Home Marinha do Brasil Marinha do Brasil desativa mais dois navios: corveta ‘Inhaúma’ e navio-varredor ‘Anhatomirim’

Marinha do Brasil desativa mais dois navios: corveta ‘Inhaúma’ e navio-varredor ‘Anhatomirim’

11814
96

V30 a

O Boletim de Ordens e Notícias da Marinha número 872 de 22 de novembro de 2016, informa que a Cerimônia de Mostra de Desarmamento da Corveta “Inhaúma”, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, será realizada no Píer 2, da BNRJ, às 10h, do dia 25 de novembro de 2016.

O Boletim também informa que de acordo com a Portaria nº 342/MB/2016, foi efetuada a baixa do Serviço Ativo da Armada do Navio-Varredor “Anhatomirim”.

nv-anhatomirim

SABIA MAIS:

NOTA DO EDITOR: “O poder naval brasileiro poderá desaparecer até 2025, se até lá não houver novos investimentos em equipamentos.” O alerta foi dado pelo então comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, em audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), no dia 16 de agosto de 2007. Vai se cumprindo a previsão do almirante.

96 COMMENTS

  1. Sobrarão à MB quantos navios de superfície da esquadra principal depois dessas baixas todas? Até onde sei serão ainda 9 fragatas e três corvetas, correto? Até onde a MB está disposta a ir em prol do Subnuc (se é que esse algum dia vá existir de fato)?

  2. E nossa querida Briosa segue lentamenta para o calvário, brevemente será a maior Marinha de terra do mundo, sem navios, mas com pessoal transbordando pela borda!

    R.I.P briosa

  3. A única baixa que vou gostar vai ser do NAe SP, esse sim está consumindo recursos desnecessários! E esse sub nuc deveria ter sido cancelado, um verdadeiro elefante branco. A MB tem que investir em meios de superfície e submarinos convencionais.

  4. Vai chegar a vez do Mattoso Maia, do São Paulo, da Rademaker, das Niterói, etc. e lá pra 2050 teremos nosso belo SSN para defender nosso mar jurisdicional com os três NaPaOc classe Amazonas, que é o que restará da Mais Antiga!

  5. Como diria o Conselheiro Acácio:
    As consequências vem depois…
    Depois de decisões, prioridades e investimentos equivocados.

    E como diria Juarez:
    Segue o velório…

  6. Vergonha não!!
    Vamos transferir a responsabilida e deixar ser uma terra de ninguém….ou melhor….mar de ninguém….
    Entre aspas né, porquê pesca ilegal é extração de recursos deve estar acontecendo a rodo, mas ninguém vê….escuta ou vê!!
    Mas agora temos os sh16…uh15…com mísseis!!! E o p3m então…..de Harpon blow!!!!
    Acho que quem usa uma farda branca deve estar envergonhado…deveria até pelo meu ponto de vista. Eu estaria…e muito!! Já estou por ser contribuinte…
    Enquanto isso…um certo país do Brics lança um navio por mês…..

  7. Não vejo solução a curto prazo, não sem injetar uma grana monstruosa para reaparelhar a marinha ou reformular a marinha cortar tudo o que puder e ficar apenas com suas obrigações constitucionais, ai com calma e muita paciencia se reconstroi a marinha.

  8. Quando vejo navios dando baixa sem reposição, minha alma marinheira fica aflita! Cadê a minha Gloriosa Marinha de Guerra do Brasil?

  9. Pela data da previsão do então CM (agosto de 2007), ela não podia contemplar que parte do agravamento atual da crise se deve exatamente à custosa implementação das decisões de grande monta daquela gestão, que havia começado há menos de seis meses.

  10. Á solução pode ser rapida é so mandar a conta de inativo e pensionistas para previdenciá, muito mas muito dinheiro vai aparecer no caixa da força. O problema é que estamos no Brasil e todos querem ser á cerejinha do bolo… custe o que custar!

  11. Pois então Tamandaré, seria um fim mais nobre (apesar d’eu achar que sejam navios relativamente novos). Poderiam ser navios alvos para os testes do UH-15B e seus mísseis AM-39, além do MANSUP. #ficaadica

    Até mais!!! 😉

  12. Já vai tarde. a MB já é uma força de “prédio” há muito tempo. Lá não faltam recursos, materiais e etc…
    Enquanto isso, o pessoal de bordo sofre para que seus comandantes sejam promovidos ou postos em boas comissões. Se fosse coisa séria, colocaria meio expediente nos prédios, e alocaria esses recursos para os meios operativos. Além, é claro, de pagar 20% para quem está embarcado, a fim de haver compensação. Pois a realidade é que as praças desejam que esses navios todos deem baixa, devido às péssimas condições de trabalho e stress cotidiano.

  13. Conversando com um Cap a pouco tempo este me confidenciou que a Marinha do Brasil já tem data para acabar, isso mesmo, ja temos data para acabar…… A situação não poderia ser pior, pois não ha verbas para nada….., não temos mais pessoal técnico para as construções navais, não temos tecnologia própria para construir nem uma canoa….., tudo vem de fora, armamentos, motores, turbinas, compressores, radares, caixas de engrenagens e por fim…. não temos empresários da construção naval com interesse e ou “confiança” em construir nada para esta nossa Patria abandonada!!!! Então chamem a 4a frota para a proteção da nossa segurança territorial, para a proteção da nossa soberania, para a nossa Amazônia Azul….

  14. Fernando 22 de novembro de 2016 at 17:44

    O NAe SP está inoperante por falta de manutenção, é um elefante branco, já que este tem foco em atacar, e a própria geopolítica do Brasil não permite isso. O governo deveria investir em submarinos.

