Home Marinha do Brasil Nota da Marinha sobre o interesse do Brasil pelas corvetas classe ‘Tiger’

Nota da Marinha sobre o interesse do Brasil pelas corvetas classe ‘Tiger’

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Corveta russa Project 20382 (Tiger) vista pela bochecha de boreste

Senhor jornalista,

Em relação à matéria divulgada hoje, 27 de junho, no site da agência de notícias Tass, intitulada “Brazilian Navy interested in Russian corvettes”, a Marinha do Brasil esclarece que o Diretor-Geral do Material da Marinha e o Diretor de Sistemas de Armas da Marinha estão participando do Salão Naval Internacional de Defesa, no período de 26 de junho a 02 de julho, em São Petesburgo. No dia de hoje, estiveram no estaleiro citado na matéria a fim de visitar um navio que guarda características com o Projeto das Corvetas Classe Tamandaré (CCT), apenas com o propósito de conhecê-lo. Ressalta-se que a empresa estatal Rosoboronexport é uma participante, entre outras 20 empresas, no processo licitatório do Projeto CCT.

Atenciosamente,
FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor

Corveta russa Project 20382 vista pela alheta de boreste

50 COMMENTS

  1. Poderia ser noticiado que a MB está interessada em TODOS os modelos lá expostos.
    Sim.
    Uma vez que a delegação brasileira visitou ou está por visitar todos os estandes.

    Se bobear os caras estavam conversando no corredor, foram dar licença de passagem pra quem queria transitar e acabaram “pisando” no estande da rosoboronexport e pronto…
    O Brasil não só está interessado como já comprou umas 30 unidades.

  2. Eu avisei que era tal qual faço na Rio Boat Show…Na Volvo Ocean Race… Na LAAD… Vejo tudo, tenho maior interesse… compro nada.

  3. Uboot, bem por ai mesmo, como li em seu comentario no outro post, da pra comparar tbm com a Força Aerea Argentina, que está interessada em tudo, mas não comprou nada ate hj e não deve comprar nem tão cedo, kkk

  4. Essa corveta tiger 20380 é dos melhores na atualidade, desenho stelth e materiais compostos e fibra de vidro. Muito bem artilhada além do custo unitário entre 120 e 150 milhões na mais completa versão, só acho ela perna curta em torno de 7.000 km…

  5. Fico imaginando quantas corvetas e ou fragatas, que hoje são o que realmente a marinha precisa para patrulhar a costa brasileira não daria para comprar com o dinheiro que estão gastando na Banana Atômica, que está sendo projetada desde quando mesmo? Ah sim, há décadas, desde o século passado! kkkkkk Junte-se a isso o dinheiro que foi para o ralo com o tal do Porta Aviões São Paulo, que nunca serviu efetivamente para nada. O mais ridículo de tudo é que os caras ainda pensam em ter um porta-aviões… Talvez a palavra HOSPÍCIO ganhou mais um significado: Marinha brasileira.

  6. Sinceramente, se as tais corvetas russas tem certa similaridade com o projeto brasileiro das Tamadarés, e as mesmas (russas) são muito bem armadas e com tecnologia de ponta com grande automação e cusatam entre U$ 160/250 milhões. E o projeto de cada Tamadaré sairia por U$400 milhões menos armadas e com menor automação. Porque não encomendar e fazerem o projeto e a construção das TIGERS por aqui ? Vai ser um grande desperdício em verba construir tias Tamadarés e seria apenas capricho… A não ser que a MB, fizessem cada uma com preço e tecnologias similares as Tigers… Aí sim poderiam investir em ter no mínimo umas 12 delas pra MB !

  7. Gostei muito da posição do espelho de popa dando mais espaço para convés, dos dois Ak-630, do Kashtan ( hoje o melhor seria o CIWS Pantsir-M) e principalmente do sonar rebocado.

