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Marinha do Brasil acompanha o Programa Gripen da FAB de olho no Gripen Naval

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Segundo o Jane’s, A Marinha do Brasil atribuiu um oficial ao Comitê Coordenador da Força Aérea Brasileira do Programa de Aeronaves de Combate para monitorar a aquisição de 36 caças Saab F-39 Gripen. O movimento sublinha o interesse da Marinha na compra de um Gripen naval.

Os esforços da Saab para desenvolver a versão naval do jato, o Gripen M (Marítimo) também estão sendo observados de perto pela Força.

A Marinha procura potencialmente substituir sua frota de caças AF-1/AF-1A (A-4KU/TA-4KU Skyhawk II), dos quais nove AF-1s monopostos e três AF-1A bipostos estão sendo modernizados pela Embraer para o padrão AF-1B e AF-1C, respectivamente.

204 COMMENTS

  1. Um gripen naval para operar em terra, já que a MB não tem NaE, muito menos tem perspectiva de tê-lo antes de 30 anos?

  2. É mas acho que a MB deve acompanhar sempre a doutrina. Não acho que desenvolverão um Gripen naval só para o Brasil.

  3. Ahhh essa nossa marinha, por favor parem de usar dro… ops, tenham mais bom censo e pensem dentro da realidade, como fazem a FAB e o EB!
    Falando sério agora, a nossa marinha de guerra deveria estar preocupada com a sua futura missão de absorver a aviação de patrulha da FAB, se é para estar tendo algum devaneio, então que seja um devaneio de pensar em uma possibilidade de desenvolvimento de um KC-390 ou E-190 em versão de patrulha marítima, até porque os P-3 da FAB já tem seu fim de vida marcado e não está muito longe, então se é pra pensar vamos pelo menos tentar pensar em algo que faça sentido. Bom, essa é a minha opinião, só não espero que quando a MB assumir a aviação de patrulha ela não fique pegando P-3 usados pelo mundo pra usar aqui como fonte de peças de reposição! Nem deveria estar dando ideia kkkk.

  4. É simples de aferir até para um leigo em defesa, como eu: se a Marinha não tem nem meios, nem condições de operar porta-aviões, se ela só opera porta-helicópteros, então deve concentrar sua aviação em helicópteros e asas fixas de patrulha, o resto fica à serviço da força-aérea!

  5. A adaptação do Gripen para uso em NAE deve ser mantido pela MB, e talvez fazer uma reforma no A-12 más sem a participação de franceses. Substituir Motores, geradores de energia e Caldeiras de um navio com mais de 50 anos não é crível que o AMRJ não consiga fazer sozinha, licitando as peças e materiais que necessitam de substituição, o casco aguenta mais 15 anos temos que aproveitar e não apenas descartar, se perde toda a doutrina conquistada.

  6. Eu opino que a marinha, já que formou aviadores navais deve sim continuar a tê-los pois se caso um dia ela tenha a possibilidade de ter NAes, pelo menos grande parte da formação dos seus pilotos já estão resguardados. Não sei ainda quantos pilotos navais a MB tem hoje formados ou em formação mas é algo que não dá mesmo para voltar atrás ou tudo o que foi feito nestes anos todos será jogado fora. Enfim, mesmo sem NAes a MB deve continuar formando seus pilotos.

  7. Se a Rússia e a China têm esquadrões de caça navais que só operam a partir de terra, porque não o Brasil?

  8. “sua futura missão de absorver a aviação de patrulha da FAB”
    São três esquadrões em três bases aéreas, mesmo que as bases sejam compartilhadas, a marinha terá que arcar com sua parte.
    Depois só fica faltando o parque de manutenção e as escolas para formar pessoal (pilotos e mecânicos).
    Pra quem não tem navio, vai ficar meio difícil.

  9. Rússia, China, India, Alemanha, Argentina… enfim… muita gente mesmo. Não vejo problema nenhum em a Marinha ter caças e outros tipos de aeronave de asa fixa operando à partir de terra. Na verdade eu gostaria inclusive de ver mais bases aeronavais espalhadas pelo Brasil.

  10. As prioridades da Marinha são: submarinos, escoltas, nae, patrulhas e um navio-tanque. Não vejo abertura para asa fixa baseada em terra pelos próximos vinte anos.

  11. Galante, infelizmente sabemos por qual motivo $$$$$$$$$$$$$$$. A equipe de planejamento anunciou um corte de mais de 5 bilhões ontem. Adivinha quem vai rodar?

  12. “Dentre os navios de grande porte, deverá ser dispensada especial atenção à obtenção de navios de propósitos múltiplos e também de navios aeródromos. Contribuirá para a operação da Força Naval, a capacidade da Força Aérea de operar em conjunto com a aviação naval, para garantir o controle do ar no grau desejado.”

  13. O Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo. Se não tiver dinheiro para ter pelo menos um esquadrão de caças navais, melhor acabar com as Forças Armadas e entregar as chaves para os gringos.

  14. A piada do dia, se a marinha tivesse interesse nos SU34 ou outro avião DASEADO EM TERRA PARA ATAQUE ANTI-NAVIO até faria sentido, agora, os caras vão substituir as fragatas por covetas e ainda querem porta aviões? Nem submarinos tem

  15. Assino embaixo, Galante. O que me preocupa é que a entrega está sendo tão grande que eu duvido que em pouco tempo a gente tenha alguma coisa que defender.

  16. China e Rússia tem caças navais baseados em terra, mas são aviões pesados, como um gripen de perna curta vai exercer essa função?

  17. Galante, o Brasil é uma das 10 maiores economias do mundo já a muito tempo, fora o período do segundo reinado, quando nossas forças armadas fizeram jus à esse status?

    Quando as forças armadas se propõem a reduzir de tamanho para ~se adequar a realidade orçamentária~ é óbvio a inviabilidade da construção que forças armadas fortes. Do jeito que está, nem acho tão má ideia assim acabar com as forças armadas, que ressucietem as forças publicas e cada Estado cuida do seu, afinal, esse é o nosso contexto geopolítico né?

  18. Mais uma da série: “Delirios do Almirantado”.

    Galante, o Brasil não teve dinheiro para fazer a Copa e as Olimpíadas. O Brasil só as fez, como ficou notoriamente comprovado, para enriquecer soberbamente políticos e empresários. Espero que este não seja o mesmo destino de uma eventual compra de caças pela MB.

    Também discordo quanto a sua analogia entre 10a economia do mundo x caças navais x chave aos gringos. Na verdade não vejo nenhum sentido nisso.

    1. O Japão e a Alemanha estão entre as 5 maiores economias do mundo e ambos não dispõem de um caça naval. 2. Por que um caça naval? A FAB com as mesmas aeronaves, não pode dar conta do recado? É preciso uma variante naval para isso? E será essa arma que irá nos salvar de entregar “a chave” aos gringos?

    Sei não…

  19. Parece que a MB acompanha também o desenvolvimento das tecnologias plug and play franco russas, acompanha tambem o desenvolvimento do “radar de bolinhas” chinês, que segundo eles, os chineses tornará o F 35 obsoleto, só não explicaram porque estão gastando uma tromba de $$$ em dois projetos stealth, já q a “tecnulugia” e inútil.
    A MB também acompanha o desenvolvimento do Tejas porque daqui uns 50 anos os Itens Indianos acertam ele.
    A MB tambem acompanha o desenvolvimento do novo cruzador estelar klingon equipado com os novo torpedo fotonicos.
    E, eu pergunto:
    Ainda há vida inteligente na Guanabara Bay??????

    Pensem….

    G abraco

  20. Alguém já olhou para um mapa que envolve o entorno da Alemanha?
    O maior problema deles vem por terra e abaixo da superfície do mar.
    O mar deles é fácil de defender pela superfície, já que essa parte da marinha russa não é lá grandes coisa.
    .
    Falaram dos Japas.
    A Marinha Japonesa é uma das mais poderosas do Globo!
    Eles não tem Porta Aviões próprio, mas os EUA mantem um CVN deles lá!
    Nem o Brasil precisaria comprar e manter um Porta Aviões dessa forma… Mas não é assim que a banda toca.
    No mais, a Força Aérea deles tem o F-2 para suprir a função de ataque naval e F-15J para superioridade aérea. Só isso…

  21. Bardini, tu esqueceu das duas coisas mais importantes sobre o Japão:
    1 Eles tem $$$$$$ para aplicar em defesa
    2. Eles como vizinhos não bem quistos China, Coreia do Norte, Rússia, só gente ” fina”

    G abraco

  22. Nem diria que o Japão tem muito dinheiro, os caras tem é uma excelente administração e visão de nação. Coisa invejável.
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    Mesmo patamar de Israel…
    Os caras tem consciência que precisam estar prontos para lutar e sobreviver.

  23. O Sea Gripen acabará saindo, pois o mercado esta ficando cada vez mais restrito a poucos modelos novos a atualizados.
    .
    De moderno, existem apenas o Rafale e o F-35.
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    Todos os demais já possuem um ciclo de projeto e vida mais cansado, cada vez mais dificil de acompanhar e de sobrevida. Neste quadro encontram-se F-18SH, Mig-29K, SU-33.
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    Ainda acho que o Sea Gripen possui boas chances na India, pois seria o unico caça dimensionado e apto a operar tanto nos Nae Stobar mais antigos na qual povoam os MIG-29, quanto nos novos CTOL.
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    O Sea Gripen está praticamente parado na etapa do verdadeiro prototipo fisico, aguardando alguma encomenda firme para tal. As etapas anteriores de projeto já foram concluidas.
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    O Brasil perder o SP foi uma lastima e certamente jogou um balde de agua fria nos suecos…resta agora tentar emplacar na India.
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    Como tinhamos interesse no projeto e razoavel participação no terrestre, uma encomenda naval por quem quer que seja trara alguma fração de nossa participação nisto.
    .
    Sempre fui favoravel a versão naval.
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    Tenho e mantenho minha aposta que em algum breve momento, demais paises necessitarão prover pequenos Nae stobar, o que reduziria a escolha de somente o F-35 ou um Sea Gripen, embora o rafale pudesse ocupar com variada restrição neste cenario.
    .
    Para o caso Brasileiro, insiro nosso pais diretamente neste contexto dentre outros os quais tenho debatido largamento com alguns colegas.
    .
    Acredito que não somente a MB deveria possuir algumas unidades, mas tambem a propria FAB em um esquadrão proprio ou misto, treinado na doutrina.
    .
    Não adianta ter mesmo que seja a melhor fragata aae do mundo….sem cobertura aeronaval, vai pro saco.
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    marinha que não possa dignar-se sequer a ocupar o primeiro cinturão de defesa do continente não deveria sequer existir.
    .
    Então…..

  24. Putz, Com a esquadra totalmente defasada e utilizando corvetas como “tampão” pra suprir as lacunas deixadas pelas Fragatas e vem querer acompanhar a navalização do Gripe. Nem NAE tem mais. E pra operar desde terra está a FAB ne?

  25. Vejamos:
    1) Um grupo é montado para criar os fundamentos de um projeto de defesa e posicionamento geopolítico para a Nação. Coisa que tecnicamente não existia no preto e no branco.
    2) O estado brasileiro discute o projeto criado pelo tal grupo, e o estado brasileiro decide aprovar o projeto, para que ele seja colocado em prática.
    3) Para atender a todos as obrigações que a nova política de defesa impõe as forças, pelos documentos aprovados pelo estado brasileiro (Livro Branco, END PND), MB, FAB e EB fazem planejamentos, que vão do curto ao médio e longo prazo. Dai surge por exemplo o “Plano de Articulação e de Equipamento da Marinha do Brasil”, PAEMB.
    3) O Governo Federal não dá condições para que estes projetos virem realidade.
    .
    Concluímos disto que o problema é o planejamento das forças “querer tudo”, para atender as obrigações impostas a elas pelo estado brasileiro.

  26. Tudo que se falar não passará de desejo, de aspiração. A única coisa que pode mudar totalmente a situação é um GOVERNO AO LADO DO POVO E DAS FORÇAS ARMADAS E AUXILIARES. 18 vai ser um cavalo de pau num Nae classe Ford. É o que minhas narinas me dizem.

  27. Galante,

    Para o país ter aviadores navais, basta a FAB ter treinamento específico para tanto. Agora, adquirir aviões para NaE sem ter NaE é um pouco demais pra cabeça do contribuinte.

  28. O país começa a dar os primeiros sinais, lentos é verdade, de crescimento. Em quatro anos a economia estará bem melhor do que a que encontramos hoje.
    Com o presidente certo, esse poderá ver com outros olhos os projetos de defesa na segunda metade do seu mandato.
    Acredito que a MB possa ter aquilo que quer, só não vai ser agora. Não haverá Olimpíadas, Copa, ou qualquer outro grande evento que sugue ainda mais a economia do governo. Sem contar que, muitos equipamentos das três forças estarão chegando ao limite de suas vidas úteis.
    Não terá isso de não haver verba. Vai ter que se comprar e pronto. Nem que seja usado.
    Falaram da marinha japonesa…ela vem sendo construída desde o fim da Segunda Guerra. A alemã também. Não tem como comparar. São realidades bem diferentes.
    Vamos esperar e ver o que acontece.

    Abraço a todos.

  29. Alexandre Galante 21 de julho de 2017 at 12:16
    Galante, concordo plenamente com vc, temos que ter Aviação da Marinha em terra, mas tbm acho que temos que ter um NAe. Tenho uma idéa a anos sobre uma NAe e já até comentei aqui. É um conceito diferente, veja: uma NAe catobar compacto (convés de pouso 220mx55m, retangular mesmo), pista de pouso longitudinal, para no máximo 20 aeronaves, sendo em combate operando só asas fixas e sempre operando em conjunto com um porta-heli (pode ser o Ocean). Dois elevadores posicionados logo atrás das catapultas com as aeronaves subindo ao convés de voo somente momentos antes de serem lançadas. Em paz, operaria fixas e rotativas liberando assim o porta-heli para outras missões. Teria que ser propulsão nuclear e com duas catapultas eletromagnéticas justamente para liberar espaço para hangaragem e estocagem de combustível para aeronaves. Conceito diferente, mas é como se dividisse um PA convencional em dois, PA e PH, podendo operar em paz dois meios em áreas distintas.

  30. Olá Bardini!
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    Vamos lá…
    1) Isto aí não existe
    2) o estado brasileiro não discute nada
    3) quem escreve estes documentos são as Forças Armadas e encaminham ao Ministro da Defesa que manda ao congreso para ‘discussão’ e ai temos a tal ‘consulta publica’. Não existe planejamento nenhum, até mesmo porque estes documentos mudam a cada 5 anos. Estes documentos existem por existir, já que quando há alguma prioridade, ou necessidade urgente, estas são retiradas das versões seguintes do documento, antes de serem atendidas.
    4)o Governo Federal só libera a verba através do orçamento e os militares gastam como bem querem, já que são eles mesmos que escrevem a END. Governo nenhum teve ou terá coragem de pôr ordem na bagunça.
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    Concluimos que o problema está no país inteiro. Ninguém está nem aí pra nada. A única coisa que interessa é manter tudo exatamente como está; e se der, arrumar algum contrato para favorecer alguém, ou alguma empresa.
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    Ah sim. Temos de ter alguns aviõezinhos, alguns tanquinhos, naviozinhos para fazer de conta que nos importamos.
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    O único que não é culpado é o tamanho do orçamento. Este é enorme e mal gasto.

