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Jornalista Roberto Lopes entrevista o Comandante da Marinha do Brasil, almirante Eduardo Leal Ferreira

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Jornalisra Roberto Lopes e almirante Leal Ferreira

O conceituado jornalista Roberto Lopes, colunista do site Plano Brasil, fez uma longa entrevista com o atual Comandante da Marinha do Brasil, almirante Eduardo Leal Ferreira.

A excelente entrevista esclarece vários pontos sobre os programas da Marinha, a questão do envelhecimento dos navios de escolta, Prosuper, desativação do Navio-Aeródromo São Paulo, o programa dos C-2 Turbo Trader, possível transferência dos P-3 Orion da FAB para a MB, construção das corvetas classe Tamandaré, possível aquisição do porta-helicópteros HMS Ocean, SisGAAZ etc.

Para ler a entrevista, clique aqui.

18 COMMENTS

  1. De tudo, a única notícia gratificante é a integração das tripulações aéreas da FAB e MB no P3 e a vinda do Orungan para Santa Cruz, nessa revolução organizacional/operacional magnífica da FAB.
    Se a MB desistir de vez desse sonho irrealizável de NAe, e tivermos um Ministério da Defesa com autoridade técnica e política para “bater na mesa” quanto a esse ardor quase infantil, quem sabe a Marinha largue essa ideia louca e a FAB transfira a ela a Patrulha. Daqui a pouco a MB vai chamar o Biafra pra cantar “Sonho de Ícaro” no 11 e Junho…

    No mais, por que 85.000 homens e mulheres numa MB sem navios?

  2. Boa reportagem, só faltou detalhar o motivo da falta de dinheiro e o contingente ativo com mais que 85.000 militares na MB, dinheiro tem falta é gestão;

  3. Roberto Lopes fez as perguntas necessárias e o almirante respondeu com franqueza e sem enrolação. Um primor essa entrevista.
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    Será que depois dessa divulgação da reforma do NAeSP custar US$ 1,5 bilhões e ter resultado incerto ainda terá gente que continuará achando um absurdo o CM Leal Ferreira descomissionar o navio?
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    Aviação da MB migrando da caça para a patrulha nos próximos anos.
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    Nada de compra de navios de contra-minagem no curto prazo.
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    A Makassar não é tão barata quanto é divulgado (acredito que eles valores são do navio e de seus sistemas mais básicos).
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    E muito mais.

  4. Espero que esse momento terrível de nosso país passe logo. Dá tristeza ver como está nossa Marinha. Temos condições de , seriamente, fazer muito, mas muito melhor. Precisamos do Governo, e talvez até principalmente, um Congresso Conservador, de direita, ligado às FF AA e Patriotas.

  5. Gente, ninguém falou que a Aviação de Patrulha iria passar para a MB. O que vai ocorrer é a utilização de Oficiais da MB nos P-3, o que já ocorre mas não operando os sensores.

    Como a RAF fazia com relação aos Nimrod.

    Não que eu não gostasse que isso ocorresse.

  6. Fica claríssimo a falta de planejamento do Estado Brasileiro, NÃO temos.
    Toca-se o bonde conforme a SUBIDA, a LADEIRA e as CURVAS.
    DESGOVERNO CENTRAL em relação as FA’s desde o DesGov José Sarney.

  7. O momento terrível pelo qual o país passa já dura mais de 500 anos! E, sinceramente não acredito que vá melhorar nos próximos 500….Não com este modelo de administração e governantes que aí estão.
    A única coisa que realmente impressiona na MB são os números do seus efetivos (85.000!). É uma instituição que vive à mercê de “oportunidades”, ao sabor da sorte – ou do vento, como queiram. Sempre chorando por mais e mais recursos. E o retorno, como se vê, é pífio (par não falar outra coisa).
    “Se o comandante do navio não sabe para onde quer navegar, nenhum vento lhe será favorável”.

  8. supimpa a entrevista, faltando questionar sobre meios fluviais.
    causa espanto que para produzir 4 corvetas tamandaré de 350 milhões/un, totalizando 1,4 bi, sejam necessários 612 mi/ano em 8 anos, totalizando 4,896 bi.
    mesmo levando em conta que tais somas incluam modernizações ao amrj, é uma relação estranha, parece que se está pagando um bolo apenas pela cereja.
    e notem o corte em operacional e projetos em 2017 de 1,8 bi para 1,1 bi.
    pindaíba pouca é bobagem.

  9. Acho que a entrevista coloca um fim nas especulações sobre baixas precoces de navios alemães “F-123”, australianos “Anzac”, canadenses “Halifax” todos da década de 1990 que só começarão
    a ser substituídos depois de cumprirem seus 30 anos de serviço pelo menos e portanto não
    estarão “disponíveis” para uma possível venda à marinha brasileira.

  10. 350 milhões de dólares por uma corveta com porte de fragata é bem perto da realidade. Mais ou menos metade disso é o custo de sensores e armamentos modernos. Se ficar nesse patamar, que já é menor do que estimativas anteriores, será bem razoável.

  11. pois é, Nunão, eu fico meio perdido em avaliações de custo quando lembro que um lcs, de deslocamento semelhante à cct embora de capacidades limitadas, chega quase a setecentos milhões de dólares ao passo que uma tigr russa, embora mais leve que uma cct, uns cento e cinquenta milhões de dólares. é que nunca sei exatamente o que está considerado nas divulgações de preço, em especial de países em que a transparência é proibida ou que simplesmente tenham um entendimento diferente sobre o quê

  12. complementando o post truncado: sobre o que seja preço e custo, se se ‘precifica’ o navio finalizado com sistemas e armamentos ou apenas até algum estágio intermediário.
    igualmente me perco na caracterização da classe do navio: não sei se a diferença entre corvetas, fragatas e destróieres se baseiam no deslocamento, nas capacidades ou na idiossincrasia da autoridade classificadora. eu gosto de pensar que as capacidades definem melhor.

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