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Armada Argentina receberá cinco jatos Super Étendard Modernisé

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Super Étendard Modernisé (SEM)

Conforme relatado hoje pelo Chefe de Gabinete de Ministros em seu relatório à Câmara dos Deputados da Argentina, os 5 (cinco) jatos Dassault Super Étendard Modernisé que serão incorporados à Aviação Naval, carregaram os números 1, 31, 41, 44 e 51 durante o serviço com a Aviação Naval Francesa (Aeronavale).

Deve-se notar que todos correspondem à versão “SEM 5”, a última das modernizações que foram aplicadas ao Super Étendard e que lhe permitiram continuar no serviço de primeira linha na França até 2015.

Juntamente com as aeronaves virão todas as peças sobressalentes e componentes que permaneceram em estoque no momento da retirada da França do modelo de serviço ativo. Além de peças sobressalentes e componentes, bancadas de teste e um simulador serão incorporados.

Deve-se também mencionar que todo o material incorporado está em conformidade com os regulamentos ambientais atuais. Neste sentido, é importante informar que o último material que não obedeceu a essas normas, pastilhas de freio, será substituído por outro de origem nacional ajustado aos regulamentos.

O montante total da operação, incluindo o seu transporte da Europa para a Argentina, é de 14 milhões de euros.

FONTE: Fuerzas de Defensa Argentinas

75 COMMENTS

  1. Delfim Sobreira, a matéria não menciona armamentos no pacote.
    .
    Então, se a Armada Argentina estiver adquirindo novos mísseis AM-39 Exocet para essas aeronaves, não deve ser nesse pacote de 14 milhões de euros, a não ser que não tenham declarado isso.
    .
    “Juntamente com as aeronaves virão todas as peças sobressalentes e componentes que permaneceram em estoque no momento da retirada da França do modelo de serviço ativo. Além de peças sobressalentes e componentes, bancadas de teste e um simulador serão incorporados.”

  2. Fabio, também não sei.
    Aproveitando, você sabe se já saiu no Diário Oficial a autorização de serviço para transporte do casco do futuro NPa Maracanã do EISA para o AMRJ?

  3. Aos poucos as Forças Armadas da Argentina está fazendo discretas implementações dentro da sua realidade atual.

  4. Delfim Sobreira, até onde sei o Reino Unido não fornece qualquer armamento para o Super Etendart, então isso não depende dos britânicos, seja no mundo real ou em hipóteses.
    .
    E a Argentina também comprou armamento de origem francesa antes e após o conflito de 1982 sem que isso dependesse do que o Reino Unido quis sse ou não .

  5. O mordomo do Conde Drácula está soltando verbas para emendas parlamentares para se manter no poder. Pelo menos as forças vão receber uma ajudinha extra.

  6. Nunão tenho vergonha de dizer maa não aprendi a consultar o DOU para ver
    se saiu a AES do Npa. Maracana, vc pode nos infomar sobre isso?

  7. Acho que com esta verba agora ficou mais garantido a vinda do Ocean – quem sabe dá para vir uns 3 Chinooks e uns 6 Apaches, o restante completamos com a Kombi, Lynxs e Seahowks.

  8. Um bom negócio para ambos. Na ultima missão do CDG, lamentei muito não terem usado o Super Entertad. Era pra ter voado junto do Rafale e entrado na aposentadoria com a ultima vitoria militar.

  9. Fábio, se você treinar fazer a pesquisa no DOU e checar todo dia, quem sabe sai mais rápido? Tipo ficar olhando a água na chaleira pra ver se ela ferve mais rápido, né? Contamos com você!

  10. A aviação naval argentina contara agora com quantos SUE?parece que eles não tinham mais
    nenhum SUE operacional?

  11. Bem eles devem ter estocados os mais antigos até chegarem peças para reposição. De repente vão colocar eles pra voarem também!!!

  12. Essa verba que foi desbloqueada creio que va para o prosub, o Ocean poderar ser comprado
    se for, com verbas do orçamento de 2018.

