Marinha Russa ataca alvos do ISIS com mísseis de cruzeiro Kalibr

Marinha Russa ataca alvos do ISIS com mísseis de cruzeiro Kalibr

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A fragata Almirante Essen e o submarino Krasnodar da Marinha Russa realizaram ataques com quatro mísseis de cruzeiro Kalibr a partir do Mar Mediterrâneo, contra alvos do grupo terrorista ISIS na Síria.

Os ataques foram destinadas contra abrigos localizados perto de Palmyra. Eles continham hardware pesado e insurgentes vindos de Raqqah. Todos os alvos foram atingidos.

O submarino Krasnodar lançou seus mísseis de cruzeiro em submersão.

As equipes de comando dos Estados Unidos, Turquia e Israel foram informadas no momento apropriado sobre os ataques de mísseis.

O desempenho exitoso da missão confirmou a prontidão de combate das forças da Marinha Russa, bem como das tripulações de embarcações e submarinos envolvidas na operação.

A Marinha Russa demonstrou sua capacidade de realizar ataques eficazes usando armamento de alta precisão em pouco tempo após o recebimento da ordem.

DIVULGAÇÃO: Ministério da Defesa da Rússia

33 COMMENTS

  1. Que pancada!
    Devem aparecer notícias de feridos nas próximas horas, pelo menos 2 edifícios foram quase completamente destruídos.

    Acabei de lembrar de um notícia recente em que a marinha russa iria fazer exercícios para demonstrar armamento a possíveis compradores.

  2. O bacana em lançamentos por meio de submarinos é que do nada sai o missil de dentro d’água no meio do mar/oceano no meio do nada, imagina um navio mercante bem longe mas em condições de ver o lançamento, deve ser um baita susto.

  3. QUIS me parecer que a precisão deles, ao menos nestes lançamentos, foi melhor que os do EEUU.

    VEJO o TO da Síria, como foi a Espanha de Franco, para a Alemanha nazista.

  4. Desculpa a minha ignorância, mas quando alguém diz: ” …Eles continham hardware pesado …” Isso quer dizer armas , correto? Ou será que era um “QG” de acesso a web e propaganda?

  5. Amigo Leo!
    Literalmente se trata de “equipamento pesado”. Como os curdos estão fazendo tratinhos com DAESH deixando muitos dos jihadistas sair da região (no caso Tabka e Raqqah) ir embora levando todo e qq armamento . E o principal ponto de destino desses miseráveis é la na região de Deir ez-Zor e Palmyra.
    O que a Russia faz é “discordar” desses acordos e bombardeia em qq hora e qq lugar esses grupos dos ex-defensores de Raqqah testando no meio do processo os novos navios e armamentos.
    Interessante nesta noticia achei uma “ocultação proposital” da possibilidade da fragata desta serie lançar (se for necessário 🙂 todos os mísseis de uma so vez (praticamente sem intervalo).
    Acredito porque estão numa configuração de anti-navio e o resto dos containers esta com Onix.
    De qualquer modo , “calibração” foi bem eficiente.So faltou quantidade para meu gosto 🙂 .
    Um grande abraço!

  6. Fragata – projeto 11356 Burevestnik (Puffins) ou Krivak V pela classificação da OTAN.
    Sub K-265 – projeto 636.3 Varshavyanka (Improved Kilo).
    Um grande abraço!

  7. Em relação das armas guiadas e misseis Kalibr não vi diferença não.
    Mas se comparar com resultados das aplicações das bombas burras com sistema Gefest – sem duvida o resultado é bem melhor.
    Um grande abraço!

  8. Essas ejeções à quente de um míssil me dão calafrio … Imagina só o rebu que é na hora que der um chabu na hora do lançamento.

