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Armada Argentina examina aviões P-3C excedentes dos EUA

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P-3C da US Navy

Uma delegação técnica da Marinha Argentina visitou os Estados Unidos no final de setembro para inspecionar e selecionar duas aeronaves de patrulha marítima Lockheed Martin P-3C Orion que em breve se tornarão excedentes para a US Navy (USN) para potencial aquisição, disseram fontes militares em Buenos Aires ao Jane’s.

A delegação visitou a Estação Aérea Whidbey Island em Oak Harbor, no estado de Washington: a principal base de aviões de patrulha marítima da Costa Oeste da USN.

As aeronaves que estão sendo inspecionadas sãp P-3Cs que ainda estão em operação, mas que serão substituídas por novas aeronaves marítimas multimissão Boeing P-8 Poseidon.

De acordo com as fontes, a Argentina está buscando uma “transferência quente” das aeronaves que podem ser selecionadas (ou seja, uma transferência relativamente direta dos EUA para o serviço argentino).

75 COMMENTS

  1. Nossos queridos los Hermanos só viajam pro um monte de País
    negociata pra cá , pra lá e até agora nada.
    Não vi nenhum negocio ser fechado.
    Eles tão achando que algum outro País vai dar as coisas pra eles de graça.
    Sentem para não se cansarem !!!
    kkkkkkkkkkkk

  2. É o que a MB deveria ter em mente como asa fixa: aviação de patrulha e SAR, como muitas marinhas no mundo, sem prejuízo das suas asas rotativas, evidentemente.

    Mas se comporta qual um adolescente incontrolável, com suas depravações orçamentárias, obstinado em suas masturbações navais, ejaculando recursos públicos no chão, na parede, mas nunca no lugar certo…, na sua auto-satisfação inútil, sempre sonhando com um porta-aviões sensual e suas asas fixas eróticas, que nunca lhe darão a devida atenção ou retorno…

    Assim, nunca será uma marinha adulta e emocionalmente madura, lamentavelmente…

  3. Ozawa 29 de setembro de 2017 at 19:23
    Ri muito com eu comentário heh, mas é isso mesmo infelizmente, gestão correta é algo quase inexistente se tratando de governo e qualquer coisa ligado a ele.

  4. Ozawa meu caro
    Boa noite
    Pra isso serão os Turbo Tracks
    Agora Infelizmente lhe darei uma noticia interessante.
    Durante o processo de aquisição do Nae SP, quem participou de todo processo naquela época foi o Ministério de Relações Exteriores e parte do Governo FHC, A Marinha avisou que o Nae precisava de reparos principalmente na área de propulsão, mancais eixos e etc, pois o referido porta aviões se encontrava bastante desgastado nessa área.
    Precisaria de coisa de 8 meses em um estaleiro Francês para esses reparos e entrega-lo em condições de Operar por mais 10 ou 15 anos no Brasil interruptamente.
    Mas o Governo acelerou o processo em vista que tinha mais países interessados no mesmo (FOCH) e o citado foi vendido por uma bagatela que hoje se compra um Super Lynx naquela época pro Brasil U$ 22,5 milhões de doletas.
    Justamente para não ferir a Constituição daquele Pais (Ia ser doado ao Brasil mas não podia)
    Por Causa da Arrogância dos nossos Governantes e por não querer gastar um pouco mais
    Veio esse PROBLEMÃO para cá no que resultou em várias mortes de inocentes.
    Ai vou lhe perguntar:
    De quem é a Culpa?
    Ai vc que é um cara inteligente vai ver realmente de quem é a culpa.
    E lhe digo também a nossa Marinha está aprendendo com seus próprios erros, mas tenho certeza que lá na frente em um futuro a médio prazo ela vai acertar.
    Grande Abraço;

  5. A MB deveria buscar umas OHP antes que não sobre nenhuma, ficar sonhando com Corveta Tamandua só pra mostrar bandeira?? Os 100 Almirantes de Esquadra tem que parar de viajar na maionese e começar a pensar na defesa e negação do mar, sonhar também tem limites o povo não é tão trouxa…

  6. Burgos, o “problemão não veio para cá”, ele começou lá, porque???

    Porque ter, comprar ou até mesmo modernizar não significa poder manter e operar, vocês aprenderam isto com o Nae SP de forma “dolorosa”. Existe a outra forma de aprendizado, a com “amor”, que é precedido, da prudência, da cautela e do planejamento sério, pontual e rigoroso.
    lamentavelmente a MB pecou em todos estes quesitos e resto todo mundo sabe como terminou,

    G abraço

  7. Pra mim os P-3 e bandeirulha deveriam estar operando na marinha, termina de modernizar os A-4 e deixa pra eles patrulharem o litoral do Brasil.

