Saab recebe encomenda para míssil antinavio de próxima geração

Saab recebe encomenda para míssil antinavio de próxima geração

2393
25
Concepção de um RBS15 lançado por uma corveta stealth Visby

A empresa de defesa e segurança Saab assinou um contrato com a Swedish Defense Material Administration (FMV) para o desenvolvimento e produção do sistema de mísseis antinavio da próxima geração. O valor total da encomenda ascende a 3,2 bilhões de coroas suecas e as entregas serão realizadas durante o período 2017-2026.

O contrato assinado é um programa de desenvolvimento de um sistema de mísseis antinavio em configurações lançadas pelo ar e lançadas por navios. A próxima geração do sistema de mísseis antinavio será integrado nos novos caças Gripen JAS 39E e nas corvetas da classe “Visby”.

“Estes mísseis de próxima geração fornecerão à Força Aérea da Suécia e à Marinha Real Sueca capacidades muito melhoradas, em comparação com outros mísseis no mercado. Eles terão a capacidade de engajar qualquer alvo, em todas as condições “, diz Håkan Buskhe, presidente e CEO da Saab.

O sistema de mísseis tem um alcance de combate melhorado, um buscador de alvo atualizado e uma massa menor em comparação com o sistema anterior. Ele também tem a capacidade de combater um amplo espectro de alvos navais e terrestres, uma capacidade de operar em todas as condições climáticas e um novo design que permita o potencial de crescimento futuro.

O RBS15 lançado de bateria costeira

O novo sistema combina capacidades comprovadas da família de mísseis antinavio RBS15 da Saab, com recursos novos e aprimorados. A família de mísseis RBS15 é produzida em conjunto pela Saab e pela Diehl Defense GmbH & Co. KG.

“A Diehl orgulha-se de continuar sua participação na história de sucesso da RBS15 com o nosso know-how de mísseis e experiência comprovada. Este programa conjunto irá reforçar a posição de ambas as empresas como líderes mundiais na tecnologia de mísseis antinavio, sendo o primeiro a introduzir um míssil de próxima geração para o mercado “, diz Claus Günther, CEO da Diehl Defense GmbH & Co. KG.

O RBS15 é um sistema de mísseis que tem sido usado por marinhas, baterias costeiras e forças aéreas por quase 30 anos. O sistema de mísseis pode derrotar ameaças avançadas e tem um longo alcance.

RBS15

DIVULGAÇÃO: Saab

25 COMMENTS

  1. The missile has a length of 4.35m, fuselage diameter of 0.5m and a wing span of 1.4m. The launch and in-flight weights of the missile are 800kg and 650kg respectively. The RBS15 Mk3 can strike targets within the range of 200km, while travelling at a subsonic speed of 0.9 Mach.

  2. Eu sabia que era subsônico Galante. rsrs Meu questionamento foi mais uma provocação pra colocar lenha na fogueira. Enquanto a Rússia e China insistem na tese que supersônicos são mais aptos a se contrapor às atuais defesas antimísseis o Ocidente insiste nos subsônicos furtivos. Quem estará com a razão, tendo em vista que é impossível com os dois sistemas se equivalem tendo em vista o custo, massa, etc.
    Se os russos admitirem que tanto faz eles estariam gastando muito mais com seus mísseis grandes e pesados podendo fazê-los pequenos e furtivos. O único motivo razoável dos russos optarem pelos supersônicos (e hipersônicos) seria se fossem muito superiores aos subsônicos, e aí porque os ocidentais não os utilizam? Estariam subestimando os sistemas defensivos russos e chineses???
    Ou seja, dá muito “pano pra manga” essa questão! Algum lado me parece equivocado!!!

  3. Bosco, acho que é mais questão de filosofia de emprego. Se você lança os mísseis em salvas, não importa se o míssil é subsônico ou supersônico, alguns vão conseguir passar pelas defesas e atingir seus alvos,

    Os russos parecem acreditar que vão precisar usar menos mísseis se eles forem supersônicos, pois teoricamente eles são mais difíceis de abater (hard kill) ou desviar (soft kill).

