave, também, com esta capacidade, bancando o desenvolvimento de um novo conjunto de rotores e engrenagens aptos ao combate ASW (antissubmarino). Mas como isto não foi para frente, acredito que apenas a versão de transporte teria sido suficiente, justamente, para substituir os Super Pumas anteriores.

    Aliás, nem os MH-16, a despeito de suas muitas qualidades (e sim, elas são muitas), no meu entendimento, se faz necessário. Primeiro que ele não é, nem de longe, um substituto à altura dos Sea King (o substituto natural é o AW-101), no máximo quebra um galho (xiiii, vai ter gente querendo o meu fígado aqui, rsrsrs). Na minha opinião, o combate ASW deveria ficar restrito aos Lynxs Wildcat (substitutos naturais do Super Lynxs), com dois helicópteros por fragata (das futuras) e não apenas um (no caso com um único Seahawk). Além de, com isto, o mesmo helicóptero de uma fragata poderá operar nas futuras corvetas Tamandaré, ou mesmo na Barroso, coisa que os MH-16 não poderão.

    Mas é as missões ASuW?! Deixa isto a cargo dos caças, caso a ameaça seja de grande porte, agora se for um navio menor, os Wildcat dão conta, facilmente, com os seus Sea Skua e/ou mísseis do porte do Maverick. É o que eu acho.

    Até mais!!! 😉

  22. Segundo a Revista Força Aérea dos 100 anos da aviação naval serão 5 exemplares, designados AH-15B com o mesmo radar do Sea Hawk.

  23. Pois então Bardini, está informação foi colocada por um ex-piloto de Lynx da MB lá no FBM tempos atrás (que, aliás, comenta por aqui também). Se está errado, das duas uma, ou a minha memória está fraca e eu acabei trocando as bolas, ou a informação passada a ele não estava correta (o que eu duvido).

    Até mais!!! 😉

  24. Carlos Alberto, só fiz igual a você. Aliás, eu apenas respondi (com um sarcasmozinho de leve, não pegue corda comigo. rsrsrs)

    Grande abraço e Shalom!!! 😉

  25. Ah tá, antes que apareça algum iluminado querendo dizer que eu defendo roubalheira por conta do projeto H-XBR (que por ventura tenha acontecido).

    Quero dizer que eu repúdio qualquer insinuação do tipo. O que eu defendo é o projeto de nacionalização e seus ganhos tecno-industriais e que, este processo (de participação conjunta das forças), deveria ser exemplo para outros, quando da aquisição de vetores (aeronaves, veículos, blindados, armamentos, etc…) para reequipar nossas FFAA, reinvestindo o dinheiro no país, ajudando a alavancar a indústria de defesa e não a pura e simples importação de um vetor, só porque é mais barato, ou o bambambam dos aparelhos disponíveis no mercado.

    Vejo tanta gente que defende seguirmos os EUA, mas o que mais percebo é que não tiram os EUA como exemplo na aquisição de equipamentos militares, ou na defesa de sua indústria e mão de obra especializada e sim, apenas, de onde comprar (como fornecedor……. independente de qual equipamento seja…….se for made in USA compra-se de olhos fechados). O resto é pura paixonite.

    Até mais!!! 😉

  26. Pois então, Bardini, até aonde eu sei, o radar é este (como citado na matéria) para o UH-15A (ou B). O que pode mudar é a antena (o seu formato é tamanho), mas o radar continua o mesmo. Existem, mundo a fora, vários exemplos do mesmo radar embarcado, como antenas de tamanhos e formatos diferentes. Os radares israelenses ELTA são exemplos disto.

    Grande abraço!!! 😉

  27. Prezado do Carvalho,

    O raciocínio do Bardini está correto. Concordo com vocês, seria ótimo possuir escoltas que pudessem operar tanto o Seahawk quanto o Super Cougar.

    Prezado Carlos,

    A MB mantém o planejamento de aquisição de 8 UH-15A como este da reportagem.

    Até o momento, não está prevista a integração do Harpoon.

    Abraços

  28. CA L Monteiro
    Obrigado.
    _____________________

    Off, nem tanto
    O Chile confirma aquisição do Igor (6) BH-S70 by Poland.