  8. Ozawa,
    onde assino ?
    _______________________-

    Pergunta:
    E as anvs que estão nos USA em modernização ? Vale tópico.
    _______________________

    Voltando,
    os Argies podem até ganhar de presente, mas sem dentes.
    Caso queiram dentes terão que se apoiar nos Israeli.

  9. Además, essa é uma das melhores plataformas na minha opinião para quem tem recursos limitados.
    Creio que nossos P 3 merecem tópico sobre a atual situação de todas as células, dentes etc ….

  10. Não entendo esses hermanos. Só há uma maneira dos argentinos comprarem armas: negociando com Rússia e China. Os AT-6 comprados só foram autorizados pq ele praricamente mantém a Argentina com a mesma capacidade de combate no ar: igual ou tendendo a zero. Do jeito que os ingleses querem. Os Orions podem ser até negociados, mas missil que é bom eu duvido! Vai vir banguela. Os ingleses nunca permitirão que as forças armadas argentinas voltem a ter algum tipo de capacidade de auto defesa ou ataque. Dc não vai melar sua relação com um aliado histórico por conta dos hermanitos então só sobra negociar com quem não baixa cabeça para Casa Branca ou para o primeiro ministro inglês: China e Rússia. Só que os Russos querem cacau na mão, os chineses talvez queiram algo a mais da Argentina, como essa cacau não tem sobra a China mesmo. E torcer pra que os chineses cresçam os olhos em algo que a Argentina a possa ter que lhes interesse.

  11. O velho quintal sob controle, mantendo o fluxo de caixa positivo com a metrópole comprando sucata. Uma Vez quintal, sempre quintal.

  12. Tenho um fiesta 2008 anunciado na OlX, a armada Argentina mandou mensagem dizenso q está interessada, avisei que no anuncio tinha o aviso que dispensava curioso e que só proposta séria.

  13. Não seria melhor o Brasil também procurar mais uns P-3 pra nossas forças ,quanto a Argentina eles só olhando mesmo,e Ozawa perfeito!

  14. Señor Jodreski, no es difícil de entender. Toda compra o donación de EE.UU. a las FF.AA. de Argentina es un pequeño cachetazo a UK. Primer CACHETAZO: UK desearía que EE.UU. apoyase su causa sobre Malvinas Georgias y Sandwichs y mar circundante. Pero EE.UU. se mantiene NEUTRAL.
    Segundo CACHETAZO: Toda adquisición militar de EE.UU. de parte de Argentina por pequeña que sea es molestia para UK. Así como Argentina se molesta cuando SUS VECINOS adquieren Barcos, aviones y tecnología y hacen practicas militares y estratégicas, de la misma manera se debe molestar UK.
    Por supuesto, UK y EE.UU. siempre serán aliados y amigos, algo que nunca logrará Argentina con SUS VECINOS. Es el precio que deberán pagar los Argies (como dicen los vecinos), por tratar de recuperar (invadir como dicen los vecinos), las Malvinas (Falkland como dicen los vecinos).

  15. Gabriel, a MB daqui alguns anos lançará o Prótrulha, programa de aquisição de meios para patrulha naval com construção nacional.

    Ouvi dizer que os P8 talvez sejam aceitos se os americanos aceitarem transferir a tecnologia.

    Esquente não!

    Falando sério agora, certo estão os hermanos, que, cientes do buraco em que estão, calçaram a chinela da humildade e foram pedir a benção do Tio Sam e seu maravilhoso FMS.

  16. Com o dinheiro gasto em todas as viagens já feitas, daria pra comprar alguma coisa….

    Podiam levar o Dória prefeito de São Paulo junto.

    Viajantes por viajantes, teriam muito assunto pra debaterem.

    A diferença é que o Dória gasta grana nas viagens, Los hermanos não gastam nada.

