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50 anos do afundamento do destróier israelense ‘Eilat’ por mísseis Styx

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Destróier Eilat

Em 21 de outubro de 1967 o destróier israelense Eilat (ex-HMS Zealous) estava a 14 milhas de Port Said do Egito, quando dois barcos lança-mísseis egípcios construídos na Rússia aguardavam armados com mísseis SS-N-2 Styx (P-15 Termit).

Os egípcios acompanharam o destróier Eilat o dia inteiro com os instrutores russos a bordo. Somente quando os russos estavam convencidos de que podiam atacar o Eilat, é que eles permitiram que os marinheiros egípcios disparassem contra o navio israelense.

Havia 199 oficiais e homens israelenses a bordo do navio, e eles começaram a disparar à vontade tentando abater os mísseis. Foi inútil. Os dois mísseis atingiram o Eilat e quase dividiram o navio em dois. Enquanto os homens lutavam para manter o navio flutuando por cerca de duas horas, outro míssil atingiu o navio.

Um quarto e último míssil disparado contra o navio bateu e explodiu na água, e as ondas de choque subaquáticas feriram muitos sobreviventes. Dos 199 militares a bordo do Eilat, 47 morreram e mais de cem foram feridos.

O naufrágio de Eilat por mísseis superfície-superfície inaugurou uma nova era no desenvolvimento de armas navais e a reformulação da estratégia naval em todo o mundo.

Depois do desastre, Israel começou a desenvolver planos para projetos de navios de influência alemã adequados para o combate com mísseis e capazes de realizar operações de alta velocidade. O foco resultante em novos barcos, mais ágeis e armados com mísseis colheria grandes benefícios para a Marinha Israelense seis anos depois, durante a Guerra do Yom Kippur.

Em 21 de outubro de 1967, há 50 anos, dois barcos egípcios construídos pela União Soviética afundaram o destróier israelense “Eilat” com mísseis antinavio SS-N-2 Styx
Destróier Eilat durante cerimônia em Israel

99 COMMENTS

  1. Este é o caminho:

    navios patrulha com misseis AAA e AN com o apoio de um radar aereo baseadao em terra

    bem melhor q ficar torrando grana com caças de inferior desempenho, sub nuc e naes

  2. Wardog1,
    Em que sentido isso seria melhor? Aparentemente vocês está se referindo à MB. Então, entendo que, na sua visão, pequenos barcos de mísseis, como os egípcios citados no artigo, apoiados por radares em terra seriam melhor que uma esquadra baseada em belonaves de longo alcance e capacidade, com apoio de aeronaves de combate. Meu caro, pense bem, pequenos barcos tem pequeno alcance e autonomia, além de pouca ou nenhuma condição de operar no meio do Atlântico. Seriam efetivos apenas perto da costa, onde poderiam contar com alguma proteção de ilhas, estuários e baías, já que na maioria das vezes não contam com capacidade de se defenderem de submarinos e costumam ter desvantagens de sensores, armas e alcance quando comparados a navios de combate maiores. Já os seus radares de terra teriam os esperados limites pela curvatura da Terra, e também se limitariam à uma pequena faixa de coberturas de alguns km da costa.
    Sei não, prefiro continuar com os submarinos e navios oceânicos.

    Rapaz, convém diferenciar o teatro de operações e necessidades de defesa dos egípcios e israelenses, da realidade da MB no Atlântico Sul.
    Att.

  3. De acordo com o google maps, temos o seguinte cenário:

    – Distância entre Port Said no Egito e a costa de Israel: Cerca de 200 km.
    – Distância entre Port Said e o Chipre: Cerca de 380 km.
    – Distância entre Port Said e a costa Turca: Cerca de 600 km.

    Esses dois últimos demonstram mais ou menos o cumprimento do T.O da Marinha de Israel e Egito, ou seja, o mar mediterrâneo.

    Perceba, portanto, que para Marinhas que operam nesses mares e oceanos estreitos, como o mediterrâneo, báltico, mar negro e cáspio etc, barcos porta mísseis são uma excelente ideia.

    Já quando se fala de T.Os grandes ou enormes, como o atlântico, o pacífico, o índico etc, o uso desses barcos perde a razão principalmente pela falta de autonomia. Além disso, creio, como leigo, que, nesses barcos, normalmente não exista estrutura para a tripulação realizar grandes viagens.

    Fora isso, tem a questão da própria sobrevivência desses barcos perante oceanos revoltos e perante a frota inimiga. Radar limitado, sem capacidade anti submarino, sem capacidade antiaérea.

    Enfim, não dá para comparar!

  4. O problema do brasileiro é comer fígado no almoço e arrotar caviar. A ex marinha de guerra brasileira limita-se hoje a uma guarda costeira (ruim), mas sonham com escoltas GG que nem potências estão dando conta de pagar e submarinos nucleares (brincadeira de gente ainda maior). Não defendo as corvetinhas, até porque num cenário REAL de conflito seu valor seria nulo (eu não entro numa dessas nem amarrado e surrado com vara de marmelo). Mas há outras opções para defesa da costa que não se limitam a mediocridade de “mostrar bandeira”.
    Porque não pensam em assumir uma cooperação avançada com a Denel? Desesperada por capital como a sul africana está cederia facilmente a um verdadeiro ToT em troca do suporte financeiro para conclusão de seus projetos de mísseis e SAMs. É nisso que deveríamos focar: adquirir tecnologias e produzir as ARMAS e não as caríssimas e sem escala plataformas.
    Em um momento posterior, com melhor situação econômica, poderíamos contratar a contratação de vasos com empresas estrangeiras com estaleiros em território nacional, como a Finncantieri.

  5. TukhAV

    Você foi no fundo da questão, algo que já venho dizendo a muito tempo. Aqui no Brasil se preocupam em construir navios mas não temos uma arma naval de projeto nacional em operação, pensamos em produzir um submarino nuclear mas de periscópio a torpedo não desenvolvemos nada, pensamos em produzir carros de combate mas não temos um canhão ou peça de artilharia nacional. Israel é um exemplo de quem lucra mundo vendendo tecnologia militar e não tem navios, nem caças de projeto nacional. Claro tem o Merkava como carro de combate, mas o que ela exporta são mísseis e outras tecnologias. Chegamos ao século 21 com total dependência externa e muitos sonhos.

  6. Minha opinião.
    Faça bem feito e faça apenas uma vez.
    Organize a defesa em camadas, até 100km da costa.
    Depois que estiver com uma capacidade coerente com o tamanho deste Brasil, proxima defesa até 500km. Para comessar a penssar em fragatas monstruosas, NAE, etc.
    Ou seja primeiro proteja o mar, depois o oceano, quem sabe um dia projetar poder.
    Abraços.

  7. Tukhav, perfeito. É a minha opinião.

    Não produzimos aqui nem todos os “calibres” de projéteis que utilizamos.
    É claro, hoje, muita coisa não dá para simplesmente voltar atrás. Mas outra ainda há tempo, como é o caso do sub nuc.

    Para mim, na minha opinião carente de informações técnicas, a tal BID deveria concentrar esforços em:
    1. Fabricar todos os projéteis utilizados por todas as forças em todos os seus equipamentos, em solo nacional (Se esforça,r ao máximo, para unificar os calibres que derem para ser unificados); O mesmo para os foguetes.