  29. Bardini, bem por ai o que você citou em relação aos navios para operar o UH-15A, para mim seria viavel se a MB fizesse como o Chile, que ao comprar os Cougar/AM-39 adaptou suas escoltas para opera-los, até mesmo algumas Leander a despeito do seu tamanho podiam operá-los, bem como os classe County, se não me engano hoje com exceção das 2 classe L todas as outras escoltas são capazes de operar seus Cougar, enquanto na MB somente o NAe São Paulo, NDM Bahia, e os NDCCs poderão operá-los, algo que poderia ser resolvido ao menos nas Niteroi removendo o Albatros/Aspide da popa e colocando no convés do boroc e extendendo o convôo até o espelho de popa e tava resovido, assim poderiam operar os SH-16 e UH-15A, mas ai aparece alguem botando empecilho sem ser engenheiro naval, não digo que seria facil, mas impossivel não seria, se conseguiram fazer uma Leander operar Cougar, então como seria impossivel uma Niteroi com as devidas alterações?

  30. Muito respeito pelas corajosas almas que pilotarão este esquifecóptero mar adentro, com as limitações de 10 horas de voo. Offshores tomaram distância dos Caracal.
    .
    Ainda não temos caças de ataque com mísseis antinavio, 34 anos depois da guerra das Falklands/Malvinas, e apelamos pra helis.

  31. A critica em relação a Kombi é porque não é Americano rsrsrs….

    De minha parte prefiro os Helis-Ítalos-Germânicos……..

    fui…….

  32. Replicar aqui o modelo norte americano não é viável pois não possuímos a relevância geopolítica deles.
    Nem no âmbito regional.
    Por conseguinte não temos a economia de escala que as necessidades das ffaa norte americanas proporcionam ao seu complexo militar-industrial, quer pela liderança político econômica, quer pelo seu desdobramento global em consonância aos interesses da nação.
    Também não podemos prosseguir nesse modelo em que certos “sole-source providers”, independente da capacidade em entregar aquilo que é necessário, são sistematicamente e indevidamente privilegiados.
    Há de se perseguir um meio termo em que o país não se torne o “quintal” deste ou daquele fornecedor e que ao mesmo tempo a BID ganhe consistência e relevância pela qualidade e competência e não por estratégias de reservas de mercado.

  33. Delfim Sobreira, os A-4 estão sendo modernizados pela EMBRAER/Elbit e os “Jênios” (ou espertos demais) da MB não falaram nada em integrar o AM-39 ou o novo MANSUP aos aparelhos, que os poderiam levar mais rápido e mais longe que a famigerada Kombi.

  34. Carlos Alberto Soares-Israel 25 de outubro de 2016 at 23:42

    Os 6 BH-S70i que foram anunciados em setembro são pra FACh e fazem parte de um lote de 12 unidades que foram solicitadas. Se tudo der certo, no ano que vem serão comprados mais 5.

  35. Querendo ou não, o A-12 navegando, com 12 A-4M com capacidade BVR e também com AM-39, com Kombis também com AM-39 e ou Linux ASW, com duas fragata para defesa aérea de área, duas ASW, quatro corvetas multi missão seguido por quatro Scorpene é uma força de dissuasão enorme. A hipotética possibilidade de se formar uma força tarefa com estes meios faria qualquer país sul-americano não querer problemas. Apesar da obsolescência do A-12, uma força tarefa com essa configuração infringiria muitas perdas a uma outra armada. Os Scorpenes estão para chegar, as corvetas são prioridade segundo a MB, as fragatas são indispensáveis, temos as Niterois, poderiam ser modernizadas, o que falta é a modernização dos A-4 e do A-12.

  36. Ádson Caetano Araújo 26 de outubro de 2016 at 10:32
    O problema é que até agora não se tem nenhuma intenção de integrar qualquer míssil anti navio no A-4M. Mesmo o A-4M com capacidade de defesa aérea e capacidade anti navio, seria uma plataforma considerável.

  37. Adson, o AH-11A Super Linx não é uma plataforma ASW por excelencia, ele é só um vetor de ataque ASW, o principal vetor ASW da MB é do MH-16 sea hawk, além do mais os poucos Linx que temos não dão pra ocupar nem todas as escoltas que temos, tem navio que tem que se safar com esquilo pq faltam Linx, então para os navios maiores como NDM, NDCC e NAe São Paulo como vc citou quem embarca na função ASW são os MH-16 Sea Hawk.

    .
    Soldat, a critica não é porque não é americano, mas sim pelo preço que cada heli saiu, da uma pesquisada e vê quanto saiu cada Sea Hawk da MB e cada Caracal respectivamente, a critica é por causa das faucatrusas e pixulecos embutidos no valor que acabaram por dobrar o valor de cada aeronave com a desculpa de transferencia de tecnologia, em uma época que só servia para o Brasil se fosse francês, pq rolava um pixuleco embutido no valor

  38. Outra coisa é que o A-12 só necessita de defesa de ponto, sua defesa aérea de área fica a cargo da escolta, tornando assim sua “reforma” mais barata.