  17. Olá Colegas. Fico intrigado com alguns comentários. Particularmente, as opiniões colocadas sobre a aviação de patrulha são repetidas mas nunca justificadas. Não tenho ainda uma opinião sobre a vantagem de transferir os P3 e P95 para a MB. Primeiro, os recursos são do MinD, então tanto faz a FAB ou MB (ou até o EB) operar os aviões, o recursos virão do Tesouro. Segundo, a FAB tem mais experiência na formação dos pilotos e mecânicos e na manutenção de aeronaves que a MB, além disso não sentido duplicar estas estruturas. A MB tem apenas uma base aeronaval enquanto que a FAB tem diversas bases ao longo da costa, portanto se a MB fosse operar a aviação de patrulha teria que operar a partir das bases da FAB. Se por um lado a MB tem especialistas em operar sonares a FAB tem o esquadrão guardião. Se o gargalo são as comunicações entre a FAB e a MB, então o problema do MinD é mais sério pois isso as três forças precisam operar de modo integrado e eficiente. Aliás, a existência de uma aviaçao embarcada em um NAe não tem relação com a operação de uma aviação de patrulha, Por fim, me causa mais espanto os FN não possuírem uma força de helicópteros de ataque do que achar que a MB faria melhor uso dos aviões de patrulha do que a FAB.

  18. Camargoer, eu entendo perfeitamente seu questionamento. Acredito que isso seja apenas uma questão de ‘divisão de deveres.’ Ao mesmo tempo em que, caso a FAB pudesse se desfazer da aviação de patrulha transferindo-a para a MB, talvez sobrasse mais do orçamento para outros usos de seu interesse maior. Mas isso não significa que a integração entre as duas instituições na execução dessa tarefa seja ruim. Salvo engano, alguém com mais conhecimento sobre o assunto, talvez o Cel. Nery, avisou que oficiais da Marinha integravam as missões com os P-3, elevando não apenas a eficiência da missão ao terem um ‘especialista’ à bordo, mas também aumentada a interoperabilidade com elementos da MB que por ventura estivessem no mar.
    .
    Interoperabilidade essa, aliás, que já foi muito mais ‘estranha’ como na época em que a FAB operava os P-16 à partir do NAeL Minas Gerais. Algo que simplesmente não fazia qualquer sentido, e que por mais que inicialmente tenha sido algo que era estranhado por pilotos e tripulações de ambas as forças, em pouco tempo a integração e foco na missão dos envolvidos fez com que houvesse um elevado nível operacional desse estranho binômio. E por mais que esse arranjo de aeronaves da FAB em navios da MB fosse estranho, a Inglaterra passou por algo semelhante como medida de contenção de custos, criando a Joint Force Harrier.
    .
    Na minha humilde opinião, a MB deveria ter essa atribuição sim. A MB deveria inclusive ter um número maior de bases aeronavais ao longo da costa brasileira. Talvez até assumindo bases aéreas que no momento estão sendo fechadas pela FAB. A avião de patrulha deveria ser mais numerosa e a MB deveria inclusive ter um número de Super Tucanos para manutenção da proficiência dos pilotos, treinamento e até mesmo como elementos de CAS para a Força de Fuzileiros da Esquadra (podendo operar de pistas improvisadas em alguma cabeça de praia, por exemplo). Claro que tudo que está escrito neste parágrafo é uma viagem utópica num LSD daquele brabo contrabandeado de Woodstock e armazenado sem qualquer carinho desde 1969. Mas é realmente a minha opinião sobre o assunto de asas fixas na MB. E sinceramente não acho que seria algo impossível de realizar, caso a MB simplesmente não fizesse uso desse mesmo LSD e perdesse totalmente o controle de seus gastos de maneira épica.

  19. Caro Leandro. O que pesa contra a sua ideia é o inchamento da estrutura. O que importa é cumprir a missão (neste caso SAR e patrulha) usando eficientemente os meios disponíveis mas também tendo como foco a integração das forças. Parece-me que tanto faz que opere as aeronaves P3 e P95, desde que haja um uso compartilhado de toda a estruturado MInD, incluindo as escolas de treinamento, instalações de manutenção e protocolos de comunicação.

