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Porta-helicópteros HMS Ocean zarpa para sua última comissão

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HMS Ocean

O navio-capitânia da Royal Navy, HMS Ocean, partiu para sua última missão no dia 29 de agosto, antes de ser retirado do serviço ativo.

O HMS Ocean é atualmente o maior navio da frota britânica e seu único porta-helicópteros.

O maior navio de guerra operacional da Grã-Bretanha passará os próximos meses no Mediterrâneo nas operações da OTAN antes de ser desativado em 2018.

A tripulação do navio passará os próximos quatro meses no mar — esta será a última vez que eles vêem o Reino Unido antes do final do ano.

No momento em que o HMS Ocean retornar a Plymouth, ele passará 11 meses de um período de 16 meses no mar.

Embora seja desativado no ano que vem, há rumores de que o navio vai se juntar à frota da Marinha do Brasil após sua aposentadoria da Royal Navy.

O HMS Ocean será substituído pelo porta-aviões Queen Elizabeth em 2020 de maior porte.

No entanto, até lá, a Grã-Bretanha será incapaz de realizar operações importantes de guerra anfíbia.

A população se alinhou no cais da cidade natal do HMS Ocean, Sunderland, para se despedir do gigante da Marinha e de sua tripulação de 200 militares.

Em abril, o Ministério da Defesa disse que “uma série de opções” estavam sendo consideradas para o futuro do HMS Ocean, acrescentando que era “muito cedo” para discutir quais poderiam ser essas opções.

HMS Ocean

FONTE: British Forces News

112 COMMENTS

  1. Na boa, já é nosso, esta fazendo o mesmíssimo caminho que fez o Ndm Bahia.
    imagina uma operação conjunta dos FN e Fab, helicópteros ant sub Linx e Sea Hawk, ant superfície H-225 M e ataque terrestre Mi-35(Sabre), seria/será show e imporá moral na AL.

  2. Opa!

    Não força as máquinas não, na volta passa no lava-jato (sem piadas!!), lava motor , baldeação, varram o convoo, deixa a chave na ignição que o bichão já já vai ostentar nossa bandeira e código de costado – G 70 – NPH – Navio Porta-Helicópteros – Rio de Janeiro (Sou bairrista mesmo!!)

    kkkk

  3. “helicópteros ant sub Linx”
    O Super Lynx não é ASW. Ele só faz a função de carregar o torpedo para onde a Fragata apontar.

  4. Claro né Alexandre, se estivesse no chão seria Poder Terrestre!!! kkkkkk , só para descontrair!!! E Houston, como está? Já baixou a água??

  5. Otimo navio pra MB. Nossa marinha deveria ser de auto defesa, o nau serveria bem pra varias finalidades. Não vamos projetar força em lugar nenhum, então a MB deveria investir em navios de patrulha de costa, oceânicos, corvetas e só algumas fragatas de escolta nada mais. Helis anti-navio, de ataque como os cobras por exemplo, geral entre outrosas esquece essa de porta aviões. Outra a aviação de patrulha marítima deveria ser toda responsabilidade da MB e se fosse pra ter caças que fossem baseados em terra. Acho que muitos aqui concordam com isso. A MB tem qie ser resetada. Começar de novo eu acho. Rever varios conceitos…

  6. Acredito que será uma ótima aquisição, dará um fôlego imenso para a MB.
    Por sua vez, a Royal Navy parece que está ficando “enxuta” demais, meio mal das pernas rsrs

  7. Fiquem com seus naviozinhos, que minha cidade tem sua própria classe, e que vem carregando o piano nas costas a décadas 😛

  8. Marcelo Andrade 1 de setembro de 2017 at 16:37
    “..e código de costado – G 70 – NPH – Navio Porta-Helicópteros – Rio de Janeiro (Sou bairrista mesmo!!)…”

    Creio que não, acredito que se o Ocean for adquirido, sua sua classificação na MB será algo como “Navio Aeródromo de Helicopteros de Assalto” ou NAeHA e seu indicativo visual deverá seguir o mesmo padrão dos outros Navios Aeródromos que a MB já operou no caso A-11 e A-12, creio que poderá vir a ser um possivel A-13, mas isso claro de a MB adquirir, claro e tudo isso é somente uma suposição minha claro

  9. Eu também vejo o “Ocean” utilizando o “G”…na Royal Navy ele utiliza a letra “L”,própria para
    “anfíbios” e não o “R” para NAes.

  10. Uma excelente oportunidade para a MB, nossa esquadra poderá potencializar até mesmo sua estrutura de missões humanitárias e da ONU com tal meio, além de poder embarcar meios para realizar ASW, novo, bom e barato,três características raras de se verem juntas, é pegar ou perder.

  11. Fará sentido se (como ele é capaz de transportar o Chinook), e, se os elevadores dele são capazes de operar o chinook, ele possa operar um F-35B (um esquadrão bem reduzido de 6 no máximo). Porém, ainda existe um certo problema em relação ao piso suportar o calor do motor em aterrissagem do F-35, bem como, ele só faz 18 nós de máxima (ao que me consta, o F-35B precisa de 22 nós pra decolar no Wasp/America).