    2. Projetar os principais mísseis em uso, nacionalmente ou, no máximo, em cooperação com algum aliado regional ou alguma outro disposto à “ceder” tecnologia, como a citada África do Sul, Suécia, Coréia etc. Nesse ponto, claro, concluir os projetos já em andamento. E somente o que for viável, considerando que míssil tem data de validade.

    3. Concluir o projeto do Torpedo nacional;

    4. Foco nos projetos já finalizados e em estágio avançado de desenvolvimento: Astros, Guarani, IA2, ALAC, Super Tucano, KC 390, Gripen etc etc, buscando encontrar formas de fomentar suas exportações.

    5. Continuar desenvolvendo radares nacionalmente.

    6. Ter especial atenção com a proteção das informações, encontrando formas de custear projetos como o famigerado lançamento do satélite nacional.

    No resto, a ordem do dia deve ser comprar algo de prateleira e/ou 2º mão, sempre buscando aproveitar o FMS dos Americanos malvadões.

    Sub nuc nacional, defesa antiaérea nacional, helicóptero de ataque nacional, é tudo besteira. Em caso de conflito, se não tivermos como defender nossas estruturas estratégicas, não conseguiremos concluir nem a hélice de um helicóptero antes de uma chuva de mísseis destruir tudo.

    Quer algo nacional, que seja algo que possa ter escala, ser fabricado em grandes quantidades em caso de conflito e, principalmente, vendido à clientes externos, como uma eventual licença de produção nacional do Igla ou do RBS 70, VBMT-LR etc.

    Quando estivermos com uma base descente e melhor das pernas, tendo, claro, encontrado uma forma de diminuir o “custo Brasil”, pensamos em utilizar nossas forças armadas para fomentar a indústria avançada nacional. De pouco em pouco. Comece com um navio patrulha menor. Passe para um patrulha maior. Corveta, fragata…só aí pensamos em sonhar com fabricação nacional de submarino nuclear, P.A e outros devaneios atuais. O mesmo para o EB com seus helicópteros de ataque. No caso da aeronáutica, acredito não ser viável interromper o gripen no atual estágio. Que não inventem, por exemplo, de projetar um AWAC ou um patrulheiro naval baseado em algum avião civil da Embraer ou no KC390, como já ouvi muita gente falar, sendo que já existem soluções prontas e testadas no mercado!

  8. Renan ( 22 de outubro de 2017 at 9:47 );

    Não dá pra fazer necessariamente uma “defesa em camadas”.

    O Brasil tem costas voltadas para mares vastos. Tem, portanto, uma “necessidade natural” de ir longe para defender-se e/ou prevenir ataques. É inevitável, portanto, que todo o aparato disponível a MB deva privilegiar, em algum momento, o alcance.

    As prioridades seriam, nessa ordem:

    a) negar o mar.

    Isso se consegue com submarinos e aviação baseada em terra, o que no nosso caso será a classe ‘Riachuelo’ e os helicópteros ASuW/ASW, respectivamente. Corvetas também podem ser utilizadas, principalmente na função ASW e como elementos de suporte a consciência situacional, empregando seus sensores e varrendo o meio no qual estão, repassando informações a outros componentes no espaço de batalha.

    Por isso tanta dedicação ao submarino nuclear. Nesse sentido, é a arma definitiva, capaz de ir longe no Atlântico e ameaçar um adversário antes que ele possa sequer adentrar a ZEE.

    Aí também pode-se ( deve-se… ) coordenar com a FAB a defesa do espaço aéreo sobre o mar, permitindo a atuação das embarcações e helicópteros, e defendendo as instalações vitais para apoiar as operações, além de conceder suporte ELINT/SIGINT ( P-3 Orion, R-99/E-99, etc. ).

    Ou seja, é basicamente o que está sendo feito agora, com os projetos hora em andamento e com o que já se tem…

    b) dominar o mar.

    Aqui, já estamos valando da capacidade de fazer guerra naval em todo o seu espectro mar adentro, o que exige escoltas pesadas ( acima das 5000 toneladas no nosso caso ), submarinos de longo curso, e ao menos um NAe ( o que implica em uma aviação naval de asa fixa capaz de ser embarcada, claro ), acompanhado por vasos de apoio logístico.

    A projeção de força é o final da lista, e é garantido com meios anfíbios. No caso do Brasil, também se faz necessário um mínimo dessa capacidade, haja visto haverem posses distantes da costa que requerem atenção. E isso já se tem, na forma do ‘NDM Bahia’ e outros navios dedicados.

  9. Felipe Morais ( 22 de outubro de 2017 at 10:42 )

    Apenas discordo de um ponto: defesa AA nacional.

    Paralelo ao que seria o desenvolvimento de radares e AAM nacionais, é sábio constituir ao menos um sistema SAM para baixa e outro para média altitude, aptos a deter ataques de saturação e proporcionar ao menos uma forma de negar o espaço aéreo de intalações vitais, além de uma rede integrada de defesa.

    Evidente que aeronaves de caça são prioridade, pois proporcionam abater o adversário antes do mesmo colocar-se em posição de ataque ( derrubar o arqueiro antes e lançar a flecha, o que é o mais lógico ). Mas ainda assim, não de pode depender nem garantir que se lutará em um cenário de superioridade aérea. Bases podem ser destruídas e caças podem ser perdidos, ou simplesmente se estará enfrentando um adversário muito superior… Logo, se não se pode ter a superioridade, ao menos a capacidade da negação deve-se ter…

    Também é evidente que uma defesa aérea tende a ser derrotada por uma aviação, mas isso não muda o fato de que ela obriga a um massivo investimento por parte de quem deseja derrota-la. Isso, por si só, pode constituir-se em fator dissuasório. Demolir uma defesa SAM pode ser terrivelmente trabalhoso.

    De resto, concordo.

  10. O ataque ao INS Eilat representou um novo marco na guerra naval. E suas lições foram rapidíssimamente aprendidas pelo ocidente. A França desenvolveu o Exocet ao passo que os EUA desenvolveram o AGM/RGM/UGM-84 Harpoon. Mas a maior revolução se deu, sem dúvida, na marinha israelenses. Além do desenvolvimento de lanchas porta-mísseis mais adequadas para aquele cenário foi também também dado início ao desenvolvimento do AGM Gabriel e foi dada ênfase à guerra eletrônica. E o resultado logo veio. Na guerra do Yom Kippur, durante a batalha de latakia, cinco lanchas israelenses lograram afundar 4 lanchas porta-mísseis sírias e um navio caça minas. Quando as lanchas sírias dispararam seus mísseis SS-N-2 Styx esses foram despistados pelo uso de ECM e chaff. E quando se aproximaram os israelenses dispararam seus mísseis Gabriel afundando 3 lanchas sírias enquanto a lancha sobrevivente, após encalhar, foi destruída com tiros de canhão de 76mm, os mesmos que antes já haviam destruído o navio caça minas.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Latakia

  11. O helicóptero Lynx armado com mísseis Sea Kua foi a solução britânica para lidar com a ameaça dos barcos rápidos de ataque lança-mísseis.

  12. Qual será agora a resposta do ocidente aos mísseis hipersônicos? Laser? Outros mísseis hipersônicos?

    HMS S88 realmente os terroristas aprendem rápido com suas falhas. Não à toa estão aí e não vão sair tão cedo.