  20. Eu concordo, Camargoer. A estrutura da MB teria que ser obrigatoriamente inchada para que isso acontecesse, e por causa disso que afirmei que era uma utopia. O que você sugere remete muito ao modelo que os Canadenses adotaram. É uma opção à ser estudada, concordo, e isso ainda é objeto de acalorado debate no Canadá. Não acho ruim centros comuns de treinamento, com equipamento comum como o que foi proposto para o caso dos helicópteros de instrução e acredito que a formação em asa fixa passa por processo semelhante. Mas ainda acredito que deveriam ser respeitadas as divisões básicas de responsabilidade de cada força, com a interoperabilidade acontecendo sempre que necessário e com o máximo de treinamento conjunto possível, máximo de comunalidade entre sistemas e principalmente, como citou, comunicações. Existem diversas formas em que se pode ajustar o inchaço, diminuindo assim o ônus financeiro. O problema hoje em dia é que não existem finanças para qualquer tipo de sonho de expansão de absolutamente nada e é necessário focar em aquisição de meios para a atividade fim da MB, então, pelo menos pela próxima década e meia, nada de nem se planejar em assumir aviação de patrulha. Hoje em dia é bom deixar o que funciona da forma que está. E se imaginarmos que a MB recusou a aviação de patrulha enquanto ainda estava com gás para sonhar alto, não há como imaginar que a MB vá pensar em fazer pelo menos até um futuro de médio prazo.

  21. Olá Leandro. Legal este seu exemplo sobre o Canadá. Vou estudar isso melhor… sobre o orçamento, temos que pensar no pais para além deste (infernal) situação. A crise não é desculpa para improvisos ou para deixar de planejar. Em algum momento haverá alguma recuperação e depois outra crise, ciclicamente. Não há outra alternativa senão repensarmos o futuro e atuarmos agora. Todos fomos derrotados.

  22. Ah, com certeza. Deve-se sempre manter o pensamento vivo, com atualização de planos para o futuro conforme o quadro vai mudando. Existem diversas idéias. Eu particularmente não gosto da solução implementada pelo Canadá, mas é mais uma impressão pessoal minha do que hard facts. Mas em tempos de vacas magras, aperta-se o cinto de acordo com a preferência do obeso mórbido, contanto que o resultado seja aquele esperado.

  23. Juarez
    Boa tarde;
    Bem dizer a verdade a meu ver, o erro da Marinha foi trazer o NAE SP naquelas condições na época.
    Mas o referido já se encontra em processo de baixa.
    Assim o mesmo não vai mais ceifar mais vidas de ninguém e acredito que ninguém brigue por causa desse opalão velho (destino dele será um ferro velho lá do Oriente Médio).
    E tanto eu como vc esperamos que venha algo decente pro lugar dele.
    Aí vai o que falei no meu posto anterior.
    Grande Abraço;

  24. A unificação da instrução de Helicoptetos não funcionaria no Brasil pelo mesmo motivo que não funcionou nos EUA.
    Muitos defendem uma escola unificada das Forças Armadas , o que é praticamente impossível de se conciliar no Brasil pelo sistema de formação, onde Ten. do Exercito ou Marinha sem nenhuma esperiencia de voo ou teórica se juntaria com o Asp. Av. que ja voou no T-25 e T-27 e ja é formado em voo VFR/IFR, diurno e noturno mais acrobacia e formatura.
    .
    Nos EUA houve o mesmo problema e não deu certo a ideia, primeiro a diferença onde o Oficial da USAF ja vinha do Diamond DA-20 e Beech T-6II e o do US Army vinha sem experiencia nenhuma.
    Depois a USAF não aceitou o programa do US Army com o Bell 206 terceirizado na inst inicial e depois Apache ou H-60 na avançada para pilotos de ataque ou utilitário.
    Como o Secretário da Defesa insistiu na escola unificada do Exército e Força Aérea a USAF foi para o Fort Rucker usando as instalações como Hangares, alojamento, sala de aulas e refeitório mas mandou modernizar os UH-1H para TH-1H com novo motor e glass cockpit para toda sua instrução e usa seus próprios instrutores para seus alunos.
    .
    Quanto a formação de pilotos de asas fixas para Patrulha na MB, isto seria o de menos, muitas pequenas Marinhas formam seus pilotos, o Equador e as Filipinss são um exemplo.

  25. “Por fim, me causa mais espanto os FN não possuírem uma força de helicópteros de ataque do que achar que a MB faria melhor uso dos aviões de patrulha do que a FAB.”

    Assino embaixo, os FN continuam sem poder político interno na Força.

  26. Walfrido,
    Por essa ótica, nada impediria a unificação do EB com a MB para formar pilotos.
    Mas, a meu ver, até a FAB poderia participar. O curso não precisa ser exatamente o mesmo – ou melhor, não precisam fazer parte da mesma turma. Só de usarem a mesma estrutura e aeronaves, já haveria economia de recursos (no mínimo centenas de cargos burocráticos seriam cortados).
    A propósito, apesar das diferenças, a FAB não está formando os pilotos da MB? Não irá formar os do EB.