  15. Fernando 22 de novembro de 2016 at 17:44

    O NAe SP esta inoperante por falta de manitenção, é um elefante branco, já que o porta aviões é um meio de ataque/agressão, e a própria geopolítica do Brasil não ´´permite´´ isso.

  16. A Corveta Inhaúma ainda me parece com boas condições para continuar operando, construída no Brasil entre 1989 e 1994, duro é aguentar a lata velha São Paulo comprado da França, fabricado em 1957.

  17. Correta a MB. Que mantenha o que tem jeito e dê baixa no que não tem. Pena que não vão dar baixa no NAeSP.

    Quanto ao ex-comandante, ele não fez previsão alguma. Apenas contou o que faria com a MB.

  18. Prezados,

    Quando o valor das manutenções e/ou modernizações dos meio navais se torna superior ao benefício de se mantê-la no Serviço Ativo, o correto é retirá-la. É isso que a MB vem fazendo.

    Quanto ao NAe São Paulo , a MB entende que o benefício é maior que o custo, por isso o mantém. Quando essa situação mudar, ele terá o mesmo destino.

    Abraços

  19. Enquanto isso, os oficiais generais responsaveis pelo triste quadro na marinha continuam inimputáveis.
    Falta de dinheiro, que é muito grave, é o menor dos problemas.

  20. A baixa do NAe é igual a prisão do Lula…
    Um monte de gente vive falando que ele é o responsável por tudo que existe de ruim e que, em breve ele vai ter o que merece e tudo se resolve.

  21. Engraçado nisso é ver que para a nossa grande imprensa em especial a revista veja da família Civita e a rede globo dos marinho__ que se tornaram impérios com o apoio dos militares da ditadura____ “ignoram” completamente a situação de destruição das nossas forças de defesa.
    Eu já vi mesmo reportagens nas quais tenta se passar uma imagem bem diferente do real, dentro de submarinos, en meio a tanques, as suas celebridades copilotando f5, . O desavisado público com certeza enxerga, por meio dessas manipulações , o país como uma potência militar , sem nenhum problema nesse setor. Seria cômico se não fosse trágico.

  22. Daqui ha alguns anos, estaremos fazendo a patrulha de nossa “Amazônia Azul” com “Barcos a remo”…triste fim da nossa querida Marinha!!!

  23. É CLARO que não é o Programa SUBNUC o culpado , quem publica isto não esta de Boa Fé e não tem interesse nenhum nas Causas Nacionais !

  24. Bom aqui leio cada coisa arrepiante ,Subnuc deveria acabar, Porta Aviões é um Meio de Agressão ,não devemos ter uma Política Agressora ,etc,etc ; primeiro se o Inimigo tiver certeza que não o pudermos Agredir com Danos ,eles nos agrediram sem Piedade , Porta Aviões serve para a defesa Aérea de Forças Navais ,etc, segundo todos aqui expliquem como a Rússia com um PIB menor que o nosso e igual ou até menor que o do Mexico consegue as proezas que consegue ,esta na Cara com toda Certeza que a Roubalheira e a Distribuição de Verbas para Grupos que não Trabalham e Nada Produzem é evidente ,somem as Verbas para ONGs ,MST,MTST,Lei Rouanet,uma infinidade de Bolsas , mais os Privilégios ao Judiciário ,Legislativo e Executivo , Juros Absurdos aos Bancos , só este ano passando de 550 Bilhões de Reais ,ano passado 450 Bi, e retrasado 40O Bi, somando 1,5Trilhão de Reais e nada esta sendo feito para realmente Estancar esta Vergonha ,então os que postam opiniões sem levar em conta tudo isto ,não conhece ou não esta interessado realmente nos Problemas Nacionais !

  25. AMAZÔNIA AZUL nome e criação Ridícula para enfeitar o Pavão do Povo brasileiro ,o Estado brasileiro e as Forças Militares evitam expor aos brasileiros nossos Reais Problemas e a Verdade ,devem Informar que nós temos que ter o Controle do Atlântico Sul e ser capaz tanto de Defender quanto Atacar qualquer Potência que tenha pretensões de Violar os nossos Interesses ,agora Amazônia Azul ,Submarinos para ** Patrulharem ** a Amazônia Azul ,etc,etc,etc, realmente é coisa de CIRCO !

  26. Eu não sou militar e nem tenho parente com pensões militares. Mas acho que a discussão sobre previdências e pensões não tem nada a ver con o investimento nas Forças. Que tem privilégios e desperdício de dinheiro público aí? Certamente! Mas:
    1. Não é 100% indevido ou injusto, portanto não haveria economias gigantes capazes de transformar a realidade dos equipamentos radicalmente;
    2. No final, é tudo dinheiro público, e deslocar a despesa para a previdência não cria recursos, que é justamente o que falta para a área militar e outras;
    3. Ninguém é surpreendido pelas despesas com inativos e pensões ao longo do ano. No orçamento já está na conta. O que sobra para investimento é justamente o que Brasília deseja gastar com isso (menos os usuais cortes…). Mover despesas para outra rubrica ou mesmo cortar pensões não vai, nem em sonho, transferir dinheiro para compra de equipamentos (provavelmente, tendo alguma economia, viraria cargos comissionados na Esplanada ou desvio de algum programa social picareta…).

