Home Aviação Naval Turquia pode comprar HMS Ocean se Brasil desistir

Turquia pode comprar HMS Ocean se Brasil desistir

9591
165
HMS Ocean

Turquia emerge como potencial comprador do porta-helicópteros britânico HMS Ocean

O governo turco está interessado em comprar o porta-helicópteros do Reino Unido, que será desativado, caso não seja vendido para o Brasil.

Em resposta a uma questão parlamentar, o Ministério da Defesa do Reino Unido confirmou que a Turquia enviou uma expressão de interesse para o Reino Unido sobre a venda potencial do HMS Ocean.

O HMS Ocean está atualmente em seu desdobramento final como um navio da Royal Navy comissionado, servindo no papel emblemático da NATO Standing Maritime Group 2 no Mediterrâneo.

O navio e sua tripulação devem retornar ao seu porto de destino na Base Naval de Plymouth em dezembro, depois de iniciar sua última missão em março deste ano.

Comissionado em outubro de 1995, o HMS Ocean de 202 metros de comprimento substituiu o HMS Bulwark como navio-capitânia da frota em junho de 2015. No seu papel como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, o Ocean foi projetado para lançar tropas por helicóptero ou embarcações de desembarque.

Depois que seu desmantelamento foi anunciado, reportagens da mídia brasileira disseram que o HMS Ocean poderia ser vendido para a Marinha do Brasil por um “preço razoável”. Esse preço, de acordo com reportagens, é £ 80 milhões de libras esterlinas.

Segundo porta-helicópteros para a Turquia

A Turquia já está construindo um navio-doca porta-helicópteros que é baseado no Juan Carlos I da Marinha Espanhola (LHD) e projetado pela Navantia. A versão turca do navio será chamada TCG Anadolu e terá indicativo visual L-408.

O primeiro aço no navio, que será registrado como um porta-aviões leve pelo Lloyd turco, foi cortado em maio de 2016, enquanto a entrega está prevista para 2021.

HMS Ocean

FONTE: navaltoday.com

165 COMMENTS

  1. Além do Ocean o que estaria disponível no mercado de usados ???

    Talvez os classe WASP ??? … alguma coisa da Itália ???

    Eu sempre gostei dos Wasp, acho que o Brasil deveria ter comprado um classe Tarawa para substituir o Minas Gerais e continuar operando um “Porta-Helicopteros” ao invés de tentar operar aeronaves de asas fixas, seria mais racional na minha opinião. Agora vamos ver aonde esse baile vai dar .

  2. Acho que a Turquia daria um uso muito melhor. No Brasil ficaria no porto por falta de verbas, passando por reforma traz reforma inacabada, desarmado e talvez com o complemento de um par de helis obsoletos, com uma baita lona no convés para cerimônias do almirantado obeso, para que possam tomar fotos e comer caviar. O Brasil desistir? Vai desistir sim. O Brasil nunca perde a oportunidade de perder uma oportunidade.

  3. O Brasil não tem que comprar porta helicópteros algum somente para satisfazer o capricho de um almirantado indolente e patético que compõe a MB!

    Querem apenas mais um salão de festas ao ar livre para os eventos navais tão ao agrado da cúpula naval!

    Esse navio é completamente desnecessário e mais um sugador de recursos!

    A MB tem que se conscientizar que sua linha de batalha se restringe à poucas escoltas (apenas o suficiente para eventuais missões internacionais de coalizão e patrulhamento) e submarinos! Somente! As demais missões são as distritais já que não temos guarda costeira ou polícia marítima.

    Queiramos ou não mas com os recursos humanos, técnicos e orçamentários que temos, e as imensas demandas sociais, nossa marinha nunca terá capacidade plena e autônoma em todos os objetivos navais nem hoje nem nunca! Gostem ou não mas é a USN quem garante a paz em todos os mares! Inclusive no Atlântico Sul!

    Na Marinha do Brasil, quer pela inexistência de missões de envergadura e principalmente recursos orçamentários, aeronaves de asas fixas, navios aeródromos ou quaisquer outros de convés corrido serão, sempre, uma caricatura decadente de uma força naval de brincadeira!

    Chega de brincadeira com recursos públicos! Não estivesse esse país com todas as instituições da República chafurdadas na lama da incompetência administrativa e corrupção o alto comando naval deveria ser preso se se atravesse a concluir essa compra!

  4. Matheus Ugraita 15 de novembro de 2017 at 12:43
    “Que vá mesmo para a Turquia. O Brasil precisa de escoltas.”

    Pra escoltar o que?

  5. Alex, já expusemos nossa opinião algumas vezes sobre o HMS Ocean. É um navio semi-novo, 20 anos de vida, movido a motores diesel, portanto de operação econômica.

    Seria útil para o Brasil para fazer dobradinha com o NDM Bahia em operações anfíbias, além de poder atuar como navio de controle de área marítima, operando com os helicópteros antissubmarino SH-16 Seahawk e UH-15A Super Cougar de ataque antinavio.

    Seria uma ótima compra de oportunidade para a MB.

    Em 2010 nós embarcamos no Ocean, veja as matérias:

    http://www.naval.com.br/blog/2010/09/20/passex-ocean-2010/

    http://www.forte.jor.br/2010/09/21/passex-ocean-2010-cfn-e-royal-marines-operam-juntos-na-marambaia/

  6. Alexandre Galante 15 de novembro de 2017 at 12:57
    Muito boa matéria e fotos, achava que ele fosse bem mais antigo. Duas dúvidas, ele é bem maior que o Bahia? Porque demora tantos anos entre o lançamento ao mar e a incorporação à Força de um navio de guerra?

  7. O HMS Ocean desloca 21.000 toneladas e o NDM Bahia desloca 12.000 toneladas.

    Os navios de guerra são as máquinas de guerra mais complexas já feitas pelo homem, o submarino de propulsão nuclear, por exemplo, é mais complexo do que o ônibus espacial.

    É claro que a complexidade varia entre os diversos tipos de navios, mas os navios de guerra modernos são cada vez mais sistemas de armas gerenciados por sistemas avançados de computação, de comunicações e de redes. Poucos dominam e o conhecimento no estado da arte está limitado a poucos países e indústrias.

    E a parte mais difícil em um navio de guerra é fazer com que todos os sistemas sejam integrados de forma harmoniosa e que o desempenho final atenda aos requisitos do operador. Mas nem sempre as coisas funcionam como o projetado.

  8. Alex, depende de quão completo um navio é lançado, o que tem a ver com a evolução da própria indústria.
    Durante muitas décadas (desde o quarto final do século XIX quando o navio de casco inteiramente metálico se impôs) a construção de navios de guerra seguia o padrão de construir o casco na carreira, desde sua parte estrutural de quilha (coluna), passando pelas cavernas (costelas), anteparas e o revestimento de chapas, conveses, e instalação das pesadas máquinas de seu sistema de propulsão, fechamento do casco e lançamento ao mar, para que os trabalhos de instalação de todo o resto fosse feito com o navio flutuando e atracado a um cais de acabamento, liberando assim a carreira de construção para novos cascos.
    .
    Assim, gastava-se mais ou menos metade de um tempo de construção (de dois anos, quatro anos, dependendo do tamanho do navio e da urgência) na carreira e a outra metade no cais de acabamento.
    .
    Ao longo do século XX, e em especial nos anos 1940 para atender a necessidades da Segunda Guerra Mundial, introduzuliu-se em escala verdadeiramente industrial a construção de navios em seções semi-acabadas (que podiam ser construídas até mesmo em instalações mais distantes do estaleiro) que eram então unidas na carreira para ocupar esta o mínimo de tempo possível e liberá-la mais rápido.
    .
    Ao longo da segunda metade do século XX, isso foi evoluindo para seções de casco cada vez maiores, já incorporando equipamentos instalados, levando aos megablocos de hoje em dia (pode pesquisar, por exemplo, a construção do NAe Queen Elizabeth britânico no campo busca do blog.
    .
    Com o tempo, diminuiu tanto o tempo na carreira quanto no cais de acabamento de um estaleiro. Mas, apesar do navio, logo após sair da carreira, hoje em dia já estar bem mais pronto para navegar do que no passado, a complexidade de sistemas eletrônicos dos diversos equipamentos e armas para integrar cresceu. Então o tempo no cais de acabamento voltou a ficar relativamente longo.

  9. Alexandre, sempre concordo com vocês mas, permita-me discordar um pouco, neste momento.

    O Ocean é uma excelente oportunidade que, infelizmente, não precisamos no momento em que passa a Esquadra.

    Se fosse em outros tempos até concordaria pela aquisição, mas, acho que precisamos investir no Prosub e Prosuper, este último com as Tamandarés e alguma compra de oportunidade como as Type 23.

    Infelizmente, o Ocean, apesar de todo potencial e poder que nos daria, ficaria sim, muito mais atracado do que em missões. Mais um sugador de recursos que não dispomos, no momento.

    Assim, gosto muito do Ocean e queria vê-lo sob nosso pavilhão, mas acho que na atual conjuntura, não seria uma boa! Salvo Melhor Juízo!

  10. Sou a favor do Ocean e gostaria que ele viesse acompanhado de pelo menos 3 type 23, a MB tem que tomar coragem e mandar logo uma carta de intenção de compra para esses quatro navios, aproveitar o saldão da rainha e pagar em parcelas a perder de vistas… tipico de brasileiro.

