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NPa ‘Gurupá’ – P 46, o “Leão do Mar” demandando Santos

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Na manhã do dia 18/11/2017 demandava o cais de Outeirinhos, na Mortona, no pier da Capitânia dos Portos do Estado de São Paulo (CPSP). o NPa (Navio Patrulha) classe Grajaú ‘Gurupá‘ – P 46, o ‘Leão do Mar’ em comissão de patrulha no litoral de São Paulo.

Para ver mais imagens / saber mais sobre o navio:

Foto: Roberto Smera – SSZ, 18/11/2017

44 COMMENTS

  1. Fernandinho, um bom drone (Phanton IV), habilidade em pilotar e algum tempo para dedicação e aprimoramento aos equipamentos, como baterias extras, antenas ampliadoras de sinal, cameras e afins,alem do Beto ser um estudioso do tema (drones); sabe tempo $$$ produzem cada imagem viu .. ele é excelente nisto, so imagens deste nivel, pena que o sol contra não favoreceu as imgs de popa

  2. MO, além do ângulo perfeito, a foto está bem marinheira, com atividade no convés, e o tempo ainda ajudou. Nota 10. Transmita os meus sinceros parabéns ao Roberto quando o encontrar. É foto também pra capitania mandar ampliar e pendurar na sede do grupamento de patrulha.

  3. Linda imagem !
    Como bem enfatizou o Nunão, foto marinheira, faina de convés … belíssima.
    As outras fotos disponíveis no Santos Ship Lovers estão tão boas quanto.

    Merece um quadro na Praça D’Armas mesmo !

    Bravo Zulu ao fotógrafo e a divulgação bem feita como sempre Ostra !

  4. Nunão agora que finalmente o Npa. Maracanã chegou no AMRJ, quanto tempo deve
    levar para que o mesmo seja concluído??

  5. andrepoa2002,
    De fato, um navio-patrulha de 22 anos de uso não é mais novo, provavelmente passou dos 2/3 da vida útil para um navio desse porte que tenha sido realizado comissões de forma constante aqui no Atlântico Sul.

    Mas pra chamar de “lata velha” precisa de algum embasamento, eu imagino. Então pode explicar por que, pra gente debater o assunto?

    Antonio Cançado,

    Por favor, estenda um pouco a argumentação. Em que momento da história a MB viveu dias melhores no setor de patrulha naval, que é a finalidade desse navio. Por que “ISSO” não te agrada nessa área?

    Eu vejo muitos comentários desse tipo, que parecem palavras jogadas ao vento, ao mar, de qualquer jeito, e fico curioso pra entender o que se passa na cabeça de quem comenta. Então por favor, se estiverem a fim, ampliem a argumentação.

  6. ALS, se não sabemos a duração da comissão, as condições de mar etc, e levando em conta que é um navio-patrulha em missão nas nossas costas, e não chegando a um porto em comissão de representação em que tem que fazer bela figura, não vejo como dizer que “a tripulação não quer nada com conservação”.

    Não sei se é o seu caso, mas a maioria dos leitores que veem fotos assim se impressiona com as “lágrimas” de ferrugem como as da foto, que podem se formar em relativamente poucos dias de comissão no mar, mesmo em navios novos. Isso apenas indica que o navio esteve em missão no mar por alguns dias, pelo menos. Depois de atracar no cais da capitania vão cuidar da conservação dessas áreas, pintar etc, como tantas e tantas vezes já vi em navios da Marinha atracados em Santos. Aliás, como a foto é do dia 18, provavelmente isso já está feito há dias. Nessa altura, o navio pode até já ter suspendido para nova comissão, e novas lágrimas vão se formar, e serão cuidadas e assim segue a vida num navio-patrulha.

  7. Eu não entendo como que podem existir pessoas que ao invés de admirar o aparelho por meio de uma foto tão bem tirada, só sabem reclamar e criticar. E ainda mais sem embasamento, parece que sentem prazer em fazer críticas infundadas.

  8. Foto espetacular.
    Parabéns.
    Notei que ao lado da construção antiga, ao fundo, existe uma pequena capela, o autor saberia informar o nome da capela e a data de sua construção?

  9. Roberto…
    .
    trata-se da Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande…não que eu soubesse, mas, sua pergunta me fez curioso e a capela era a antiga casa de pólvora …visitas devem ser agendadas,
    procure mais informações usando o nome da Fortaleza.

