cvn70

O mapa abaixo mostra a posição dos porta-aviões da USN ao redor do globo. Repare que, mesmo para uma marinha que possui dez desses navios, a maioria está nos EUA ou muito próximo de sua costa. Somente um está efetivamente na zona de combate e outros dois estão em trânsito.

cvn-onde-eles-estao

  Comentários no Facebook

  Comentários de assinantes

49 COMMENTS

  1. Interessante saber disso, que abre para diversas possíveis interpretações do por que de tantos dos CVN estarem aportados.

  2. Três operacionais, três na reserva, três em manutenção e um de troco. Vendo esses dados, dá pra dizer que a China vai demorar muuuito até fazer frente ao poderio bélico americano. Quantidade e qualidade.
    SRN

  3. Por que vivem em manutenção?
    Na minha opinião, equipamentos militares deveriam ser pouco usados.
    Vez por outra faz uma viagem para treinar.
    E conserva.
    Se usar demais, vai precisar manutenção.
    E não sei por quê essas manutenções são tão demoradas.
    Um mês já estaria bom demais.
    Aviões comerciais são assim.
    Fazem pequenas manutenções na madrugada.
    Tempo é ouro.

  4. Eu nunca queria vê-los numa grande guerra,pois seria a do fim do mundo.Apenas queria ver como se comportariam.

  5. Interessante.

    Supondo que estivessem todos operacionais e estourasse um conflito nuclear.
    Com ICBMs é possível neutralizá-los?
    Parece-me que não deve ser uma tarefa difícil localizar por satélite um porta-aviões. Acredito, inclusive, que quem possui esse recurso de informação deve manter constantemente dados sobre a localização dos PAs…
    Alguém saberia dar mais detalhes sobre essa hipótese? Se o PA acelerasse no máximo numa reta ele poderia percorrer uma distância suficiente para escapar de um ICBM atirado contra sua posição no momento do lançamento?

    Abraços!

  6. A questão é que, ficam em manutenção periódica por muito tempo, porque são usados por décadas, e isso aumenta sua vida útil. Ademais, a manutenção também e feita para atualizar sistemas de armas e mantê-los no chamado “estado da arte”, ou seja, tecnologicamente atualizados em termos militares, de preferência com o que há de mais moderno. Por outro lado, o uso de equipamentos militares é muito mais desgastante que o civil. Usa-se mais porque toda força armada tem limitação de meios, mesmo a dos EUA. Usa em condições de grande desgaste. Manutenções de equipamentos militares demoram, porque de cada equipamento muitas vezes em operação, depende a vida não só dos tripulantes e operadores, mas até talvez de um país inteiro.

  7. João,
    Mísseis nucleares são para atacar alvos fixos. Os ICBM já são carregados com um conjunto de coordenadas contra alvos que possam ser utilizados. Instalar novas coordenadas não é tarefa assim tão rápido e praticamente inviabiliza essa utilização que você propôs. Claro que isso está mudando e pode ser que no futuro seja possível fazê-lo em poucos minutos, só inserindo as coordenadas geográficas do alvo.
    Se um míssil fosse lançado da Rússia contra um porta-aviões no Golfo Pérsico ele não levaria mais que 15 minutos pra chegar. Nesse meio tempo o navio teria se deslocado uns 12 a 15 km e teria sim chances de sobreviver.
    O raio letal que garante que um navio militar seja neutralizado não deve passar de 10 km do ponto zero. Isso levando em conta um ogiva típica de ICBM russo atual, na faixa de 500 Kt.
    Esse site simula o efeito de uma detonação nuclear: http://nuclearsecrecy.com/nukemap/

  8. Natural. 10 PAs é ter força de reserva. Um único Nimitz resolve a parte dos ataques sob responsabilidade dos EUA. Eles ainda possuem bases aéreas onde a USAF atua.Não precisam de mais do que isso. Alguns estão em manutenção? Óbvio. Se uma tensão muito grande aumentar a necessidade e o dinheiro for derramado, podem sair bem mais rápido.

  9. Bosco, certeza que é só isso para uma bomba de 500kt??? Entrei no site que você indicou e achei tão pequeno também… Quando foram testar a bomba H ficaram com medo de que fosse incendiar a atmosfera, quando testaram a bomba Tsar a onda de choque percorreu o mundo 4 vezes… eu achava que fosse mais!