  8. A coisa está tão russa que e melhor comprar 6 destas russas ai, do que ficar esperando 20 anos para construir uma aqui….. a marinha não tem mais nada que possa ser chamado de navio de guerra, o que temos apenas boia……

  9. R. Bitt3ncourt

    Esse custo é com a corvetas sendo construídas em estaleiros Russos.
    Vamos esclarecer uma coisa para todo mundo, TUDO, absolutamente TUDO fica mais caro aqui por N motivos, desde mão de obra, prazo de entrega maior fora que aqui a MB consegue até falir o estaleiro que poderia construir tais corvetas, iria encomendar uma quantidade, o estaleiro gastar uma grana para ser modernizado é capacitar mão de obra local, porém aí começam os atrasos nos repasses aí logo depois vem a decisão de cortar pela metade o número de unidades a serem construídas, enfim… construir aqui é insanidade!

  10. Interessante o radar de controle de tiro do canhão que é de varredura eletrônica podendo coordenar tanto os AK630 quanto o canhão de 130 mm contra alvos independentes desde que venham da mesma direção. No caso, um dos AK630 não seria coordenado pelo radar e teria que utilizar uma alça óptica no caso de ter que engajar uma ameaça vindo do lado oposto.
    Essa corveta pode lidar com 5 ameaças ao mesmo tempo.

  11. Valor de 10 Bi Ru para projeto 20385. O 20380 = 7,5 Bi
    O 20382 (versão de exportação com armamento reduzido) – menor ainda.
    Estamos falando de algo na ordem de U$ 125 mi ou menos.
    Um grande abraço!

  12. esse cct será e ja esta sendo igual ao fx…fx1….fx2…fx3….e por ai vai adiar e adiar; vão sempre procurar uma forma de roubar mais e mais…qual a necessidade de 20 concorrentes ? simples o q pagar maior propina leva! q vergonha! e nós aqui sempre nos iludindo…brasil não tem solução quanto mais se rouba mais se rouba e nós ovelhas só observamos…em breve os impostos subirão e não precisaremos trabalhar só 6 meses do ano para pagar impostos e sim 12…isso num futuro bem proximo mesmo. O MAL TRIUNFA QUANDO OS BONS NÃO FAZEM NADA!

  13. Também acho. Não temos escala de produção e nem mesmo a garantia de continuidade nos programas de aquisição para justificar a construção de uma corveta jabuticaba. Se a justificativa é desenvolver a indústria naval nacional, não creio que o caminho seja esse. Nesse caso, bastaria olhar para o maior caso de sucesso nacional, que é a Embraer. A Embraer não começou tentando desenvolver um jato regional de 120 lugares.
    Eu não consigo entender a MB….

  14. foi o Emirados Árabes que fizeram uma carta de intenção a poucos dias com o Brasil, na construção das corvetas Tamandaré? Pois é, a palavra do Brasil jamais será leva a sério. Firmamos um acordo e caímos fora do próprio acordo. Se eu fosse outro país, jamais investiria neste setor aqui com os mandos e desmandos políticos na defesa.

  15. Será que se o Brasil comprasse os contratorpedeiros de mísseis guiados classe Arleigh Burke e a classe Kongou,seria uma boa ideia?

  16. Cara, o brasileiro é igual São Tomé, só acredita quando tocar na coisa.

    Falaram aqui que o KC-390 era avião virtual, hoje estão até vendo onde ele está voando no momento,

    Disseram que o Gripen E era de plástico, taí o bicho voando,

    Agora dizem que as Corvetas não sairão do papel e que os Subs tb não!!!

    Sinceramente, não vejo problema algum militares visitarem as feiras de defesa, ainda mais se o estaleiro russo faz parte da RFP para o Projeto Corvetas.

    O Jane`s jogou a isca e todo mundo aqui se engasgou com o anzol!!!

  17. Se a marinha viesse a comprar corvetas russas, torceria pelas do tipo 20385 ou a nova classe 20386 ambas mais armadas e com o míssil onxy e Kalibre.