  27. Falando em CFN, estes deveriam possuir meios aéreos mais adequados para apoio de fogo. Uns Apaches/Super Cobras, quem sabe uns Super Tucanos também…. Um MBT mais moderno/poderoso… mas é como os colegas comentaram; o fuzileiros não têm esse prestígio interno (fato pra lá de injusto, diga-se de passagem).

    Boa noite a todos

  28. Muito bem camargoer sua “opinião” ja foi anotada , suas opiniões também geram intrigas e náuseas . Este Macri merece uma estatua , o cara pegou uma argentina literalmente de “cuatro”, sua missão de salvar a argentina das cavernas não esta sendo fácil , mas depois de 16 anos de pilantragem esquerdopata , não poderia esperar coisa diferente , boa sorte aos ARGIES , espero que consigam montar uma força razoável !

  29. Não entendo as críticas! Achei correta a decisão da Argentina, esses aviões são excelentes. Vão comprar de quem? Da China? Quem são os chineses? o que querem da Argentina? São amigos? Sei! Abrem os olhos com os chineses!
    A Argentina vão vai mais fazer guerra contra a Inglaterra, isso sempre foi um absurdo, as ilhas Ilhas Falkland sempre foram da Inglaterra e isso é inquestionável.
    A Argentina tem que buscar aproximação com o Reino unido e acabar com essa conversa de Ilhas Falkland. Ninguém ganha com essa briga, apenas mortes desnecessárias.
    Olhem o tamanho territorial da Argentina, o que querem com aquela porcaria de ilha? Vão cuidar do resto do país.
    Nessa história tenho apenas admiração e respeito pelos mortos da guerra das malvinas…triste e lamentável as mortes.

  30. ESTEFEN 30 de setembro de 2017 at 11:15
    ¿Estimado vecino, se olvidó del apoyo de Brasil en el conflicto de las Malvinas?
    Hay muchos hechos.
    En Brasil siempre llamamos el archipiélulo de Malvinas, incluso en las escuelas.

    Abrazos y hasta pronto.

  31. Dúvida :
    Como seria, em maiores detalhes, a “transferência quente” ? Seria direto, sem avaliação ou modificação das aeronaves ? E armamento ? Seria mais rápida ? Pagamento à vista ? Haveria menor intervenção sobre o negócio (entenda-se Reino Unido) ?
    .
    Salomon Weetabix
    A rixa entre marinheiros e fuzileiros é antiga. A troca de termos “elogiosos” entre ambas as partes chega a ser cultural.

  32. Não acho que os fuzileiros “não tenham prestígio interno”…é uma força de elite, porém,
    pequena, quando comparada às outras forças…só lembrando que nem todo fuzileiro é
    um “combatente”…há uma gama de funções dentro do CFN.
    .
    O uso do CFN é um tanto quanto restrito…treina-se também para desembarque anfíbio em
    área contestada, mas, a chance disso vir à ocorrer é ínfima, então, com poucos recursos,
    para as forças armadas não se justifica novos “MBTs” ou aeronaves de apoio…não…quando
    a espinha dorsal da FAB é formada por F-5Ms que quando descontados os que estão em
    manutenção mal dá para se contar com 3 dezenas deles!

  33. Caro Dalton.
    Acho que você erra quando desconsidera em sua análise que o ciclo do F5 está no fim com o Gripen já contratado e em fase de desenvolvimento e produção com previsão de entrega das primeiras unidades em 2019. O mesmo se aplicaria em relação aos velhos C130 ou sobre a força de submarinos. Talvez o mais crítico seja mesmo a aquisição de novas fragatas.

  34. Caro Helano Moura 1 de outubro de 2017 at 11:16,

    boa colocaçao, esperemos de fato que não cometam o mesmo erro. Sobre este assunto, me lembro que em outro blog que participo, existe um colunista que defende com unhas e dentes tal aquisiçao, chegando ao ponto de tratar os partícepes do blog que não coadunam com tal ideia de “inimigos da MB”. Coisa de esquizofrênico! Em relação a nota, lamentável a situaçao argentina. Mas, fizeram por onde…

    E, a MB que não cuide não, pra ver uma coisa….uhum!

