Home Indústria Naval ARA San Juan: submarino TR-1700 era invejado por outras Marinhas na década...

ARA San Juan: submarino TR-1700 era invejado por outras Marinhas na década de 1980

10241
76
O ARA San Juan em provas de mar na Alemanha

No Jane’s Fighting Ships de 1984-85, o famoso anuário sobre as Marinhas de Guerra de todo o mundo, o submarino TR-1700 que a Armada Argentina estava recebendo era um dos destaques do conteúdo e também da publicidade da fabricante alemã, a empresa Thyssen-Krupp Nordseewerke GMBH.

O submarino TR-1700, muito mais capaz que o IKL-209 (mas que na época despontava como o submarino alemão de maior sucesso em encomendas), foi projetado para atender aos requisitos da Armada Argentina, que planejava obter 6 unidades da classe “Santa Cruz”, da qual o ARA San Juan era a segunda unidade: dois construídos na Alemanha e quatro na Argentina. Eram os maiores submarinos construídos pela Alemanha desde a Segunda Guerra Mundial.

O aprofundamento da crise econômica na Argentina impediu que os planos da Armada Argentina se realizassem e a força acabou ficando com apenas 2 submarinos TR-1700, o Santa Cruz e o San Juan (ambos construídos na Alemanha). Dos quatro submarinos adicionais planejados, o ARA Santa Fe teve sua construção terminada em 70% do total e o ARA Santiago Del Estero em 30%. Desde a interrupção dos trabalhos nessas unidades, há cerca de 20 anos, várias vezes foram anunciadas retomadas na construção dos submarinos, sem sucesso.

Praticamente à mesma época que a Argentina, a Marinha do Brasil iniciava um programa de construção de submarinos de origem alemã, mas optou pelos mais consagrados e menores IKl-209, um dos quais foi construído na Alemanha e outros quatro (o último deles de um tipo aperfeiçoado) no Brasil.

Mas na época em que o programa argentino parecia caminhar bem, o deslocamento maior, a grande autonomia e a grande capacidade de armas da classe “Santa Cruz” (TR-1700) preocupava os possíveis inimigos da Argentina (leia-se Reino Unido e Chile) e também atraía a atenção de outras marinhas interessadas em submarinos semelhantes.

A empresa canadense ECS, na época da entrada em serviço do TR-1700, chegou a oferecer à Argentina a instalação de um plug no casco com um pequeno reator de baixa potência ECS AMPS[N] (Autonomous Marine Power Source [Nuclear]), o que daria ao submarino uma capacidade de propulsão independente da atmosfera (AIP). Ver desenho abaixo:

Proposta de reator de baixa potência para o TR-1700
TR-1700 no Jane’s Fighting Ships de 1984-85 (clique para ampliar)
Publicidade do TR-1700 no Jane’s Fighting Ships de 1984-85

76 COMMENTS

  1. Justiça divina para quem? Se existe Deus, foi ele quem fez o submarino afundar; se não foi, consentiu que acontecesse; se sabia e não fez nada para evitar, é culpado da mesma forma. Esse papo de Deus é que atrasa a humanidade.

  2. Os TR-1700 representam um marco importante na indústria naval alemã.
    Influenciaram o projeto dos modernos 212.
    .
    Além do tamanho maior, havia também os 2 (dois) ‘andares’.

  3. Amigos,
    Nesta matéria o assunto é o TR-1700, suas características inovadoras e seu porte mais imponente que outros submarinos ocidentais contemporâneos.
    SDS.,
    Ivan, o antigo.

  4. Carlos Crispim, mesmo eu sendo ateu, considero seu comentário totalmente desnecessário e não apropriado para o momento. Desejo que os familiares destes marinheiros encontrem força e alento para passar por esse momento difícil.

  5. Srs. Boa Noite;
    Acabei de tirar nas redes sociais da MB
    A Marinha do Brasil emprega todos os esforços na busca e salvamento do #SubmarinoARASanJuan. À população argentina, todo o nosso apoio! #ForçaArgentina #SomosARASanJuan

    Arte: Tenente Louise

  6. Mais redes sociais da MB
    #SubmarinoARASanJuan #declaraçãoMarinhadoBrasil

    Declaração do Comandante do Navio Polar Almirante Maximiano, Capitão de Mar e Guerra Heine Filho, que participa da missão de busca e salvamento:

    “À medida que o número de navios e aeronaves aumentam, as chances de encontrar o submarino também aumentam. Apesar da área ser bem grande, nós estamos percebendo aqui uma ótima coordenação da Armada Argentina na distribuição desses meios navais e aeronaves na região. Que os resultados possam ser o que nós todos esperamos: que o submarino possa ser encontrado e que todos retornem aos seus lares”.

    Para mais informações sobre o #SubmarinoARASanJuan , siga a MB também no Twitter: @marmilbr

    Ministerio de Defensa – Argentina

    Imagem: Divulgação

  7. Carlos Crispim, assim como todos os foristas respeita seu posicionamento de não acreditar em Deus (é o que dá para concluir com seu comentário), respeite também aqueles que acreditam Nele. E não fique soltando críticas aos cristãos.

  8. Falando sobre o TR-1700, li em algum lugar (não me recordo onde) que , durante a Guerra das Malvinas, o pessoal de armamento do Santa Cruz espoletou os torpedos erroneamente. Confere essa informação?

  9. Quase, era outro submarino, do tipo 209, adquirido antes. Os TR-1700 só foram construídos após a guerra.

  10. Isso, Nunão. Era o Santa Fé, correto? Lembrei agora. Foi até avariado. Li que os torpedo foram lançados mas não funcionaram pelo erro na espoletagem.