  18. nao me parece sensato construir as covertas classe tammandaré..,. no Brasil ou seja lá o que for
    o problema do setor naval nao será resolvido por isso.. ele passar pela diminuição dos custos nas siderúrgicas, na mineração na mão de obra, no custo da energia etc…
    .
    em suma os impostos, liguem para a Alcoa e pergunta o preço da tonelada de aluminio, o vendedor se recusa a falar em tonelada só fala em quilos, depois pesquisem na china o mesmo preço do alumínio…
    .
    Depois considerem o custo de um navio feito no Brasil e na Coreia e China
    .
    .
    não tem sentido jogar 1 navio no lixo, pagar 400 no que vale 200…É LOUCURA… OU é bola

  19. Enquanto o custo unitário de um navio-patrulha oceânico classe River Batch 2,de 2.000 toneladas (carregada),evolução da classe Amazonas adquirida em 2011 pela MB é de 170 milhões de dólares,o custo de uma corveta russa do Projeto 2032, de 2.200 toneladas (a plena carga), muito mais bem artilhada que o navio britânico, é, na média (dependendo dos sistemas de armas e sensores embarcados) de 135 milhões de dólares.

  20. Como disse a nota, se trata de uma visita a um dos estaleiros interessados em construir a classe tamandaré, é evidente que a marinha não compraria corvetas russas quando apostou todas as fichas em projeto próprio, ainda mais quando decidiu basear todo o poder naval de superfície na classe tamandaré, talvez o que possa acontecer é a classe tamandaré se basear num projeto já existente do estaleiro vencedor, que sinceramente, duvido muito que seja russo. Bom mesmo seria a SAAB se fosse finalmente adquirida pela EMBRAER

  21. R.Bitt3ncourt

    Muito bem lembrando, se a questão é desenvolvimento tecnológico, que se monte as corvetas russas aqui, afinal, o que nas Tamandarés é nacional? Que se gaste 1/3 do valor nas Tiger e se projete FRAGATAS eficientes e de baixo custo, assim como a Colombia. Realmente não dá pra entender o que se passa na cabeça dos almirantes

  22. A indústria naval foi pro saco, porque a Marinha junto com os Estaleiros, enfim os representantes do setor, não apresentam uma proposta política, ao governo federal, para um REGIME TRIBUTÁRIO ESPECIAL NAVAL…??????
    .
    A indústria naval “NÃO EXISTE”, quebrou…não há impacto fiscal a desoneração total do setor, visto que ele “não existe”, como ter custos de impostos em toda a escala nacional desde o minério até a soldagem da chapa, que torne o custo de produção para o mercado interno tão barato quando para o externo?
    .
    .regime especial de crédito…subsidio de venda para o exterior, vc paga em real e recebe dólares exportados , a china faz isso com o cambio.
    .
    isso sim o almirantado deveria esta coordenando…
    .
    em combate não é só a genialidade dos comandantes que contam, mas o número!!!!!!!!! 4 tamandares custam 8 fragatas estrangeiras ou até mais!

  23. A grande pergunta é:
    Que medidas devo adotar, de desoneração e eficiência, que permitam o custo de se fabricar um navio no Brasil fique tão atraente quanto na Coreia e ou china?
    .
    .
    alguém ja´pensou nisso?

  24. Isto não vai acontecer tão, precisaria 25 anos de educação, formação, aperfeiçoamento e descontaminação ideológica, e pelega sindical .
    Acredito que poderíamos um custo by Chile, q já seria algo de outro mundo, mas como o Brasil está na mão de quadrilhas e de cangaceiros iremos exatamente de nada a lugar algum.

    G abraco

  25. “kfir 28 de junho de 2017 at 17:20”
    Desoneração de TODA a cadeia produtiva. venderíamos mais barato que os chineses!!!

  26. Eu acho este navio uma aberração atrasada da guerra fria, nossos sistemas não conversam com os deles e os parafusos dele necessitam chaves muito estranhas que nunca sequer vimos na vida !

  27. Topol,
    .
    Penso que as corvetas classe ‘Tiger’, versão de exportação das corvetas russas classe Steregushchy, são muito interessantes… para os russos.
    .
    São navios criados para defender as saídas apertadas que o velho urso tem para o mar, notadamente Mar do Norte, Mar Báltico e norte (extremo noroeste) do Oceano Pacífico (por cima das Sacolinhas).
    .
    Porém não fazem sentido para uma nação atlântica.
    .
    Para o Brasil seria melhor continuar produzindo novas versões dá Barroso…
    …e nem precisava de tanto estudo, projetos e que tais na Engepron.
    .
    Abç.,
    Ivan.