  11. Sobre o Ocean para a MB, não sou mais editor do site, apenas um colaborador, por absoluta falta de tempo. Mas me atrevo a responder à solicitação aos editores e dar meu pitaco: se for pensar numa substituição de outros que deram baixa sem terem substituto, embora não necessariamente na mesma função (por exemplo, o NAe São Paulo em desativação e o NDD Rio de Janeiro) e pensando numa transição para um futuro em que tanto ele quanto o Bahia dariam lugar, gradativamente, a dois navios de propósito múltiplo dotados tanto de convés corrido como de doca (caso dos Mistral franceses ou Juan Carlos I espanhol), eu acho uma compra válida.
    .
    E aos poucos também se substituiria os três NDCC (o Mattoso e os dois “sires” ex-RN) por uns dois NDD menores e mais simples e baratos de operar que o Bahia (um exemplo seria a tão falada classe Makassar), formando um conjunto bem flexível e mais moderno de navios aptos a operar aeronaves de asa rotativa (ou até asa fixa como o F-35B se for o caso dos navios de propósitos múltiplos) e embarcações de desembarque, conforme a situação.

  12. Marcelo Andrade, discordar permite a discussão, não há problema algum nisso. 🙂

    Existem prós e contras em toda aquisição, uns concordam e outros discordam.

    A compra do NAe São Paulo foi considerada um erro na época por muitos e mesmo assim ela foi feita.

    E perdemos outras compras de oportunidade que muitos julgavam excelentes, como as Type 22 Batch III.

  13. Mas, se não vier e ficar com os turcos, acharia interessantíssimo se ocorresse uma dessas ironias da história: a Marinha do Brasil planejar batizá-lo de Rio de Janeiro e, não concretizando a aquisição, a Turquia resolver ficar com ele e batizá-lo de Sultan Osman I.
    .
    Mais engraçado seria, na véspera da entrega à Turquia a Inglarra se meter numa crise internacional (vai saber, a Argentina invadir de novo as Falklands…) e reincorporá-lo com o nome Agincourt. Mas aí já estou exagerando.

  14. Fernando “Nunão” De Martini 15 de novembro de 2017 at 13:53

    Então quando vemos aquelas bonitas cerimônias de lançamento ao mar de um navio, com a mulher de algum figurão ou presidente ou até a rainha explodindo garrafas de champagne no casco, toca o hino, o povo aplaude, o céu está azul anil e a banda toca furiosamente, é tudo só relações publicas e marketing? O navio mesmo está muito longe de ainda estar pronto e operacional?

  15. Eu apoio a comprar é um navio que pode exercer várias funções. Pelo que me lembro o Ocean opetou no meio do Tâmisa nas olimpíadas de Londres, imagina ele aqui operando rio Amazonas adentro? Apesar de achar que a MB nunca faria isso se adquiri-lo.

  16. sim Alex, esta cerimônia é o lançamento do navio, envolve tradição muito antiga, o lançamento ao mar não significa navio pronto, o navio apóss lançamento, atraca em cais de acabamento e é finalizada sua contrução, ai sim, após testes (provas de mar e equipamentos) o navio é entregue. A nossa midia pifia que mistura lançamento de navio com entrega do navio, acho que pensam que é tipo shopping, supermercado parque municipal ou qqr coisa do genero …

    PS: em algumas naçoes bananicas existem “cerimônias de batismo, com madrinhas fales” muito após a original para “agradar plateia”, localmente navios de bunecos são “ouseiros e vezeiros em realizar esta macaquice, assim como alguns porta containers … afinal a manezada realmente acredita que aquilo ali é uma Cerimônia ORIJINAU ….

  17. Acredito que o Ocean tambem possar atuar como patulha oceanica ajudandos os OPVs a patrulhar com seus helicópteros. Possa tambem atuar em missoes humanitárias a areas afetadas por grandes catástrofes, aumento assim o soft power brasileiro.

  18. Eu iria até a Itália… Setaria lá com os caras, e tentaria trazer o Giuseppe Garibaldi, na faixa.
    .
    Como?
    Barganhando com a construção das Tamandaré para a Fincantieri, via Vard Promar.
    Pegaria o montante que esse “Ocean” vai custar e daria entrada na compra do NApLog, que é mais necessário e útil.

  19. Alex, complementanto o MO, é mais que “marketing”, é tradição das mais antigas.
    .
    Em vários sentidos, por envolver “batismo” do navio, que ganha um nome, ter uma madrinha, e pelo fato do casco deixar o meio onde foi concebido (terra) e cresceu até ficar pronto para ir onde no futuro vai operar (água) pode até ser comparado a um parto, meio que às avessas.
    .
    Eu tratei de análise de fotos historicas de construção na carreira e desse tipo de cerimônia e seus aspectos simbolicos num artigo para evento acadêmico uns 5 anos atrás.
    .
    O nome é “Do Arsenal ao porto, da gestação ao parto”. Se interessar saber mais a respeito, segue o link:
    .
    http://www.13snhct.sbhc.org.br/resources/anais/10/1345076624_ARQUIVO_MARTINI-FernandoRibasDe-DoArsenalaoPortodaGestacaoaoParto-trabalhopara13SBHC-2012.pdf
    .
    No ano seguinte retomei o tema, abordando também a exploração da atividade e de suas cerimônias como propaganda, num artigo de congresso chamado “Os novos navios do Estado Novo”:
    .
    http://www.cih.uem.br/anais/2013/?l=trabalhos&id=569

  20. Prezados,

    eu ia me extender enumerando “ns” motivos para que a MB mantenha distancia desta belonave. Mas, li os comentários do Ozawa 15 de novembro de 2017 at 12:36, e, concordo mais uma vez com o mesmo, inclusive, com a parte da prisão para referidos irresponsaveis que assinassem tal descalabro. Digo que discordo apenas meu caro Ozawa, da parte em que diz “nossa marinha nunca terá capacidade plena e autônoma em todos os objetivos navais nem hoje nem nunca!” Como sou um homem esperançoso, não chego a tanto…

    Outrossim, o comentário do nobre colega Marcelo Andrade 15 de novembro de 2017 at 14:0, chegou aos finalmente. E colocou o que tambêm em meu entendimento, é crucial no momento.

    O Ocean, como sorvedouro de recursos(o mesmo, precisaria passar por uma reforma em vários de seus sistemas para operar Full), sugaria recursos essenciais em outras áreas. Entre outras coisas negativas…

    É uma péssima ideia a aquisição desta belonave

    Grato

  21. Valeu Alexandre e Nunão!! Gosto muito das suas colocações!

    PRAEFECTUS

    Agradeço o “nobre colega” rsrs!

    Bardini,

    tirando a idéia do Giuseppe, pelos mesmo motivos de não apoiar a aquisição do Ocean, gostei da ideia junto a Fincantieri!

    E vc tocou em um assunto que eu tinha esquecido. O NApLog. O que adianta uma FT com Ocean e Escoltas e o único Gastão Motta levando o piano atrás!!

    Mas um motivo de que não precisamos do Ocean, no momento!

  22. Luiz Fellipe…
    .
    o USS Wasp, o mais antigo, deverá ser descomissionado apenas em 2029…quando fará 40 anos já que a US Navy baixou uma norma que muitos de seus navios que costumavam ser descomissionados com no máximo 35 anos, terão que se aguentar até os 40 anos.
    .
    Quanto a um classe “Tarawa” eram caros de manter e todos foram descomissionados com 30 anos ou mais de muito serviço e além do mais não foram disponibilizados para venda e
    sim mantidos na reserva, alguns deles, pois o “Saipan” nem para reserva foi e sim não muito depois do descomissionamento desmantelado.

  23. Ozawa, seus comentários sobre a cúpula da Marinha do Brasil extremamente ofensivos me despertaram um pouco de curiosidade sobre sua formação. Vou me atrever a perguntar se um dia você tentou fazer concurso para a Escola Naval, se você acredita que é fácil passar e se você acha que a Marinha seria melhor se você fizesse parte do Almirantado?

  24. O “Garibaldi” deverá ser descomissionado apenas em 2022 com 37 anos…está servindo hoje
    como um “navio anfíbio”, operando apenas helicópteros e será substituído com muito mais
    propriedade pelo futuro “LHD” em construção.

  25. O Garibaldi começou a operar só em 87. Tá com 30 anos “de serviço”. E os italianos deram uma modernizada nele a pouco tempo, para ir até 2022 sem problemas.
    .
    Para ASW é muito mais navio sendo que velocidade, sonar de casco, contramedidas e tubos de torpedo que operam o Mk46. Se o “Ocean” vier, vão querer usar ele nessa função, na base da gambiarra…
    Para defesa usa o Aspide, que nós usamos. Fabricamos a munição dos canhos 40mm. Os radares são melhores do que qualquer coisa que temos. Conhecemos as LM 2500…
    .
    O navio é bem menor que o Ocean, mas é interessante para as necessidades da MB…
    .
    Não vejo como o Garibaldi não teria condições de ir até 2027+… Se for para servir de “tampão” e manter doutrina, dá e sobra até que se compre algo novo.

  26. Kkkkk… O Reino Unido já tá vendo que roubada vender pro Brasil, já ofereceu para Turquia que com certeza vai honrar seus compromissos… kkkkkkkk

  27. “Alex em 15 de novembro de 2017 at 14:22
    … é tudo só relações publicas e marketing? O navio mesmo está muito longe de ainda estar pronto e operacional?”
    .
    Alex, reparei agora melhor na última frase e lembrei de dizer que há exceções. Às vezes o navio está pronto (faltando praticamente só as provas de mar) na ocasião em que deixa a carreira de construção com toda a cerimônia.
    E sabe qual foi uma dessas exceções?
    O tão xingado, vilipendiado e mal-compreendido… monitor Parnaíba!
    Será tema de uma das próximas partes da matéria especial sobre os 80 anos do navio.

