Home Marinhas de Guerra Navios da Royal Navy vão ficar sem mísseis antinavio até 2030

Navios da Royal Navy vão ficar sem mísseis antinavio até 2030

5448
44
A fragata Type 23 HMS Richmond lançando míssil antinavio Harpoon


Por George Allison

Os navios da Royal Navy perderão a capacidade de mísseis antinavio em 2018 quando o míssil Harpoon for aposentado, com uma substituição prevista “em torno de 2030”.

Enquanto a Marinha Real ainda terá uma capacidade antinavio através da frota de submarinos e helicópteros embarcados, isso ainda será um fosso de capacidade significativo e, mesmo assim, nenhum helicóptero da Royal Navy terá capacidades de mísseis antinavio até 2020.

Como relatado no ano passado, Harriett Baldwin e seu homólogo francês assinaram um acordo para explorar futuras armas de longo alcance para as Forças Aéreas Reais e Francesas e com o objetivo de substituir o míssil antinavio Harpoon e o míssil de cruzeiro Storm Shadow também, assim como uma série de tipos de armas francesas.

O chefe de compras de armas francesas, Collet-Billon, disse no ano passado: “Estamos lançando hoje uma nova e importante fase de nossa cooperação bilateral, planejando juntos uma geração de mísseis, sucessores do Harpoon, SCALP e Storm Shadow. O objetivo do programa FC/ASW (future cruise/anti-ship weapon) é ter em 2030 uma nova geração de mísseis”.

Os mísseis, no entanto, não estarão prontos para substituir o Harpoon até 2030, deixando as fragatas Type 26 sem meios reais para engajar navios de guerra de superfície, além de seus helicópteros.

De acordo com o jornal The Telegraph, o contra-almirante Chris Parry disse o seguinte sobre o problema: “É uma lacuna de capacidade significativa e o governo está sendo irresponsável. Isso mostra que nossos navios de guerra são para a vitrine e não para lutar”.

Fragata Type 23 HMS Montrose lançando um míssil antinavio Harpoon

FONTE: UK Defense Journal

NOTA DO EDITOR: realmente é uma perda de capacidade assustadora. Some-se a ela, a ausência de lançadores de torpedos antissubmarino nos destróieres Type 45, que dependem totalmente dos helicópteros para atacar submarinos.

44 COMMENTS

  1. O que tá acontecendo com a Royal Navy? Types 45 com capacidade unicamente de defesa de área e agora uma frota sem mísseis antinavio?

  2. Olha a Chance perdida da Argentina, kkkkkk ( irônico Claro), Sem porta aviões, sem escolta com capacidade AAW, depois reclamamos do Brasil, 12 anos sem armamento anti navio, em tempo ruim, ou mar agitado, onde os meios não possam decolar, viram alvo fáceis ate de uma lancha porta misseis,

  3. Argentina pode pedir uns navios da China que em um ano estão entregues. Aviões e submarinos também.

    O problema são os nukes ingleses.

  4. Ontem mesmo estava lendo um blog inglês onde eles comentavam que as propostas atuais para os novos Tipo 31 seriam apenas fragatas leves ou “corvetas alongadas”, deixando de serem apropriadas ao combate naval…. Com isso sobrecarregam demasiadamente as Tipo 26.

    Hoje esta notícia de que ficarão sem mísseis antinavio até 2030… mais o descomissionamento do Ocean e estamos vendo a Royal Navy diminuindo consideravelmente, mesmo que por um curto período.

  5. “É uma lacuna de capacidade significativa e o governo está sendo irresponsável. Isso mostra que nossos navios de guerra são para a vitrine e não para lutar”.

    Alguém imaginaria um almirante qualquer da MB fazendo uma declaração desse tipo? Esse tem culhões e senso de dever.

  6. Peraí, deixa eu vê se entendi, quer dizer se estiverem numa condição climática que impeça a decolagem dos helicópteros as tripulações vão ter que se ajoelhar rezando p/ que os inimigos não os detectem ou p/ que tenha um submarino aliado por perto ou fugirem p/ ficar fora do alcance do inimigo ou ainda todas as alternativas anteriores. God save the Royal Navy!

  7. Uma pergunta, eles não podem utilizar os mesmos mísseis, mesmo que ultrapassados tecnologicamente, por enquanto não se chega a finalmenteaté o momento de terem outro para substituí-los?

