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Novo destróier chinês Type 055 terá mais de 100 VLS

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Type 055 no dia da cerimônia de lançamento

A mídia chinesa informou que o novo destróier de mísseis guiados da China possui mais de 100 Sistemas de Lançamento Vertical (VLS), que os especialistas dizem que terão  capacidade de reação rápida de lançamento de armas.

Uma reportagem publicada pela CCTV no dia 10 de outubro mostrou que o novo destróier de mísseis guiados Type 055 possui 128 células VLS instaladas, superando os destróieres da classe “Arleigh Burke” da Marinha dos EUA em quantidade.

“O número de VLS mostra a capacidade de combate e reação rápida dos navios de guerra da China”, disse o especialista militar Song Zhongping ao Global Times.

“Uma vez que a recarga de um VLS é relativamente difícil, quanto mais VLS um navio tem, mais forte e mais rápida é sua reação”, disse ele.

De acordo com Song, os destróieres anteriores da China só podem ter um número limitado de células de lançamento, então o Type 055 vai aumentar as capacidades de reação rápida de armas, disse Song, observando que aumentar o número de tubos de lançamento e células de navios é o caminho necessário para a China possuir grandes navios de guerra no futuro.

Type 055 em finalização no estaleiro

O destróier Type 055, o primeiro escolta de 10.000 toneladas produzido pela China, foi revelado no estaleiro Jiangnan (Grupo) em Xangai da China Oriental em 28 de junho, informou a Agência de Notícias Xinhua.

O destróier é o primeiro da nova geração de navios de guerra da China. Está equipado com novas armas de defesa aérea, antimíssil, antinavio e antissubmarino. O navio atinge um marco na melhoria do sistema de armamento da PLA Navy e na construção de uma Marinha forte e moderna, disse a Xinhua.

“O destróier Type 055 formará o sistema antimíssil da China junto com o destróier 052D, que já foi incoporado. A China também poderá construir uma versão chinesa do sistema de defesa de mísseis Aegis com a inclusão do Type 055”, disse Song ao Global Times, em uma entrevista anterior.

Lançador vertical do Type 055 e suas armas


FONTE: Global Times

40 COMMENTS

  1. O acrônimo BRICS está completamente desatualizado, se é que já teve algum sentido, quer pela modorrência de uns ou o dinamismo imparável de outros.

    Como, ficando no exemplo do poder naval que é o escopo desse blog, podemos cerrar fileira, mesmo acróstica, com a China? Não obstante, convenhamos, não é, ainda, uma potência naval equivalente à japonesa e longe de ser à americana, pra ficar nos seus oponentes geograficamente mais diretos.

    Mas a exuberância quase quinzenal dos seus noticiários navais a afasta, e muito, daquela sigla infame fomentada por um banco de investimentos e não um canal de Defesa. A MB em tempos idos mais auspiciosos tinha um informativo impresso chamado “Nomar”, o qual aguardava ansioso na minha adolescência, com projetos e esperanças da marinha dos anos 70/80… Hoje esse noticiário, longe da mesma importância ao menos pra mim, deveria se
    chamar “Nofundodomar”.

    Voltando ao 055, sua superestrutura recuada deu-lhe um perfil muito elegante e imponente, conquanto ainda prefira as AB (e seus 96 silos de MK41, sem falar nos Harpoon…), mas ambas perdem à milhas náuticas pra Classe Fletcher de 44, sem silos verticais mas sobrando beleza horizontal…

  2. A bela e nova classe de destroyers pesados (o KDX-III é bem semelhante em tonelagem e capacidades).

    E sim, em termos de necessidade, eu acredito que o brasil precisa, no mínimo, de 2 frotas nucleadas de forma mais ou menos semelhante aos grupos de combate dos NAes ianques, para defender essa plataforma continental do tamanho de um continente em situação de conflito.

    É de se imaginar o que daria pra fazer se estourasse um conflito naval no Rio Grande do Norte. Daqui que a barrosa chegasse para as operações, já estariam no continente há muito tempo. Bem como, esquadrões de caça.

    Enfim, o esquema de defesa é tão precário. Tão ridículo. Tão brasil.

  3. De fato a Barroso ia levar um bocado de tempo pra chegar nessa hipotética crise naval ao largo do Rio Grande do Norte, já que o navio está no Líbano.

  4. Pergunta de leigo, desculpem-me antecipadamente: como se dá a reposição dos mísseis que estão nos silos? Há um paiol no navio? Em caso negativo, podem ser repostos em alto mar ou seria necessário um retorno à base?
    Obrigado.