    Assim, o que tem que ser discutido é o conceito de Estado que temos. Tem que acabar com este mastodonte gordo e faminto, que só faz criar privilégios e nababos para a casta de políticos e servidores e empresários amigos. Aí vai ter dinheiro para avião, leito de hospital, sala de aula…

  27. O SubNuc, agora que está aí, não deveria acabar. Embora eu acredite que há grandes chances disso, pois os cofres estão “na roça”. Mas que os seus criadores (do barba ao Marcelinho empreiteiro) deveriam estar todos em cana pelo resto de suas vidas e ter todos seus bens confiscados (próprios ou de laranjas; conhecidos ou camuflados), isto é verdade. É o mínimo, por terem montado esta arapuca ao Erário e deixado a MB em frangalhos.

  28. Caio e demais…
    .
    a US Navy por exemplo está sofrendo e continuará sofrendo os efeitos do “sequestration” de anos atrás e lá nos EUA como aqui a imensa maioria da população não acompanha suas forças armadas, então não adianta a revista “Veja” ou a “Times” publicarem as reais condições e/ou necessidades delas…o que é necessário é que os respectivos Congressos aumentem as verbas, apenas economizar /enxugar não é suficiente, porém, com tantos problemas a serem resolvidos, saúde, desemprego, segurança interna, educação, previdência, etc, fica impossível justificar mais recursos para às forças armadas.
    .
    Evidente que todas as marinhas do mundo cometem erros, são regidas por seres humanos, mas, colocar toda a culpa ou a maior parcela de culpa nos “Almirantes” simplesmente não é justo, o Brasil não está na situação que está por culpa da marinha.
    .
    abraços

  29. Enquato houver esta roubalheira em todos os níveis da administração brasileira. Esta incapacidade gerencial dos recursos do país. Os politicos larápios e vendilhões, seremos apenas um arremedo de país.
    A pior educação. Péssima saude. Falta de segurança e descompromisso com a defesa do Brasil.

  30. Que barquinho feio essa corvetinha. Falta casco! MB firme forte: submarinos nucleares com mísseis para ataque em terra, porta-aviões e navios de desembarque para projeção de poder, CFN, escoltas ocêanicas, aviação patrulha A/S de longo alcance, policiamento e controle da ZEE e combate aos narcos nas vias fluviais. O Mito irá cortar todo o aparato do vagabundismo da esquerda e investirá nas FFAA para a grandeza do Brasi a partir de 2018. Vamos ocupar o vácuo de liderança deixado pelos Americanos no mundo ocidental!!

  31. Será que ela não serve nem para navio capitania da flotilha do Amazônas?
    Em águas calmas e sem a presença do sal, poderia ficar na ativa pelo menos mais 10 anos. Abs!

  32. AL.
    .
    restam apenas 8 fragatas e não 9, a saber as 6 “Niteróis” e duas “Greenhalghs” sendo que
    a fragata “Defensora” da classe Niterói deverá retornar ao serviço ano que vem, depois de um
    longo período de manutenção geral e aparentemente as duas corvetas da classe “Inhaúma” remanescentes estão retornando ao serviço, para juntar-se à “Barroso”.
    .
    Então ao invés de 12 combatentes de superfície ou “escoltas” sendo que 4 estavam inativas, a “Defensora” e as 3 “Inhaúmas” , aparentemente, se terá por pouco tempo é verdade, as
    6 “Niteróis”, duas “Greenhalghs”, duas “Inhaúmas” e a “Barroso”, 11 unidades.
    .
    abraços

  33. Dalton, obrigado pelo esclarecimento. Eu tinha essa dúvida também referente aos meios em operação.

    Prezado Comte Monteiro, sei que seu comentário deve ser protocolar, entretanto nosso temor, e somos uma amostragem da sociedade que se preocupa com o tema, é de que estamos vivendo a baixa dos meios sem a substituição adequada. Sabemos que nas modernas Marinhas atuais, não se faz a conta de 1 pra 1, porém os cortes orçamentários não permitem nem 1 por 3 ou 4 navios. E pior, é sabido, ouvi de um Oficial da MB em Brasília há 2 meses, que nossa estrutura humana é maior que a Royal Navy – com a qtde de meios que temos.

    Abs

  34. Sou leigo e acompanho a trilogia algum tempo e pelo visto temos mentes brilhantes aqui, assim, pergunto: Existe jeito no curto e médio prazo para a MB, qual?
    Vejo muitos marinheiros em terra, capitanias lotadas de incompetentes, morosidade nos processos… eu por exemplo renovei minha habilitação de mestre amador em abril e até hoje não ficou pronta.

  35. A classe Inhaúma foi nossa primeira experiência moderna nesta categoria. Porém, o “design” delas mostrou-se pouco eficiente. Nosso maior ganho foi a experiência, que pôde nos trazer a Barroso e, futuramente, a classe Tamandaré. Sempre imaginei que num momento de dificuldade a Marinha iria se desfazer delas, rapidamente. A ideia é justamente essa: cortar custos aposentando as belonaves menos importantes e se preparar para o futuro.

  36. Luiz Monteiro, o problema é retirar e não repor, só vão enxugando o quadro de navios e o de pessoal não. Nesse ponto em que estamos não existe serventia para o NAe SP pois caso este volte a operar não vai ter mais meios para prover sua defesa e suprimentos. A Marinha deveria agir logo e comprar meios novos ou usados doq esperar desenvolver projetos que levam 20\ 30 anos pra sair do papel.

  37. ALERTA AOS MARINHEIROS:
    O último que desembarcar, fechar a porta e apagar a luz, a MARINHA BRASILEIRA TERMINOU.
    é SÓ ENCOMENDAR MISSA DE 7º dIA.

  38. Dom Pedro II deve estrar se revidando no túmulo! Da que foi a 2ª maior esquadra de guerra do mundo, e agora vive esta penúria! E ainda tentam nos dizer que a república deu certo!

