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Futuro USS Little Rock (LCS 9) conclui com êxito testes de aceitação

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Futuro USS Little Rock (LCS 9)

MARINETTE, Wis., 31 de agosto de 2017 / PRNewswire / — A Lockheed Martin (NYSE: LMT) e Fincantieri Marinette Marine concluíram com sucesso testes de aceitação do futuro USS Little Rock (LCS 9), em 25 de agosto.

O futuro USS Little Rock, o quinto LCS da variante da “Freedom”, construído pela Lockheed Martin e Fincantieri Marinette Marine, concluiu os testes de aceitação com a pontuação mais alta de qualquer LCS da variante “Freedom” até o momento, ganhando o direito de levar vassouras em cima do mastro, significando uma varredura limpa nas provas de mar do navio.

“Nossa equipe elevou o patamar de desempenho da variante “Freedom” do Littoral Combat Ship”, disse Joe DePietro, vice-presidente de pequenos navios de combate de superfície e sistemas de embarcações. “Este foi um teste excepcional — o melhor da classe até à data, graças às extraordinárias contribuições de todos os companheiros da variante “Freedom” de LCS”.

Os testes de cinco dias, realizados no porto e no mar pela Junta de Inspeção e Pesquisa da Marinha dos EUA (INSURV), representam o último grande marco antes da entrega do navio. Durante os ensaios, a Marinha realizou testes abrangentes do LCS com o objetivo de demonstrar o desempenho do sistema de propulsão, manobras e sistemas auxiliares.

“Estou extremamente orgulhoso de toda nossa equipe LCS, incluindo os nossos construtores de navios na Fincantieri Marinette Marine, para produzir o melhor navio da nossa equipe até o momento”, disse Jan Allman, presidente e CEO da Fincantieri Marinette Marine. “Estes são navios complexos, e é preciso um forte esforço de equipe para projetar, construir e testar esses navios de guerra americanos”.

O futuro USS Little Rock (LCS 9) em alta velocidade em Lake Michigan durante as provas de mar
As vassouras no mastro do futuro USS Little Rock indicam que ele fez uma “varredura limpa” e passou pelas provas de mar

A Lockheed Martin e Fincantieri Marinette Marine estão agora preparando o Little Rock para entrega nas próximas semanas. Batizado em homenagem aos cidadãos patriotas e trabalhadores de Little Rock, o LCS 9 será o segundo navio da Marinha dos EUA a ter o nome da maior cidade de Arkansas. Ele será Incorporado ao lado de seu homônimo preservado em Buffalo no final deste ano.

O time Lockheed Martin e Fincantieri Marinette Marine está atualmente em produção de cadência total da variante “Freedom” do LCS e entregou quatro navios para a Marinha dos EUA até à data. O futuro USS Little Rock é um dos oito navios em vários estágios de construção no Fincantieri Marinette Marine, com mais um em produção de longo prazo.

A equipe LCS da variante “Freedom” é composta pela Lockheed Martin, construtor naval Fincantieri Marinette Marine, engenharia naval Gibbs & Cox e mais de 800 fornecedores em 42 estados.

O design do monocasco de aço da variante “Freedom” é baseado em um projeto comprovado e resiliente reconhecido por sua estabilidade e confiabilidade.

FONTE: Lockheed Martin

21 COMMENTS

  1. De curiosidade pra quem curtir o empreendimento tem um site e redes sociais também com mais informações e diversas fotos… Dá até pra pedir ingressos para o comissionamento em Buffalo (o antigo Little Rock citado virou navio-museu).
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    usslittlerocklcs9.org
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    Sds.

  2. Eu gostaria de assistir uma palestra dos contatos comerciais da Lockheed. Eles sempre vendem o produto, ganham da concorrência, mesmo que não sejam nem os melhores nem os mais baratos…
    O barco é bom, mas o “contender” dele era bem melhor.

  3. Mais um “Leaked Cracked Ship” para dar dor de cabeça…..

    Sinceramente acho que a USN deveria adquirir um projeto de fragata da DCN, Fincantieri ou BAe Systems e produzir sob licença.

