Caça russo Su-33 do porta-aviões Kuznetsov cai no mar Mediterrâneo

Caça russo Su-33 do porta-aviões Kuznetsov cai no mar Mediterrâneo

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su-33-landing

Fontes militares informaram ao blog The Aviationist que um caça Su-33 Flanker da Marinha Russa caiu durante as operações aéreas com o porta-aviões Almirante Kuznetsov no sábado, 3 de dezembro.

Segundo o informe, o avião de combate caiu na segunda tentativa de pousar no porta-aviões em boas condições climáticas (visibilidade +10 quilômetros, Estado do Mar 4, vento a 12 nós): parece que ele perdeu os cabos de retenção e não conseguiu arremeter com segurança e acabou caindo no mar.

O piloto ejetou-se com sucesso e foi resgatado por um helicóptero de busca e resgate da Marinha Russa.

Outro caça MiG-29KUBR embarcado no Admiral Kuznetsov caiu no mar em 13 de novembro por pane seca, por problemas nos cabos de retenção do porta-aviões. O piloto também foi resgatado com segurança.

Su-33 - primeiras operações no Kuznetsov - foto 3 Sukhoi

53 COMMENTS

  1. Vão se os aviões, fica o Kuznetsov (Maria fumaça)…

    Se os 33’s estão assim, imagina o “made in china” J-15…HAHAHAHAHA

    abç

  2. ta virando uma trapalhada essa operação, alguém vai pagar esses aviões de algum jeito, e eu não quero ser essa pessoa.

  3. “Se os 33’s estão assim, imagina o “made in china” J-15…HAHAHAHAHA”….

    O que diabos tem a ver a aeronave em si com o fato de perder o ponto da cabo de parada?

  4. Boa tarde
    Acho q eles vão entender pq a Marinha americana faz tanta questão de estar sempre operando, levando seus recursos humanos a estarem sempre ECD serem empregados.
    Serve de lição pra quem acha q “é só” trocar isso ou aquilo ou comprar isso e não aquilo outro.
    Sds

  5. Pelo visto o problema em ambos os casos foram nos cabos de retenção.
    Algo deve estar errado desde a concepção nos projetos, pois quem acompanha o Kuznetsov sabe que outros aviões foram perdidos da mesma maneira, incluem vídeos destes acidentes inclusive.
    Deveriam ter retirado todo o sistema de cabos e reprojeta-los neste período de reparos que o Kuznetsov parou.

  6. Interessante!! Fico imaginando uma notícias dessas aqui no Brasil. A MB perder dois caças em 2 meses! Iria aparecer os Abutres de plantão dizendo que não temos competência para operar PA, etc.

  7. Competência até que temos, porém pra que um PA se não temos escoltas? Não seria mais fácil pintar um alvo gigante nele?
    A MB tem que se preocupar em defender a Amazônia Azul primeiro, antes de se preocupar com projeção de força.

    Peço mais uma vez aos editores que façam uma matéria com infográfico, mostrando a Amazônia Azul e quais e quantos meios navais deveríamos ter, mostrando o raio de ação de cada um, por favor. Até sugiro se for o caso, que façam um apanhado de tudo que foi publicado aqui, como exemplo: minas e todos os meios navais que foram citados aqui.

    Agradeço desde já!

  8. Parecem pouco experientes nessa área.
    Porta aviões é risco.
    Mas com um.pouco de profissionalismo acho que se conseguem evitar falhas mais grosseiras.
    Quanto a esses cabos não sei como não arrebentam o “engate” no avião. É uma desaceleração brutal. Talvez 200 km – 0. Umas 5 toneladas…

  9. “perdeu os cabos de retenção e não conseguiu arremeter com segurança e acabou caindo no mar”.
    Com toda potência que os Flanker possuem, não arremetem ?

  10. Por isso os porta-aviões americanos são enormes, neste caso quanto menor pior, simplesmente não há espaço, qualquer erro é fatal;. Além disso os aviões russos são grandes demais, acho que está na hora deles construirem um PA mais estilo dos americanos, acima de 90.000 ton, e desenvolverem sistemas automáticos que no caso de perder a parada o avião remete sozinho.