  28. Bardini…
    .
    o “Garibaldi” foi comissionado em 1985…entregue uns poucos meses antes…mas…a data de
    comissionamento é que é levada em conta como início de vida de um navio de guerra então
    ele terá 37 anos quando for retirado de serviço em 2022…e sabe-se lá como estará então,
    para então ser recondicionado para venda ou negociado como você sugeriu.
    .

  29. Não sugeri comprá-lo em 2022… Sugeri ir lá e trazer ele agora, no lugar do Ocean. Tudo isso, barganhando com a construção das CCT e do NApLog, coisa que tem que sair em pouco tempo.

  30. Na minha opinião o Brasil deveria investir mais em submarinos, pois são mais eficazes para a proteção da costa e mais difíceis de serem encontrados. Esse tipo de navio como o Ocean não é pra nós.

  31. Hoje o Ocean está muito mais novo, e provavelmente em melhores condições, do que o Garibaldi estará em 2022. Além de ser, na lógica de seus equipamentos e sistemas, de operação mais barata que o Garibaldi, mesmo com a diferença de porte.

  32. Bardini, escrevia ao mesmo tempo que vc, então reitero meu comentário mudando para hoje a comparação, em que pese os cinco anos de diferença entre hj e 2022.

  33. Turbinas à gás…maior tripulação…mais idade…entre outras coisas fazem o “Garibaldi” mais
    caro e não acho que seria fácil “barganhar” para que a marinha italiana o retirasse de serviço
    em 2018, 4 anos antes do que foi anunciado com “apenas” 33 anos…o “Ocean” provavelmente
    teria mais tempo de vida na marinha brasileira e por um custo bem menor ao longo dos anos.

  34. Pra uma Marinha como a nossa, um Garibaldi entregando mais 10 anos, dá e sobra para aguardar a aquisição de algo novo, enquanto se mantém capacidades e treinamentos em dia, isso sem fazer tanta gambiarra.
    .
    Ocean entregaria o que, uns 5/10 anos a mais que o Garibaldi?
    Legal…
    Mas seria mais um que nunca vão operar full. Em outras situações, seria mais um anfíbio ASW…
    .
    Vai ser navio demais para Marinha e necessidades de menos. Nesse meio tempo, estaria emperrando a construção de um verdadeiro NPM.

  35. Bardini, esquece NPM novo por muito tempo ainda. Pelo menos eu acho que não dá pra sequer sonhar com isso por anos e anos.
    Tem muitas outras prioridades na frente na categoria de novas contruções, como submarinos, corvetas, navios-patrulha das classes de 500t e de 2000t e navio de apoio logístico.
    Enquanto (e se) isso tudo puder ser construído, vai aí uns bons 15 anos, e enquanto isso um navio como o Ocean (ou o Garibaldi que vc sugere) não estariam emperrando a construção de NPM algum, simplesmente porque as outras prioridades ocupariam as verbas (se houver verba).

  36. Sendo bastante otimista …”algo novo” entrando em serviço ou em vias de entrar em serviço em 2028…considerando à aquisição teórica do “Garibaldi” em 2018 , 10 anos de uso pela marinha brasileira e início da construção de uma nova unidade “anfíbia” aqui ou no exterior em 2022 ou ao menos à assinatura de um contrato.
    .
    Sendo mais “pessimista” e pensando em “algo novo” apenas para a década de 2030 aí o
    “Ocean” se aguentaria melhor e custaria menos para manter ao longo de mais anos e seria
    um navio “anfíbio” muito melhor que o “Garibaldi” que apesar de estar operando como
    “anfíbio” na marinha italiana agora não é sua função primária e operaria na marinha brasileira apenas como um porta helicópteros, mais veloz e mais caro de manter.
    .
    Torcer também para que não ocorra com o “Mattoso” o que ocorreu com o “Ceará” que
    na viagem inaugural pós PMG , muito longo, diga-se de passagem, precisou ser retirado definitivamente de serviço e com o “Almirante Saboia” indo para 51 anos ano que vem, não
    acredito que se poderá contar com ele por muito mais tempo.

  37. Creio que o mais adequado seria um LPD classe San Giorgio, muito mais condizente com a realidade orçamentária da MB. Poderia ser negociado à Marina Militare italiana como contrapartida do contrato de construção das Tamandaré pela Fincantieri.

  38. A RN ofereceu a Ocean por cerca de 110 milhões de dólares, enquanto que uma mistral nova custaria de ordem de 600 milhões de dolares. A Ocean estaria operando em uns seis meses, enquanto que a uma mistral levaria uns 5 anos. A Ocean ira operar uns 20 anos e uma mistral noval uns 50 anos. Se fosse construída no Brasil, a mistral injetaria mais ou menos 1 bilhão de reais na economia brasileira e outro bilhão e meio de reais em impostos diretos e indiretos (imposto de importação, ICMS, IR dos funcionários e do estaleiro, etc). Para a MB, seria ótimo adquirir a Ocean agora, para um desenvolvimentista seria ótimo contratar uma mistral para ser fabricada no Brasil, para o MF é melhor pegar esse dinheiro e pagar juros da dívida. riso.

  39. Vamos tentar colocar na linha do tempo:
    Até ~2025:
    Vão ter que colocar dinheiro no término dos SBR e as 4 CCT.
    NPa 500t BR é mixaria em termos de custo, café pequeno.
    O NPaOc é uma incógnita. E os 5 do PROSUPER, deixaram de fazer parte do pacote, vamos desmembrar?
    Tem que começar o SNBR.
    Vão ter que arranjar na marra Escolta usado para cobrir as baixas… Não tem saída.
    >>> PROBLEMA: Vão querer encaminhar na marra o inicio do projeto do NAe, para lançá-lo em meados de 2035, pq a força estará bem servida, se comprarem o “Ocean” para somar com o “Bahia” nesse meio tempo…
    .
    Até ~2030:
    Teremos dinheiro para tocar a construção do caríssimo NAe?
    Tem que terminar a construção do SNBR e dos navios já contratados…
    O PROSUPER tem que sair na marra. Tem que sair mais CCT, para fazer número…
    .
    Vai ter dinheiro para tocar tudo isso?
    Duvido…
    .
    Se trocarem a ilusão do NAe por um NPM, que custaria uma fração desse NAe, não fica mais fácil fechar a conta?
    .
    Se entra um Garibaldi na conta, seguimos com esse navio até ~2027. Não é coisa que vai vir para “durar para sempre” na MB, como o Ocean… Não deixa a janela para flertar com NAe tão aberta. Seria um legitimo “tampão”.
    Se ao invés de enfiar dinheiro no NAe, colocarmos dinheiro na construção do um primeiro NPM, para substituir esse Garibaldi e mais a frente em um segundo NPM, para substituir o Bahia, matamos vários coelhos com um paulada só.

  40. Bardini, na premissa que coloquei, e pelo que percebo em relação à MB, um NAe não entra nessa história tão cedo. Muito menos a ponto de se decidir o que atrapalharia mais ou menos a encomenda de um NPM, se o Ocean ou o Garibaldi. Tanto NPM quanto NAe, pra projeto e construção, são coisas para a própria MB debater muito, muito, muito tempo enquanto se esfalfa pra resolver suas inúmeras outras prioridades, onde dinheiro não sobra nem pra café pequeno de NPa 500.

  41. @Luiz Trindade

    A Turquia é quem foi atrás deles, e não o contrário… não leu a matéria e foi direto para os comentários é?

  42. “Turbinas à gás…maior tripulação…mais idade…entre outras coisas fazem o “Garibaldi” mais
    caro e não acho que seria fácil “barganhar” para que a marinha italiana o retirasse de serviço”
    Assino embaixo, não tem nem lógica comprar o Garibaldi, um navio mais velho e mais caro de operar que o Ocean, ainda mais na pindaíba que a MB esta, é procurar sarda para se coçar, Se o Ocean não vier é melhor a MB ficar quieta, que gaste o $$$$$ que aparecer em um navio logístico ou em navios caça minas

  43. Esqueci dos Caça-Minas tb, bem lembrado Jr.

    Mas enquanto a MB não tiver acesso aos royalties do Petróleo que são contingenciados, não fizer uma reestruturação como a FAB, o cobertor continuará curto.

  44. Boa noite,

    Eu vejo a compra do Ocean como uma boa oportunidade. Como o Bardini procurou antever, são tantas as prioridades e tão escassos os recursos ao longo do tempo (sem falar na absoluta falta de vontade política e omissão governamental), que mesmo imaginar e sonhar com navios novos beira a irracionalidade…
    Acho que já estamos evoluindo muito com os 4 SBR e o SNA e as 4 Tamandaré (Oxalá vinguem!!!). Nove embarcações “zero bala” para a MB é muito positivo.
    Nesse contexto, acho que vamos mesmo é de escoltas usadas, 4 Type 23 seria um outro sonho, junto com o Ocean. Nem mesmo sonho mais com o paraíso que, na minha humilde opinião, seriam os KDX-2 que algum amigo citou em um outro post…..

    p.s. conheço da cúpula da MB o mesmo que qualquer civil conhece: o que assiste em jornais, etc. Por isso, não posso tecer comentários mas, de uma forma ou de outra, me parece que o posicionamento de alguns aqui, protegidos pelo conforto do anonimato, atacando com sérias acusações tudo e todos, sistematicamente, é, para dizer o mínimo dos mínimos, uma irresponsabilidade. Isso sem falar que não contribui em nada para o debate e o engrandecimento da Triologia..