  4. Bosco e Galante,
    .
    Seria interessante incluir na equação o tamanho dos alvos prioritários dos players citados.
    Alvos para os ocidentais versus alvos para russos e chineses.
    .
    Em tempo.
    Rússia e China possuem em seus arsenais e portfólio de vendas mísseis subsónicos do mesmo tipo que os ocidentais mais comuns, tanto para venda como para fazer frente aos alvos “menos” importantes – ou simplesmente menores – que encontrariam nos mares.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, sem tempo.

  5. Apenas lembrando.
    É comum barcos (FPB ou corveta) Sa’ar qualquernúmero israelenses armados com uma combinação de mísseis antinavio (SSM) Harpoon e Gabriel.
    Deve haver um bom motivo para isso.
    Possivelmente alvos diferentes.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, o Antigo.

  6. Ivan,
    Mas mesmo levando-se em conta que os alvos prioritários dos russos são porta-aviões gigantes da USN se se considerasse que mísseis subsônicos são mais efetivos em penetrar as defesas eles podiam lançar mão de misseis cruise com ogivas de 1000 lb como o Tomahawk ou o Klub 3M14K/T (subsônico) igualmente com ogiva de 1000 lb.
    Sem falar que há mísseis supersônicos russos para alvos pequenos (fragata pra baixo), como por exemplo o Kh-31 Krypton.
    De forma interessante os russos confiam também no subsônico Kh-35 contra alvos pequenos.
    Mas aí vem a pergunta: se o Kh-35 funciona porque o supersônico? Se supersônico é melhor pra que utilizar os dois conceitos?
    Se chegarmos à conclusão que o Kh-35 é capaz de penetrar as modernas defesas dos navios da OTAN principalmente se num ataque de saturação, por que utilizar mísseis supersônicos pesadíssimos e imensos e muito mais custosos para fazer o serviço contra porta-aviões?
    Se um Kh-35 pode ter 250 km de alcance e um peso total de uns 600 kg pra quê um míssil como o Moskit, com 4,5 toneladas e os mesmos 250 km de alcance? Ah! seria por conta da ogiva de 300 kg. Ora! Um SM14T subsônico tem alcance de 1500 km, ogiva de 450 kg e pesa 2 t. Seria muito mais fácil adotar a tática da saturação com um míssil que pesa 2 t do que com um míssil que pesa 4,5 t.
    São alguns questionamentos interessantes.
    Um abraço.

  7. Enrolei muito e não sei se me fiz entender. rsrss
    O quê quis dizer é que eu não considero que o tamanho do alvo seja a razão dos mísseis supersônicos já que é possível fazer mísseis subsônicos com ogivas mais poderosas. A maior velocidade de impacto, nos parãmetros usuais, não faz tanta diferença no efeito sobre o alvo. Provavelmente uma ogiva de 450 kg a Mach 0.8 é tão destrutiva que uma ogiva de 290 kg (por exemplo, do Brahmos) impactando a Mach 3.
    Uma razão que podemos imaginar é que um ataque de saturação de mísseis supersônicos reduz o tempo da defesa devido ao aumento da velocidade do míssil, mas será que um míssil subsônico mais furtivo não seria detectado mais tardiamente e aí ficaria um coisa pela outra, com a vantagem do míssil subsônico ser muito menor, mas leve e portanto, poder ser levado em maior quantidade de modo a melhor saturar o alvo?
    Agora, se conseguirem reduzir O RCS de um míssil supersônico e também a sua assinatura térmica a ponto dele ser tão discreto quanto um subsônico, aí sem dúvida o míssil de maior velocidade terá vantagem, mas até onde sabemos isso ainda não foi feito. Sem falar que um míssil supersônico nunca será tão “sea-skimming” quanto um subsônico, o quê reduz a ajuda da mãe natureza (esfericidade da Terra) para não ser detectado.
    Sem dúvida uma tentativa de solução interessante é a do míssil Klub 3M54T, subsônico, mas que na fase final do ataque “dispara” um estágio de ataque supersônico. Mas de modo incompreensível os russos não dão tão crédito a esse sistema e continuam a buscar a solução de penetrar as defesas da USN com mísseis cada vez mais velozes, como por exemplo esse tal de Zircon, que antes mesmo de ser testado (se é que é um protótipo e não um demonstrador de tecnologia) já está sendo aclamado como o único e verdadeiro “assassino de porta-aviões”.