  28. Ivan

    Saberia informar quais as características da Tiger que não atendem as necessidades da defesa em mar aberto?

  29. Ivan 28 de junho de 2017 at 23:30
    Topol,
    __

    Cruzeiro gama de 3500-4000 milhas durante a condução do progresso económico (14 nós)

    que o impede de prosseguir a partir de suas costas?
    _ _

    The cruising range is 3500-4000 miles when driving at an economic speed (14 knots)

    What prevents him from moving further from his shores?

  30. Juarez

    concordo com vc, mas tem de começar de alguma maneira, se a marinha quer ter uma base industrial sustentável, esta é a estratégia, visto que ela como cliente não tem relevância no consumo de navios, mas se beneficiária do que deseja da base industrial que lhe permitiria construir navios em função de uma futura ameaça.
    .
    .
    Ádson

    então pelo menos estariamos lutanto, lembrando que não temos mercado interno para gerar demanda… esta lei de compensação de impostos para quem exporta não funciona o governo atrasa o ressarcimento.

    Sem contar que isso prejudica as empresas e pessoas que consomem no Brasil
    eu mesmo to vendo um projeto de catamaram que eu mesmo pretendo construir, é simplesmente LOUCO o preço do aluminio nacional.

    toda uma cadeia de produção não existe por causa dos socialistas que se infiltraram em todos os nichos da sociedade

  31. Hélio e Rustam,
    .
    Algumas características básicas das corvetas classe Steregushchiy.
    • Deslocamento:
    … • Standard: 1.800 toneladas;
    … • Carregada: 2.200 toneladas.
    • Comprimento: 104,5 metros.
    • Boca: 11,6 metros.
    • Calado: 3,7 metros.
    .
    São números muito próximos da Corveta Barroso, que atende a Marinha do Brasil, mas já deu mostras que para o Oceano Atlântico seria melhor um navio maior.
    A ideia é operar navios acima de 2.500 toneladas de deslocamento, preferencialmente 4.000 toneladas.
    .
    Se já temos um navio (e seu projeto) com deslocamento entre 1.800 e 2.200 toneladas (que já está adaptado no que foi possível ao Atlântico), por que iríamos adicionar outro completamente diferente?
    Não faz sentido.
    .
    E que ninguém se iluda, a própria Marinha Russa aponta nesta direção.
    As corvetas classe Steregushchiy estão claramente alocadas para operações próxima ao porto base, algo como proteção do perímetro de defesa mais curto.
    .
    Os navios que teriam algum sucesso no Atlântico são as fragatas derivadas do Project 1135, classe Burevestnik. Ou para quem preferir a designação da OTAN, classe Krivak.
    .
    Os indianos encomendaram uma derivação chamada de classe Talwar (seria a Krivak IV?), com um canhão médio na proa, além de convoo na popa para helicópteros Ka27.
    .
    A partir da Talwar, derivada bastante melhorada das ‘Krivak’, os russos desenvolveram a classe Almirante Grigorovich (Project 11356Р/М), destinada preferencialmente à Frota do Mar Negro, portanto ao Teatro de Operações – TO do entorno da Criméia e Mediterrâneo Oriental (base naval de Tartus na Síria).
    .
    Mas ainda não são essas as fragatas russas para mar alto, para os oceanos.
    A verdadeira sucessora das ‘Krivak’ para a frota oceânica da Военно-морской Флот Российской Федерации são as parrudas e bem armadas Almirante Gorshkov.
    Classificada como Project 22350, são fragatas efetivamente multi propósito, com capacidade de executar missões de longo curso.
    .
    Algumas características das ‘Gorshkov’.
    .
    Deslocamento: 4.500 toneladas (carregada);
    Comprimento: superior a 135 metros;
    Boca: 15 metros;
    Calado: 4,5 metros;
    Propulsão:
    • 2 hélices;
    • CODAG;
    • 2 motores diesel 10D49 para cruzeiro com 5.200 shp (3,900 kW);
    • 2 turbinas M90FR para velocidade com 27.500 shp (20,500 kW);
    • Total: 65.400 shp (48,800 kW);
    • Velocidade: 29.5 nós (54.6 km/h; 33.9 mph);
    • Alcance: 4.850 milhas náuticas (8.980 km; 5.580 mi), em velocidade econômica de cruzeiro de 14 nós (26 km/h; 16 mph);
    • Persistência em missão: 30 dias;
    • Tripulação: 210.
    .
    Ou seja:
    as ‘Gorshkov’ são navios oceânicos;
    as ‘Tiger’, ou ‘Steregushchy’, são costeiros.
    .
    Cordiais saudações,
    Ivan, an ‘oldinfantryman’.