  31. Eu só não entendo o porquê da MB querer o Gripen naval sendo que a mesma não tem um porta-aviões. Tudo bem a marinha querer uma aviação de caça baseada em terra. Mas para isso, é bem mais barato adquirir Gripen E/F do que bancar o Gripen naval

  32. Sobre o assunto do post:
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    Acabem com o AF1. Cancelem a modernização e/ou arrumem alguém pra comprar os A4. Esqueçam a aviação de caça, façam pelo menos o básico antes de pensar nisto. Querem aviação de asa fixa? Peguem a aviação de patrulha, que esta sim deveria estar com a MB. Deixem os caças com a FAB.

  33. A Marinha precisa de 4 fragatas em curto prazo e a única saída é o saldão de usados. Depois definir a compra de outras 4 novas e tecnologicamente relevantes. Isso mantendo o Prosub e as Tamandaré. O resto é sonho de uma noite de verão.

  34. zorannGCC 21 de julho de 2017 at 16:04
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    Fala sério, como não existe?
    Então o Lula montar um grupo para bolar a primeira END e colocar para coordenar este grupo um tal de Jobim e outro tal de Mangabeira é peça de ficção?
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    Isso não existe então: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6703.htm
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    Outra peça de ficção foi o estado discutir e aprovar a Política Nacional de Defesa. Passando-a por onde se tinha de passar, Câmara e Plenário, onde ficam os representantes legais do povo. Isso não existiu então?
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    Amigo, o estado brasileiro existe e cada 4 anos, nós, o povo elegemos representantes. Estes discutem o que mudar e o que não mudar, e com participação aberta ao público nas discussões. Isso existe… É uma M do jeito que ai está? É… Bem grande, por isso seria bom nós acordarmos para a realidade e entender quem também tem culpa no cartório.
    .
    Agora, é muito fácil apontar erros do passado. Mas ninguém leva em conta o ambiente de 2007 e 2008, onde passava tudo que o Governo queria naquela época, e a “culpa” em boa parte é do povo, já que a aprovação do Governo era enorme e a euforia com o crescimento do brasil comia solta.

  35. Zorann está certo, modernizar os A4 (e os S2) não faz mais sentido, após a baixa do A12. A MB precisa se concentrar na atividade fim, não em devaneios

  36. Grieper ate agora e aeromodelo gigante todo feito fibra de vidro prova mente vai voa radio controle o avião caro .

  37. Amigos,
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    Se uma aviação de caça naval tiver que somente ficar “encalhada” em terra, ela perde boa parte da razão de ser, que é justamente poder operar embarcada quando necessário. Por tanto, uma aviação de caça para a MB somente terá um propósito totalmente formado se houver um tipo naval com que contar.
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    Daí que, nesse instante, não há perspectiva de uma aquisição desse tipo de aeronave no curto prazo. Portanto, se a ideia é manter ao menos algum conhecimento nessa área, é muito mais lógico manter o atual programa de A-4M…
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    Caso se queira cancelar a modernização dos ‘Skyhawk’, e na impossibilidade de um substituto digno e capaz de operar embarcado, melhor seria realmente concentrar esforços nas asas rotativas. Mas ocorre que um país como o Brasil, com uma face tão grande voltada para um oceano, não pode ignorar a necessidade de uma aviação naval de asas fixas capaz de operar embarcada; assim como não pode ignorar a necessidade de um navio aeródromo próprio… Por tanto, nem que seja um estudo deve existir…

  38. Satyricon ( 21 de julho de 2017 at 18:02 ),
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    A atividade fim da Marinha passa pela existência de uma aviação naval… E um país que tem tanto mar sob sua responsabilidade precisa contar com uma aviação de asa fixa capaz de operar embarcada.
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    Evidente que o mar não tá pra peixe, mas a necessidade de se operar embarcado com asas fixas não pode ser ignorada, e deve permanecer nos planos da MB.

  39. Olá Bardini!
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    Isto aí tudo é “pra inglês ver”. O ministro da Defesa não entende do assunto, o presidente está preocupado com outras coisas; quem será que sobrou pra escrever a nova END? E quem será que tem interesse em modificar o texto?
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    Você já viu quem faz parte da CREDN? Ou ja viu algum “debate” da comissão? É um monte de frases bonitas e fica por isto mesmo. Não tem um pra questionar de fato, algum militar que vá lá. Até mesmo porque, os caras não entendem nada do assunto. Ninguém pra questionar o excesso de pessoal, ou oque seja realmente prioritário, ou qualquer outra coisa. Os caras estão lá para aparecer na TV. Pra não dar na cara que o parlamentar não entende, existem os tais acessores para elaborarem as perguntas; o parlamentar só lê.
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    As comissões mais concorridas são aquelas onde se pode fazer mais lobby, onde há maior poder economico ou maior apelo popular. E a CRE não é das mais concorridas.

  40. Concordo com o Bruno. A Marinha tem que pensar na substituição de duas aeronaves que fazem patrulha maritima, o P95A Bandeirulha e o P3 Orion.
    Esqueçam porta-aviões.
    Hoje são 95A e 9 P3B-Orion.
    Eu acho pouco.Na minha opinião seriam necessárias pelo menos 30 aeronaves de patrulha marítima, para substituir essas aeronaves de museu.
    E já temos dois fortes candidatos, KC-390 ou E195 para prestigiar sempre a industria nacional.

  41. depois do c1 axo q tem dinheiro sobrando sim rsrs nada mais me surpreende…se fossemos analisar é muito melhor ter uns 12 seagripen do q um nae q mata mais marinheiros q o inimigo…argentina combateu o grande imperio britanico sem porta aviões…só com a aviação naval em terra…seria otimo para nós se isso acontecesse seria a melhor decisão da mb desde 1907…

  42. Gripen naval……existe mercado pra isso? Tirando a US Navy, que outros países detém Naes com catapulta de lançamento?? Ou a Suécia vai desenvolver para uso em plataformas com skyjump ou a MB está novamente acometida do delírio da guanabara….

    Mesmo que seja para lançamento em plataformas skyjump, os países detentores destes meios operarão o F-35 ou variantes russas navais.

    Esqueçam isso, é bobagem, não existe mercado para um Gripen Naval, a ida desse oficial para essa comissão da Fab é mera política de boa vizinhança emtre as forças

  43. Não tem maluquice, não tem delírio nenhum do almirantado, não tem devaneio nenhum. Tem sim um intercâmbio de experiências em avaliação e negociação de contratos, off-sets e ToTs. A MB está dentro da COPAC já faz anos. O que se faz ali é levado para a MB e vice-versa. Isso ajuda inclusive na avaliação de aquisição de helicópteros e outros meios. Para quem não sabe, a MB participou até da avaliação do F-5M quando da sua aceitação. Em determinado momento, o piloto de teste mais experiente no grupo era um CC(FN), que inclusive foi o responsável por apontar uma falha grave que gerava perda de potência brusca dos motores, posteriormente corrigida. Nem por isso vi alguém dizer que a MB iria comprar F-5… Achar que a presença de um oficial da MB, ou mais, na COPAC é evidência de que irão comprar o Gripen é o verdadeiro devaneio dessa matéria. A MB está tão interessada no Gripen quanto eu numa Ferrari, mas nos falta o “bá$ico”!… Aqueles que não possuem o espírito da crítica destrutiva vão entender que o que está sendo reportado é motivo de elogios e não pedradas sem fundamento.

  44. Acompanhar não significa comprar…o planejamento da MB segue, a médio e longo prazo, a aquisição de um NAe, portanto é natural o acompanhamento da versão terrestre para uma eventual adaptação para operar embarcado.
    Hoje a MB está inchada de pessoal e não tem condições, mas podem afirmar que daqui a 5, 10 anos a situação será a mesma ? Representantes da MB já explanaram aqui mesmo que iniciou-se uma redução de pessoal na força, com resultados mais visíveis a partir da segunda metade da próxima década.
    Então acompanhar o desenvolvimento não quer dizer nada de mais, apenas que a MB está acompanhando mesmo.

  45. BARDINI, tiro o chapéu para sua conclusão muito bem colocada… Não falaria melhor…

    Mas mudando de assunto, sem PA para que anv baseada em PA? De repente vale a pena ter uma aviação de caça naval operada em terra (russos e chineses utilizaram-se desse artifício, até a US Navy possui aeronaves que não operam em PA). Mas na verdade acho que a MB deveria ter outras prioridades mais imediatas…

  46. Só outra questão que considero peculiar:
    “Se reconhecimento sobre o mar é obrigação da marinha, entendo que reconhecimento sobre a terra é coisa do EB. Se ataque com anv de caça sobre um meio naval é coisa de marinha, entendo que ataque sobre alvos em terra é coisa de exército”
    Eu poderia até continuar mas acho que já entenderam onde isso vai chegar, vamos tripartir os meios e os recursos até não sobrar nada…

  47. Alexandre Galante 21 de julho de 2017 at 12:16

    Pois é, vai entender!

    Desconsiderando completa e ostensivamente o caso das “kombis voadoras”; é a primeira vez que se vislumbra a oportunidade de um vetor comum e de qualidade para a FAB e a MB.
    Aparentemente, é a primeira oportunidade de um caminho mais próximo do sensato, a comunidade de vetores.
    Sabemos que o histórico recente, nas decisões da tal da “mais antiga”, não tem recomendado muito (incontáveis fatores) mas, a meu ver, estranhamente agora vejo uma certa coerência.
    Aí, ocorre o quê? Paulada e cacetada.
    Como alguém disse um dia “ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”.
    Saudações

  48. Os Gripen M terão capacidade de decolar dia skyjump? Se sim, acho que a MB deveria fazer como os indianos e chineses e partir para a construção de um NAe STOBAR. Deve ser mais barato por não ter catapultas. Mas claro, tudo isso quando houver la plata.

  49. O Sea Gripen acabará saindo, pois o mercado esta ficando cada vez mais restrito a poucos modelos novos a atualizados.
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    De moderno, existem apenas o Rafale e o F-35.
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    Todos os demais já possuem um ciclo de projeto e vida mais cansado, cada vez mais dificil de acompanhar e de sobrevida. Neste quadro encontram-se F-18SH, Mig-29K, SU-33.
    .
    Ainda acho que o Sea Gripen possui boas chances na India, pois seria o unico caça dimensionado e apto a operar tanto nos Nae Stobar mais antigos na qual povoam os MIG-29, quanto nos novos CTOL.
    .
    O Sea Gripen está praticamente parado na etapa do verdadeiro prototipo fisico, aguardando alguma encomenda firme para tal. As etapas anteriores de projeto já foram concluidas.
    .
    O Brasil perder o SP foi uma lastima e certamente jogou um balde de agua fria nos suecos…resta agora tentar emplacar na India.
    .
    Como tinhamos interesse no projeto e razoavel participação no terrestre, uma encomenda naval por quem quer que seja trara alguma fração de nossa participação nisto.
    .
    Sempre fui favoravel a versão naval.
    .
    Tenho e mantenho minha aposta que em algum breve momento, demais paises necessitarão prover pequenos Nae stobar, o que reduziria a escolha de somente o F-35 ou um Sea Gripen, embora o rafale pudesse ocupar com variada restrição neste cenario.
    .
    Para o caso Brasileiro, insiro nosso pais diretamente neste contexto dentre outros os quais tenho debatido largamento com alguns colegas.
    .
    Acredito que não somente a MB deveria possuir algumas unidades, mas tambem a propria FAB em um esquadrão proprio ou misto, treinado na doutrina.
    .
    Não adianta ter mesmo que seja a melhor fragata aae do mundo….sem cobertura aeronaval, vai pro saco.
    .
    marinha que não possa dignar-se sequer a ocupar o primeiro cinturão de defesa do continente não deveria sequer existir.
    .
    Então…..

  50. Perfeito Galante , mas para isso o Gripen naval ou não , não seria indicado , mas os SUKHOI, poderiam praticamente engajar alvos em todo o Atlântico Sul , os Gripen somente embarcados , têm pernas curtas ,e transportam bem menos armamentos !

  51. Para os comentários acima sobre dinheiro que falta ou faltará , enquanto nós continuarmos aceitando esta **Conversa Fiada** , a Republiqueta brasileira continuará Perdulária , como ** NOSSOS * políticos pensando somente neles e nosso Judiciário o Pior , Mais Cara , Inoperante ,etc do Mundo , as Castas que fazem do BRASIL uma Republiqueta Corporativista e de Castas . Enquanto no mundo os Judiciários custam até 0.40% do PIB , aqui no Brasil 1.80% do PIB ( sem aposentadorias e Pensões ) , a nossa Defesa 1.40% do PIB ( com aposentadorias e Pensões ),Saúde no Brasil 2% do PIB e Tecnologia , aí uma Piada -0. Aí se entende como a Rússia com pouco mais da Metade de Nosso PIB , faz o que faz e nós aqui ,vivemos nessa situação , com o nosso próprio apoio , não devemos ficar aqui comentando Conformismo , mas atacarmos sistematicamente nossas ** AUTORIDADES ** desta REPUBLIQUETA CORPORATIVISTA DO BRASIL , se o que temos podem ser chamadas de AUTORIDADES !!

  52. JORGE F , desculpe a FAB desde sua criação mostrou-se incompetente em tudo , apenas a 40 anos temos Caças de Controle de Espaço Aéreo , agora que alguma coisa de patrulha naval e guerra antisubmarino ,etc , etc , a 30 anos temos os Amxs subarmados e sem radares , etc , isto deve-se a criação errônea da FAB , monopolista e copiada da Itália , quando lá já não dava certo , quando fez a Reggio Marina a mais Moderna do Mundo da segunda guerra , a ter problemas com navios e aviões velhos ingleses, pois Italo Balbo como nossos **Doces Brigadeiros**, afirmava que a Italia não precisava de PAs , pois sua Aeronáutica dominaria o Mediterrâneo , porque Italia era um verdadeiro PA, etc , o mesmo Papo Furado da FAB, com isso a quase 60 anos tivemos PAs e nunca desenvolvemos uma Verdadeira Doutrina Aeronaval , isto também porque em 1965 , Castelo Branco nomeou o General Peri Bevilaqua , para uma Comissão que estudaria se a Marinha deveria ou não ter Asas Fixas ; relatório final do General , A MARINHA não PODE ter Aeronaves de ASA FIXA , pois então o EXERCITO também deveria os ter, vejam o mesmo pensamento do GOLPE da REPUBLIQUETA , aquele que nos tirou a Liderança e nos transformou em Reboques do Mundo , até porque o nome deste sujeito General, era PERI CONSTANT BEVILAQUA ( sobrinho neto ) de Benjamin Constant , o militar que fugiu da Guerra e nos ajudou a ser uma Republiqueta de Terceira !!

  53. jose luiz esposito – Não cara, o Gripen E tem autonomia maior e o alcance e o raio de combate são parecidos com o do Su-35… O gripen E ainda é capaz de voar a supercruise (coisa que os sukhoi não faz), o custo é mais barato e pode ser abastecido totalmente com biocombustível o que pode diminuir ainda mais o custo.

  54. A MB tem a responsabilidade de acompanhar qualquer desenvolvimento em sua área de atuação, independente de compra imediata.

  55. Pois bem, essa tese de que só a MB vai usar o Gripen naval e que não tem mais mercado e pura besteira. 95% da aeronave naval é identica a não naval; apenas com algumas adaptações no trem de pouso, gancho etc o restante é igual. O Brasil decidiu em adotar o gripen e utiliza-lo tanto na FA quanto na MB só traz menores custo de manutenção e maior engajamento entre as forças. Agora outra questão é a desativação do A-12, vem sempre um dizer que é “costurar pano novo em trapo velho” outra besteira, se o casco aguenta mais 15 anos temos que fazer algo para usar mais esse tempo, e sem os franceses $$$.

