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Marinha recebe segundo helicóptero UH-15A para missões C-SAR

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Em 19 de julho, na sede da HELIBRAS em Itajubá (MG), foi concluído o recebimento da ANV Super Cougar N-7202, segundo UH-15A (C-SAR) dos três a serem recebidos pela MB no Programa H-XBR.

Esta aeronave foi especialmente projetada para se dedicar à missão de Combate SAR, além de todas as demais do UH-15. Esse tipo de missão tem por objetivo o regaste de tripulações abatidas ou que tenham se acidentado em território hostil durante um conflito. Para tanto, foram incorporados aos equipamentos do UH-15 básico o sistema EWS (Eletronic Warfare System), conjunto de equipamentos auxiliares de defesa, composto por sensores que alertam, com antecedência, as tripulações sobre ameaças de radares (RWR -Radar Warning Receiver), emissão laser (LWS -Laser Warning Subsystem) e mísseis hostis (MWS -Missile Warning Subsystem).

As aeronaves ainda contam com o Supressor de Radiação Infravermelho (JDD -Jet Dilution Device), dispositivo instalado na saída de gases do motor, com o objetivo de diminuir a assinatura térmica, e também com o dispenser de contramedidas Chaff/Flare.

Outro equipamento exclusivo do UH-15A (C-SAR) é o PLS (Personnel Locator System), equipamento que permite a localização precisa das tripulações a serem resgatadas, sendo a troca de informações criptografada, possibilitando segurança no cumprimento da missão.

FONTE: Marinha do Brasil

67 COMMENTS

  1. Fato, este projeto está em dia, talvez porque ele seja conjunto das 3 forças e porque 2 das aeronaves seriam para uso VIP da presidência.

  2. O projeto está em dia porque as multas para a rescisão são altíssimas e porque o projeto H-XBR é importante para as Forças no quesito tecnológico, apesar dos problemas da aeronave.

  3. sou mais do Seahawk, esse aí parace casa de italiano, só falta pendurar umas enxadas, balaios e umas “voltas de salame”, que o resto já tem.

  4. Luciano,
    .
    Salvo melhor juízo, essa variante da Marinha possui sim proteção balística em partes vitais e logo abaixo do cockpit. Provavelmente resiste a impactos de 7.62mm.

  5. pensando la na frente Bahia desovando clanf’s com tropas através das quatro combis juntamente com ocean despchando enchames de tropas aerotransportadas pelos outras combis com apoio de puros sangue de ataque , que venham mais combis então pois meios para embarcamos se tudo der certo temos e teremos ai e so vir helis de ataque , opinião de um leigo

  6. Em dia, dentro do cronograma anunciado, não está. As entregas estão ocorrendo, sim, mas a conta-gotas. As primeiras aeronaves, uma para cada Força, foram entregues em dezembro de 2010 e o cronograma inicial previa a entrega de todas as 50 até 2016. Estamos no segundo semestre de 2017 e no total foram entregues pouco mais de 30 células (contando as duas do GTE).
    Quanto às MGB, não sei como estão nas células entregues atualmente, mas as células entregues anteriormente continuam tendo que fazer as inspeções preventivas a cada 10 horas de voo, informação essa passada pelo comandante do 3°/8° GAV em entrevista à uma publicação especializada alguns messes atrás.
    Quanto ao preço dessa “maravilha”:
    Fazemos sempre uma conta de padaria quando citamos o preço do Gripen para a FAB, que pelo contrato vai custar 150 milhões de dólares cada unidade (incluindo a famosa ToT). Pela mesma conta, os H-225M vão custar, cada um, 43 milhões de dólares, em média.
    Quanto à operacionalidade desse heli, a FAB está com a Operação Ostium em pleno andamento, tendo iniciado há algum tempo e com previsão de duração de ao menos 1 ano. Os helis em uso são os AH-2 e UH-60. Minha opinião: como é uma operação real, onde as aeronaves precisam da maior disponibilidade possível, diuturnamente. Por que os H-36 não foram mandados para essa operação? Eu imagino que um comandante não queira contar, em missão real, com uma aeronave que tenha que parar a cada 10 horas de voo para verificar se o óleo não tem limalha de metal que possa ocasionar a queda da aeronave.

  7. Pé na guela da Airbus! Ou resolve ou resolve! K dê o governo p pressionar? Ou se pressionar cancelam as comissões?

  8. Digo outra coisa, cadê os oficiais para precionar, cabem a eles tomar posição, que façam da mesma maneira que fizeram com os Rafale, que batam o pé, que joguem na imprensa, a função primeira do oficial é ser LIDER e agir pelo bem da força, não ser mero funcionário público cumpridor de ordens.