  8. Bardini 1 de setembro de 2017 at 22:07
    Eu juro que escrevi “God save the Royal Navy!” sem saber da existência desse site, rs. Abs.

  9. Acho que a Royal Navy ta com pena da MB e ta fazendo isso pra não ficar muito superior que a MB, a RN ensinando ao mundo que qualquer um pode chegar e afundar seus navios

  10. Quem diria a Inglaterra…
    A Índia que esteve sob domínio inglês por 200 anos se transformando numa superpotência enquanto a Inglaterra tira o time de campo

  11. Camillo,
    E o que mais tem é gente que acha que o colonialismo britânico fez mal à Índia. Não fosse e lá haveria meia dúzia de marajás e um bilhão e meio de miseráveis. Em 30 anos a Índia tirou um Brasil e meio da miséria e outro tanto ascendeu à class média, e isso por conta da “ocidentalização” do país promovida pelo “execrável” colonialismo.

  12. A capacidade antinavio provida pelos helicópteros o será pelo Sea Venom. Um míssil peso leve com uma ogiva de 30 kg e um alcance de 20 km. Ou seja, completamente inadequado.
    Mas eu duvido muito que essa intenção persista. No final devem optar,mesmo que provisoriamente, pelo LRASM.

  13. SENHORES, EU ESTOU ABISMADO! O que tá acontecendo com a Royal Navy? Aliás, o que esta acontecendo com Reino Unido? A primeira ministra May tem noção do que esta fazendo com sua Marinha de Guerra? A Grã-Bretanha vem sendo alvo persistentemente de organizações terroristas e em vez de se fortalecer esta demonstrando sinais de fraqueza?
    Como disse o contra-almirante Chris Parry sobre o problema: “É uma lacuna de capacidade significativa e o governo está sendo irresponsável. Isso mostra que nossos navios de guerra são para a vitrine e não para lutar”.

  14. A prioridade é substituir os 4 grandes submarinos “SSBNs” da classe “Vanguard” e isso já está
    custando caro…os franceses por exemplo logo terão que reservar recursos para a substituição
    dos 4 SSBNs que eles também possuem.
    .
    Não fosse por conta disso, certamente sobraria recursos para mais alguns navios de superfície,
    mas, não há muito mais que possa ser feito…a Royal Navy e a marinha Francesa possuem praticamente o mesmo tamanho e composição e se a “marinha japonesa” é até maior em número de unidades é porque não operam caríssimos submarinos de propulsão nuclear,
    especialmente SSBNs.

  15. Nós falamos tanto em priorizar, em ter foco, mas esquecemos que isso exige sacrifícios. Os ingleses estão escolhendo o que acham mais importante, o resto empurrar com a barriga. Diante do sonho da MB, em ser uma Marinha de águas azuis, eu agradeço até hoje o fato de terem começado pelo Prosub, pelo menos o pouco que teremos estará na peça do tabuleiro certa.

  16. Os mísseis Sea Venom deram substituídos nos próximos anos por dois mísseis um de 20km e outro de 100 km, agora quanto ao desenvolvimento do novo míssil que demora ein 11 anos ! Enquanto a Rússia desenvolve mísseis em 5 anos

  17. O povo gosta de complicar.
    Não conseguem comprar pelo menos uns 10 mísseis para cada navio?
    Exocet? RBS Saab?
    São tão caros assim?
    13 anos é muito tempo.
    Enquanto isso China constrói porta aviões a rodo…

  18. O Reino Unido está abrindo lacunas irresponsáveis, como se vem fazendo no Brasil com a MB, dando baixa em um meio ou armamento sem substitui-lo, começou por deixar a RN sem NAes e sem se braço aéreo sem um substituto imediato, criando um hiato de cerca de 10 anos sem tal capacidade, isso é muito perigoso, por dois lados, por um lado se houver algum conflito de vulto eles vão se encontrar desprotegidos, e por outro lafo se nao houver nenhum conflito sera mais perigoso ainda, pois tal atividade pode passar a virar rotina e é o que se está vendo agora novamente em relação ao misseis, até o momento que considerem que não precisam mais de tal capacidade, parece que não aprenderam nadaaem 82 nas Falklands, quando estavam pra dar baixa no Hermes e o Invincible estava pra ser vendido pra Australia, e o Ilustrius ainda não estava pronto, por pouco não são pegos de calça arriada, se os Argentinos houvessem esperado mais uns 6 meses pra atacar a RN teria sido pega de calça arriada

  19. Dalton 2 de setembro de 2017 at 13:18
    Gostei muito.
    ________________________________

    SubNuc Brazil, como fica tais gastos Admiral ?
    _________________________________]

    Os Ingleses tem cobertura dos Âmis, da NATO etc ….