  5. kkkk, gostei do cometário Nunão mas focando um pouco no post em questão notei um comentário no qual eu desde criança sempre procurei seguir e desenvolver que tem como princípio básico que já que vai fazer um serviço que faça bem feito não importa o tempo ou se vou comprar algo que compre um bom e que vai durar muito pois o barato não dura tanto (claro depois de escolhido o produto procuro baratear ao máximo para realizar a compra) e neste princípio que pergunto aos entendedores do assunto que tem as informações ao qual eu não tenho pois sou somente um entusiasta e vou usar um NAE como exemplo para facilitar a comparação, não seria mais barato possuir um nae nuclear do que um convencional pois lendo uma reportagem vi que ele tem vida estimada em 50 anos conforme projeto e dentro deste período tem que trocar duas vezes o combustível sendo que já faz as grandes manutenções como todos os outros enquanto que no mesmo período os convencionais tem que fazer no mínimo 4 manutenções de propulsão (claro que conforme o projeto) além de abastecer seguidamente com o combustível e somando estes custos gerais de construção, manutenção e combustível o custo de um NAE nuclear acho que deve ser bem mais em conta apesar de ser bem mais caro de construir e outra coisa não seria melhor assim como a China ter um navio escolta de 10 mil T. como este em vez de um de 6 mil T.?

  6. Interessante que alguns ainda mantém o desdém com relação aos chineses não atentando que seus planos em todas as esferas se cumprem com admirável adiantamento e qualidade, corroborados nos exercícios internacionais com seus aliados e até pelos especialistas de países ocidentais.
    Não adianta, podem falar o que for, os chineses inciaram um caminho que dificilmente outros conseguirão acompanhar, em menos de uma década a armada deles superou a Rússia e já está se aproximando no quesito números da armada estadunidense, como já é projetado, na próxima década terão a maior marinha do mundo em número de meios.
    As Type 055, Type 054, Type 052 são exemplos do que a China se tornou capaz de produzir e operar, pena que existe tanta relutância em aproximar nossa marinha da deles, seria muito bom se pudéssemos adquirir alguns desses meios para nossa marinha.

  7. Smichtt,
    A reposição é só com o navio atracado. Diferente dos lançadores conteiráveis com carregadores automáticos (para 1, 2 ou 8 mísseis) que possuem um paiol, os mísseis lançados de lançadores verticais são lançados diretos do “paiol”. Ou seja, não há paiol.

  8. ARC, em número pode até superar a US NAVY, mas será que funcionalmente também irá superar,? Será que os computadores e até mesmo os mísseis serão eficientes/eficazes? Acertarao o alvo é destruirão? Tenho minhas dúvidas. Qualidade x quantidade. Qual vale mais?

  9. Aliás, perdoem-me o desvio do foco, mas por onde anda o USS Zumwalt? Comissionou em outubro e até agora não disse para que veio? Pelo que sei chegou em San Diego se arrastando e não mais falaram dele.

  10. Roosevelt…
    .
    da minha parte agradeço o “desvio do foco” já que é assunto que me interessa também…
    quanto à sua pergunta o USS Zumwalt, aliás, como todo navio, após o comissionamento e
    alguns meses de testes, precisa passar por uma espécie de “manutenção pós comissionamento” que costuma levar alguns meses…no caso de um tipo novo de navio, como é o caso do “Zumwalt” mais tempo ainda é necessário e ele está em um estaleiro em San Diego.
    .
    Normalmente dois anos após o comissionamento são necessários para um navio estar em
    perfeitas condições e a tripulação também, para sua primeira missão…o USS Zumwalt” tendo
    sido comissionado em outubro de 2016 e com algumas coisas faltando só deverá estar
    “pronto” para sua primeira missão em 2019.
    .
    abraços

  11. Adalberto, só podemos condenar a qualidade diante de uma reprovativa, o que não houve até hoje, mas se fomos levar em consideração tudo ao pé da letra, iremos acreditar que os navios da USNavy tem péssimos radares que não enxergam sequer um Navio mercante.

