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Brasil e Coreia do Sul buscam colaboração naval

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Fragata coreana “Incheon” (FFG 811), comissionada em janeiro de 2013

Brasil e Coreia do Sul estão buscando expandir os laços industriais de defesa em programas navais, após um encontro entre autoridades brasileiras e coreanas em 19 de setembro.

Uma delegação da Autoridade do Programa de Aquisição de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) reuniu-se com funcionários da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa do Brasil (SEPROD) para discutir a potencial expansão da colaboração industrial de defesa e as parcerias de pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Uma área-chave que foi discutida incluiu a potencial participação de empresas sul-coreanas no programa brasileiro de corvetas da classe Tamandaré.

Como resultado das negociações, os dois lados estão se preparando para aumentar sua colaboração através da assinatura de um memorando de entendimento (MOU) que descreva interesses comuns e áreas específicas de conhecimento e transferências de habilidades.

FONTE: Jane’s

111 COMMENTS

  1. Parece-me que a Marinha de Guerra do Brasil se despertou, ao contrário do Exército e Força Aérea, a ponto de buscar meios alternativos para incrementar seu poderio Naval.

    Espero que o Exército e a Força Aérea sigam esse caminho para não deixar que contenções orçamentárias freiem seu desenvolvimento!

  2. Marcos

    Seria ótimo um financiamento externo (direto com bancos coreanos), eles construindo estaleiros no brasil (têm demandas de submarinos e navios militares e falta espaço lá).
    Se eles ainda estão com a mesma disposição de 2008, seria ótimo, maravilhoso.
    Produzindo aqui (com padrões tecnológicos de lá) corvetas, fragatas, destroyers e LPD’s… para suprirem as vendas externas da Coréia.

    Os futuros marinheiros, assim como os futuros pilotos da FAB, teriam vetores para sonhar novamente.

    Sim, meu maior contra a tamandaré sempre foi a capacidade técnica e de superfaturamento/roubo, que no brasil são inversamente proporcionais. Com essa parceria a tamandaré ganha valor fixo, e cronograma correto, além de que, se os coreanos embarcarem no projeto, mostra que este é viável.

    Saudações.

  3. Se a marinha fosse minimamente inteligente cancelava de vez o projeto das Tamandarés, pegava US$ 1,5Bi que queriam torrar no Nae São Paulo e outras besteiras e comprava 5 Incheons Block II de prateleira, focando o resto das energias no Prosuper . Pronto, temos uma marinha minimamente apta para mais 30 anos.

  4. marcos@21 de setembro de 2017 at 14:05
    Não entendo essa alegria toda.
    Só revela a nossa incapacidade de projetar e construir coisas.

    Só você que recebeu essa “revelação”, até as pedras da cais Mauá sabem que o Brasil não tem essa capacidade de parir uma Incheon.

    Chega dessa abobrinha de TOT, pede compensação comercial com abertura para exportarmos qq coisa e está ótimo.

  5. Korea possui ótimos preços… Em navio made in korea. Acho que não foi aquisição de navio novo, made in korea o assunto.
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    Achi que uma coisa são os inúteis do SEPROD querer fazer parceria (com um excelente parceiro). Outra é a concorrência que a MB abriu para fazer os navios aqui e que esta rolando.
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    Mas seria bom ter parcerias com os koreanos, japoneses, italianos, etc… Melhor que Argentina & Cia.

  6. O RAM apesar de poder cobrir zonas bloqueadas pela estrutura do navio tem seu desempenho muito reduzido se precisar fazer curvas muita agudas. Seu alcance contra alvos em linha direta com o lançador é de 9 km, e contra alvos “obscuros” não deve passar de uns 3 ou 4 km.

  7. Isso poder colher bons frutos no P&D Como o desenvolvimento de um NT de reabastecimento modelo próximo daqueles que os sul coreanos estão concluindo para Royal Navy, as Tamandarés com preços bem mais em conta, saindo fora da máfia dos preços salgados dos Europeus e também no mercado de brechó como as grandes fragatas destróiers KDXII modelo americanizado, super bem armadas, com idade máxima de 16 anos que darão lugar em definitivo a classe KDXIII na Corea do Sul.

  8. Só tenho uma dúvida! com tambores de guerra rufando para todos os lados nas penínsulas incluindo a própria Coreia do Sul, seria possível honrar algum contrato ou dispor de algum meio caso saia uma guerra! Lembrando que o menino maluquinho “mijou nim um” está doido para soltar artefatos nucleares no quintal dos 4 vizinhos!

  9. A Coréia do Sul se mostrou um péssimo parceiro para o Estaleiro Atlântico Sul. Eles dificultaram ao máximo qualquer repasse de tecnologia e, claramente, acabaram torcendo para o negócio dar errado. Eles não querem, em nenhuma hipótese, que seus trabalhadores locais sejam substituídos por empregados de estaleiros estrangeiros, mesmo que esteja em contrato. No final, a parceria com eles foi desfeita para dar lugar a uma outra com os japoneses, que agiram conforme o combinado. Em outras palavras, os coreanos dizem que fazem o que não querem, justamente para não fazer.

  10. O Bavaria Lion começou a bebemorar hoje e termina no Domingo.
    Serra da Borborema em festa.
    Eles NÃO precisam contruir estaleiros.
    Compram um bom dos nossos ou assumem o AMRJ.
    As patrulhheiras deles são boas tb.

  11. Ficou claro para o publico presente durante a Marintec que a MB vai aceitar projeto/design de cascos estranjeiros que sejam adaptados a concepção da corveta brasileira caso sejam mais baratos do que o Projeto desenvolvido pela Emgepron, desde que ocorra transferencia de tecnologia durante desenvolvimento do projeto detalhado.

    Portanto essa concepção que vemos da Tamandaré pode não ser a final contratada do consorcio…

  12. Se a marinha fosse minimamente inteligente cancelava de vez o projeto das Tamandarés, pegava US$ 1,5Bi que queriam torrar no Nae São Paulo.

    Quando que a MB teve US$ 1,5 bi?? Foi por isso que não houve modernização do NA.

    Acho que os navios deveriam ser construídos lá e aqui terminados, os custo deles são bem menores.