  13. RR, eu acho sistemas SAMs tão importantes quanto caças. Aviões podem defender áreas maiores além de atacar (sempre a melhor defesa). Mas também são detectáveis facilmente por outras aeronaves. A artilharia AA pode ser transportada de um ponto ao outro e presta-se melhor ao combate assimétrico contra grandes potências, num conflito em que não importa quantos aviões possamos manter não seriam suficientes para nos garantir a superioridade aérea. Na segunda metade do século passado tivemos exemplos claros desses conceitos nas guerras árabe israelenses e do Vietnã.

  14. Esse é um tipo de ameaça que a nossa Marinha deveria estar preparada para enfrentar na costa africana, principalmente na região do Golfo da Guiné.
    .
    No nosso caso, seria rasgar dinheiro com um meio pra lá de inútil… Mais vale colocar o dinheiro em uma Aeronave de Patrulha ou colocar o dinheiro em um Força de Minagem e Varredura que preste.
    .
    Sobre os mísseis nacionais… Mas não se tem mais tempo para desenvolver míssil nenhum para MB. Já era. No momento, ou compramos o pacote completo ou não vamos ter é nada. O mesmo vale para os demais sistemas, já que o míssil por si só, não representa grandes coisa.
    .
    Se o negócio é ter algo nacional, deve ser algo com diversas aplicações, pq só a demanda da MB não vai gerar escala para sustentar tal projeto. Tem de ser coisa pensada para a defesa aérea das 3 FFAA, desde os EB, os Caças da FAB e os navios da MB.

  15. TukhAV 22 de outubro de 2017 at 12:47

    Se os terroristas aos quais você se refere são os israelenses penso que o amigo está equivocado. Embora eles particularmente estejam (muito) errados no que tange à população palestina (e Netanyahu está mais errado ainda) eles estavam certíssimos em suas contendas contra seus vizinhos e inimigos árabes. Em se tratando do Egito em particular não custa lembrar que o canalha Nasser ameaçava diuturnamente que iria “jogar os judeus no mar”. E no caso da guerra do Yom Kippur, os árabes atacaram primeiro e covardemente.

  16. Galante, diga-se de passagem uma solução bem eficiente. Na Guerra das Falklands os Sea Skua foram apressadamente enviados e lograram colocar fora de combate dois navios argentinos. E na Guerra do Golfo alguns navios patrulha iraquianos foram igualmente afundados quando atacaram o USS Wisconsin, que era escoltado por navios da RN.

  17. A origem das forças de defesa de Israel é bem conhecida e consistiu basicamente no amálgama de diversos grupos como o Haganah, o Stern e o famigerado Irgum de Menachen Begin, autor do atentado ao hotel King David. O massacre de Sabra e Chatila, ocasião onde o papel das FDIs foi omissivo pois quem levou o massacre a cabo foram as milícias cristãs aliadas de Israel, está na categoria de crime de guerra talvez, mas não de ato terrorista.

    No mais você critica as forças de defesa de Israel, inclusive usando pejorativamente o termo sionista, mas silencia sobre os crimes e atos terroristas praticados pelos árabes. Teria sido o massacre em Munique um “ato de resistência”? O Hezbolah seria um “grupo de resistência” e não um grupo terrorista que trava com Israel uma guerra assimétrica e por procuração a mando de seus patrões iranianos, cujo regime aliás tem forte carga fascista?

  18. Bardini, por isso as ICT da MB estão envolvidas em projetos como o Rádio Definido por Software (projeto do MD), MAGE Defensor (em estudo a aplicação em ANV da FAB), Integrated Plataform Management System (IPMS) e Centro Integrado de Sensores e Navegação (CISNE), esses dois últimos de emprego dual… abraço…

  19. TukhAV ( 22 de outubro de 2017 at 12:54 );

    “…são detectáveis facilmente por outras aeronaves…”

    Se me permite, não tão facilmente pelos dias de hoje. Mas é por essa e outras que se pensa tanto em aeronaves de baixa detectabilidade em nossos tempos. Atacar sem ser visto é o passo lógico a ser seguido diante de sistemas cada vez mais complexos.

    Grosso modo, vivemos em uma época na qual, para o meio aéreo, mesmo a mínima modernidade exigida determina uma redução da quantidade… Mesmo as potências mundiais preveem redução do tamanho de suas forças aéreas, e é evidente que o mesmo ocorrerá com potencias medianas. Logo, entendo eu, defesas AA ganham renovada importância, e notadamente sistemas ‘counter-PGM’ no intuito de oferecer dissuasão crível ao menos a forças aéreas medianas e proporcionar uma mínima defesa contra munições guiadas.

    Não penso que haverá bem um “combate assimétrico” envolvendo sistemas SAM de médio alcance. Até porque, se passar de um ‘Crotale’ ou coisa que o valha, serão sistemas volumosos e difíceis de ocultar… Mas seja como for, acredito que estamos falando de algo de grande mobilidade, que possa operar independente de uma rede, e que seja de dificil localização visual e eletrônica. Logo, quando penso em uma rede de defesa móvel, com elevada mobilidade e exposição limitada, me vem a mente mais algo como um sistema SHORAD “vitaminado”, modular, que seja o mais simples o possível ( BAMSE, por exemplo ), a ser complementado por sistemas de ombro ou pedestal ( esses últimos sim passíveis de uso em confronto assimétrico sem restrições ).

    No caso específico de Vietnam e Yom Kippur ( acredito que esteja falando desse conflito quando se refere a guerras árabe-israelenses ), vimos basicamente o emprego de táticas corretas por parte dos defensores SAM nessas situações em particular, táticas essas que foram muito bem sucedidas por uma conjunção de fatores. Nos combates sobre o Vale do Bekaa, por exemplo, os israelenses enfrentaram basicamente os mesmos sistemas do conflito de 1973 e foram abolutamente vitoriosos, arrasando toda a rede de defesa síria, sem perdas.

  20. Bardini ( 22 de outubro de 2017 at 14:09 );

    Se há algo que deve ser prioridade máxima ( maior até mesmo que o desenvolvimento de vetores e sensores ), é o desenvolvimento de munições, independente de escala ou qualquer outro fator econômico.

    Não vejo como uma questão de tempo, portanto. Seria, se houvesse um prazo restrito para que se desenvolvesse, o que entendo não ser o caso.

    Resumindo o que quero dizer, o desenvolvimento de novos mísseis e outras munições, no meu entender, deve ocorrer independente de compras de novos petardos, visto que, mesmo na atual situação, o desenvolvimento desses artefatos é viável e pode ocorrer junto a compra de outros de origem estrangeira, bastando foco na aplicação de recursos.

  21. Um míssil por si só não representa muita coisa. Todo o navio é projetado e construído em volta desse sistema.
    Temos de desenvolver todo o sistema que vai integrar o míssil, ou dependeremos de outro país da mesma forma…
    .
    Precisamos de um Lançador
    Radar de controlo de tiro
    Radar de detecção
    IFF
    Data-Link
    Novo Sistema de Combate
    Míssil
    E por aí vai… Não adianta muito ter a munição e não conseguir atirar.
    .
    Não dá mais tempo para fazer tudo isso. O Brasil precisa colocar o dinheiro que tiver na aquisição de novos meios, com sistemas já existentes e no estado da arte, para ter grande durabilidade.
    .
    E não é aquisição de meia dúzia de navios que vai resolver o nosso problema. Precisamos de uma Esquadra nova.