  11. De certa forma é bom que eles apanhem assim! mostra o quanto ainda precisam treinar suas forças!
    Se compararmos com a Russia de 10 anos atras, eles estão evoluindo bem a sua nova doutrina!

  12. Infelizmente é assim que se aprende, claro os jovens pilotos da marinha russa não devem estar muito seguros em estar operando não mas ser militar é isso o problema se forma ou se formará dse os oficiais superiores não corregirem os erros e forçarem a tripulação a alguma maluquice

  13. É estranho estas duas mancadas em tão pouco tempo, pois apesar de exigencia de operações agora ser maior, os SU-33 operam no nae a trocentos anos….até velhos e de eletronica precisando de uma repaginação estão….então pousos e arremetidas já foram realizadas em boa quantidade….será que cairam no pecado de treinar sempre vazio e agora na hora do vamos ver estarem mais pesados no pouso estourando o maquinario de parada?

  14. carvalho2008 5 de dezembro de 2016 at 18:50
    .
    Assista ao vídeo do link que postei anteriormente e verá como é fácil um piloto errar ou ser induzido ao erro ao pousar do Kuznetsov.

  15. Delfim leva alguns segundo entre o piloto colocar o manete em full afterburner e o empuxo sair lá atrás, e este o tempo necessário para o desastre.
    Amigos, doutrina operacional, doutrina operacional, doutrina operacional, doutrina operacional……

    G abraço

  16. Senhores
    Acabamos nos remetendo a nossa MB.
    O q nos quebrou foi toda confusão e crise q veio com o último governo.
    Acredito q a MB esteja certa em querer operar um NAe para o Controle de Área Marítima.
    Mesmo um NAe velho com os antigos A-4 modernizados, obriga que qq marinha q se aventure aqui precise de um NAe para isso, sob pena de arriscar muito seus navios, elevando muito os custos de uma operação. Cabe salientar, q só a Marinha americana e indiana tem mais de um NAe. A Inglaterra ainda não. O q leva a uma indisponibilidade intermitente para manutenção, e consequentemente, a falta deste meio.
    Isso é dissuasão.
    Além disso, a necessidade de proteger brasileiros no exterior é crescente. Dado a CPLP, aumentou muito a presença de empresas brasileiras na África Subsaariana. Além disso, há empresas no norte da África e Oriente Médio.
    Por exemplo, imagine se as 350 famílias brasileiras q trabalham no Líbia em contratos de uma grande nacional (não é o caso citar o nome) precisassem ser resgatadas?
    Temos gente no Líbano, Iraque, Líbia, Namíbia, Angola, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e por ai vai. Locais um tanto quanto conturbados…
    Agora, do jeito q está, o resgate de nacionais além mar está um sanhaço pela falta de meios…
    Pergunto, dada ao complexo e conturbado mundo atual, é o caso não ter capacidade de defender empresas e brasileiros no exterior? Ou esquecem q Pátria é povo e instituições além de território?
    Sds

  17. “Guilherme Poggio 5 de dezembro de 2016 at 17:33
    Os russos que não percam muitos desses aviões. Só foram fabricadas umas três dezenas e a linha de produção está fechada.”
    .
    Poggio… não se esqueça que um “aliado” ao sul tem uma linha de produção de “Su-tlinta-e-tles” a todo o vapor !! hahaha
    O quão irônico seria a Russia operando alguns J-15 ?

  18. Os russos só estão usando os Su-33 porque eles ainda tem vida útil mas mesmo as “modernizações” pelas quais passaram não aparentam ter sido grande coisa como os Su-27 da VKS sofreram.
    .
    Certamente será substituído por um Mig-29K.