  10. Delmo, até quando estavam trabalhando na Fat Man ficaram com medo de incendiarem a atmosfera. E a Tsar Bomba foi detonada com o que? Uns 50 megatons? De 500 kilotons para 50 megatons é coisa pra cacete hehehehehe

  11. Olá.
    João Augusto, ICBMs não seriam muito efetivos para combater grupamentos de porta aviões.
    Um porta aviões é um alvo móvel e bem pequeno. Teria de haver um sistema de reentrada manobrável até o impacto. E isso não existe em ICBMs, concebidos para atingirem alvos fixos.
    O verdadeiro inimigo de um grupamento de porta aviões é o submarino com mísseis anti navios de logo alcance (como os russos das classes Akula e Akula II).
    SDS.

  12. Estamos falando de colocar um NAE fora de operação, não colocá-lo a pique, certo ?
    Não imagino o quanto de pancada uma belonave de tal tamanho e deslocamento suporta.
    Os couraçados classe Yamato , o mais próximo em termos de dimensões, levaram muitas bombas e torpedos até naufragarem.

  13. Os veículos de reentrada manobráveis (MaRVs) que já foram criados foram pra melhorar a precisão contra alvos fixos, como no caso do Pershing II que tinha como alvo os centros subterrâneos de comando e controle soviéticos.
    Os chineses com seu DF-21D antinavio alegam estar desenvolvendo uma ogiva balística convencional manobrável dotado de um seeker terminal que teria capacidade de atingir um navio em movimento, mas mesmo assim não se sabe de nenhum teste bem sucedido do conceito.
    Na verdade é possível que o programa tenha sido cancelado.

  14. Nonato, equipamento é feito para operar… deixar off não garante vida útil maior… além disso, existem manutenções que não dependem de hora de funcionamento… isso, sem contar que, mesmo atracado, temos equipamentos na linha… abraço…

  15. Um avião é complexo de fazer manutenção mas comparar com porta avião é ingênuo. Vi uma vez uma reportagem de um marinheiro que servia já a dez anos no São Paulo e ele desconhecia mais da metade do mesmo, ou seja, comparar um com outro é totalmente errôneo. Aviões fazem pequenas manutenções diárias, semanais e de ciclos, mas tem manutenções que podem durar meses… Agora imagina um monstro tipo o Nimitz

  16. Um navio desses não faz nada à toa. Se não está em guerra, tem mais é que estar em casa fazendo manutenção constante, pra sair tinindo quando for chamado. Não vejo nada de estranho nisso. Estranho seria esses navios bilionários rodando o globo em patrulha (de que? Pra que?). Povo gosta é de assunto…

    E a principal ameaça a qualquer carrier strike group será sempre o bom e velho (e stealth) submarino. É uma caça solitária, nervosa e perigosa, mas é o que tem melhores chances reais de êxito.

    Pra quem gosta de Tom Clancy: https://m.youtube.com/watch?v=rY7v21Zy1yE

  17. Nonato,
    Até na casa da gente temos que fazer manutenção constante.Agora, imagine uma casa de 100 mil toneladas balançando num mar salgado com 5000 pessoas a bordo, por 6 meses. Volta só o caroço.

    Uma dúvida é o seguinte: tirando aquelas manutenções caras de meia vida que levam até 4 anos, quais as manutenções mais simples e quanto tempo levam? Também gostaria de saber quanto tempo um NAe demora para, depois que atraca na sua base, voltar ao mar?

  18. Essa cena dos Tu-22 atacando o Nimitz (?) é fantástica, depois que vi esse filme pesquisei sobre Tom Clancy e hoje tenho quase toda a obra dele… Para mim o melhor escritor de romance militar