  12. Beto Santos 11 de outubro de 2017 at 17:19
    .
    Esse Porta Aviões seria um Porta Aviões da Marinha do Brasil?
    Se sim, não vejo muita vantagem em ser de propulsão nuclear. Primeiro pelo óbvio, que é ser caro, de compra e manter.
    Se dinheiro não fosse problema e, pudêssemos adotar tal propulsão, poderíamos atuar em qualquer parte do globo, reduzindo a dependência de navios de apoio logístico, onde se teria mais espaço para os arranjos internos e etc. Mas a MB não atua dessa forma. Seria um navio para navegar de vez em quando e olhe lá. Então manter um Porta Aviões de propulsão nuclear para operar dessa forma não me parece uma escolha muito sábia.
    .
    A questão das duas paradas para reabastecimento é relativa. Depende de quanto se enriqueceu o combustível (urânio). Nós enriqueceremos pouco para a propulsão do submarino nuclear. Custa mais barato, é algo semelhante ao feito para reatores de uso civil ( se tem intenção de usar o reator para fins civis) e o navio terá de reabastecer de 5 em 5 anos (se não me falha a memória).
    .
    Sobre o Escolta de 10.000t; Está difícil sonhar com um Escolta de 6.000t na MB, imagina um grandalhão desses 🙁

  13. ARC 11 de outubro de 2017 at 17:26
    Interessante que alguns ainda mantém o desdém com relação aos chineses não atentando que seus planos em todas as esferas se cumprem com admirável adiantamento e qualidade, corroborados nos exercícios internacionais com….

    ARC
    Concordo com você, penso que as forças armadas da China tem mostrado a passos largos que nesse segmento é levado muito a sério. A China também quer ser vitrine um dia em vendas de vasos como a BAE Systems, Navantia…., Não acredito que a PLA vai fabricar navios de guerra para dar pane geral ou se partir ao meio em águas profundas. Em meus desenvolvimentos já solicitei contras provas da análise quimica e metalográfica do Aço Carbono Chinês em espectrometria e ensaio metalográfico em relação ao Aço SAE 1020 do Brasil e comprovei que possui as mesmas propriedades como percentual de Carbono, Vanádio, Tungsténio, Manganês, Cromo, Magnésio…., dureza HB, o resultado é que tudo se mantém em faixas próximas. A indústria metal mecânica da China sabe produzir conforme normas universais como a Din, a SAE e a nossa que é alinhada com todas elas a ABNT.

  14. Uhtred Ragnarsson 11 de outubro de 2017 at 19:23

    Tem até mais um pouco, 128 silos, sendo 80 de Mk-41 e 48 k-VLS.

    Armament:

    1 × 5 inch (127 mm/L62) Mk-45 Mod 4 naval gun
    1 × 30 mm Goalkeeper CIWS
    1 × RAM Block 1 CIWS
    4 × 4 SSM-700K Haeseong anti-ship missiles
    80-cell Mk 41 VLS
    SM-2 Block IIIB/IV
    48-cell K-VLS
    32 × Hyunmoo III land attack cruise missiles
    16 × K-ASROC Red Shark in (VLS)
    2 × 3 K745 LW Blue Shark torpedoes

    Fernando “Nunão” De Martini 11 de outubro de 2017 at 16:56

    Qualquer navio que esteja no Rio de Janeiro, também.

  15. Bavaria Lion,
    Conflitos não surgem do nada, de repente. Há tensões crescentes, indicativos que uma força razoavelmente preparada em inteligência deve captar e se preparar.
    .
    Se houvesse um hipotético crescimento de tensões com alguma outra nação, envolvendo a área do saliente do Nordeste, a Marinha pode analisar a situação e enviar meios (dentre os existentes), para a região. Eventualmente pode mobilizar outros se os enviados não dissuadirem a escalada de intenções agressivas.
    .
    Foi mais ou menos o que aconteceu na chamada Guerra da Lagosta, quando a Marinha estava numa situação tão ruim de entressafra quanto hoje, e com muitos navios abaixo das condições ideais, e alguns abaixo das mínimas condições. Ainda assim, foi possível mandar navios para a região a tempo de dissuadir a ameaça (no caso a França) ao mostrar que, ainda que os navios franceses capazes de serem mobilizados para lá fossem potencialmente muito superiores, os riscos não compensariam um conflito.
    .
    Nesse caso, não fez tanta diferença ter mais de uma esquadra. E eu acho que, enquanto mal der pra manter uma esquadra baseada num local, não se deveria pensar em dividi-la. Melhor primeiro reequipar a esquadra e seu local original de apoio pra ter efetiva capacidade de mobilizar rapidamente seus meios, e só depois ampliá-la. Nada contra mais uma base de apoio no Norte do País, por exemplo, mas que só se transforme em base de uma segunda esquadra quando efetivamente houver uma primeira.