  39. Claro que os problemas não surgiram agora. Não se constrói uma marinha de 79 mil ativos, 147 mil inativos e pensionistas e menos de duas dezenas de navios na esquadra de uma hora para outra. Isso é o resultado de decisões tomadas ao longo do tempo, que privilegiaram gastos com pessoal ao invés de gastos com equipamento. Na administração pública, gasto com pessoal é sagrado, nunca é cortado. Já outros gastos de custeio e principalmente investimento são sempre objetos de cortes e contingenciamentos. Esse é um dos elementos que justifica uma “predileção” por gastos com pessoal, sem olvidar outros fatores como o estímulo ao inchaço em função da estrutura piramidal das forças armadas, por exemplo.

  40. Corrigindo, o número de inativos e instituidores de pensão é de 87.440 e não 147 mil.
    147 mil é a soma de inativos, instituidores de pensão e beneficiários de pensões.
    Todos os dados de agosto de 2016.
    Fonte, Marinha do Brasil

  41. Muito já foi explicado e explicado e explicado em relação aos inativos e pensionistas…em relação a quantos % do PIB é gasto com Defesa…em relação ao motivos do São Paulo não ser desativado…em relação ao projeto do sub nuclear…etc

    Mas tem “entendido” que prefere não aprender e a cada nova notícia volta toda a “lorota”…

    O mais interessante são os “entendidos” conhecerem tão profundamente a Gestão das Forças Armadas, pois tem as soluções “na ponta da língua” ou “na ponta do dedo que tecla”…

  42. A muito tempo eu li no então fórum da Alide o Juarez cantar a bola do que exatamente aconteceria com a marinha. Acertou 99% enquanto muitos do establishment de então ululava raivosamente afirmando o contrário hehehehe.

  43. A muito tempo eu li no então fórum da Alide o Juarez cantar a bola do que exatamente aconteceria com a marinha. Acertou 99% enquanto muitos do establishment de então ululava raivosamente afirmando o contrário hehehehe.

  44. Olá a todos!
    .
    Vou propor uma discussão diferente:
    .
    Estes dias lendo os comentários em outra postagem, vi o comentário do Bardini sugerindo que a MB deveria sim investir em NaPaOc. E um outro leitor, em seguida sugerindo o aumento de nossa aviação de patrulha. Pois bem, com este monte de baixas sem substituição e tendo em conta a obsolescencia das escoltas restantes (que navegam com restrições, que em breve também deverão dar baixa e de valor militar questionável – além de obsoletas, carecemos ate de munição/misseis para equipar todas elas ) , será que vale a pena investir em novas escoltas?
    .
    Uma andorinha não faz verão. Será que adianta ter escoltas (em quantidade que será sempre insuficiente, devido à falta de verbas/gastos excessivos com pessoal) se não temos sequer capacidade de patrulhar nossas águas? Alguem acredita que com apenas 8 P-3 (com problemas nas asas e para os quais temos 16 Harpoon) e 3 NaPaOc seremos capazes de cobrir todo nosso litoral? Adianta ter navios de combate modernos se nem sabemos quem navega por aqui e onde estão os potenciais alvos?
    .
    Planejam comprar aí as Tamandaré, que se construidas aqui, custarão mais de 1 bilhão de Reais cada uma (preço estimado de US$450 millhões) , que possivelmente se/quando entregues, navegarão mal armadas (ou por sua configuração ou por falta de munição/misseis ) e que cumprirão missões de patrulha na maior parte do tempo. E como nãio temos navios de patrulha em quantidade mínima (e nem planos de compra-los antes das Tamandaré), as corvetas de US$450 milhões serão usadas ainda mais nesta missão. Isto é um desperdício. Você vai ‘desgastar’ um navio caro em uma missão que poderia ser feita por um navio mais barato.
    .
    Ainda há a questão da aviação de patrulha. Oque se planeja gastar com as 4 Tamandaré e modernização do AMRJ, seria suficiente pra comprar 10 P-8 ou por baixo, 20 P-3 modernizados. Oque é mais eficaz? Será que uma aviação de patrulha bem equipada, acessorada por caças (que podem ser desdobrados nos inúmeros aeródromos em nosso litora)l, não poroporcionariam uma proteção maior?

  45. Zorann,
    Já defendi isso inúmeras vezes em outros posts. Não temos marinha e não temos guarda costeira. Se tem que começar de novo, quase do zero, comece com pelo menos 30 NaPa (Macaé) e 10 NaPaOc (Tamandarés desdentadas).

  46. Não daria para colocar a Inhauma para a base naval de Ladário ? Se nós temos o Parnaíba, poderíamos ter a corveta lá também.

  47. Prezado Claudio Quadros, os navios italianos disponiveis estão no osso, se brincar até mais que nossas Niterói, você acha que trocar 6 por meia dúzia é a solução? Os únicos escoltas que prestam e que estarão disponiveis serão as type 23 inglesas, mas as primeiras só estarão disponíveis a partir de 2025 quando as primeiras type 26 começarem a entrar em serviço

  48. ZorannGCC 23 de novembro de 2016 at 21:57

    Acho que você leo meu comentário sobre equipar a Marinha com P3 e alguns VulcanAir P 68 equipados com balsas pra resgate.
    Quanto ao problema das asas dos P3, a Loogkheed Martin reabriu a produção de asas do P3 e podem ser trocadas as seções inferiores, centrais e os segmentos exteriores assim como os estabilizadores assim. Os motores que devem ser T-56/10 na atualidade, poderão ser modernizados ou trocandos pelos T-56/14.
    Mesmo assim, precisaria de alguns patrulheiros pra abordagem caso necessário.