  4. Que coisa, o pessoal da US Navy já tentou de várias formas enterrar esse projeto do LCS, mas o congresso não deixa, senadores dos Estados onde tanto o LCS da Austral quanto da Lockheed Martin são construidos insistem em empurrar todos os navios do plano original para a US Navy receber

  5. Mês passado pela primeira vez na história, uma aeronave não tripulada, no caso um “Fire Scout”ajudou a guiar um míssil “Harpoon” lançado pelo LCS USS Coronado…detalhe…o “Fire Scout” estava operando a bordo do USS Coronado juntamente com um helicóptero tripulado MH 60S.
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    Dentro de poucos anos haverá “LCSs ” em número suficiente em várias “Divisões” de 4 unidades, três das quais irão operar no estrangeiro enquanto uma quarta unidade permanece nos EUA para treinamento.
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    Hoje a lista da chamada Frota de Batalha inclui por exemplo 11 MCMs, poucos anos atrás eram 14, navios de “guerra de minas” de 1300 toneladas, com uma tripulação relativamente grande de 80 pessoas lentos e como armamento orgânico apenas 2 “ponto 50” que eventualmente são envolvidos em missões de patrulha e mostra de bandeira também.
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    Os “MCMs” começarão a ser retirados em 2019 , então dentro em breve se terá inicialmente o mesmo número original de “MCMs” …14, que deslocarão 3000 toneladas, serão velozes, operarão com um helicóptero tripulado e um não tripulado, terão um razoável armamento orgânico e ao contrário dos MCMs chegarão a suas respectivas áreas de operações por conta própria e não no “lombo” de navios de carga.
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    Há dentro da US Navy quem os defende, principalmente depois que a doutrina para operar e
    manter foi mudada e a guiagem do “Harpoon” pelo “Fire Scout” demonstrou uma das novas possibilidades.

  6. LCS off: hahaha
    A classe LCS não serviu pra substituir a OHP. Fragatas são necessárias… por incrença que parível, parece que vai FICANTIERI FREMM! E sem associação com Grumann, Lockheed ou boeing (no projeto).

    Apesar dos três citados não terem conseguido enviar propostas a tempo, fica expressa a qualidade superior da FREMM, como uma das melhores fragatas do mundo em sua classe. Corre por fora o design norueguês da Kongsberg.

    https://www.defensenews.com/naval/2017/09/01/as-the-service-looks-to-fill-capabilities-gaps-the-us-navy-is-keeps-an-eye-overseas/

  7. O “LCS” não foi pensado para substituir a “OHP” e sim os 14 MCMs, que hoje estão reduzidos a 11 e estão chegando ao fim de suas vidas úteis e também os 14 “PCs” hoje reduzidos a 13 unidades que serão retirados de serviço na próxima década.
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    Eventualmente o LCS irá cumprir missões que no passado foram executadas pelas “OHPs” como combate ao tráfico de drogas, ajuda humanitária e mesmo fazer o papel de forças adversárias durante treinamento dos grupos de NAes por exemplo.
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    Como há um requerimento para no mínimo 40 “pequenos” combatentes de superfície e fragatas e LCSs são considerados “pequenos combatentes” após os cerca de 30 “LCSs” uma nova classe será criada de cerca de 10 unidades classificadas como fragatas que poderão ser
    desenvolvidas a partir do LCS ou adotar algum outro projeto, mas, dificilmente se irá recorrer
    aos europeus para isso.
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    É preciso levar em conta também que a produção de DDGs da classe “Arleigh Burke” segue a todo vapor e estes também estão substituindo as “OHPs” então não faz muito sentido em se
    ter uma “poderosa” fragata ainda mais de projeto europeu.

  8. Dalton

    No link que pus:
    “Two major programs ― the small surface combatant and the over-the-horizon missile for surface ships ― are seeing competition from international companies. As the Navy looks to replace its Oliver Hazard Perry-class frigates with a new guided-missile frigate under the FFG(X) program, several international designs have drawn attention inside the Navy.”

  9. Sim… tenho acompanhado esse “interesse” , mas, daí transformar-se em realidade é algo
    completamente diferente sem falar que americanos não “sabem” fazer nada barato e uma fragata de projeto europeu acabaria custando uma pequena fortuna.
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    Eventualmente surgem novas ideias “salvadoras” como diminuir a quantidade de DDGs e
    complementa-los com navios menores, construir NAes menores, etc…nada é impossível, mas,
    não dá para contar como certo.

  10. Eu acredito que o RFI não é por nada, uma vez que estavam cogitando retirar 8 OHP da reserva. Eles precisam de escoltas menores e rápidas dentro do conceito de grupo de combate que eles mesmo fundaram (NAe , Destroyer ou Cruiser e Fragata no força de combate, e onde as OHP operavam). Os navios ficaram maiores em geral, mas a FREMM italiana ainda é consideravelmente menor que o AB e mais na medida para substituir as OHP.