  45. Turbina a gás, que conhecemos, que tem logística a pleno vapor e que não é a problemática motorização do Ocean, que necessitará ser trocada.
    .
    Maior tripulação… para um Marinha que tem marinheiro de mais para navio de menos isso deve ser um enorme problema.
    Fizeram o que com o pessoal que operava os navios que já deram baixa?
    Embora não mandaram…
    .
    Mais idade… Sim. O que pode não significar estar em piores condições. O Garibaldi é full militar. O Ocean é um civil maquiado de cinza. Quanto isso já impactou na vida útil de ambos?
    .
    Mais barato de operar que o Garibaldi? Será mesmo?
    E se por um acaso for, será que é tão mais barato que o que Garibaldi agrega por esse custo não paga a diferença?
    E se for mais barato que o Garibaldi… Quando vamos operar o Ocean full, tirando nunca?
    .
    Navio demais pra necessidade de menos… Vai sair barato isso aí sim…

  46. Compra o ocean mais um para mostrar bandeira e teremos navio por mais 15 anos.
    É capaz que não tenhamos outro alem deste em 2035. Pois a marinha só da baixa não adquire nada.

  47. O HMS Ocean não é baseado um casco civil, seu casco design, é baseado na classe Illustrious sua propulsão sim é “civil”.

  48. A informação de que as máquinas do Ocean têm problemas não procede, já foi desmentida pela Royal Navy. Isso é fake news de quem é contra a aquisição do navio.

  49. Bardini se por um acaso não, o Ocean é mais barato de operar que o Garibaldi, várias pessoas aqui já elencaram o porque. A propulsão do Garibaldi é mais cara que a propulsão do Ocean, não importa que formula matemática você use. Você já teve a curiosidade de saber a diferença entre a tripulação necessária para fazer o Ocean navegar para a quantidade que é necessária para que o Garibaldi faça o mesmo, pois é Bardini, a diferença é enorme. No mais, não sei o motivo dessas comparações, o Garibaldi sequer esta a venda

  50. Compra o Ocean, “dispois” uns 30 Harrier II ex-USMC ou Itália ou espanhóis, pois os F35B, estão chegando!!! Os AF1B ficariam como reforço à FAB em interceptação na região Rio-Espirito Santo. Com certeza ela agradece tal reforço. Sei que o Skyhawk é avião de ataque, mas … A Grã-Bretanha utilizou o Hawk, de treinamento, como interceptador (última linha de defesa) durante a guerra fria!!

  51. Sou favor da compra do Ocean. Não podemos perder uma oportunidade real em detrimento de outras que vão ser startadas sabe lá quando! Os problemas da marinha do Brasil não podem ser debitados somente em escoltas, há varias frentes de necessidades que devem avançar e não ficar travado por mal planejamento da própria MB, corrupção na política que está travando o crescimento do país. O ocean é uma belonave multiproposito que atende as necessidades da MB e subiriamos alguns degraus para um marinha moderna fora do básico ( Corvetas e fragatas de segunda mão). Quem almeja uma cadeira definitiva na ONU, precisa investir não só na básico e sim em equipamentos modernos.

  52. Caros amigos….KKK

    Sou a favor do Ocean na MB, pois outra oportunidade de ter uma porta-helicópteros com função de lançamento aníbia como este vai ser bem rara no futuro, porpem lendo os comentários dos amigos, pelo jeito o Ocean talvez vá para Turquia pelo custos de aquisição e manutenção do mesmo.

    Uma dúvida que tenho, e aposto de muitos que gostariam de ver uma MB, uma Marinha do tamanho do Brasil: é verdade a história que o USS Kitty Hawk nos foi oferecido para ser o nosso porta-aviões há bastante tempo, e a MB recusou pelos motivos dos custos de aquisição e manutenção para continuar com o NAE São Paulo?

    Abs

  53. O medo que eu tenho é deixar essa (boa) oportunidade, quando o Comando da Marinha chegar ao (atual/próximo) presidente pedindo mais escoltas vai acontecer o seguinte:
    Presidente – pra que escoltas, não precisamos pois não temos o que escoltar?
    Almirante – Temos o Bahia.
    Presidente – Duas corvetas devem bastar!!
    Almirante – Mas senhor elas não tem autonomia e nem poder de fogo suficiente.
    Presidente – Mas você faz rodizio com as outra duas, assim sempre terão duas com você isso deve resolver.
    Almirante – Mas o poder de fogo será o mesmo….
    Presidente – Para protege um ÚNICO navio deve bastar, pois mais do que isso é desperdício e fim de assunto.

  54. A turma do contra quando não acharam mais suposta falta de viabilidade para a vinda do Ocean, puseram defeito no motor. Escoltas, escoltas, escoltas para escoltar o quê? Para fazer função NPOC e escoltar Iates irregulares com capitães bêbados até a marina! Escoltas para ficar atravessando o Atlântico para lá e para cá sem uma ação significativa e ostensiva ou somente para fazer exercícios na costa! Acaba que não vem nem o Ocean e muito menos escoltas. A vinda do Ocean poderia abrir várias frentes de atividades para uma marinha ociosa como a MB, vide o quanto o NDD Bahia melhorou e aumentou o volume das atividades e recursos de exercícios da MB. As missões de paz vão ser muito bem exploradas pela tripulação do Ocean. Mais tripulação, mais marinheiros e fuzileiros saindo da ociosidade, mais possibilidades de exercícios, mais missões, o que levaria a bandeira do Brasil a tremular mais alto no cenario internacional/ Onu e consequentemente no cenario político obrigando o governo a investir em meios como em escoltas. Em suma o Ocean é hoje ainda um instrumento de geopolítico para a Inglaterra dentro da OTAN e que poderá ser um instrumento geopolítico para o Brasil em missões de paz pela ONU. Por isso temos que pensar grande! Que venha o Ocean!

  55. HMS Ocean ja nosso lembra compra do Bahia falar ia Portugal chile ate para ferro velho índia hoje esta MB Turquia entra jogo vende logo p o Brasil a prefiro porta helicópteros coreano sera dê programado final 2018

  56. Se a MB perder tal oportunidade .. n vai ter outra igual ou mesmo q chegue perto disso , tanto em preço quanto a qualidade do navio … n vamos ter nada do tipo por pelo menos ate 2030 no minimo .. é repetitivo , mas la vai; MB precisa de escoltas , … ok .. so q n existe no mercado de ”usados” navios do tipo q possam servir pra MB ..portanto ainda n surgiu a ”oportunidade” pra navios do tipo ,perder o Ocean hj n significa a q MB vai arrumar ,como num passe de mágica , escoltas ou mesmo q se de ”strar” no programa das CV-3s .. vai ser perder e ficar como estamos , sem nada .. simples … jogar a culpa da aquisição do OCEAN ou mesmo desistir dele por ”n ter escoltas” .. seria baixo e covarde ….. navio em si n é caro .. n possui doca ..é mt moderno e fundamental pro q a MB esta se propondo a ser …. simples fato q uma embarcação do tipo custar menos q uma Amazonas da vida ja e atrativo o suficiente ..(com 80 mi vc compra o q ? um Seahawk da vida e sobra uns pingados pra alguma festinha… ) .. e rezar q pra q se iluminem a cabeça dos ”pensantes” do MD e da MB e torcer pra sua aquisição , pra uma MB q n tem nada .. estamos e de mt ”doce” ( pra variar )
    Quanto a Turquia , de fato tal noticia e estranha .. pois alem do primeiro Juan Carlos I…a intensão deles era fabricar uma segunda unidade do tipo … veremos o q vai ser

  57. Observador
    PA americano oferecido a MB foi o ex-USS Independence (class Forrestal )..a MB recusou e pegamos o A-12 SP … o ex-USS Kitty Hawk (ele pode volta a ativa em ) foi oferecido a Índia dentro da proposta do F-18 no programa MMRCA (aquele de 126 caças q acabou virando 36 )

  58. Me parece que é uma ótima compra de oportunidade. Trata-se de um navio relativamente novo modernizado e revisado. Excelente nau capitania. Tratemos que não venha desdentado de sua eletrônica e misseis de defesa.

    Deveríamos compra-lo: considerando as necessidades de missões em nossa vasta costa; a expertise da MB com helicópteros; a potencialidade do nosso corpo de FN; as frequentes missões humanitárias; etc

  59. camargoer 15 de novembro de 2017 at 23:24camargoer 15 de novembro de 2017 at 23:24camargoer 15 de novembro de 2017 at 23:24camargoer 15 de novembro de 2017 at 23:24

    Perdi alguma coisa ?

  60. o OCEAN somente nao e’ do Brasil se na MB nao houver interesse – para o Reino Unido a venda ao Brasil estreita os laços e promete novas vendas (Wildcat) e introduz o Artisan 3D na MB, uma venda a Turquia nao teria o mesmo resultado.

    Seria interessante saber se os 3 Phalanx vem junto.

  61. Tchau !

    Antes que alguém tenha a “brilhante idéia” de comprar os Sea Harrier estocatos ou alguns AV-8b/Plus do USMC . . .

    “Quem não tem cão caça com gato”, não inventa de caçar com lobo!

  62. BrunoFN…
    .
    já foi confirmado …o ex USS Kitty Hawk será desmantelado…ele oficialmente saiu da “reserva”
    em 20 de outubro passado.
    .
    Quanto ao oferecimento do então USS Independence… 2 “Spruances”, 4 “OHPs”, 1 NT classe
    “Cimarron” e 1 “LST” em 1997…deve ter sido algo extremamente sigiloso entre marinhas
    porque nunca encontrei nem mesmo debates em fóruns internacionais…e isso certamente
    teria rendido muito assunto e pessoalmente não acredito que um “Super Carrier” seria colocado à venda.
    .
    A informação disponível pouco antes do descomissionamento informava que ele seria colocado na “reserva” e não disponibilizado para venda e na reserva ficou até 2004 sendo “canibalizado” para manter os meio irmãos “Kitty Hawk” e “John Kennedy”.