  22. Bardini,

    Concordo que um vaso é projetado para lançar mísseis de uma determinada classe. Mas isso não impede que o míssil também possa ser pensado visando plataformas já em operação, desde que obedecidas as restrições da mesma… Grosso modo, o MAN segue essa idéia, sendo pensado para a classe ‘Niterói’, a ‘Barroso’, as ‘Inhaúma’ e os futuros vasos da MB ( e não identifico razão para não ser oferecido como opção no mercado, caso venha realmente a ser produzido em massa )…

    Concordo também que o caminho mais lógico é o desenvolvimento de todo o aparato; todo o “recheio”. Só que no caso específico do Brasil, falando de forma bem genérica, já se tem o básico para trabalhar em um sistema de combate naval, que pode ser desenvolvido paralelamente a construção do vaso em si. Recordo que os vasos da MB já utilizam um sistema de gerenciamento tático próprio, além de já serem produzidos radares e outros sensores no país. Não é nada do outro mundo, portanto, e pode ser desenvolvido a partir do que já se tem. Basta um mínimo de compromisso… O único fator que identifico como limitador é o custo ( a menos que se considerem grandes atraso, claro… ).

    Mas mesmo que não fosse o caso… Melhor pagar uma fábula para integrar a munição própria a uma plataforma, mesmo que inteiramente estrangeira, do que ficar na mão no primeiro embargo…

    Em um conflito, munições podem se esgotar rápido e precisam de reposições. E, falando de forma geral, elas também precisam de manutenção e tem prazo de validade. Ou seja, também não adianta comprar centenas de petardos se o fornecedor virar a cara e dali uns tempos todo o estoque virar lixo.

    Em suma… Ter uma munição própria integrada a uma plataforma, mesmo que esta última seja inteiramente estrangeira, ainda representa um grau de independência maior do que depender integralmente do país vendedor. E isso também não impede a compra de munições estrangeiras, da mesma forma…

  23. “Os egípcios acompanharam o destróier Eilat o dia inteiro com os instrutores russos a bordo. Somente quando os russos estavam convencidos de que podiam atacar o Eilat, é que eles permitiram que os marinheiros egípcios disparassem contra o navio israelense.”
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    Teriam logrado exito sem os militares russos ?
    Na época,bem improvável.
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    Galante,
    linda foto.

  24. Imagino segundo um pensamento cima, realmente um Komar no meio do oceano simplesmente JENIAU !!!!…. e se depender de seus equivalentes conteporâneos na costa, reza Dom, reza que a casa já caiu faz tempo …

  25. Poderíamos comparar esses barcos lança-mísseis aos barcos torpedeiros da 2ªGM? Seria um atualização do conceito de uma embarcação de ataque pequena, rápida e manobrável que foi utilizado por Aliados e o Eixo?

  26. Não, pq vc não necessitária do contato visual para o ataque ( A Principio), mas se for feito um paralelo sim, pois são conteiros e geralmente, dependendo do TO dependem de um tiro, errou, foi detectado, FUDEOO

  27. MO 23 de outubro de 2017 at 1:22
    Valeu. Os PT Boat da 2ªGM tinham que realmente engajar no visual, mas tinham uma potência de até mais de 4000 hp e alguns superavam os 40 nós, além de serem muito manobráveis, seus alvos tinham como defesa canhões e metralhadoras operadas manualmente. Os atuais podem ter a vantagem de atacar mais afastados, mas se detectados, a depender do armamento defensivo do alvo, creio que suas chances de sobrevivência devem ser ainda menores. Realmente não é p/ os fracos.

  28. Srs
    Uma possível evolução destes barcos lança mísseis seriam hovercrafts lança mísseis que teriam a vantagem de maior velocidade e de serem, facilmente, transportados por navios doca, o que lhes permitiria operar longe da costa.
    Sds

  29. Control…
    .
    você me fez lembrar dos “cruzadores auxiliares” alemães, alguns dos quais possuíam uma pequena lancha torpedeira à bordo…tenho um modelo do “Kormoran” com a dita cuja além
    de um hidroavião…mas…o “Kormoran” era um navio cargueiro adaptado e portanto se fazia
    passar por navio de carga neutro…já um ‘NDD” se faria notar facilmente e portanto um alvo
    relativamente fácil…não sei se valeria a pena mais o custo X benefício …mas…não deixa de ser uma ideia interessante.
    abs

  30. Ahhhhhhh não…..!!! Kormoran!!!! sabia que lá no fundo….o Mestre Dalton era entusiasta de soluções mercantes militarizadas….rzrzrzrz….ai heim…!!!….rzrzrzr…

  31. Na guerra e no amor vale tudo…ainda mais com a pequenez da “Kriegsmarine” que nos primeiros anos de guerra contava com poucos submarinos também…de qualquer forma…os “cruzadores auxiliares” tiveram carreiras bem curtas.
    .
    Em tempos de paz aí é que encontro mais dificuldade de entender o emprego digamos mais
    “generalizado” de navios diversos, mas, não deixa se ser uma boa leitura suas propostas
    Mestre Carvalho !
    abraços

  32. O que já vislumbrei como uma hipotética evolução dos barcos torpedeiros para a atualidade seria um mix de caracteristicas entre barco e submarinos de casco simples.
    .
    Um pequeno navio em mar aberto, precisa se aproximar do adversario da forma mais invisivel possivel.
    .
    A melhor forma Stealth e mais barata, ainda é a modalidade submersa. Os Norte Coreanos afundaram uma corveta do sul com um ssk anão a poucos anos atras…
    .
    Precisa de velocidade, o que é dificultado se submerso então, precisa ter velocidade de deslocamento veloz em superfície. Para estas questões, surgiram propostas como o SMX 25 e o BMT SSGT ( ambos possuem turbina para transito de superfície).
    .
    Isto resolve a velocidade e o modo Stealth comparativamente a qualquer navio de superficie, mas posuem uma discrição menor que um SSK classico submerso. O que os posicionaria em um segmento de nicho.
    .
    Em dado momento, estava dando uma olhada no DDG-1000 Zwumwalt, o qual não tem por finalidade ser um escolta e sim, um autentico martelador de defesas costeiras, arsenal incrivel e otimizado para tal apesar das inumeras e carissimas tecnologias que dispõe para demais missões.
    .
    Lembrei das antigas LSMR, com arsenal incrivel e extremamente simples que tinham tambem esta missão de martelar defesas costeiras em saturação ( dizem que seu poder de fogo ombreava com o dos New jersey Encouraçados)….muita simplicidade no minimo.
    .
    Cruzei tudo….um pouco do SMX-25, uma simplicidade dos SSK Gadhir, capacidade de saturação dos LSMR e montei o conceito:
    .
    https://projetosalternativosnavais.wordpress.com/2016/01/19/naval-surface-fire-support-corveta-submersivel/
    .
    Um barco submersivel de 55 metros, casco achatado como um linguado, 6 tubos não recarregaveis que possam comportar um cartucho Idas+ 4 Torpedos+1 Exocet.
    .
    + Bateria de lançamento de foguetes guiados para saturação, ao estilo LSMR. Em outra atualização, inclui um hipotese de ao inves dos foguetes, operar baterias do conceito GLSDB.
    .
    Pequena autonomia, mas alta velocidade de supeficie,
    .
    Poderia patrulhar ZEE, prover ataques de oportunidade furtiva aguardando o inimigo se aproximar e….prover defesa de costa tal como uma bateria Astros…

  33. Não foi demérito para o destroyer. O engajamento se deu com uma diferença grande de geração de armas, pois, o destroyer era artilhado, apenas um alvo para o barco de ataque rápido por mísseis.

    A bravura dos marujos é digna de nota. Tentaram a todo custo salvar o navio.