  13. “igortepe 4 de outubro de 2017 at 21:58
    Só 5 exemplares? De acordo alguns sites, a França retirou de serviço 35 Super Étendard Modernisé (SEM).”
    .
    Ué, compraram o que o bolso permite adquirir e operar. Quem no auge da gastança com equipamento antes de 1982 comprou 14 Super Etendard não compraria nunca 35 aviões do tipo na situação de hoje. Nem que desses 35 tivessem comprado agora a mesma quantidade de 14 do início dos anos 80 conseguiriam operar hoje, na situação em que estão nos últimos anos.

  14. “Tallguiese 4 de outubro de 2017 at 22:00
    Bem eles devem ter estocados os mais antigos até chegarem peças para reposição. De repente vão colocar eles pra voarem também!!!”
    .
    Tallguiese, que eu saiba as verbas da Armada Argentina só davam para manter em voo algo próximo dessa mesma quantidade que compraram agora. Não sei precisamente e por isso não dei números ao Souto, mas a disponibilidade na última década tem sido muto baixa em todos os equipamentos da Armada Argentina, portanto não creio que os Super Etendard argentinos sejam exceção.
    .
    Não sei se da quantidade parada quantos provavelmente já canibalizados poderiam ser colocados em condições. O lógico, já que esses cinco são muito mais modernos em aviônica, seria manter o novo lote em operação usando as peças dos aviões do lote argentino original dos anos 80, desde que as células francesas, provavelmente bem mais voadas que as argentinas, permitam.
    .
    Ao menos na Força Aérea tiveram muita experiência com isso, mantendo lotes diferentes de aviões da família Mirage III em operação por cerca de 40 anos, onde os últimos em operação eram bem misturados quanto à origem.

  15. Nunão a dificuldade é tão grande que a armada Argentina tinha segundo entendi
    desativado todos seus SUE remanescentes de 82.

  16. Se eles tivessem ao menos 8 ou 10 SUE, porque iriam pedir para o Brasil
    alugar caças F-5 para a reunião de cúpula do G20 em Buenso aires 2018?

  17. Nao Sei pra vcs
    Mas pra mim trocaram 6 por meia dúzia
    Mesmo sendo modernizadas toda celula tem uma vida util (tempo de uso).
    Não achei uma boa aquisição não
    Acho que tem coisa melhor no mercado.
    Mas pra quem tá sem nada, daqui a pouco tá com 5.
    Vão lá !!!
    Sejam felizes !!!
    O negócio é correr atrás
    👍👍👍👍👍👍

  18. Souto, é bem isso que escreveu o Bavaria Lion. Pois se fosse por isso, bastaria colocar em condições de voo uma quantidade razoável dos trinta e poucos A-4AR para essa tarefa de defesa aérea – ainda que não sejam interceptadores supersônicos (e os Super Etendard também não são), ao menos têm um bom radar para combate ar-ar e mísseis AIM-9M muito mais capazes que os Magic I dos Super Etendard da Armada. Além disso, nem sei se os pilotos da Armada teriam a mesma proficiência dos da Força Aérea pra missões de defesa aérea. Na França ambas as forças se integram periodicamente no alerta de defesa aérea, não sei se como isso se daria na Argentina.
    .
    Mas em suma, Fabio, a situação é ruim nas aviações dessas duas forças, naval e aérea, e embora as notícias mais recentes (entregas de Texan II, negociações sobre Super Etendard e P-3 usados, e possibilidade de um esquadrão de FA-50 coreanos novos) possam parecer uma luz no fim do tunel, esse túnel ainda está bem comprido.

  19. Super Étendard ?
    Eles com certeza tem Exocet estocados e linha aberta para compra.
    Um completa o outro e vice-versa.
    Muito interessante a atuação de bombardeiro na guerra das Malvinas.
    Foi diferencial, os Ingleses sabiam disso e ….
    _______________________________________

    http://www.naval.com.br/blog/2017/05/04/35-anos-do-ataque-ao-destroier-hms-sheffield/

    ________________________________________

    Fico triste com a situação das FA’s dos Argies, muito triste.
    Estamos “quase” na mesma situação exceto o EB.
    OS ARGIES DEVERIAM SE ALIAR A INDÚSTRIA DE DEFESA ISRAELI.
    Shalom.