  9. Este aí custou 45 milhões de euros para nós os trouxas que pagam impostos, com a MGB degradada e obrigando a se efetuar checks a cada 10 horas.
    Helio, aguarde, o tempo vai agir neste negócio e não vai demorar.

    G abraço

  10. Juarez 26 de julho de 2017 at 21:42
    Juarez, a m…. já tá feita, as kombis estão ai e vão ficar. Agora é ter alguém com saco roxo p botar o dedo na cara da Airbus e falar “resolve ou resolve”.Não adianta mais sonhar com Merlin, o que tem pra hoje é kombi. Mas operar e ter que verificar a cada 10 horas não existe. Alguém tem que fazer algo, nem que seja o Ministério Publico.

  11. Do ponto de vista moral e jurídico o caso das Kombis é relativamente simples: o produto é defeituoso, não aceito, quero um perfeito e a multa pelo atraso na entrega. Não tem um perfeito? Então leve embora os helicópteros, devolve todo o dinheiro pago, pague as multas devidas e fica inabilitada para participar de futuras compras das Forças Armadas por “x” anos.
    .
    Mas existem muitos interesses envolvidos, tanto lícitos quanto ilícitos, tanto na caserna quanto no governo, então isso não irá acontecer. Então as Forças e o MD continuarão fingindo que estão recebendo um ótimo helicóptero, os mecânicos continuarão fazendo trocentas inspeções, os pilotos continuarão voando com medo, a Airbus continuará recebendo os pagamentos e ponto final.
    .
    Mal comparando, tivemos caso semelhante com a Taurus e suas carabinas em São Paulo. Mesmo o governador sendo um frouxo de marca maior, a PM se recusou a ficar com as carabinas, a Taurus vai ter que trocar por algo que preste ou devolver o dinheiro e foi inabilitada para participar de licitações no estado por 2 anos. Esse ano vai ter uma de 5 mil pistolas e ela vai ficar de fora.

  12. Se, é tão somente o Mi Def zero uno,todas as anvs seriam enviadas para Itajubá, e de lá só sairiam com o.up grade da transmissão, aplicando um multa diária na Airbosta, mas os interesses não deixam, mas podem ter certeza isto ainda vai custar a carreira de alguém.

    G abraco

  13. Põe todos nos GTE pra transportar político, q resolve rapidinho…
    Fora o q o PT ganhou, há acordos comerciais junto, por isso, creio, q não se chuta o pau da barraca.
    E o Merlin, pelo q sei, sem defeito, é mais caro ainda de manter…

  14. As Forças Armadas deveriam vir a público e dizer, objetivamente, se a aeronave, apesar dos esforços do fabricante, ainda contam com o famigerado problema, ou se isso foi superado. Seria suficiente para acabar de vez com as dúvidas, os murmurinhos e as lendas urbanas ou, caso o vício ainda exista, tornaria a informação pública, principalmente por razões de responsabilidade, evitando-se que futuramente o comando seja responsabilizado de ter sido conivente com a situação, em caso de incidente grave.

  15. Augusto, se os Super Cougar não estivessem operando minimamente com segurança as Forças Armadas não estariam operando a aeronave. Não há pilotos suicidas nas Forças Armadas, todos têm amor à vida.

  16. Bardini, o Brasil ainda usava o Sapão UH-1 quando compramos os Super Cougar. Infelizmente não dá pra sair do Sapão da Guerra do Vietnã para o Merlin.

  17. Mas poderiam ter deixado a MB com o verdadeiro substituto do Sea King. Não precisariam nem ter comprado S-70B para cobrir ASW, que a Kombi não faz.

  18. Galante, o problema é quanto está custando o coeficiente de cagaco das revisões em intervalos diminutos
    Diz para eles Galante qual é o tamanho da conta com 1500 horas,..
    Com os custos de voo desta trolha da para voar tranquilamente com Merlin, quiçá com MV 22.
    Este troco e indefensavel.