  20. Bom, eu pensei que era só a MB que estava mal das pernas. Pelo menos, por enquanto, estamos mandando Fragata para o fundo do mar!

  21. Mt perigoso até que não é tanto não até porque ou a Royal navy opera junto com os americanos ou inserida em battlefront da Otan, único possível conflito que a RN pode enfrentar sozinha e um nas malvinas mas até a Argentina se equipar e preparar dá tempo da última comprar uns misseis de patreleira

  22. Mísseis anti navio são armas ofensivas e certamente os britânicos não estão pensando em
    atacar nenhum navio russo, chinês, iraniano, etc…então ao menos podem contar com mísseis
    defensivos como o “Aster” por exemplo…não estou dizendo que é certo ficar sem uma boa
    capacidade ofensiva e sim que não há no momento uma necessidade tão “desesperada” por
    tais mísseis enquanto se lida com outras coisas mais prioritárias.
    .
    No caso de um navio da Royal Navy ser atacado …seja lá por qual motivo, não me ocorre nenhum agora, os britânicos encontrarão outro meio de responder e tal país atacante deverá sim ficar preocupado pois os britânicos fazem parte de uma aliança militar e como tal podem se dar ao luxo de estar “fracos” em um determinado departamento que deverá ser coberto por outro país da aliança…é mais ou menos assim que a coisa funciona.
    .
    Quanto a não poder contar com os EUA por conta de haver muitos “navios porta containers no
    meio do mundo”…todo dia é um tal de entra e sai navio da US Navy e nem por isso ocorrem
    colisões diárias…o problema parece estar mais localizado nos navios baseados no Japão…não que não ocorram colisões em outras áreas…mas os dois últimos DDGs que colidiram são baseados permanentemente no Japão.

  23. Amigos,
    .
    Os ‘jacks’ podem também ter concluído que um navio jamais terá condições de chegar ao alcance de uma outra força naval para ataca-la com mísseis partindo de si mesmo ( se considerarmos tipos de alcance limitado como o ‘Harpoon’ ), preferindo para isso confiar no poderio aéreo embarcado, com caças F-35B que serão armados com NSM ou similar.
    .
    No meu entender, isso faz sentido porque ou vai se enfrentar uma força dotada de meios aeronavais de asa fixa e que estará operando muito além do horizonte e equipada com mísseis de grande performance ( tornando indispensável o poderio aéreo próprio para lidar com ela ), ou se enfrentara uma força bastante limitada, armada com mísseis anti-navio que não terão mais que 300km de alcance, e que poderão ser repelidas pelo poderio aéreo embardado. Dentro dessa perspectíva, a capacidade ASuW em navios perde foco, já que, diante de uma força com poderio aéreo embarcado, somente submarinos poderiam teoricamente chegar incógnitos a essa distância e atacar com mísseis dessa categoria de até 300km…
    .
    Está claro que os britânicos não planejam participar de qualquer ação simétrica sem contar com seu poderio aéreo embarcado. Por isso podem pensar seriamente em abandonar mísseis anti-navio do porte do ‘Harpoon’, já que preveem que sempre poderão ter a superioridade aérea na esmagadora maioria das situações. E para lidar com ameaças assimétricas, tipos como o ‘Brimstone’ ou mesmo o ‘Hellfire’ bastariam…
    .
    Bem… Seja como for, não penso que sejam tão imprudentes de confiar cegamente nisso… É quase certo que irão atrás de mais ‘Harpoon’ ou haverão de adotar alguma alternativa…
    .
    Penso que se houver novos mísseis anti-navio nos navios da RN no futuro, o serão de grande alcance… Podem muito bem estar de olho na nova modificação do ‘Tomahawk’ que está sendo feita para a USN…

  24. Os novos meios de superfície da RN devem ser mini porta helicópteros de 5-9 ton pelo jeito que as coisas estão indo. Entre a Argentina e o Reino Unido, fica difícil discernir qual está perdendo as capacidades de guerra convencional com maior intensidade.