    Para transportar os h225 disparadores de mísseis e torpedos não faz sentido, pois um heli que não pode pairar mais de 10min não serve pra guerra ASW. É uma belonave bela, muito capaz, porém, não terá uso. Até porque, sem escolta e sem aviões é extremamente vulnerável. Escolta a gente já sabe que não tem nem vai ter tão cedo (o fim das Vosper Mk10 será como patrulheira), e, não existe escolta AA na marinha faz tempo…

    Então, se ele puder levar uns 5 ou 6 F-35B sem grandes modificações estruturais e uns 8 helicópteros, tá ok. Senão, terá melhor uso em outra marinha.

  12. Bavaria…
    .
    O HMS Ocean nunca operou nem mesmo com “Harriers”…transportar é uma coisa…operar de
    forma eficiente e segura é outra bem diferente…o HMS Ocean nem mesmo conta com sistema
    eletrônico que auxilia o pouso, como encontrado em NAes, LHDs e LHAs da US Navy, muito menos uma “rampa” como havia nos NAes da classe “Invincible” de tamanho similar.
    .
    Os LHDs da US Navy estão passando por modificações assim como o novo LHA USS América precisou passar também, mesmo depois de comissionado e o mesmo está ocorrendo com o “Cavour”da marinha italiana também para embarcar o F-35B, então imagine um navio bem mais modesto que é o caso do”Ocean”.
    .
    O F-35B é uma aeronave bastante sofisticada , exige pessoal qualificado a bordo além de
    instalações próprias no hangar, então melhor esquecer o F-35B.
    .
    abs

  13. Olá Colegas,
    Pelo que lembro, há um impedimento técnico para operar F35B no Ocean. Alguém comentou que o piso foi projetado para helicópteros que exalam os gases para os lados, enquanto que o F35 exala muitos gases para baixo. É provável que o piso não suporte esses gases quentes exalados pela turbin do F35 durante sua decolagem vertical.

  14. Camargo…
    .
    acho que você quis dizer “pouso vertical” e não “decolagem vertical”…esta última só é possível
    com a aeronave com pouco combustível e sem armamento. O “piso” ao menos nas áreas reservadas para pouso nos LHDs por exemplo estão sendo “reforçadas”, além de reforço estrutural e mesmo relocação de armas e sensores para operar mais confortavelmente com o
    F-35B.
    abs

  15. Olá Dalton.
    Perfeito. Claro que a memória não ajuda mais, mas lembro deste comentário acho que em um post anterior sobre a aquisição do Ocean. De qualquer modo, a operação de F35 pela MB deveria passar por um plano integrado com a FAB lá na definição do FX2. Claro que se for adequado, a MB poderá operar o F35B também em apoiando as missões do FN. Se a MB realmente optar por manter uma avião de caça, o melhor será mesmo construir um novo NAe com as especificações próprias.

  16. “Fará sentido se (como ele é capaz de transportar o Chinook), e, se os elevadores dele são capazes de operar o chinook”.

    Não tem tal capacidade os elevadores do ocean…

  17. Duas dúvidas:
    1. UH-15 e UH15A tem alguma proteção contra corrosão?
    2. Alguém já viu o UH-15 e UH-15A com as pás dobradas? Existe esta capacidade?

  18. F-35B para Ocean não faz o menor sentido…
    Um F-35B custaria fácil mais de U$ 150 milhões. A MB só vai ter condições para isso pra lá de 2028. Isso se a coisa começar a melhorar e outros meios da fila forem adquiridos.

  19. Srs, pelo que li em outros sítios, a comissão para verificar as condições do Ocean não viajou pra Inglaterra…foi dito que o Almirante Leal “segurou” a viagem pois o MD não estaria disposto a negociar está aquisição com o governo. Alguém sabe de algo ?

  20. Bavaria Lion, a versão armada do H-225M da MB não irá transportar torpedos. Somente os AM-39. Essa aeronave não será ASW e sim, somente ASuW. F-35B? Esquece, não opera a partir do Ocean. Sem falar no custo de aquisição, operação e manutenção, todos incompatíveis com a atual e futura situacões da MB.
    Quanto aos UH-15 poder dobrar a cauda e as pás do rotor, nunca vi nenhum dos da MB assim. Acredito que a versão armada deveria ter essa capacidade. Se não dobrar, acredito que não possa ser hangarado, pois acho que não caberia nos elevadores do Ocean. Os SH-16 dobram a cauda e as pás do rotor.

  21. O elevador do Ocean é dimensionado para passar o Sea King. Como fica a comparação de tamanho com a Kombi se ela não dobrar a cauda?
    Acho quem não passa…

  22. Olá Bardini.
    Creio que a questão orçamentária não seria o determinante na MB adotar ou não o F35. Com certeza o Ocean não serviria para isto, nem na MB nem na Royal. Aliás, é bom lembrar que a Royal Navy preferiu construir novos NAe´s para operar o F35 do que adaptar o Ocean para isto. A pergunta anterior ao orçamento é se a MB irá operar ou não uma aviação de caça, porque esta decisão deverá passar pela integração da MB com a FAB para otimizar o treinamento e manutenção das aeronaves, padronização do armamento e ainda, na construção de um novo NAe, seja para Seagripen, F18 ou F35.