  20. Caso apareça um engraçadinho aqui sugerindo para a MB …..
    O melhor para a MB neste momento seria modernizar todas as células possíveis do A 4 sobre liderança dos Israeli, na EMBRAER e renegociando tal contrato para uma integração maior de armas.

  21. A Av Naval Argentina contará com aproximadamente 9 SE em plenas condicoes, pelos comentarios dos meios argentinos.
    9 SE
    6 Turbo Tracker
    3 Orions
    mais Helicópteros… Pouco ainda, mas ja esta melhorando.
    Pro fim do ano se anunciam os FA50pra FAA e os novos OPVs pra Armada.

  22. fabio Souto. 4 de outubro de 2017 at 23:02

    Se eles tivessem ao menos 8 ou 10 SUE, porque iriam pedir para o Brasil
    alugar caças F-5 para a reunião de cúpula do G20 em Buenso aires 2018?

    Por que essa é uma FAKE NEWS.

  23. Alejandro Perez
    Não são aptos para defesa ar-ar, embora possam fazê-lo.
    Onde você leu a compra firme de FA 50 ?
    Onde vc leu 4 unit SE operacionais ?
    Poste para enriquecer o tema !
    ____________________________

    As 5 células foram as últimas, NÃO há mais ….
    Está no link que postei, as demais tomaram outros destinos ….
    foram inativadas, fora de combate.

  24. @Delfim Sobreira
    Se depender do UK estes SE serão desdentados.

    Em tempos de BREXIT, nao ha nada que o UK/Theresa May possa fazer contra isso.

  25. Os A-4M terão uma capacidade ar-ar considerável, por usarem o radar ELTA 2032 e a missilística israelense (além de poder usar uma gama de armamentos maior, por causa da compatibilidade do ELTA).

    Os SE têm um radar orientado ao solo (O “anemone”), que ao que parece nem foi integrado para operar com o MICA IR, e como os magic estão fora de linha nem ele tem IRST instalado, de arma ar-ar ele só deve ter os canhões. E para dogar, ele não é muito ágil como o parafusinho A-4. Como avião de ataque, tem uma história operacional respeitável…

    Saudações.

  26. Pensando assim… deve ser por isso que não o utilizaram na ultima campanha do CDG… ele é bem indefeso no cenário ar-ar. Para utilizá-lo para atacante, o Rafale M tinha que ir de escolta (embora só tenha saído com bombas nos pilones, a quantidade de recursos para se evadir e dogar com canhão do Rafale é enorme).

    Terminaram não o utilizando por redução de custos, uma pena.

  27. Bavaria…
    .
    o real motivo do “SEM” não ter sido utilizado a bordo do “CDG” em sua última campanha antes da modernização de meia vida pela qual está passando agora é que finalmente conseguiu-se um número adequado de “Rafales M” para serem embarcados…antes havia apenas um esquadrão completo enquanto um segundo esquadrão estava ainda incompleto…fora os “Rafales M” para treinamento, que encontravam-se em manutenção, etc.
    .
    São 3, os Esquadrões de “Rafale M” agora, “11F”, “12F” e “17F”…o “F” responde por “Flottille”
    ou “Esquadrão” no bom português e dois sempre estarão embarcados…um total de 24
    aeronaves…fora…aeronaves para treinamento ou testes ou manutenções longas.

  28. Agora faço a pergunta que não quer calar.
    .
    Quanto tempo vai levar para MB inventar de comprar uns também?

  29. Bavaria Lion, até onde sei os mísseis Magic II, apesar de não mais fabricads,ainda são empregados por caças franceses da família Mirage, e continuam a aparecer em imagens de operações recentes com os modelos C, B, D e N.
    .
    Seria o caso dos argentinos conseguirem adquirir um pequeno lote dos estoques franceses ainda na validade ou que tenham pelo menos o propelente revalidado, como foi o caso do Brasil quando comprou os 12 jatos Mirage 2000 C e B.

  30. “donitz123 5 de outubro de 2017 at 9:54
    Agora faço a pergunta que não quer calar.
    Quanto tempo vai levar para MB inventar de comprar uns também?”
    .
    Bom, já que a pergunta não quis calar, eu respondo com outra:
    Se não quis até hoje, por que haveria de querer agora, ainda mais depois do NAe São Paulo ter entrado em processo de desativação?