  39. Caros

    Eu acho uma falta de respeito chamar o caralhal de Kombi. A Kombi foi projetada na década de 40, permaneceu em produção 64 anos em produção (um projeto visionário) e sendo sucesso de mercado, deixando um legado de fans e clubes ao redor do mundo. A type t2 é um dos carros de maior sucesso da história da indústria automobilística.

    O caralhal é um troço inversamente proporcional a Kombi. O caralhal é pior que seu antecessor (Super Puma AS532, que por acaso é utilizado no Chile), não pode operar com todo o desempenho, tem problemas de projeto sérios e aparentemente impossíveis de serem resolvidos. Em suma, esta porcaria-lixo-voador-que-vai-cair-logo-logo não é uma gloriosa Kombi. É um renault kangoo.

    Saudações.

  40. Prezados,

    Se me permitem um pequeno esclarecimento, os Lince da MB não tem como função primária a ASW, e sim ASUW. Apesar de poder operar com 2 torpedos leves MK46, ele não dispõe de sonar ou MAGE, necessitando, assim, será guiado por outra plataforma para realizar o ataque a um meio submerso.

    Já os Lynx da Alemanha e Coreia do Sul, por exemplo, possuem sonares e são otimizados para ASW

    Abraços

  41. Luiz Monteiro, foi o que tentei explicar ao Ádson, que os AH-11A como função secundária possuem a capacidade somente de ataque ASW e não de busca, não citei a função primária ASuW pois ele só havia entrado na seara da capacidade ASW, mas obrigado pelo suporte nos esclarecimentos.

  42. Prezado Airacobra,

    Somente depois que escrevi, li sua mensagem. Se tivesse lido, nem comentaria, pois você foi perfeito. É isso mesmo. A ASW cabe aos SH-16.

    Abraços

  43. Ádson Caetano 26 de outubro de 2016 at 11:50

    “o A-12 só necessita de defesa de ponto, sua defesa aérea de área fica a cargo da escolta”
    Qual escolta? A MB não tem escoltas pra defesa aérea de área (Zona)

  44. Tudo pode dar certo em qualquer aquisição, reprodução, modernização ou construção de qualquer equipamento militar( que é o assunto tratado),desde que haja saber administrar o dinheiro do contribuinte, sem promessas ou ideias estapafúrdias ,superfaturamentos, etc….. Foi realizado uma modernização na aeronave para fins de dissuasão e pronto. Concordo sim, em resgatar e melhorar nossa indústria nacional de defesa, mas para isso será necessário mudar a mentalidade obtusa de certas autoridades e de uma parte de nossa sociedade que não compreendem da importância em ter polos industriais de defesa que podem gerar trabalho, para nós brasileiros. Caso futuramente os mísseis AM 39 sejam empregados nos A 4 modernizados caberá a MB decidir. Opinião: a MB faz o que pode pois acredito que aprenderam uma boa lição( acreditar em partidão e políticos oportunistas) e as duras penas estão se integrando à realidade. Boa noite e Deus abençoe a todos.

  45. Glasquis 7 26 de outubro de 2016 at 20:31

    Juarez 26 de outubro de 2016 at 19:09

    É tão ruim assim?

    É bem pior, muito pior Glasquis………

    G abraço

  46. O pessoal critica muito o H 225M, por ter sido comprado pelos vermelhos, mas vamos operá-lo por décadas. Melhor olhar no para brisa e não mais no retrovisor. O PT não volta tão cedo. Isso se continuar a existir. E Lula, que tá bem véi, não tem substituto no partido. Vocês viram Heloisa Helena e Marina Silva. Naufragaram. Os partidos derivados do PT (PCO, PSTU, PSOL) são nanicos, pois não têm um Lula.
    Eu acho a Kombi bem bunitona. E eficaz. Mas precisamos de uns 100 Black Hawk, mais um tanto de Sea Hawk.

  47. Adson…

    até onde sei dos 12 A-4s modernizados ou sendo modernizados, os 3 “biplaces” não podem
    operar a bordo do NAe e serão empregados no treinamento de pilotos e como um dos 9
    “monoplaces” foi perdido recentemente, restariam 8 para serem embarcados, o que pode ser ainda mais reduzido pela necessidade de manutenção ou uso para testes.
    .
    abs

  48. Juarez 26 de outubro de 2016 at 20:43

    Desculpe a minha ignorância, realmente não tenho um conhecimento técnico no assunto mas a Armada de Chile utiliza seus Cougar AS 532SC há mais de 30 anos (acho) configurados como ASW y ASuW e pra eles tem se saído bem. Por que o Up grade (Caracal) não seria bom?