  9. Antônio,
    O lançamento a quente, apesar de visualmente dramático, é mais seguro que o lançamento a frio. No caso de lançamento a quente em geral só ocorrem duas situações quando o botão de lançamento é premido: ou o motor foguete inflama e o míssil é lançado ou a ignição do motor foguete falha e o míssil não é lançado. É raro haver funcionamento parcial de um motor foguete de combustível sólido e muito mais raro ainda haver uma explosão catastrófica do motor foguete quando do lançamento.
    No caso do lançamento a frio podem ocorrer 4 coisas: o sistema de ejeção falha e o míssil não é lançado; o sistema de ejeção funciona corretamente e o míssil ignita corretamente o motor foguete fora do lançador e segue em direção ao alvo; o sistema de ejeção funciona corretamente mas o motor foguete não ignita e o míssil cai sobre o lançador em geral seguido por uma explosão gigantesca; o sistema de ejeção funciona de forma limitada e não consegue ejetar o míssil para fora do lançador ou o faz mas o míssil não consegue atingir a altura ideal, podendo ou não haver a ignição do motor foguete que fora das especificações pode gerar danos e inclusive uma total catástrofe.
    A falibilidade do sistema de ejeção se soma à falibilidade do motor foguete e essa combinação tem maior potencial de insucesso que somente a falibilidade do motor foguete do sistema de lançamento a quente.

  10. wwolf22
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    A pontaria deles sempre esteve certa. Eram os operadores dos UAVs que estavam olhando no lugar errado. Isso era muito comum nos primeiro vídeos liberados pelos russos.

  11. A Fragata Almirante Essen (751) é a segunda da classe Admiral Grigorovich, projeto 11356, com deslocamento standard de 3.620 toneladas e totalmente carregada de 4.035 toneladas.
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    No seu armamento inclui 1 (um) sistema lançador para 8 (oito) células verticais modelo UKSK para mísseis de cruzeiro Kalibr (mar-terra) e/ou 3M55 Oniks (mar-mar).
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    Aqui no Naval há uma matéria recente e interessante sobre a Almirante Grigorovich – http://www.naval.com.br/blog/2017/04/07/russia-envia-fragata-ao-mediterraneo-apos-ataque-de-retaliacao-dos-eua/ – que foi deslocada para do Mar Negro para o Mediterrâneo logo após o ataque com mísseis cruise Tomahawk (59) dos norte americanos (DDG-78 USS Porter e DDG-71 USS Ross).
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    No final dos comentários, em 10 de abril de 2017 escrevi o seguinte:
    Pessoalmente não ficaria surpreso se a Grigorovich estivesse armada com 8 (oito) misseis de cruzeiro para ataque terrestre 3M-14TE Kalibr e, de repente, os despejasse sobre algum alvo dos rebeldes, esquecendo momentaneamente o ISIS.
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    Errei.
    Não foi a Grigorovich.
    Foi a Essen, sua irmã.
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    A matéria é bem completa e enriquecida com comentários certeiros do nosso Admiral Dalton.
    Vale a pena dar uma olhada, até porque o evento descrito nessa matéria é, aparentemente, uma continuação daquele.
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    Ficha técnica da Grigorovich está lá.
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    Abç.,
    Ivan Ivanovich. 🙂

  12. Ivan e ScudB,
    Será que de fato essa ação compensou o custo? Fico pensando no custo de cada Kalibr…

    Digo isso porque os EUA, ao menos, tinham como objetivo a aviação síria, algo que custa caro e tem um valor estratégico incomensurável para aquele país.

    Uns prédios de alvenaria, mesmo que lotados de paramilitares e seus equipamentos/armamento, não deve ter o mesmo valor.