  23. A MB pretende operar asa fixa embarcada. Quando? Nem eles sabem.
    .
    Não sei de nada no preto e no branco que impeça a MB de escolher outra aeronave por conta da padronização com a FAB. Se fosse para padronizar, o certo então seria fazer como era no passado, FAB operando embarcado. Não existe padronização melhor e mais barata que esta.

  24. Olá Bardini. Você tem razão quando menciona que as forças armadas brasileiras ainda são amadoras quanto à padronização de equipamento e recursos. Basta vermos o que aconteceu com as frotas de helicópteros da FAB, MB e EB. Inclusive, o mais simples, que é padronizar a nomenclatura dos equipamentos, nunca foi tentado. Contudo, em algum momento as forças armadas terão que integrar seus esforços para otimizar os recursos. Pelo que acompanho, já fizeram muito. Mas sempre poderá ser feito mais. Claro que considerando a especificidade de cada missão e tudo mais que está envolvido, mas será preciso pensar as forças armadas de modo integrado. Imagino que os comandantes das forças sabem disso.

  25. Caro Carlos,
    Segundo a entrevista do comandante de MB, nem ele sabe dizer o que será do ProSuper, tanto que a prioridade dele agora é o ProSub e as Tamandarés. E quem sabe, o Ocean se a comissão técnica recomendar a aquisição. Mas isso já debatemos muito, não?

  26. Bardini, sobre as dimensões do elevador dele, foi justamente pensando na kombi que eu perguntei mas Também tenho está dúvida.

    G abraco

  27. Quantas aeronaves e quais operaríamos nele em média? A compra desse meio já faz parte dos planos para a futura missão da ONU na África!?

  28. Existe uma real possibilidade, a MB está comissionando alguns militares do NDM Bahia no “U.S WASP” da US Navy a fim de adestramento nas áreas de operações anfíbias e operações aéreas…

  29. Como será pago em várias prestações e sonhar não paga, faz logo a compra do mês – bem que poderia vir com os 4 Chinooks HCM-K2, 8 Apaches e os 2 Merlims EH101. Completariamos com UH 15A/ H225M, SH16 e Super Linx AH-11A. Uma máquina de guerra!

  30. Existe uma real possibilidade, a MB está comissionando alguns militares do NDM Bahia no “U.S WASP” da US Navy a fim de adestramento nas áreas de operações anfíbias e operações aéreas…
    Penso que não tem a nada a ver. Isso não impactaria a vinda ou aquisição do Ocean. O NDM Bahia é um navio que já está nos adestramentos da MB a dois anos. Caso se aproxima a data da missão na África pela ONU é natural que o NDM parta primeiro, até porque o Ocean uma vez adquirido pela MB deverá ser comissionado, bem como a sua ala aérea e seu adestramento conforme um cronograma da própria MB, o que levaria talvez um ano até está pronto para uma missão do outro lado do atlântico. Este adestramento no U.S WASP da tripulação do NDM indica que já é iminente o momento da missão na África e o NDM Bahia é o mais certo que MB tem hoje para enviar juntamente com pelo menos uma escolta.

  31. camargoer 2 de setembro de 2017 at 20:50
    Julgman não está se empenhando pela aquisição. Almirante Leal cancelou a ida de oficiais para novas inscrições e avaliações. Adeus Ocean.

  32. Não sei não! Acho isso tudo especulação ou uma forma de blindar a grandeza dessa negociação. Existe um compromisso verbal entre a RN e a MB do Brasil em que a prioridade da venda é para Brasil! E acho que a MB está usando bem isso da parte dela. Convenhamos! Qual é o real interesse da MB em fazer uma inspeção NOW em um navio de guerra que está partindo para uma missão em mar aberto por quatro meses! A inspeção deveria ser feita no seu retorno ou in loco na etapa final da missão, daí sim veria: vazamentos, avarias, panes elétricas, diário de bordo da mecânica/elétrica… Acho que a MB a prendeu com o A12.

  33. Imagino que seria um carro muito caro para os meus padrões, embora usado. Compraria sim! seria de baixíssima kilometragem, quase zero pois, ele só anda de chofer nos carros governo, como deputado ou como ministro.

  34. Caro TGS. Eu teria medo do banco pedir à PF para apreender o carro em sua garagem no outro dia, porque no fim iria mesmo acabar na garagem de algum juiz descuidado. Riso.

  35. Se vier, vai acabar operar com os helicópteros que se tem por um bom tempo… Não dá pra ter perspectiva de alguma aquisição nessa área, nem para uma meia dúzia de AH-1W usados dos Marines, via FMS… Só se for coisa para o EB.
    .
    No tocante a asa rotativa, creio que a prioridade da MB é renovar a instrução e modernizar os Super Lynx. Se comprarem um novo pacote de armas para o Super Lynx já é lucro.

