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Paquistão incorpora terceiro FAC(M) classe ‘Azmat’

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PNS Himmat

A Marinha do Paquistão incorporou seu terceiro Fast Attack Craft (Missile) da classe “Azmat” — no dia 28 de julho, no Karachi Shipyard & Engineering Works (KSEW).

Batizado PNS Himmat, o navio passou por testes de mar desde setembro do ano passado. Ele se juntará ao PNS Azmat e PNS Dehshat, que foram adquiridos diretamente da China Shipbuilding e Offshore Company como parte de um pedido para quatro FACs em 2010.

Embora baseado no FAC Azmat, o KSEW afirma que o PNS Himmat possui um “sistema de mísseis fabricado localmente”. Imagens do Himmat mostram que ele tem dois lançadores triplos tubulares de mísseis antinavio, ao invés de lançadores quádruplos retangulares do Azmat.

Os mísseis podem ser o Babur 2 sino-paquistanês com capacidade de ataque terrestre, o C-602 ou o supersônico CM-302, estes últimos da China.

Além disso, o PNS Himmat também trocou o canhão gêmeo de 25 mm da proa por uma nova torre estabilizada controlada remotamente, possivelmente a Aselsan STOP.

O FAC da classe “Azmat” desloca 560 toneladas, tem 63 m de comprimento e desenvolve uma velocidade máxima de 30 nós. Com uma velocidade de cruzeiro de 18 nós, ele tem autonomia de 1.000 milhas náuticas. O PNS Azmat e PNS Dehshat estão armados com lançadores de C-802 (AShM). São tripulados por 15 militares.

O chefe do pessoal naval da Marinha do Paquistão Almirante Muhammad Zakaullah afirmou que a transferência de tecnologia na construção naval é um componente necessário dos esforços de modernização da Marinha. É também um elemento necessário para apoiar as exportações de defesa do Paquistão.

O KSEW também anunciou que a Marinha do Paquistão assinou contratos para embarcações de patrulha offshore (OPV) de 1.900 toneladas, uma embarcação de pesquisa de 3.000 toneladas e dois barcos de resposta rápida (para a Alfândega do Paquistão) no ano fiscal anterior.

PNS Azmat, primeiro da classe, com dois lançadores quádruplos de mísseis antinavio C-802

FONTE: quwa.org

9 COMMENTS

  1. Quisera nossos navios patrulhas da classe Amazonas tivessem o armamento(mísseis) que essa classe de navio tem, Enquanto esses medem 62metros de comprimento, os nossos teme dem quase 50% mais(90,50metros), o que dá para acomodar melhor os mísseis.

  2. Jorge, patrulha não necessitam de mísseis. Patrulha é para patrulha é não combate. Patrulha armada para combate inviabiliza financeiramente a patrulha. Temos três patrulhas oceânicos e podiam ser pelo menos mais sete, assim teríamos dois por salvamar, todos poderiam ser armados com um boffors 40 mm como arma principal duas metralhadoras 20mm, uma em cada bordo, e duas 12.7, também uma em cada bordo. Esse devia ser o padrão. Os Amazonas, no meu intender, só tem como defeito não poder operar com Heli orgânico, pois não tem hangar.

  3. Ádson, assino em baixo!! Se tivesse hangar, ficaria perfeito. Sem contar que existem alguns mísseis anti-navio que podem ser levados por embarcações que não tem estes como armamento orgânico, em seus módulos de lançamento.

    Não sei exatamente como explicar, o Sr. Bosco saberia. Rsrsrsrsrs parece que se tiver um radar diretor pode linkar pra lançar o SSM….

  4. Não da pra comparar nosso TO com o do Paquistão, as necessidades deles são diferentes das nossas e olha que estas são embarcações do tamanho e tonelagem das Macaés e como bem disse o Ádson, patrulha é patrulha e não combatente de superfície, mas nada que não se possa improvisar em caso de guerra/necessidade.

  5. parece que não existe uma clivagem definitiva entre patrulha e combate apenas pela definição, já que existem patrulhas-combatentes (e.g. os russos buyan e buyan-m, embora os chamemos corvetas). na emergência do a2ad, com sua ênfase em vantagens assimétricas, esse híbrido veio à luz em marinhas de recursos limitados.
    o quê seria melhor para o brasil, a2ad com submarinos ou com patrulhas-combatentes?

  6. Patrulha e Patrulha, mas Patrulha que pode dar 26 nos com canhao principal de 40mm, municao 3P, pode sim em situacoes de escalada de tensoes poder ser adaptado com misseis Sup Sup e quem sabe um Simbad AA e lancadores de Flare. Isso deveria ter plano de acao com trabalhos teoricos prontos para conversao rapida desse provavel protetor de uma forca de desembarque, ou poder fazer o mesmo papel que o Alferes Sobral nas Malvinas! Quem sabe dessa vez mandado o Sea Linx inimigo que se aproximou para o fundo do mar!

  7. As OPV Chilenas tem sofrido alterações sendo apenas a primeira, a única que segue o projeto original. A partir da segunda unidade tem sido modificadas localmente por ASMAR dando a elas capacidades pra navegar Antárticas por exemplo. Amanhã se entrega a quarta unidade e as próximas duas já foram modificadas e terão sensores, radares, sonares de profundidade variável CAPTAS (Thales), misseis antinavio e helicópteros AS565 Panther embarcados.

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