  49. Todo apoio ao submarino nuclear, inclusive deveríamos ter armas atômicas! Falta de projeto de país, um sub nuc vale muito mais que 10 fragatas. Fragatas são meios de projeção de poder, submarinos de negação de uso do mar! O Nae A-12, por sua vez é desnecessário nesse momento.

  50. FFAA no brazil é só pra bôbo ver. Não passa de faz de conta. Somos impedidos e até mesmo proibidos de termos FFAA fortes, modernas e INDEPENDENTES. Ou alguém aqui não sabe que sempre estivemos sob o guarda chuva militar “dus americanus” e não só militar? Aliás não só o bananistão (destinado a ser apenas um país periférico) mas todas as republiquetas latrinoamericanas. Qualquer “confusão” militar por estas bandas só dura o tempo que nossos donos permitirem. Em caso de agressão militar de fora deste continente (grande fornecedor de alimentos e carnes e retaguarda do ocidente E SÓ), teremos a “poderosa e amada us navy acorrendo em defesa da latrinoamerica e, essa “agressão” teria de ser ou da marinha russa ou chinesa (coisa que nunca acontecerá). O restante é cerimônias, caviar, vinhos, formaturas, almoços, papo furado de “compramos um navio que aumentará nossa capacidade de projetar poder sobre terra e etc”…..tudo balela, lorota e leréia. Só enganação. Será que tá explicado o porquê de não dispormos de FFAA de verdade mesmo? Qualquer paíseco do oriente-médio e Asia compra 30, 40 helis, 70, 80, 120….caças, 2 gigantescos navios anfíbios com vários helis (e tudo no plástico), 200, 300, 600 carros de batalha (no plástico). Nós somos os famosos compradores “meia dúzia”…..levamos décadas discutindo a compra de 4, 5 ….helicópteros, 36 “caças”. E olha que nosso PIB já “beirou os 3 trilhões de dólares….hoje, com essa confusão que armaram acho que já deve ter caído pra 1 trilhão e deverá cair mais ainda. Voltará ao que era na bela e rica época do impoluto fhc (500 bilhões), época que nós recebíamos nosso polpudo “pegezão” em duas parcelas porque era muita grana e não tínhamos como carregar de uma vez só. Ou será que ninguém percebe que sempre tudo esteve errado com este país? É frustrante perceber que nosso destino como nação será sempre o fracasso. Fico observando como divagam, falam, falam e os verdadeiros problemas nunca são expostos….só blá-blá-blá inútil que não nos levará nunca à absolutamente nada.. à lugar nenhum!

  51. Que porta aviões Claudio Quadros, a MB não ta nem conseguindo manter fragata, corveta e navio tanque e vc querendo comprar Navio Aerodromo?
    É algo parecido com um cara que não tem nem casa própria, pagando aluguel e ainda por cima desempregado que não consegue nem manter um carro 1.0 usado querer meter o pé pelas mãos e comprar um mercedes de 300 mil, meio fora da realidade, ou como dizem por aqui viagem na maionese, tem que ter o feijão com arroz e ovo primeiro (Escoltas, Patrulhas e navios logisticos) pra depois pensar em caviar (Navio Aerodromo e aviação de asa fixa embarcada).

  52. Zorann concordo integralmente com o apoio ao ponto de vista do Bardini. Tambem acho que nossa prioridade dve ser os NAPAOcs e os NAPA. Tipo fabricar quatro por ano aqui mesmo (afinal compramos o projeto dos Amazonas- não?- e os NaPas estão com cascos em fase de fabricação parados! Manda aqui pra Santos e Santa Catarina e vcs verão,se fazemos ou não! Com isso em cinco anos recompomos pelo menos a patrulha maritima. Para tant não tenho duvidas que deveriamos partir imediatamente para uns 12 E195E2, navalizados com duas versões, uma de ataque outra de patrulha. Os sub -que sejam os scorpenes mesmo, agora vamos ter que operar isso- deveria,os produzir pelo,menos 8. Recursos? Obter de varias fontes. Infelizmente uma delas são inativos, que tambem são brasileiros e precisam se adequar a nossa realidade. Mas a industria tem que ser produtiva. Seu lado economico tem que gerar riqueza, direta e indiretamente! Quanto ao NAe não da,para continuar com essa sangria de recursos! Sua relação custo/benefício, prezados Dalton e Monteiro – saibam que tenho muitissimo respeito por ambos- acho que atingiu condições insustentaveis. Claro que a indole de capitão não vos deixa abandonar o navio facilmente; eu tambem sempre me recuso a desistir…mas agora não da pra ser diferente. Sera que o que se tenta ainda investir no Foch não seria muito melhor empregado em duzias de navios menores? Mas vamos la, continuemos bombando a agua antes que a MB aderne e afunde nos profundos abissais do azul de nosso litoral. Abs

  53. MO, não estou criticando o São Paulo, pois como já foi provado pela inspeção realizada suas obras vivas e chapas em geral estão em bom estado geral, o que sabemos que é o principal para sua modernização, e foi o que condenou a Fontin e a Inhauma, o São Paulo desde que modernizado como se espera ainda dará umbbom caldo por uns 10 a 15 anos e assim espero, o que quis em meu comentário foi o fato do Claudio Quadros priorizar compra de NAe (quando já se tem o SP que só necessita de uma mod de cerca de R$ 1bi enquanto que um NAe novo sairia por não menos que R$ 10bi) enquanto que a real necessidade da MB são escoltas, patrulhas e navios de apoio logistico, sabemos que esse assunto já deu, mas tem gente que até hoje não entendeu a realidade

    • masfoi justamente a isso que me referi, com todos os subisidiose fatos aindame aparece um coment para comprar um Nae3 novo, ai meu, não dá né, ja não tinha muitto saco para o naval, depois desta, acho que nem devo perder meu tempo

      Vc desnecessario falar, eu sei que sabve

      Ahhhh, se aqui ta orriveu, jeja o FB do Forssas de defesa, o antro da molecada e dca sapiencia

      Inhauma no pantanal …. fecha a porta e apaga luz (pela ideia … )

  54. MO 24 de novembro de 2016 at 23:31
    Ta vendo …. por isso que falo …. este é o nivel …
    _______________

    Abaixo d’água.