  31. Fernando “Nunão” De Martini 5 de outubro de 2017 at 10:29
    .
    “donitz123 5 de outubro de 2017 at 9:54
    .
    A mesma desculpa de sempre para comprar qualquer sucata que flutua ou voa, “compra de oportunidade”.

  32. Uma compra de oportunidade tem que ter um fim…foi assim com a compra do “Bahia” já que a marinha brasileira havia dado baixa no “Rio de Janeiro” em 2012 e acabou dando baixa no “Ceará” também em 2016 e o “Almirante Saboia” com 50 anos não deverá durar muito mais.
    .
    As fragatas T-22 B III foram disponibilizadas pelos britânicos poucos anos atrás e não foram adquiridas, aliás, por ninguém e o mesmo se pode dizer das fragatas da US Navy “OHP” disponibilizadas para venda e até o momento apenas Taiwan adquiriu duas delas…isso que a situação dos combatentes de superfície (escoltas) da marinha brasileira nunca esteve tão ruim
    ao menos no período pós 1945.
    .
    Além do mais não faria sentido adquirir o “SEM” já que a modernização dos A-4s continua…
    em passo lento e a incerteza se todos os 12 selecionados serão modernizados.

  33. Dalton 5 de outubro de 2017 at 10:49
    .
    “Além do mais não faria sentido adquirir o “SEM” já que a modernização dos A-4s continua…
    em passo lento e a incerteza se todos os 12 selecionados serão modernizados.”
    .
    Uma EXCELENTE desculpa para compra-los. Basta dizer que ficaria mais barato e vantajoso adquirir uma aeronave JÁ modernizada com performance claramente superior.

  34. E de onde viria o dinheiro para compra-los sem afetar por exemplo a modernização dos A-4s que depois de modernizados não serão assim tão “inferiores” a um “SEM” duramente utilizados pela marinha francesa ?
    .
    E não é apenas adquirir …é preciso treinar pilotos e equipes de manutenção e considerar toda uma logística em separado para essas aeronaves uma vantagem que os argentinos possuem
    por já possuírem tais aeronaves em seu inventário.

  35. Dalton 5 de outubro de 2017 at 11:13
    .
    Para cancelar a modernização dos A-4 não custa nada. E ainda pode se alegar a superioridade da plataforma.
    Treinar pilotos e equipes de manutenção não é o fim do mundo o que poderia ser feito pelos argentinos que já tem o expertise.
    Os franceses estão fazendo saldão de SE. Dá para fazer um pacote completo por ninharia.
    .
    As desculpas estão postas só falta a MB usá-las.

  36. Pelo menos eles têm um avião com capacidade de lançar mísseis anti navio. Salvo engano, nossos A4M não teriam essa capacidade. Aliás, para que mesmo um caça embarcado subsônico sem essa capacidade?

  37. O pib da Argentina cresceu 2,7% no segundo trimestre de 2017 e o pib per capita deles já está se distanciando do Brasil, capaz de daqui a algum tempo estarem melhor do que o Brasil… a diferença é que lá eles se livraram daquela múmia de esquerda falindo o país e aqui elegemos a dilma…

  38. Dalton, o Paquistão também quis uma Perry
    http://www.naval.com.br/blog/2010/03/06/marinha-do-paquistao-vai-comprar-fragata-ohp-por-us-78-milhoes/

    E a missão que eu gostaria de ter “visto” o SEM em ação na última vez seria essa (naval.com.br/blog/2015/11/23/cacas-rafale-do-porta-avioes-charles-de-gaulle-atacam-estado-islamico-na-siria/), tinham 8 SEM embarcados, mas nenhum atacou, parece.

    Nunão

    Até quando os magics podem ser revitalizados de motor? De todo modo, o “modernisè” não é páreo na arena ar-ar para o A-4M, e, este, por último, não é páreo para Mig-29K, Rafale M, super lobby e Su-33… levando em conta o mano a mano. Hoje quem tem cobertura AWACS também leva uma boa vantagem no T.O.