    Grato

  35. Ainda levará alguns anos até que todas as 36 primeiras unidades estejam em serviço…8 das quais serão utilizadas para treinamento…então não é assim nenhuma “maravilha” que justifique por exemplo que o CFN possa ter as aeronaves que fazem o sonho de muitos ou que o CFN esteja sendo desprestigiado.
    .
    Não vejo a médio prazo nenhuma grande modificação no “status quo” das Forças Armadas…
    nem ao menos se sabe se todos os A-4s que a marinha selecionou para modernização serão
    modernizados nem se todos os A-1s selecionados também o serão.
    .
    Quanto aos submarinos ainda é cedo para dizer se de fato aumentarão a força substancialmente ou alguns dos 209s serão deixados de lado…de qualquer forma…há outras
    coisas a serem feitas antes do CFN contar com aeronaves de ataque…uma delas é à aquisição
    de novos combatentes de superfície que você mencionou.
    .
    abs

  36. Senhores
    Com a evolução da marinha chinesa para uma marinha de águas azuis, incluindo o atlântico sul, será que nosso irmão do norte, vulgo EUA, não vai promover uma política de fornecimento de equipamento para as marinhas da America latina, tal como nos anos 60/70? (EUA vs URSS).

  37. Jagder…
    .
    nos anos 60 e 70 os EUA ainda possuíam uma grande quantidade de navios na reserva, oriundos da II Guerra em bom estado, então, foi relativamente fácil suprir às necessidades de
    muitas marinhas que não tinham condições de adquirir navios novos ou precisavam complementar navios novos com antigos modernizados.
    .
    Hoje em dia encontra-se disponível para venda apenas meia dúzia de fragatas da classe “Oliver Perry”que aparentemente ninguém quer, sem falar que com poucos estaleiros hoje em
    dia mal se consegue atender à demanda interna.
    .
    Acabou o mercado de “usados” e “baratos” …aeronaves relativamente baratas como o F-5
    adquiridos novos pelo Brasil nos anos 70, não possuem equivalente hoje em dia.

  38. É só a Inglaterra abrir a boca e dizer: “Não to gostando” e já já cortam as asas deles.
    Infelizmente as coisas vão ser assim pros hermanos por um bom tempo.

  39. Penso que o ideal seria a marinha operar tambem mas o mais importante seriam mais Avioes desse tipo para o BRASIL mais uns 8 ORION c nos moldes dos A que temos e teria
    mos uma patrulha naval de respeito

  40. A FAB já disse que a intenção dela é transferir os P3 para a Marinha e deixar a patrulha e defesa costeira como missão da MB. A FAB quer se livrar de um custo e de uma missão, o problema é que se a MB não receber a mais por isso, vão voar tanto quanto os A-4.

  41. Skymaster? Se é a mesma aeronave que estou pensando que é, o alcance dele é limitadíssimo para missões de patrulha, sem contar na incapacidade de se instalarem aviônicos minimamente necessários para a missão. A Argentina operou dois Bandeirulhas durante o conflito das Falklands e em seguida os devolveu à FAB. Talvez fosse o caso de recondicionarmos algum Bandeirulha que estivesse encostado e oferecer à eles, mas não faço idéia se temos ou não algumas células paradas.

  42. Olá Gustavo. A informação do comandante da MB (abaixo) é que a FAB gostaria de compor as tripulações do P3 com especialistas em sonar e radar, não que desejasse transferir os aviões.

    CM – Pois é, essa é uma informação que vem circulando, mas que precisa ser colocada nos seus devidos termos. Realmente a FAB nos procurou sobre a questão da Aviação de Patrulha, mas não para nos repassar as aeronaves, e sim para pedir que alguns especialistas da Marinha passem a integrar as tripulações dos aviões P-3, particularmente nos postos de sonar e de radar. A FAB acredita que nossa experiência nessas atividades de rastreamento e monitoramento ajudaria a aperfeiçoar a capacidade dos seus militares, e que a integração dos profissionais das duas Forças seria uma experiência enriquecedora para nós também. Eu concordei, ainda mais porque eles planejam transferir os P-3 (foto abaixo) para a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, onde está a maior parte do nosso pessoal…

  43. Leandro Costa,
    O Chile usou durante anos o Skymaster no patrulhamento da sua costa e foram recentemente trocados por Vulcan Air. Alguns desses Sky máster foram doados ao Uruguay onde na atualidade operam no patrulhamento. Sore o Bandeirulha. O Chile ocupa essa aeronave no patrulhamento até os dias de hoje e até onde sei, não tem reclamações sobre o mesmo.