  55. O grande problema não é só adquirir/revitalizar meios, e sim o custo de operá-los. Não posso afirmar que a conta seja essa, mas já se escreveu que só o consumo diário de óleo do São Paulo equivale ao de 100 NaPa’s, sem mencionar outras despesas envolvidas. Qual relação custo x benefício é melhor?

  56. Tentando ignorar o máximo aquele comentário alucinógeno hehehehe.
    .
    Mas enfim, acho que muitos aqui concordam com o que muitos já expuseram. A MB vai ter que, praticamente, começar do zero novamente. De dentro para fora, mesmo mantendo NAe e Subs, mas reiniciando com patrulha costeira, oceânica até galgar os degraus até navios de combate.

    • para subistituir o Parnaiba … imagina, sem contar que alem da Abobrinha top master gold plus + vida extra e Bonus Track, o parnaiba daria de 10

      Advinha se nao era “entusiasta wikipediano” …

  57. Melhor usar como barragem hidrelétrica desse jeito. Troca-se a motorização por turbinas de geração pequeninas e conseguimos gerar energia para uma aldeia indígena por uns dois, três meses hehehehehehe

  58. Olá Adson, Glasquiz 7 e Rommelqe!
    .
    Passou da hora de se discutir maneiras mais eficazes e baratas de cumprir uma missão. O orçamento não vai mudar. Vai continuar sendo apertado, pela crise financeira e pelo excesso de pessoal. Se o orçamento não vai mudar, quem tem de mudar é a MB. Eu particularmente acho um absurdo vc ter um orçamento anual de quase R$20 bilhões e não ter navios. Se existe resistência interna às mudanças, à redução de pessoal e OMs, e falta de recusros, que comecemos pelos navios de patrulha, que são mais baratos.
    .
    A aviação de patrulha tem de ser da MB. Afinal é sua função principal patrulhar e proteger nossas águas. Não faz sentido a patrulha estar na FAB. Esta não é a prioridade da FAB. A MB é que tem de investir nisto. A aviação é muito mais importante que que qualquer navio de patrulha que possamos ter. Afinal, um navio pode demorar 1, 2 dias para chegar a um local onde um avião chega em poucas horas. Isto sem contar os custos de aquisição e operação. Quantos dias de mar faz um navio de patrulha por ano? Qual a área que ele consegue cobrir? Qual a tripulação que ele precisa ter? E aquele papo de que precisamos ter 3 para de fato ter 1 navio na área de patrulha? Então a gente só tem 1 navio de patrulha oceãnico, e com boa vontade talvez 2. Não estou sugerindo que devamos esquecer os navios, mas sim, encontrar maneiras de de se cumprir a mesma missão de maneira mais eficiente e com o menor custo. E a aviação de patrulha é o recurso mais importante nesta missão.
    .
    Quanto a construir aqui, esqueçam. A não ser que seja algum projeto de navio civil, que possa sofrer adaptações para esta função, e que o navio já seja produzido aqui, caso contrário, sai muito mais caro. Afinal tem que reequipar estaleiros, tem que ensinar a fazer, para depois não ter continuidade. A gente precisa é de navios e não de aprender a faze-los. Aprender a fazer, fica pra depois, se e quando tivermos condições financeiras melhores.
    .
    O orçamento não pode continuar sendo liberado da maneira atual. O orçamento não determina nada. Ele apenas é liberado e os comandantes gastam da maneira que bem entendem. O orçamento tem de determinar as despesas. Quem tem de determinar comnoque será gasto, é a sociedade e não o comandante de cada força. Tem de estar explicito o gasto máximo com pessoal, o gasto com a manutenção dos meios, os gastos para manter X navios com Y dias de mar por ano, os gastos para compras de novos meios e quais meios. Quer uma base nova no Maranhão para outra frota? A verba tem de estar explicita no orçamento e como o orçamento é cuto, terão de cortar gastos em outra área poara viabilizar qq coisa. Como acontece em qualquer país sério.
    .
    Aí fica a pergunta: a MB é capaz de cumprir alguma de suas inúmeras missões a contento? Se vc não tem navios, vc não navega. Se vc não navega, qual a função que a MB cumpre que não poderia ser cumprida por ourtra força? Vejam bem ao ponto que chegamos: uma Marinha que não navega e que consome R$ 20 bilhões anualmente, passa a ter sua utilidade questionada. Afinal, pra que preciso gastar R$ 20 bilhões em uma força que sequer consegue navegar? Só este orçamento de um único ano, seria capaz de assegurar à FAB, no mínimo, mais 60 Gripens (considerando o preço que pagamos pelos 36 iniciais + transferencia de tecnologia). Isto com o orçamento de um único ano!! Oque vale mais: 60 gripens ou uma MB sem navios?
    .
    No fim esta discussão, vai nos levar á outra inevitável: precisamos ter 3 forças armadas? Não seria mais inteligente, economico unificarmos as Forças Armadas? Reduzir um monte de estruturas redundantes e acabar com um monte de palhaçadas que vemos por aí?