  19. Ter o SP com A 4 é mesmo que não ter nada,ter o SP e não ter Fragatas AW full em uma missão destas, principalmente aonde exista ameaça aérea é suicídio, a MB já ouviu em alto e bom som tanto dos Ingleses, Franceses e principalmente da US Navy que a presença de um batedor com capacidade de defesa aérea em um GT nucleado por um NAe é absolutamente imprescindível.
    Em uma hipótese de crise aonde seja necessário resgatar cidadãos no exterior, a não ser que o GT esteja na área já, o tempo de mobilização, preparação e deslocamento até área será muitas vezes demasiado, e nestes casos dita a boa regra de resgate que se tenha aviões de transporte estratégico modernos e FEs devidamente adestradas.

    G abraço

  20. Resgatar nacionais no exterior?
    E tem que ter forças armadas para isso?
    Uma frota para ir ao exterior, tipo no Japão?
    Não temos nem para patrulhar nossas águas…
    Sempre fui contra termos um NAE se não há orçamento para isso.
    Só para levar uns dez aviões velhos?
    Não seria melhor uns 20 a 30 aviões de longo alcance, tipo su30 mesmo?
    Com raio operacional de 2.000 km tá bom. Dá quase para chegar na África.
    Os russos terão que aperfeiçoar os NAE ou seus aviões.
    Talvez desenvolver novos aviões de tamanho médio para caber no pá.

  21. Dores do aprendizado. Perfeitamente normal e aceitável. Foi assim com a RN, USNavy está sendo com a Marinha da China e será com nossa MB (assim espero) a final de contas só perde quem opera.

    CM

  22. Só um detalhe…

    Doutrina operacional se aprende em paz e não em guerra…

    No caso os 2 perdidos foram em situações fora de combate.

    Ambas as perdas poderiam ter ocorrido com a USN também, mas quando você vai para o combate tem que ir com tudo pre-checado, checado, checado again e pós-checado.

    Os americanos perdem bem mais aviões em treinamento, que em combate. Porque treinam muito e duro..

  23. -Se esqueceram que quem abriu a noticia de queda fooi um nosso A-4 Skyhawk, que nem estava operando em aérodromo, embora fosse para operar no NA São Paulo.
    O pior que até hoje não encontramos fuselagem, muito menos o piloto,

  24. Concordo com alguns comentários aqui…. Podem perder 1…2..3…4…5… aviões ou mais, mas estão aprendendo.
    Lembre-se que operar porta aviões desse tipo ainda é algo novo pra Rússia e pra China….
    Quem aprende (e não teima) evolui… Principalmente quando se tem logística!

  25. Pelo vídeo que o Pedro publicou acima, deu pra ver claramente que o SU-33 tocou o NAe após o cabo de parada, aí não teria jeito mesmo, não tinha como enganchar, e pelo que deu para perceber, o piloto tentou frear a aeronave, pois ela só perdia velocidade e não deu para ver o pós combustor sendo ligado, talvez pela falta de tempo citada pelo Juarez…

  26. O GF pagou 15Bi pra MB pra MB pagar Inativo e Pensionistas… porque não manda essa conta logo para previdência…. seria 15Bi para reestruturação e investimento no que de fato faz a defesa… armas!

  27. Diego, porque o dinheiro simplesmente sairia do orçamento das FAs e iria pra previdência. O que te faz acreditar que eles aumentariam o orçamento efetivo em 15 bi?

  28. Prezado AL, acho que você se equivocou, no video postado pelo Donitz e pelo Pedro (com replay e camera lenta), percebe-se claramente que o SU-33 engancha no cabo e percorre um espaço no convôo onde percebe-se a desaceleração do avião, quando em um momento percebe-se que a aeronave volta a ganhar velocidade, e consequentemente cai no mar e felizmente o piloto ejeta-se com segurança, aparentemente o cabo do aparelho de parada se rompe ou há algum colapso no sistema pneumático do AP, não sei se é de seu conhecimento, mas durante um pouso em um NAe equipado com aparelho de parada e cabos de frenagem, o piloto toca o convôo acelerando, pois se não enganchar ou o cabo se romper ele terá aceleração para arremeter ou conseguir ao menos ejetar em segurança, então o piloto estava acelerando e não freiando como você sujeriu, servi no A-12 de 2001 a 2003, no auge de suas operações, e mesmo não sendo da V-2 (divisão que opera as Catapultas e o Aparelho de Parada) sempre tive interesse em saber como tudo funcionava e em meus quartos de folga sempre estava rodando o navio e ajudando meus amigos de outras divisões e consequentemente sempre aprendia muita coisa.