  19. Bosco…
    .
    os EUA cismaram alguns anos atrás que era imperativo manter 2 NAes no Oriente Médio e
    também exigiram missões de 8 ou mais meses e isso tudo provocou um estresse maior e
    todo o esquema de manutenções que funcionava como um relógio foi para o espaço e só agora
    está se vendo uma luz no fim do túnel…o novo plano será de missões de 7 meses e haverá um
    número maior de NAes de prontidão nos EUA.
    .
    A rigor além daquele período de modernização de meia vida que inclui o reabastecimento dos
    reatores nucleares conhecido pela sigla de “RCOH”, durante os cerca de 50 anos de vida de
    um NAe, 4 períodos de manutenção em doca seca “DPIA” de em média 15 meses e até 12
    períodos de menos de 12 meses normalmente com o NAe apenas atracado (PIA) e diversos
    períodos de manutenção que duram apenas 6 semanas (CMAV) são necessários.
    .
    Então depende de qual tipo de manutenção o NAe terá que passar para se ter uma ideia de
    quando retornará ao mar e se problemas maiores forem encontrados como tem acontecido o prazo de entrega pode mudar.
    .
    Por exemplo…o USS Nimitz recém completou um período de (PIA) que durou 20 meses…portanto
    classificaram como E-PIA “Extended Planned Incremental Availability”, porém já foi anunciado que
    em fins de 2018, após ele retornar de uma missão ele irá para doca seca para novo período de
    manutenção !
    .
    Já o NAe baseado no Japão tem um ciclo de manutenção e emprego completamente diferente dos demais…normalmente são duas patrulhas de até 3 meses por ano e no restante do ano ele passa por manutenções leves, não há nenhuma doca seca capacitada para ele no Japão,
    não estou falando em tamanho e sim especializada para recebe-lo e depois de alguns anos ele
    precisa retornar aos EUA e ser substituído por outro…o USS George Washington permaneceu
    7 anos no Japão sem visitar uma doca seca, agora ele está nos EUA aguardando sua modernização de meia vida a ser iniciada em 2017 e espera-se que o USS Ronald Reagan
    permaneça no Japão cerca de 7 anos também !
    .
    Normalmente um NAe que retorna de missão passa por um período de sustentabilidade, ou seja,
    ele pode ser convocado se necessário for, isso se o NAe não exigir manutenção imediata quando retornar…o USS John Stennis que retornou de uma missão no Pacífico em agosto encontra-se nessa situação.
    .
    “Nimitz” – fase inicial de treinamento para missão em 2017;
    “Eisenhower” – em missão no Golfo Pérsico;
    “Carl Vinson” – fase final de treinamento antes de missão;
    “Roosevelt” fase final de período de manutenção de 6 meses;
    “Lincoln” – fase final de modernização de meia vida iniciada em 2013;
    “Washington” – aguardando inicio da modernização de meia vida;
    “Stennis” – de prontidão nos EUA;
    “Truman” – início de período de manutenção de pelo menos 13 meses;
    “Reagan” – em patrulha no Pacífico;
    “Bush” – fase adiantada de treinamento;
    .
    é mais ou menos por aí,
    abraços

  20. Além dos 10 CVNs comissionados, os EUA ainda precisam lidar com o “Enterprise” que teve sua
    inativação iniciada em dezembro de 2012 e só agora em maio último ele foi colocado em uma
    doca seca para a fase final dos trabalhos…essa mesma doca seca será usada pelo USS George
    Washiongton no próximo ano para sua modernização de meia vida, mas, o “Enterprise” ainda
    precisará ser rebocado para costa oeste onde lentamente será desmantelado o que levará anos!
    .
    Também os trabalhos prosseguem no futuro USS Gerald Ford que está sofrendo uma série de atrasos, já deveria ter siso ao menos entregue à US Navy por agora e pelo menos 4 anos se passarão antes que ele efetue sua primeira missão e o segundo da classe, o futuro USS
    John Kennedy está cerca de 25% pronto e espera-se que sua gestação seja mais tranquila com o que se aprendeu com a construção do “Ford”.

  21. os EUA não tinha 12 grupos de porta aviões, agora esta com 10 grupos, sendo que o Nimitz não teve substituto, já se falou em ter apenas 8 grupos de porta aviões para conter custos, mas Trump ao que os oficiais alegam, quer 12 grupos

  22. Rufini…
    .
    a US Navy deixou de ter 12 NAes em 2007 quando foi descomissionado o “John Kennedy” e a partir de 2012 com a retirada do “Enterprise” passou a ter 10 NAes, temporariamente,até o comissionamento do futuro USS Gerald Ford ano que vem, quando então voltará a ter 11 NAes.
    .
    Mas, quanto a “grupos” que compreende o NAe, sua ala aérea e os navios acompanhantes,
    o que é conhecido como “Carrier Strike Group” existem apenas 9 deles…o “CSG 7” foi extinto
    anos atrás e uma décima ala aérea que tem existido apenas no papel nos últimos anos será
    definitivamente extinta ano que vem, conforme planos já anunciados no início do ano.
    .
    Então apesar de 11 NAes comissionados a partir do ano que vem, a modernização de meia
    vida que sempre um estará passando , outro em manutenção longa ou no caso o futuro
    USS Gerald Ford que levará pelo menos 4 anos para partir em sua missão inaugural combinado
    com os cortes e limites de orçamento forçou a US Navy à aceitar apenas 9 “grupos” e 9 “alas
    aéreas” e apesar do ideal ser 10 para ambas a US Navy acredita que poderá viver com isso.
    .
    Dificilmente esse quadro poderá ser revertido.
    .
    abs