  16. Engracado que quando um outro pais da regiao investe em defesa eh alvo de criticas.

    Um navio desse porte armado ateh os dentes deve ser navio hospital, os vizinhos nao tem com o que se preocupar. rsrsrsrsr

  17. De acordo com o sr. Nunão De Martini. Na humilde opinião o meio de dissuasão ainda é o submarino. Supondo uns 15 a 20 subs convencionais espalhados pela nossa costa e uma razoável número de fragatas( sete a dez). não tendo um PA e sim algumas bases aeronavais(FAB e MB trabalhando em conjunto com caças 36 aeronaves), mais a vigilância marítima, acredito ser uma força de dissuasão considerável. Tirando as bases e mantendo os subs fragatas e vigilância marítima, seria ainda uma força considerável. possuímos duas linhas(frentes) de defesa que deveriam ser reequipadas no razoável e não na megalomania: a leste e a oeste(três forças integradas e não “competindo entre si.. caso o Sr. ou algum comentarista tenha uma proposta até mais razoável, por favor queira instruir-me. (pensando que temos recursos reais tudo dentro de curto e médio prazos) Gosto muito de ler os comentários dos colegas.

  18. Só que não tem 128 silos como está no desenho e no texto; na primeira foto dá pra ver que o VLS dianteiro comporta 64 silos (8 filas de 8 silos) e o traseiro 40 silos (5 filas de 8 silos). Pode ser que uma futura versão venha a adicionar essa capacidade, mas esse que está sendo construído não tem. De qualquer modo, 104 silos ainda é uma quantidade considerável.

  19. @Sergio
    De acordo com o sr. Nunão De Martini. Na humilde opinião o meio de dissuasão ainda é o submarino.

    Submarinos sao uma forma de dissuaçao, dentre outras: um submarino é um multiplicador de força. O conceito apresentado pelo Nunao se chama em ingles “Navy in Being”, que significa que o simples fato de existir uma marinha, mesmo que ela permaneça atracada em porto, como foi o caso da Marinha Argentina depois que o Belgrano foi torpedeado, exige que o outro lado dedique capacidade* suficiente apenas para balanço de força. Submarinos, no caso, exigem um maior numero de capacidade que um navio de superfice, porem ao custo de ter sua capacidade limitada a “Sea Denial”, ou seja, area ou volume com acesso restrito ao inimigo, enquanto que um navio de superfice pode exercer também o chamado “sea control”, como foi o caso do bloqueio a Cuba em 62.

    *Capacidade significa recursos, sejam armas, pessoal, tempo, dinheiro, plataformas, performances…

  20. Fernando “Nunão” De Martini 11 de outubro de 2017 at 20:21

    Sim, eu falo nessas esquadras como situação mínima necessária, na minha visão e em âmbito estrtégico e de longo prazo.

    Porém algumas atitudes de guerra são “blitz”. O sr. enervo moralez que “nacionalizou” a estrutura da petrobrás lá é um caso. Tivesse algum homem nos cargos executivos, teria-se feito uma proteção ao patrimônio nacional. Mas os que estavam lá faziam parte justamente da destruição da pet, e sim, esse já é outro assunto…

  21. Pois é, Bavaria, nesse caso o “amigo” e estava de comum acordo com o “inimigo” e a surpresa foi só dos cidadãos daqui.
    .
    “sergio ribamar ferreira 12 de outubro de 2017 at 2:50
    De acordo com o sr. Nunão De Martini. Na humilde opinião o meio de dissuasão ainda é o submarino. Supondo uns 15 a 20 subs convencionais espalhados pela nossa costa e uma razoável número de fragatas( sete a dez). não tendo um PA e sim algumas bases aeronavais(FAB e MB trabalhando em conjunto com caças 36 aeronaves), mais a vigilância marítima, acredito ser uma força de dissuasão considerável”
    .
    Sergio, como pediu minha opinião, acho apenas que não dá pra manter submarinos nesse número “espalhados pela nossa costa” em tempos de paz. Pra espalhar pela costa, e mesmo assim com apoio permanente nos seus respectivos distritos navais, só meios de manutenção rotineira mais simples como navios-patrulha, ou navios em desdobramento. Senão vira uma multiplicidade de esforços em organizações complexas de apoio que tornam o custo inviável.
    .
    Submarinos são armas mais complexas, precisam de boas bases, podem ter apoio em desdobramentos em bases como Aratu no Nordeste, ou Val de Cães no Norte, por certo tempo, ou a nova que querem construir no Maranhão. Mas para apoio ao longo da maior parte do tempo precisarão de uma base e arsenal / estaleiro bem equipados. Hoje isso está na Base Alte Castro e Silva, em Niterói, e no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, e no futuro isso estará concentrado em Itaguaí.
    .
    Acho o número de 20 submarinos fora de projeções realistas. Metade disso já seria uma boa meta. Depois a gente “dobra a meta”, rsrsrs

  22. É, quem viver verá!!! os caras não estão brincando não!!!