    Ok que a quantidade de mísseis americanos foi muito superior mas…

  13. UBoot,
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    Seu questionamento merece esclarecimento.
    Então vamos por partes (estilo Jack).
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    Considerando apenas a equação Custo das armas de ataque versus Custo dos alvos atingidos, certamente os 4 (quatro) mísseis de cruzeiro tem valor absoluto (em $) maior que os alvos atingidos.
    Mau negócio.
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    Considerando que há outros meios (caças-bombardeiros Su-24M no TO) que poderiam realizar a mesma missão por uma fração do custo, usando bombas guiadas a laser e com pernas de missão (base aérea – alvo – base aérea) piora ainda mais o resultado anterior.
    Péssimo negócio.
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    Considerando que o “inimigo” (sabe-se lá quem é inimigo de quem por lá) não dispõe de defesa aérea (talvez alguns manpads IR), melhor seria usar caças-bombardeiros no TO para lançar algumas bombas de 500kg guiadas a laser nos alvos.
    Bombas de emprego geral AB-500M-54 ou até mesmo bombas termobáricas ODAB-500M.
    Ficou mais difícil de explicar o negócio.
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    Considerando que o “outro inimigo” (sim, os ianques) recentemente lançaram uma chuva de mísseis de cruzeiro (os Tomahawks) no TO, a revelia deles, seria importante mostrar que eles (os russos) também podem fazer o mesmo.
    Começou a melhorar o negócio.
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    Considerando que foi mais uma importante oportunidade para testar seus armamentos stand off de ataque mar-terra em cenário real, mesmo que sem defesa antiaérea, a partir de dois meios de lançamento diferentes (navio de superfície e submarino); ficou mais interessante em termos de ganho com o exercício de força.
    O negócio começa a empatar.
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    Considerando que há uma disputa de poder na região e no globo, esta é mais uma demonstração de força russa, onde o alvo é mais (e maior) que alguns prédios de alvenaria, o valor dos objetivos atingidos cresce exponencialmente.
    Já parece ser um bom negócio.
    .
    Considerando que os mísseis de cruzeiro e antinavio como a família 3M-54 Klub / Kalibr é pauta de exportação da indústria de armamento russa, com vendas para Argélia, China, Índia, Iran e Vietnã, mais uma missão de sucesso pode ser um fator positivo de novas vendas e/ou novos clientes.
    O negócio ficou definitivamente bom.
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    Claro que este é meu ponto de vista.
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    Forte abraço,
    Ivan Ivanovich. 🙂

  14. Amigo UBoot!
    Não discordando em momento algum com amigo Ivan diria que compensou e muito.
    Além das coisas que Ivan Ivanovich citou vale lembrar que isso ocorreu na sequencia dos ataques imediatas em reação dos “tratinhos” feitos entre os kurdos (apoiados e armados pelos americanos) e DAESH. Primeira vez morreram 120 cabeças pelo caminho da Palmyra (www.youtube.com/watch?v=ZmAwzu0h5Q4), depois foram mais 60 , depois mais 40 e etc ..E cada vez com picapes , caminhões (munição ?) , pipas (combustível ?) saindo cheinhos(!!!) de Raqqah na direção de frente da batalha em Palmyra e Deir ez-Zor (o que praticamente anulou a vontade dos jihadistas ir naquela direção).
    Sempre rápido(trabalho de serviço de inteligência e vigilancia) e eficiente e sem nenhuma baixa entre as forças sírias ou dos aliados. Desta forma além de mostrar seu “equipamento” a Rússia mostra também o resultado realmente atingindo objetivo ao contrario dos resultados de ataque da base al-Shayrat onde numero dos misseis que acertaram os alvos é revisado cada semana e objetivo final ja foi revisto pelo menos 3 vezes.
    Um grande abraço!

  15. Ivan e ScudB,
    Obrigado pelo esclarecimento de ambos. De fato, me pareceu uma operação de sucesso com ação precisa (o que costumam dizer, babando, que os russos não tem…).
    Que a situação na Síria possa avançar na manutenção da coesão em busca da paz.

  16. Uboot,
    Nunca vi ninguém duvidar da capacidade tecnológica russa acerca da precisão de suas armas guiadas. O que se fala, inclusive eu algumas vezes, é do aparente pouco caso com danos colaterais que suas ações demonstram, como por exemplo a utilização de bombas burras e inclusive, de fragmentação, em ambientes urbanos. São coisas completamente diferentes.