  11. Bavaria…
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    essa de tirar 8 “OHPs”da reserva seria uma tentativa de se conseguir aquele número “mágico” de 355 navios mais depressa…só falta agora voltar a incluir os “PCs” e os 2 grandes Navios Hospitais novamente na lista da”Battle Fleet” como foi feito em 2014 justamente para tentar
    disfarçar a baixa de tantas “OHPs”, algo que foi descontinuado em 2015 pois estava pegando mal !
    .
    Se o número “355” ou pouco menos, não for para valer, não haverá espaço para muitas
    fragatas na US Navy pois já existem/existirão pelo menos 28 LCSs e embora a US Navy ainda
    insista em 52 unidades , LCSs + Fragatas, não se sabe ainda ao certo como se conseguirá
    isso, principalmente com uma caríssima fragata europeia que ficará ainda mais cara se
    construída nos EUA.

  12. “Eles precisam de escoltas menores e rápidas dentro do conceito de grupo de combate que eles mesmo fundaram (NAe , Destroyer ou Cruiser e Fragata no força de combate, e onde as OHP operavam).”
    .
    Bavaria…
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    algo que lembrei é que a última “OHP” baseada no Japão, portanto, uma importante base avançada da US Navy, foi trazida de volta aos EUA em 2007 e seu lugar foi tomado por um “Arleigh Burke”.
    .
    Mais ou menos nessa época, 2007, as “OHPs” também deixaram de fazer parte dos Grupos de Combate nucleados em NAes , mesmo havendo ainda um significativo número de “OHPs”, umas
    30 delas, que passaram a exercer tarefas consideradas secundárias e/ou em áreas mais benignas.
    .
    Então, o renascimento da fragata na US Navy necessariamente não significará que elas
    retornarão aos Grupos de Combate nucleados em NAes, provavelmente farão algumas das funções que as “OHPs” já vinham cumprindo e irão complementar os LCSs.

  13. Dalton

    Não acredito que ficaria mais caro construir a FREMM nos EUA porque a própria Fincantieri já tem estaleiro lá:
    “Both U.S. shipyards that are working on the littoral combat ship have foreign connections. The Marinette Marine in Wisconsin is owned by Fincantieri, and Austal USA in Mobile, Alabama, is owned by an Australian parent company. Both those yards have made significant investments in their facilities and processes that U.S. yards could learn from, Hendrix said.
    “Foreign companies and foreign designs have some things to contribute to the U.S. shipbuilding industry,” he added.”

    Acredito que, se feita, usarão o padrão italiano ou maior, e usarão os MTU no lugar dos Isota Fraschinni (já que o LCS Independence usa MTU, e mais alguns navios deles). Eu acredito que vai rolar porque ambos os LCS têm porte de covertas modernas, e o Arleigh Burke é grande demais para algumas operações.

    Ao que lembro de ler, na época que as OHP estavam saindo dos grupos de força tarefa é que elas não estavam atualizadas no padrão novo (link16, radar e mísseis) dos Nimitz que voltavam do MLU e os recursos estavam alocados nos LCS (isso em torno de dez anos atrás…), de todo modo acho que uma foto assim (abaixo) com uma FREMM no lugar das OHP ficaria muito bonita…

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cd/US_Navy_031130-N-3653A-002_USS_George_Washington_%28CVN_73%29_Carrier_Strike_Group_formation_sails_in_the_Atlantic_Ocean.jpg

    Saudações.

  14. Uma FREMM teria que ser customizada para a US Navy, duvido que viesse a custar menos de
    1,2 bilhão de dólares, provavelmente mais e na minha opinião foge do conceito de “pequeno combatente de superfície” deslocando 6000 toneladas ou até mais no caso da FREMM italiana.
    .
    Na minha visão a futura fragata aproveitará muito do que já foi aprendido com o LCS, uma
    versão maior, mas, ainda dentro de um deslocamento máximo de 5000 toneladas inclusive
    há um estudo de se aproveitar o projeto do mais novo”cutter” da Guarda Costeira, “classe
    Legend” cujo deslocamento totalmente carregado está dentro desse limite.
    .
    Quanto às “OHPs” elas foram consideradas inadequadas para permanecer na “linha de frente”
    seja acompanhando NAes ou operando independentes em áreas consideradas críticas…porém
    o que chama atenção é que eram ainda numerosas ou seja a US Navy tinha uma grande porção de seus combatentes de superfície operando em missões secundárias.
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    Vamos aguardar…não deve demorar muito mais para que uma decisão final seja alcançada
    quanto às características da futura fragata e seu preço estimado.
    .
    abs

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