  13. paulotd,

    Nem com reza braba esses US$ 1,5 bilhões compram 5 fragatas ‘Incheon’ e sobra troco… Por hoje, pode por aí uns US$ 450 milhões por cada fragata dessa; ainda mais se resolverem fazer aqui…

  14. Top Gun Sea,

    Honrar o contrato não é problema… O problema é se estourar alguma guerra com um vaso nosso no estaleiro lá… Aí sim lascou-se…

    E esquece o “mercado de usados” coreano… Por agora é que eles não se livram mesmo de seus vasos…

    No mais, pensou o que eu pensei: um novo NT, ou um Navio de Apoio Logístico…

  15. Amigos…

    Vamos com calma… Até se pode ter alguma esperança de aquisição dada a atual conjuntura ( afinal, precisamos de navios pra ontem e os coreanos tem melhor preço ). Mas entre um memorando e um negócio sólido, vai uma certa distância… E lembrem-se também que é época de facão no MD… Logo, só vai ter navio se houverem condições bem favoráveis e realistas para pagamento… E não esperem nada além das ‘Tamandaré’ e, com muito esforço, um NaApLog…

  16. Se memorando de entendimento (MOU) fosse navio lançado ao mar, a Marinha do Brasil seria a maior marinha convencional do mundo…

    Nessas décadas de PN, post equivalentes dariam a edição de um livro de mais de 500 páginas com o título: “Mais um MOU, agora vai ou afunda de vez?”

  17. Burgos,

    Dificil uma KDX-III sem o AEGIS… Ela foi pensada pra isso…

    E se for sem AEGIS, melhor a KDX-II, que é bem equilibrada… Aliás, se não me engano, foi oferecida no PROSUPER.

  18. Carlos Alberto Soares

    Ainda não é para tanto. Quando a marinha for de guerra de novo, a cerveja será ao som da banda marcial do CFN. Desço até pro RJ pra fazer esse programa. kkkk

  19. Ninguém compreendeu nada. A Marinha esta procurando parceiro para desenvolvimento e pesquisa, para baratear e talvez incorporar algo mais as TAMANDARÉS. A construção aqui é a mais interessante para a Marinha, para o Brasil e podem não acreditar, será mais barata que lá fora. Único navio que pode ser um pouco mais interessante para a Marinha é a Incheon, mas é inferior a Tamandaré em quase tudo e ainda tem um problema, todos criticaram a Tamandaré por ser pequena, a Incheon é ainda menor e mais leve, vai jogar mais e caturrar muito mais.

  20. Não sei onde estão com a cabeça!
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    Construir aqui? A que preço? Enquanto não tivermos reformas que tornem nossa industria minimamente competitiva no quesito preço, construir aqui é jogar dinheiro fora. Não adianta querer passar o carro na frente dos bois.
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    Construir um estaleiro, ou fazer parceria com algum já existente, para construir 4 corvetas? Construir aqui envolve transferencia de tecnologia, custos altos, para depois não termos investimento em pesquisa, não termos continuidade e no fim, não vendermos nada a ninguém. Por que alguém compraria do Brasil se não temos preço e nem um produto de ponta, que justifique custar mais caro?
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    Este papo furado de desenvolver a industria naval na marra, sem as reformas necessárias, não funciona. Já pasamos por isso recentemente, com a Petrrobrás sendo obrigada a pagar mais caro para atender a exigência de conteúdo nacional. Os estaleiros estão aí todos quebrados, juntamente com a Petrobrás.
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    Acordem!!
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    Quer navio coreano? Compre construido lá, sem essa papagaiada de construir aqui.

  21. zorannGCC, eu concordo, comprar fora seria o ideal para uma rápida renovação. Negocia treinamento, logística e manutenção como Offset, já que é lei negociar…
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    Mas isso tem que combinar com o Governo. O que acho meio difícil, pra não dizer impossível.

  22. qboavida…
    Exatamente o contrário! Os brasileiros é que foram péssimos parceiros e não foi uma exceção. Aconteceu em outros estaleiros brasileiros, também…Não adianta o pessoal de Marte chegar aqui e encontrar o pessoal daqui indisposto ou sem capacidade de alcançar as expectativas marcianas. Tem estaleiro moderno parado por causa do jeitinho brasileiro e não é a Marinha que vai resolver só com boa vontade. Lembrando que a Petrobras já provou que multas contratuais não navegam! A estrada para o inferno é pavimentada com cascos inacabados pelas boas intenções da Marinha…

  23. Construir aqui, meu tem gente nesta, o Estaleiro Rio Grande manda um abraços pros tontos que acreditam em construção navau tabajatara tupiniquim

  24. Beleza! Daqui uns 15 anos vai pra próxima fase! Aí ficam prontas em 2100, quando os EUA já terão corvetas espaciais!

  25. As compras de equipamento por aqui são poucas e interrompidas. Nossa indústria tem baixa produtividade e altos custos. Sem falar na corrupção generalizada. Produção local, ToT e outros blás embalados em patriotismo para trouxas só servem aqui para encher os bolsos dos amigos de Brasília.

    Compra pronto, e só! Custa menos ao cidadão pagador de impostos.

  26. Carlos Alberto Soares e burusera: O que relatei, foi bem diferente do que saiu na mídia. Minha fonte foram vários brasileiros do EAS mesmo. Eles, literalmente, sabotaram a parceria. A Camargo Corrêa e a Queiroz Galvão contavam com a “expertise” deles para solucionar a falta de experiência do lado brasileiro. Os coreanos, desde o começo, argumentavam que tudo seria mais barato se fosse feito na Coréia. Naturalmente nós sabíamos disso, mas, megalomania ou não do governo da época, buscava-se reativar a nossa indústria naval (e também suprir as conhecidas propinas que encheram os bolsos de vários corruptos). O papel da Coréia era claro, mas, no dia a dia, quase impossível contar com eles. A subjetividade de uma relação dessas e a vontade dos coreanos de sempre aumentar a parte deles a cada problema técnico que surgia, visto que nós entrávamos com o dinheiro e eles com a experiência, acabou transformando a parceria em uma competição pra ver quem era mais forte. Com o japoneses foi bem diferente. Eles foram justos e conscientes do seu papel. Contudo, o prejuízo acumulado trouxe outros impasses. Em resumo, não confio na Coréia. Eles vão sempre defender com unhas e dentes sua indústria naval. Não irão querer, jamais, outro concorrente.