  17. Scud,
    se nem todos os Tomahawks atingiram a base mas tão somente 23 dos 59, como alegam os russos, onde foi parar os 36 que não a atingiram? Só se caíram no mar porque se tivessem caído em terra antes de atingirem os alvos com certeza os sírios e os russos já teriam mostrado essa falha gritante. Eu pelo menos nunca vi crateras ou destroços de Tomahawks que erraram os alvos ou que caíram antes de chegarem aos alvos.
    Se foram mesmo 59 mísseis uma explicação para a falta de “crateras” ou “buracos” nos abrigos é a possibilidade de muitos poderem ter explodido no ar, o que não resulta em cratera visível, mas tão somente num chão “chamuscado”. Outros também podem ser do tipo com ogiva de fragmentação, que também não deixaria uma cratera visível. Essa hipótese é pouco provável porque senão, muito provavelmente, haveria submunições não detonadas a serem mostradas pelos meios de comunicação sírios e isso não foi feito.
    Ou o Pentágono está mentindo em dizer que foram 59 Tomahawks ou os russos em dizer que eles não atingiram os alvos sem ter evidência de destroços de Tomahawks fora da base. A demonstração por fotografia pós o bombardeio não é prova convincente já que como disse, mísseis podem explodir sem deixar um efeito visível posteriormente, além de que mais de um míssil pode ser destinado a um mesmo alvo e pode haver alvos não especificamente dentro dos limites da base.
    Pra resumir: cadê os 36 Tomahawks que erraram???
    Um abraço.

  18. Bosco, se não me engano foi o Putim que falou algo a respeito logo após o ataque e de fato ninguém mostrou prova nenhuma. Acho que ele ficou muito “puto” quando o EUA fizeram o mesmo com a Rússia (X misseis falharam, mas sem prova nenhuma, ok, depois mostraram um míssil no deserto, mas nada próximo da quantidade alegada) e resolveu demonstrar o quão deselegante era a atitude, sem nem ao menos considerar a veracidade das informações…

    http://www.youtube.com/watch?v=ZmAwzu0h5Q4
    Que vídeo bacana pela primeira vez uma filmagem de um míssil (Vikhr ou Ataka) acertando em cheio um alvo em movimento!

  19. Bosco,
    Não me leve a mal, falei de forma geral pois já li várias postagens nesse sentido, geralmente daqueles que postam uma vez e desaparecem.
    .
    Como acompanho a trilogia faz tempo, já vi de tudo…

  20. Carcara,
    Não me lembro desse episódio em que os EUA alegaram que os russos erraram a mira.
    Quanto ao vídeo é realmente muito interessante. O míssil lançado de helicóptero deve ser Vikhr pelo movimento típico de espiral que um míssil guiado por laser beam rider implementa para conseguir se manter no centro do feixe laser. Sem falar que não é visível o “flare” (beacon) típico de mísseis guiados por SACLOS como o Ataka. Nesse vídeo dá pra ver aos 25 segundos o ataque de um Ataka. Dá pra ver o flare e o movimento do míssil não é espiralado. https://www.youtube.com/watch?v=To0cIw6lJfE

  21. Amigo Bosco!
    Tenho vários amigos que perguntam a mesma coisa. Cade os Tomahawks?
    Sempre respondo do mesmo jeito – não sei..A versão russa não procede. Mas dos yankees também não (as caras tristes no gabinete do Trump na hora de ataque diz que nem eles acreditavam no que estava acontecendo on-line)
    Basicamente (na contagem da nossa turma) foram os 45 (no máximo!) que atingiram a base “em cheio”.Os demais – ou simplesmente caíram (tem pelo menos 4 fotografados e catalogados) , ou foram abatidos (temos 2 com estilhaços na carcaça) , ou caíram no mar e/deserto(não tem como achar os restos mas tb não tem como achar os pontos de acerto).
    O que sabemos é que dos 62 mísseis(essa foi a primeira informação que sumiu em seguida ) os 2 não saíram e um caiu logo após ser lançado.Dai ficou famoso o numero de 59. E esta quantidade as emissoras americanas varias vezes corrigiram para 57 e depois para 55 após os repórteres mostrarem os pedaços dos mísseis espalhados pela Síria com números de serie e ano de fabricação/modificação.Pela localização dos restos dos machadinhos podemos indicar duas rotas de ataque(trajetos).E ambas foram traçadas via território de Israel e montanhas de Líbano e Oeste/Sudeste da Síria fora de área de atuação dos sistemas AA da base russa em Khmeimim. Logo a versão fantástica de abatimentos e contramedidas fodasticas tb não procede.
    Tenho uns 300 Mb em imagens dos satélites e fotos dos repórteres de perto antes e depois de ataque e ate agora estou inclinado a concordar com NO MAIXMO de 45 touch-downs(isso se concordar com múltiplos acertos em alguns dos casos). Os demais , mesmo chegando no alvo , não fizeram estragos suficientes para contabilizar. Ja os 23 do Putin vamos deixar para adoradores de RT , Sputnik e TV Zvezda – não faço parte desses malucos 🙂 . Alias , não acredito nas agencias polarizadas : CNN , Globo, Sputnik , etc são lados opostos da mesma moeda – sempre tem alguém por trás empurrando seu ponto de vista como meio de influencia.
    Um grande abraço!