  63. Que venha o Ocean…integre nossa frota e traga ânimo aos nossos marinheiros…
    Quanto as escoltas, já não escoltam nada faz tempo…
    Mesmo as Barroso terão limitadíssimas condições de escolta AAW e ASW….

  64. camargoer 15 de novembro de 2017 at 23:24
    Não entendi o que o Claudio escreveu.

    Caudio quadros 15 de novembro de 2017 at 22:45
    HMS Ocean ja nosso lembra compra do Bahia falar ia Portugal chile ate para ferro velho índia hoje esta MB Turquia entra jogo vende logo p o Brasil prefiro porta helicópteros coreano sera dê programado final 2018

    Camargoer
    Vou tentar decodificador a mensagem algaritma do Cláudio (jogador contumaz de jogos pelo smartphone – não é fácil entrar em uma mente de um jogador cheia de calos pelos jogos potentes como Shadowrun: Dragonfall – DC é um jogo de RPG)


    HMS Ocean ja nosso lembra compra do Bahia falar ia Portugal chile ate para ferro velho índia hoje esta MB

    -Aqui ele disse que o Ocean já está fechado para o Brasil;
    – Ele faz alusão ao fato de que com o Siroco foi a mesma retórica – que o Chile e Portugal iria comprá lo e que também poderia ir para o desmanche na India em Alang mas, no entanto a MB no silêncio da noite comprou o Siroco.


    Turquia entra jogo vende logo p o Brasil

    Aqui ele alerta que a MB não é a última coca cola gelada e trincando do deserto e que deve bater o martelo logo e buscá lo se não, a Turquia leva.


    prefiro porta helicópteros

    Aqui ele fala que Porta Helicópteros para o Brasil será uma boa sacada e ao mesmo tempo como entusiasta ele manifesta que é a sua preferencia.

    4º coreano sera dê programado final 2018

    – Aqui para fechar o tema da redação do Enem – Ele opina no sentido de tranquilizar as viúvas das escoltas pela possibilidade de que os SEULs e a MB vai bater o martelo no Prosuper para as fragatas KDXII, bem como reforma de estaleiros com financiamento próprio a módicas prestações a partir de 2018, como pode ser também a execução do projeto das Tamandarés.
    Ufa!!!

  65. Dalton
    Se é verdade ou n … Independente de mim , fato q isso já foi matéria até mesmo aki no blog naval … “Oportunidade perdida” … Virou lenda essa proposta
    Quanto ao Kitty hawk estava em avaliação junto aos OHP .. sobre sobre a possibilidade desse navio voltar a ativa … Algo a respeito sobre o plano Trump sobre a disponibilidade e número de navios da USNAVY … Acho q ninguém aki teria acesso a planos reais da USNAVY .. e nisso ficamos na dependência de fofocas q pintam pelo lado de lá … E a respeito do seu desmantelamento é uma pena ,mas já deu o q tinha q dar

  66. Olá TopGunSea.
    Lembrei da cena em “Apertem os cintos o piloto sumiu” que a passageira é fluente em “giria” e traduz o pedido de dois passageiros para a aeromoça que está perdida. Riso. Obrigado pela tradução livre. Um abração.

  67. Gustavo, o interesse dos Chilenos são nas type 23 e não no Ocean, portanto eles nem entraram na jogada no caso do Ocean

    Camagoer, eu sempre tive dificuldade de decifrar os comentários do Claudio Quadros seja aqui ou em outros sites/blogs sobre defesa

  68. camargoer 16 de novembro de 2017 at 10:17
    Olá TopGunSea
    Lembrei da cena em “Apertem os cintos o piloto sumiu” que a passageira é fluente em “giria” e traduz o pedido de dois passageiros para a aeromoça que está perdida.

    Essa comédia de 1980 – Eu rachava de tanto rir do imortal Leslie Nielsen! Bons tempos!

  69. O Ocean com problemas de motor?
    Não pareceu ao cumprir a tarefa de assistência als atingidos pelo furacão no caribe, tampouco há notícia de problema na atual missão junto à OTAN.

  70. Gustavo 16 de novembro de 2017 at 10:40
    “Ué, o Chile saiu da jogada? Falaram lá fora que estavam na frente até do Brasil na compra…”

    O Chile está interessado em suprir as suas necessidades de substituição das Fragatas Type M, Type L e a Type 22, que darão início a baixa a partir de 2020/25

    O Ocean é um navio desnecessário pra ARCh já que conta com o Sargento Aldea que cubre as necessidades da ARCh.

    O Chile nunca cogitou comprar o Ocean.

  71. Ótimo navio, ótima oportunidade, mas não pra MB.

    Explico: a gente mal tá conseguindo cumprir as missões de patrulha, anti-minagem, combate de superfície e antisubmarino, estão querendo investir em projeção de poder anfíbio? Quem vai dar proteção AA de área pra uma suposta força tarefa anfíbia?

    E ísso que me irrita na MB, quer ser a USN, mas não consegue nem ser a USCG. Falta foco. Falta realismo. Espero que continuem investindo no PROSUB, caça-minas e nas futuras corvetas, LPH é sonho.

  72. Alex 15 de novembro de 2017 at 12:54

    “Pra escoltar o que?”

    Que tal nossos navios mercantes em caso de conflito? A maior parte do nosso comércio é via marítima, sem escoltas um único submarino inimigo pára um porto.

  73. Amigos,

    Esqueçam “Harrier”, quer sejam os ‘GR’ ou ‘Sea Harrier’ britânicos, ou os ‘AV-8B’…

    O que sobrou mundo afora já tá mais quebrado que arroz de terceira… E creio que somente americanos hoje tem alguma coisa que valha realmente a pena na forma da frota de ‘GR’ que compraram do Reino Unido como ‘spare parts’ ( já foi noticiado que existem algumas dessas células britânicas em muito boas condições, e que umas poucas poderiam vir a ser recolocadas em condições de voo ) e que é absolutamente necessária para manter o que restou de ‘AV-8B’ voando, que, por sua vez, também são aeronaves absolutamente necessárias aos Marines até que hajam caças F-35B em número suficiente. Vai ser difícil tomar alguma coisa deles…

  74. Amigos,

    Sobre o oferecimento do ‘ex-USS Independence’… Acaso a MB do início da década passada teria estrutura e pessoal para comportar um monstro daqueles…? Haveriam recursos financeiros para mante-lo…?

    Estou certo que os chefes militares brasileiros do período sabiam da impossibilidade disso tanto quanto os americanos certamente saberiam…

    Por isso, estou com o ‘Dalton’ até informação contrária…

    Seria uma aquisição impossível, mesmo tendo o dinheiro… O NAe teria sido oferecido por uns US$ 80 milhões…

    Até onde sei, o pacote que foi oferecido lá por 2000/2001 incluía mesmo: dois LPDs ( classe ‘Austin’ ? ), dois ‘Spruance’ ( navios maravilhosos… ), quatro ‘Perry’, um LST ‘Newport’ e um NT ‘Cirramon’, tudo por 150 milhões de dólares… A menos que esteja muito equivocado, o NAe não fazia parte do pacote… Por isso, desconfio se ele foi mesmo oferecido…

    Descontando-se o NAe, o pacote é realmente factível, considerando substituir os CTs da classe ‘Pará’ e os NDD então em operação.

  75. Existe um grande equivoco quanto a palavra Escolta, sendo proferida de maneira distorcida por inumeros sujeitos de pouco ou nenhum conhecimento sobre os conceitos de marinhas de guerra naval.

    Que tal trocarmos a nomeclatura “Escoltas” para Navios de Combate (warship)? Entao temos dentro dessa classificaçao diferentes classes de navios, dentre eles mais comumente: Missile Boats, Corvetas, Fragatas, Destroyers, Cruzadores, Navios de Desembarque Anfibio e Porta Aviões; cada um com uma ou mais funcões especificas. De uma maneira ou outra, todos eles são alvos, alguns de menor “valor”*, outros de grande “valor”, mas todos não passam de alvos.
    *valor = valor estrategico, valor monetario, valor tatico, valor simbolico…

    O termo escolta vem sendo erroneamente usado pois, dado o periodo em que o ProSup foi criado, a MB ainda “operava” (porcamente) um porta aviões e necessitava de navios de guerra capazes de defender (escoltar) esse navio de grande “valor” (warships).

  76. No entanto hoje, a MB carece de navios de guerra capazes de operar em ambientes de grande ameaça. Isso significa que, em uma situaçao real de guerra naval, nossa marinha vai apenas cumprir a conceito estrategico de “A fleet in being”, em outras palavras, o apenas existir, se refugiando em porto, com o rabinho entre as pernas, evitando um confontro definitivo e cumprimento parcialmente a estrategia de negação de mar.

    Ao mesmo, a completa ausencia de plataformas como Porta Avioes e Navios de Desembarque Anfibio não impedem que uma Marinha opere em projeçao de força e/ou controle de mar, caso suas unidades tenham capacidades adequadas de auto defesa (anti aéreo, anti-submarino, anti-navio). Neste caso, estamos falando de Corvetas, Fragatas ou Destroyers. Esta é a base, a workhorse de qualquer marinha de guerra. Todos os outros meios são secundários, de suporte, dissuasão ou multiplicadores de força.

  77. Plamber 15 de novembro de 2017 at 18:26
    @Luiz Trindade

    A Turquia é quem foi atrás deles, e não o contrário… não leu a matéria e foi direto para os comentários é?
    E vc acredita em tudo que lê é?!?