  8. Senhores,
    e o nosso MAN-SUP ?!?!?! da pra fazer uma comparação com os citados ai em cima ??
    eh sub ou super ??? ou eh 2.0 GTI ??

  9. Wolf,
    É subsônico meio que transônico. rsrsrs Velocidade na faixa de Mach 0.9 +. A vantagem é que pode vir tão baixo quanto 2 ou 3 metros da superfície, na dependência do estado do mar.

  10. Em termos de técnica de forma um míssil supersônico ou mesmo hipersônico pode ter seu RCS reduzido tanto quanto um míssil subsônico, mas é menos susceptível de adotar recursos furtivos adicionais como por exemplo material absorvente ao radar RAM (RAS/RAP) e material transparente ao radar (RTM). Ou seja, os rigores de um voo supersônico ou hipersônico, principalmente a baixa atitude reduz as opções em relação ao tipo de material utilizado.
    Outro fator diz respeito à maior assinatura térmica de um míssil em regime supersônico/hipersônico. Hoje, cada vez mais está sendo introduzido sistemas de vigilância e alerta baseado na detecção da radiação térmica com o advento dos IRSTs navais, além de sistemas de controle de tiro baseado igualmente na emissão de radiação IR pelo alvo.
    Também se generaliza a adoção de sistemas de orientação de mísseis antimísseis baseados na radiação térmica (RAM, Standard SM2 block IIIB, Barak 8, MICA-IR, Umkhonto, Stinger, Mistral).
    Outro fator limitador dos mísseis antinavios supersônicos diz respeito ao sistema de orientação. Não há nenhum até agora que utilize um seeker passivo por imagem térmica ou TV. Todos utilizam radar ativo, o que faz com que sejam detectados prematuramente por sistemas de apoio eletrônico dos navios e aviões em voo. Muito provavelmente o regime supersônico é incompatível com um seeker IR em baixa altitude e daí não poder ser utilizado. Pelo menos não até agora não há nenhum. É impensável (pelo menos para mim) um Zircon guiado por imagem IR. Com certeza será guiado por radar, o que prejudica a sua discrição.
    Finalmente, tem o fato relacionado ao perfil de voo. Jamais um míssil supersônico ou hipersônico poderá voar tão baixo quanto um míssil subsônico. Há referência ao Brahmos que poderia voar a 15 m a Mach 1.5. Eu particularmente acho muito otimista, se não pela capacidade de fazê-lo mas por conta do míssil supersônico ter que ter uma “visão” mais ampla que um míssil subsônico e daí ter que voar mais alto e ter um radar mais potente para detectar o navio mais longe já que a velocidade supersônica engessa a trajetória e não dá tempo de grandes correções. Tudo tem que ser mais antecipado se comparado a um míssil subsônico por simples questão de velocidade maior, o que no todo faz que seja detectado mais prematuramente, já que voa mais alto e tem um radar mais potente e que deve ser acionado mais longe do navio alvo. Enquanto um Exocet ou um Harpoon ou um Kh-35 aciona seu radar a 15 km da presumida posição do alvo um supersônico o faria no mínimo no dobro ou triplo dessa distância.