  39. Bavaria Lion, Dalton, Donitz e Nunão.
    Sugiro a leitura do link que postei.
    Bavaria, lá tem todas as modernizações e ampliação das capacidades, vale a pena.
    Dalton e Donitz
    Niguém vai mais comprar foram as últimas células disponíveis, está no link que mencionei.
    De Martini
    Creio que no texto sugerem suprimentos diversos, talvez venham mísseis ar-ar …. é a lógica.

  40. Bavaria Lion, não fiz comparações de desempenho de caças ou coisa do gênero, só coloquei a informação de que, se interessar para ambas as partes e houver viabilidade, um lote mínimo dentre o estoque de mísseis Magic II ainda em uso na França poderia ser vendido à Argentina tal qual foi para o Brasil uns doze anos atrás.
    .
    Apenas para contrapor a afirmação de que só poderiam usar canhão na arena ar-ar devido à descontinuidade da família Magic, informando que, apesar dessa descontinuidade na produção, o míssil continua em uso na França. Só isso. Mania de boba de querer interpretar diferente o que escrevi e inventar coisas que não escrevi só pra não perder o argumento…

  41. A Argentina incorporou 14 Super Etendard em 1980. Desses 9 estão “operacionais” na armada argentina mas, verdadeiramente apenas 2 estava em condições de vôo ainda que precariamente.
    .
    É bom lembrar que os Super Etendard da armada argentina nunca sofreram qualquer modernização.
    .
    Havia em 2016, antes da compra desses 5 Super Etendard Modernisé, o interesse em peças de reposição para os SUE remanecentes na armada argentina. Mas em maio de 2017 houve negociações para a compra de 6 SEM franceses desativados ao custo de US$ 10 milhões. No final das contas, vieram esses 5 SEM.
    .
    CAPACIDADES DO SUPER ETENDARD MODERNISÉ – MARINE NATIONALE
    .Radar de varredura eletrônica passivo Anemone (1993)
    .Lançador de Chaff/Flare e infravermelho Alkan eletromagnético 5081 (1993)
    .Sensor de ECM Sherloc (1993)
    .Óculos de visão noturna, sistema de comunicação criptografada Saturn Have Quick, capacidade de transmissão de dados do modem IDM, uma placa de navegação Fightacs, transmissor Video Rover, rádio VHF / FM para comunicação com as tropas terrestres (2006)
    .Designdor de alvos: Laser Damocles + um GPS com registro automático e um FLIR (2006 -ultima modernização padrão STANDARD 05)
    .
    ARMAMENTOS
    .2 canhões DEFA de 30 mm;
    .2 mísseis ar-ar Matra 550; .
    .4 bombas guiadas a laser E-Paveway; bombas guiadas a laser + GPS GBU – 49
    .1 míssil ar-a-mar AM 39 Exocet;
    .1 míssil de cruzeiro ASMP;
    .1 bomba atômica AN 52
    .
    => Todos os 35 SEM sofreram uma última modernização em 2006 para o padrão STANDARD 05 finalizando as suas operações com as capacidades acima.

  42. Nunao

    Adicionei as comparações ao debate, não contrapus argumento, justamente pq perguntei se vossa sapiência sabia até quando os misseis magic podem ser revitalizados.

    Mania boba de não querer perder argumento não sou eu que tenho por aqui, justamente pq não to preocupado em demonstrar sapiência por aqui.

  43. Não gosto de sapos, então não curto essa parada de sapiência que vc falou.
    .
    Prefiro muito mais os patos, e por isso mesmo prezo por exercer a capacidade de patientia, quer dizer paciência. E haja paciência.
    .
    Quéin quéin pra vc.

  44. A agônica Armada Argentina compra de oportunidade 5 SEM e com isso já supera a MB no quesito ataque Ar-Superfície tendo caças capazes de lançar misseis exocet enquanto os A4 e os P3 só lançam bombas.

  45. Glasquis 7 5 de outubro de 2017 at 16:08

    Os P-3 além de serem da FAB, lançam misseis sim, Harpoon (AGM-84L)
    Os A-4 da MB só lançam bombas e se forem modernizados, poderiam lançar misseis, mas acredito que isso não vá acontecer.
    Mas sim, a Argentina mesmo detonada, em breve irá ultrapassar o Brasil, visto que sua economia está se consolidando novamente e de detonado, só será o passado.