  36. camargoer 2 de setembro de 2017 at 19:12
    É isso Camargo,
    Não tem arroz e feijão e vão ao mercado comprar “mistura”.
    Só rindo né.

  37. Bardini 3 de setembro de 2017 at 0:21

    Daí a razão da minha pergunta. Não vai adiantar muito ter a embarcação e sub aproveita-la com 4 ou 5 helis !

  38. Top Gun Sea…
    .
    tem certeza que trata-se do USS Wasp ? O navio retornou de uma comissão em dezembro,
    então passou por alguns meses em manutenção para deixa-lo pronto para sua jornada para o
    Japão, e tão logo a manutenção foi terminada passou por uma série de certificações na verdade já encontra-se a caminho de lá para substituir o USS Bonhomme Richard.
    .
    Não estou duvidando e sim que a tripulação do USS Wasp andou bastante atarefada nos últimos meses, para não dizer últimos anos incluindo testes com o F-35B…não teria sido outro da classe ?

  39. Bem, se não existe a menor possibilidade de operar um avião VTOL (os harriers que existem estão ocupadíssimos, Yak-36, 38, 48 e 141 acho que só existem pra decoração, e o F-35B não cabe), sem escoltas, sem proteção AA alguma, esta aquisição não faz o menor sentido.

    O próximo anfíbio deve pensar em operações com asa fixa, porque este deverá compensar a falta de escoltas. É caso de cotar um “Juan Carlos I” ou projeto similar junto a indústria civil (Carvalho2008 mostrou um projeto há algum tempo por aqui), o que, embora vulnerável e com menos blindagem, seria compensado pela ala aérea, ou, na Coreia do Sul ou no Japão (que desenvolveu e construiu o Izumo em tempo recorde e muito barato segundo a wiki).

    Esqueçam Naval Group (dcns), Ficanttieri, Navantia, TKMS, Ingalls e Lockheed Martin. É uma coisa difícil da maionese group entender. Não dá.

    Pode ser que os asiáticos tenham menos vida útil? Pode. Mas 1>0 sempre.

    Menção, de novo, ao fim da marinha de guerra (rest in peace), que começou a acabar com aquela recusa de 4 KDX2 e 10 pohang em 2008 (http://www.naval.com.br/blog/2008/11/19/coreia-oferece-navios-ao-brasil/) , ao custo total menor que um insubmersível desse que a marinha tá fazendo.

    O comandante teve uma bad-trip de maionese tão grande, que virão no mínimo 50 anos pra limpar a marinha de patrulha de banânia.

    Viva as Vosper mk.10 patrulheiras! Ao destróier barroso!

    Agora só deixo mais uma “previsão”: se a tamanduá for levada adiante, a marinha deixará de ser até uma força patrulheira. Vai ser capitania de portos e só.

    Saudações a todos.

  40. Caros,
    Penso eu que , se a RN está se desfazendo de um navio com pouco tempo de uso, tem alguma coisa errada no ar… Ele não pode operar caças de decolagem vertical -ou nunca operou – não sei se há nele um deck de desembarque de tanques anfíbios, os tipos de helicópteros nele operados podem ser embarcados nos seus elevadores…
    Enfim, tá cheirando aquela compra de um produto barato sair caro. Mas se a MB quer arriscar, que compre meios para poder operá-lo decentemente.

  41. JB. Creio que com a entrada em operação dos dois novos porta-aviões, o Ocean ficou redundante. Os dois porta-aviões farão tudo (e muito mais) que faz o Ocean. Inclusive, o Ocean é suficientemente confiável para a RN que está em missão agora.. tivesse problemas, não teria saído do porto.

  42. A Royal Navy mal possui pessoal suficiente para tripular os 2 novos NAes…a taxa de retenção de pessoal não é muito boa por lá e a tripulação do HMS Ocean será necessária para ajudar a
    popular o segundo NAe o futuro HMS Prince Of Wales.

  43. Bavaria…
    .
    essa “recusa de 4 KDX2 e 10 Pohang em 2008” não existiu … a situação não estava tão melhor que está hoje… 2008 foi o ano que finalmente a “Barroso” foi incorporada depois de ficar praticamente com a construção parada entre 2003 e 2005 por falta de verbas, algo que pude testemunhar em duas viagens que fiz ao Rio nesse período e a situação só ficou pior depois disso então não havia nem há no momento gás para se pensar em tantos navios novos.
    abs

  44. Bardini ( 2 de setembro de 2017 at 14:39 ),
    .
    Juarez ( 2 de setembro de 2017 at 20:00 ),
    .
    Tem esse poster que destaca as capacidades do ‘Caracal’ e mostra a capacidade de dobrar a cauda, mas ignoro se o UH-15 realmente o faz…
    .
    ttp://www.helicopters.airbus.com/website/docs_wsw/RUB_271/tile_2870/20151001_Infographic_H225M_poster_EN_low.jpg