  29. Outra coisa que pode ter acontecido é o operador ter calibrado o AP para uma carga menor do que o peso real da aeronave durante o pouso.

    E perdão pelo excesso de “percebe-se” no meu post anterior

  30. Porta-aviões pequeno e avião grande…!! Putin tem o problema resolvido, pede emprestado o F35 ao amigo Trump e assim a Rússia passa a ter um avião mais adequado e os USA fazem testes para ficarem operacionais mais depressa!

  31. Prezado Airacobra.

    Nossa, que inveja!!!!! Parabéns pelo seus tempos de A-12, e no auge ainda!!!!!

    Sim, sei que num NAe o avião pousa acelerando, e você está certo: precisei ver mais três vezes para conseguir identificar que o Su-33 realmente enganchou (a qualidade do vídeo tá meio ruim), o que mostra então que algo saiu errado… Você pode me tirar uma dúvida? O pessoal comenta avião grande em navio pequeno, mas já vi alguns vídeos de pouso em NAes que quando o avião engancha só no terceiro cabo aí ele acabe mesmo parando perto da borda, ou é impressão errada minha? Pois se sim, nada que no Kuznetsov não ocorra diferente do que em outras paragens…

  32. Boa noite AL, o maior problema na operação de aviões grandes em NAes médios (o Kuznetzov não se enquadra como um NAe pequeno) é puramente a quantidade que se pode pode operar, que seria maior ao se operar um avião menor, a termo de comparação, a US Navy operava F-4 Phantons em seus NAes da Classe Midway que tem dimensões parecidas com as do Kuznetzov, bem como o deslocamento bem proximo também, se bem que o SU-33 é um pouco maior e mais pesado que o phantom, mas nada tão gritante assim. Outro bom exemplo são os NAes da classe essex modernizados que operavam A-3 skywarrior, esse sim um avião grande e pesadão, em um NAe de dimensões e deslocamento semelhantes ao A-12

  33. Cable arresting gear – a complex engineering structure that improves within a few decades

    Analytical study of aircraft arresting gear cable design or “Analytical study of the structure of a cable aircraft arresting gear” (1965) can be taken to be read at the following link:

    http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/617788.pdf

    Alas. Even after decades of work on improving the design, arresting gear cables continue to explode:

    https://www.youtube.com/watch?v=lkditwx-пФв

    The incident with the cable breakage occurred March 18, 2016 during a training flight on the aircraft carrier “Dwight Eisenhower”. Eight injured

    https://www.youtube.com/watch?v=EX19сАудмис

    The incident with the cable breakage occurred September 11, 2003 during a training flight on the aircraft carrier “George Washington”. Eight wounded. The aircraft lost

    Well, at least what we have when landing on the deck less crowded, and scraps of rope during incidents occurred on the “Admiral Kuznetsov” no one was hurt, not crippled or killed (tapped the piece of wood).

    “It’s hard work, it’s a long job. And we try to teach subordinates how important to keep in order the equipment. Dangling rope inflict damage to the aircraft and can kill a few people. It is very bad” (C) Chief Petty Officer Cesar Cobossabano, USS Harry S. Truman, June 13, 2016

    Thank you for attention.