  56. Independente de ter dinheiro ou não, no dia em que a MB abrir mão de ter uma aviação de asas fixas nada mais voará sobre nossas águas, a não ser os adversários. Faz anos que a FAB virou as costas para o mar. A nossa aviação de caça não tem doutrina de ataque a navios, não tem armamento adequado e nem sequer se adestra mais, mesmo com suas técnicas há muito defasadas. Compraram meia dúzia de P-3 quando ainda havia patrulheiros natos na força. Quantos ainda voam? P-95? Sem falar no SAR, cujo SALVAERO é o encarregado de coordenar o socorro a acidentes aéreos sobre o mar e apoiar o SALVAMAR nas demais ocorrências. Onde ficam os meios principais? Em Campo Grande – MS… muito adequado!…
    Faço coro ao Galante: e ainda tem gente que acha que a MB deveria abrir mão da asa fixa… Vou mais longe: com o tamanho do litoral que temos e a postura da FAB, caças são tão necessários à MB quanto escoltas.

  57. E qual é o mercado? India? Os indianos SE E QUANDO desativarem os caças de origem russa irão provavelmente adotar o Rafale, que já é navalizado.

    China, Russia, India, Coreia, Italia, UK adotarão o Gripen Naval? Claro que nao, seus projetos de meios sao baseados em outras aeronaves, com capacitações VTOL ou já operacionais no ambiente de uso de skyjump.

    Para fazer o mínimo sentido existir um Gripen naval, a MB deve assinar a compra de no mínimo uns 80 aparelhos, o que sabemos, nunca irá acontecer.

    Vejam, eu sou A FAVOR da MB possuir caças, entretanto não vejo o menor sentido em ser o Gripen Naval. Acho que esta escolha precisa ser complementar as capacidades da Fab, não similares. Um caça de longo alcance, baseado em terra, com forte capacidade anti-navio, que complemente os Gripens da Força Aérea, aliado à aeronaves de patrulha operadas pela MB, é o melhor cenário, na minha modesta opinião.

  58. Claudio,
    Pegar o projeto de um caça VTOL e transformá-lo em um caça convencional é fácil. Isso foi feito no caso do F-35 cuja versão base foi a atual versão “B”.
    Pegar um caça convencional e transformá-lo em um VTOL é impossível. No final ele não teria nenhuma relação com a aeronave que lhe deu origem.
    O máximo que se poderia fazer num absoluto exercício de imaginação seria dotar um hipotético Gripen naval SSTOL com um sistema TVC 3 D na tubeira de escape semelhante ao que foi instalado no avião de testes X-31. Combinado com os canards móveis ele não seria um verdadeiro VTOL mas poderia pousar em um porta aviões sem ajuda de cabos e poderia ser lançado sem ajuda de catapultas ou rampas. http://www.bredow-web.de/ILA_2004/Jagdflugzeuge/X-31_Vector/a_X-31_Vector_-_Steuerdusen.jpg
    O X-31 podia ficar “dependurado” pela força de seu empuxo com o bico apontado quase na vertical e praticamente zerava a sua velocidade e aí ele repentinamente voltava de novo à posição horizontal e pousava no convoo.

  59. Olá a todos!
    .
    Não há como atender todas as necessidades. Isto está mais do que claro. 90% do orçamento é gasto com pagamento de salarios a ativos e inativos. As FAs são inchadas, é gente demais pra pouco orçamento. Esta situação vai mudar? Sinceramente eu duvido.. Os gastos estão congelados por 20 anos (medida acertada do governo que está aí, independente dele ser corrupto ou não); para aumentar os gastos em uma área, há de se cortar em outra. Vão cortar de onde? O governo já possui muito pouca capacidade de mexer nos gastos, já que muitos deles são obrigatórios. Das mordomias e/ou facilidades que não será. Aí eu faço a pergunta: Como atender todos os desejos das 3 forças? O dinheiro vai sair de onde? Esta é a questão.
    .
    A END ainda em vigor determina: Cabe a FAB: “Exercer a vigilância do espaço aéreo, sobre o território nacional e as águas jurisdicionais brasileiras, com a assistência dos meios espaciais, aéreos, terrestres e marítimos, é a primeira das responsabilidades da Força Aérea e a condição essencial para impedir o sobrevoo de engenhos aéreos contrários ao interesse nacional. ” “A capacidade para levar o combate a pontos específicos do território nacional, em conjunto com a Marinha e o Exército, constituindo uma única força combatente, sob a disciplina do teatro de operações.” OBS: Espaço áreo: O espaço aéreo de um país é a porção da atmosfera que se sobrepõe ao território desse país, incluindo o território marítimo, indo do nível do solo, ou do mar, até 100 quilômetros de altitude, onde o país detém o controle sobre a movimentação de aeronaves.
    .
    Se a FAB não tem mísseis antinavio em seus caças (o pacote inicial de armamentos comprados para o Gripen não tem o RBS-15 – os P3 tem alguns Harpoon) ou capacidade de atacar uma marinha invasora, o erro está na FAB. Ao invés de corrigirmos o erro, que sai mais barato ( e orçamento não permite muita coisa), a quem defenda que a Marinha tem que ter seus próprios caças, oque sai mais caro? Como se não tivessemos outras prioridades.
    .
    Só uma curiosidade: Os A4 modernizados da Marinha, tem algum missil antinavio integrado? Não né?

  60. O que vem a ser o território marítimo?
    Os AF-1 não possuem um míssil anti-navio integrado, mas é só isso que se pode usar contra um navio? Bombas não servem? E se você nunca treinar lançá-las contra um alvo móvel e defendido como é um navio, vai acertar? Pode não ser o ideal, mas é muito mais do que nada, que é o caso da FAB.
    Cabe à MB proteger e fiscalizar nossas águas jurisdicionais. O emprego de aviação de caça está perfeitamente enquadrado na tarefa.

  61. Ok

    Que comprem 18 F-39
    9 Monoplace e 9 biplace e com pods pra guerra eletrônica assim como o F-18Growler
    Comprem 48 Excocet + 6 P-195 para patrulha e pronto.

  62. Concordo com o Sr. Galante e outros comentaristas que seguem a mesma linha de raciocínio. afinal de contas concordo com todos os descontentes e revoltados com a situação atual. Abraços a todos.

  63. Lynx,
    Pelo seu raciocínio devemos treinar nossa infantaria com arco e flecha ou com o Gládio. rsrsss
    Bombas hoje só servem para atacar navios civis, e aí pode-se utilizar o canhão ou mesmo um lançador de foguetes, que me desculpem os argentinos, mas ao meu ver teriam causada mais estragos que suas bombas que não detonaram.

  64. Lynx,
    Quais são as chances de um A-4 conseguir lançar uma bomba sobre um navio atual de uma grande potência?
    A verdade é que a FAB e a MB estão piores do que a Armada Argentina na década de 80 em se tratando de ataque aéreo a alvos navais. Ou seja, 30 anos de atraso, no mínimo.

  65. Quais são as chances de um A-4 conseguir lançar uma bomba sobre um navio atual de uma grande potência?
    .
    Pode ser complicado fazer isso nos dias de hoje, mas é preciso dar um certo respeito ao A-4:

  66. Me alinho com os comentários zorannGCC, é fundamental definir prioridades. Muitos estão esquecendo que por 10 anos o orçamento brasileiro só terá reposição de inflação, não tem aumento real, se isso não cair, ou se define prioridades ou morre.

    Então, pela ordem, se é para ter asa fixa, que se comece pela aviação de patrulha, que a FAB quis repassar e a Marinha recusou. Não é a mesma coisa que ter um caça naval mas pode levar missil anti-navio e ainda pode identifica-los. É um começo.

    E outra, se agora tem que definir prioridade, então tem que analisar, de verdade, o que cabe no orçamento, uma aviação baseada em terra ou uma aviação embarcada e toda a sua estrutura de apoio.

    E se o Gripen custa 150 milhões de dólares (450 em reais), quanto custaria a sua versão naval? Considerando a experiência do Rafale M, não seria nada barato, e ainda tem o custo de desenvolvimento.

    Um Su-34, segundo o wikipedia, ‎custa US$36 milhões, vamos supor que, com armamento, um contrato de logística e peças sobressalentes, e o treinamento, esse preço seja multiplicado por 2,5, sairia por 90 milhões a unidade. Não duvido que um Gripen naval saia pelo dobro deste valor.

    Portanto, a Marinha tem que colocar seus técnicos na mesa e fazer cálculos sobre o que é possível fazer com seu orçamento, não basta dizer que quer um Gripen Naval.

  67. Um A-4 para conseguir atingir com bombas burras um moderno navio de guerra teria que investir em sistemas de ECM avançados e caros que não seriam garantia de sucesso. É melhor investir num míssil que também não garante sucesso mas o piloto não morre no processo.

  68. J.Silva 22 de julho de 2017 at 18:01
    ‘Me alinho com os comentários zorannGCC, é fundamental definir prioridades.”
    É quase por ai. Tem que se ter prioridade sim, mas a MB não esta em guerra com a FAB, se a FAB tem hoje aviação de patrulha, a prioridade esta coberta. A PRIORIDADE É DEFESA NACIONAL. No caso dos caças, sejam eles navais ou não, a MB tem que possui-los. Os possíveis 108 Gripens da FAB já seriam poucos em tempos de paz para proteção do território continental, se aumentarmos isso com o Atlântico ai que ferrou mesmo. Só mais uma coisa, a MB não esta comprando nada, ela esta fazendo o certo, esta acompanhando, se daqui 10 ou 15 anos ela comprar terá o conhecimento do que comprar ou desenvolver. E se comprar um caça naval daqui a dez anos, esse terá uma “vida” de uns quarenta anos, e se daqui a vinte comprar ou construir um PA já terá seus caças para embarcar.

  69. Jorge F ( 21 de julho de 2017 at 23:34 );
    .
    Chineses e russos operam em mares fechados a maior parte do tempo… Mas mesmo eles não abdicam de sua aviação embarcada. E sua aviação baseada em terra opera normalmente em conjunto com a aviação embarcada.
    .
    Nessa situação particular, uma aviação naval dotada de aeronaves de caça capazes de operar embarcadas, pode, havendo oportunidade, operar em conjunto com outras marinhas amigas dotadas de porta-aviões. Ou seja, existe a possibilidade de ao menos manter alguma proficiência…
    .
    Ademais, ter as aeronaves de caça “navalizadas” mantém vivo o propósito de operar embarcado, coisa que desapareceria com uma aeronave de mesmo tipo baseada em terra. Se o País tivesse dinheiro e optasse por, por exemplo, um Su-30, isso poderia tornar politicamente inviável uma nova compra, ou no mínimo forçaria uma aquisição condizente mais a frente. Por tanto, se é pra ter uma aeronave de asa fixa na aviação naval, mais lógico deter uma aeronave capaz de operar embarcada de uma vez…

  70. jose luiz esposito ( 22 de julho de 2017 at 10:07 );
    .
    A FAB a muito já é uma força aérea de mentalidade americana. Aprendeu a ser desde a Segunda Guerra… Quase o mesmo pode se dizer da aviação naval, cujo modo de operar é essencialmente inspirado no da OTAN.

  71. A FAB está costas para o mar porque o imperador do principado da Guanabara, e que o Atlântico sul seis o “mare nostrum” tupiniquim a FAB foi cuidar do que ela tem q priorizar.
    Acontece que ao invés de começar a cada pelo chão, começaram pelo telhado e usando material de construção usado.
    Porque desde aquela reunião em 3007 ou 8 eu não recordo, aonde foi ofertado a patrulha para A MB e os marinheiros declinaram, porque:
    Porque é a missão complexa e cara e os patetas de plantão achavam que seriam o novo top gun hemisfério sul com um.navio de 60 anos,.um caça de 40 é um COD de 50 anos.
    A MB tem parar de inventar desculpas, e querer transferir a responsabilidade para as outras forças das missões que ela não cumpre e não deixa ninguém cumprir.
    O negócio da MB e empurrar água, mas hoje estao mais preocupados com quem vai para o exterior em comissão naval, que vai fazer curso de achar macaco em árvore na Pqp e não sei mais o que.
    Atacar um navio com um A 4 com bombas burras, mesmo enfrentando uma marinha sul americana seria suicidio, mas infelizmente continuam vivendo de passado e os únicos pilotos corajosos que eu sei, jazem mortos no gelido Atlântico sul.
    As últimas decisões dá MB envolvendo Ada fixa trouxeram duas coisas:
    Frustrações e prejuízos homerica ao erário público, ou alguém acredita que pagar quase 40 milhões de dólares por um Trader e um bom negócio?

    G abraco

  72. E preparem se colegas de blogs e contribuintes do erario público Brasileiro.
    Vem aí a conta M Maia, que já estão tentando dar uma curva e escamotear.

    G abraco

  73. Bardini, complicado seria eu comprar uma Ferrari, um F-35, uma mansão em Tel Aviv e casar com a Gal Gadot.

    Um A-4 acertar uma bomba numa Freem ou num KDX da vida é praticamente impossível.

    O A-4 do vídeo merece tanto respeito que a RNZAF o aposentou há mais de uma década.

  74. Porque desenvolve griper pouso e decolagem vetical igual F35b seria muito ultil .poderia posar qualque navio paa reabastecer.

  75. A MB acompanhando um projeto q ainda deve demorar? fico pensando o q mais há por aí. Talvez uma jogada de longo prazo. Estamos em 2017. o Gripen Naval deve demorar pelo menos uns três ou quatro anos, talvez mais…
    Muita coisa pode acontecer neste meio tempo. Talvez existam mais variáveis aí q nem imaginamos. esta notícia é uma fumaça no horizonte. só não consigo imaginar qual seria a fogueira.

  76. Juarez
    Você sabe muito bem que o famigerado Plano Phoenix da FAB é anterior ao Imperador na MB. Nesse plano até o 16 iria para a fronteira Oeste. No litoral nada. Também não gosto do Imperador e você sabe disso, mas não foi por causa dele nem da MB que a FAB virou as costas para o mar. A cronologia dos fatos não permite essa desculpa. Ela virou as costas para o mar por uma deficiência de análise estratégica que a coloca, eternamente, subserviente ao EB. A MB não está transferindo nada a ninguém. Pelo contrário, outros é que não assumem suas responsabilidades
    Tem certeza que é a MB quem tá preocupada em mandar gente para o exterior? Me conta aí por que é que um certo coronel, que ganhou apelido de “sueco”, tá agora servindo nos EUA. Vai avaliar o Gripen lá? Kkkk.
    Não dá para atacar esse monte de OPVs que proliferaram por essas bandas com A-4? Tá legal… Conta isso para os ingleses. Mas com A-1 que não tem radar nem treina é que não dá mesmo. Não vai nem encontrar o alvo, pois não tem P-3 voando para designá-los…
    Vou falar de novo: os A-4 são suficientes? Nem de longe, mas são muito mais do que a FAB tem ou pretende ter. Pelo menos estão no caminho. Lá longe, mas estão.
    Bosco
    Com qual míssil ar-superfície você iria afundar o HVU de uma frota defendida por escoltas?