  45. João Bosco,
    .
    O ‘HMS Ocean’ é muito mais próximo do que eram os antigos LPH da classe ‘Iwo Jima’, e não possui uma doca alagável. Oferece apenas uma rampa traseira, pela qual se pode desembarcar somente viaturas blindadas. E o processo para se desembarcar esses veículos é um tanto complexo de ser realizado, sendo necessário posicionar uma pequena plataforma ao final da rampa para receber o veículo, que é depois embarcado em uma embarcação de desembarque… E se essa facilidade aparentemente não é utilizável para o desembarque de ‘CLanf’…
    .
    ttp://www.savetheroyalnavy.org/wp-content/uploads/2016/10/HMS-Ocean-Pontoon.jpg
    .
    ttp://3.bp.blogspot.com/-F63lM2y9g9Y/U-svqtBhW7I/AAAAAAAADQY/Lt-nPoqBkj0/s1600/Ocean%2Bat%2Banchor.jpg
    .
    No mais, até onde sei, poderia sim receber todos os helicópteros hoje operados pela MB sem restrições ( ao menos presumo que elevadores que cabem helicópteros ‘Merlin’ haverão de receber o ‘Caracal’ sem dificuldade, caso realmente possa dobrar a cauda… ).
    .
    ttps://pbs.twimg.com/media/Bp7kki1CUAEXgVu.jpg

  46. “Penso eu que , se a RN está se desfazendo de um navio com pouco tempo de uso, tem alguma coisa errada no ar… Ele não pode operar caças de decolagem vertical -ou nunca operou – não sei se há nele um deck de desembarque de tanques anfíbios, os tipos de helicópteros nele operados podem ser embarcados nos seus elevadores…
    Enfim, tá cheirando aquela compra de um produto barato sair caro. Mas se a MB quer arriscar, que compre meios para poder operá-lo decentemente”.

    Não há nenhuma falcatrua,não há nenhum presente de grego ou pilantragem na venda do Ocean João Barros.

    Assim como o Brasil,a verba da Royal navy não está aquela maravilha,e os ingleses não terão capacidade de cuidar de três grandes navios como o Ocean e os classe Queen Elisabeth,fora que o futuro HMS Prince of Wales foi capacitado para missões anfíbias,sucedendo o Ocean nessa tarefa.

    Alguns gostam de denominar o Ocean como sucata por já ter 20 anos de serviço,para esses senhores eu digo: Entrem no inventário da marinha do Brasil e vejam quantas sucatas eles tem em seu inventário e quantos já estão na marca do penalti.
    “Se” vier, o Ocean juntamente com o Bahia,as classe amazonas e o Vital de Oliveira,serão os navios mais novos da MB,navio inglês com 20 anos é sucata,mas se viesse um navio americano com 20-30 para alguns com certeza seria perfeito.

    O único produto barato que saiu caro foi a jaca francesa que o almirantado se apaixonou,se vier o inglês,ao menos será uma redenção…

  47. O menino maluquinho da Coreia do Norte mijô ni um fez hoje de madrugada mais um teste de bomba atômica subterrâneo de ER acima de 6.0 que tremeu até no Japão. E se caso houver o conflito com os asiáticos Sul Coreanos, Japoneses com certeza vem a cavalaria gritando liberdade USA e ai o caldo engrossa por que vem a China e que também vem a Rússia e se chegou a cavalaria, a OTAN vem junto e aí meus camaradas adeus ao Ocean. O QE só entra em serviço em 2020. O que RN tem hoje de maior poder de dissuasão é o Ocean e suas escoltas. Acho hoje o unico motivo para não conseguirmos o Ocean e não podemos esquecer que a economia do mundo diante de uma guerra com estas proporções e características pode desestabilizar profundamente. Alguém tem que colocar uma piscina inflável com água e patinhos de borracha para o menino maluquinho brincar e se distrair pelo menos até o retorno do Ocean.

  48. Afundaram dois barcos no Para e na Bahia, morreram quase 50 pessoas, as embarcações estavam sem condições, faltavam coletes salva vidas, superlotação, lancha fazendo água. A fiscalização dos rios, litoral e das embarcações que nela navegam cabe a marinha, através dos distritos navais e segundo dizem aqui no blog são 85.000 mil homens e mulheres alistados, então falta de pessoal não é.
    Talvez seja falta de verba para colocar mais lanchas patrulhas, fiscais nos portos, mais “policiamento” mesmo. Se a marinha vai fazer esse trabalho meia boca que anda fazendo, talvez seja hora de termos uma Guarda Costeira. E o Ocean? Seria melhor usar essa verba para comprar mais patrulheiros fluviais e oceânicos.

  49. RR, mas o Merlin dobra a cauda, Talvez fique até menor que o Sea King.
    .
    Satyricon, pois é, mas o hangar do Bahia é outra coisa.

  50. Pessoal,

    Durante minha visita á LAAD 2017, quando conversei com um piloto de UH-15A, ele me informou que as pás dobram sim mas, graças a Deus, a cauda não.