    G abraco

  19. Galante se eu perguntar para um piloto do Pelicano se ele gostaria de operar com EC 725 ou continuar com Sapão, ele ira me dizer que vai querer voar com a Kombi modernoza idem para um cara da MB que voava o torto SP “naval”, agora pergunte para estes dois pilotos se eles se sentiam mais seguros voando Kombi ou SH, ou ainda pergunta para eles com que vetor teriam chance de entrar em combate e voltar vivos??
    Galante, a FAB provavelmente vai para o Congo ou para o Mali na missão da ONU.
    Sabem qual é helicóptero que vai???
    O BH. “cunsreloginhu”, sabe porque?
    1 Porque eles querem voltar vivos e porque ninguém confia nas Kombis.
    Essa pegadinha não deu certo, tenta outra.

    G abraco

  20. Pois é, aí é que está Juarez. Quem está operando não reclama da aeronave, só você e alguns foristas que reclamam a cada post, desde 2008. Vocês não cansam?

  21. Galante, meu comentário é claro em aduzir que um mero comunicado público das Forças Armadas seria suficiente para acabar com todas essas especulações, desde que não seja evasivo e trate com objetividade a questão da MGB. Pronto! O resto, é briga de torcida.

  22. Augusto, mesmo que as Forças Armadas façam 1.000 comunicados, a informação vai se perder no mar de ruído da Internet. Hoje a mentira e a desinformação se propagam muito mais rápido. Estamos na era das fake news e pós-verdade.

  23. Galante, eu não concordei com essa compra, da maneira que foi feita, desde o início. Mas deixemos isso de lado. Não vem ao caso no que quero dizer. O que eu quero colocar é que esses helis estão passando, SIM, por inspeções periódicas no óleo da MGB a cada 10 horas de voo. Para um aparelho que custará ao contribuinte brasileiro a módica quantia de 43 milhões de dólares a unidade, em média (uns mais, outros menos, dependendo da configuração), você não acha que o minimo que ele deveria entregar era uma disponibilidade normal? O mínimo que deve ser cobrado da fabricante é um aparelho que atenda as especificações.
    E quanto aos tripulantes falarem mal de qualquer aeronave que operam, para alguém que não seja da Força, é algo que não veremos. Piloto militar não fala mal de sua máquina. Hierarquia e outros deltalhes impedem que eles façam isso.
    Se e quando as MGB estiverem funcionando como devem funcionar, aí esse heli se justifica (desde que não pensemos no custo de aquisição).

  24. “Piloto militar não fala mal de sua máquina. Hierarquia e outros deltalhes impedem que eles façam isso.”
    .
    Flanker, isso é mito, ou desculpa de jornalista ou entusiasta preguiçoso (não estou dizendo isso de você, deixo bem claro).
    .
    É preciso fazer as perguntas às pessoas certas, nas posições certas, da forma certa, e no contexto certo. Não é exatamente coisa para cinco minutos de papo de entusiasta na beira da grade de segurança em evento aeronáutico ou coisa do gênero, como faz a maioria que diz ter falado com X ou Y (embora, mesmo nesses casos, falando com a pessoa certa, na posição certa, da forma certa, e no contexto certo, eventualmente se consegue algo). Mas a maioria, nessas e outras oportunidades, não sabe fazer as perguntas certas, então só recebe respostas… corretas!
    .
    Mas é claro, daí à informação se tornar algo publicável, vai um longo caminho de responsabilidade com a informação e com o conhecimento que se tem.

  25. Flanker, eu também não concordei com essa compra lá em 2008 e escrevemos uma matéria a respeito na época, comparando o EC725 com o NH90. Mas o tempo passou, quase 10 anos, bola pra frente.

    Sobre pilotos reclamarem de suas aeronaves, o que você diz não é o que acontece. Vou dar um exemplo recente, no início os pilotos da FAB metiam o pau no AH-2 Sabre (Mi-35), depois a coisa foi melhorando e hoje não se fala mais contra o helicóptero.

  26. Na edição da revista Força Aérea de abril deste ano consta na página 46 que tem de ser feito a cada 10 horas inspeção na caixa de transmissão para verificar a presença de limalha. ..
    O EB quer comprar mais 8 helicópteros de transporte e andou testando helicópteros classe do Super Cougar (AW149, 189). O H225M nem está sendo cogitado, mesmo com tradicional lobby politico da Helibras …

  27. Os BH do 7/8o vem comendo quente. A célula 8901 tempos atrás fez 700 horas em menos de 7 meses. Enquanto tem o BH para carregar nas costas e fazer o serviço do 1/8o tudo bem….

  28. A verdadecestá lá fora ou muito bem guardada em alguma gaveta. Só o tempo dirá quem está mentindo
    A única coisa que não gostei besses helis foi o preço,caríssiiiiiiiimooooo.