  27. Carlos Alberto Soares e burusera: Fiz um comentário que não saiu ainda. Vou resumir o que escrevi: Minha fonte foram os próprios brasileiros que trabalharam lá. Os coreanos entraram com a experiência e nós com o dinheiro. Mas a cada problema técnico que surgia, eles dificultavam ao máximo qualquer ajuda, sempre de olho em aumentar a parte deles. Desde o começo eles queriam que tudo fosse construído lá. Farão de tudo para não criar mais um concorrente. Acredito que a Marinha sabe onde está pisando. Apenas não confio na Coreia como um país que possa repassar tecnologia.

  28. Que venham então as KDX II !!!
    Obs: tão falando aí que é pequena
    Do tamanho de Corveta, não é não
    Elas lá na Coreia são Fragatas e outra também se joga joga sim, mas joga como qualquer outro navio e elas têm estabilizadores. Tem gente que gosta de botar defeito em tudo.
    E eles são um dos melhores construtores de navios do mundo

  29. Boa notícia mesmo! A tamandaré seria um ganho tecnológico? Com ctz! Mas o Brasil não está no momento de gastar dinheiro e muito menos pode esperar um desenvolvimento sair do papel… A hora é, infelizmente, de compra de prateleira mesmo. Sai muito mais barato e como disse um colega acima, o dinheiro que sobraria poderia ser empregado no prosuper (que também deve ser de prateleira) para a compra de um maior número de unidades. Desenvolver navios aqui? Só depois que acabar essa miséria, já com as corvetas e fragatas da compra de prateleira sendo entregues, comecem a projetar uma aqui, sem pressa. E o futuro será melhor que o presente. Se continuar essa megalomania de projetar as coisas aqui, sendo que não somos eficientes, não temos conhecimento, ficará caro e a marinha sem navios.

  30. Una anos atrás a Coreia do Sul ofereceu algumas corvetas/fragatas usadas, em troca de assumir aquele projeto dos NaPaOcs e o das fragatas que a Marinha do Brasil queria desenvolver. Na época eu, e um monte de foristas escrevemos: mande já! Mas como sempre, a MB foi para outro caminho, que por sua vez, deu em nada…

  31. Só lembrando no meu comentário
    As Incheon são Fragatas
    As KDX I I são Destroyers
    Tavam metendo o pau aí eram nas Incheon dizendo que eram Corvetinhas.

  32. Prefiro as KDX são bem mais armadas mas se for o caso de o Brasil selecionar
    As Incheon, pois serão também bem vindas.

  33. Caros

    Eu acredito que a Coreia do Sul tem interesse em manter um estaleiro fora de lá para construir navios dentro da necessidade comercial/interna deles mesmos. A Hyundai pode assumir ou construir um estaleiro por aqui para construir navios e submarinos que a Coreia vende ao redor do mundo.

    Isso subsidiado pelo governo com redução de impostos. Pronto, seria um estaleiro internacional com atividade aqui, com empregos gerados aqui, mas não para suprir uma demanda exclusiva daqui.

    Saudações.

  34. Bavaria Lion

    Os coreanos ja possuem estaleiros em outros paises como Vietnam, Filipinas e na Europa.

    Muito dificil fazerem algo aqui, onde tudo é mais devagar, complicado, caro, corrupto….

  35. CVN76

    Sei bem disso. Por isso que seria um estaleiro deles. Com administração deles, construindo a tamandaré (se ela for viável como barco oceânico), e outras escoltas, financiadas pelos bancos deles, com tecnologia deles, aproveitando da nossa mão de obra barata. Nada além disso.
    Nada de apoio ao AMRJ (que montava chapa de HY-80 pra fazer os U-209). Estaleiro deles (ou arrendado a eles) com administração deles, controle de qualidade deles, tudo.

  36. Bavaria Lion, as seções de casco dos submarinos classe Tupi eram construídas na Nuclep, não no AMRJ. Exceto as seções de proa, que vinham da Alemanha.
    .
    O AMRJ preenchia de equipamentos, tubulações, cabeamentos, motores etc essas seções já fabricadas na Nuclep e então as soldava para montar o submarino completo.

  37. Tem gente, mais uma vez, querendo passar a pecha de realista, mas que usa um prisma diferente para olhar esta realidade. Prefere fechar a janela, por causa da paisagem feia, mas não vai lá fora ajeitar o jardim (pelo menos).

  38. Barvaria Lion
    Sei bem disso. Por isso que seria um estaleiro deles. Com administração deles, construindo a tamandaré (se ela for viável como barco oceânico), e outras escoltas, financiadas pelos bancos deles, com tecnologia deles, aproveitando da nossa mão de obra barata. Nada além disso.
    Nada de apoio ao AMRJ (que montava chapa de HY-80 pra fazer os U-209). Estaleiro deles (ou arrendado a eles) com administração deles, controle de qualidade deles, tudo.

    Eu acrescentaria: ” com ou sem TOT” . Aí sim as coisas poderiam fluir e acontecer, com o financiamento deles (deixava esse problema com eles e a união para pagar em 25 anos) a MB entraria só com o cronograma de batismo de quilha, prova de mar, e os testes de mar.

  39. Fabio Souto. 22 de setembro de 2017 at 16:40
    Os coreanos tem navios escolta usados para vender a MB?

    Os SEUlS poderia nos ofertar as Destroyers KDXII fabricados a partir de 2002, como também corvetas Pohang e até alguns NTs, mas diante do cenário de conflito que está se formando com os Norte Coreanos, China, a cavalaria do General Trump…., acho pouco provável. Talvez seja por isso que os SEUS estão procurando parceria também com a MB, vai que sai uma guerra e eles precisam de uma produção contínua de meios navais!

  40. Top Gun, concordo

    Do jeito que tá a crise, só a geração de emprego já seria offshore bom demais. E a ToT seria uma desculpa pra “brasilizar” o projeto. Superfaturar, desdentar, roubar, dizer que não pagou o que já pagou sobrando… etc.

  41. Indústria bélica depende de desenvolvimento próprio e compras constantes. Querer criar um parque nacional com transferência de tecnologia e meia dúzia de pedidos de vez em nunca é ilusão. E das caras, pois tais iniciativas, geralmente, servem para criar o intermediário que vai distribuir a propina.