    Ele me disse que foi uma ótima opção estes Caracal não possuírem o equipamento de dobra da cauda por opção da MB pois, além de peso, era mais um item para se preocupar com manutenção.

    Todos os navios que operam este heli na MB conseguem hangarar sem essa necessidade, apenas as pás são colocadas para trás.

  51. Top Gun Sea 3 de setembro de 2017 at 14:09
    Pode esquecer o Ocean. O Ministro acha que a MB gasta de mais e o Chefe já perdeu a esperança. Já cancelou as inspeções no Ocean. Espere que vai ser notícia.

  52. Bardini,
    .
    Com certeza é possível operar ‘Seahawk’ e ‘Sea Lynx’. A única incognita é o ‘Caracal’.
    .
    Mas se a propaganda que postei acima estiver certa e o H225M realmente dobrar a cauda ( e considerando que o UH-15 faça o mesmo ), então não há muito o que duvidar.
    .
    O EH-101, com os rotores e cauda dobrados, tem pouco mais de 15 metros; e o comprimento da fuselagem do H225M é cerca de meio metro a mais! Se o ‘Caracal’ dobra a cauda, então ele certamente recua para a casa dos 14 metros.
    .
    De toda a sorte, os elevadores, segundo esse site abaixo, tem 20m x 10m:
    .
    ttp://www.pymes75.plus.com/military/ocean.htm
    .
    As dimensões do H225M:
    .
    ttp://www.dmitryshulgin.com/wp-content/uploads/2015/04/Caracal-9.jpg
    .
    E as dimensões do Merlin:
    .
    ttps://fas.org/man/dod-101/sys/ac/row/naval02.gif

  53. Li recentemente, que nossa MB custeará construção de 04 corvetas da classe Tamandaré a um custo unitário de US$ 450 milhões, totalizando US$ 1,8 bilhões.
    Em valores atuais, esse investimento será de cerca de R$ 5,8 bilhões.
    Comprar o HMS Ocean (80 milhões de euros = 385 milhões de reais) para servir de Capitânia e restabelecer operação de patrulha com helicópteros, custaria 1/4 da construção de uma Classe Tamandaré, sendo que a aviação embarcada no Ocean é superior às 4 corvetas encomendadas.
    Em tempos de crise, devemis racionalizar os meios operacionais.
    Cancelar essa construção dispendiosa e substituir pela aquisição do Ocean e o saldo serviria para a conclusão dos 4 submarinos convencionais, conclusão da nova base naval, gerando melhores resultados para MB.

  54. Uma solução emergencial para unidades de escolta seria a modernização do projeto das Vosper MK 10, nossa Classe Niterói com novos sistemas de armas, radares e propulsão possibilitaria construção de outras 06 fragatas e a modernização DSS atuais para o novo padrão, ampliando seu uso por mais 20 anos, servindo para escolta necessária ao Ocean.

  55. Quanto à questão orçamentária, é possível remeter uma sugestão ao Comandante da MB para trabalhar na atualização dos valores das taxas de cessão de uso das chamadas “áreas de Marinha”, que deveriam ser cobradas anualmente nas taxas de IPTU municipais.
    À título de ilustração, 1 metro quadrado construído em condomínios verticais em Belém vale de 3 a 5 mil reais, no Rio de Janeiro passa de 10 mil reais.
    Então, se a taxa fosse de 1% do valor construído a ser pago pelas construtoras por ocasião da obtenção do Habite-se e também 1% s ser descontado do IPTU pago representaria alguns bilhões de reais que estão fazendo falta agora.

  56. Um cenário para o emprego em operações anfíbias. O Ocean leva um grupo de Fuzileiros para assalto aeromóvel. O Bahia leva um grupo de Fuzileiros e blindados que desembarcam na praia e vão ao encontro dos Fuzileiros lançados pelo Ocean. Em cenários de baixa intensidade funcionaria bem.

  57. Aí a MB compra o Ocean, faz uma Preventiva e Corretiva só pra dar uma tapeada, sem fazer o que deveria ter sido feito, assim como aconteceu com o São Paulo lá trás, ou assim como o aconteceu com o Bahia recentemente. Dali um tempo vamos ter dois navios por anos e anos fazendo PMG…

  58. Pessoal, não tem comparação a complexidade do sistema de propulsão do NAe São Paulo com a propulsão do HMS Ocean, que consiste em motores diesel. O navio é praticamente um mercante, de manutenção reduzida e com tripulação muito menor que a do nosso antigo porta-aviões.

  59. Pergunta…temos helicoptero para pousar nele? Espero que não comprem! A MB está se desfazendo dos seus meios navais, não tem $$ nem para modernizar os A-4…a FAB não tem $$ nem para modernizar os A-1…e tem gente falando de F-35! EB comprando avião sucateado para modernizar…sei lá…esse país perdeu todas as esperanças…só falta falar em guerra na Venezuela! Vou comprar um estilingue e umas bolas de gude para me preparar!