    ___

    Cabo engrenagem prender – uma estrutura complexa engenharia que melhora dentro de algumas décadas

    Estudo analítico de aeronaves prender projeto de cabo de engrenagem ou “estudo analítico da estrutura de uma engrenagem aeronaves cabo prender” (1965) que podemos tomar para ler o seguinte link:

    http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/617788.pdf

    Alas. Mesmo depois de décadas de trabalho sobre a melhoria do design, prender cabos de engrenagens continuam a explodir:

    https://www.youtube.com/watch?v=lkditwx-пФв

    O incidente com a quebra do cabo ocorreu 18 de março de 2016, durante um vôo de treinamento no porta-aviões “Dwight Eisenhower”. oito feridos

    https://www.youtube.com/watch?v=EX19сАудмис

    O incidente com a quebra do cabo ocorreu 11 de setembro de 2003, durante um vôo de treinamento no porta-aviões “George Washington”. Oito feridos. A aeronave perdeu

    Bem, pelo menos o que nós temos quando aterrava no convés menos lotado, e pedaços de corda durante incidentes ocorreu no “Admiral Kuznetsov” ninguém ficou ferido, não aleijado ou morto (bateu o pedaço de madeira).

    “É um trabalho duro, é um trabalho longo. E nós tentamos ensinar os subordinados como é importante para manter em ordem o equipamento. Corda de oscilação provocado danos na aeronave e pode matar algumas pessoas. É muito ruim” (C) Chief Petty Officer Cesar Cobossabano, USS Harry S. Truman, 13 de junho de 2016

    Obrigado por sua atenção.

  34. Aero finisher cable – a difficult engineering design which was improved within several decades

    Analytical study of aircraft arresting gear cable design or “Analytical research of a design of a cable of an aviation aero finisher” (1965) can be taken for reading according to the reference:

    http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/617788.pdf

    Alas. Even after many decades of works on improvement of a design, cables of aero finishers continue to be torn:

    https://www.youtube.com/watch? v=lkditwx-pFw

    Incident with break of a cable occurred on March 18, 2016 during educational flights on the Dwight Eisenhower aircraft carrier. Eight wounded.

    https://www.youtube.com/watch? v=EX19sAudmic

    Incident with break of a cable occurred on September 11, 2003 during educational flights on the George Washington aircraft carrier. Eight wounded. The plane is lost.

    Well though what we have when landings on the deck less people and cable scraps during the happened incidents on “Admiral Kuznetsov” has wounded nobody, hasn’t crippled and hasn’t killed (has knocked on a piece of wood).

    “It is hard work, it is long work. And we try to teach subordinates to how it is important to support as it should be this equipment. Having broken a cable will put damages to the plane and can kill several people. It is very bad” (C) Chief Petty Officer Cesar Cobossabano, USS Harry S. Truman, June 13 2016

    Thanks for attention.
    ________

    O fio de acabador de Aero – um desenho de engenharia difícil que se melhorou dentro de várias décadas

    O estudo analítico do avião que detém desenho de fio de engrenagem ou “Pesquisa analítica de um desenho de um fio de uma aviação aero acabador” (1965) pode tomar-se para ler segundo a referência:

    http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/617788.pdf

    Ai. Mesmo depois de muitas décadas de trabalhos na melhora de um desenho, os fios de acabadores aero continuam rasgando-se:

    https://www.youtube.com/watch? v=lkditwx-pFw

    O incidente com o intervalo de um fio ocorreu no dia 18 de março de 2016 durante os voos educativos na transportadora de avião de Dwight Eisenhower. Oito feridos.

    https://www.youtube.com/watch? v=EX19sAudmic

    O incidente com o intervalo de um fio ocorreu no dia 11 de setembro de 2003 durante os voos educativos na transportadora de avião de George Washington. Oito feridos. O avião perde-se.

    Bem embora o que temos quando aterrissagens no convés menos pessoas e sucatas de cabo durante os incidentes acontecidos “no almirante Kuznetsov” não feriu ninguém, não tenha mutilado e não tenha matado (bateu em uma parte de madeira).