  25. Com a ausência de guerras simétricas pelo mundo tá todo mundo brincando de navegar, coisas prioritárias são deixadas de lado… a hora que o dique estourar…

  26. Boa noite a todos.
    Dalton , voce disse : “…Não fosse por conta disso, certamente sobraria recursos para mais alguns navios de superfície,
    mas, não há muito mais que possa ser feito…a Royal Navy e a marinha Francesa possuem praticamente o mesmo tamanho e composição e se a “marinha japonesa” é até maior em número de unidades é porque não operam caríssimos submarinos de propulsão nuclear,
    especialmente SSBNs…”
    Marinhas outrora grandes e poderosas, altamente profissionalizadas e adestradas , com larga experiência de combate , de paises ditos “ricos” , tem sérias dificuldades em manter e/ou renovar subnucs . E nós ?
    Não estaríamos correndo um risco SERÍSSIMO de desmantelar completamente nossa MB para desenvolver (e depois manter!) nosso subnuc? Subnuc esse que , se tiver o mesmo ritmo evolutivo de Americanos , russos , Chineses , Ingleses e Franceses , será eficiente e silencioso após a segunda geração.

  27. Jota, quem faz mais estrago a um inimigo na guerra naval, um submarino de propulsão nuclear ou navios de superfície?
    .
    Como estas nações citadas não abriram mão dos caros submarinos, acho que podemos concluir que apesar do custo, o benefício deve ser grande.

  28. Bardini, concordo , parcialmente. O benefício é bem grande , mas o custo é imenso! Quando ele estiver operacional , a MB ,nos moldes de hoje, cessará de existir.
    Para uma eventual guerra naval contra os “big players” USA , Russia, China , UK, França , 1 , 2 ou até 3 subnucs não serão pareo. Para quaisquer outros oponentes , 5 ou 6 subs convencionais “fechariam” o atlantico sul.
    E não nos esqueçamos que boa parte desses subnucs são vetores de misseis nucleares e outra parte dos subnucs tem como missao caçar os subnucs de misseis do inimigo.

  29. Muita tempestade em copo d’água. Os heli’s das escoltas abatem qualquer possível força atacante (Type 054 chinesa, Gorshkov ou Grigorovich). Ficaria ruim se fizessem um cerco contra um Type 002 chinês (NAe com catapultas) ou o Kusnetzov, sendo que tem uns submarinos nucleares para isso.

    É perda operacional, sim, é inegável. Mas daí a concluir que as “poderosas” escoltas brasileiras equipadas com foguetão exocet são mais capazes… meu Deus. Haja bad trip de maionese entupindo os esgotos que no brasil, sempre descem para o mar.

    A marinha logo logo, terá nos NaPa 500 suas escoltas mais poderosas, uma vez que serão as únicas que terão capacidade de operar mesmo.

    Viva ao insubmersível.

  30. Eu acho que não exite sentido nenhum neste argumento de que a MB nos moldes de hoje deixará de existir por conta dos Submarinos. Isso vem acontecendo gradativamente por décadas.
    .
    SSK atua amarrado a uma determinada região de patrulha. SSN tem liberdade para se movimentar, é um caçador nato. A MB ter 6 SSK significa que poderia ter em uma boa escala de manutenção, 2 disponíveis para patrulha. Não sei pra você, mas pra mim, isso não serve para patrulhar o Atlântico sul e eventualmente “correr” atrás de alguma coisa.
    .
    SSN caça qualquer navio e descrevem como a melhor arma ASW.
    Já li que para caçar um submarino são necessários ao menos 8 Escoltas. Quando vamos ter tal capacidade? Quanta dificuldade empreenderíamos ao inimigo contando com bons submarinos?
    Fator dissuasório…
    .
    Quantas Type-23 a Inglaterra tem disponíveis hoje para caçar um submarino?
    .
    Quantas Escoltas teríamos que ter para caçar os Astutes?