  78. Blind, você assume que a Esquadra não sairia em caso de necessidade… no único caso que houve chamamento após a II GM, qual seja, a chamada Guerra da Lagosta, saíram todos os meios que estavam disponíveis… e muito estavam em estado deplorável… não é um exemplo definitivo, mas demonstra que, a depender do contexto e grau de ameaça, não vamos ficar amarrados ao cais…
    Sobre o conceito de “A fleet in being” (acredito que você esteja se referindo à “Esquadra em potência”), ele não cumpre, na minha opinião, nem parcialmente a tarefa de negar o uso do mar, visto que um dos pilares dessa tarefa é a presença…
    Por fim, classificar outros meios que não Corvetas, Fragatas ou Destroyers como “secundários” não é algo de caráter, digamos, universal… dependendo da missão, um navio que possibilite Comando e Controle, normalmente um NAe ou outro de maior porte, deixa de ser “secundário” e passa a ser primordial…
    Abraço cordial…

  79. Senhores
    Alguém mais conhecedor me corrija, por favor, mas quando falam de escoltas pra escoltar o q, esquecem q o TM nosso é gigante. 10% da carga mundial q anda no mar.
    Tem missão pra escolta pra burro! Mesmo sem NAe.
    A melhor forma de cuidar do nosso TM é o Controle de Área Marítima, ainda q limitado, e acredito q um Ocean com Heli ASW, mais suas escolhas, dá pra muita coisa.
    E ter uma marinha de Subs e NaPaOc, é ter time de futebol com goleiro e zagueiro… Uma hora vai entrar gol pra caramba!
    Por favor, me corrijam.
    Sds

  80. Agnelo, não há como fazermos controle de área marítima que não de modo limitado… nosso TO, como você mesmo pontuou, é imenso… apenas contribuo no sentido de que “controle de área marítima” e “negação do uso do mar” não são tarefas excludentes… fazendo controle, negamos, de certa forma, o uso do mar pelo oponente… negar o uso do mar demanda um controle de determinado espaço… enfim, controlar ou negar vai depender de contexto, ameaça e outros fatores… abraço…

  81. Glasquis7 16 de novembro de 2017 at 11:22
    Jr 16 de novembro de 2017 at 10:54

    No Janes e no ukdefencejournal, afirmaram que o Chile teria interesse. Acredito que foi noticia em Outubro deste ano.

  82. XO
    Guerra da Lagosta.
    Importante para o Brasil.
    Mas será que hoje temos heróis a este ponto.
    Vendo só caso de corrupção para todo lado. É dificil acreditar que teremos heróis para por a vida em risco com as velharias que boia nas nossas aguas hoje.
    Me orgulho muito da atitude e do heroismo desta Guerra da Lagosta.
    Abraços.

  83. Caro Renan. Esse discurso de “mar de lama” tem muita retórica também. Por favor leia o artigo do André Araujo “Ativismos implodem a imagem do Brasil” para entender como de tempos em tempos há uma onde moralista que busca ganhos políticos a partir de um discurso contra a corrupção. O André é um bom pensador, bastante afiado e com excelente experiência no setor privado. Não tem nada de vermelho. riso.

  84. Com esta estória de aquisição do HMS Ocean a Marinha do Brasil fica parecendo aquela menina que tira selfie em casa com IPHONE de última geração. Daí você repara o fundo da foto e vê que a parede não está rebocada.

  85. Caros Amigos……….KKKK

    Em relação ao HMS Ocean, caso o adquirirmos, o nome que a MB colocará será Espírito Santo ou Rio de Janeiro?

    Pois, os mais recentes foi o NAE São Paulo, e depois o NDM Bahia, pela ordem seriam estes estados não?!

    Sdd

  86. O Brasil não pode pereder essa compra de oportunidade,também comprar as fragatas usadas australianas,se der comprar as type 23 britânicas daria um poder razoável a armada por um bom preço.Não espere esse pro-sub pro fragata que lembre-se senhores ano que veem tem eleições e o governo não costuma comprar nada,deixe a banana ou abacaxi para outro governo.Ou compra agora ou perdi para sempre.

  87. Observador,
    .
    Como comentei mais acima, chamar de Rio de Janeiro pode dar azar e a Turquia acabar comprando o navio, só pra dar o nome de Sultan Osman I.
    .
    A lógica histórica talvez seria dar o nome de Rio Grande do Sul, já que o “par” dele será o Bahia.
    .
    Mas acho que poderiam escolher algum outro nome para sair dessa tradição meio repetitiva.
    .
    Augusto,
    .
    Na minha opinião, para uma marinha que chegou a operar um NAe de cerca de 30.000 toneladas, e antes dele por várias décadas operou um NAeL de quase 20.000t (sendo que viveu altos e baixos em relação a seus navios de escolta etc durante todo esse tempo), cogitar a aquisição de um bem mais simples LPD de 20.000t, com motorização diesel, sem catapultas e outros complicadores, está longe de ser o caso dessa menina do Iphone novo que você ilustrou.
    .
    Mesmo porque o HMS Ocean, com 20 anos de uso (mas em boas condições, espero) está longe de ser um Iphone novo e sim um Samsung com pouco uso. Mas também não é um tijorola de museu. Ele tem muito menos tempo de serviço do que tinha o NAe São Paulo quando adquirido, e pouco mais do que tinha o NAeL Minas Gerais.
    .
    Na minha opinião, seria um navio bem na medida para várias das necessidades atuais e projetadas da MB, e poderia ser um ótimo “tampão” para um futuro bem mais pé-no-chão da Marinha rumo a novos navios de propósitos múltiplos de convés corrido e doca (NPM / LHD, algo mais modesto e talvez mais coerente com tempos de austeridade do que o NAe São Paulo seria como um tampão para um futuro e caríssimo NAe novo).

  88. Não acredito na possibilidade da Royal navy vender o HMS Ocean para o governo turco,ainda mais agora que o Sultão Erdogan está se mostrando um bom ditador.

    Duvido que o MoD ou o parlamento inglês viabilizem tal transação…

  89. Nunão,

    Falo aqui do Rio Grande, e seria uma grande honra o HMS Ocean ser gaúcho, e assim, enfrentar destemidamente peleias mares afora, pois como diz o hino gaúcho:

    “Sirvam as nossas façanhas de modelo a toda Terra!”

    Abs

  90. Pode ser Pernambuco pois o Raul Jungmann é Recifense, temos que lembrar que Jaques Wagner é da Bahia.hehehe
    Mas não sei se o Ocean vem para o Brasil, 80 Milhões de libras da mais de 100 milhões de dolares, sobre o ponto de vista de Estado não é nada, mas tenho lá as minhas dúvidas se o GF vai querer pagar para ver a reação do público em geral.

  91. Nunão, me desculpe, mas “para uma marinha que chegou a operar um NAe de cerca de 30.000 toneladas” é forçar muito a barra. Sob nenhuma perspectiva a MB operou o A-12, você sabe muito bem disso. Passou muito mais tempo atracado e desdentado do que operando. Dá pra contar nos dedos das mãos os dias que passou no mar lançando e recolhendo jatos de combate. Fala sério…

  92. Fiz um comentário em outro site e o reproduzo aqui:
    Desde o primeiro anúncio da disponibilidade do Ocean fui a favor de sua aquisição e continuo sendo, mas tem me ocorrido certos pensamentos. Será que compença? Como meio para atender possíveis catástrofes temos o Bahia, então para apoio humanitário não precisamos. E uso bélico? Ele poderia opera em conflito sem escoltas? Acho que não! Não deveríamos investir em construção local de NPa e NPaOc básicos e em quantidade e nas Tamandarés, pelo menos oito, depois em escoltas mais “parrudas”, só a partir daí em PA e PH? Fica a pergunta? Eu não tenho resposta mas tenho a dúvida!

  93. Caro Humberto, o A12 São Paulo foi adquirido em 2000 quando o Min.Defesa era o Geraldo Magela, mineiro. Antes dele era o Elcio Alvarez, mineiro, e depois dele foi o José Viegas, que nasceu em Campo Grande.

  94. Almeida, fiz uma comparação entre a complexidade de três navios, dois deles adquiridos pela MB no passado. Eu não fiquei inventando que o NAe São Paulo tenha operado mais ou menos do que operou, mesmo porque esse não é o assunto principal do comentário.
    .
    Ou seja, não “forcei a barra” porque o NAe São Paulo não é o foco do comentário, e sim um exemplo de navio mais complexo e que foi adquirido pela MB pensando em operá-lo bastante – mas não foi capaz, como é evidente pra qualquer um que acompanhe o assunto.
    .
    Se você tira a minha afirmação do contexto comparativo do comentário, e do porquê dele ser feito(resposta a outro comentarista que comparou o Ocean para a MB a um Iphone para uma menina pobre), só pra falar dos poucos dias de mar do São Paulo (tema que eu conheço bem pois vi com os próprios olhos como foram poucos e é um óbvio ululante) aí é vc que força a barra. Eu costumo falar sério e não é de hoje.

  95. Olá pessoal, considerado a oportunidade que está colocada de um navio ainda bem aproveitável, deveríamos sim fazer mais essa dívida… Principalmente considerado que a chapa está esquentando lá no Pacífico com a ascenção do dragão que na minha simplória opinião causará uma nova corrida armamentista fazendo com que as compras de oportunidade como essa sejam cada vez menos interessantes já que usaram os meios até o osso, mais do que agora. Por isso tudo acho q além dessa compra de oportunidade devemos correr atrás de escoltas (navios de combate msm) além é claro das Tamandaré.

  96. Gustavo 16 de novembro de 2017 at 15:04

    “No Janes e no ukdefencejournal, afirmaram que o Chile teria interesse. Acredito que foi noticia em Outubro deste ano.”