  23. Comentários do Dalton e Bosco são verdadeiras aulas para leigos interessados, como eu.
    Quanto às manutenções, há previsão sobre sua duração e frequência na classe Ford? Será que diminuirão consideravelmente devidos a novas tecnologias?

  24. Trump quer muita coisa, quero ver da onde ele vai tirar o dindin. Ele tá igual político brasileiro, o negócio é prometer, depois vê como faz.

  25. A Marinha americana tb precisará resolver o problema da indisponibilidade de aeronaves, como foi mostrado aqui no Blog. Não adianta ter 11 PAs sem avião para guarnecer!!!!

  26. Bem, Trump é formado em economia por Wharton, considerada a segunda melhor escola de economia do Mundo, depois da London School of Economics. E há controvérsias hehehehe

  27. Vejam bem.
    Dalton falou algo interessante. Dois porta aviões teriam ido para o oriente médio (é bom observar, que sequer há uma verdadeira guerra em curso. Há terroristas mal armados combatendo no deserto, longe de uma guerra para valer, como deveria ser o objetde um porta aviões nuclear), e, por passarem oito meses em missão, os nae teriam ficado estressados… Kkk.
    Veja bem, gastam uns doze bilhões de dólares para construir uma máquina de guerra.
    Usam propulsão nuclear para que não necessitem de reabastecimento.
    Aí, sem nunca terem sido usados numa guerra para valer, passam oito meses em missão, e não aguentam o tranco…
    E vão passar uns dois anos em manutenção.
    Sem lógica alguma…
    Vejam bem. Um carro comum precisa de revisão a cada 10.000 km ou a cada seis meses ou um ano.
    Pense em um ônibus ou caminhão.
    Só em ema viagem São Paulo-nordeste, ida e volta, seis dias de viagem, rodam 6.000 km
    Faz duas viagens vai à manutenção? Não.
    A manutenção deles deve ser, acredito, a cada 30.000 km, pelo menos.
    Se não, não faz sentido. Viver mais em manutenção do que trabalhando…
    Sem dúvida um porta aviões americano é uma cidade.
    Mas você não pode se dar ao luxo de pagar 12 bilhões e passar a maior parte do tempo em manutenção.
    Em primeiro lugar, tudo deve ou deveria ser feito para durar.
    Em segundo lugar, poderia haver manutenções modulares, inclusive com trocas rápidas de sistemas específicos.
    Tipo uma turbina de avião ou bateria de carro. Enquanto conserta, coloca outra no lugar.
    E se é caro e não aguentam o tranco, deveriam usar pouco. Só o mínimo para treinamento. Quem tem arma é para usar e não ficar a maior parte do tempo numa oficina…

  28. Sim Bosco…é apenas ilustrativa, pelo código de cauda de algumas aeronaves, “NG” sabe-se
    que é um NAe da frota do Pacífico, muito provavelmente o USS Carl Vinson, parece ser um “70”
    na extremidade do convés de voo e como o mastro ainda é o “antigo” a foto deve ser do início da década passada , pois a modernização de meia vida ocorreu a partir de 2005 quando então
    cerca de 8 “Vikings” sob o esquadrão VS 33 estavam embarcados, a pintura da cauda do viking confere com algumas ilustrações que descobri.
    .
    abraços

