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Rússia vai focar em fragatas e corvetas no novo programa de construção naval

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Fragata Project 11356

MOSCOU — O novo programa russo de armamentos exige uma redução gradual na modernização dos antigos armamentos e prioriza a construção de novos navios de guerra para a Marinha, disse o vice-primeiro ministro russo Dmitry Rogozin à ao Canal Rússia 1 de TV.

“Vamos gradualmente abandonar a modernização das armas antigas, embora tenhamos que admitir que a modernização é um fenômeno normal, como a criação de novos armamentos. No entanto, não pode haver modernizações infinitamente numerosas. Caso contrário, impedirão a criação de novos armamentos. O novo programa é inovador e inclui abordagens completamente novas, principalmente relacionadas à criação de armas inteligentes, sistemas de comunicação e reconhecimento automático. As tropas receberão comunicações modernas que sempre foram uma fraqueza “, afirmou.

“Os sistemas robóticos aparecem. Estamos completando o design de novos veículos não tripulados tanto terrestres como aéreos. O agrupamento espacial é intensamente renovado. (Desenvolvemos) navegação de alta qualidade, reconhecimento e muitas outras coisas”, disse Rogozin.

“Hoje, nós apostamos em navios de guerra “musculares ” – fragatas e corvetas pra áreas marítimas próximas e distantes, que não são grandes alvos para o adversário, mas meios ágeis e manobráveis ​​que podem atuar exatamente como um navio de guerra de maior porte”, acrescentou.

“Se falamos de porta-aviões, a indústria de defesa russa é tecnicamente e tecnologicamente capaz de construir um navio de guerra de tal deslocamento. Existe um projeto técnico e o trabalho está em curso. Mas há uma questão para os militares se eles precisam de um navio de guerra deste tipo. Temos que lembrar que, em contraste com o poder oceânico global dos Estados Unidos, somos um grande poder continental com diferentes prioridades”, disse Rogozin.

Uma fonte no complexo de defesa militar anteriormente disse à TASS que nos próximos anos a Rússia estará construindo fragatas e corvetas armadas com mísseis guiados de alta precisão. “Nós temos que construir, antes de tudo, corvetas e fragatas e parar de pensar em navios de desembarque universais que cumprem principalmente o transporte em vez de tarefas de combate. Corvetas e fragatas são o máximo que podemos pagar no presente. O potencial econômico do país não permite a construção de navios maiores como destróieres”, disse ele.

Existem apenas alguns países do mundo que podem pagar a construção de destróieres da frota. Eles são os principais navios de guerra apenas na Marinha dos EUA (classe “Arleigh Burke”). Em outros países, a produção em série de destróieres é limitada, de acordo com a fonte.

Corveta Project 20380

A Rússia está atualmente envolvida na produção em série de corvetas dos projetos 20380 e 20385 e fragatas de projetos 11356 e 22350. A frota do Báltico possui quatro corvetas do projeto 20380 (Steregushchy, Soobrazitelny, Boiky e Stoiky) e outras oito corvetas, incluindo duas das atualizadas Projeto 20385, estão sob vários estágios de construção no Estaleiro Norte em São Petersburgo e no Estaleiro Amur.

O Estaleiro do Norte está construindo, em particular, as corvetas Retivy e Strogy do projeto 20380 para a frota do Báltico, bem como a Gremyashchy e Provorny do projeto 20385. O Estaleiro Amur está construindo quatro corvetas do projeto 20380 para a frota do Pacífico – a Sovershenny Gremyashchy, o herói russo Aldar Tsydenjapov e Rezky.

Corveta Project 20385

A frota do Mar Negro recebeu duas fragatas do projeto 11356 (Almirante Grigorovich e o Almirante Essen). A terceira fragata para a frota, o Almirante Makarov está passando por testes de aceitação. O segundo lote de fragatas do projeto 11356 será construído para a Marinha da Índia, que também receberá tecnologias para a construção de tais fragatas.

A fragata principal projeto 22350, o Almirante Gorshkov, está sendo submetida a testes. A segunda fragata do projeto, o Almirante Kasatonov será incorporada no terceiro trimestre de 2017.

As fragatas dos projetos 11356 e 22350 estão armadas com mísseis Caliber e podem atacar navios de guerra e alvos terrestres. Especialistas da Marinha dizem que a produção em série de corvetas e fragatas nos estaleiros da United Shipbuilding Corporation diminui os custos de construção. Além disso, a rejeição de navios de grandes deslocamentos é vital à medida que as dotações de defesa russas diminuem.