    Os Planos da ARCh são as Fragatas. Nem Helicópteros suficientes pra operar o Ocean o Chile tem e os UH 70i que acabam de ser comprados são pra FACh não pra ARCh

  97. Ádson.
    Permita lembrar que:
    Quem tem um, não tem nenhum.
    É a lei de tudo da errado quando não pode dar errado.
    Sendo mais claro.
    No dia que precisar do Bahia é provavel que esteja em processo de manutenção, daquelas de meses parado.
    Então sim acho muito util ter duas embarcações deste porte, similares. Para que em caso de necessidade. Ao menos uma esteja operacional.
    Abraços.

  98. Concordo com o Sr Ozawa. Vai depender de “dinheiro na mão” e quem leva primeiro. Provavelmente os turcos. Alguns comentaristas deveriam ler sobre o início da construção do Paranaíba e outros meios de uma época em que nosso país nem possuía siderúrgica. Garra, determinação, Grupo de engenheiros dispostos e muito trabalho. minha opinião Uma MB e tanto.

  99. To vendo que no grupo tem varios gestores e especialistas de armas. Pois tudo que aparece de reportagem só vejo que o Brasil deveria adquirir pelo menos meia dúzia, não pode perde essa oportunidade, tem que compra,etc. Não vejo um comentário de quanto isso vai custa para os cofres públicos, qual vai ser o valor para manter operacional para os próximos 20 anos…Que diferença, na Inglaterra estão vendendo algumas navios para prevenir um rombo financeiro dos próximos 30 anos. Realmente o problema do Brasil não são os políticos e sim cultural.

  100. Não sei quem inventou essa coisa de” quem tem um não tem nenhum” ! Quem tem um ÀS VEZES não tem nenhum…quando o dito cujo estiver passando por manutenção de rotina ou algo maior como uma modernização.
    .
    A marinha francesa opera apenas um NAe…que é o que existe de melhor hoje em dia, tirando os da US Navy obviamente e os franceses possuem aeronaves mais do que suficientes para manter um mínimo de 2 esquadrões de caça e ataque a bordo além das que sempre estão em manutenção e outras para treinamento e testes.
    .
    O NAe francês já provou que pode ser rapidamente disponibilizado após o término de uma missão de alguns meses e partir para outra com um intervalo de apenas 4 semanas.
    .
    Mesmo a US Navy no auge da campanha contra o “ISIS” principalmente no Iraque não
    conseguia manter um NAe 365 dias no Golfo Pérsico existindo “gaps” de cerca de 3 meses
    entre o NAe que saía e o que deveria substituí-lo e isso continua até hoje pois não vale a pena
    “bagunçar” todo um programa de emprego, treinamento e manutenção.
    .
    A ideia de que se não se pode ter 2 ou 3 navios de um tipo, melhor não ter nenhum , não faz muito sentido.

  101. Caros amigos…..

    Agradeço os esclarecimentos sobre o Kitty Hawk e o Independence ao Brasil.

    O que faremos com o nosso aprendizado sobre como operar um porta-aviões? Aonde vamos manter este Know-how adquirido? E é verdade que a China veio aprender aqui?

    Vejam este link:

    http://www.popularmechanics.com/military/navy-ships/a25260/brazil-retiring-only-aircraft-carrier/

    Neste parágrafo:”Oddly enough, Brazil was a mentor to China’s fledgling carrier program—in 2009, Brazil agreed to train Chinese navy officers on the São Paulo. In 2013, according to the Xinhua state media service, a cadre of Brazilian Navy carrier pilots were training China’s People’s Liberation Army Navy in carrier flight operations. ”

    Dai, é complicado: o porquê disso??? Qual a estratégia?? E qual foi ganho??

    No final, se é verdade mesmo, o que foi ensinado aos orientais, que pode se voltar contra nós num futuro próximo com uma guerra (pela busca de matéria-prima e comida), e no final ainda ficamos sem porta-aviões!!! Que estratégia foi essa??

    E com o Ocean, qual o objetivo com as missões de paz/ajuda humanitária, cadeira na ONU??

    Sds

  102. Dalton, essa frase é comumente usada por nós na MB… quer dizer, basicamente, que não podemos nos fiar em ter um equipamento (um MCP, uma bomba para combate a incêndio etc), pois ele pode ficar indisponível, seja por manutenção, seja por avaria… por exemplo, em regime de viagem, viajamos com a planta elétrica dividida, dois MCA na linha… se um “cair, o outro segura o navio aceso… trata-se da questão da redundância, basicamente… forte abraço…

  103. Entendo XO e é perfeitamente compreensível ainda mais vindos de vocês do meio naval, apenas que a frase acaba confundindo ou dando uma ideia muito negativa para os não pertencentes ao meio ou que não “simpatizam” muito com navios 🙂
    abraços

  104. Observador…
    .
    acredito que haja um certo “exagero” em certas notícias…como o “Kitty Hawk” oferecido à Índia, etc…nessa época o NAeSP não estava nem mais navegando…pode ter havido um acordo e tal, mas, não consigo ver nada de prático nele.
    .
    Além do mais o “Liaoning” que ainda estava em construção em 2009…só foi comissionado em 2012 nem mesmo utiliza catapultas que aliás, já foram convenientemente estudadas do NAe australiano comprado para desmanche e os chineses também contaram com ajuda russa já que o “Liaoning” é praticamente idêntico ao “Kuznetsov” o mesmo acontecendo com às aeronaves SU-33 e J-15.
    .
    Quanto ao “Ocean” ele não é a “última bolacha do pacote”…até parece que estamos novamente em 1910 quando foram incorporados 2 encouraçados que estavam entre os maiores do mundo…por pouco tempo…mas…aconteceu.
    .
    Trata-se de um navio anfíbio para atender as necessidades do Brasil…da forma como está
    previsto o uso do Corpo de Fuzileiros…e eventualmente substituir um ou dois dos navios mais antigos “não em desembarques tipo “Iwo Jima” e sim aqui mesmo no território nacional, mantendo uma doutrina e se for o caso, participando de ajuda humanitária que
    pode render bons dividendos ao Brasil e não será um “Ocean” que garantirá uma “cadeira na
    ONU”.
    .
    abraços

  105. Srs

    O Brasil depende, hoje, do guarda chuva do Tio Sam, isto apesar dos discursos e da visão anti-americana que grassa em nossa elite cultural e política.
    Isto cria um problema, pois o Tio Sam entrou em fase de introspecção, focado no próprio umbigo e querendo mandar a mxxx responsabilidades e países que não lhes são simpáticos.
    Nesta contingência, o Brasil fica sem proteção e precisará cuidar da própria pele ou então achar outro protetor, de poder pelo menos próximo ao do Tio Sam, o que significa China ou Rússia.
    Pelas relações comerciais, parece que a maior possibilidade é a China, pois esta tem interesse na disponibilidade de terras para produzir alimentos para sua enorme população e vem investindo forte na África e América do Sul.
    Aparentemente esta era a estratégia definida pelos nossos dirigentes alguns anos atrás, na qual se enquadra as notícias sobre auxílio do Brasil a China em seu objetivo de constituir uma marinha oceânica de alcance global.
    Em certo sentido, isto também corresponde a nossa tradição cultural de fornecedores de matérias primas e produtos agrícolas, a nossa tão propalada importância e auto elogiada posição de celeiro do mundo.
    Dentro deste contexto, a compra do Ocean é desnecessária, pois em tal cenário, basta a MB assumir plenamente o papel de guarda costeira e deixar a nossa defesa marítima a cargo da China.
    É claro que a MB pode buscar uma maior integração a marinha chinesa como fazia anteriormente, na guerra fria, com as marinhas ocidentais, e em tal caso, o Ocean poderia ser útil em ações de apoio à política chinesa na África (a situação por lá deve continuar a piorar). Porém, tal papel parece ser de difícil deglutição pela MB.

    Alternativamente, o Brasil pode querer honrar sua postura de independência, e neste caso precisará repensar toda a sua posição geopolítica e política de defesa.
    Aí temos problemas: O Brasil deve continuar deficitário (está previsto perto de 160 bilhões de reais de rombo para 2018, igual ao deste ano) até, provavelmente, a metade da próxima década.
    Isto é um grande entrave para o gasto com defesa, até porque nossa elite entende que o Brasil, de tão boa praça, é imune a agressões de outros países.
    Posição que também parece ser a de uma boa parte da população e dos próprios militares (tanto que a defesa da compra dos equipamentos é, normalmente, fundamentada em manter a proficiência, para uso em missões de paz e em ações humanitárias; e não na necessidade de manter um bom poder dissuasório).

    Pode, é claro, baixar uma luz sobre nossos líderes e estes resolvam que dotar o país com uma boa capacidade de defesa é primordial para a sua sobrevivência, e aí a compra do Ocean passa a ser uma boa medida.
    Porém, neste caso, além desta compra, o país precisaria investir para recuperar sua esquadra, inclusive com a aquisição de NAes, bem como acelerar os trabalhos do subnuc (desta vez a sério, em prazos bem mais curtos) bem como de subs convencionais.
    Mas, neste caso, um acordo com os italianos, como sugerido pelo jovem Bardini, seria uma boa opção (os italianos precisam de negócios para manter sua indústria naval e tem a proficiência inclusive na construção de PA´s).
    Naturalmente, isto é muito improvável e, portanto, o Ocean não seria necessário.

    Na verdade, se continuar a visão atual, o mais provável é que a MB compre o Ocean, usando uma expressão antiga, só para o inglês ver; ou seja, para um faz de conta de que o país tem uma marinha de guerra.
    E tal compra será justificada pelos “experts” com seu uso em ações humanitárias e ações de paz em nome da ONU, como se a ONU não estivesse a caminhar para um destino similar ao da Liga das Nações e ações humanitárias não possam ser executadas por navios mercantes.