  77. Srs
    Países mais sensatos do que a Belindia, para definir os seus recursos de defesa avaliam o cenário mundial e estabelecem as possíveis maiores ameaças e a partir daí estabelecem o seu planejamento.
    Perguntas:
    Nós, tupiniquins habitantes de Belindia, temos alguma ideia das possíveis ameaças a este gigante deitado em berço esplêndido?
    Estamos atentos as mudanças geopolíticas que acontecem no mundo?
    Pensamos nos possíveis cenários mundiais nas próximas décadas?
    Pelo que se pode observar nos textos que, em tese, devem ser os documentos norteadores do planejamento de nossas FA`s, a resposta é não para as três questões.
    Aliás, o mesmo pode-se dizer sobre a maioria dos debates sobre a MB e nossas FA`s em geral.
    O fato é que, baseado nos argumentos em voga e na crença difusa que impera no país, as FA`s nem deveriam existir, pois a Belindia tem um povo de índole pacífica que é benquisto por toda a humanidade e não tem riquezas que despertem a cupidez de outros povos. Belindia é quase o paraíso na Terra.
    Diante desta realidade cultural, resta a nossos militares fingirem que levam seu papel a sério e procurar tirar a maior vantagem possível.
    Daí a falta de seriedade nos planos, a dispersão em atividades que só marginalmente tem a ver com defesa, o foco em atividade meio e não nas atividades fim, a visão corporativa e até a lógica que leva a inchar o quadro de pessoal sem necessidade.
    Isto só mudará quando e se o país pensar o futuro e passar a encarar o mundo como ele é e não como seus “pensadores” idealizam.
    Ou, talvez, quando um povo mais pragmático o dominar.
    Sds

  78. Bardini, a Draken não tem por missão afundar navios. A MB tem (ou deveria ter).
    Usar o A-4 para simular combates aéreos é algo bem mais simples do que afundar uma fragata atual.

  79. Juarez 22 de julho de 2017 at 19:30

    Boa lembrança Juarez. Na época, falou-se bem pouca coisa sobre esta questão específica. Parecia até algum tabu. “Sic transit gloria mundi”.

    Forte abraço

  80. Mas a única função dos A-4 se resume simplesmente em afundar navios?
    Não.
    Assim como a Draken da utilidade aos A-4, a MB poderia e vem dando utilidade a eles em treinamentos diversos.

  81. Lynx, depois dos delírio do Fênix “fabricado” pelo “imperador” da FAB que sucedido por um comando de verdade sob a batuta do Brig Saito, q não foi perfeito, mas de certa forma trouce a força para a dura realidade.,as coisas mudaram e tu bem sabe dusto.
    O A 1 M tem condicoes de fazer um ataque naval, basta comprar o armamento, integrar e treinar, mas é esta a prioridade hoje?
    Não, não é, tem cem coisas na frente.
    A FAB não tocou p frente o refit das asas do P 3 em função da decisão da MB, e tem um míssil lá que funciona, no Harpoon, serve?
    Lynx,se tu achar um só piloto naval que tenha coragem de sentar na cabine de um A 4 com bombas burras penduradas para atacar uma Melo 360 Argentina, uma L Chilena, ou uma Lupo Peruana leva o cara para hospício, pois ele tem tendência forte ao suicídio.
    Acho que a morte do capitão Igor ainda não fez a aviação naval e a MB descer do pedestal da empafia e vir para a planície da realidade, que pena, anrigamenye avida de pilotos serviam como exemplo daquilo que não se deve fazer.

    G abraco

  82. Ádson…
    .
    quanto a sua pergunta sobre o A-1 ter gancho de parada é o seguinte: …muitas aeronaves
    baseadas em terra o possuem, inclusive o “meu” F-15 que nunca terminei de montar, para se conseguir uma desaceleração rápida ou mesmo em pousos de emergência, para tanto são necessários cabos colocados ao longo da pista.
    abs

  83. Lynx, péssimos oficiais tem em todas as forcas, a diferença é que eu não sou conivente com nenhuma delas, principalmente com a FAB, pois não faço parte do CORPORATIVISMO Vincente.
    Eu poderia fazer uma enorme dissertação aqui para o pessoal do blog sobre o custo do oficiais que “acompanharam” o processo Trader, inclusive poderia detalhar determinadas despesas que seguramente provocaria revolta, repulsa e até ânsia de vômito em alguns dada a situação do país e da infra estrutura básica caindo aos pedacos,mas eu vou silenciar e deixar o tempo fazer o trabalho.

    G abraco

  84. Dalton,
    Você só esqueceu de dizer o quanto esse gancho é importante em caças terrestres e quantas vezes ele foi utilizado na prática (exercícios não serve), que foram… deixe ver se me lembro…… …… (pensando) …………….. nunca. rsrssss
    Ou seja, é um apêndice inútil! Se brincar 90% dos países do mundo (supondo que a imensa maioria operem caças baseados em terra) sequer adquiriram essa parafernália de cabos em pistas de terra e quem adquiriu nunca treinou a utilização deles.

  85. Respeito o conceito apresentado por todos, dou fé que mais vale uma A4 do que nada.
    Mas se não temos um NAE, precisamos de Caças em terra, com o maior alcance possível, e dotado para ar-ar e ar-mar.
    Eu só conheço o SU-34, pelo alcance e características para repelir possíveis ameaças.
    E precisamos de dentes, mísseis padrão paras as três forças com tecnologia de hiper velocidade, mach 5 para frente.

    Mas penso em defesa de camadas. Então no meu ver tanto pelo mar e pelo ar, a Marinha deveria começar a proteger o litoral 50km, depois 100km, 300km, 500km, 1000km, e só então pensar em um NAE, para expedições.

    Mas este conceito só avançar para a próxima camada quando a primeira for completamente protegida.

    Pois o que adianta ter 4 fragatas poderosas, se depois que superadas não teremos nada para defender sua retaguarda.

    Agora se cada camada que o inimigo superar, mais dificuldade encontrar ele será dissuadido.

    Neste contexto entra todo tipo de defesa, sistemas astros, aquele mississel que cada dia tem um nome de 300km, caças baseado no continente, patrulhas oceânicas, mini corvetas, os nossos tupis, logo mais scorpene, tudo.
    Então teremos, condições de sim ter uma marinha expedicionária.

    Antes disso é rasgar meu dinheiro.

  86. Control,
    meus parabéns pela sensatez do teu comentário.
    O nosso verdadeiro (e único) inimigo real está sentado em cadeiras brincando de representar o povo brasileiro (que os elegeu – e não consigo entender bem como um povo tão esperto (para tantas outras coisas) ainda continua fazendo isso…
    Enquanto houver estes tipos “conduzindo os destinos desta infeliz nação” e entregando de mão beijada o que as grandes corporações mundiais querem, não haverá necessidade de guerras ou invasões e as Forças Armadas seguirão nesta infindável encenação teatral chamada “defesa da pátria e seus recursos”. Sempre a chorar por mais recursos e sem ao menos demonstrar saber usá-los.
    Que lástima ver e presenciar a tudo isto sabendo que o futuro não trará mudanças benéficas enquanto mudanças mais radicais não acontecerem.
    Uma pena!
    Abraços,

  87. Um dos problemas de terem optado por este projeto do Gripen NG foi que, devido ao reposicionamento do trem de pouso central e da substituição do trem de pouso dianteiro de duas rodas para este de apenas uma, um dos grandes trunfos do Gripen C/D foram perdidos, ou seja, como o airframe do Gripen C/D era reforçado para operar em rodovias, o trabalho que adaptação para operações embarcados não seria tão grande, além de que as diferenças entre às aeronaves “terrestre” e às “navais” seriam bem menores (conforme dito pela própria SAAB quando começou essa possibilidade de um Gripen naval lá no início dos anos 2000).
    .
    Agora, com este novo airframe do Gripen NG, isto tudo foi por água abaixo, ou seja, vão ter que reprojetar tudo. Mais uma bola fora deste projeto Gripen E/F com este airframe.
    .
    Reparem às diferenças entre o Gripen E/F e o tal Sea Gripen (hoje Gripen M).
    .
    Até mais!!! 😉

  88. Bardini, tu não entendeste patavinas do que eu coloquei. Um conselho, pára de querer bancar o garoto propaganda da SAAB. Debater passionalidades é difícil, putz!!!
    .
    Diferenças entre as versões sempre vão existir, o que é normal, a questão está no quão diferente estas versão são uma da outra, bem como os custos de desenvolvimento envolvidos, com o dinheiro disponível para tal empreitada. Quanto menor os trabalhos de modificação, menores os custos de desenvolvimento. E só na tua cabeça em acreditar na SAAB de que seriam apenas 5% de diferenças entre uma versão e outra. Já escutou o ditado de que papel aceita tudo?!
    .
    Ah tá, só para lembrar, a Suécia não iria ajudar a bancar nada. Diferentemente do Gripen E/F (que diga-se de passagem eles não tinham interesse neste novo airframe), o Gripen M não lhe diz respeito, pois não tem em quê usar. Ou seja, se quisermos algo neste sentido, mais dinheiro brasileiro vai ser preciso e quanto menos gastamos melhor, ou não?! Por favor, menos paixão e mais raciocínio.
    .
    Até mais!!! 😉

  89. Quanto ao debate dos colegas sobre as responsabilidades de cada força…… É por estas e outras que temos FFAA medíocres.

  90. Bardini, veja o Gripen NG, com a nova configuração do trem de pouso principal (central). Veja como as rodas estão arqueadas.
    .
    https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRl7nT0VHxhgcSCO9VCnKG4symKonOIQ1PEXgxH81JWKUWt6X8j5WT_4lWm
    .
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSSRbW-D2kSSxzm_N5Zbr94VKk2qWnyBotOHWZzxR8-fZsnBpmPP0qVLWn31g
    .
    Imagina isto tendo que pousar num Porta-aviões?!
    .
    Agora o trem de pouso principal (central) do Gripen D.
    .
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRww9dXujmQxpRceph332emzXxmZ22p8N3iTTAFK8IWUtPIM4BuYynb3LuB
    .
    Desculpa, mas não dá para acreditar que houve melhorias do C/D para os E/F. Não em relação a isto. A única melhoria, se é que podemos falar assim, foi no aumento de combustíveis interno, consequentemente na autonomia, mas isto não vem sem piora no desempenho da aeronave. Mas é claro, quem prefere acreditar em propaganda de fabricante, fique a vontade.
    .
    Eu não sou crítico do Gripen C/D, mas sou do que fizeram neste projeto do E/F. Este é um dos motivos.
    .
    Até mais!!! 😉

  91. Juarez, sem perceber, você já justificou o VF-1. A FAB não tem o mar como prioridade! E vc confirmou. Então o jeito é a MB se virar com o que tem.
    Atacar navios com bombas burras? Primeiro depende do navio. Segundo, para se chegar ao emprego de armamento mais sofisticado, precisamos dominar o mais básico. Ou não?
    O que a MB tem haver com os problemas de manutenção dos P-3? Por acaso foi ela quem escolheu os aviões, participou da definição do projeto? Agora a culpa dele não voar é da MB, porque, teoricamente, não quis assumi-los? Forçado, heim?
    Prioridade? No momento é prender traficantes e bandidos. Por isso vamos abdicar do resto?

  92. Quando uma Marinha pensar em ter Caças deve senpre ver o exemplo da Marinha Alemã, ja tiveram mais de 100 Panavia Tornados equipados com mísseis AS.34 Kormoran e AGM-88 HARM anti-radar mas estavam em dificuldades no início dos anos 90 no dilema de modernizar os navios ou manter seus Tornados, com a decisão da Alemanha de reduzir os aviões de combate devido ao tratado CFE entre a OTAN e o Pacto de Varsóvia a Marinha se livrou dos Tornados e ficou só com dois aviões nas asas fixas, o Breguet Atlantic de Patrulha e Elint/Sigint e o Dornier Do 228 de transporte leve e vigilancia anti-poluição.
    Os cerca de 100 Tornados foram transferidos a Força Aérea que inicialmente usaria alguns para substituir os F-4, mas como resolveram reduzir mais sua Caça com o fim da Guerra Fria e desmantelamento do Pacto de Varsóvia os Tornados acabaram sendo desmontados para fazer suprimento.
    Hoje a Marinha Alemã nas asas fixas tem o P-3C de Patrulha e os Do-228 antipoluição.
    Foto do Do-228 anti poluição pouco conhecido.
    . http://images.flugrevue.de/sixcms/media.php/11/thumbnails/Do228-Marine-2013.8560420.jpg.8560436.jpg

  93. Strobel, quem foi oi um oficial aviador naval da RR da MB, Nick name l
    Lynx, tá escrito aí em cima,basta tu sair do teu mundo wiki e ler com atenção.

    G abraci

  94. Lynx, a FAB propôs a MB transferir os O ,95 e os P 3 sem ônus a MB e ao da fazer a conversão.opwtacio Al sem custos, se a MB concordar, o custo do refit das asa e por conta dela, agora se a MB não quiser e optar por conta. aquelas merdas super faturadas do Trader para criar um circo aéreo e problema dela MB, e ainda se não quiserem, e optarem por continuar a fazer de conta operando com dois A 4 e torrando i Din Din do contribuinte para tá bom, por mim vocês enfiar no no C……..u estes aviões, vocês continuam os mesmo, arrogantes, prepotentes a e inúteis q nao cumprem a missão e querem repassar a responsabilidade para outros.

    G abraco

  95. Wellington,
    .
    Os estudos de projetos do Sea gripen foram finalizados, pois desde 2008 o mesmo aborda e tenta emplacar aqui ou na india.
    .
    Isto se arrastou O NG por sua vez tambem se arrastou por este mesmo tempo.
    .
    Ou seja, ambas as versões compartilharam paralelismo de com os ultimos requisitos.
    .
    Do que se sabe, é que o projeto foi finalizado naquilo que antecede o projeto final do prototipo fisico de voo de testes, similar ao que é hoje o KC-390. Ou seja, foi feito. O que falta é aparecer o cliente para efetivamente bancar o prototipo 01 de testes.
    .
    O quanto existe dele fora do que o fabricante afirma é pura inferencia, mas sejamos tambem sensatos. Todos aqui sabem que houve este paralelismo.
    .
    Da mesma forma, ninguem consegue aqui explicar como o redesenho interno do NG apesar de manter as mesma dimensões, ficou mais pesado mesmo tilizando novos materiais e tecnicas construitivas mais avançadas em relação ao anterior. Obvio que não é apenas pelo tanque de combustivel adicional.
    .
    Fica claro que é um airframe basico mais reforçado, coerente com o discurso da Saab sobre a comunabilidade entre as versões terrestre a naval.
    .
    Esta estoria de redesenhar tudo é coisa do passado, redesenhado ele já foi com olho nos potenciais dos dois mercados.
    .
    Não em outra explicação a não ser que a inteligencia estrategica tenha falhado em não correlacionar o dois mercados potenciais e que as tecnicas construtivas e de materiais tenham sofrido downgrade…
    .
    E de novo, não adiante de melhor a misileira de 6 mil ton, 9 mil ton do mundo…..a fragata dos sonhos se ele tiver de ficar no porto por falta de Cap…..esqueçam Caps vindas do Continente….
    .
    Marinha tem de ser o cinturão mais distante de defesa.

  96. Wellington,
    O trem de pouso do Gripen E/F é mais robusto que o do Gripen C/D, porque os pesos máximos de pouso e decolagem são maiores.
    Quanto ao projeto do Sea Gripen / Gripen M, tanto o trem de pouso dianteiro quanto o principal propostos são diferentes dos projetados para o Gripen E/F, como pudemos nos informar na Suécia, na cobertura do lançamento do Gripen E.
    Há uma matéria completa a respeito publicada no Poder Aéreo comparando os trens de pouso do Gripen M com os do E/F, acessível a partir de outra mais curta publicada aqui no Poder Naval, em maio do ano passado.
    http://www.naval.com.br/blog/2016/05/31/sea-gripen-gripen-m-sem-reinventar-a-roda-no-trem-de-pouso/
    Infelizmente neste final de semana o servidor do Poder Aéreo está com problemas, então por enquanto vale apenas o breve texto do link acima para vc se atualizar a respeito. Mas guarde o link abaixo para acessar a matéria completa quando o servidor do Poder Aéreo voltar ao normal:
    http://www.aereo.jor.br/2016/05/31/projeto-do-gripen-m-comparado-ao-c-e-ao-e-os-trens-de-pouso/

  97. Sea Gripen em bases aeronavais com mísseis antinavio e doutrina e treinamento adequado.
    O único problema que vejo nisso é estarmos 35 anos atrasados, desde as Malvinas.

