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Força de Minagem e Varredura realiza exercícios em Suape

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Força de Minagem e Varredura em Suape

No dia 6 setembro, os Navios Varredores Atalaia e Albardão atracaram em Recife (PE) para homologar e realizar exercícios de varredura em duas áreas de interesse para acesso ao Porto de Suape.

Na ocasião, os exercícios demonstraram a capacidade que a Marinha do Brasil possui em realizar ações de varredura nos acessos aos portos brasileiros, projetando seus navios sediados na Base Naval de Aratu. Como há muito tempo não eram conduzidas operações de contramedidas de minagem em Suape, a presença dos Navios-Varredores na área despertou a curiosidade dos trabalhadores do porto e as tripulações dos mercantes.

Ao final das operações os navios receberam um agradecimento, por fonia, da administração portuária, ressaltando a importância da manutenção destas ações e da presença dos varredores, aumentando assim a sensação de segurança e confiabilidade na navegação.

Os navios foram abertos para visitação pública durante a estadia no Porto de Recife, recebendo também visitas da Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco, contribuindo para a formação e desenvolvimento do espírito marinheiro nos Grumetes da Turma Juliet2017.

FONTE: Marinha do Brasil

SAIBA MAIS:

13 COMMENTS

  1. Não temos mais qualquer capacidade de guerra anti minas na MB …..

    Temos apenas dois varredores que fazem apenas varredura mecânica (minas da 1 e 2 GM), não tem mais capacidade de varredura acústica ou magnética.

    Este artigo acima é bizarro e nos remete a varreduras feitos pelos caça paus em Recife na 2GM, 70 anos atrás ….

  2. Como não há previsão de meios com alguma modernidade, a Força de Milhagem deveria ser desativada. Tal como está, serve apenas como cabide de emprego para oficiais.

  3. A força de contra minagem sempre existiu para se manter uma doutrina…seis pequenos navios
    varredores baseados em Aratu, reduzidos hoje a 4, desde o início dos anos 70, nunca significaram outra coisa e a proposta de se ter um segundo esquadrão baseado no Rio de Janeiro nunca vingou.
    .
    No continente americano apenas EUA e Brasil possuem navios específicos de contra minagem, sendo que a US Navy tem 11 do tipo oceânico, 3 deles baseados em San Diego para treinar tripulações para os demais 8 baseados no exterior…não à toa, conta-se com o auxílio de
    outras nações aliadas para preencher os claros de tão diminuta força e novas baixas já
    estão previstas.

  4. Estivemos lá na Força de Minagem e Varredura em 2010 e de lá pra cá nada foi feito, só piorou. Está esquecida pela Marinha.

    E a Esquadra Brasileira pode ficar toda parada no porto se minarem a saída da Baía de Guanabara.

  5. Nunão,
    Mas vale salientar que os navios LCS possuem função contra minagem além de que helicópteros MH-53E podem operar dos navios de convés corrido da USN.

    • Beleza, Bosco, obrigado pela informação, mas eu não tinha comentado aqui neste post até agora, rsrsrsrs
      .
      Mas já que comentei, o que posso acrescentar é que, esquecida de todo a Força de Minagem e Varredura não está. Afinal, terça e quarta feira agora ela será lembrada no Primeiro Congresso Internacional de Contramedidas de Minagem, envolvendo não só experiências navais, mas também terrestres e policiais. Estarei lá para a cobertura do evento.
      http://www.naval.com.br/blog/2017/06/08/1-congresso-internacional-de-contramedidas-de-minagem/
      .
      Agora, entre não estar esquecida quanto à existência e não estar esquecida quanto ao reequipamento, é evidente que vai longa distância. A prioridade dentro da Marinha é que está lá embaixo, pelo que se percebe pelo histórico da Força de Minagem e Varredura nos últimos 10 anos.

  6. Salvo melhor juízo, há dois navios da classe Koster ( suecos ) encostados. Creio que se constituem nas melhores opções no “mercado de usados”.

  7. Só para relembrar os 2 navios varredores Suecos viriam completamente modernizados e com transferência de tecnologia envolvendo também a tecnologia de fabricação de compósitos de revestimento do casco, onde a MB iria construir mais 4 aqui, como sabem, não vingou mas, ainda dá tempo. Somados a estes têm também mais 2 que a RN está disponibilizando. São oportunidades únicas que a MB está perdendo!

  8. É uma pena… comandei o M20 em 2004… dia de mar em NV vale por 2… muita faina marinheira… os equipamentos operavam… todos… bons tempos…
    E não somente a Esquadra ficaria “presa”, caso fosse plantado um campo de minas na saída da barra… pela batimetria, praticamente todo o litoral brasileiro é passível de ser minado… afetaria nosso comércio via transporte marítimo…

  9. Bosco…
    .
    boa parte da força de LCSs eventualmente fará contra minagem…atualmente não há unidades
    suficientes e irá demorar um pouco para se ter os números…mas…embora não se deva subestimar a guerra de minas, também não se deve superestimar.
    .
    Os navios de guerra de minas “costeiros” classe “Osprey” por exemplo tiveram curta vida na US Navy…passaram muito cedo para a reserva e junto com os maiores classe “Avenger” sempre careceram de recursos…nunca foram prioridade…e parece ser o caso da maioria das marinhas no mundo com modestas frotas e enviando os poucos para áreas onde julga-se
    necessário “montados” em navios de carga.
    .
    E certamente os LCSs farão contra minagem no exterior e não “andando” de cima para baixo
    nas costas leste e oeste.
    abraços

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