  32. Alguém aí acima já comprou um carro russo ??, deve ser o mesmo com um navio russo …..
    Que o diga a Marinha da India que comprou um NAe bomba da Russia ….

  33. Kfir,
    Produzir embarcação amadora no país é difícil, mesmo tendo o projeto. Do material que você deseja então… O Klink conta a história dele quando desejava dar um salto de qualidade no casco do Paratii (acho que o II) e é cômico pra não dizer trágico.
    .
    Mas não penso que isso seja socialismo. Mais uma vez, seria bom lembrar que o Brasil, desde sua fundação, foi colônia sem indústria. Portugal também não tinha manufaturas e, quando Marquês de Pombal, após ver a piada que era Portugal na Inglaterra, tentou fazer algo, acabou criando inimizades e morrendo esquecido.
    .
    Nossa mão-de-obra era desqualificada (e índios e escravos eram considerados qualquer coisa menos gente) e nunca houve esforço real pela qualificação. Não havia corporações de Ofício, não havia passagem de ensinamentos, não havia universidades ou mesmo grandes escolas técnicas. Apenas no século XX me parece que houve algum esforço, na Era Vargas, pra sairmos desse marasmo agrícola… Parece que não deu muito certo: a melhor empresa pública do país é a Embrapa.
    .
    Não importa a ideologia de quem trabalha, importa a qualificação, a formação. Na Alemanha há um sistema dual no ensino médio e os profissionais técnicos são valorizados de verdade. Eu tenho formação técnica e posso te assegurar que nem de longe é atraente o que o mercado da Defesa paga. Veja quanto pagam Imbel e Emgepron, por exemplo. Se você tiver nível superior, compare o que pode ganhar um Engenheiro na DEN com numa grande empreiteira ou laboratório.
    .
    Só para você ter uma idéia, da minha formação técnica, todos que se deram bem saíram do país. Nenhum falava em comunismo, socialismo, capitalismo: simplesmente eram bons no que faziam.

  34. Ivan 29 de junho de 2017 at 12:34
    Hélio e Rustam,
    ___

    I agree, frigates 22350 and 11356 are better, but the price will be higher

    In fact, I do not believe in buying ships in Russia, your pro-American generals love the other …

    __

    Concordo, fragatas 22350 e 11356 é melhor, mas o preço será maior

    na verdade eu não acredito na compra de navios na Rússia, seus generais pró-americanos como mais …

  35. A fragata Grigorovish é incrível, já demonstrou sua operacionalidade e capacidades na Síria com o lançamento dos mísseis Kalibr de forma constante sem apresentar problemas.

  36. Rustam,
    .
    “I do not believe in buying ships in Russia…”
    .
    Claro que não!
    Eu também não acredito.
    .
    A questão foi apenas apontar o navio de combate russo que é adequado para operações de longo curso, uma escolta oceânica equilibrada e que merece respeito.
    .
    Saudações,
    Ivan, Ivanovich.

  37. Essa ai tem cara de navio de guerra e muito bem armada. Pena que é russa…inapropriada para nossa necessidade. Porque nossos projetos são desenhos tão acanhados , quer avião, navio ou mesmo um fuzil?

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