  98. Wellington Góes ( 23 de julho de 2017 at 13:59 );
    .
    O novo trem de pouso foi deslocado para a raíz das asas, apoiado muito próximo de onde ficaria a longarina… Não me consta que seja necessariamente a parte mais fraca…
    .
    http://tropasearmas3.xpg.uol.com.br/Gripen-D-e-Gripen-NG-Demo-diferencas.jpg
    .
    http://www.bestchinanews.com/url.php?p=http://www.afwing.com/upload/2016-07/jas39/jas39c-ecompare.jpg
    .
    A razão, segundo divulgado, foi abrir espaço na fuselagem para mais combustível.
    .
    A estrutura, ao contrário, ficou muito mais robusta. E certamente é mais simples que a do Gripen C, que é curvada para fora para permitir uma bitola maior.
    .
    http://www.gripenblogs.com/Lists/Photos/Gripen-NG-Demo-trem-de-pouso-baixado-em-voo-foto-Saab.jpg
    .
    Quanto ao trêm de pouso frontal, não é pré-requisito que tenha duas rodas pra ser resistente e mesmo permitir operações embarcadas… Basta que seja bem reforçado…
    .
    http://imgproc.airliners.net/photos/airliners/5/4/1/1613145.jpg?v=v40
    .
    Não vejo porque os suecos não poderão bancar uma parte do desenvolvimento, haja visto esse ser um produto originalmente seu, e do qual certamente irão tirar seus lucros em qualquer versão desenvolvida posteriormente…

  99. Wellington Góes ( 23 de julho de 2017 at 13:59 );
    .
    O novo trem de pouso foi deslocado para a raíz das asas, apoiado muito próximo de onde ficaria a longarina… Não me consta que seja necessariamente a parte mais fraca…
    .
    h ttp://tropasearmas3.xpg.uol.com.br/Gripen-D-e-Gripen-NG-Demo-diferencas.jpg
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    h ttp://www.bestchinanews.com/url.php?p=http://www.afwing.com/upload/2016-07/jas39/jas39c-ecompare.jpg
    .
    A razão, segundo divulgado, foi abrir mais espaço na fuselagem para mais combustível.
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    A estrutura, ao contrário, ficou muito mais robusta. E certamente é mais simples que a do Gripen C, que é curvada para fora para permitir uma bitola maior.
    .
    h ttp://www.gripenblogs.com/Lists/Photos/Gripen-NG-Demo-trem-de-pouso-baixado-em-voo-foto-Saab.jpg
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    Quanto ao trêm de pouso frontal, não é pré-requisito que tenha duas rodas pra ser resistente e mesmo permitir operações embarcadas… Basta que seja bem reforçado…
    .
    h ttp://imgproc.airliners.net/photos/airliners/5/4/1/1613145.jpg?v=v40
    .
    Não vejo porque os suecos não poderão bancar uma parte do desenvolvimento, haja visto esse ser um produto originalmente seu, e do qual certamente irão tirar seus lucros em qualquer versão desenvolvida posteriormente…

  100. Agora eu virei garoto propaganda. Daqui a pouco vão falar que eu faço looby! pq a SAAB tem me pagado para que eu comente a favor do produto deles, pq eles necessitam emplacar mais vendas… Daqui a pouco vão dizer que eu também faço looby para a Fincantieri, para a Selex… Mas se bem que pelo que se comenta por ai, quem paga bem é a DCNS!
    .
    Fala sério… Wellington, o que que você estende de trem de pouso para dizer que existe algo errado com o Gripen E?
    Ou tudo se resume ao problema de “Roda arqueada”?
    .
    O Gripen M usará um trem de pouso mais reforçado se vier a existir, o que vai ser beeem difícil. De resto, muda o que para o Gripen E?
    .
    É basicamente a mesma solução do Rafale, que tu tanto idolatra… Aliás esse é o problema do Gripen para você, não é o Rafale.

  101. Juarez, a FAB tambem treinou ataque com bombas burras no P-3AM e isso não quer dizer que fariam este tipo de ataques com o Orion a um navio ou alvo terrestre.
    Sabem que em uma guerra isto seria suicídio.
    Quanto ao Wikipedia, é uma boa fonte de consulta inicial que eu não tenho a menor vergonha de dizer que uso. Apesar de conter alguns erros, basta ter atenção e se parecer errado verificar nas fontes citadas.
    . http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/23006/OPERACIONAL%20-%20Militares%20da%20FAB%20encerram%20exerc%C3%ADcio%20de%20emprego%20armado%20da%20aeronave%20P-3AM

  102. Wellington Góes 23 de julho de 2017 at 13:59
    Bardini, veja o Gripen NG, com a nova configuração do trem de pouso principal (central). Veja como as rodas estão arqueadas
    Góes, nenhuma dessas fotos é do NG.

  103. Wellington,

    Você disse que a autonomia do Gripen E mas teve contraponto a piora do desempenho (em comparação com a versão anterior).
    Você poderia embasar?Pois a relação potência/peso com ambos tanques internos cheios são semelhantes.
    Quanto aos trens de pouso, os do protótipo são diferentes da aeronave demonstradora.
    http://defense-update.com/wp-content/uploads/2017/06/Gripen_E_First_Flight_1021.jpg

    Detallhe: a medição de “olho” é exatamente o mesma divergência que está ocorrendo entre o rcs do Pak Fa com os caças americanos de 5ª geração. Tem desenhos semelhantes, mas a diferença entre o rcs é enorme. O Pak Fa nem pode ser chamado de “caça stealth”.
    O requerimento da Flygvapnet que determinou o trem de pouso reforçado para Gripen na raiz (há 30 anos atrás) que era para operação em pistas curtas e mal preparadas (Bas 90 Road System) é o mesmo que determinou para o Gripen E. O “E” tem 900 requisitos determinados pela Força Aérea da Suécia. Um outro requisito interessante é de, embora a aeronave tenha 90% de componentes diferentes das versões anteriores, é que tenha a mesma filosofia de manutenção e não acresça ferramental. O que reforça o baixo custo de operação.

  104. Vou colocar minha visão de leigo: pelo que li, o Gripen NG tem alcance de mais de 3000 km, e com reabastecimento aéreo isso aumenta muito. MAS leva somente 5 toneladas de armas. Este ponto para mim é fatal. Um Rafale M ou F18 E levam quase o dobro de peso em armas. Se o próximo governante do Brasil decidir firmemente em investir, suponhamos, em um NAe classe Charles de Gaulle, o ideal seria que fosse suprido com Rafale M ou F 18 E.

  105. Fiz mais acima comentário (às duas e meia) com links de matérias exclusivas do PN e PA a respeito do trem de pouso do Gripen M (naval). Ficou presa por duas horas por problemas técnicos. Recomendo darem uma olhada. O trem de pouso proposto é totalmente diferente do usado no Gripen E, compartilhando, obviamente, sua posição para recolher sob as asas. Quando o site do Poder Aéreo voltar a ficar estável, o link da matéria principal vai ajudar a elucidar muita besteira escrita pelo Wellington e muito ataque gratuito feito a outros comentaristas.

  106. Juliano,
    Uma configuração ar-ar padrão é de 4 mísseis BVR e 2 WVR que não pesam mais que 1 t. O resto é combustível.
    Uma configuração ar-sup padrão não passa de duas bombas guiadas de 2000 lb mais 2 mísseis BVR e mais 2 WVR. Uma configuração dessas não passa 3 t, o resto é combustível.
    Outra configuração muito utilizada é a de 4 a 6 bombas guiadas de 500 lb, mais um pod de designação,mais dois mísseis ar-ar BVR e mais 2 mísseis ar-ar de curto alcance. Essa configuração não passa de 3 t, o resto é combustível.
    Ou seja, mesmo para caças que podem levar até 8 t de carga a maioria é pra combustível.

  107. No caso da FAB não há o que se falar de bomba de 2000 lb (ou 1 t). A mais pesada que a FAB utiliza é a de 1000 lb. Muito provavelmente não há alvos potenciais na AL que demandem uma bomba de 2000 lb.

  108. Obrigado pelos esclarecimentos Mestre Bosco. O Gripadão então não fica mal. Confesso que ler tantos comentários com conhecimento de causa, e outros nem tanto, acompanhado de um Dewar’s e ouvindo Johnny Cash (The Man Comes Around) torna o domingo bem mais que o dia antes de segunda.
    abçs

  109. Olá Lynx!
    .
    De 2009 para cá o efetivo da Marinha subiu de 50.000 para 70.000. Até 2009 os alunos eram contados como parte do efetivo, oque hoje não acontece. Se contar os alunos, como eram contados até 2009, este numero é ainda maior. Isto é um aumento de 40% em pessoal, enquanto no mesmo período, a MB viu sua frota de superficie diminuir em mais de 30%. Mesmo em 2017 e durante todo o período de crise, o efetivo continuou sendo aumentado e tivemos sempre orçamentos recordes ano após ano. O orçamento deste ano também será recorde. Um oficial da MB que comenta aqui, informou que a MB pretende começar a reduzir o efetivo. Este papo de que o orçamento é pequeno não te o menor fundamento. O orçamento da Marinha vem tendo aumentos maiores que as demais forças desde 2009, e oque ela faz? Torra tudo em folha de pagamento!
    .
    Em contrapartida, temos PMGs que demoram 10 anos, navio que sai do PMG diretamente para a aposentadoria, 5 sunmarinos onde somente 2 navegam, escoltas velhas, muitas delas sem valor militar nenhum.
    .
    Quanto à prioridade ela ainda existe, mas é por pouco tempo. A atual END, que está prestes a ser mudada, determina que a MB deve focar suas forças na negação do mar e deve ter uma força de submarinos robusta para cumprir esta tarefa. Ainda determina que esta prioridade se sobrepoe a todas as demais. A MB deve se readequar para cumprir esta tarefa antes de qualquer outra. É isto que está na END.
    .
    Porém a nova END acaba com isto. Todas as 3 principais tarefas passam a ter prioridade igual, oque equivale dizer que não haverá prioridade nenhuma. Com este novo texto, tenho praticamente certeza que o tal submarino nuclear já era. Gastamos R$ 40 bilhões com submarinos e a nova END não garante mais prioridade no projeto. Isto é para calar a boca dos que ainda defendem que temos de fazer tudo aqui. Esta é a segunda vez que compramos tecnologia, que tentamos aprender a fazer submarinos e mais uma vez, tudo caminha para não ter continuidade.
    .
    A culpa de tudo isto é do governo? Lógico que não. Mas este e todos os governos anteriores tem sua parcela de culpa, por não ter coragem de bater de frente e pôr ordem nesta bagunça.
    .
    Não sou contra a MB ou contra as Forças Armadas, sou contrario a farra que virou isto aí. Não dá pra defender aumento de orçamento enquanto continuam jogando meu dinheiro fora.

  110. Acho q aeronaves de asa fixa cabem muito bem na MB. Exemplo dos Tornados da Alemanha, além da Aviação de patrulha.
    A Europa teve mudanças radicais pela queda de poder da Ex-URSS e dependência dos EUA. Hj, estão arrependidos, com a retomada da ameaça russa.
    Não duvido da importância do Brasil futuramente, e se não estivermos ECD nos defender, ninguém o fará.
    Sendo assim, aviação naval e submarinos são essenciais pra MB. Além de escoltas muito capazes para garantir nossas rotas.
    Fora isso, em q pese a importância de um NAe, não a mínima possibilidade de adquiri-los ou produzi-los a longo prazo, e se adotarmos um PHeli, o F-35B é impossível de mantermos.
    Melhor garantir nosso quintal.
    Qual vetor?
    O q a FAB tiver, pra economia de meios. Neste caso, o Gripen.

  111. Juliano,
    Só uma outra coisa. O que deve ser de 3000 km do Gripen E é a “distância de translado”, que é quando um caça vai de uma base a outra, com o máximo de combustível externo possível e sem armas.
    No caso há outros comentaristas e editores melhores para dar os números exatos do Gripen E (Nunão, Ivan, etc) mas o raio de ação (ou de combate) de uma missão contra alvos na superfície, que obriga que a aeronave volte à base original, deve ser de uns 1000 km numa configuração hi-lo-hi e com uma carga de armas minimamente capaz de realizar a missão. Há também o raio de ação numa missão de patrulha aérea com algum tempo de “vadiagem” sobre a área a ser patrulhada, que em geral é de uns 10 minutos, que também não deve passar de uns 1200 km.
    O raio de ação após um alerta, tendo que sair da base e provavelmente implementando velocidade supersônica até chegar ao contato suspeito, deve ser mais reduzido ainda, provavelmente uns 800 km, já que o caça tem também que voltar à base.
    Tem um tal de “alcance máximo” que não serve pra nada mas é a distância máxima que um caça percorre com uma carga de armas e o máximo possível de combustível, sem voltar à base de origem. Claro que isso não existe já que o tempo dos kamikazes já possou. rsrs De qualquer forma o “alcance máximo” é em geral o dobro do raio de combate contra alvos em terra.
    Vale salientar que todas essas distâncias referidas não levam em consideração o reabastecimento aéreo que aí tem como limitação a fisiologia do piloto que não conseguiria ficar mais que umas 8 horas dentro do caça.
    Um abraço.

  112. Juliano Bitencourt 23 de julho de 2017 at 16:24

    Juliano,

    O alcance do Gripen E na configuração alfa (uma das configurações requeridas pela FAB) é de 2.200MN (4075km).

    O projeto do Gripen E aumentou o MTOW para 17 toneladas e um dos VPs da SAAB, Lars Ydreskog declarou a uma das edições a AirCombat de meados do ano passado que conserguiram a redução do peso vazio em 3% do MOTW (aprox. 500kg). Entretanto os testes estruturais ocorrerão até o próximo ano.
    Isso quer dizer que a capacidade de cargas externas (com tanque interno completo) ficará entre 5.500kg e 6.000kg.

  113. Manuel,
    Já ouvi falar delas mas duvido que a FAB as tenha adquirido. Nem tudo que o CTA desenvolve chega aos “finalmentes” e quando chega nem sempre é adquirido e quando é perde a validade e não é mais substituído.
    Mas realmente já li que a FAB não se interessa muito por bombas na faixa de 1 t (nem de uso geral e nem de penetração) porque considera que em nosso TO não são necessárias sendo as de 500 kg ideias.
    Mas claro, posso estar equivocado.

  114. O Gripen E, divulga-se que em um envelope air-to-surface tem raio de combate de ~1.500 km.
    .
    Em configuração de patrulha aérea (2 BVR + 2 WVR e 2 tanques), divulgam um raio de 1.300 km e 30 min on-station.