Fragata Project 22350

Na entrevista, Rogozin falou sobre o Perspective Airborne Complex of Long-Range Aviation (PAK DA). “Quanto ao bombardeiro estratégico, realizamos um trabalho único na Kazan Aircraft Works e usamos uma nova base tecnológica para restaurar a soldagem por feixe de elétrons. É necessário criar uma asa central de titânio na qual a tecnologia Tu-160 sempre se baseou. Nós definitivamente devemos restaurar o trabalho com uma nova base técnica com eletrônicos novos e armamentos.

“Mas isso não significa que abandonamos os planos para criar o Perspective Airborne Complex of Long-range Aviation. O trabalho está começando sobre isso e também na área de aviação de transporte militar e de porte médio. A decisão foi recentemente feita em Sochi. Devemos construí-lo e a aeronave aparecerá no limiar de 2023-2024 “, disse Rogozin.

“Mais tarde, neste ano, planejamos iniciar um pequeno avião de transporte leve. Para o nosso exército compacto, é importante ter uma possibilidade de rápido desdobramento em qualquer teatro de guerra onde uma ameaça emerge. Portanto, devemos repelir qualquer agressão de potencial adversário não por grandes números, mas com habilidades e mobilidade de nossas forças armadas”, disse o vice-primeiro ministro.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o novo programa estatal de armamentos para 2018-2025 aumentará o potencial de combate das forças armadas russas.

Corveta russa lançando míssil de cruzeiro Kalibr

FONTE: TASS

37 COMMENTS

  1. Ao invés de pensar em porta aviões, em cruzadores, os russos deveriam focar seu orçamento nas fragatas e corvetas, em ter uma verdadeira esquadra,
    Não fazer como uma certa marinha do Atlântico Sul, que não faz ideia de por onde ir, o que fazer,
    Saudações

  2. Uma coisa é certa: os novos navios russos estão ficando visualmente HORROROSOS!

    É o tal visual cubo/quadrado/retangulo sem charme nem criatividade.

    Do ponto de vista estratégico, ponto pra Rússia! Infelizmente ou felizmente a era dos Akula e Kirov terminou 🙁

  3. Opino que o almirantado deveria focar na defesa de longo alcance da nossa costa e não mais em porta aviões. É muito dispendioso tê-los. O Gripen NG vem para a nossa Força Aérea, ok. Mas para a defesa marítima, aviões do porte do FA-18 E/F Super Hornet, F-15 ouo Su-35BM seriam uma opção para a aviação naval sem, é claro, ter esses vetores e a marinha como os únicos detentores da defesa costeira ou a FAB como única detentora da defesa do espaço aéreo territorial com sua aviação de caça.

    .

    A Argentina pagou caro por isso, como sabemos nas diversas matérias aqui postadas sobre o conflito nas Falklands. Assim sendo teríamos dois vetores para a nossa defesa aérea sendo eles High-Low. Resta saber se haverá ciúmes na FAB a respeito disso. Esta deve ser uma decisão de estado visando o interesse maior do país e não o corporativismo de qualquer força.

  4. Interessante ver o CIWS Palma. Mais uma variante de arma de defesa de ponto a disposição dos russos que contam com o AK-630, AK 630 M1-2, Kashtan, Palma e Pantsir M.
    Tem pra todo gosto!!1

  5. Emmanuel eu entendi o que vc quis dizer, mas um F-15 para fazer um Hi-Low seria fantástico, somos um país continental precisamos de caças com grande autonomia, isso sem nem questionar o desempenho do caça americano que é mais do que provado em combate.
    Penso dessa maneira pois entendo que o Brasil não operará poucos Gripen então a adição de uma aeronave (1 esquadrão) de F-15 ou Su-35 seria um grande multiplicador de força a um custo não tão alto assim (isso se a compra for de prateleira).
    Porém… isso é só um devaneio pois a FAB está longe de ter mais que 36 Gripen.