  60. Uma pergunta aos foristas,procede a informação que a MB suspendeu temporariamente a inspeção que haveria no Ocean devido a negativa do MD,e em que isso interfere nesse negociação se de fato há,ainda assim haveria perspectiva de vinda de tal embarcação em 2018,enfim são muitos questionamentos que eu sei que todos os senhores também fazem seja com questionamentos, receios e conclusões,mas dados as circunstâncias é cedo para avaliar isto é o orçamento de 2018,que é uma interrogação se haverá cortes?….E as perspectivas se havendo,,são muitas situações que a MB deve pensar antes dessa aquisição.sds

  61. Galante, com certeza a complexidade muda, mas mesmo os navios mais simples estão consumindo longos anos de manutenção.

  62. Carluito. Taxa é tributo contraprestacional e retributivo (serve apenas para restituir o Estado naquilo que gastou) não serve para arrecadar, nem pode ter base de cálculo manifestação de riqueza (própria de impostos) abraço.

  63. A Marinha do Brasil poderia negociar com os ingleses também algumas fragatas typo 23 (umas duas tá bom) para servir de escolta para o nosso futuro porta helicópteros. Não é pedir de mais né? KKKKKKKKK!!!

  64. Uns helicópteros de ataque usados apache AH-64 (nem que seja uma meia dúzia vai) também seria pedir de mais?
    O Temer poderia quebrar esse galho pra MB!
    KKKKKKKKKKK!

  65. Fabio, boa tarde. Que tal você mesmo checar no Diário Oficial? Afinal, eu mesmo te sugeri checar periodicamente e te passei o link e as instruções, pra manter a gente infiormado.

  66. Karl Bonfim ( 4 de setembro de 2017 at 17:05 )
    .
    Esqueça as Type 23… A primeira está prevista para dar baixa em 2023. E agora, com a dor de cabeça que está dando a classe ‘Daring’ ( que tem problemas de desempenho do conjunto de geração de energia ), dificilmente vão liberar alguma…
    .
    E mesmo que não houvesse problema algum, a Royal Navy hoje mal tem navios pra dar conta de suas atuais missões…

  67. Não tem que pedir desculpas, o importante é persistir. Segue o link para você tentar de novo. Não é difícil.
    .
    http://portal.imprensanacional.gov.br
    .
    Vai lá no campo de busca onde está escrito “informe o termo”, digite EISA ou TRANSHIP, selecione “todos” os jornais e coloque o início deste mês como data inicial da pesquisa.
    .
    Vamos lá, você consegue. Se inspire na motivação da velha música dos anos 80, “vai, vai Laurindo, você é gente, você é quase lindo.”

  68. Quanto ao Ocean, sugiro que leiam a matéria do Roberto Caiafa no site da Revista Tecnologia & Defesa – ” O affaire HMS Ocean: Uma “oportunidade” que a Marinha do Brasil não precisa.”

    Depois de ler este artigo, mudei minha opinião, infelizmente não podemos agora, talvez no futuro um Juan Carlos ou Cavour.

    Vamos ter um Porta-Helicópteros sem doca alagada, caro de manter e sem escoltas já que seria um alvo apetitoso.

  69. Não há mais sentido nesse tipo de Marinha. O mundo mudou rápido e nosso almirantado pensa como na década de 1950.
    Eles não estão vendendo porque são bonzinhos, é porque não serve mais. Mas precisamos de meios, de qualquer tipo, para justificar as verbas e outras coisas….gelo no uísque, mulheres nos chás e soldo em dia, além das mordomias…e tem mais…hehehe…quem sabe, sabe…

  70. Já eu continuo achando uma bela compra de oportunidade, não temos nada parecido o NDA BAHIA é claramente insuficiente, o HMS OCEAN tem apenas vinte anos, passou por um boa atualização a pouco tempo, tem no mínimo mais vinte anos de uso, pode transportar os helicópteros da marinha H-225m com lançar misseis exocet e MH-60R (MH-16) com misseis pinguin, é um bom poder de fogo junto com três Phalanx CIWS, e o melhor se o preço for mesmo por volta de 80 000 000,00 (oitenta milhões de euros) é uma verdadeira pechincha, a ROYAL NAVY gastou uns 60 000 000,00 (sessenta milhões) de euros na sua reforma. Não tem doca alagada, mas tem quatro barcaças de desembarque que pode transportar uns 250 fuzileiros completamente armados. O Brasil não pode deixar essa oportunidade passar!!!
    Cavalo arreado só passa uma vez!!!