  115. Eu acho meio exagerado esses números referentes ao “alcance” do Gripen NG. Mesmo levando-se em conta ele ser um caça leve monomotor é muito alcance pra pouco combustível.
    Esse alcance de 1500 km que o Bardini citou é mais que o dobro do alcance divulgado para o Super Hornet numa missão de interdição.
    A USN acha ótimo os Tomahawks com 1800 km de alcance porque preenchem esse nicho de atingirem alvos fora do alcance da aviação embarcada, salvo a duras penas, e aí vem o Gripen E e dá um banho no Super Hornet de mais de 700 km, competindo quase que de igual pra igual com o Tomahawk e ganhando no quesito carga útil.
    Um raio de combate numa missão CAP de 1300 km e mais 30 minutos on-station e mais uns 10 minutos de reserva tudo somado dá um alcance de uns 3300 km. É km que não acaba mais. Em se confirmando todo esse desempenho os engenheiro suecos estão de parabéns porque estão tirando leite de pedras.

  116. Na verdade o raio de combate do Super Hornet é de 960 km com 3 tanques de 480 galões, 4 bombas de 1000 lb, 2 amraams, 2 AIM-9 e perfil hi-lo-lo-hi.

  117. Rsrsrsrs
    .
    Aqui as pessoas confundem ‘crítica’ com ‘falar mal’. Criticar é apontar acertos e defeitos, sem paixonites. Falar mal é outra coisa, que beira a torcida ou ‘paixonite sega’, não adianta alertar e mostrar o problema, quem está apaixonado nunca vai enxergar o óbvio, ou seja, vai virar corno mais cedo ou mais tarde. Rsrsrs
    .
    Eu não sou bancado pra falar mal ou bem, escrevo aquilo que acredito ser o correto, posso até está errado, mas não por motivações escusas. Não sou pago para fazer publicidade, ou targivenciar a realidade para ficar de acordo com o que quer patrão. Se crítico o Gripen E/F não é porque eu acho que a aeronave é ruim, mas sim porque a relação custo-benefício dela, ante do que se propagandeava, é pífio.
    .
    Só para relembrar (depois sou eu a viúva, rsrs). O F-X2 não era um processo para substituir os F-5M e AMX, mas aeronaves que eram a ponta de lança da defesa aeroespacial nacional, ou seja, o que existiu de melhor no inventário FABiano, por um projeto pronto e maduro, infelizmente, como sempre acontece no Brasil, mais uma vez, resolveram reinventar a roda. Esse papo de 120 aeronaves únicas é papo pra enganar opinião pública míope, mas pelo visto engana gente que se acha entendido do assunto.
    .
    Mas como o assunto é MB e a futura substituição dos A-4M, não faz sentido em se falar em Rafale (que nem fui eu quem o citou, putz!! Rsrsrs), aliás, se o Rafale pode ser vir de exemplo é de que não deveríamos seguir, se quisermos manter a maior padronização de componentes entre uma versão ‘terrestre’ e uma versão ‘naval’ e o airframe do Gripen C/D poderia ser essa opção. Se o objetivo era desenvolver um Sea Gripen, baseado nos E/F, com este airframe ainda em teste, na minha opinião, fizeram o favor de atrapalhar ainda mais as coisas. Como eu disse, típico de brasileiro metido a esperto.
    .
    No mais, é só quem acredita em Papai Noel que acredita que com um airframe maior e mais pesado, com motor maior e mais beberrão, ainda sim tentando manter o peso da aeronave, é que acha que a SAAB manteria o mesmo nível de resistência de um trem de pouso (algo primordial para uma operação embarcada). Só uma dica, o trem de pouso dianteiro com uma única roda não porque é melhor e sim diminuição de peso. Amigos, ainda não conseguiram tornar realidade a teia do Homem Aranha. Rsrsrs
    .
    Uma Me mostrem um único avião de caça moderno e embarcado que usa uma configuração parecida.
    .
    Eu quero só ver a conta salgada que a SAAB vai mandar à MB. Aliás, talvez não, é bem capaz que a SAAB apresente uma outra alternativa, ou seja, um Sea Gripen com airframe, motor e trem de pouso iguais, ou próximo disso, dos Gripens C/D, não a toa às imagens divulgadas até agora. Putz e ainda tem gente querendo trazer questões que não têm nada a ver com o que eu coloquei. Depois sou eu quem desinforma.
    .
    Se ainda não entenderam sobre o que estou querendo debater, paciência, eu paro por aqui. Até porque o pessoal dá como certa alguns dados que, até o momento, não passam de projeto, vontade, desejo, ou seja, algo que se espera que aconteça, mas não é realidade ainda. Putz!!!
    .
    Até mais!!! 😉

  118. Ádson, as duas primeiras fotos são do Gripen NG, ou demonstrador de conceito. A última é do Gripen D. Mas se você se refere ao Gripen E ou F, realmente não são, mesmo assim eu não escrevi que eram, até porque o Gripen E só teve dois voos e pelados. O Gripen F ainda não existe.
    .
    Até mais!!! 😉

  119. Obs: desculpem os possíveis erros de digitação/ortografia, escrever de smartphone ainda está complicado. Rsrsrs 😂

  120. Wellington, você continua se atrapalhando na questão do trem de pouso. Vejoa os links que passei. O trem de pouso proposto para o Gripen M (naval) éndiferente do que equipa o Gripen E. Agora a pouco testei o link do Poder Aéreo e funcionou.
    Fique à vontade para criticar, escrever bem ou mal de alguma coisa, o espaço é para debater. Só evite escrever besteira, e insistir nela, quando a informação correta está disponível e foi amplamente debatida em várias matérias e centenas de comentários há mais de um ano.

  121. Fala sério, você faz uma enrolaçada para dizer que o trem de pouso do Gripen C é “mais reforçado” que o trem de pouso do Gripen E, sendo que se uma versão “M” vier a existir, ela deveria ser baseada no Gripen C, por conta pura e simplesmente do trem de pouso!
    Todas essas afirmações baseadas em… é pois é, achismo seu.
    .
    Gripen C, se tivesse uma versão naval, não teria o mesmo trem de pouso. Teriam de projetar outro.
    Gripen E, se tiver versão naval, iram projetar outro trem de pouso.
    Quer imagem, para ter ideia de como fica?
    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/05/Gripen-M-cutaway-destaque-imagem-folheto-Saab-abril-2016.jpg
    .
    E olha que legal… tem até as duas rodinhas na frente, como você queria!
    .
    No mais, o F-X caducou de velho… Demoraram tanto pra escolher qualquer coisa, que vão ter que substituir tudo no final das contas.

  122. A MB não tem mais PA, muito menos a perspectiva de um nesta década (e talvez nem na próxima década). Então… pra que uma aeronave embarcada (Gripen N)?
    É, porque se for para operar de bases terrestres, como muitos aqui advogam, as versões E/F são perfeitamente adequadas, e já possuem mísseis Ar-mar integrados.
    SE, por um milagre, o GF um dia se decidir pela construção local de um PA, isso levaria de 5 a 10 anos, prazo mais que suficiente para desenvolver uma versão navalizada do Gripen.
    Se a FAB não se preocupa com o teatro marítimo, realmente a MB tem a obrigação de fazê-lo. Só acho que a dupla A4 / S2 são uma desculpa esfarrapada para tal.

  123. Pelo amor de Deus, a gente falando de coisas sérias e vocês dando corda para a viúva do Amapá. Esse cidadão e um embuste, e bocal prepotente que não sabe a diferença entre uma bequilha é um cacho da banana.
    Vamos tocando barco, segue o assunto original.

    G abraco

  124. NAe CATOBAR vai demorar pelo menos, 15 anos pra virar realidade entre projeto e construção, sendo que não se tem nada indicando que contrataram um por agora… Daria para reestruturar toda a MB enquanto se espera o tal NAe, não existe desculpa para dizer que não se tem escolta, apoio, etc. Existe tempo para se construir diversos meios até um NAe entrar em serviço e é certamente por isso que ele é cotado como uma prioridade para a MB. Mas nada disso aparenta que irá sair do papel tão cedo, por conta da questão financeira. Não antes de se concluir o 4 SSK e base/estaleiro e matar este enorme gasto.
    .
    A saída mais “fácil” atualmente para o VF-1 continuar existindo e operando asa-fixa no futuro, é a MB focar na aquisição de um NPM e se o NAe continuar a se mostrar uma aquisição inviável no futuro, comprar alguns F-35B.
    É a saída mais racional, pois o NPM agrega e muito a força e não apresenta redundância com a função do NAe e caso este não se realize, o NPM absorve parcialmente a operação de asa-fixa, com um F-35B em sua plenitude, com maior escala e devidamente operacional.
    .
    Caça para a MB operar a partir da costa?
    Não concordo. Se é para a MB ter um caça e não ter um Navio Aeródromo, deixa isso na mão de FAB. Pra que mais esse gasto?
    Se isso acontecer, é pq a MB não recebeu um NAe. Se a MB não receber um NAe, não sai do porto se um grande adversário surgir. A única coisa que vai sair, são o Patrulhas e os Submarinos. É só juntar 2+2 pra ver que o foco deve ser dado a Patrulha, para aquisição de dados e aos Submarinos, para fazer os engajamentos.
    .
    Se for necessário, que a FAB faça o ataque ao inimigo com suas aeronaves. Só vai faltar o míssil para o Gripen E…
    .
    Enfim, asa-fixa baseada em terra para a MB é a de Patrulha, que é muito mais útil e importante a Força, seja em conflito ou no dia-a-dia.

  125. Perfeito comentário e com muita lucidez. Não adianta ficar sonhando com Mãe nos próximos 15 anos, não vai acontecer. Tem que eleger prioridades e focar.

    G abraco

  126. Bosco e Manuel Flavio,
    Quando comecei a ler a trilogia e seus comentaristas era um completo analfa em assuntos militares e de tecnologia militar. Ainda não entendo grande coisa, mas quando converso com amigos e parentes, usando os conhecimentos que consegui aqui, eles me olham como se fosse um ET. Aí vejo o quanto nossa sociedade é ignorante e estúpida quanto à própria segurança e defesa do que chamamos Brasil. O problema do G1 ou UOL não é a má informação nos temas militares, é o mau jornalismo geral. Parabéns Trilogia e seus mais graduados comentaristas.

  127. Vamos ser sérios e realistas. Não damos nem para o cheiro, Cedemos as bases e estrutura que ainda aguente para a IVa Frota, fazemos como Porto Rico, ou o Japão em Okinawa.
    Ficamos como GC e Fluvial, meios não faltam.

  128. Vai ser um vexame ver Trader e SkyHawk voando, como se estivéssemos em 1971, nem no 7 de Setembro vão pegar bem.
    De nada servem, mesmo para levar 4 estrelas e familiares os Traders não prestam, embora eu sei que tem muita gente imaginando visitar a sogra de fim de semana e voltar no bichinho.

  129. Nunão…..
    Trem de pouso fixado em raiz de asa e querer colocar um avião desses para pousar em porta-aviões é querer ver o charuto da aeronave ficar e as asas saírem voando sozinhas pelo convés do navio. Se estiverem com armamentos ativos então…… Tenho pena dos familiares dos marinheiros que estarão nesse convés.
    .
    Se querem um Gripen naval, então usem o airframe do Gripen C, pois se for o airframe do Gripen E, vão ter que desenvolver não só novos trens de pouso, mas um novo airframe e aí qualquer aproveitamento do projeto do Gripen E vai pelo ralo. É isto que estou falando. Mas claro, a SAAB nunca iria afirmar isto. O que eles vão dizer é “podemos desenvolver um Gripen naval, é só o cliente querer” e não estão errados em afirmar isto, a diferença é que não será usando o Gripen E como base.
    .
    Assim como já aconteceu com a Embraer, a MB vai dizer para levantar os custos de um projeto de Gripen naval e assim como aconteceu com o AMX, vão desistir da ideia. Guardem o que estou escrevendo aqui. Daí porque afirmo que este projeto de Gripen E é nosso novo AMX. “AMX 2, Jason vive!”. Repito, deveriam ter optado pelo Gripen E com airframe do Gripen C, como a Flygvapnet queria, mas….
    .
    Bardini…
    Se não adiantar o que eu for escrever agora, então será preciso ter que desenhar, mas você é um cara inteligente e saberá entender (assim eu espero).
    .
    A questão do trem de pouso tem a ver com o airframe, não existe um único caça naval, que opere com cabos de parada, e tenha o trem de pouso principal “ancorado” na raiz da asa. Honet, Super Honet, Mig-29, Su-33/J-15, Rafale, todos, possuem a “ancoragem” do trem de pouso principal no charuto (airframe) das aeronaves.
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    Honet:
    https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSY8F76lel_Dwt3aUCDkWa_3AMTYS4mUyL4Ad5G3i5xFK5xoQ025IupeYYl
    .
    Super Honet:
    https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSZwczfcCGC5P2v3VWZZ9cYAOZ3P9bQ0vN4whrqkPp1jafj-Uwqx_1PE_6J3A
    .
    Mig-29:
    https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQr6grNWnH2_Xoem83mp_Rbikv0fjX3JtJaUDYlUYYVrTD3xUkr-3hIwBD2WA
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    Su-33:
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS98KUjoO8Sa3qpqL0CX53gCjMQ8HUVXfz62abrqbZlvQQDSkOzIS5oleEP
    .
    J-15:
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ7C2uTpusdU9nPK4OlwZudZcTqxEWlzAnIB_E2-kVbWFvjTnuZ6g
    .
    Rafale M:
    http://www.cavok.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/IMG-20150304-WA0005-600×377.jpg
    .
    No caso dos caça de origem russa, apesar de parecer, as asas só começam depois do trem de pouso, ou seja, não estão fixados nas asas e sim nos airframes.
    .
    Agora veja o caso dos Gripen C e E, veja como no Gripen C o trem de pouso principal está fixado no airframe e não na raiz da asa, como no Gripen E.
    .
    Gripen C:
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRQ9KB245wYbqfuRDQABY_VqbUZ590IAIeitbtim26h2lSWgmch8XAE-s4dfA
    .
    Gripen E:
    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRure8UT4lD5tU4Nd7lAxOjEqMcJxk2VtlK6ydax-_K79R1nKUblm0xm3f_wA
    .
    Repito, uma coisa é o airframe do Gripen C que, para ser usada como ponto de partida para o tal Gripen M, é uma coisa bem mais fácil, ou menos complicado de se trabalhar. Outra coisa é querer usar o airframe do Gripen E como projeto inicial para o tal caça da MB. Se usarem esta segunda opção, terão que reforçar tanto a junção das asas, afora o próprio trem de pouso, que a carga paga disponível nesse projeto será mínimo, daí a minha afirmação de que o melhor, ou menos custoso, será usar o Gripen C como base. Não é só redesenhar o trem de pouso, terão que redesenhar o charuto também, pois só reforçar não irá resolver e não é preciso ser engenheiro aeronáutico para perceber isto, basta ter um pouco mais atenção nos detalhes e aprender a filtrar melhor as informações dos fabricantes. Mas deixo a cargo do futuro para elucidar melhor. O tempo é o melhor elucidador.
    .
    Repito, o Gripen E brasileiro será um novo AMX, inclusive a “opção naval”. É isto que estou dizendo, mas se querem continuar com esse papinho de viúva do F-X2, fiquem a vontade para se iludir.
    .
    Até mais!!! 😉

  130. Com relação do porquê a MB ainda pensa em ter porta-aviões. Simples, a FAB resolveu virar às costas para o mar, então a MB tem que se virar como pensa que deve ser. Não que eu ache que isto está correto, mas assim como o EB está fazendo com a sua aviação de transporte logístico, querendo construir sua aviação de asa fixa, cabe então à MB manter o que já possui e ampliar para outras aéreas de seu interesse.
    .
    Se isto quer dizer ainda operar aviões embarcados em porta-aviões, assim como aviões de patrulha marítima de longo alcance para apoiar suas frotas próximo da costa, que assim seja. Só exijo, enquanto contribuinte, que busquem maximizar os investimentos com maior integração, bem como padronização de meios e armamentos (quando possível). Essa estória de cada um por si e o dinheiro público para todos e como bem querer, é que não dá mais para tolerar. É o que eu penso.
    .
    Até mais!!! 😉

  131. Nossa cara, não viaja…
    .
    Trem de pouso na asa o A-4 tem a décadas.
    https ://i1.wp.com/www.defensemedianetwork.com/wp-content/uploads/2014/03/A-4-Skyhawk3.jpg?fit=1024%2C692
    .
    Pra não citar o SEM, que já foi citado pelo RR lá encima.
    .
    Qual a diferença do trem de pouso do Gripen E para esse posicionamento aqui:
    http ://imgproc.airliners.net/photos/airliners/7/8/9/2316987.jpg?v=v40
    .
    https ://1.bp.blogspot.com/-MPyH8ESHPAc/WUUy1js7qcI/AAAAAAAAGjE/BNAU7NiYIssg4O4jDnMNWUVukpqcOE3tgCEwYBhgL/s1600/gripen_e_first_flight-landi.jpg
    .
    No mais, a tua concepção de “raiz da asa” tá ruim em.