  10. Roberto,

    A construção antiga é a Fortaleza da Barra Grande, cuja data original de construção aceita é 1583, mas que recebeu várias modificações ao longo do tempo – restaurações feitas no final do sec XX a deixaram o mais próximo possível do que se concluiu ser sua aparência em meados do século XVIII, quando teve suas obras de fortificação melhoradas e ampliadas segundo um projeto de 1714 do engenheiro João Massé.

    Essas obras de ampliação no século XVIII levaram cerca de 30 anos após o projeto de 1714 para terminar, parando e prosseguindo aos poucos. A chamada capela de Santo Amaro é do tempo dessas obras do séc XVIII, sendo uma antiga casa de pólvora que foi desativada quando construiu-se outra, em posição mais protegida. O ano da transformação da velha casa de pólvora em capela alpendrada provavelmente é 1742.

  11. Dalton e De Martini,
    Excelentes informações.
    1583, um valor histórico incalculável, tenho que visitar esse lugar é muito bonito.
    Já visitei algumas fortalezas em Natal, Florianópolis e nas ilhas do Caribe, eles parecem seguir uma arquitetura comum, gosto de ver as torres e os canhões da época.
    Achei o nome muito bonito, Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande…
    Obrigado pelas informações.

  12. Roberto, conforme os que tenha visitado outros na região caribenha, pode ser que sejam da mesma família de engenheiros que projetou a fortaleza da Barra Grande, no caso, a família de Juan (ou Giovanni) Bautista Antonelli, cujo irmão e sobrinhos são reconhecidos pelo estilo “Antonelli” de fortalezas, geralmente com baterias sobrepostas e escalonadas. Essa sobreposição permitia que mais de uma bateria, numa época de canhões de tiro tenso de pouco alcance e precisão (sec XVI) alvejasse os navios inimigos tanto na mesma linha, ou “rasante” quanto com tiros “de mergulhão” na bateria sobreposta. No livro “Arquitetura militar: um panorama histórico a partir do porto de Santos”, de Victor Hugo Mori, é mencionado que a Fortaleza de S. Felipe de Porto Rico chegou a possuir quatro patamares de armas. Posteriormente, Vaubam aperfeiçoou o sistema.

    Mas, como a fortaleza do lado do Guarujá não foi logo acompanhada por outra no lado de Santos, para assim cruzarem fogos no canal de entrada do porto, estando assim isolada, não conseguiu impedir o ataque do pirata Cavendish a Santos e S. Vicente, em 1591. Só no século XVIII isso foi melhorado com uma pequena fortaleza do lado de Santos, que existiu no local onde hoje está o Museu da Pesca.

  13. Visitei alguns navios da MB no porto de Itajaí em SC , sou marítimo maquinista e nunca vi tal falta de amor por sua embarcação , navio adernado por água em vários compartimentos , tripulação não faz a devida manutenção , nem a básica .Isto não é aceito na marinha mercante que tem embarcações com 40 anos de uso em perfeitas condições.

  14. Não entendi, ALS, vc está dizendo que viu navios da MB adernados, com compartimentos alagados e mal cuidados,em visita a Itajaí, ou que esse navio da foto, no canal de entrada do porto de Santos, está mal cuidado, alagado e adernado?

  15. Prezado De Martini.
    Excelente conhecimento.
    Eu visitei uma fortaleza em Saint Martin, com certeza de origem francesa, outra fortificação foi em Cuba, eu era moço e já não lembro muito bem qual exatamente, mas era bem parecida com o que temos aqui no Brasil.
    Sobre detalhe que você conta sobre o tiro de canhão, lembro que o forte que existe na Baia Norte em Florianópolis também tem esta particularidade, algo assim, houve uma tentativa de invasão da Ilha de Santa Catarina por parte dos espanhóis, havia um problema de alcance de tiro, os portugueses acabaram fazendo um outra fortificação no continente para cobrir toda a entrada da baia.
    Acho que era isso que li nas informações expostas nessa fortaleza.

  16. Não me referi a este , nem poderia porque esta navegando ,de um modo geral tem muito marinheiro que cuida mais da farda do que de seu ganha pão . Visite os portos e verá que muitas embarcações da MB ficam largadas sem manutenção . Isto pode ser efeito garantia de emprego , coisa que não acontece na Marinha mercante onde o marítimo tem que mostrar serviço . Só lamento , pois o que digo foi o que constatei.

  17. ALS, já visitei muitos navios da MB, em portos, no Arsenal, em operação, em reparos.

    Já vi navios muito bem cuidados por suas tripulações, e já vi outros precisando urgentemente de manutenção. Muito difícil generalizar.