  22. Scud,
    Mas na verdade não houve (eu pelo menos não vi e não achei em nenhum lugar) uma informação oficial da quantidade de Tomahawks utilizados no ataque. O que a mídia reproduz é que “funcionários do Pentágono” disseram que eram “59 mísseis” com a história que “um falhou e foi lançado outro no lugar”. Ou seja, história cabeluda.
    Seja como for os estragos na base parece mesmo que não são compatíveis com 59 Tomahawks, que somam cerca de 30 t de aço e fogo. Há algo muito estranho nessa história e eu apostaria que os americanos exageraram (mentiram) na quantidade de mísseis seguindo o modo Trump de fazer as coisas e um pouco que copiando da máquina de propaganda russa. rsrssss Esqueceram que os russos estariam lá pra conferir os pontos de impacto e desmenti-los. O problema ficou maior porque os russos em vez de falar que os americanos mentiram disse que 36 Tomahawks “se perderam” dando a entender que eles possam ter interferido com ECM ou derrubado com AA,limpando um pouco a barra das críticas deles não terem feito nada pra impedir. Coisas da guerra de propaganda que está além de simples mortais compreender. Um lado mentiu e o outro em vez de desmentir pega carona na mentira para tentar se dar bem. rsrsss
    Um abraço.

  23. Sim, sim!
    Outra coisa que me deixou perplexo seria a reação numa HIPOTÉTICA interferência da Rússia.
    Do meu ponto de vista ABATER os misseis americanos daria um tremendo “casus belli” e ninguém mencionou disso! So encontrei as matérias babacas de pseudo-jornalismo com perguntas do tipo “Porque S-400 não abateram os Tomahawks” ! E pouquíssima coisa (ou nada mesmo) sobre analise de eficiência do ataque em si. O melhor que apareceu foi no Lostarmour. E só..
    Um grande abraço!

  24. Aventaram até a possibilidade do sistema Krasukha terem interferido nos Tomahawks, o que seria algo surpreendente tendo em vista a localização do sistema e o sistema de guia dos mísseis não ser passível de interferência eletrônica salvo de sistemas anti-GPS, que não é o caso.
    Mesmo sofrendo interferência na recepção do sinal GPS (que o Krasukha não faz) o sistema inercial de alta precisão assumiria a navegação de meio curso junto com o TERCOM até chegar à janela de aquisição pelo sistema DSMAC baseado em imagem, com capacidade de aquisição automática de alvos (ATA), que iria refinar a precisão.
    O Krasukha, como você sabe mais que todo mundo, é apto a interferir em aviões de ataque eletrônico, radares de aviões (caças, AEW, AWACS, JSTAR), satélites em órbita baixa, radares terrestres se estiverem em linha de visada, mísseis guiados por radar, etc. Mas uma coisa que ele não faz é derrubar mísseis Tomahawk porque estes não dependem de radiofrequência para se manter em curso e menos ainda para atingirem os alvos determinados com precisão.
    Ou seja, ou foram os Pantsir (e sabemos que não foi) ou os Tomahawks que não chegaram (se é que aconteceu) caíram de maduro. rsrsss

  25. Quanto à “gozação” sobre os S-400 não terem abatido os Tomahawks, a culpa é da mídia (russa ??) que poucos meses antes havia divulgado que “TODO” o espaço aéreo sobre a Síria estava “FECHADO” por conta desse sistema estar operante. Só esqueceram de dizer que por conta da Terra ser esférica esse “TODO” não é “todo” de verdade, já que abaixo do horizonte radar é sinal verde pro trânsito aéreo. rsrsss http://4.bp.blogspot.com/-7l7lDbXrFx4/VltUkUG7mAI/AAAAAAAAA_c/UFHJ2dAboyA/s1600/S-400%2BS%25C3%25ADria.jpg
    Um abraço.

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