  132. Putz, querer comparar um caça moderno com os A-4. Rsrsrs 😂
    Então tá, Fusca é carro e o F-35C não está tendo problema algum. Rsrsrs
    .
    Fui! 😉

  133. Wellington, você está se baseando em premissas erradas pra insistir na besteira, não bastasse ver alguns de seus argumentos uniciais refutados, agora retoma o erro inicial.
    Já vi de perto os trens de pouso do Gripen C e do Gripen E (seja o do protótipo 39-8, seja do Gripen D modificado, o 39-7).
    .
    Estruturalmente, os trens de pouso principal de ambos pivotam e exercem suas principais cargas na área mais forte da aeronave, onde estão as cavernas mais grossas da fuselagem e as junções destas com as longarinas das asas.
    .
    A diferença é que essa instalação é mais “para dentro” no Gripen C e mais “para fora” no Gripen E, mas a parte estrutural no todo é a mesma, reprojetada no caso so Gripen E para aguentar cargas muito maiores que as do Gripen C (peso máximo de decolagem entre 2,5 e 3t maior).
    .
    A junção entre as 3 cavernas mais robustas da fuselagem e as 3 longarinas mais fortes das asas se dá, de cada lado, por três peças de formato triangular que estão entre as partes mais exigidas de ambas as versões, nas raízes das asas, e que cresceram em tamanho e resistência no Gripen E, para atender a exigências maiores. É junto a essas estruturas onde pivotam ambos os trens de pouso, seja da versão mais velha, seja da mais nova.
    .
    Não existe essa coisa do “charuto” continuar e a asa ficar, que vc menciona no seu achismo, pois a parte estrutural nos dois casos é basicamente a mesma, não são separadas, formam o grande conjunto da junção asa-fuselagem em ambos os casos. Se o trem recolhe para baias dentro da fuselagem, no caso do Gripen C, ou para carenagens nas raízes das asas, no Gripen E, não importa: os trens são instalados na mesma região estrutural da junção fuselagem-asas, um pouco mais pra dentro, num caso, e um pouco mais pra fora, no outro.
    .
    Um link com fotos de quem viu ambos os modelos de perto e em detalhe, para ajudar:
    .
    http://www.aereo.jor.br/2016/05/27/conhecemos-de-perto-o-gripen-39-7-aviao-de-testes-de-sistemas-da-nova-geracao-do-caca-sueco/

  134. O post do Nunão, a meu ver, encerrou a polêmica do trem de pouso do F-39. Foi divertido, mas já deu.
    Vou lançar uma outra polêmica, até como sugestão para um novo tópico:

    Qual plataforma da Embraer seria a mais adequada para o desenvolvimento de uma versão de patrulha naval, na hipotética transferência dessa atividade da FAB para a MB?

    É, porque entendo que essa deveria ser a discussão central da MB em relação a sua aviação de asa fixa. Continuar-se a investir dinheiro em programas jurássicos, de eficácia incerta e duvidosa, como:
    Modernização dos A4;
    Modernização dos Tracker:
    Além é claro da necessária troca das asas dos P3 da FAB;

    Pra mim, isso não faz sentido algum (assim como discutir-se um Gripen N).

    Fica a sugestão.

  135. Então tá Nunão, quando o projeto do Gripen M sair (se um dia isto acontecer), vamos verificar quem está com a razão. Eu não tenho problema algum em admitir que estou errado, mas quando temos amostras claras de que há alguma coisa que não se encaixa direito nessa estória toda, tendo a desconfiar.
    .
    Essa foto no link da matéria que fizeram mostra direito o meu ceticismo sobre essa argumentação da SAAB, de que dá pra fazer um Gripen naval usando como base o airframe da versão E, sem degradar bastante o payload máximo de pouso.
    .
    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2016/05/Visita-hangar-testes-Saab-19-5-2016-detalhes-fotos-Saab.jpg
    .
    Repito, na minha opinião, os trabalhos de reforço e correção, se usarem o Gripen E, será muitíssimo maior e uma relação custo-benefício pior do que se usarem o modelo C, mas vamos dar tempo ao tempo.
    .
    Grande abraço e até mais!!! 😉

  136. Satyricon, a saída dos P-3AM será usar até onde pode. Seu substituto já está nas pranchetas da Embraer e se chama E-190E2. O “famoso” P-190. É só questão de tempo.
    .
    Até mais!!! 😉

  137. Off-Topic
    .
    A PF desistiu de operar os VANTs Heron, de repente este é o caminho da MB os receber para começar a operação de VANTs de patrulha marítima. Fica a dica!!! Ou será que a FAB vai se antecipar?!
    .
    Até mais!!! 😉

  138. Tá bom, Wellington, então faz o seguinte: deixa a Saab e o Gripen M que ainda não existe (e, de fato, só existe em projeto) de lado e avise urgentemente a Lockheed Martin que a posição do trem de pouso principal do F-35C está totalmente errada, por pivotar nas raizes das asas (igual ao que se propõe para o Gripen M) e junte esse problema às dezenas de outros que a aeronave tem e que os caras não viram, só você. Faça esse favor de dizer pra eles que o “charuto” do F-35C vai se soltar do trem de pouso e das asas na hora que ele enganchar e salve a vida de milhares de marinheiros americanos, antes que seja tarde demais.
    .
    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/10/F-35C-landing.jpg
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    http://www.naval.com.br/blog/2016/08/25/cacas-f-35c-realizam-testes-a-bordo-do-uss-george-washington/
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    Até mais pra vc também, rsrsrsrs!

  139. Fernandinho, baixou o MO ém vc ??????

    Fudeu, o mundo vai acabar, vc perder a paciencia, fujam para as colinas … vem um meteoro de 2,7878,99 Kilowats ai

  140. Rsrsrs, não perdi a paciência não, MO.
    .
    Só resolvi trazer um pouco de fatos e conhecimento obtido “in loco” pra contrabalançar algumas besteiras que estão mais pra informação do tipo “ô lôco”.
    .
    E olha que eu nem sou fã de um binômio Gripen M / NAe CATOBAR para a MB do futuro, já escrevi isso aqui umas 50 vezes. Prefiro a solução espanhola para a questão, que vejo como mais factível pra aviação de caça de asa fixa embarcada pra uma MB de muito tempo à frente, numa galáxia muito muito distante.

  141. Mas, caro MO, como bem sabemos, o problema nem sempre é a patinha ou o trem de pouso encaixado na rebimboca da parafuseta do pardal, mas quem faz o papel do pinico do passarinho, né? Abs!

  142. Eu sinceramente não acredito que o Gripen naval jamais existirá. Não por motivos de problemas de projeto, mas sim por serem economicamente inviáveis devido ao baixo número de interessados.

  143. Eu também, até porque a conta do NG dos 150 milhões dólares a preço de balcão de “panaderia” e vai longe aonde estar IOC, imagina a versão naval.
    A SAAB vai ter q achar outro corajoso para bancar.

    G abraco

  144. Nunão o F-35C já está operacional? Já resolveram o problema com o trem de pouso que faz a aeronave chaqualhar mais do que coqueteleira?! Putz, se tu ainda dissesse que era pra falar com a Boeing eu até ficaria calado, mas de operações embarcadas a Lockheed Martin entende tanto quanto fazer coquetéis. Rsrsrs 😂
    .
    Aliás, essa estória de levar como verdade absoluta o que diz fabricante de aeronave, me faz lembrar o caso do KC-390. A Embraer queria aproveitar tudo que podia dos Ejets: motores, asas (invertidas), empenagem vertical, profundores, etc…, vendiam a aeronave, então designada C-390, como o verdadeiro substituto do C-130. Mas aí, como nunca tinha projetado uma única aeronave do tipo, ou seja, não tinham experiência necessária, chamaram a FAB e a Boeing para darem os seus pitacos. O resultado foi jogar no lixo todo o antigo projeto e refazer outro. Do desenho anterior, praticamente, só aproveitaram a camuflagem. Rsrsrs
    .
    Daí a pergunta, aproveitando a deixa de citar a Lockheed Martin com o projeto F-35C e como você tem uma relação próxima com a SAAB, qual a experiência que os suecos têm em desenvolver e operar uma aeronave de caça embarcada em porta-aviões?! Será que eles vão se aconselhar com a Lockheed Martin ou com a Boeing?!
    .
    Repito, papel aceita tudo, quero ver na hora que a coisa ser posta a prova. Na hora que a MB der OK a essa proposta da SAAB, aí sim eu posso acreditar que isto daí tem condições de operar embarcado. Até lá, não passa de publicidade de fabricante. Até eu, se fosse pago para conhecer a fábrica da SAAB, era capaz de defender com unhas e dentes esse projeto. Por isso te entendo. Aliás, tenho um monte de conhecidos que fazem isso. Rsrsrs
    Mas como não consigo ir contra os meus princípios, prefiro ficar de fora.
    .
    Se quiser discutir o assunto de forma amigável, mesmo que discordando, estou às ordens, mas neste nível de ironia eu passo. Apesar de saber entregar na mesma moeda.
    .
    Até mais!!! 😉

  145. Wellington…
    .
    Ao que me consta ( os amigos do blog me corrijam, se eu estiver errado ), a parte da raiz da asa é a mais resistente da aeronave…! Tem que ser, já que vai suportar o grosso as tensões exercidas sobre a asa durante o voo e nos pousos; notadamente onde está a junção da longarina com a fuselagem. Por tanto, nada mais natural que se possa escorar o trem pouso em uma estrutura próxima, tomando o evidente cuidado para se distribuir o esforço pelo conjunto ( amortecedores e estrutura ).
    .
    Olhe de novo o Mig-29K…
    .
    ttp://severpost.ru/docs/upload/1409921900.jpg
    .
    O trem principal está claramente apoiado próximo da junção das asas com a fuselagem, bem próximo de onde estaria a longarina. Veja que ele acompanha o LERX, indo até a raiz das asas!
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    E quanto ao Su-33, é a mesmissima coisa!
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    ttp://imgproc.airliners.net/photos/airliners/9/2/9/1789929.jpg?v=v40
    .
    Também acho meio difícil uma asa em delta, que é tipo mais resistente de asa que se pode conceber, sair simplesmente voando… Mais fácil partir o cockpit que as asas, nesse caso…
    .

    .
    Usar a célula do ‘C’ para uma nova variante iria implicar em consideráveis problemas. Geração de energia e espaço para novos sistemas eletrônicos de geração mais atual, só pra começar… O reforço estrutural iria cobrar mais do motor, reduzindo o alcance por tabela. O peso extra implicaria em novo motor ( mais potente e mais pesado ) e consequentemente demandaria alterações drásticas na parte traseira da fuselagem. Então se estaria diante da necessidade de mais combustível, o que iria implicar em novas modificações estruturais. Ou seja, seria um outro caça de qualquer jeito…
    .
    Qualquer derivado naval de uma aeronave terrestre tem que obrigatoriamente revisar o airframe… O Rafale M, por exemplo, é cerca de meia tonelada mais pesado que seu irmão ‘C’; tudo oriundo de reforços estruturais…
    .
    A Flygvapnet queria o airframe do ‘C’ para o ‘E’…? Tem alguma fonte dessa informação…? Pois foi ela a primeira a comprar o ‘Gripen E’…! Também foram os suecos a proporem o Gripen E tal como é… Até onde já li, o que surgiu no âmbito do ‘C’ foi um MLU que pretendia dota-lo de alguns sistemas do ‘E’, mas nunca li nada acerca de células novas baseadas no ‘C’.
    .

    .
    Os problemas estruturais do F-35C estão relacionados a outros pormenores, tais como as asas dobráveis. A única coisa relacionada a trem de pouso são os solavancos causados ao piloto durante a decolagem,que nada tem a ver com problemas estruturais…
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    No mais…
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    ttps://www.youtube.com/watch?v=h6BsCvDgbsc

  146. Wellington…
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    Ao que me consta ( os amigos do blog me corrijam, se eu estiver errado ), a parte da raiz da asa é a mais resistente da aeronave…! Tem que ser, já que vai suportar o grosso as tensões exercidas sobre a asa durante o voo e nos pousos; notadamente onde está a junção da longarina com a fuselagem. Por tanto, nada mais natural que se possa escorar o trem pouso em uma estrutura próxima, tomando o evidente cuidado para se distribuir o esforço pelo conjunto ( amortecedores e estrutura ).
    .
    Olhe de novo o Mig-29K…
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    O trem principal está claramente apoiado próximo da junção das asas com a fuselagem, bem próximo de onde estaria a longarina. Veja que ele acompanha o LERX, indo até a raiz das asas!
    .
    E quanto ao Su-33, é a mesmíssima coisa!
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    Também acho meio difícil uma asa em delta, que é tipo mais resistente de asa que se pode conceber, sair simplesmente voando… Mais fácil partir o cockpit que as asas, nesse caso…

  147. Wellington,
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    Usar a célula do ‘C’ para uma nova variante iria implicar em consideráveis problemas. Geração de energia e espaço para novos sistemas eletrônicos de geração mais atual, só pra começar… O reforço estrutural iria cobrar mais do motor, reduzindo o alcance por tabela. O peso extra implicaria em novo motor ( mais potente e mais pesado ) e consequentemente demandaria alterações drásticas na parte traseira da fuselagem. Então se estaria diante da necessidade de mais combustível, o que iria implicar em novas modificações estruturais. Ou seja, seria um outro caça de qualquer jeito…
    .
    Qualquer derivado naval de uma aeronave terrestre tem que obrigatoriamente revisar o airframe… O Rafale M, por exemplo, é cerca de meia tonelada mais pesado que seu irmão ‘C’; tudo oriundo de reforços estruturais…
    .
    A Flygvapnet queria o airframe do ‘C’ para o ‘E’…? Tem alguma fonte dessa informação…? Pois foi ela a primeira a comprar o ‘Gripen E’…! Também foram os suecos a proporem o Gripen E tal como é… Até onde já li, o que surgiu no âmbito do ‘C’ foi um MLU que pretendia dota-lo de alguns sistemas do ‘E’, mas nunca li nada acerca de células novas baseadas no ‘C’.