  46. O SEM pode não ser um caça ar-ar assim como o A-4 não é. Mas o primeiro tem velocidade final e de subida superiores (antigamente se dizia que era low-supersonic) e pode utilizar mísseis ar-ar. Para INTERCEPTAÇÂO que é o que eles precisariam durante o tal evento, seria mais adequado. Pra deixar claro, alcançar e identificar aeronaves intrusas (civis) e em último caso abatê-las. Para confrontar aeronaves militares nem um dos dois serviria mesmo. Mas nada indica que este seria o caso.

  47. Pelo menos a Argentina leva a interdição naval a sério. Sabe o seu valor desde 1982.
    A capacidade antinaval dos A-1 nunca saiu do papel.
    A versão naval do F-39, mesmo baseada em terra, está indo para o mesmo caminho.
    A-4 com bombas de queda livre é alvo.

  48. “A versão naval do F-39, mesmo baseada em terra, está indo para o mesmo caminho”
    .
    Não entendi a lógica. Se é pra ser baseada em terra, não tem a menor necessidade de ser versão naval.

  49. Até porque, em post recente aqui no Poder Aéreo, um ‘infográfico’ da própria FAB já anuncia a capacidade Ar-Mar do F-39.

  50. Bavaria…
    .
    a “OHP” servindo na marinha paquistanesa vai muito bem…mas isso foi em 2010…referia-me às últimas que foram retiradas de serviço e disponibilizadas para venda…estas…com exceção de Taiwan que adquiriu duas, ninguém mais quis…isso que as últimas foram retiradas de serviço na
    US Navy em 2015.

  51. Possuir meia dúzia de aeronaves “disponíveis” não me leva a crer que os argentinos levem a “interdição naval” a sério desde 1982, quando apostou-se que os britânicos por estarem longe demais não seriam capazes de descer até o Atlântico Sul para retomar as Falklands…e com exceção de “meia dúzia” de “Exocets” e uns poucos A-4s e “SE” da Armada, foram bombas burras e aeronaves da Força Aérea que fizeram a maior parte do serviço em uma campanha extremamente curta…um mês e meio considerada à chegada dos primeiros navios de superfície britânicos.
    .
    Está se procurando manter o pouco que há de um lado…aviação naval…enquanto que a
    Força Aérea encontra-se em um estado desesperador…isso que pouca coisa acrescentará ao
    que já se tinha em 1982…o binômio “SE” e “Exocet” enquanto as defesas evoluíram mais…
    não há nada de muito bom no horizonte para as forças armadas argentinas e certamente eles
    não ultrapassarão o Brasil em coisa nenhuma.

  52. – – O objetivo da COAN é manter vivo o Segundo Esquadrão Aéreo de Caça e Ataque
    – O mesmo foi desmantelado pelo governo Kirchner
    – Manter o Esquadrão é preservar o orçamento, a estrutura, os pilotos, os técnicos e a mecânica.
    – O ARA não renuncia à doutrina de possuir sua capacidade de projeção de ar naval
    – 5 SEM franceses são incorporados com um pequeno remanescente em horas que serão utilizados para transferir sua eletrônica para as células SUE que só consumiram 20% de sua vida útil
    – 10 novos motores ATAR são entregues e um grande lote de peças sobressalentes que darão ao sistema 10/12 anos de vida operacional
    – O objetivo é manter o sistema por 10/12 anos até o crescimento econômico permitir incorporar um novo sistema

    Com muitas dificuldades, com graves problemas orçamentais, a FAA incorpora material (Texan II, P3 Orion, SEM / SUE / OPV / Bell 412) até o crescimento permitir uma renovação completa do material
    Pe no chao. A economia ja cresce. Ningueim quer concorrer com ningueim. So recuperar as capacidades perdidas depois da tragica decada dos Bolivarianos do Foro do Sao Paulo no poder que fez estragos na Argentina

    O futuro e melhor.

    ( tradutor de google )

  53. Parece que essa compra foi cancelada devido ao mau momento nas relações entre os governos da Argentina e da França. De qualquer forma, vale uma pesquisa, para verificar a veracidade desta informação.

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