  49. Glasquis, os AS532 da ACH tem serias limitações para operar ASW full, porque a transmissão só aguenta 15 mins de pairado.
    Como nos todos sabemos a Kombi tem um desempenho inferior ao seu primo, o SP, entao os Chilenos estariam trocando seis por cinco.
    Glasquis, heli naval que opera ASW full so tem dois:
    O pai de todos, o Merlin e o Sea Hawk, e depois vem os que tem vontade, mas nunca serão.

    G abraco

  50. Glasquis 7, a resposta já foi dada acima:

    “Iväny Junior 26 de outubro de 2016 at 11:50
    Caros
    Eu acho uma falta de respeito chamar o caralhal de Kombi. A Kombi foi projetada na década de 40, permaneceu em produção 64 anos em produção (um projeto visionário) e sendo sucesso de mercado, deixando um legado de fans e clubes ao redor do mundo. A type t2 é um dos carros de maior sucesso da história da indústria automobilística.
    O caralhal é um troço inversamente proporcional a Kombi. O caralhal é pior que seu antecessor (Super Puma AS532, que por acaso é utilizado no Chile), não pode operar com todo o desempenho, tem problemas de projeto sérios e aparentemente impossíveis de serem resolvidos. Em suma, esta porcaria-lixo-voador-que-vai-cair-logo-logo não é uma gloriosa Kombi. É um renault kangoo.
    Saudações.”

  51. Considerando a versão do Cougar Horizon como referencia, naõ seria possível uma versão AEW para operar pela MB?

  52. Carol AL, concordo plenamente.
    No mais prefiro o apelido utilizado pelos fabianos do GTE: “Super Pane”.

    Já tentei ao longo do tempo, admito, defender a pobre aeronave – tenho carinho por tudo que voa – mas os últimos dois groundeamentos mundiais da aeronave me calam a vã esperança

  53. “Iväny Junior 25 de outubro de 2016 at 17:56
    Eu só gostaria que o presidente da helibrás estivesse a bordo quando esse negócio for lançar os exocet’s.”
    O Charlie Alfa também, acompanhado do xxixxxxx Moura.
    __________________________________________________

  54. Kombi de ataque, quem não tem Ferrari, entra na corrida com Kombi ….. fazer o que né, “a cara da Riquesa” … (nem cara de helo de ataque saporra tem, a pintura reflete bem isso , mesmo que não intencionalmente e possivelmente alusiva a entrega, que diga-se de passagem ô bunequice eim …. )

  55. Bom dia.
    Acredito que a maioria das críticas a essa aeronave estejam relacionadas com o preço que foi pago ,nem sei os valores mas suponho altos pelos comentários postados aqui, e pelos problemas operacionais de uma máquina de projeto antigo, .Uma transação digna da maior desconfiança. Alguns comentaristas aqui parecem ser da área operacional e suas opiniões, quanto ao desempenho dessa máquina devem ser consideradas
    Porém , a integração da aeronave com os misseis exocet não é novidade , e as fotos que já vi das marinhas francesa e chilena , me parecem usar o mesmo suporte para o míssil. A China ainda utiliza o changhe Z8, que é uma cópia do super frelon, um projeto ainda mais antigo. Acho que se os militares da marinha tivessem escolhido, o helicóptero seria outro mais moderno e adequado. Mas acho que se está tentando tirar o máximo proveito do que foi entregue.

  56. Gostei da frase “versão naval, única no mundo” Pelo menos temos algo que ninguem mais tem! a proposito tem gente aqui que reclama de tudo… Tem que da credito ao que esta sendo feito aqui e não pensar só em coisas que não teremos nunca. Temos que sesenvolver nossa própria tecnologia.

  57. Gerson

    Quando esse troço cair no mar e matar os tripulantes, com um sobreaviso de problema crônico e jamais solucionados, as mortes deles terão sido em vão, justamente porque essa porcaria não serve pra nada além de transporte muito lento.

  58. Prezado Gerson Carvalho, ao contrário do que você pensa exclusividade é uma coisa que não faz bem para um operador se um equipamento militar, pois quanto mais operadores mais barato serão os valores de compra, operação e logistica, e “ter algo que ninguem mais tem” é um pesadelo logistico que nenhum operador quer para si, tudo fica mais caro.

  59. Pior ainda quando esse equipamento tem um problema crônico em seu Main GearBox, além da aquisição extremamente cara e mantutenção idem

  60. Embora a Eurocopter tenha liberado o heli para vôo com restrições e com obrigatoriedade de vistorias a cada 10 horas horas voadas, as empresas de apoio a operações offshore no Mar do Norte ainda o mantém no solo, por falta de confiança na aeronave e nas regras estabelecidas pelo fabricante e pela agência européia de segurança aeronáutica.