  6. Jodreski, eu entendi e concordo com o seu argumento.
    Mas na atual situação econômica em que vivemos seria mais prudente FAB e MB operarem o mesmo vetor.
    O NG tem um alcance mais do que suficiente para o nosso mar territorial. Inclusive tem uma matéria do PA que mostra isso;

    http://www.aereo.jor.br/2010/07/29/alcance-do-gripen-ng-operando-no-brasil/

    Acredito na compra de mais um lote de NG’s para FAB. Se ela conseguir mais um lote que seja de 36 já estaremos bem servidos por um bom tempo.
    Caso a MB conseguisse operar em bases como a FAB (coisa que duvido muito) e conseguisse também um lote de 36 caças seria perfeito. A MB poderia operar em sinergia com a FAB. Mas o problema maior é o ego de nossas forças armadas. Pensam muito em si antes de pensarem em defesa.
    Acredito que se FAB e MB colocassem velhas rixas de lado ambas sairiam ganhando.
    Sou fã do SU-35, mas o problema do caça russo são os próprios russos. O F-15 é um excelente caça mas como todo projeto antigo está no limite de sua vida. Já teve o tempo dele.
    Enfim, o tempo dirá.

    Abraço

  7. Será que não dá para mandar o comando da MB para ter uma aula de gestão com seus contrapartes russos? Quem sabe algumas palestras já ajudam.

  8. Emmanuel 14 de junho de 2017 at 13:57
    Gonçalo, o NG faz a mesma coisa que o F-18, F-15 ou Su-35BM fazem. Só que de forma bem mais barata.

    Não faz.

    Tem um radar de menor alcance que os outros, carrega menos armamentos e tem menor alcance e autonomia. “Ah mas tem REVO”. Sim. Mas o outros fazem o que o Gripen NG faz sem REVO e possum também esta capacidade. E eu coloquei estes caças em questão comparados ao desejo da MB ter PAs para proteger a nossa costa de maneira a projetar poder em longas distâncias o que o Gripen NG não o faz como estes caças por motivos já elencados acima.

  9. o radar do Gripen E/F não deve nada aos do Su-35, F-15 e F-18, sendo melhor em alguns aspectos como o ângulo de visada maior, proporcionado pelo swash plate.

  10. Quanto à matéria, os russos parecem estar aplicando bem seus recursos! Parece que o Kalibr foi uma grande surpresa, tendo se mostrado com a mesma capacidade dos Tomahawks.

  11. Marcelo,
    A existência dos mísseis 3M14T que compõem o sistema Kalibr, era de conhecimento geral há muito tempo. O que talvez tenha causado certa surpresa foi o grau de operacionalidade do sistema como um todo. Pelo menos para nós. Algumas mídias russas (não sei se oficiais ou não) costumam divulgar como já estando plenamente operacionais sistemas que depois se provam ainda sequer plenamente desenvolvidos. Isso pode ser proposital, como forma de contra-informação, ou simplesmente um excesso de ufanismo por parte dos russos.
    De qualquer forma duvido que os serviços de inteligência da OTAN, China, Israel, etc. tenham sido pegos de surpresa com o desempenho dos mísseis Kalibr demonstrados na Síria.

  12. Isso é tipico dos russos.
    Chamam uma coisa de outra coisa e começam fazer as coisas marcadas para uma hora em outra hora. Sabe , amigo Bosco , que temos um jogo serio de desinformação. O que é verdade? E ate onde seria? Exemplos : artilharia (Koalicija-SV), tanques(Armata), mísseis (Sarmat com Ju-81, Iskander-M , Barguzin) , subs (955 Borei), morteiros Nona/Vasilek/Sprut e etc.. Hoje (e nem ontem na realidade) não temos a ideia de que ELES realmente são capazes. Infelizmente …
    Sobre o tema : uma posição sóbria dos Russos (que em si ja é um avanço) e dentro da doutrina deles (como ja havia comentado antes). Alias. Temos algum tipo de doutrina definida?
    Dispensando qq tipo de comentário ingênuo sobre a corrupção e do PT ja que os russos tem isso em dobro em todos os níveis. Ou triplo. Ou quadruplo ate , se não é mais..
    Um grande abraço!

  13. armas de dissuasão magníficas são os submarinos,mesmo os convencionais. ainda aposto que esta seria uma ótima pois já temos tecnologia local para construir alguns da classe Tikuna, mais os Escorpenes (convencionais). aviação naval como os de patrulha e caças. Defesa costeira ; sistemas Astros com mísseis terra-mar. Hipóteses. Precisamos de gestão para MB e realidade orçamentária.
    Não citarei o submarino nuclear, pois aguardo respostas quanto à manutenção e operacionalidade do mesmo.