    “É trabalho duro, é o trabalho longo. E tentamos ensinar subordinados a como é importante apoiar como deve ser este equipamento. Quebrar um fio porá danos ao avião e pode matar várias pessoas. É muito mau” (C) o Oficial Insignificante Principal Cesar Cobossabano, navio dos Estados Unidos Harry S. Truman, 13 de junho de 2016

    Obrigado por atenção.

  35. Um é pouco, dois é bom, mas três é demais.
    O primeiro acidente indicou uma falha no mínimo peculiar nos cabos, o que culminou com um tempo excessivo de espera e a queda da aeronave. O que não faz sentido é, operando na costa da Síria por que a aeronave não seguiu para alternativa em terra. Por vezes enquanto os navios aeródromos americanos operam com o Brasil em nossa costa ocorrem pousos dos F-18 em nossos aeródromos militares em virtude de panes, mas ninguém consome o combustível até a pane seca. Outra solução seria ter aeronaves reabastecedoras a bordo.
    No segundo evento, é normal uma aeronave não pegar o cabo, o que é anormal é ela cair em decorrência disso, teoricamente ela continuaria no procedimento de arremetida. A queda então nos deixa com duas conclusões, ou o último cabo partiu desacelerando a aeronave a ponto de não ser possível a arremetida, ou o piloto não cumpriu adequadamente o procedimento previsto.
    Por fim, Uma terceira perda de aeronaves em função de rompimento de cabos e procedimentos inadequados de segurança deve ser seguido da suspensão das operações e uma revisão dos processos e equipamentos utilizados.

  36. Quanto ao que caiu por pane seca, deve ser porque o Kuznetsov não tem catapulta e para decolar dele tem que consumir bastante combustível, principalmente se o caça estiver armado, fiasco total.

  37. Anigo Junior!
    Fala serio…
    Todas aquelas toneladas de combustível estão sendo queimadas na decolagem?Jura? So se for decolando para lua.
    Pelo o que li o primeiro dava voltas enquanto pessoal consertava o sistema de cabos de retenção (tanto que um outro pousou na base aérea). É coisa de aprendizagem.Erros da adolescência :).
    O mais importante é que Aleppo esta sendo retomado pelo exercito Sírio. Restam 5 bairros somente. A festa la é grande. Pessoal esta celebrando a libertação do centro histórico (“cidade antiga”)! As famílias estão se reunindo após mais de 4 anos de separação por causa daqueles fanáticos vagabundos. E de certa forma a presença do grupo com AK fez seu papel (pelo menos psicológico).
    Outra.
    O pessoal de la esta lamentando é pelas mortes das enfermeiras após bombardeiro do hospital móvel. Ou pela morte do coronel russo que foi atingido pelo estilhaço recentemente. Essas são as noticias mais repercutidas sim…
    Um abraço!

  38. Vi um cabo arrebentando em um NAe americano, não lembro qual, no youtube. O cabo saiu “rasgando”tudo!!
    Sorte não ter acontecido como russos.
    Poderia até danificar jatos próximos.
    O ensinamento principal desta conversa toda é a necessidade de constante treino em condições próximas da realidade.
    A China passará por isso, já q não tem NAe há muito tempo, a Inglaterra q volta aos pousos “convencionais” também.
    Sds

  39. Boa noite Agnelo, mas a Inglaterra não voltará a fazer pouso convencional nem tão cedo, pois os 2 NAes da Royal Navy em construção são para aeronaves STOVL (F-35B), então o pouso será vertical e não por cabo, eles chegaram a estudar que os Queen Elisabeth fossem construidos como CATOBAR e operariam uma versão do Typhoon naval, mas acabaram decidindo continuar operando STOVL.

  40. Airacobra
    Obrigado!
    Eu pensei q eles comprariam o C, e utilizariam o cabo e catapulta.
    Então, das Marinhas q possuem NAe, EUA e França operam cabo e catapulta.
    Brasil operaria…
    Rússia e China operam cabo, mas sem catapulta.
    Índia opera STOVL e o novo como Russia e China.
    Inglaterra, Espanha e Itália operam STOVL
    Tailândia tem caça embarcado?

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