  29. Manuel Flavio, me permita acrscentar ao que você escreveu, que quem disse isso, na matéria citada por você, sobre as inspecões a cada 10 horas, foi o comandante do 3°/8° GAV da FAB.

  30. O problema é que a Helibras/Airbus & parceiras tem um tremendo lobby na mídia especializada. O vem ocorrendo com o H225M é um escândalo.

  31. Nunão e Galante, talvez eu tenha me expressado de forma errada. Claro que pode-se conseguir informações bastante relevantes de um militar sobre o equipamento que ele opera. Eu mesmo, que não sou jornalista, em 2012, a pedido de um forum de discussões sobre defesa, fiz a cobertura da Operação URUBRA que se realizou naquele ano aqui na BASM, entre a FAB e a FAU. Passei o dia todo realizando fotos, vídeos e uma entrevista bem longa com o representante do Cecomsaer, um tenente-coronel que me acompanhou todo o tempo. Consegui informações completas sobre a operação e sobre vários outros assuntos da FAB. E ele me autorizou a publicar praricamente tudo. Só algumas coisas ele disse que não deveriam ser publicadas por não serem ainda oficiais (deixo claro que não era nada demais, muito menos confidenciais), mas que depois se confirmaram.
    Quanto ao que escrevi antes e confirmando o que o Nunão disse, nem tudo que se ouve pode ser publicado (principalmente por responsabilidade de quem recebe a informação e levando-se em conta preservar quem deu a informação).

  32. Os esquadrões comemoram o intrevalo entre inspeções do Sapão para o BH saltar de.25horas para 40horas. Agora aparece um heli que tem de fazer a cada 10h. E o EB logicamente pula fora de querer comprar mais desses helis e começa procurar outros da mesma classe.
    A mídia especializada que ________________________________
    __________________________________

    COMENTÁRIO EDITADO. PEDIMOS QUE NÃO USE ESTE ESPAÇO PARA ACUSAÇÕES A OUTROS SITES DE DEFESA

  33. O q tenho ouvido da AvEx é o interesse, além da asa fixa, pq é mais barata, no Chinook para operar na Amazônia. Seriam 8.

  34. O EB realmente precisa do custo x benefício que a asa-fixa proporciona…
    .
    Agora, esse H225M, as FFAA pegaram por conta do famoso “é o que tem pra hoje”. Negócio feito com base em politicagem suja e da pior espécie.
    Se o dinheiro de cada porcaria desse H225M fosse aplicado em Chinook e Black Hawk para o EB, seria outro mundo. E não dá nem pra falar que seria caro de mais, de adquirir, operar e manter.
    .
    Mas já foi… Fazer o que, ninguém denuncia essa porcaria. Ninguém bate no contrato. Segue a brasilidade.

  35. Manuel Flavio, esse lobby nunca existiu aqui na Trilogia Forças de Defesa, porque sempre permitimos os comentários abertos a quem criticasse a Airbus e seus helicópteros. Sabe qual o resultado desse “dever cívico”? ficamos sem publicidade da Airbus e os que criticavam nunca colaboraram nem assinaram os blogs.

  36. Olá Galante,sei disso. Não estou acusando vocês, não. Mas que há por aí, há sim. E de outros processos de aquisição a também.

  37. Agnelo,

    Helicoptero de porte do Chinook já é passado. O que eles querem é 8 a 12 hélio de porte médio, que NÃO SEJAM OS H225M.

  38. Caro Bardini ( 27 de julho de 2017 at 13:05 ),
    .
    Entendo que o ‘Merlin’ seria um excesso, se considerarmos um substituto unicamente para o ‘Sea King’. Não se esqueça que os “jacks” tem o AW-159, que faz o ‘low’ desse binômio britânico de asas rotativas navais, deixando-os com uma composição bem interessante ( se poderíamos ter adotado essas duas aves, penso que sim, mas a essa altura… enfim… ).
    .
    No nosso caso, considero o S-70B um substituto ideal para o venerável SH-3. E como o helicóptero americano poderá operar embarcado nos novos meios previstos para a Esquadra, então, isso tornará o ‘Super Lynx’, ou um similar, desnecessário ( devendo este operar somente até a desativação de todos os navios da classe ‘Niterói’), além de tornar desnecessário também outro meio mais pesado ( seja como for, o ‘Merlin’ não faz muito mais que o ‘Seahawk’ em ASW e ASuW )…
    .
    Pessoalmente, penso que a composição das asas rotativas da Aviação Naval estará bastante equilibrada: um helicóptero médio-pesado ( dedos cruzados, torcendo pra resolverem tudo… ), capaz de ASuW e para emprego geral; um helicóptero médio dedicado para a luta ASW e ASuW; e restando somente um helicóptero ligeiro, para substituir ‘Jet Ranger’ e ‘Esquilo’, assumindo emprego geral, ligação e treinamento…
    .
    Até, como já conversamos antes, se poderia cogitar a adoção do ‘knighthawk’, mas a verdade é que agora não há mais sentido ( exceto se entenderem que o custo de operação do ‘Caracal’ seja realmente muito superior a um helicóptero médio, logo ao ponto de não compensar opera-lo para qualquer missão de transporte ).