  59. Zorannn, não há qualquer resistência interna, conforme citado por você… a redução da MB está em planejamento… oi então você sabe algo que eu, em BSB, não sei…
    Outea coisa, o orçamento não é gasto como queremos… se essa é sua impressão, você está equivocado… os subsídios para recebimento de recursos são consolidados e enviados ao MD… vem os cortes, faz-se o reajuste das despesas… vem o contingenciamento… refaz-se o cálculo… então, desculpe, não se gasta como quer e sim como pode e de acordo com prioridades… eu, por exemplo, vou subsidiar uma carteira de projetos de CTI bem menor do que a de 2016… porque não atenderam os subsídios enviados… abraço…

  60. Zoran, bons pontos de debate. Sempre achei que a aviação de patrulha deveria ser atribuição da MB, com mais bases aeronavais espalhadas pelo território Brasileiro, o que incorre em custos adicionais, mas acho que são necessários. Talvez pudessem ser ampliadas as já existentes para receberem aeronaves de asa fixa.
    .
    Mas enfim, também acredito que o orçamento das forças precisa ser melhorado, não apenas em termos de tamanho, quanto às especificidades que você comentou, mas acredito que isso seja algo totalmente impossível, pelo menos de curto à médio prazo de acontecer, por alguns motivos simples.
    .
    Não há, da parte política, qualquer interesse na área militar. Na visão da maioria esmagadora dos políticos, é algo que é necessário ter, mas não é bom entreter. Não compreendem que a área de Defesa é uma área que traz benefícios à sociedade, mesmo em tempos de paz, e que em tempos de guerra, não é possível fazer milagres se os tempos de paz não foram aproveitados em relação à aparelhamento e preparação.
    .
    Ao mesmo tempo, como nação, nós não temos direcionamento. Não há um projeto de Estado Brasileiro. Já postei isso aqui repetidas vezes e infelizmente é uma tecla que vai ser pressionada ainda mais vezes. Não existe uma noção do que se deseja alcançar no Brasil, e infelizmente isso tem que partir da sociedade civil. Sem esse direcionamento, não existe maneira de as FFAA fazerem qualquer planejamento acertado para o futuro, com base em estimativas reais de ameaças futuras de curto à longo prazo. Portanto qualquer planejamento que se faça por parte de qualquer uma das forças, eu imagino que deva ser de forma autônoma, à partir do que cada uma enxerga que possam ser ameaças futuras e a forma como cada uma enxerga que deve encarar tais ameaças.
    .
    A falta de certeza sobre a quantidade de orçamento para, digamos, ano que vem, até o apagar das luzes do ano corrente é um dos exemplos disso. O Ministério da Defesa, que deveria ser a instituição agregadora, que deveria fazer esse trabalho de união e direcionamento de esforços, bem como a ligação entre o governo civil e os militares, não o faz. Vejo o MD como uma instituição de fachada que mal contribui para alguma coisa, e geralmente é aparelhado para que fique em concordância com quem quer que esteja no poder. Tivemos pouquíssimos MD’s que realmente tentaram fazer alguma coisa, e mesmo assim quem tentou, ficou no âmbito do ‘para inglês ver’ por produzirem documentos visivelmente inexequíveis. E nem poderiam, enquanto a mentalidade dos governantes civis não mudar.
    .
    Então ficamos assim, como uma Marinha só no nome, e com as forças individualmente tentando oferecer soluções, atirando para todos os lados, e visando programas de modo que em um futuro que não se sabe quando virá, poderem ter condições de cumprirem sua missão, seja lá ela qual for.

  61. Olá XO!
    .
    Eu não sei de nada. Eu chuto que deve ter resistencia interna pela demora. Se há consenso, então vamos por estes planos em ação. Sei lá há quantos anos leio e comento aqui. E este aumento de efetivo concedido em 2009 foi um absurdo. Eu falo isto desde aquela época. Oque a MB adquiriu para justificar um efetivo deste tamanho? A única coisa comprada e que de fato está aí é o NDM Bahia. E mesmo assim ele substituiu 2 navios, já que o Rio de janeiro ja tinha dado baixa há alguns anos e o Ceará deu baixa após ter passado por um PMG. Os submarinos nem se sabe quando chegam. E os meios de superfície só diminuem. Se está sendo planejado e é de fato desejo da MB diminuir o efetivo, como deixaram que ele continuasse sendo aumentado ainda em 2016?
    .
    Já cansei de ler por aqui, o problema de evazão de militares. Porque muita gente pede pra sair e tals. Será que é tão dificil propor um PDV e acelerar isto aí? Ah mas aí vão faltar militares para lotar as OMs. Simples: aproveita a oportunidade, fecha OMs. Mas tem a progressão de carreira. Também é simples: todo o ano o executivo publica uma lei com o número máximo de oficiais para cada patente. É só publicar uma lei que permita um efetivo ‘desequilibrado’ temporariamente até que a situação se normalize em alguns anos. Lembrando que esta lei permite uma diferença de até 20% para mais ou para menos no numero de militares por cada patente. A MB aumentou o efetivo em 30.000 em 6 anos. Será que é tão dificil diminuir o efetivo em outros 6?
    .
    Planejar e executar são coisas diferentes.
    .
    OBS: eu acredito que o debate é importante. è desejo de todos que aqui participam, de termos uma Marinha capaz de cumprir sua missão e que nos orgulhe. Eu acho muiito legal que militares da ativa participem. Por isso agradeço demais por seus comentários.