  34. Então foi uma prévia do que aconteceria em 1982 nas Malvinas/Falklands (superfície. vs mísseis).
    Pode-se creditar à URSS/Árabes o primeiro afundamento de um vaso de guerra de uma marinha por míssil.

  35. JagderBand44,
    .
    “Pode-se creditar à URSS/Árabes o primeiro afundamento de um vaso de guerra de uma marinha por míssil.”
    .
    Entendo que não.
    Em 9 de setembro de 1943 os alemães usaram uma tal de Fritz-X, uma bomba guiada ou algo assim para afundar o couraçado (battleship) Roma da Marinha Italiana que estava se rendendo aos aliados.
    https://www.defensemedianetwork.com/stories/the-sinking-of-the-battleship-roma-and-the-dawn-of-the-age-of-precision-guided-munitions/
    .
    “Então foi uma prévia do que aconteceria em 1982 nas Malvinas/Falklands (superfície. vs mísseis).”
    Mais ou menos.
    Seria uma prévia no sentido de ser um míssil antinavio (SSM) contra um contratorpedeiro, mas as condições táticas eram completamente diferentes, bem como os meios de lançamento.
    Os egípcios usaram uma lancha dentro do porto, portanto defendendo o litoral.
    Os argentinos avançaram sobre centenas de milhas sobre o mar para atacar uma força-tarefa.
    .
    Forte abraço.
    Ivan.

  36. JagderBand44 23 de outubro de 2017 at 16:33 e Ivan 23 de outubro de 2017 at 17:28
    “O naufrágio de Eilat por mísseis superfície-superfície inaugurou uma nova era no desenvolvimento de armas navais e a reformulação da estratégia naval em todo o mundo.”
    Está no texto o ineditismo: mísseis superfície-superfície. Antes foram mísseis laçados do ar.

  37. Ok, o Egito é SHPF.
    Pergunta 1:
    Porquê não conseguem domínio sobre o Sinai ?
    Pergunta 2:
    Porquê estão sempre solicitando ajuda a Israel quando se trata do Sinai,
    imagens de satélites, drones, apoio aéreo, FE’s etc etc
    Pergunta 3:
    Quais são os países que podem dar ameaça real ao Egito ? E porquê ?

  38. Srs
    Jovem Dalton
    Como estamos em tempos relativamente pacíficos e os almirantes são conservadores muitas soluções tecnológicas possíveis não são desenvolvidas e usadas. Por exemplo, radares em balões cativos, solução simples já usada em terra e que daria um alcance radar bem maior para os navios, nos casos em que eles não dispuserem de uma cobertura por AEW.
    Certamente, se as coisas esquentarem muitas soluções inusitadas sairão do baú de idéias, como aconteceu na IIGM, onde pode-se citar as bombas saltadoras de Wallis, os blidados especiais de Hobart, os mini submarinos ingleses, alemães e japoneses e por aí vai.
    Sds
    .

  39. Bardini

    Por favor, logo nos 30 segundos do vídeo sobre a Marinha egípcio aparecem o que para mim seria uma bateria de canhões de defesa de Costa…. Isso seu estiver “serto” né…. Esse tipo de defesa ainda hoje seria efetivo?

    Do mais parabéns a todos os Cometaristas por suas ótimas argumentações!!!!

    Apesar de as vezes sempre ter um por chamar a nação x de… Deixa para lá ainda bem que sempre tem alguém para contra argumentar com inteligência!

  40. Obrigado Ivan. Conheço essa história do BB Roma. Eu estava me referindo ao combate naval pós 2GM. Fico imaginando o quão rudimentar era o sistema de direcionamento russo à época.

  41. Leo Barreiro, não sei se aquilo está operacional ou é só de enfeite…
    .
    Nos dias de hoje, acho que é mais vantagem ter um obuseiro autopropulsado, capaz de disparar munição no estado da arte e se locomover pelo terreno.
    .
    Os Suecos tem o Archer…

  42. Algumas marinhas, que estão em ação, estão se voltando a barcos stealth! Ainda, a frota e de pequenos navios comparados a tonelagem, pequenos, os quais dificultam ainda mais o ataque de mísseis! A marinha do Brasil está sucateada! opvs podem ser sim patrulhas oceânicas de pequeno tamanho e peso. Se eu ou meu filho temos a obrigação de alistar e servir caso convocado, exijo o melhor equipamento possível, não gastar dinheiro em um produto sem demanda nacional! Que abra concorrência internacional para produção fora ou dentro do território nacional.

  43. carlos alberto soares.
    O Egito tem muitos e poderosos inimigos. A comecar pelo Ira. O Ira nao aceita o tratado de paz entre Egito e Israel. O Egito eh a maior nacao Sunita Arabe. Outros paises sunitas solicitam ao Egito maior participacao em suas guerras no Iemem, por exemplo. Pedem uma forca expedicionaria, ate aqui recusada, mas mais cedo ou tarde terao de se integrar as nacoes do golfo contra a ameaca revolucionaria do Ira. Por isso o financiamento pelos paises do golfo para as duas aerodromos mistral e a fremm.Do outro lado o nao estado Libia, onde uma faccao apoiada contra seus interesses pode tomar o poder. Acima disso, A Turquia esta se afastando da Otan e tentando se inserir novamente como potencia hegemonica. No passado tanto a Persia, quanto o imperio otomano foram soberanos naquela area por centenas de anos!

  44. Carlos, esqueci de mencionar que os sonhos expansionistas do Ira, utilizara os portos da siria para abrigar sua Marinha e aerodromos para assentar seus avioes de longo alcance. Nos proximos anos e esperado uma guerra entre o Ira e paises como Egito. A Marinha iraniana possue dezenas de submarinos e milhares de misseis ssm ou asm que darao muito trabalho a marinha egipcia, podendo destrui la completamente em poucos minutos.

  45. BB,
    .
    Vamos dar uma olhada nas suas “dezenas de submarinos”.
    A Marinha da República Islâmica do Iran alinha os seguintes submarinos.
    .
    Classe Kilo
    901 – Tareq de 1992 em Bandar Abbas;
    902 – Noor de 1993 em Bandar Abbas;
    903 – Yunes de 1997 em Bandar Abbas.
    Deslocamento: 2.325 tons;
    Dimensões: 74 x 9,9 x 6,5 metros;
    Propulsão: Diesel-elétrica, 2 x 1000 kW Geradores Diesel, 1 x 5.500-6.800 shp motor de propulsão, 1 x hélice de passo fixo;
    Velocidade: 25 nós (46 km/h) em profundidade de snorkel;
    Alcance: 7.500 milhas náuticas (13.890 km);
    Tripulação: 52
    Armamento: 6 tubos de torpedo de 553 mm, 18 torpedos ou 24 minas
    Fabricado na Rússia.
    .
    Classe Besat
    976 – Besat de 2013;
    Deslocamento – 1.200 tons;
    Propulsão – Diesel-elétrica;
    Armamento: Torpedos e mísseis;
    Submarino semipesado;
    Fabricado no Iran.
    .
    Classse Fateh
    Dois Fateh, um de 2011 e outro de 2015
    Deslocamento: 600 tons
    Propulsão: Diesel-eletrico;
    Armamento: Torpedos e minas navais;
    Submarino costeiro
    Fabricado no Iran.
    .
    Classe Nahang
    Um Nahang de 2006;
    Deslocamento: 350-400 tons
    Propulsão: Diesel-eletrico;
    Armament: 2 tubos de torpedo;
    Fabricado no Iran.
    .
    Classe Ghadir
    21 (vinte e uma) unidades
    Deslocamento: 120 tons;
    Propulsão: Diesel-electrico;
    Armamento: 2 tubos de torpedos;
    Fabricado no Iran.
    .
    Yugo class
    Apenas 4 subs
    Deslocamento: 90 tons submerso;
    Dimensões: 20 x 2 x 1.6 metros;
    Propulsão: Diesel-elétrica,
    Tripulação: 2 tripulantes + 6 mergulhadores.
    Armamento: 2 torpedos de 533 mm.
    Fabricado na Coréia do Norte.
    .
    Al-Sabehat 15 SDV class
    Apenas 5 barcos;
    Deslocamento: > 10 tons submerso;
    Tripulação: 2 + 3 a 7 mergulhadores;
    Armamento: Minas.
    Fabricado no Iran.
    .
    Diante do exposto, apenas os 3 (três) da classe Kilo e talvez o Besat possam se aventurar além do Estreito de Hormuz – para além do Golfo Pérsico – pensando em quem sabe um dia chegar ao Mar Vermelho ou Mediterrâneo e enfrentar a pobre Marinha do Egito.
    .
    Todo o resto dos ‘inúmeros’ submarinos são mini-subs para guerra assimétrica, no máximo para defesa do litoral ou quase isso.
    .
    Dezenas de submarinos?
    Sei não!
    Melhor evitar falar também dos
    ”milhares de mísseis” SSM e ASM.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