  39. Juarez ( 27 de julho de 2017 at 14:37 ),
    .
    Caro Juarez,
    .
    Será que chega a tanto…? Até acredito que um UH-15B chegue perto de um ‘Merlin’ em custos ( embora acredite que os três motores do helicóptero britânico façam ele pesar mais na carteira… ), mas a um MV-22, não creio…

  40. Galante e Manuel, lembro até hj da frase: “a audiência de vocês é a melhor, mas não vamos renovar com vocês porque os seus comentaristas falam mal da gente.” Está guardado na memória como um dos argumentos mais bisonhos que já vi – e olha que tenho mais de 25 anos de experiência em comunicação / publicidade e propaganda e já ouvi besteiras de gerentes de produto e diretores de marketing que encheriam um livro de piadas.

  41. Galante,

    Sobre os pilotos não reclamarem, discordo totalmente de você. Conheço dois, um deles do GTE que não confiam nada na aeronave, ao ponto de terem apelidado a Kombi de “super pane”. Eles não voam porque são suicidas, voam porque são militares e lá, como você bem sabe, missão dada é missão cumprida. Não tem mimimi nem sindicato.
    E o alto escalão, que não é quem pilota, não manda parar a aeronave pela repercução negativa que isto traria. Gastaram bilhões numa aeronave que não deveria estar voando?
    Como diria Gil: procure saber, procure saber…

    Cordiais sds!

  42. _RR_, eu não sou contra o S-70B, muito pelo contrário… Mas se estivéssemos hoje voando Merlin no lugar do H225M, só nos preocuparíamos em comprar um S-70B ou Wildcat quando os Super Lynx dessem baixa.
    .
    Teríamos Merlin cobrindo um aplo leque de missões e ASW /ASuW da mesma forma que o S-70B tem que fazer hoje e Super Lynx cobriria missões de ataque ASW/ASuW embarcado.
    .
    Se comprassem a Escolta certa, ou seja, uma Fragata, o Merlin poderia operar embarcado.
    .
    Mas como eu disse antes, já aconteceu, fazer o que.

  43. Que lamentável as razões para a perda do patrocínio da Airbus / Helibrás, conforme narrado pelo Alexandre Galante e pelo Fernando Nunão.
    Agora que temos que criticar mesmo a Kombi-Caracal!

  44. Problema mecânico é o de menos, difícil é engolir o dobro de preço por uma dita transferência de tecnologia, que nos fez pagar o dobro do preço por aeronave. Tem coisa muito melhor e mais eficiente, inclusive do próprio fabricante do trambolho. E a única coisa absorvida pelos otários aqui, foi a conta da abertura da linha de montagem na filial da Helibras no Brasil

    Saudações!

  45. Bom dia RR. Eu fiz uma apologia comparando os custos de operação da Kombi com MV 22, agora quando o PAMA compilar o custo e passar a régua antes do IRAN se preparem, a conta vai ser babilônica.

    G abraco

  46. edcarlos 28 de julho de 2017 at 23:11
    Edcarlos, qual transferência de tecnologia? HELIBRAS não tem nada de “BRAS”! A HELIRAS é da Airbus. O governo anterior fez um acordo, pagando por ele, de transferir tecnologia da Airbus para Airbus. Entendeu?

  47. Não conheço como as outras Forças operam nessa miudeza, mas no EB, pelo q vi e conversei, é simples, sem paixões, 12×8. Deu a hora da manutenção, parou. A missão ultrapassa a hora, não vai e manda outro.
    O q me passaram foi simples: Não se voa sem segurança. Se a vida da peça era de, sei lá, 100 hrs, e deu problema com 70, se voa 50 e pronto.
    Sds

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