    Deveríamos sim ter uma frota de submarinos mesclando convencionais e nucleares para proteger nossas águas jurisdicionais e a parte do Atlântico Sul .

    Escoltas e uma força aeronaval baseada em terra com funções de ataque anti-navio.

    Não quero um Cruzador dessas vagando por aqui!!

    Em tempo, a NOMAR existe tanto no site da MB ., quanto em revista. leio todos os meses no site!

  23. @Bavaria Lion:

    Grato pela explicação!

    No mais, os chineses (e em seguida os coreanos, e talvez os japoneses, se alterarem de vez a sua legislação) poderiam colocar a MB nos “trinques”…

  24. Obrigado Sr. Blind e obrigado Sr. Nunão .10 seria o número desejável para submarinos. Sr. Blind, concordo um dos meios. muito obrigado. Gosto muito de ler e aprender com os colegas comentaristas . Parabéns a todos.

  25. Uhtred Ragnarsson 12 de outubro de 2017 at 19:42

    Eu acredito que o melhor parceiro estratégico de fornecimento sejam os coreanos. Comprar equipamento chinês acarreta em outras situações dentro dos contextos geopolíticos. Saudações.

  26. Dalton.
    Esse Zumwalt…
    Comissionado em 2016.
    Passa três anos no estaleiro…
    Começa a operar em 2019… Em 2021 para para trocar o óleo, etc…
    Passa mais um ano ou dois parados…
    2030 manutenção de meia vida…
    Assim não dá…

  27. Bavaria Lion 11 de outubro de 2017 at 16:36:
    .
    Coréia do Sul já planeja mais três desta grande classe. Que possui até um nome de respeito. Sem contar que recentemente terminaram uma base especialmente direcionada para estes navios, localizada no Estreito da Coréia, em uma ilha famosa pelas belezas ecológicas e pela temática sexual…

  28. Nonato…
    .
    existem dificuldades técnicas a serem superadas…mas…também financeiras…já que o orçamento para o “Zumwalt” é limitado, então as coisas vão acontecendo mais vagarosamente, mas, não serão 3 anos ininterruptos de estaleiro…todo navio alguns meses após comissionado e isso é válido para todo mundo, retorna ao estaleiro para correções …é o que se chama nos EUA de “Post Shakedown Availability” .
    .
    Em navios “maduros” como o “Arleigh Burke” 3 ou 4 meses de “PSA” são suficientes…outros
    de classes mais novas ou maiores podem ter “PSAs” de 6 meses ou mesmo mais…para então
    o navio começar uma série de certificações e treinamentos como testes com armas, reabastecimento em alto mar, tratamento magnético, etc.
    .
    Se para um “Arleigh Burke” são necessários 2 anos em média desde o comissionamento até
    a primeira missão…evidentemente que em tempo de guerra muito pode ser abreviado…um
    navio de um tipo novo e maior como o “Zumwalt” só poderá levar mais tempo…3 anos sendo
    o mínimo…e poderá levar até um pouco mais…nenhuma necessidade de se queimar etapas.
    .
    Há inúmeros exemplos…navios russos estão passando em média 5 anos em manutenção…o
    grande cruzador “Nakhimov” deveria retornar em 2018…agora fala-se em 2021…a fragata
    “Defensora” está parada desde 2010 em “PMG” para retornar agora em 2018…são
    dificuldades técnicas e financeiras que todos tem que passar incluindo a US Navy.

  29. A China vem mostrando insistentemente a que veio no século XXI. Os EUA e o mundo dormiram no ponto e agora não tem como dizer para China que ela pode ou não pode fazer. O presidente dos EUA, Pato Donald Trump vai esbravejar, gritar fazer cara feia, porém a China se posicionou no tabuleiro mundial e ninguém mais vai fazer ela recuar!

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