  71. Andei pensando sobre a operação anfíbia do Ocean e fiz algumas ponderações. Me corrijam se eu estiver viajando:
    1 – Como é sabido, a embarcação é essencialmente um porta-helicópteros e não possui doca alagada. As únicas formas de operacionalizar um desembarque seriam (a) através das 4 lanchas de desembarque LCVP MK5, transportando 35 homens cada, e/ou (b) através de helicópteros de manobra. Assim, seria interessante colocar mais e melhores asas rotativas para operar no seu convés e viabilizar o desembarque de um número maior de homens por vez. Quem sabe se os FN não adquirissem umas 6 unidades do lote de Chinooks que o EB estava sondando. Além destes, quem sabe até uns helicópteros de ataque para dar cobertura à operação, que podem ser aquela versão com braço armado de 20mm do H225M.
    2 – O fato de não poder operar com os CLAnf deixa os FN muito expostos ao perigo na cabeça de praia, praticamente sem proteção blindada. Existe uma “rampa” traseira na embarcação que pode ser conectada a um flutuador orgânico do navio montável com auxílio de guindaste. A rampa me parece ser robusta e larga o suficiente para a passagem de um veículo na ordem das 15 ton, ou seja, um Piranha IIIC. Talvez seja o caso de explorar a capacidade anfíbia do Piranha despejando-o no mar através da rampa para que possa ir por conta própria até a praia, fazendo as vezes de um CLAnf. Ou, como alternativa à incapacidade de operar lanchas maiores, descer os Piranha pela rampa até os Mexeflote que o navio eventualmente puder transportar.
    Muita viagem?

  72. Pensando no cenário de baixa intensidade de operações anfíbias o Ocean e o Bahia se complementam. O Ocean seria o núcleo da tropa aeromóvel e o Bahia o núcleo de tropa blindada, transportada pelos CLANFs.

  73. Eduardo, estava pensando na possibilidade de operação independente do Ocean.
    Acho que lançar os Piranha diretamente ao mar através deste conjunto rampa-flutuador não seria adequado. Pelo que pesquisei, os Piranha são lentos no trajeto em água e as ondas da praia dificultam sua manobrabilidade, tonando a operação muito “sofrível”. Mas a ideia de usar Mexeflotes para desembarcar os blindados não é nada mal. Os britânicos levam esses flutuadores presos a estibordo e bombordo dos outros navios anfíbios da RN. Vejam a foto abaixo. É uma possibilidade.
    Seria interessante se alguém soubesse as características dessa rampa de popa, isto é, as dimensões e a capacidade de carga. Se ela suportar a passagem de um CLAnf, o problema do desembarque de blindados estaria resolvido.
    Seria bacana se o pessoal do Poder Naval abrisse um tópico pra discutirmos isso.
    .
    https://en.wikipedia.org/wiki/Mexeflote#/media/File:HMAS_Choules_mexeflote.jpg

  74. Últimas notícias… UK vai cancelar esse “tour” do Ocean e vai mandar ele para o Caribe, para dar apoio e assistência as regiões atingidas pelos furacões de lá.

  75. Talvez seja possível, mas há inúmeras questões técnicas a atender dado que as especificações originais do navio visavam custos e complexidades menores, essas modificações provavelmente seriam caras, o aumento do deslocamento e da potência necessária levariam a uma autonomia menor, agravada pela necessidade de mais espaço para combustível para aviões de asa fixa, e assim o resultado seria inferior a um navio novo construído desde o início para isso. Ou seja, o custo-benefício dificilmente compensaria.
    .
    O Ocean já é um ótimo porta-helicópteros, capaz de atender a várias missões. Melhor não estragá-lo em prol de uma para a qual não foi projetado.

  76. Nunão,

    Esta possibilidade visa apenas a permitir o uso de avião-radar.

    Diminui-se o número de helis e cria-se a capacidade para a acomodação de avião-radar no porte do grumman tracer

    Nada de caças

    O combustível já é o transportado para helis

    A dúvida é se uma propulsão mais potente exige mais espaço do que a propulsão atual

    ps

    projetar um porta aviões do zero é complicado para Estados que já tem esta cultura.

    o Brasil não tem cultura (costumes, tecnologias, escolas, etc)

    pegar um navio que se aproxime e adaptá-lo está de acordo com a experiência histórica.

    ex: cargueiros que viraram porta aviões bons o suficiente para uma primeira experiência

  77. Algum especialista de plantão? Se o Bahia tem doca porque o Ocean teria que ter? Se o Matoso abica e desembarca CC e outras Vtr porque o Ocean teria que portar CC? Os 3 navios não se completam num cenário ONU/OEA na AL, Caribe, ÁFRICA ATLÂNTICA (não Sahel) e Paises de Lingua Portuguesa? Escoltas, da’ pra se virar nos trinta com 6 Niteroi e Aspide e as goleiras: 2 Type 22 e Sea Wolf (ainda operacional?), e 1 Barroso e CIWs, todas elas operando SLynx esclarecimento e contra lanchas terroristas/piratas? A ASW pode ser eficaz com os SeaHawk caçando os Sub? Há alguma restrição para o Ocean operar os SeaHawk nesta função? Há alguma restrição para os Kombis francesas, as velhas e as novas, operarem na ASuW com Exocet ou no transporte dos Navais para as praias?

  78. A ASW pode ser eficaz com os SeaHawk caçando os Sub?

    RM: helicoptero gasta muito mais combustives que aviao.

    é antieconomico

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