    Sem uma política estratégica, pesquisa e dinheiro para aquisições, essa coisa de conteudo nacional não passa de espasmos, sem continuidade, prejudiciais ao contribuinte.

  42. MO

    Os KDX operariam na marinha, no mínimo, fazendo a missão que as Vosper Mk10 fazem, sem quebrar no caminho.

    Mas faria muita coisa além… treinaria de várias formas, colocaria a marinha em outro patamar (de guerra), e provavelmente afundaria as inhaúma com seus mísseis.

    Nos meus sonhos, a marinha tem 8 patrulheiros Lürssen, tem 8 corvetas baseadas no Lürssen 85. Tem mais 8 Incheon, 4 KDX-II, 2 Cruisers ou Destroyers pesados (algo como o KDX-III), 16 subs convencionais (4 U-209, 8 U-214 e os 4 insubmersíveis para treinamento), e ainda, mais dois anfíbios baseados no Izumo ou Dokdo capazes de operar com f-35. Seria lindo os treinamentos das unidades AAA derrubando todas os caralhais entregues até agora, bem como, os LPH operando como SAR para resgatar os tripulantes dos insubmersíveis com vida (depois de um acidente normal).

    Saudações.

  43. Oi Bavaria, isto eu presumo correlato a capacidade do navio, meu questionamento seria exatamente este (operacionalmente, haveria condições) ou seriam mk 10, bibelots, pr la e pra cá, este é o ponto

    poisd um CT KDX Banguelo e de enfeite, se torna um brinquedo caro para “desfilar” (Obvio que isto inclu a condição de representatividade naval / maritima do Pais principalmente e MB), pois se é pra ficar do jeito que ta, tipo tendo que resaltar destacadamente QUE TIPO OS NDM DA VIDA TEM capacidade humanitária SE SOBREPONDO A DESTACAR NA DIVULGAÇÃO DE SUA FUNÇÃO REAL, AS mK 10 DO JEITO QUE ESTÃO, TA BOM DEMAIS para ter aceitação de governo / congresso / camara / povo/ tv globo ….

  44. Entendo. Para que eles realmente operassem e fizessem valer suas capacidades, a força teria que ter fôlego de orçamento para usá-los.

    No caso, eu acredito que o KDX II consome menos recursos atuais do que a Vosper Mk.10, justamente porque não precisaria retirar a turbina pra mandar pro reino unido, pra fazer a manutenção lá e depois voltar. Porém, a doutrina em si de combate, treinamentos diversos e demais rotinas de manutenção não estão entrando nessa especulação.

    Saudações.

  45. Bavaria…
    .
    uma possível revitalização para prolongar as vidas de algumas “Niteróis” sairia mais em conta
    do que adquirir “KD II” novos e levaria menos tempo também, já que, provavelmente pelo
    menos 6 anos se passariam desde à assinatura do contrato até a incorporação e pelo menos mais um ano de testes e certificações.
    .
    O problema é que não se poderá extrair muita vida à mais de uma “Niterói”, mas. da forma como entendo e sob às condições atuais e a curto prazo , não há outra maneira, a marinha terá que conviver com revitalizações de navios antigos, já que adquirir navios de segunda mão não está fácil e a construção de novos ao mesmo tempo, caso contrário correrá o risco de ficar apenas com a “Defensora” a “Barroso” e as duas “Inhaúmas” dentro de alguns anos.
    .
    abs

  46. Dalton

    Sei bem disso, não há condições para integrar absolutamente mais nada. Na realidade, a incorporação do sirocco foi uma nuvem de areia nos problemas reais.

    Eu acredito que nem recurso pra reparo de 3 Vosper Mk.10 tem. Falam justamente que a defensora é a que tem um melhor estágio de conservação.

    Eu acredito que a realidade já é esta que você falou, some-se o fato que a defensora deve estar operando sem utilização da turbina.

    Se qualquer acordo fosse efetivamente assinado, no melhor dos quadros:

    * Hyundai abre/assume estaleiro no brasil para construção de meios militares para venda externa, e, ao mesmo tempo;
    * marinha do brasil compra navios a Hyndai com financiamento em bancos coreanos, com pagamento semelhante aos do Gripen (começa a pagar quando receber a primeira unidade, com juros baixos, etc).

    Ia roer o osso sim, uns 6 anos ou mais. Ia ter que usar as amazonas como escoltas caso houvesse alguma possibilidade de conflito. Porém, depois desses anos e com contrato assinado com eles, a gente saberia o que e quando receberia. Coisa absolutamente diferente do caso do insubmersível, que, a meu ver, foi a causa da marinha do brasil deixar de ser de guerra.

    Em 2008, o valor já pago pela marinha a dcns (4.1 bilhões de euros, segundo a própria dcns em entrevista ao defensenews, que eu vou deixar o link só para lembrar https://www.defensenews.com/naval/2017/05/22/french-officials-probe-bribery-allegations-in-brazil-scorpene-sale/), dava pra ter comprado 16 KDX-II, com bonus de 10 pohang, e ainda um estaleiro aqui. Tudo isso já estaria em operação.

    Viva ao insubmersível. Realmente um submarino muito poderoso, atrasado, inoperante e sem previsão de entrega, já destruiu uma marinha inteira. Dou meu braço a torcer.

    Saudações.