  11. Como o Ocidente idealiza o míssil antinavio:
    1-subsônico
    2-baixíssimo RCS (nível VLO)
    3-baixíssima assinatura térmica
    4- capacidade sea-skimming plena
    5- motor turbofan
    6-seeker passivo de imagem (térmica e/ou visual) e de detecção de sinais. Um sistema de radar pode ser utilizada conjuntamente no caso de ataque em tempo ruim
    7-capacidade de “vadiagem” e de “reataque”
    8-datalink de duas vias
    9- capacidade de ataque a alvos em terra
    10- capacidade de ataque tipo “swarm” cooperativo
    11-capacidade autônoma de reconhecimento e aquisição de alvo
    12-capacidade de ECCM autônoma (gerando interferência em sistemas de radar de controle de tiro do navio)
    Esse é o retrato do futuro LRASM.

  12. Só de curiosidade o aumento de temperatura de um míssil em velocidade subsônica alta ao nível do mar devido ao aquecimento aerodinâmico é na faixa de 30º C. Se a temperatura ambiente ao nível do mar for de 30ºC a temperatura nas áreas críticas do míssil será na faixa de 60ºC. Levando-se em conta que esse míssil utiliza um turbofan miniaturizado cuja emissão de gases tem temperatura na faixa de 150ºC e tem-se um míssil relativamente frio se comparado a um míssil supersônico.
    A Mach 1.5 ao nível do mar a temperatura em áreas críticas já aumenta em 150ºC e o escape de gases, se levarmos em consideração um motor a jato em pós-combustão, pode chegar a 1500ºC ou mais.

  13. joseboscojr 4 de abril de 2017 at 13:46

    Olá Bosco, mas não é relevante considerar a quantidade de vetores já existentes (no caso russo)? Já que tenho seiláquantos vetores deste modelo grandão, melhoro alguns sensores e modernizo o vetor. Ah, mas com tais e tais sensores melhorados, se fizer um motor menor e mais econômico, posso fazer um novo vetor mais portátil; então vamos lá – quanto mais melhor.
    Não sei, só uma hipótese.

  14. Eparro,
    Mas fato é que os russos continuam desenvolvendo mísseis supersônicos e não modernizando velhos mísseis. E eu não digo que eles estejam equivocados. O quê afirmo é que “alguém” está equivocado e pode muito bem ser o Ocidente. É impossível que os dois conceitos possam coexistir.
    Por exemplo, se nas simulações e nos diversos testes feitos por ambos os lados ficou demonstrado que os mísseis supersônicos são significativamente superiores aos mísseis subsônicos da OTAN (e aliados) claramente o Ocidente está equivocado principalmente tendo em vista que os navios russos são pelo menos tão bem armados defensivamente quanto os navios ocidentais.
    Se nos testes e simulações (algumas centenas, quiçá, milhares) ficou demonstrado que ambos os conceitos são basicamente iguais ou que os supersônicos oferecem uma “ligeira” vantagem os russos e chineses é que estariam equivocados tendo em vista que numa equivalência ou uma ligeira vantagem não justifica (ao meu ver) adotar um conceito muito mais complexo, caro, pesado, volumoso e muito provavelmente, mais caro.

  15. Bosco,
    entao podemos dizer que o ocidente”aposta” na eletrônica dos seus misseis para tirar vantagens de seus subsônicos ?? a diferença de velocidades do hiper/super seria “suprimida pela eletrônica” dos subsônicos?? conseguiram entender o meu pensamento?

  16. Wolf,
    Eu acho que o Ocidente aposta primeiramente na discrição e num segundo momento na eletrônica. Apesar que do ponto de vista de tecnologia eletrônica os russos estarem, nesse quesito, iguais ao Ocidente.
    Mas como disse, pra mim é um mistério o porquê de coexistir esses dois conceitos (subsônicos e supersônico). A tecnologia teima em fornecer as mesmas soluções para problemas iguais e não creio que caiba nesse caso específico (mísseis antinavios) a questão de “filosofia de emprego” diferida.
    Sem querer puxar a sardinha pra nenhum lado mas os russos utilizando os dois conceitos parece mais perdido. Só de curiosidade os russos utilizam os mísseis subsônicos Kh-35 e Kh-59 e os supersônicos AS-4, KH-31, SSN12, SSN19, SSN22, SSN26 e o híbrido SSN27.
    Já no Ocidente todos são subsônicos e não há nenhum programa de médio prazo pra mudar isso. O único míssil supersônico no âmbito ocidental é o Hsiung Feng III, que é de Taiwan

  17. Bosco,
    talvez o russos utilizam os super/hiper em embarcações/alvo pesadamente protegidos…. e o sub em embarcações menos protegidos… he he he
    sera que eh isso ??
    um missil de “pulso magnético” teria efeito sobre navios ??