  46. Como foi colocado na matéria, o Eilat estava a 14 milhas de de Port Sueid, dentro de águas territoriais egípcias, na sequência da Guerra dos Seis Dias. O ataque foi legítimo.
    .
    Lanchas argentinas foram atacadas por helis ingleses em 1992, assim como lanchas iraquianas. Seu tamanho não permite usar armamento AA de médio alcance.
    .
    E lançar mísseis de helis e aviões parece mais vantajoso.

  47. Ivan, Eu não me referi ao cruzeiro ou rota de Ormuz as costas do Egito, mas provenientes de Estados falidos, como da Libia,Líbano ou Siria! Eles podem ser transportados por via terrestre ou marítima até Latica, nenhum desses países se oporia hoje a abrigar imensas tropas iranianas, eh uma questão de tempo..Segundo, Os mesmos submarinos anos podem operar perto do Iêmen. O Ira PRATICA a guerra assimétrica. rescentemente, mesmo contra sua própria constituição, o IRGC assumiu o controle da unidade de elite da Síria. Ademais, eh inquestionável a quantidade e diversidade de mísseis antinacionalista, de origem chinesa e russa. A corveta hánit, foi alvejada em águas costeiras no Líbano, por material fornecido pelo Ira.

  48. Ivan, hoje, o Ira influencia decisivamente, o Iraque, siria, Líbano, iemen, e está ameacando a Jordânia, sem enviar tropas maciças para nenhum desses lugares, somente praticando a guerra assimétrica. Se você espera que o Ira Ira deslocar submarinos, do Ira para o Egito, espere confortavelmente. O modelo eh o modelo da conquista da Crimeia e dos acima sitiados. O único elemento indispensável eh a forte ameaça, e eh uma questão de tempo a base naval iraniana em latina e na libia.

  49. ivan,
    A funcao estrategica dos submarinos da classe kilo, eh primariamente, fechar os estreitos de ormuz e Bab-el-Mandeb. Com quase uma centena de minas o canal de suez seria fechado por meses ate ser seguro a transposicao. Inclusive sufocando Israel e a Arabia Saudita. Uma missao suicida, mas muito provavel.

  50. O Brasil já possui um satélite… podemos usá – lo para vigiar o mar… precisamos de uma aviação baseada em terra equipada com mísseis anti navios… de forma que possamos defender 1000 kms a partir do litoral… As marinhas convencionais tal qual conhecemos vão acabar… tanto pelo custo de mante-las como também pela tecnologia para detectar, rastrear e atacar.

  51. Bardini

    Obrigado pelo esclarecimento.

    Pessoal
    Por favor, como o Irã comprou armas da Coreia do Norte? Não era para ter sido barrada as vendas? São submarinos e lanchas apesar de não serem assim tão fortes… Cadê as sanções?

  52. “O Brasil já possui um satélite… podemos usá – lo para vigiar o mar…”
    .
    Acho que o satélite radar do SISGAAZ ainda não foi lançado.
    .
    “precisamos de uma aviação baseada em terra equipada com mísseis anti navios… de forma que possamos defender 1000 kms a partir do litoral… As marinhas ”
    .
    Quem precisa de caça é a FAB…
    http://danishaerophoto.dk/fox2/ronneby/rb-2.jpg

  53. Srs
    Jovem Delfim Sobreira
    Só para esclarecer:
    O limite de águas territoriais é 12 milhas marítimas.
    Em 1967 havia um estado de guerra entre Israel e Egito, guerra declarada pelos árabes, Egito incluso, em 1948.
    A paz entre os dois países só foi assinada na década de 70.
    Sds

  54. Mais interessante que um barco lança-mísseis seria um sistema de lançamento de múltimplos drones “kamikaze” de baixo custo, operação autônoma e que possam atuar em modo stand-by em uma determinada área, apenas aguardando o alvo para atacar em saturação.

    Pode não afundar uma embarcação, mas danificá-la gravemente a ponto de comprometer sensivelmente sua eficiência.

    A USN já trabalha com esse conceito.

  55. Assim como a politica brasileira, as forças armadas precisam de uma imensa reforma estrutural.

    Nao basta compra meia duzia de fragatas, avioes, e blindados e achar q o problema foi resolvido. O Brasil vive na era das cavernas: Serviço militar obrigatorio, voto obrigatorio, corrupcao, mafia, segregacao social, aparelhamento do estado, custo brasil, policia militar, politicos de carreira…mamata.

  56. Mestre Felipe, acho que o voto tem de ser obrigatorio.
    .
    Em um ambiente onde a corrupção impera, os interesses de classes corporativistas, na terra onde um voto vale uma oncinha como já ouvi falar ( e olha que fica barato se eleger assim em diversos colegios eleitorais)….não dá pro cidadão querer ficar de folga, ir a praia e relegar o destino aos demais assim ardilosamente organizados….
    .
    Como disse Churchil….para que o mal prevaleça, basta que os bons não façam nada….
    .
    é o fim da picada o cidadão disputar a porcaria do transito comigo todo dia, uma vaga ate em medico particular e ficar reclamando de 1 dia a cada 4 anos….

  57. Sobre o serviço militar obrigatorio, acho que deveria ser até intensificado, mas sob outro manto e conceito de cidadania.
    .
    Deveria é ter Serviço de CIDADANIA OBRIGATORIA, dividida conforme opção e seleção entre:
    a) Funcionalismo Publico
    b) Serviço Militar

    Anualmente são aproximadamente 1,7 milhões de jovens homens e mulheres completando 18 anos.

    Frações deveriam ingressar de forma similar e remunerada ao Soldo, em repartições e serviços publicos municipais, estatuais e federais, exercito, marinha ou aeronautica seriam apenas mais uma das opções.
    .
    Parece muito mas não é . pois todas aquelas atividades coerente com um estagio de escritório ou não seriam por eles ocupados, a remuneração inferior aos atuais praticados.
    .
    Assim, todos aprendem a civilidade de servir publicamente, dividir e compartilhar as experiencias, o que viu e o que vê.
    .
    Bom até para eliminar castas e feudos tal como conhecemos.