  47. Bavaria…
    .
    a “Defensora” que é a segunda fragata mais antiga encontra-se parada desde 2010 quando se deu início a um “PMG” que vem sendo feito à base do conta gotas, como foi com a construção da “Barroso” e portanto ela acabou sendo “poupada” …parece coisa de submarino russo…que justamente por sair menos ao mar estão sendo revitalizados para dar pelo menos mais uns 15 anos de vida útil.
    .
    Como as duas “FCG” remanescentes não foram modernizadas na época que isso poderia ter sido feito, provavelmente serão as próximas a dar baixa, isso se a própria “Niterói” a mais
    antiga não for antes.
    .
    Com 3 navios a menos e uma possível melhora no orçamento da marinha acredito que 3 das
    “Niteróis”poderão ter suas vidas esticadas com boa vontade e uso moderado por outros 8
    anos.
    .
    Não vejo nenhuma possibilidade de “conflito” para à próxima década e mesmo que houvesse
    as 3 “Amazonas” não dariam conta do recado, são apenas 3 de qualquer forma, e nunca se tem todos os navios de uma classe disponíveis ao mesmo tempo…ninguém consegue essa
    proeza.
    .
    abs

  48. Plataforma que eu vejo como excelente pro Brasil:

    Casco Incheon Batch I ou II
    Motores combinados diesel e gás 2 x MTU 12V 1163 TB83 a diesel
    2 x turbinas à gás GE LM2500
    2 reparos quadruplos de Exocet MM40 Block III
    1 sistema CIWS Thales Goalkeeper 30mm em cima do hangar de helicóptero (Abandonando de vez os bofors de 40mm e partindo pra um CIWS de verdade)
    Radares e eletrônica Thales
    Sistema AA Sea Ceptor com um lançador óctuplo na Popa
    2 reparos triplos de torpedo Mk 46
    Um reparo para foguetes anti-submarino bofors
    Canhão de 5 polegadas 127mm na proa igual o da Incheon
    Uma metralhadora bushmaster M242 25mm em cada bordo

    Pronto, fragata eficiente e competitiva para missões ONU, junto com os submarinos ficaríamos anos luz a frente dos nosso vizinhos da região.

  49. Sempre os Pobres de Espírito preocupados com nossos vizinho da Região , saibam que eles são nossos irmãos e amigos , o nosso inimigo fica um pouco ao Norte , Acordem , se fosse por nossos vizinhos não precisaríamos nos preocupar !

  50. Sr José Exposito com todo respeito, não temos amigos de país algum. Podemos ter aliados de momento devido a interesses econômicos. o que me preocupa somos nós que não temos uma força de dissuasão condizente para com nosso imenso território e os recursos minerais, agricultáveis e hídricos(este então será a mina de ouro). Cobiça pode estar em um país ao lado bem como ao norte ao leste… Países não têm amigos e sim aliados de momento. Nossa CF proíbe guerra de intervenção mas temos de ter meios para enfrentar qualquer incidente. Querem fazer negócio, vender produtos, equipamentos bélicos, intercâmbio educacional e tecnológico, pesquisas em conjunto que seja, entretanto nós temos de nos beneficiar primeiro e isto sempre ficamos em segundo. O maior inimigo está aqui(corrupção, traição à pátria, e outras mazelas que estamos acostumados. de um polo para outro, a MB ainda não sabe o que deseja. Ora uma parceria com sul-coreanos, ora com alemães, britânicos, localmente…meios querem porém a indecisão e falta de gestão e sintonia no almirantado chega a ser trágico. Daí, creio eu a falta de apoio do ministério da Defesa com a força. Sr. José exposito peço desculpas caso tenha escrito de forma ofensiva.

  51. Que besteirada.

    Cancela essa Tamandaré e vamos de KDXII. E ponto final.
    Made Korea.

    Para o bem do meu coração, sabedor que, aqui, não é possível dar um belo tapa na cara de quem não acorda pra realidade, melhor filtrar os comentários que leio.

    Porque vem um indivíduo do quinto dos infernos com esse papo de “ah, pq não construir aqui?”.

    É de matar de raiva!

  52. O fato das KDX-II usar radar 2D (o AN/SPS-49, o mesmo da OHP) não as deixa defasada para AAW moderna, em uma época a maioria da marinhas prefere radares 3D?

  53. O SPS-49, apesar de ter sido usado pelas OHP, já aposentadas, ainda é muito utilizado pela USN, sendo equipamento padrão dos cruzadores Ticonderogas, dos CVN, LHA, LHD, LPD, LSD, etc.
    Ele é o radar de maior alcance a serviço na USN, operando na banda L.
    Quando ele deixar de ser utilizado, num futuro distante, deve fazer falta porque não conheço que um substituto operando na banda L esteja sendo cogitado.

  54. Essa semana saiu que a Indonésia está preparando a encomenda de seu 7º Makassar.

    E aí, você olha para os sul coreanos e percebe que eles possuem soluções para a maior parte das necessidades da MB e com um excelente custo benefício.
    Submarino é prosub. Temos Bahia e provavelmente o Ocean.

    Íamos de um mix de incheon e KDX II, atendendo a necessidade do projeto tamandaré e prosuper. E pronto, teríamos de volta uma Marinha.

    Futuramente poderíamos pensar em Makassar e, quem sabe, um Soyang da vida e KDXIII com aegis.

    “Ah más viriam peladas, sem o recheio dos EUA”. Por que mesmo? Será que o governo Trump criaria óbice de o Brasil comprar o recheio e os dentes de seus navios made USA? Mais Seahalks? Acho que não hein!

    Makassar com produção no Peru (já licenciado) em contrapartida da aquisição, por este, de bons lotes de Guarani e/ou astros e/ou A29…enfim, não seria ruim um bom acordo com um bom vizinho.

    Tínhamos que ter consciência da situação. Nossa capacidade de produção é ridícula e cara. Para ser viável construir algo aqui, primeiro tem que dar um jeito no custo Brasil, sem meter os pés pelas mãos. Depois, começa com algo menor e vai evoluindo. Os Sul Coreanos poderiam ajudar muito aqui. Lembrando que todas as aquisições acima seriam acompanhadas de excelentes acordos de offsets (E nisso os sul coreanos são um dos melhores no mundo).

    Humildade, pé no chão e consciência da situação…são os valores que deveriam nortear nossas forças armadas.

  55. A Coreia do Sul ja está a uns tempos vendendo as Corvetas oferecidas ao Brasil por 100 dólares cada, na verdade é doação, mas oficialmente por questão legal tem que ser vendida por um preço simbólico.
    A reativação tem que ser feita na Coreia do Sul para gerar alguma receita local.
    A Colombia levou uma Donghae-class.
    E o Peru, Vietnam e Egito levaram Corvetas Pohang class.