  18. Eu imagino que os grandões supersônicos são utilizados contra um grupo tarefa e os menores subsônicos e supersônicos (Kh-35, Kh-31, Kh-59) são utilizados contra unidades isoladas não protegidas por um porta-aviões. Mas sinceramente não vejo lógica nisso.
    Tudo bem que um míssil supersônico pode atravessar uma zona protegida mais rapidamente mas em compensação um míssil subsônico em tese pode passar furtivamente mais facilmente pelo AEW.
    Quanto ao pulso eletromagnético muito provavelmente todos esses navios têm proteção consistente, mas algum efeito deve fazer.
    Um abraço.

  19. Vale salientar que ainda não existem mísseis antinavios hipersônicos de cruzeiro. O único míssil hipersônico antinavio é o balístico DF-21D/DF-26 dos chineses que pode ser que esteja em operação (eu acho que não está). Ele é hipersônico já que o veículo de reentrada manobrável (MaRV) mergulha vindo do espaço a Mach 10.
    Há dois programas de mísseis de cruzeiro hipersônicos antinavios em andamento, o Brahmos II na Índia e o Zircon na Rússia, que devem utilizar propulsão scramjet.
    Vale salientar que há informações que dão conta que o Zircon pode ser colocado em operação á em 2020, mas eu particularmente acho difícil de isso acontecer. Se levarmos em conta que uma versão do AS-4, o AS-32, Mach 4 e 1000 km de alcance, começou a ser desenvolvido na década de 90 e ainda não está operacional (e se estiver, não está ainda distribuído para utilização), acho que o Zircon vai levar um tempinho. Claro, pode ser que os russos estejam fazendo testes secretos há muito tempo e que os serviços de inteligência do Ocidente não tenha percebido, mas acho difícil. Tudo indica que o Zircon (e o Brahmos II) ainda não foi testado, muito menos numa configuração final de pré-produção.

  20. Os defensores do conceito dos grandes mísseis supersônicos antinavios poderiam alegar que eles são melhores mas que o Ocidente não os têm porque não têm expertise para tal, o que não corresponde à realidade, como atestam os vários mísseis supersônicos com os mais diversos tipos de propulsão que entraram em produção seriada no Ocidente desde o fim da SGM. Exemplos:
    1- Hound Dog – turbojato – Mach 2.5 – míssil ar-sup – EUA
    2- Rascal – foguete líquido – Mach 3 – míssil ar-sup – EUA
    3- SRAM – foguete sólido – Mach 3 – míssil ar-sup – EUA
    4- Talos -ramjet – Mach 3 – míssil sup-ar – EUA
    5- Bomarck – ramjet – Mach 3 – míssil sup-ar – EUA
    6-Regulus 2 – turbojato – Mach 2 – míssil sup-sup – EUA
    7-AQM-35 – turbojato – Mach 1.5 – míssil alvo – EUA
    8- Ryam Firebee II – turbojato – Mach 2 – drone supersônico – EUA
    9- GQM-163 Coyote – ramjet – Mach 3 – míssil alvo – EUA
    10-Sea Dart – ramjet – Mach 3 – míssil sup-ar – RU
    11-Bloodhound – ramjet – Mach 3 – míssil sup-ar – RU
    12- Blue Steel – foguete líquido – Mach 3 – míssil ar-sup – RU
    13- ASMP – ramjet – Mach 3 – míssil sup-ar – França

LEAVE A REPLY