  58. “Rafael M. F. 25 de outubro de 2017 at 12:45
    Mais interessante que um barco lança-mísseis seria um sistema de lançamento de múltimplos drones “kamikaze” de baixo custo…..”
    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    .
    .
    Mestre Rafael,
    .
    Inevitavelmente a tecnologia proporcionara cada vez mais este tipo de cenario. No entanto, a guerra em rede e telecomando ainda tem seus pontos nevralgicos. Vemos como em alguns exemplos podem ser rakeados ou jameados…não facil fazer, mas não dificil acontecer ….mas se acontecer, a rede cai toda e vira uma bala de prata de tiro só….então no momento, ainda prefiro tripulados ao menos nas plataformas de lançamento…
    .
    O battle hawk é um exemplo como a tecnologia caminha extremamente mais rapida do que as doutrinas.
    .
    Alguem já imaginou o alcance da mudança da guerra com exemplo como estes???? na terra, mar ou ar???? muda tudo….. e enterra muita coisa….
    https://youtu.be/lDTvUtbPvWU?t=47

  59. Mestre BB,
    .
    Muito legal este Harop. Já havia visto simulações das operações terrestre, mas não havia visto esta aplicação naval dele.
    .
    Puxando uma analise rapida e critica a qual sempre faço questão de fazer:
    .
    – Onde um excelente conceito como este pode ser alocado num navio ortodoxo de guerra de design malhado e pra la de convencional de proa-canhão-castelo/estrutura-popa???? Todos os excelentes navios de milhões ou bilhões de dolares desenhados e projetados, mal possuem espaço disponivel para um banquinho de ordenha de vaca no convés….ficam presos ao design estrutural tradicional de decadas inviabilizando a implementação de excelentes alternativas complementares que a evolução tecnologica propícia, tal como o exemplo por voce postado.
    .
    Não sou critico das Tamandarés, mas custa tanto assim a criatividade para permitir espaços para plug and play de outros equipamentos que estão surgindo ou aventados a surgimento? Projeto é coisa seria, pois o capital fica imobilizado por decadas e dependendo do que surja pela frente, voce acaba ficando obrigado a novo investimento apenas por detalhes daquilo que o projeto anterior não cobriu.

  60. Carvalho,
    Também achei interessante esse Harop.
    .
    De fato, o tamanho da classe Tamandaré implica em concessões sobre o que pode ou não ser adicionado (o que vale pra quase qualquer navio, onde quase nunca cabe tudo o que se deseja), mas acho que, havendo reserva de estabilidade suficiente e se o conjunto lançador / drone não for muito pesado, uma área óbvia para instalação seria na plataforma sobre um compartimento logo à vante dos lançadores do Mansup.

  61. Este harop é interessante, mede uns 2,5m comprimento por 3m de envergadura com asas desdobradas. Deva dar uns 2 metros de largura cada container.
    .
    O que não gosto é que ele é um suicide drone….pode voar até 9,5 horas, mas depois disto é descartado e não retorna. Ou encontra o alvo ou descarta.
    https://www.youtube.com/watch?time_continue=35&v=ZdGQXFJKZ4A
    .
    Talvez possa ser alocado Nunão, conforme sua sugestão…acho apertado e mesmo que positivo, impossivel de recarga em mar.
    .
    Certa vez fiz dois ensaios sobre UCAVs Navais, ambos retornaveis:
    .
    a) Um anfibio com 32 foguetes guiados de 70 mm. Ensejaria um casco de design dedicado. Poderia ser empregado em ataques de saturação ASW ou Terrestre. Possui um MPM por fibra otica designador laser para alvos alem do horizonte.
    .

    b) Um Conteiravel similar ao Club K, recarregavel para varias configurações, para missões navais ou terrestres. Voltaria ao ponto de lançamento por meio de um Glider Para Quedas e colchão inflavel.
    .
    https://projetosalternativosnavais.wordpress.com/2016/01/19/ucav-anfibio-ataques-de-saturacao/

  62. Este harop é interessante, mede uns 2,5m comprimento por 3m de envergadura com asas desdobradas. Deva dar uns 2 metros de largura cada container.
    .
    O que não gosto é que ele é um suicide drone….pode voar até 9,5 horas, mas depois disto é descartado e não retorna. Ou encontra o alvo ou descarta.
    https://www.youtube.com/watch?time_continue=35&v=ZdGQXFJKZ4A
    .
    Talvez possa ser alocado Nunão, conforme sua sugestão…acho apertado e mesmo que positivo, impossivel de recarga em mar.
    .
    Certa vez fiz dois ensaios sobre UCAVs Navais, ambos retornaveis:
    .
    a) Um anfibio com 32 foguetes guiados de 70 mm. Ensejaria um casco de design dedicado. Poderia ser empregado em ataques de saturação ASW ou Terrestre. Possui um MPM por fibra otica designador laser para alvos alem do horizonte.
    .

  63. Este conceito Harop é interessante….imagino um LPD, nem precisa ser muito grande, do porte de um Makassar, poderia carregar uns 30 destes gerando um ataque de saturação a qualquer frota atacante….

    Teria um custo baixo, frente a uma frota convencional, parece ser de fácil armazenamento e uso.

    Há uma matéria no Forte sobre um drone kamikaze turco, ao que parece, mesmo conceito.

  64. Carvalho,
    Estranhamente, poder naval nunca mostrou antes o Harop naval. Agora foca-se nos navios caça minas da saab. Essa atividade perigosa, no sec XXII será enfrentada por robôs, que nem deram as caras por aqui no dito seminário sobre guerra de minarem. A maior virtude de navios stealth e pequenos são as pequenas áreas para servirem como alvo, em um mundo, onde o inimigo pode dispor de centenas de meios para neutralizar. Não ha falta de mísseis no mercado.

    O fato é, que o vídeo que mencionei o armamento estava embarcado em uma corveta com metade da tonelagem do Tamandaré! Cuja única missão conhecida eh patrulha e não dispõe nem do harop nem drone naval algum! O sucesso de nossa força expedicionária no Líbano eh demonstrada pelo avanço na quantidade de mísseis q o resbola possue, a expansão do resbola no Líbano, siria e outros cenários. A marinha do Brasil simplesmente não presta contas, o desrespeito a resolução 1701 eh flagrante!

    Nunca o Brasil irá comprar o Harop, ou sea gul, katana, phyton V, derby, Spikes ou qualquer solução mande in Israel, pois estamos de fato boicotando o país. Compramos mísseis e armamento da África do Sul, sem experiência alguma!votamos e agimos como bolivarianos.

    Resta a guerra híbrida, assimétrica ou dissimulada, onde o Ivan deu aula de desconhecimento! Enquanto eu sustentava uma tese bem atual, Ivan desenha a batalha do rio Paraguai ou jutland.

    Não sou mestre, sou marrento e chato.

  65. “Bb em 27 de outubro de 2017 at 10:02
    Carvalho,
    Estranhamente, poder naval nunca mostrou antes o Harop naval. Agora foca-se nos navios caça minas da saab. Essa atividade perigosa, no sec XXII será enfrentada por robôs, que nem deram as caras por aqui no dito seminário sobre guerra de minarem.”
    .
    Não entendi, Bb, você estava no seminário, na verdade congresso, e não viu as apresentações falando sobre veiculos submarinos autônomos e controlados?
    .
    Ou está dizendo que o assunto não apareceu aqui no site?
    Se for a segunda opção, sugiro que leia de novo a parte da matéria onde está escrito que é a primeira de uma série.