  56. ´Concordo com o Sr. Felipe Morais “humildade e pé no chão…”Valores esquecidos por um grupo. administrar a coisa pública deve vir com estes princípios. Por que não ter parcerias? Por que a justificativa negativa. Lembro que na década de 70(século passado) os estaleiros estavam em “pleno vapor’ Mauá vivia lotado de trabalhadores,, porém eram outros tempos. Morava na Ponta Da Areia em Niterói, nasci e cresci por lá. Hoje, estaleiros falidos, fechados. Investimentos privados jogados fora. A cretinice, altos impostos, burocracia e propinas impedem qualquer investimento. Basta ler postagem sobre as empresas envolvidas no Adir(EUA) no Poder Aéreo e verá como há atrasos e prepotências aqui. Tudo pode ser feito, mas primeiro temos de consertar a bagunça de décadas de descaso. Precisamos “começar com algo menor e ir evoluindo” e também dar incentivo à pesquisa, conhecimento, para isto precisa ter humildade. Grande abraço.

  57. Senhores

    A minha defesa sobre o melhor dos quadros era justamente a instalação de um estaleiro Hyundai ou Daewoo por aqui, por 3 fatores facilitadores: espaço físico para instalações, demanda externa de vendas deles (a capacidade física deles está no limite), e, a flexibilização das leis trabalhistas no brasil, tornando o nosso território (não é país) em uma das mãos de obra mais baratas do mundo ocidental (se não a mais barata).

    Por outro lado, os coreanos só aceitariam produzir a tamandaré se o projeto resultasse em um bom barco (a indústria é emergente e não pode se queimar). Então haveria lucro em duas direções; no investimento estruturante no país e suas gerações de emprego, bem como, nos barcos de alta qualidade e renovação da frota.

    Depois do insubmersível é imprescindível entender que a marinha não tem dinheiro pra comprar qualquer coisa acima de 10 milhões de trumps sem financiamento externo. Portanto, por mais que eu goste dos KDX-II, das Pohang e Incheon, sem um financiamento externo não há como comprar nem operar nada.

    Viva ao insubmersível. O submarino mais poderoso contra quem o comprou, em todos os tempos.

  58. Bavária “flexibilização das leis trabalhistas”. Presumo que você queira dizer que, nesse estaleiros, trabalhariam trabalhadores sul coreanos e/ou de outras nacionalidades submetidos a um ordenamento jurídico internacional. Você já combinou isso com a justiça trabalhista? Pq trabalhou aqui, seja em empresa alienígena, está sujeito às leis brasileiras, inclusive trabalhistas e tributárias. Portanto, NÃO! Não produzimos nem todos as munições e foguetes utilizadas por nossas forças, muito menos a maior parte dos mísseis que utilizamos e a galera acha estratégico ter que construir gigantescos navios aqui. Em caso de guerra, basta alguns mísseis, com nossa pífia capacidade de defesa antiaérea, e não produziremos nem navio, nem seus botões, nem suas boias, nem coisa nenhuma. Parem de cair no conto do vigário. Construção nacional é para país sério!

  59. Felipe, só trabalhariam os de alto nível, baixo nível seriam todos daqui (até porque não se produz conhecimento sensível aqui).

    Justamente por eu “não cair no conto do vigário” que sempre defendi compras diretas e de prateleira, porém, se fosse feito dessa forma, a compra seria semelhante a de prateleira, porque o estaleiro seria de uma empresa e não da marinha.

    Saudações.

  60. No post acima esqueci das Filipinas que teve agora aprovada a venda desta Pohang class por 100 dólares, tem 30 anos de uso e foi descomissionada em dez/2016.
    Estas pequenas corvetas com a retirada dos mísseis, torpedos e equipamento pode ser usada como um OPV, o Peru usa sua Pohang class na Guarda Costeira mantendo seu canhão de 76mm.
    .
    ROKS Chungju 762 aprovada para as Filipinas é da versão com 2 x Oto Melara 76mm/62 Compact gun, 2 x Breda twin 40mm/70 guns, 2 x triple Mk. 32 324mm ASW torpedo tubes, 2 x Mk.9 Depth Charge racks, 1 x Mistral / Chiron MANPADS
    . https://1.bp.blogspot.com/-CoY5h_rdojc/WcTsf1tuz0I/AAAAAAAA1pU/Zq5EmGYMlv4GPjal7UL2B8-KBeR_vLLtgCLcBGAs/s1600/namacha_615.jpg

  61. Walfrido

    Acho que nem tem mais Pohang’s disponíveis. A filosofia delas era tal como os “fast attack boats” da Alemanha. Serviria no mínimo como um patrulheiro de perna curta, mas acho que agora já era, o que tinha ja foi vendido.

  62. Bavaria Lion, das 24 Pohang construidas eles ainda usam as 16 mais novas fabricadas entre 1986 e 1992 que serão progressivamente desativadas e doadas para compradores de seus produtos.
    São as: Yeosu PCC-765/Jinhae PCC-766/Suncheon PCC-767/Iksan(atual Iri) PCC-768/Wonju PCC-769/Andong PCC-771/Bucheon PCC-773/Seongnam PCC-775/Jecheon PCC-776/Daecheon PCC-777/Sokcho PCC-778 /Yeongju PCC-779 /Namwon PCC-781/Gwangmyeong PCC-782/Sinseong PCC-783/Gongju PCC-785.
    E ainda tem 3 corvetas Donghae class do começo dos anos 80 ja disponíveis, a Donghae PCC-751/Suwon PCC-752 /Gangneung PCC-753.
    .
    Eles ofereceram como doação uma Pohang class e a Colômbia disse que preferia uma Donghae class, então doaram a Anyang PCC-755 de 1983 que agora é a CM-55 ARC Nariño.

  63. Repetindo o que disse em outra matéria: “Penso que a MB poderia atuar em duas frentes de prioridades – uma com o desenvolvimento através parcerias de novos meios como a classe de corvetas Tamandarés e uma outra frente de prioridade, como meios de mercados de usados, haja vista que o desenvolvimento é lento e na maioria das vezes não cumpre a quantidade de vasos necessários como a própria Corveta Barroso. Foi com essa filosofia de esperar um Prosuper que hoje já está fracionado, subtraído e convertido para apenas 4 corvetas e provavelmente não faça nem as 4 é que deixamos de olhar para o mercado de usados o que levou as escoltas e outros meios a navegar no osso a ponto de quebrar se em alto mar como NDD Ceará que quebrou se em missão a caminho do Haiti. Por isso não se deve sacrificar um bem (oportunidades) em detrimento de outro, ainda mais quando este outro é incerto.