  29. Nonato…
    .
    não havia uma guerra em curso, mas, a situação com o Irã na época aparentemente motivou
    os EUA a manter 2 NAes na região, Oriente Médio, além do tradicional no Pacífico, por alguns anos, algo que a longo prazo não pôde ser sustentado, leve em conta que vários meses de treinamento duro são necessários antes de se enviar um NAe para tão longe e cada NAe tem que que atuar como NAe “escola” e isso exige tempo no mar também.
    .
    Para ter 2 NAes “sempre” em uma determinada região, obrigatoriamente terá que ter 2 em um estado avançado de treinamento e outros 2 em um estado inicial, para manter sempre 2 na linha de frente, exclua o NAe baseado no Japão que tem um ciclo de operações completamente diferente e o que está sempre em modernização de meia vida e com o tempo será impossível manter 2 na linha de frente.
    .
    Um NAe não é enviado para a região apenas para combater terroristas…ele está lá para que também possa ser rapidamente deslocado para outra região próxima como o Mar Mediterrâneo
    se houver necessidade e também é a culminação de meses de treinamento, nada melhor que dar às tripulações uma experiência de pelo menos 7 meses longe da base e que só pode ser adquirida enviando o grupo todo para uma missão.
    .
    O ciclo de emprego, treinamento e manutenção costumava ser baseado em cima de missões de 6 meses e de uma hora para outra passou-se a exigir missões de 8 meses a 10 meses, isso gerou um efeito danoso, pois a medida que os navios eram mais intensamente utilizados mais problemas surgiram e exigiram mais tempo de manutenção o que atrasava o retorno do navio à frota..
    .
    Tais cronogramas absurdos começaram à afetar a vida pessoal dos tripulantes e o moral assim foi decidido que todos os navios passarão a cumprir missões de 7 meses, os NAes estão sendo os últimos a entrarem nesse novo plano justamente por conta do excessivo uso e complexidade e conforme o novo plano além de 7 meses de missão passarão um tempo maior de prontidão nos EUA para rapidamente reforçar os 2 NAes que continuarão na linha de frente, um nos confins do Pacífico e outro no Oriente Médio.
    .
    Não dá para comparar o que um NAe “sofre” durante uma jornada até o outro lado do mundo, atravessando oceanos nada calmos, com 5000 pessoas a bordo, tendo que lançar e recuperar diversas e pesadas aeronaves durante meses a fio, com um automóvel e quanto ao preço de um
    NAe, apenas a nova classe “Ford” que ainda nem entrou em serviço está na faixa de “12 bilhões”
    e isso será de certa forma compensado por uma tripulação menor , portanto soldo menor, durante os 50 anos de vida e uma manutenção também mais barata já que as catapultas não serão mais à vapor.
    .
    abs

  30. Juliano…
    .
    obrigado pelas palavras e quanto à sua pergunta, há previsão sim de que os NAes classe Ford exigirão menos manutenção por conta de novas tecnologias, como às catapultas eletromagnéticas e consequentemente serão um pouco mais disponíveis que os classe Nimitz…algo similar , por exemplo, aos futuros submarinos classe Virginia block IV alguns dos quais já encontram-se em construção e deverão poder cumprir ao menos uma missão a mais
    que os atuais submarinos ao longo de seus 33 anos de vida.
    .
    Também alguns bilhões serão economizados ao longo de 50 anos de vida dos novos NAes por
    conta de uma tripulação menor.
    .
    abraços

  31. Boa tarde , só uma observação meu caro Leandro Costa , nossos políticos entendem de dinheiro sim rsrs o problema é que gostam de ficar tudo para eles não é kkkkkk , brincadeiras à parte um ou 2 porta aviões desse ai supera o que temos de melhor na nossa aviação de caça da FAB e Marinha ,fácil fácil ….

  32. Obrigado pela resposta Dalton. A Marinha Americana seguirá, pelo visto, sendo a rainha dos vastos oceanos e mares. Mais um século da Águia do Norte.

  33. Depois da posse dos entreguistas no governo não temos nem mais notícias sobre a área de defesa. Submarino nuclear por aqui, só se for dos EUA tomando conta do petróleo entregue. Não fazem nem noção do que é soberania e o mais engraçado é que os apartidários da camisa canarinho se dizem patriotas…

  34. Ae Leandro, melhor “entregar”(ou melhor, fazer contratos de extração) nas mãos de quem vai pagar um valor justo para extrair e dar alguma rentabilidade para tapar o rombo que foi feito ao país, mas parece que você prefere deixar nas mãos de quem só vai saquear e criar mais rombos nos cofres públicos, e depois ainda falar que nunca antes na “iftória defte paif”, vai ententender, tem gente que cria amor pelo ladrão que os rouba, tem doido pra tudo!

  35. O Leandro está prestes a nos dar uma aula do que seja “soberania” e “patriotismo”.
    Vamos ver o que um defensor do golpe perpetrado pelo PT tem a nos ensinar sobre tais temas.