  62. Olá Leandro Costa!
    .
    Não rpecisamos de bases. Já há um enorme número delas em todo nosso litoral. Inclusive algumas delas planejam ser fechadas e é este o caminho. Não precisamos de 6 esquadrões. Na verdade só precisamos de 1, muito bem equipado, com uma dotação grande de aeronaves que possam ser desdobradas em bases, ou qualquer aérodromo, aeroporto ao longo de nosso litoral.
    .
    O problema maior não é o tamanho do orçamento. E sim como ele é gasto. Basta comparar nosso orçamento com os demais paises sulamericanos e verá que gastamos sozinhos oque todos os demais países gastam juntos. Sinceramente, não sou a favor de aumento do orçamento com esta bagunça que está aí. Gastam mal qualquer orçamento. Lembrando que temos tido seguidos orçamentos recordes para defesa em mais de 20 anos. E mesmo com esta crise, o de 2015 tb foi recorde e o de 2016 tb será.
    .
    Se a gente ficar esperando aumento de orçamento para fazer as coisas, não vamos a lugar nenhum. E depender da classe política para ter mudanças é outra fantasia. Por isso de eu ter citado que quem tem de mudar é a MB. Quem tem o real interesse é que deve de fato lutar pelas mudanças.
    .
    Quanto às incertezas orçamentárias, quem tem de propor mudanças, são os interessados. Quando queriam aumentar o efetivo em mais 30.000 homens, conseguiram mobilizar o congresso para aprovar.

  63. Zoran, eu concordo que a gente precisa enxugar o que já existe para fazer proveito do montante já disponível. Mas acerca da mobilização dos próprios militares, acho que há problemas nisso.
    .
    O direcionamento geopolítico e estratégico do país como um todo, é intrinsecamente ligado à nossa política externa, que não é uma atribuição militar, mas sim do GF. Os militares provém o braço armado que respalda a política externa brasileira e o protege de quaisquer agressões que possam aparecer no caminho.
    .
    Portanto, infelizmente, os militares só podem prever o que os desvairados lá do governo vão querer fazer de quatro em quatro anos, quando muito num prazo de oito anos. E nesse espaço de tempo não se consegue planejar absolutamente nada à longo prazo. Então me leva à crer que o planejamento militar vai ser sempre imediatista justamente por ser impossível fazer qualquer plano de longo prazo que seja realista. Pode, e acredito que se faz, planejamento futuro e alguém já comentou que os cálculos de custos são atualizados periódicamente, talvez anualmente, mas esses planos aparentemente só ganham força quando ‘é possível.’ O que novamente me leva à crer que são coisas que se gostaria de fazer, mas que as oportunidades que as tornam realidade são raras e tenta-se ‘aproveitar o momento.’
    .
    Isso é um absurdo, mas eu não credito isso aos militares, os vejo mais como reagindo às situações que lhes são impostas. Mas sim, eu gostaria de ver todos eles fazendo pressão no governo para que eles mesmos possam ter condições de cumprir para com suas missões constitucionais, mas ainda sem um direcionamento de Estado de longo prazo, fica difícil estimar contra o que devem preparar.
    .
    No mais, Zoran, obrigado por levantar as questões que são boas de debate.

  64. Comecar do simples para depois de 15 anos subir a regua para coisas mais complexas.
    .
    Mesmo que P-3 nao consigam ser absorvidos pela Missao da MB, comecar com solucoes simples na faixa da GC com Tecnam, Diamond, etc….tem muito aviao leve levissimo com flir e radar que da show na cobertura e consciencia situacional na ZEE interna, depois pode pular para os bandeirulhas e assim por diante…
    .
    Dirigiveis sao otimos para a NapaOc e da para solucionar as questoes de abordagens de inspecao….
    .
    Alguns poucos Macaes e para a faixa oceanica, navios de bom porte de casco para boa persistencia e embarcar um bom heli se e quando necessario…um heli medio….
    .
    Navios para NapaOc de casco e conves abundante genetica mista mercante off shore, para tolerar up grades de equipagens e equipamentos plug and play de formaa atuar como auxiliares de um GT….digo grande mesmo na casa dos 6 mil ton….diesel, baixa manutencao….
    .
    Adiciona qualquer coisa arecida com as absalon, baratas de uso geral ocacionadas para NapaOc e Operacoes anfibias….umas 4 delas ou algo similar….
    .
    Umas 4 a 6 fragatas de aae 1a linha, tipo Fremm ou kdx, no dia que puder e se nao puder, …..e somente quando…..passa a regua….e afunda o resto….no maximo, acrescenta mais 1 ou 2 makassar….nao deu entao paciencia….tudo o que sobrar e nada mais para qualquer outro meio d superficie, direciona os esforcos para SSKs adicionais….Tikuna mesmo…passa a regua….so aumenta a superficie depois de uns 16 SSKs ….
    .

  65. Carvalho, o que tu citou aí é característica de GC, exceção aos SUBs, mas Marinha deve ser algo equilibrado, e custa caro, o nosso problema é que a nossa nos custa caro e não é Marinha e nem GC, é uma cruza jabuti com quero quero, então…….
    Sobre os P 3 na Marinha, eu já falei aqui uma dezena de vezes que lá na década de 2000 este assunto foi discutido a nível de EM das forças e a MB rejeitou a proposta de absorção da av. de patrulha em função dos custos envolvidos, pois operar um P 3 com toda a traquitana EW, ASW,Asup custa mais caro que operar um caça e a MB na época estava sendo comandada por megalomaníacos e débeis mentais que só enxergavam a operação de NAe de 60.000, 48 Rafales e demais delírios que eu não vou me estender.

    G abraço

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here