  64. Tamandaré, Incheon isso, Incheon aquilo… Mais outro navio gambiarra enrolação. Em caso de conflito, vão precisar de muito saco preto. Isso se saírem da base.
    Sorte que alguém fez a “burrada” de privilegiar o investimento em submarinos, a única coisa que temos com alguma capacidade de encarar um inimigo em um cenário de média-alta intensidade.
    .
    O negócio aqui é Escolta de verdade, sem gambiarra, coisa pra durar os próximos 50 anos. Classe pra chegar em 2070…
    .
    “Ainm, mais é caro…”
    Sim, pq rasgar dinheiro com corveta pra operar no gambiarra way, pra enrolar 25 anos fazendo papel de “Patrulha Bombado” e dar baixa no navio pq já tá no osso é que é econômico.
    .
    Caro é ficar tapeado com “solução barata” ou usada e dali duas décadas passar pela mesma novela, baixas, perca de capacidade operacional, perca de doutrina e etc.
    .
    O caminho da força de superfície aqui, deveria ser norteado agora, pela aquisição de vários Navio Patrulha. Coisa nova, feita pra empurrar água mostrar a bandeira aqui, nessa terra sem lei.
    O resto, alguns poucos e excelentes Escoltas, feitos sem gambiarra e para a GUERRA, não pra enrolação.
    .
    O número que a MB julga ideal é 18. É muito. Por isso acabam flertando com essa baboseira de Corveta, pra fazer número, na esperança de que um dia cheguem no que querem.
    Não vai rolar.

  65. Felipe Morais 23 de setembro de 2017 at 22:36
    Essa semana saiu que a Indonésia está preparando a encomenda de seu 7º Makassar.
    .
    Felipe, a Indonésia está preparando a encomenda de sua 7° LPD porém 6° Makassar class, pois a LPD mais antiga de 2003 é de fabricação sul coreana Tanjung Dalpele class, que hoje é o navio hospital KRI Dr. Soeharso, ex KRI Tanjung Dalpele (972) um pouco maior.
    .
    Hoje eles tem 4 Makassar em uso, as duas primeiras construidas na Coreia do Sul, e tem uma em construção.
    KRI Makassar 590 de 2007, KRI Surabaya 591 de 2007, KRI Banjarmasin 592 de 2008 e a KRI Banda Aceh 593 de 2010.
    .
    A Indonésia ja exportou duas Makassar para as Filipinas e a Coreia do Sul está fabricando duas no Peru em parceria com a Sigma Peru.
    Achei curioso o CMT da Marinha dizer na entrevista que a Coreia do Sul tentou vender para nos LPDs caras que não atendiam a finalidade, elas tem fama de serem baratas e mesmo tendo capacidade menor que o navio francês comprado, com certeza dariam menos despesa de manutenção daqui a uns anos.
    Deve ser um bom navio, em poucos anos terão 10 unidades em uso por 3 países.
    .
    Foto da KRI Makassar 590 junto da KRI Dr. Soeharso 990.
    . https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQZ6h578_ANpopiAlgnEy8rIOfnesx3tAow2lLX-w58ulCkpBxOo9vhVZU-jQ

  66. Bavaria Lion 24 de setembro de 2017 at 15:51
    O brinde só vem quando se compra algo…
    Bavaria Lion, com certeza neste preço simbólico de 100 dólares só atrelado a uma compra e com o serviço relacionado a revitalização ou modernização feito lá.

  67. Falando em Makassar:
    .
    Lembrou-me de muitos comentários em anos anteriores, quando se polemizava a respeito da compra do Siroco, hoje o Bahia da MB, que teria sido melhor e mais barato comprar a classe Makassar, muitas vezes sem levar em consideração a enorme diferença de capacidade entre os navios (e em outras tantas comparando-se preços irreais).
    .
    Felizmente acertou-se a compra do atual Bahia, um ótimo navio.
    .
    Mas, passada a polêmica, devo dizer que vejo com bons olhos essa classe Makassar, mesmo com suas limitações, para uma eventual aquisição pela MB: no caso, para substituir no futuro os dois pequenos NDCC de origem britânica (Garcia d’Avilla e Almirante Saboia)adquiridos por oportunidade e que, pelo menos no caso do mais velho, acredito que necessitarão de substituição a ser planejada na próxima década.
    .
    Cumpririam com mais capacidade, modernidade e flexibilidade (hoje em dia não se com nsidera a não ser algumas exceções o uso de NDCC, mas NDD sim), a meu ver, as missões hoje realizadas pela dupla de “sirs” da MB, quando chegar a hora de dar baixa neles – e, mesmo pensando-se que ambos poderiam dar lugar no futuro a um único NDD ou NPM maior e mais capaz, talvez a substituição de 1 pra 1 nesse caso especifico dos dois “sirs” sairia até mais barata, atendendo a máxima que um navio não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo.
    .
    E um NPM no futuro poderia substituir o NDCC Mattoso Maia, no caso desse finalizar a contento sua revitalização e durar ainda uns 10 anos e compensar,ao menos parcialmente, a baixa do NAe São Paulo (eu não acredito que o Pronae um dia vingue) e ainda há a hipótese da compra do HMS Ocean (embora eu duvide muito que seja viabilizada no ano que vem).
    .
    Enfim, apenas elucubrações já que o assunto Makassar veio à tona.
    .
    Seria um futuro com um NPM (convés corrido e se possível com doca) substituindo o Mattoso e em parte o São Paulo, o NDM Bahia (que ao final de sua vida útil poderia dar lugar a um segundo NPM e dois NDD classe Makassar, compondo nossa força de “anfíbios”