  148. Não fui irônico contigo, Wellington, mostrei fatos, mais uma vez, pra contrapor o seu achismo tosco sobre estruturas de aeronaves, que você fez olhando unicamente o aspecto externo. Ou seja, a sua desinformação.
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    Essa tua insinuação boba de “ser pago pra visitar a Saab” também é pra lá de desinformadora, e beira irresponsabilidade da sua parte. Estive lá como jornalista, junto com tantos outros, e publiquei uma série de matérias trazendo fatos, não achismos e nem propaganda. Estão no Poder Aéreo, pra quem quiser ver. E parte do conteúdo vem de perguntas não necessariamente confortáveis para o fabricante, que eu fiz na ocasião.
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    Não tenho relação próxima nenhuma com Saab ou qualquer outro fabricante, aliás, estou há mais de um ano sem praticamente publicar matérias na Trilogia, devido à dedicação ao meu doutorado em história econômica, da ciência e da tecnologia. Passo aqui de vez em quando, e tenho comentado, geralmente, quando acho que vale a pena, como foi o caso da resposta às pérolas de achismo e desinformação que vc colocou aqui.
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    Se tem alguém levando como verdade absoluta a conversa do fabricante não sou eu, procure alguém em que sirva a carapuça. Eu falo sobre o que vi, sobre o local de pilonagem de um trem de pouso em certo local da estrutura que só colocando a cabeça junto à porta do trem de pouso, olhando dentro da baia, percebendo os elementos estruturais que lá estão, e comparando com desenhos técnicos, pode-se afirmar algo mais detalhado sobre as diversas modificações do trem de pouso do Gripen de uma geração para a outra. Sem essa coisa tosca de charuto prum lado, asa para o outro.
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    E compartilho esse conhecimento nesse espaço, justamente pra promover entre os leitores a busca da informação que gera conhecimento, e não do achismo que gera desinformação.
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    Quando eu te respondo pra esclarecer essas coisas, não estou pensando em ti. Estou pensando em milhares de leitores do Poder Naval, do Poder Aéreo, que gostam de pegar informações confiáveis. Sempre tem, é claro, alguns que preferem achismos e desinformação, mas pra esses basta a leitura de boa parte dos seus comentários recentes.
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    E, para esses que querem ver um pouco mais do local da estrutura de que estou falando, o que também pode te incluir, mais dois links:
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    Este mostra os blocos estruturais maiores do Gripen E – reparar na fuselagem central, onde se forma um grande bloco que inclui as raízes das asas e as chamadas asas interiores.
    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2010/10/Gripen-NG-Akaer-1.jpg
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    E este vídeo de cenas curtas das diversas etapas de montagem final da célula do Gripen E, mostra esse bloco da fuselagem central, completo em sua estrutura, sendo posicionado por um guindaste, aos 26 segundos. Sugiro pausar e olhar com atenção, e, se possível, comparar com desenhos simplificados disponíveis facilmente (cutaways) do Gripen, no próprio site do fabricante, se preferirem, e pensar nisso à luz da teoria do charuto para uma lado, asa e trem de pouso para o outro, do Wellington.
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    http://www.aereo.jor.br/2016/03/19/gripen-e-saab-divulga-video-com-cenas-de-montagem-do-prototipo/
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    O que eu vi pessoalmente da estrutura modificada naquela área do do Gripen 39-7 (e que foi retrabalhada e reforçada no 39-8) olhando dentro da baia do trem de pouso da aeronave, infelizmente, não posso compartilhar pois fotos eram proibidas. Mas quem quiser pode acreditar no achismo do Wellington olhando as fotos mais distantes (oficiais) da empresa que eu compartilhei aqui, ou acreditar no que escrevi mais acima, ou seja, na palavra de quem efetivamente olhou lá dentro, perguntou, questionou uma e outra vez a respeito e foi respondido “in loco”. Questão de escolha e de credibilidade, a gosto do freguês. E com total liberdade para acreditar ou não e debater.

  149. Mestre Wellington, convenha…
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    Onde vc acha que foram parar os mais de 1200 kg extras de diferença entre os cd e o NG se possuem quase o mesmo tamanho?
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    COnsidere ainda que o redesenho guaraná mais de 10 anos de diferença tecnológica e de materiais entre um e outro
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    Óbvio que o airframe gastou isto em reforços estruturais

  150. Opa quiz dizer redesenho guarda mais de de anos de diferença entre tecnologias construtivas e mesmo assim ficou mais pesado. Isto eh resultado de um airframe mais robusto

  151. O Gripen “M” é perfeito para a Marinha. Uma aeronave que nunca vai existir para um NAe que nunca vai sair do papel.

  152. Sobre onde os suecos foram buscar tecnologia sobre operações embarcadas? Lembro que o Sea Gripen vinha cozinhando desde 2008 quando da 1a oferta aos indianos. Depois a oferta adicionou os brasileiros e assim, os estudos foram reformados com os britânicos e concluídos em 2013. Lembrem que inclusive a época os britânicos viam-se às turras sobre o F35 e Rafale e Sea Gripen seriam alternativas
    .
    Óbvio que a versão naval receba algum reforço a mais quer seja no trem ou em partes do airframe final
    .
    O fato eh que o projeto está parado apenas aguardando comprador e financiador da etapa do protótipo físico a exemplo da mesma etapa que encontrava se a pouco o nosso kc390

  153. Engraçado…Eu li diversos argumentos aqui se referindo à verba, como se o o Brasil fosse um país pobre, senhores vamos deixar de mediocridade dinheiro nós temos e muito não é atoa que somos uma das 10 economias mundiais agora resta o bom senso de nossos governantes em liberar essa verba para se aplicar.
    Em relação ao corte de pessoal sim está tendo, quem vai prestar concurso militar esse ano está sentindo isso na pele, vagas reduziram muito e isso vai fazer reflexo daqui a um tempo.
    Agora o interesse da MB por novos meios operativos de asas fixas é bom e não deve ser negligenciado…Os aviadores navais merecem um meio mais moderno e compatível com os avanços tecnológicos no mundo.

  154. Talvez para economizar e ter alguma padronização, o Gripen F já poderia ser projetado com os 2 objetivos: operações terrestres e embarcadas. Quem sabe uma variante com um tanque adicional no espaço do segundo piloto para aumentar o raio de ação.

  155. Uma variante com tanque adicional no espaço do segundo piloto? Assim… hmmmm… como uma versão monoplace? Poderíamos até designar essa versão de Gripen E, né?

  156. Leandro, você quase entendeu minha sugestão: provavelmente o gripen F será um pouco maior que o gripen E para acomodar o segundo piloto e todos os equipamentos adicionais.

    A minha primeira sugestão foi que ele fosse desenhado já para operações embarcadas visto que serviria também para operar em bases terrestres.

    Minha segunda sugestão foi aproveitar esse tamanho adicional do gripen F e colocar um tanque no espaço do segundo piloto, aumentando a capacidade de combustível interno e raio de ação sem precisar instalar tanques externos

  157. O problema é que já incorporar modificações de projeto para versão embarcada acrescentam custos ao projeto, e esses custos muito provavelmente jamais serão ‘pagos’ por não haver uma justificativa para eles, na minha opinião. Eu realmente acredito que o Sea Gripen jamais sairá do papel. Não existe escalabilidade para a produção dele, ou seja, cada versão embarcada sairia os olhos da cara, não se tornando economicamente viável. E sua segunda sugestão para mim não faz qualquer sentido.

  158. Mestre Novato,
    .
    é exatamente isto o que a Saab pretende.
    .
    A versão naval utilizará o airframe basico da versão biposta ( versão F justamente aquela que o Brasil teimou em fazer )
    .
    A versão biposta e monoposta já compartilham aquilo que é essencial tanto ao projeto terrestre quanto o naval. É por isto que ele ficou mais pesado, não obstante o modelo final naval possuir algum percentual de peças de especificação diferente para assegurar a operação embarcada de forma eficiente e duradoura. É por isto que a Saab afirma que ambos possuem 95% de compatibilidade de peças.
    .
    A versão naval tem sido estudada e projetada desde 2008 em paralelo ao NG.
    .
    A bifurcação terrestre saiu porque o Brasil a encomendou.
    .
    A versão naval somente sairá quando alguem encomendar e assim finalizar o prototipo fisico para testes de voos, pois o projeto basico , calculos e estudos foram finalizados em 2012/13 com auxilio de escritórios Britanicos.
    .
    É por isto que são similares, pois a matriz generica do airframe tinha de atender o maior numero de itens compativeis o possivel.
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    isto é similar ao que ocorreu com o Rafale, o qual sempre teve como objetivo derivar as duas versões quer seja terrestre ou a naval embarcada.
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    Como resultado, a versão naval do Rafale é apenas 500 kg mais pesada que a versão terrestre.

  159. Mestre leandro,
    .
    A possibilidade do Sea Gripen sair ficou mais dificultada com a decisão brasileira de parar de investir em um Nae.
    .
    Mas as chances ainda existem por parte da India.
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    A India conta com Nae Stobar de conceito menor, mais antigos e limitados ao mesmo tempo em que está construindo novo Nae maior e CTOL.
    .
    O Rafale seria o ideal para eles nos CTOL, mas teriam algum tipo de restrição nos Nae atuais Stobar que ainda irão operar por mais de 20 anos.
    .
    Desta forma, na atualidade somente lhes sobrariam de opção o F-35 ou investir no Sea Gripen.
    .
    Mesmo o F-35 em modo STOVL provavelmente tenha algum tipo de restrição comparativa a um Sea Gripen em Stobar. É dificil imaginar que um decolagem vertical não consuma muito do precioso combustivel lhe comprometendo alcance e carga de combate, principalmente se em configuração de ataque ( o proprio modo stobar degrada quando comparado ao CTOL). Mesmo que o F-35 opere em stobar nestes mesmos Nae, fica a questão do pouso que precisaria ser enganchado para tambem não degradar o estoque de munição/combustivel em face do esforço extra do motor no pouso vertical e os risco de fazer isto carregado ( ao menos o harrier tinha serias restrições a isto tendo de alijar sua carga caso existisse).
    .
    Já o Sea Gripen seria um avião apto a operar as duas modalidades ctol ou stobar sem estas restrições do F-35 ( embora não tenha a confirmação disto).
    .
    Ou seja, o Sea Gripen possui caracteristicas que permitiria transitar tantos nos Nae atuais deles quanto nos novos sem restrições, abilitando-o a ser o caça substituto natural dos MIG-29K.
    .
    Existe ainda a seu favor a jogada do NG indiano como bola 7 para suprir as deficiencias do malfadado Tejas, quer seja como um autentico caça de 1a. linha ou nas benditas transferencias tecnologicas que eles tanto perseguem. Isto não ocorreria com o F-35 a exemplo do propiro fracasso do rafale para com eles neste ponto especifico de produção nacional e transferencia tecnologica.
    .
    Enfim….tá na briga….
    .
    O engraçado é que a versão naval de fato foi encorpada pelas requisições iniciais brasileiras e acopladas a versão Biposta Brazuca….provavel tenha razoavel desenho nosso lá e seria curioso construir ou dividir parte das peças que voce idealizou para vc mesmo mas quem vai comprar será o indiano….qualquer que seja o resultado, acho que não seria ruim para o Brasil….

  160. Fico triste com esse tipo de noticia…

    Argumentaram que poderia ser baseado em terra, mas um perna curta ?

  161. Carvalho…
    .
    não é viável para um F-35B decolar verticalmente… nunca foi pensado para isso…apesar de ser capaz de decolar verticalmente seria apenas para um transito curto ou relocação …para tanto existe a “rampa” e o F-35B pode pousar utilizando o “rolling landing” ou seja efetuando uma pequena corrida após pousar sem necessitar de cabos …ao menos é o que se espera que fará a bordo do HMS Queen Elizabeth que tem espaço suficiente.
    abs

  162. FABIO MAYER , por favor , acreditar na FAB , que nunca se interessou realmente por nada de Guerra Naval ! Relembre que na Guerra das Malvinas os ataques contra a RN partiram de Bases na Costa e não embarcada , e se pudermos realmente ter aviões para fazer ataques partindo de Terra , como na própria Argentina e outros que têm Asa Fixa em suas Marinhas e não possuem PAs . Como sempre disse a FAB , era monopolista por erro inicial de sua criação , mas nunca conseguiu demonstrar ,ser isto interessante para o País !

  163. Sim, a própria história da requisição das asas fixas na MB foi interessante. É bom lembrar o quão traumático foi na época em que a MB estava tentando readquirir essa capacidade. Até FAB abrindo fogo contra helicópteros da MB aconteceu lá pelos idos da década de 1950.
    .
    É bom lembrar também das longas patrulhas que a FAB fez sobre o atlântico durante a SGM. Mas talvez se houvesse mais bom senso no período imediatamente após a SGM não estaríamos com esses problemas.

  164. Bosco 23 de julho de 2017 at 19:41

    Bosco eu tenho PDFs de palestras da Boeing. O Super Hornet armado com 6 bombas similares a uma GBU-12, +1 AIM 120+pod+2 WVR a velocidade de 0.85M (aí que está o segredo, por causa da velocidade mais baixa) tem um raio de ação de ~1500km.
    O GripenNG até pode conseguir, mas levando uma carga menor. Aliás a SAAB não especifica qual a carga para esse raio de ação.

    Um detalhe importante do NG é que ele tem um fuel fraction de 30%. É um monomotor com um fuel fraction de bimotor (exceto caça stealth). A tílulo de compraração, o fuel fraction do F-16 é 22%, do Typhoon é 31%, do Rafale 32%. Esses caças bimotores tem de compensar com tanques externos, cujo arrasto consomem de 42% a 58% do combustível dos tanques. O Rafale é capaz e levar 4.800kg de combustível externamente. As pessoas falam, nossa, que ótimo. É 2.500kg consumidos só com o arrasto deles.
    Quando as pessoas evocam os CFTs nos caças, eles aumentam justamente a área de secção transversal do caça, que derruba do desempenho aerodinâmico do caça. É por isso que o uso comum vocês vêem no f-16 (que tem fuel fraction baixíssimo), porque os CFTs são um recurso extremo.

  165. Bosco, configuração de translado de 3.000km é do Gripen C/D.

    A FAB testou a aeronave demonstradora em 3 configurações: ataque, defesa aérea e translado. Quem confirmou o alcance de 2.200mn foi o Brigadeiro Crepaldi, então presidente da COPAC, em entrevista à revista Força Aérea, edição de fevereiro de 2014, página 54.

  166. Mestre Dalton,
    .
    Ele vai descer rolando? Não será no pouso de manobra paralela ao convés Ipsis litteris a mesma manobra do harrier?
    .
    Sei que o harrier tem graves restrições por conta do pouso vertical e havia a sua época até alguns estudos de pouso enganchado para uma hipotetica versão supersonica que tentaria solucionar isto.
    .
    sabe de algo neste sentido sobre o F-35? será que ele sofre algo assim? ao menos no tipo de operação, provavelmente sofra porque pousar verticalmente deve gastar uma baba de combustivel e aquela queda/quedinha neste formato parece ser bem mais cruel no esforço que o modo enganchado …

  167. carvalho2008 , compare o MTOW do F-35B com o AV-8B. O Harrier a partir de certo MTOW também só decolava com uma corrida curta.

  168. Ok Mestre Bardini, mas a pergunta era sobre descer na vertical ou descer com uma rolagem curta….gostaria de saber o quanto o F-35 possui ou nao deficiencia de pouso carregado…

  169. Carvalho…
    .
    a “rolagem curta” permitirá ao F-35B trazer mais carga de volta, seja combustível ou armamento, e essa técnica será possível de ser implementada a bordo dos novos NAes britânicos que possuem um convés de voo largo o bastante para operações seguras, enquanto os LHDs/LHAs da US Navy com aquela imensa superestrutura, menor largura e o estacionamento da maioria das aeronaves no convés impede tal técnica.
    abs

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