  44. Glasquis, um fator importante na patrulha naval é a “conta corrente” na área… os P-3 podem ficar até 7 hs (corrijam-me, por favor, sou da Superfície !!!), dependendo da configuração… uma aeronave menor não teriam essa capacidade, além do que seria inferior em temos de sensores e armamentos… saludos…

  45. XO.
    “ESPECIAL Patrulheiros econômicos: Marinha chilena compra 7 bimotores leves P-68 para missões SAR e de esclarecimento marítimo”

    Os P3 são mais caros de operar e devem ser usados apenas quando necessário. Aeronaves menores patrulhando e aeronaves maiores como apoio.

  46. camargoer 3 de outubro de 2017 at 13:41

    Show! Obrigado pela informação. Não tinha conhecimento de tal fato. Abraços

  47. soluções como o Vulcanair, Tecnam, Diamond são otimas e baratas para patrulha costeira.
    .
    Perfeitos para o primeiro nivel de patrulha
    .
    Mas atenção, pois o P-3 cobre o range completo:
    a) Guarda Costeira e policiamento de Costa
    b) salvamento e sar,
    c) Combate e oposição ASW, ASUW

  48. Glasquis, vocês optaram por uma solução balanceada… mais flexibilidade… só não sei se faz diferença nos custos a existência de 2 vetores… enfim, alguém aí certamente estudou isso… saludos…

  49. XO,
    são 4 vetores aéreos: Vulcan Air e Bandeirulhas pra patrulhar. Cada um no seu segmento e C295 Persuaders e P3 Orion. Pra combate ASW / com torpedos MK 46, Misseis AGM-84 Harpoon e Exocet MM-39.
    Só um detalhe meio OFF mas mesmo assim importante. A ARCh está estudando a forma de operar o A 29 com armamento Antinavio.

  50. Mestre Glasquis,
    .
    Já passou do tempo da MB, FAB, ou o que quer que seja, investir num mixa similar a sua exemplificação. ISto está absolutamente do conceito que venho insistindo em que a miniaturização de equipamentos permite cada vez mais o ingresso de alternativas de baixo custo e alto retorno operacional.

  51. Carvalho2008
    “Existe também o LH-10”

    Mas é monomotor. Limita muito sua área de atuação.
    O Skymaster e o Vulcan Air são bimotores. Na aviação de patrulha marítima são imprescindíveis duas unidades motrizes independentes por uma questão de segurança.

  52. O Persuader foi comprado porque a Airbus vendeu a ideia de que eles substituiriam os P 3 na missão ASW . Passado algum tempo a ACH se deu cag…e manteve e ainda vai modernizar novamente seus P 3.
    O substituo do ´P 3 no mundo ocidental é o P 8 sem lero lero.
    O arranjo que está se pensando para quando a MB assumir a “bronca” será UAV para SAR/Patrulha e P 3 ASW w Asup.

    G abraço

  53. Juarez
    Que a Airbus tenha tentado vender a ideia é uma coisa. Que o Chile tenha comprado é outra bem diferente.
    Os Persuaders cumprem a sua função e muito bem. Foram comprados pra complementar o trabalho dos P3 devido a que o Chile comprou 8 e só pôs pra operar 4 sendo apenas 2 unidades pra guerra. As outras 4 unidades foram armazenadas e se acreditava que em 80 horas poderiam ser remontadas e colocadas em operação mas com o tempo se descobriu que estas unidades não poderiam voltar a ser operadas se não e apenas pra transporte e patrulha mas não pra combate. Foi nesse ponto que a ARCh recorreu aos Persuaders pra ajudar a cobrir a lacuna deixada por aquelas 4 unidades que não poderiam ser usadas como combatentes.
    “ainda vai modernizar novamente seus P 3”
    Os vetores da ARCh já estão sendo modernizados, trocando as unidades motrizes, cabeamento, optrônicos, telas e cabines, trocano as assas, etc. Com a intenção de estender a su via operacional por mais 30 anos.

  54. Os argentinos estão a tentam desesperadamente manter suas forças armadas.Acho valido os P3 pois a áreas costeira argentina não e longa é 3 deste poderia dá conta do recado.Dificilmente a argentina conseguirá ser o que foi no passado.

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