  14. Errata: “Armas de dissuasão”…Aviação poderia ser acrescentada por alguns caças, tipo um AMX naval, que tenha custo operacional de acordo com nossa possibilidades. Por favor, recorro aos especialistas. Grato.

  15. Marcelo,
    O Sérgio deve estar se referindo a um AMX com capacidade naval (ataque naval) baseado em terra.
    Eu acho até exagero. Salvo em cenários muito específicos (mares fechados, costas concentradas, atacar uma força baseada em um porta-aviões) não há necessidade do atacante naval ser um “caça”. Um avião de patrulha faz muito bem o serviço e ainda é útil em tempo de paz, além de ter capacidade antissubmarino.
    Por falar nisso o que será que virou aqueles mísseis Harpoons que supostamente adquirimos????

  16. Gostei da reportagem.

    Parece que os Russos caíram em si e por fim entenderam e aceitaram sua real condição como um força continental, ao ponto de focarem em suas condições reais de produção condizentes com o que o dinheiro pode pagar.

    Estão trilhando um caminho que visivelmente tem planejamento de médio e longo prazo para coisas maiores no futuro, se assim for possível.

    Um exemplo à MB.

  17. Sim. Mas levando a importância historica e a dependência geográfica do mar pata nós, como fazer essa comparação com a Rússia. Lenvando em consideração que o Nae ainda é uma plataforma decisiva nas operações aeronavais e anfíbias, como abrir mão deles, principalmente o papel desempenhado nos ultimos conflitos em nosso T.O: II WW, guerra da lagosta, Falklands, o exercício teórico da crise em Honduras e as operações junto a ONU.

  18. A Rússia historicamente tem muito mais tradições da Marinha e mesmo assim prefere ficar com pé no chão.Acredito que devemos seguir o mesmo raciocínio.
    Um grande abraço!

  19. A marinha russa não está imune a problemas e/ou informações desencontradas, aliás muito do
    que foi divulgado anos atrás revelou-se impossível de ser concretizado.
    .
    Notícias que todos os 3 grandes cruzadores “Kirov” na reserva seriam reativados até 2020,
    hoje mostram que apenas um está sendo revitalizado e a data de entrega tem sido constantemente adiada…primeiro 2018, depois 2019 e agora 2020/2021.
    .
    O mais novo destroyer da marinha russa o “Chabanenko” que encontra-se em período de
    revitalização pelo menos desde 2013 e que deveria ser entregue ainda esse ano, poderá agora nem mesmo ficar pronto em 2018.
    .
    Um novo NAe que foi alardeado que seria lançado até 2020, nem mesmo teve seu projeto finalizado e o “Kuznetsov” cuja modernização de meia vida vinha sendo adiada parece que
    será iniciada para valer em 2018…mas…o prazo de 2 anos é otimista demais…o cruzador
    “Ustinov” que está sendo reintegrado agora levou mais de 5 anos sendo revitalizado.
    .
    A modernização de submarinos é vital já que um número maior de submarinos será retirado de serviço nos próximos anos do que novos serão comissionados que estão sofrendo atrasos, porém a modernização dos “Sierra I” começou a sofrer atrasos desde o início e agora parece ser irrealizável.
    .
    Uma nova classe de “grandes” navios de desembarque, que na verdade deslocam 6000 toneladas totalmente carregados, dos quais apenas 2 serão construídos, teve com a primeira unidade o “Ivan Gren” uma estória similar à da “Barroso”… já se passaram mais de 14 anos e
    ainda não foi integrado.
    .
    Poderia até continuar ou citar exemplos da US Navy…mas…nenhuma das duas marinhas tem
    os pés no chão…talvez um deles às vezes 🙂

  20. Amigo Dalton!
    Os russos estão numa encruzilhada.Tem muito mais coisa para ser substituída do que para ficar:
    – os sistemas AA estao em processo de mudança radical e sem definição pois Poliment-Redut ate agora se mostrou completamente inseguro , Pantsyr-M nao esta pronto , Kashtan/Palma tem problemas e etc..
    – turbinas da Ucrânia (que ja eram limitadas e fracas) na vem mais.Precisam tempo para Saturn fazer as turbinas russas.
    – armamento AN russo mudou significativamente e obviamente que será necessária uma mudança dos sistemas de navegação/comunicação , das plataformas de lançamento , dos comandos e etc
    Ou seja : qq que seja navio russo que entrara para as docas com intenção de ser modernizado vai ter que esperar um certo tempo ate receber os sistemas definitivas.Inclusive as entregas dos vários navios estão na dependência dos sistemas de armamento ou defesa AA.
    Um grande abraço!