    O que pedi pra esclarecer foi essa sua mistura de comentários. Uma hora vc fala deste navio-patrulha especificamente (“Tripulação não quer nada com conservação , a bochecha de BB esta cheia de ferrugem.”), então eu faço um comentário sobre o que você escreveu, pra que detalhe mais a respeito pois achei difícil chegar a essa conclusão só com a imagem, sem saber a duração da comissão e outras informações. Mas aí vc começa a falar de navios que viu em Itajaí, e agora resolve falar de uma forma mais generalizada, e por fim diz que não se referia a este, mas você se referiu a ele no começo… Fica difícil entender.

  18. Mas, reitero, muito mais interessante conversar a respeito com você, que se apresenta como marítimo e argumenta com sua experiência na visitação a navios da Marinha, do que provavelmente seria com os dois sujeitos mais acima, que falam de “lata velha” ou tecem comentários sem nexo sobre o apelido “Leão do Mar”, tudo sem qualquer argumentação que preste.

  19. Roberto venha conhecer o “Forte do Castelo” em Belém-Pa, no mesmo complexo têm a Casa das 11 Janelas, a igreja de Santo Alexandre, onde as imagens possuem cabelos humanos verdadeiros (eu já doei dois pitós meus), a Igreja da Sé (onde dá origem a romaria do Círio de Nazaré), no pier do Forte sempre fica ancorada uma corveta museu.
    Sem dúvida um local muito bom de ser visitado!

  20. Nunão me passo para essa turma de “rebeldes sem causa” que criticam destrutivamente por criticar, adoram esse argumento de “culpabilizar servidores e empregados públicos pelas mazelas do país”. O problema do Brasil é a má gestão dos recursos públicos, lembrando que “Cargo de Gestão” é de natureza política, por indicação, que nada tem a ver com a competência ou mérito do escolhido e que muitas das vezes nem são profissionais do ramo ou do quadro do órgão ou empresa pública em questão. Os servidores e empregados públicos, que estudaram muito para estarem entre os melhores do país e passarem nos concursos públicos que podem ser feitos por TODOS não podem carregar essa culpa. Então, amigos, saiam de seus mundinhos de faz de conta e acordem pra vida real.

  21. Negrao.
    Morei em Belem do Para, isso foi ha muitos anos, na epoca infelizmente eu tinha “olhos” para as artes.
    Hoje lamento ter perdido essa oportunidade. Sua cidade e um verdadeiro tesouro do Brasil. Fiquei sabendo que uma dessas igrejas tem um lindo barroco trabalhado em madeira entalhada por indios catequisados. Ainda volto para visitar todas essas igrejas e admirar o que ainda resta de arquitetura antiga. Fora a culinaria e as frutas da regiao, todas deliciosas.
    Nos anos noventa estive no Forte do Castelo, fui a um belo restaurante no local com otima vista para a baia.
    Gosto de ver aquelas embarcacoes dos pescadores locais.

  22. ow amigo, vc acha que lemas de navio seriam algo tipo “Gatinho da Lagoa” ?? ou “Patinho branquinho da Cinderela” ?? o que há de errado para o lema, correlato ao navio e sua função ??

  23. Me lembro de um embarque na draga que mantem o canal de SSZ em condições. Quase peguei tétano !
    E em um graneleiro de bandeira do panamá (não lembro o nome, talvez ache alguma foto) e estava bem ruim, porem em um FPSO e Plataforma que visitei eu ví o fino da manutenção, talvez por serem bem novas.
    Difícil generalizar, depende muito do comandante e principalmente do Imediato (XO, vc acochava a manut ou cobrava o amarelo direitinho no quarto d’alva ?)
    Tem desleixo em todo lado, e navios bem cuidados também.
    Ainda assim, é muito interessante seu comentário ALS.

  24. Oi Mazzeo, mas observe a afirmação do ALS, de um ponto onde normalmente escorre água, e considerando um navio de borda livre baixa, que pega mar e vindo de comissão, até estranhei a afirmação de “ser da área” … enfim …

  25. Sr Roberto se não visitou à Fortaleza de santa Cruz construída a partir de 1553 mostrará o que era uma construção com excelentes baterias de fogo(três andares) Convido a todos que visitem. Quanto aos patrulheiro, quem dera tivéssemos mais destes. Creio que fabricação local e modernização seria muito bom para iniciarmos o que senão me engano o Almirante Guilhem afirmava: “do menor ao mais complexo”. E por aí navegaremos. Excelentes fotos.

  26. Sim, claro,v o problema é falar mal sem ter muita noção ou ao menos quando se pede algo mais abalizado, a pessoa fic sem argumento (exemplo tipico é quando a pessoa fala “sucata” … rsss

    Abs !

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