  36. Dalton, obrigado pelas suas aulas.
    Você é Bosco têm estilos diferentes, mas dão aulas…
    Bosco geralmente é muito didático, bastante abrangente e com uma linguagem feijão com arroz. Rs.
    Algo tipo o defense for dunkies.
    Sou leigo. Mas nada me impede de opinar. Explico: na minha opinião, sem dizer que você está errado, não vejo sentido de o NAE ficar “desgastado” porque transporta 5.000 pessoas. Foi feito para isso. Desgasta o que? Precisa limpar os banheiros? Rs.
    E quanto aos aviões subindo e descendo, desgasta o deck?
    Eu entendo perfeitamente a sua lógica, que é a do meio militar, mas eu acho isso estranho.
    E um.submarino? É feito para aguentar ficar submerso a 400 metros. E pronto.
    Ou um caça para voar a 2.500 km/h.
    Ou um trem bala para viajar a 400 km/h.
    Um carro de fórmula 1 – feito para aguentar o tranco, muito embora o motor dure poucas corridas e os pneus umas vinte voltas.
    Mas se fosse necessário os pneus e motores durarem o ano todo era só reprojetar.
    Sobre a duração das missões.
    O pessoal não aguenta o tranco? Se passarem oito meses não aguentam?
    Claro que para o bem estar do militar, de pudesse ter missão de um mês, poderia ficar mais tempo em casa…

  37. Nonato…
    .
    só para você ter uma ideia descobriu-se durante a modernização de meia vida do USS Abraham Lincoln que está para ser devolvido à frota, que as 4 catapultas estavam retorcidas, algo que, os operários do estaleiro alguns com dezenas de anos de experiência nunca haviam visto, ou seja, os NAes da US Navy foram usados de uma forma muito mais intensa do que havia sido previsto nos últimos anos.
    .
    Outro exemplo que foi muito noticiado também foi que o USS Harry Truman foi enviado às pressas para a V Frota no ano passado seis meses antes da data prevista pois o USS Eisenhower não ficou pronto a tempo, devido à inúmeros atrasos e problemas que surgiram na
    manutenção dele e que duraram 23 meses !!!! A ala aérea que o USS Truman embarcou foi a do “Eisenhower”, houve uma troca.
    .
    Mesmo o mais novo NAe, o USS George Bush em sua primeira missão, 2011,os banheiros, ou melhor o sistema de descarga simplesmente não funcionou, algo que foi bastante constrangedor e após retornar ele passou alguns meses em manutenção e então começou uma série de certificações, exercícios de rotina , testes com o X-47B até novamente começar uma série de exercícios para deixa-lo apto novamente para uma missão que dessa vez durou 9 meses de fevereiro a novembro de 2014.
    .
    Ele passou então alguns meses atuando como NAe escola antes de iniciar um novo período de manutenção que originalmente seria de 9 meses mas foi estendido em mais 4 meses para resolver mais problemas encontrados com o sistema de descarga dos banheiros ou seja, o período de manutenção durou de junho de 2015 até julho último e agora ele está prestes a entrar na última fase de treinamento antes de sua próxima missão.
    .
    Talvez o que escrevi sobre o USS George Bush sirva para dar a você ou algum outro leitor uma noção de como são os ciclos de manutenção, treinamento e missão de um NAe e como é difícil para o marinheiro e seus familiares ter uma vida mais organizada, assim, foi instituído que as
    missões deverão durar 7 meses e depois o NAe permanecerá mais tempo em casa, com os exercícios de rotina obviamente, mas, sem muitas surpresas.
    .
    Evidentemente sei dessas coisas, porque faz parte do meu hobbie e eu poderia escrever até muito mais até porque há muita informação na internet sobre os “problemas” e as possíveis soluções para a força de NAes da US Navy , basta ter um razoável conhecimento de inglês, mas, principalmente curiosidade.
    .
    Claro que você é livre para opinar e não estou escrevendo para faze-lo mudar de ideia, apenas
    traduzo parte do que a US Navy está passando e se tudo o que escrevi for do interesse de algum outro leitor já terá valido a pena o tempo gasto com as linhas acima.
    .
    abs

  38. Bixo esse Nonato não dá não.
    É uma piada sem graça.
    kkkkkkkkkkkkkkkk
    Ousar fazer uma analogia entre um NAE e um carro.

    Que bom que o Dalton e o Bosco são muito pacientes.

LEAVE A REPLY