  21. ScudB, eu ia responder da mesma forma ao Dalton. Me parece que os russos, para não quebrarem, vão ter que aprender a fazer milagres a fim de manter suas FFAA num patamar aceitável. E se outras FFAA ao redor do globo estão encolhendo, mesmo em países com economias mais “saudáveis”, imagine o drama russo.
    .
    Porém, também acredito em marketing e desinformação, agitação e propaganda. Os russos exportam pra deus e o mundo e, por isso, tem mesmo que investir em propaganda; por acaso os norte-americanos ou os europeus fazem diferente?
    .
    Desinformação também não é tão ruim. Talvez não funcione 100% já que os serviços de inteligência do norte são melhores que os do hemisfério sul; porém, tanta desinformação ainda deve funcionar um pouco.
    .
    E por onde andam as armas laser norte-americanas? Quando ouço falar em marketing, em desinformação, lembro logo delas…risos.

  22. Corsário137,
    Questão de gosto (e talvez ciência e tecnologia). Eu gostei. Mais fácil de montar uma réplica de papel…risos

  23. Sr Scud B, sinto discordar, embora sendo apenas um aficcionado, mas dizer que a Russia tem muito mais tradição naval que o Brasil é uma aberração histórica e geográfica. Ainda mais se considerarmos que a Marinha do Brasil é também herdeira das tradições navais Portuguesa e que a Marinha Russa nasceu da ação de Pedro, o grande, no inicio do Sec XVIII.

  24. Resumo da ópera:
    Ter,comprar ou construir não significa poder manter, operar e possuir….o tempo, sempre ele, mostrando que verdade, vontade e realidade seguem caminhos diferentes.

    G abraco

  25. Uma fonte no complexo de defesa militar anteriormente disse à TASS… …“Corvetas e fragatas são o máximo que podemos pagar no presente. O potencial econômico do país não permite a construção de navios maiores como destroieres”.
    .
    Simples assim.
    É a economia, amigo!

  26. Sr. Ivan. Só por curiosidade. Por que então não se compram corvetas e fragatas? Desculpe a intromissão e boa noite.

  27. opinião: não se enganem com os russos . estes possuem uma excelente Marinha e estão se preparando para ser manterem potência nesta área. possuem experiência em combate em todas as forças e isto conta. Possuem indústrias e sigilosamente desenvolvem seus projetos. Quando pensamos que estão acabados aí é que nos enganamos. a 2ª guerra que o diga. em seis meses desestabilizaram o Estado Islâmico o que o governo Obama e coalizão não conseguiram em três anos. Lógico, os russos utilizam o que sabem fazer de melhor : uma guerra sem trégua e de aniquilação total. infelizmente sempre sobra para população civil. e se deixarem logo destruirão as forças rebeldes remanescentes. Questão de tempo.

  28. Errata: “Opinião…” “…Estes…” “…Possuem,,,” “A 2 guerra…” “Em seis…” “E se deixarem…”

  29. Amigo Mahan!
    Faz então para gente um comparativo “fleet vs fleet” só do século 18 , como exemplo.
    Navios , batalhas , travessas , números win/lost , etc
    E vai ficar assustado.
    Um grande abraço!

  30. A modernização da Marinha Russa está razoável, nunca desde o fim da URSS teve tantos navios em construção.

    São navios LINDOS, bem armados, e com capacidade de atuação muito satisfatória.

    Ocorreram atrasos e problemas, mas, estão sendo resolvidos. Aliás, qual Marinha do mundo não enfrenta problemas? Mesmo a ultra fodastica USN tem seus problemas.

    Sim, a Rússia não pretende ter mais quatrocentos cruzadores de 30.000 toneladas só para fazer média com a USN no Atlântico Sul. É um país com características próprias, a Marinha deve ser mais defensiva que ofensiva.

    Os planos acima descritos são bem realistas. Ah, lembrando que atualmente, graças a tecnologia, vc não precisa mais de navios tão pesados para ações ofensivas.

    ” ah mas os USA TEM…” tá bom, tá bom… Os USA são magníficos e perfeitos… Prontooo…

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