    Sds

  106. @XO

    Sobre o merito da prioridade entre um NAe e suas escoltas, a partir do momento em que as “escoltas” começaram a operar misseis de cruzeiro que permitiram uma projeçao de força sobre terra similar a um Nae (qualitativo e não quantitativo), ambas as plataformas deixam de ser prioritarios ou secundários e passam a operar em apoio mutuo. No entanto, um NAe não pode operar sem uma escolta, enquanto que uma escolta pode operar sem um NAe, sendo assim, em termos estrategicos de composiçao de força de uma marinha de guerra, é fundamental e primordial compor e consolidar uma esquadra a partir de submarinos, corvetas, fragatas e/ou destroyers e apenas depois, multiplicar a força por meio “secundários”, como NAes, Navios de Desembarque, Porta helicopteros…

    Sobre o fleet in being, você esta confundindo sea denial com sea control:
    “In naval warfare, a “fleet in being” is a naval force that extends a controlling influence without ever leaving port. Were the fleet to leave port and face the enemy, it might lose in battle and no longer influence the enemy’s actions, but while it remains safely in port, the enemy is forced to continually deploy forces to guard against it. A “fleet in being” can be part of a sea denial doctrine, but not one of sea control.”
    Jürgen Prommersberger – Battle at Sea in WWI – Battle Jutland

    O seu exemplo sobre a Guerra da Lagosta seria pertinente hoje caso o General Belgrano não tivesse sido afundado durante a Guerra das Malvinas. Se a Guerra da Lagosta acontece hoje, aposto todas as minhas fichas que a MB faria igual a Marinha Argentina depois do afundamento do Belgrano. Em nenhum caso, o HMS Ocean, se operado pela MB, seria enviado para um eventual e hipotetico enfrentamento contra uma esquadra francesa, mesmo perto a nossa costa, sem uma forte escolta ASW, ASuW e AAW e não sao os vasos atuais que permitem isso. Ao tempo, com apenas meia duzia de corvetas e fragatas modernas, isso já seria viável, mesmo sem o suporte do HMS Ocean.

    Sobre missão humanitaria, cá entre nós, primeiro que a MB seja uma Marinha de Guerra.

  107. Quanto aos nomes de navios comentados aí pra cima: o Minas Gerais foi comprado no governo de JK, mineiro; o São Paulo foi comprado no governo de FHC, paulista, já o Bahia foi comprado na gestão do baiano Jaques Wagner……seguindo essa “lógica”, se o Ocean for comprado, e se for na gestão de Jungmann, poderá se chamar Pernambuco. Apenas um exercício de imaginação!

  108. Flanker, de fato o exercício de imaginação segundo essa “lógica” desde JK faz sentido.
    .
    Mas as raízes de fato, com uma frota inteira de navios de combate homenageando estados da nação, estão há uns 150 anos na construção de navios para a Guerra do Paraguai: encouraçado Rio de Janeiro e monitores Pará, Rio Grande, Alagoas, Piauí, Santa Catarina e Ceará.
    .
    E, de forma mais evidente as raízes também estão há 100 anos na chamada “Esquadra de 1910”: encouraçados Minas Gerais e São Paulo, cruzadores Bahia e Rio Grande do Sul, contratorpedeiros Amazonas, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. Ainda se encomendou mais um encouraçado, o Rio de Janeiro, que se tivesse a compra consumada seria provavelmente acompanhado por mais um cruzador, o qual chuto que receberia o nome Ceará (que acabou sendo dado a um outro navio de porte considerável, o navio-tênder de submarinos Ceará) e mais cinco contratorpedeiros – e chega, pois já estava se esgotando o número de estados / províncias da época.
    .
    Quanto a Pernambuco, tradicionalmente o nome não é usado em navios de maior porte da Esquadra: batizou um monitor construído aqui e incorporado em 1910, além de dois contatorpedeiros dos excedentes dos EUA, em 1961 e 1989. Já nomes como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul são os que tradicionalmente batizaram unidades de maior porte ou importância / prestígio em suas épocas (embora haja alguns casos de batizar submarinos e uma ou outra exceção).

  109. Caro camargoer,

    Amigo, sei o conceito de missão humanitária. O contexto do meu questionamento não foi esse….

    Leia os comentários do Dalton, Control e Blind Mans Bluff, que entenderam.

  110. Blind, respeito sua opinião… não vou polemizar, embora continue a acreditar que a definição de “secundário” para outros navios que não fragatas, corvetas etc não deva ser regra, depende da missão… e, sinceramente, sobre a Esquadra em Potência, não vejo confusão no que escrevi… até porque, em outro comentário, pontuei que negação do uso do mar e controle de área não são excludentes… embora a Esquadra em Potência seja um meio de dissuasão, navio no porto, na minha humilde opinião, não serve pra nada… por fim, eu escrevi que a Guerra da Lagosta não era um exemplo definitivo… naquela época, nós fomos para o mar… em 1982, a ARA não foi… diferentes cabeças pensantes, ameaças, conjunturas e área de operações… não há, portanto, um “padrão”… assumir que a MB não iria, lamento, é apenas um chute… sobre seu exemplo de emprego, volto a afirmar, dependendo da envergadura da missão, pode ser necessária uma capacidade de Comando e Controle que os navios “menores” não sejam capazes de suprir… aí entraria um “Ocean” da vida… a composição do GT, portanto, vai depender da missão e das ameaças, em linhas gerais…
    Sobre missão humanitária, posso apenas dizer que esta tarefa consta na missão da MB…
    Cordial abraço…

  111. Flanker. Seguindo seu raciocínio, o G40 foi adquirido em 2015 então deveria ser Minas Gerais. A MB teve dois navios com nome Pernambuco (contratorpedeiros). Como a MB não é criativa, provavelmente eles darão este nome para escoltas (vai que temos sorte e aparecem umas fragatas usadas), Por outro lado, os ex-Bahias eram cruzadores e submarinos. Se for resgatar os nomes de antigos NDD, então seriam Ceará ou Rio de Janeiro. A única lógica da MB é manter algum padrão dentro da classe.

  112. Ainda acho que Rio Grande do Sul faria uma boa dobradinha (vide o que comentei mais pra cima e o mais recente de hj às 11h35) com o Bahia. Foram cruzadores e submarinos.
    .
    Ceará também cairia bem.
    .
    Rio de Janeiro pode dar azar e a Turquia comprar, anotem o que estou dizendo…

  113. Vixi, aí é que não falta nome também.
    .
    Só de ex-combatentes da Guerra do Paraguai e figuras-chave do início da República (em vários casos coincidentes) já teve ou continua havendo navios com nomes como Barroso, Tamandaré, Inhaúma, Deodoro, Floriano, Custódio de Melo, Saldanha da Gama, Marcilio Dias, Mariz e Barros, Greenhalgh, entre outros.

  114. Eu homenagearia o criador da Marinha do Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência.
    Sei que já teve navios que o homenagearam, mas nenhum a altura de seus feitos.

  115. Caro Observador. Peço desculpas. Realmente, eu não entendi o contexto de seu comentário. Um grande abraço de alguém que o admira e respeita, mesmo quando discordamos.

  116. Caro camargoer,

    camargoer 17 de novembro de 2017 at 14:54

    Capaz!!

    Amigo, estamos todos juntos num grande “barco” chamado Brasil e argumentar e contra argumentar faz parte do aprendizado.

    Seus comentários, eu os observo como os demais (dai o meu “nick”: “Observador” kkk), são inteligentes e sei que procura baseá-los na literatura, pode acreditar que leio e aprendo muito.

    Argumentar e contra argumentar, faz parte da vida de pessoas inteligentes e educadas, e nós aqui, na maioria cidadãos brasileiros e patriotas, temos ao divergir, às vezes, um interesse comum: TUDO PELA PÁTRIA!

    Saiba que a admiração e respeito é mútuo!

    Grande abraço amigão!!

  117. As forças armadas do Brasil deveriam se inspirar nas forças armadas dos países derrotados na 2a guerra, Itália, Japão e Alemanha. Forças de auto defesa, bem aparelhadas, treinadas, prontas para o combate e sem megalomanias como nossos ”nobres” almirantes sonham.

  118. Angelo, bom dia, permita-me uma pergunta: especificamente no caso da Marinha do Brasil (MB), nessa comparação que você faz com a Itália e o Japão a eventual aquisição, pela MB, de um LPD usado como o HMS Ocean (tema da matéria) seria uma megalomania?

    Ou você está se referindo a alguma outra iniciativa da MB do passado ou presente?

  119. 4 de Maio – Monte Santiago – Imbituba – Porto de Buenos Aires – Payssandu – 2 de Março – Ilha do Arvoredo – Ponta da Armação – Dacar – Porto de Santos – Ilha de Trinidad – Estação do Pina – Agostinho F. Lima – Porto Príncipe .

  120. Com tanta despesa para pagar funcionários públicos que não fazem nada, motorista para ex-presidente, aposentadoria de político e as milhares de bolsa isso bolsa aquilo o Brasil vai se contentar com uma balsa de borracha . . . .
    Vergonhoso e gasto desnecessário e disperdício de dinheiro público. Só com o dinheiro investido em um estádio da Vergonhosa Copa do Mundo de 2014, dava para terminar o projeto de 40 anos do Submarino Nuclear.

  121. Não temos a mesma extensão da Alemanha, Japão ou Itália, esses, juntos se equivalem à nossa região Sul +/-, portanto outro perfil. Nossa Costa Azul é enorme, não nos bastará, apenas, uma frota para defesa, mais, sim, tambem para ataque. Nossa MB precisa de uma frota agil e moderma, composta por Fragatas, Corvetas e submarinos; um porta aviões deixemos para melhores tempos $$; o Nae MG ficou muito tempo parado, tiro n’água, isso não mais cabe.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here