  31. Senhores,
    Lembrar é importante….
    A uns 10 anos, na crise mundial (que foi chamado pelo nosso grande guia como marolinha) a Inglaterra sentiu o baque e em poucos anos, fez profundos cortes. Tirou do ar os Nimrod, os VC 10 e os Tristar. Retiraram também os Harriers e ficaram sem o porta aviões, tudo isto pois estavam em crise mas fizeram cortes na carne (inclusive em bases e pessoal), todo este celeuma daqui pode ser multiplicado por 100 para ver a pressão da época.
    Hoje estão para comissionar o novissimo porta aviões, os F-35 chegando e para patrulha maritima os Poseidon ou seja, as vezes cortes duros são necessários para ter fundos para o futuro.
    Eles são malucos? Creio que não. Eles não sabem do perigo? Claro que sabem, mas pesaram o real perigo (quando mesmo os Ingleses usaram misseis anti navios??) versus a necessidade. Grande parte de nós aqui somos apaixonados mas somos amadores. A marinha Inglesa, extremamente profissionais, altamente experiente, cheio de tradições racionaram com coragem, poderia servir de inspiração para a nossa MB.

  32. Com o preço de um insubmersível (sem AIP, embora o MESMA com suas 305ton seja uma ME**A) dava, simplesmente, pra aceitar aquela oferta coreana em 2008. Com o preço de 1.

    Depois vem a falha catastrófica de maionese pra todos os lados: se não tem recurso pra operar o Tikuna direito (o qual dizem ser um U-209 1400/mod), de onde vão tirar recursos para operar um insubmersível “chiquérrimo”, e um SubNuc?

    O irônico de tudo isso é que aqui teria um estaleiro Hyundai financiado pelos bancos coreanos, 4 KDX-2, 10 pohang e a possibilidade de revitalizar o estaleiro de U-209, porque, vejam só, a Coreia produz e vende submarino de verdade também.

    Então, vamos dizer que, com o preço de 2 insubmersíveis (pornográficos 2 BILHÕES DE EUROS), dava pra ter uma frota com 4 KDX 2, 10 Pohang, e por baixo mais 4 U-209. Juntando com os daqui dá 8. Os 4 KDX-2 aponsetariam a Vosper Mk.10 com sua logística caríssima (aquele velho negócio de retirar as turbinas e mandar pra Inglaterra, prático demais).

    Seria uma parceria estratégica, porque quem tem uma noção básica e geografia e analisa a costa da Coréia, pode ver que FALTA ESPAÇO pra expansão naval deles (daí uma fábrica no brasil ser viável de verdade).

    Mas não. Tem gente que acha que o insubmersível foi bom negócio. Em outra ocasião, já postei um fórum mostrando como os submarinistas chilenos o chamam.

    No fim, só chegará um SSK (e olhe lá) e talvez, quem sabe o dia, o subnuc, porém, em contrapartida, irão pagar o dobro em superfaturamentos.

    Viva ao destróier barroso, viva ao insubmersível chiquerérrimo!

    “Qual cisne branco que em noite de lua, vai superfaturando no mar azul
    O seu navio já não existe, mesmo com um continente de norte a sul…”

    Mas viva mesmo aos estrategistas que sugerem que uma Type 23 inglesa pode ser afundada por um foguetão da Niterói. Obrigado, voces fizeram minha noite mais feliz.

  33. Jota…
    .
    o que está pesando mesmo para os britânicos é a substituição dos 4 grandes submarinos
    “estratégicos” , isso que está havendo um compartilhamento com os EUA como na caso da
    seção de mísseis e os próprios mísseis “Trident II” são estocados na costa leste dos EUA para uso pela Royal Navy , o que comprova acima de tudo a forte parceria entre ambas as nações !
    .
    Não fosse isso sobraria até para se ter um oitavo SSN da classe Astute, mas, os britânicos
    terão que se virar com apenas 7…isso que pouco mais de 10 anos atrás estavam
    operacionais 11 SSNs e por melhor que um Astute seja ele não pode estar em dois lugares ao
    mesmo tempo. É uma triste realidade, mas, é a realidade.
    .
    Um esquadrão de 6 SSNs ambicionado pela marinha brasileira, mesmo número para à marinha francesa não significará o fim da marinha brasileira…talvez uma readequação de outros meios
    mas, não será o fim do mundo.
    .
    Resta saber se e quando tudo isso será concluído…pois há inúmeras coisas a serem feitas
    ainda em nosso país, mas, acredito que as coisas irão melhorar.
    .
    abs

  34. Agora faz todo sentido o que os russos disseram do HMS Queen Elizabeth; representa “um alvo grande e conveniente” e que seria prudente manter distância dos navios de guerra de Moscou.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here