  68. Bardini 24 de setembro de 2017 at 17:55
    Bardini, concordo com vc em parte. Os subs serão nossa principal e mais dissuasória arma, queria que fossem pelo menos uma dúzia, acho ainda que nossos IKL tinham que serem modernizados na Alemanha, também acredito que teríamos que ter pelo menos dez fragatas multi tarefa mais pesadas, algo em torno de 5000 a 6000 ton, mas também sei que patrulhas, corvetas e fragatas leves também são necessárias. Estas três ultimas dá pra se resolver com uma classe só, a Incheon ou a Tamandaré. Dentre todas essas necessidades, as dos subs está parcialmente resolvida, pelo menos está em andamento. Todas as outra necessidades aí descritas, isso sem falar em navio tanque, de apoio logístico, NDCC, etc, a única que TALVEZ possa ser concretizada é a de patrulhas e combatentes leves para atuar em nosso litoral, ZEE, salvamar e missões com nossos vizinhos do outro lado do Atlântico. Não Marinha não tem orçamento para tais combatentes maiores. Temos que construir corvetas, “passar uma tinta nas Niterói” e prosseguir com o Pro-sub até seu final, só ai contratar as escoltas, não há outra solução. A situação de nossas escoltas chegaram a este ponto em parte por causa das Greenhalgh, se lá atrás a Marinha tivesse batido o pé exigido a compra de quatro fragatas novas, ou exigido a construção de quatro Niterois melhoradas, tínhamos condições técnicas de construir, hoje estaríamos em condições bem melhores. Sou contra algumas compras de oportunidade, um navio doca ou NDCC ou o Ocean não sou contra pois um navio que se construirá um ou dois por classe não compensaria a construção local, mas fragata, sub, corveta, NaPaOc, NaPa, NaPaFlu que tem que ser construídos as vezes as dezenas, tem por OBRIGAÇÂO serem construídos aqui.

  69. Escolta que dure 50 anos, hoje, não existe. Só navio de apoio, NAe e afins, até porque sistema de combate vem com obsolescência programada (porcaria “invetada” pela apple).

    Se uma escolta é capaz de operar entre 25 e 30 anos, ela está dentro da média dos melhores vetores. Aliás, algumas escoltas top de linha estão com obsolescência programada bem menor que isso (LCS ianque, por exemplo).

    O insubmersível, além de ser, comprovadamente o pior de sua classe, é um submarino que ainda, efetivamente não existe. Além do projeto base ser cheio de falhas (vide projeto e relato chilenos), o brasileiro foi piorado sem AIP, com tamanho maior e com leme em “T”, tirando a vantagem de mobilidade do leme em “X”. Além disso, já desviaram mais da metade do dinheiro pago e disseram que não pagaram. Essa é a pior burrada de todas as marinhas de todos os tempos do mundo.

  70. Bavaria…
    .
    a US Navy já declarou que seus “Arleigh Burkes IIA” deverão se aguentar por 40 anos…ou seja os 2 navios comissionados no ano 2000 já tiveram suas estimadas baixas para 2040 e há quem aposte que um pouco mais pode ser tirado deles…não é os “50 anos” que você mencionou,mas, é algo inédito para a US Navy e marinhas que porventura utilizem seus combatentes menos intensamente e com revitalizações podem conseguir mais…dependerá da necessidade de cada um, inclusive de querer manter a base industrial funcionando e assim construir mais seguidamente novos navios ao invés de revitalizar antigos.
    .
    Os NAes ao menos da US Navy estão programados para 50 anos…já os “afins” que deduzo sejam os “LHDs/LHAs” estes foram taxados para 40 anos, outro ineditismo na US Navy…o USS Wasp portanto deverá ser retirado de serviço em 2029…será interessante ver como isso será conseguido, mas, são os planos atuais.
    .
    Os “LCSs” de fato foram taxados para 25 anos com o USS Freedom programado para dar baixa em 2033…só não chamaria eles de “escoltas top de linha” .
    .
    abs

  71. Adson…
    .
    a marinha simplesmente não poderia ter “batido pé” ou “exigido a compra de 4 fragatas novas”, não é assim que as coisas funcionam. A marinha deixa saber suas necessidades e espera pela liberação de recursos, não tem outro jeito.

  72. “Escolta que dure 50 anos, hoje, não existe”.
    .
    Enquanto isso, as Niterói já são quarentonas.
    Parece que não conhece como as coisas funcionam aqui, na terra do provisório pra sempre.
    .
    Seria muito lindo se mantivessem uma rotatividade na construção dos meios, dando baixa com reposição em navio com 30, 35 anos. Já sonhei com isso. Mas… Nunca foi assim. Se fosse, não precisaríamos depender de baixa de outras Marinhas e a Força de Superfície não estaria na situação que está.
    .
    Blablabla… “Insubmersível”…

  73. Dalton

    Obrigado pelos esclarecimentos. Eu imagino que os LCS seriam top de linha pelos materiais utilizados na construção e pela missão, muito embora acredite que eles são insuficientes para substituir as OHP.

    Saudações.

  74. blablabla “niteroi atual escolta”.

    blablabla cornograma, superfaturamento, atraso na entrega. Blablabla perfil acustico pior do que o do U-206, realmente muito blablabla e indiretinha.

    Sem paciência, seja feliz ai com os insubmersíveis.

  75. Bavaria…
    .
    só não esqueça que o “LCS” estará substituindo os 14 originais “MCMs” para guerra de
    minas..aliás o primeiro deles deverá dar baixa em 2019…navios que foram muito criticados no
    início devido à problemas com a propulsão e até pouco tempo atrás careciam de fundos suficientes para operar eficientemente e também eventualmente substituirão os “PCs” classe
    Cyclone… embarcações pesadamente armadas para seu tamanho , 10 dos quais estão
    baseados no “problemático” Golfo Pérsico.
    .
    Um melhor substituto para as “OHPs” serão as futuras fragatas, mesmo assim, no fim do dia o que substituiu as “OHPs” acabaram sendo um maior número de “DDGs”…o “LCS” eventualmente cumprirá algumas missões antes reservadas para as “OHPs” também.

  76. Dalton

    Exato, por isso acredito que o programa de fragatas deles vá pra frente, e, a FREMM italiana tem sido muito elogiada nesse sentido, embora eu acredite que a Sachsen seja a mais adequada.

  77. Que venham as Daegu ao invés das Tamandaré, e que mandem de brinde algumas Pohang que ainda restam para usarmos como NaPaOc.

  78. E esse pessoal cisma que os “americanu” é que são os inimigos.
    Os inimigos estão aqui mesmo e não no norte, mas em Brasília …

  79. Mesmo achando que construindo aqui gerará mais empregos as primeiras unidades tem ser construídas lá. E quando for construída aqui tem que vir engenheiros de lá.Aqui os métodos de construção são primitivos e ninguém liga para prazo e custo.

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