  66. “Nunca o Brasil irá comprar o Harop, ou sea gul, katana, phyton V, derby, Spikes ou qualquer solução mande in Israel, pois estamos de fato boicotando o país.”
    .
    Bb,
    Aqui também não entendi. Nunca mais irá comprar? Por que? Se já comprou no passado itens entre os que você mencionou, e que além de misseis de procedência israelense há diversos equipamentos de aviônica, aeronaves remotamente pilotadas, kits de guiagem etc da mesma origem em uso, quais os motivos reais para não continuar?

  67. Calma mestre BB….nem 8 nem 80….
    .
    A questão de navios pequenos para alto mar e zonas mais afastadas da ZEE é a limitação do “balanço” do casco e por consequencia o angulo em que aderna ou caturra…dependendo do estado do mar, um missil aa ou canhões aa sofrem depreciação de desempenho, pois o angulo e a rapidez de correção podem ser muito grandes…se o alvo esta afastado, a depreciação até pode reduzir, mas dependendo do angulo de bordo a estibordo e vice versa, o angulo pode ate ser negativo no bordo do disparo do missil, ou seja….pode inclinar tanto que aponta para o mar…claro isto depende do mar, mas como depender da natureza não é prudente….para mares abertos como os nossos, melhor cascos maiores…alem da questão da autonomia mesmo sabendo que poderiam haver contornos quanto a isto….
    .
    Noves fora, a questão é que numa dimensão aberta e sem obstaculos de radar, restando apenas a propria curvatura da terra e a altidude dos radares do atacande/defensor, um pequeno missileiro pode ser enxergado de longe numa gama de possiveis situações muito grande….isto sem dizer que normalmente os barcos missileiros operam em areas relativamente saturadas…seu plot é apenas mais um dentre uma infinidade de outros em que exige do oponente um controle AEW ASW primoroso para qualificar quais deles são civis ou dentre os plots militares, o de score de periculosidade maior para seleção de enfrentamento de combate….
    .
    Aqui no nosso quintal não…alem de ser visto de longe…será visto de longe e isolado…facil de qualificar…
    .
    Eu até acho que tem espaço para pequenos missileiros ou torpedeiros sim, mas nesta hipotese teriam de ser barcos capazes de mergulhar quando necessario…um resgate de alguns conceitos da WWII em que a miniaturização de sensores e armas permite seu renascimento….chineses por exemplo, estão estudando não um pequeno barco missileiro, mas barcos enormes Arsenal Ship submersiveis ou semi submersiveis….

  68. Nunao,
    Primeiramente, seu site eh o melhor do Brasil e voce eh muito focado. dificil debater com alguem que sabe tanto.
    O Brasil poderia desenvolver varias aplicacoes, como fez a India, com diversas parcerias com varios paises.Russia e Israel. Lembro que o Brasil dispensou o desenvolvimento micro satelite de uso civil e militar com Israel por questoes politicas. India desenvolveu em conjunto no mesmo periodo o Barak 8 e produz o spike, dentre outros equipamentos. O spike eh primeiro missel multi tarefa, que pode ser usado por tropas terrestres, ser aerotransportado e agora uso naval, pela sua inovadora cabeca-de-guerra.

    Estranhamente, A Elbit que desenvolveu o SEAGUL nao atentei no ~Congresso~ de minagem. Empresa brasileira com controle da Elbit em Israel. Facilmente poderia produzir o Seagull, entre as suas melhores caracteristicas, pode ser aerotransportado em containers, pode os navios de minagem serem transportados com tanta velocidade, no Brasil ou no Mundo em caso de necessidade, nao. Vale uma materia nacional, Nunao!

    Antes do Brasil se alinhar com Venezuela,bolivia, Marrocos,libano, Siria,Ira e Liga Arabe na politica internacional , o Brasil comprava material israelense. Faz decadas, isso acabou, em detrimento ao desenvolvimento de tecnologia no Brasil. Ficamos bem mesmo, foi com o desenvolvimento conjunto de misseis e foguetes com a Ucrania, E o suspeito caso de corrupcao do desenvolvimento de submarinos, sic. O que o Brasil compra com pedigree israelense, deve-se ao esforco de venda de empresa brasileira. Mas sem escala, nao pode produzir aqui muito alem do que ja faz. Expedito Bastos eh um defensor ardente do desenvolvimento de tecnologia no Brasil e registrava no passado a excelente posicao do Brasil no comercio internacional de material de defesa. hoje somos conhecidos por vender bombas clusters para areas em conflito. Nao Nunao, nao veremos tao cedo o Brasil adquirir nada de Israel e muito possivel que colocaremos para fora a Elbit do Brasil, por conveniencia politica.

    O Conceito do Seagull eh bem diferente da proposta da Suecia, que convenhamos, tambem nao tem semelhanca com o Brasil.

    Os motivos reais eh que o Brasil se alinhou externamente com republicas bolivarianas, ira, china, russia, em detrimento de parcerias com paises do primeiro mundo , Mercosul, Brics e o proprio interesse interno em desenvolver tecnologia nacional. O sonho do poderoso brasil no conselho de seguranca e confrontar paises do primeiro mundo sao os responsaveis pelo sucateamento de nossa forca, dentre outras causas. O Brasil tera uma bela perda em dezembro, tambem.

    Carvalho. ultimamente, tem se disparado misseis nao com a certeza do alvo, mas uma suposicao do posicionamento. Isso eh com algum recurso, descobre-se um pretenso local onde esta o alvo e lanca-se diversos misseis ou envia-se lanchas com explosivos kamikases. O caso da Hanit foi esse. O rezbola usou os misseis iranianos para acertar o alvo acima e ainda acertou dois outros navios civis. Ainda que o Brasil nao tenha esse cenario em Territorio sob protecao da marinha, Se for chamada para cumprir o dever em outras aguas, seja no Golfo, seja na costa do Libano ou em outros lugares, o tamanho eh um revez. E esse, eh o cenario mais provavel de nossa marinha na guerra de Minagem ( participar de uma forca internacional de contra minagem no exterior) ou participar de uma forca de paz.

    Eu acredito que o cavalo-de-batalha do Brasil deveria ser as OPVs.

    SDs a todos. BB o marrento

  69. bb em 27 de outubro de 2017 at 15:04
    Nunao,
    Primeiramente, seu site eh o melhor do Brasil e voce eh muito focado. dificil debater com alguem que sabe tanto.”

    .
    Obrigado, mas minha parcela de responsabilidade por tornar a trilogia o que é hoje está no passado. Atualmente só comento em certos períodos e faço matérias muito especificas e pontuais, por conta de um doutorado em andamento. Os méritos por manter os três sites atualizados e dinâmicos hoje em dia são todos do Alexandre Galante, com o Guilherme Poggio também ajudando quando pode. Transmitirei os elogios.
    .
    Quanto a “dificil debater com alguem que sabe tanto”, eu gosto mesmo é de facilitar o debate e aprender. Agradeço o elogio mas sei muito menos do que gostaria.
    .
    Fiz as perguntas porque realmente não havia entendido o que escreveu. Agora entendi e obrigado por responder minhas perguntas para que pudesse entender sua opinião. Sempre aprendo mais um pouco.

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