HMS Ocean: nota da Marinha do Brasil sobre a possível compra do...

HMS Ocean: nota da Marinha do Brasil sobre a possível compra do navio

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Nota à Imprensa

Brasília, 7 de abril de 2017.

A Marinha do Brasil (MB) informa que, no transcurso dos eventos da LAAD/2017, recebeu informação da Marinha Britânica de que o HMS OCEAN, navio porta-helicóptero, deverá estar disponível para venda, a partir de 2018, sendo o Brasil, uma das Nações Amigas consideradas para venda.

Até o momento, não houve qualquer menção a valores, nem tampouco a MB analisou a informação ou firmou qualquer compromisso.

FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha

SAIBA MAIS

6 COMMENTS

  1. Quanto ao “Phalanx” do Mattoso Maia nunca ter estado operacional, não é como muitos pensam ou leram na “Wikipedia”, que os EUA não liberaram…afinal de contas não é nenhuma “arma secreta”, a versão que equipa o Mattoso Maia é antiga e os EUA poderiam ter simplesmente retirado o “Phalanx” quando o navio veio para o Brasil para que o mesmo não sofresse engenharia reversa, fosse copiado etc, etc…
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    A questão é que a marinha brasileira não quis e/ou faltou recursos para investir nele, ainda mais sendo o único exemplar em toda a marinha.
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  2. O “Siroco” atual “Bahia” veio substituir um navio de capacidade semelhante, o “Rio de Janeiro” que saiu de serviço em 2012. Na prática
    o “Bahia” também substituiu o “Ceará”, irmão do “Rio de janeiro” que depois da pane que sofreu em 2015 a caminho do Haiti, provavelmente sabia-se não retornaria ao serviço e oficialmente foi retirado em abril de 2016.
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    O HMS Ocean é um navio bem maior que o “Bahia”, “Ceará” e “Rio de Janeiro” e embora em bom estado, a situação econômica e social do país
    não permitiriam tal investimento em 2018 a menos que outros programas fossem afetados ou mais ainda afetados.
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    Muita gente no Brasil também sonhou com um dos 2 “Mistral” que estavam em construção para à Rússia e ambos foram parar no Egito com
    ajuda da Arábia Saudita.

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    o país está vivendo uma de suas piores crises…aproximadamente 13 milhões de desempregados…Estados da União “quebrados”, não importa agora quem roubou mais ou menos e sim que o país precisa reerguer-se e a situação atual não prioriza as forças armadas e nem deve. Causa-me “estranheza” também o seu comentário em resposta ao Ricardo quando você escreve que juntamente com sua família estarão na “linha de defesa”…contra quem exatamente ?
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    Não há nenhuma ameaça externa, nenhum litígio fronteiriço, como há entre Chile e Peru por exemplo…veja para onde os navios da US Navy estão
    indo e os utilize como um barômetro…os problemas estão bem distantes daqui, felizmente.
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    Não que eu ache que o Brasil não necessite de forças armadas e sim que o Brasil tem o tempo que muitas outras nações não tem, para conseguir
    um equilíbrio entre gastos com defesa, infraestrutura, saúde, educação, etc.
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    A marinha brasileira não corre o risco de tornar-se uma guarda costeira…simplesmente ela irá encolher um pouco mais, aliás, como muitas outras
    também encolheram e se a primeira nova corveta for incorporada em 2025 a marinha estará no lucro, pois são necessários ao menos 8 anos desde à assinatura do contrato, foi o que aconteceu com a corveta “Inhaúma” por exemplo…com a “Barroso” não se teve a mesma sorte, infelizmente.
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    Quanto ao HMS Ocean ele é muito centrado em operações aéreas através de helicópteros e não possuir uma doca para transporte e desembarque
    de embarcações e viaturas anfíbias é um ponto contra…em uma outra situação ambos “Ocean” e “Bahia” seriam complementares, só penso que não helicópteros em número e tipos suficientes para se fazer pleno emprego do “Ocean”.
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    O “Bahia” foi uma ótima aquisição e ao menos por mais alguns anos se poderá contar com o “Almirante Sabóia” e por mais tempo ainda com o
    “Garcia DÁvila” e caso o “Mattoso Maia” não retorne mais ao serviço, os fuzileiros navais estarão relativamente bem servidos com 3
    plataformas, claro que não é o ideal, mas, representa um certo equilíbrio com os meios de combate de superfície e submarinos, principalmente os
    primeiros que sofreram uma diminuição expressiva desde 2002, quando contava-se 16 e hoje conta-se 11.
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    Quanto às velhas fragatas, o anúncio que a “Defensora” retornará à Esquadra ano que vem, significa que ela provavelmente servirá por toda a
    próxima década e não me surpreenderia que outras também o façam às custas de peças canibalizadas de fragatas retiradas, portanto é bom que
    nos acostumemos com isso.
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    grande abraço !

  4. Pessoal, se alguém tiver contatos na MB, favor me encaminhar…
    Estou precisando vender meu carro…. ótima conservação, mecânica em dia, 229.538Km rodados… Modelo POLO Hatch(06/07)
    Conto com a colaboracao dos colegas.

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