    O problema parece sério porque na verdade ainda não descobriram a causa do acidente. Tanto é assim que a inspeção feita é para identificar partículas de metal no óleo da Main Gear Box – MGB, mas podem existir diversas causas para a presença dessas partículas de metal. A questão é que enquanto não é possível identificar a causa exata da falha na caixa de transmissão, não é possível apresentar uma solução real para o risco de falha da MGB e consequente queda do aparelho.

    Todos os helicópteros 225 e 725 que estão operando apenas o podem fazer obedecendo às restrições impostas pelo fabricante e pela European Aviation Safety Agency – EASA. Para um helicóptero militar comprado a peso de ouro, isso é uma m…. Isso deve ter contribuído para a Polônia ter recentemente pulado fora do EC-725 após tê-lo selecionado no ano passado (nesse caso há também outros motivos, mas se eu fosse um militar polonês, ficaria feliz em não ter esse aparelho na minha frota).

  61. Os helicopteros das FFAA tem sido inspecionados a cada 10 horas de voo? Quem paga essas inspeções? A indisponibilidade operacional é compensada de alguma forma? Os pagamentos a titulo de transferencia de tecnologia tem sido afetados?
    A ocorrencia na Noruega foi devidamente diagnosticada e estabelecido um programa para substituição de componentes criticos? Quem daqui acha que é “normal” e fato corriqueiro um helicoptero ter seu rotor alijado e causar a morte de uma dezena de pessoas?
    As instruções liberadas pelo fabricante (ver, por exemplo, o link acima, postado pelo forista Le Chat) não esclarecem a maior parte das duvidas e não são satisfatoriamente esclarecidos os fatos. Nossa MB vai permitir que uma aeronave com essas limitações criticas coloquem em risco seus tripulantes?

  62. Rommelqe, respondendo as tuas perguntas na ordem perguntada:
    1. Sim
    2. Você
    3. Não, não existe forma de compensar, tem que parar e inspecionar.
    4.Não, a Lixocopter continua recebendo, só entrega célula se pinga o din din lá.
    5. Não, botaram a culpa nos rolamentos Tinken Alemães que não tem a ver com o erro de dimensionamento motor x transmissão. Ela quebra porque utilizaram um motor muito mais potente Makila Mk 2 com a transmissão do SP “tunada”.
    6. Você vai ficar pasmo , mas tem vários “iluminados” inclusive por aqui que acham muito normal, um cabeçote de rotor se soltar da planetária,o heli cair e matar um monte de gente, pasme mas tem……
    7. Sim a MB, vai, a FAB vai, e o EB também vai, só vai parar quando morrer alguém.

    Espero ter elucidado tuas dúvidas.

    G abraço

  63. Coisa linda, mundo encantado, problemas não existem, tudo funcionando as mil maravilhas. Eles acham que enganam, eu fico só mateando e esperando, a hora e o tempo certo.

    G abraço

  64. Obrigado Juarez. Espero que tenha elucidado a outros também.
    Concordo que é um tema extremamente delicado, envolvendo multiplos aspectos, inclusive relacionados à segurança nacional.
    Repare que o fabricante sequer ousa citar qual nome exato que esse bicho tem hoje. Parece que a tentativa é confundir o lote com MGB subdimensionada com a familia Cougar; certamente os novos exemplares fornecidos para outros operadores estão sendo entregues com tudo devidamente revisado, porque ninguem seria louco de aceitar algo com o risco de repetir a catastrofe norueguesa. As vezes chamam de Puma outras de Super puma, Caracal, H225M, etc e tal. O fato é que os exemplares destinados ao Brasil precisam ter seu sistema de transmissão totalmente substituido. Não vai dar para revisar uma unidade que esteja embarcada em alto mar “so porque completou 10 horas de voo”. Como voce, “helicopteiro Juarez”, cansa de falar: o tempo é o senhor da razão. Infelismente parece que essa é a nossa sina. Espero sinceramente que pelo menos não ocorram mais acidentes fatais. Abs

  65. Juarez e Rommelque
    Agora vocês esclareceram muito bem. Como disse Rommelque: “certamente os novos exemplares fornecidos para outros operadores estão sendo entregues com tudo devidamente revisado, porque ninguem seria louco de aceitar algo com o risco de repetir a catastrofe norueguesa”, e: “O fato é que os exemplares destinados ao Brasil precisam ter seu sistema de transmissão totalmente substituido”

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