  11. Carlos Crispim. Olha, com certeza para muitos dos familiares que possivelmente perderam seus entes queridos nesse submarino, irão se apegar a Deus no momento difícil, com certeza será um alento a eles, pq todos que acreditam em Deus sabem ou crê que aqui na terra só é uma passagem. E posso te dizer, quem acredita em Deus não vive no atraso não, vive no atraso só aqueles que tem a alma vazia.

  12. Ainda bem que não funcionaram então. Caso contrário, teriam sido mais vidas desperdiçadas naquela guerra ridícula e desnecessária.
    Enfim, que estejam nossos hermanos em um melhor lugar, eu por minha parte acredito que sim estejam. E força, orações, e muita misericórdia para as famílias, especialmente aqueles menininhos que nunca mais terão papai chegando em casa.
    RIP

  13. Carlos Crispim,
    és primo do Bosco e do Soldat ?

    ____________________________

    “Governo argentino pretende demitir toda a cúpula da Marinha.”

    Ué, a culpa é do gato ? E o rato ?

    ______________________________

    Boa matéria,
    mas eu gosto do Dolphin
    Depois os Japas Soryu
    Depois a SAAB classe Gotland
    Depois eu paro e ponto.
    Ah, tem que lançar mísseis …. Harpoon ou outro brinquedo malvado.

  14. Então tem dois inacabados, o retorno aos trabalhos de construção seria interessante para a Armada Argentina. Após os trabalhos no Santa Cruz, um programa para retomar a construção dos outros dois seria oportuno. Claro que dependeria das condições desses inacabados, vai que aproveitaram partes dos mesmos na reforma dos outros dois.

    Ainda bem que ficamos no modelo popular e mais barato, se não iríamos ficar igual ao hermanos. Receberíamos um e talvez concluiríamos outro.

    Saudações!

  15. Então os TR-1700 são uma evolução dos 209… certo. Então, como perguntei antes em outro tópico, ele não tinha anteparos internos com escotilhas ? Em caso de inundação estaria mais vulnerável ?
    .
    Desde o terremoto de Lisboa no Dia de Todos os Santos de 1755 que a Divindade é questionada perante tragédias. Normal.
    Eu pessoalnwnte penso que acreditar na existência de Algo que não pode ser mensurado pelos sentidos está mais para evolução que involução.

  16. Carlos Crispim, respeito a liberdade de credo (ou a falta deste). Mas, seu comentário denota falta total de entendimento sobre o que conhecemos por Deus! Se lhe interessar, leia um pouquinho sobre livre-arbítrio. Deus não afunda ou deixa que afundem submarinos. O livre-arbítrio nos dado por Ele, faz com que os homens façam essas coisas. Para você ser a favor ou contra alguma coisa, tem que, ao menos, conhecer um pouco do assunto.

  17. O Governo corta corta corta verbas todos os anos e agora a culpa é do comando da Marinha, então comece pelo cabeças o presidente, o ministro da defesa.

  18. Em relação ao comentários acima, acho que o que atrasa a humanidade é a intolerância. Se não tens crença, respeita quem as tem. Que Deus conforte as famílias desses tripulantes do San Juan.

  19. Os que não acreditam e criticam Deus, são os primeiros a chamá-lo no momento de pânico à beira da morte.
    Igualmente aos que criticam a polícia.
    Que Deus os tenham e conforte suas famílias.

  20. TR1700 é um submarino com cara de submarino muito capazes e eficientes em seu tempo e ainda hj muito bons, muito ao contrário daqueles Oberons que o Brasil tinha na época, feios, ridículos, quadrados que até aqueles uboots alemães da segunda guerra eram mais adequados

  21. Eu sabia que alguém das forças armadas argentinas iriam pagar o pato.

    Trocar toda a cúpula das forças armadas é fácil. Agora, trocar (e prender) os políticos ladrões é difícil né?

    Acredito que aconteceria a mesma coisa aqui no Brasil.

  22. Tomara que o povo argentino não seja bobo, principalmente os parentes dos tripulantes, e peçam a cabeça dos políticos numa bandeja. Especialmente os da era Kirchner, que foi quem começou toda essa p*taria.

  23. Carlos Crispim a existência da percepção do mal denuncia a existência de Deus, pois se Ele não existisse não haveria mal nem bem, vc apelou para o paradoxo de epicuro, que já foi refutado

    lamento a perda da tripulação…

  24. Daniel,
    São coisas diferentes “não acreditar e criticar os que acreditam” e “acreditar e criticar Deus”. Não as misture porque denotam personalidades e pontos de vista completamente diferentes.
    =
    Flanker,
    Aqui não é a hora nem o lugar , mas a tese do “livre arbítrio” pode ser contestada como qualquer outra. Deus nos dá o livre arbítrio mas não a onisciência de sabermos todas as consequências futuras de nossas decisões e ainda nos puni por escolhermos as que Ele considera erradas. Isso na verdade está longe de ser “livre” e a rigor o “livre arbítrio” é uma qualidade única e exclusiva do próprio Deus.
    Sem falar que num mundo determinado pelo divino onde até uma folha que cai no chão é por obra e graça Dele e que Suas ações podem ser alteradas mediante rezas, orações, pedidos, penitência, promessas, jejum, etc., a tese do livre arbítrio perde um pouco de força.
    Os teístas preenchem alguns gaps intelectual (por exemplo: por que Deus não impediu que o submarino explodisse?) com uma outra máxima: não sabemos os desígnios de Deus para conosco mas devemos confiarmos cegamente Nele.
    Ou seja, dentro da fé há respostas para tudo, mas nem todos a tem, e se não a tem, em estando certo os teístas, essa “falha” (não ter a graça da fé) é também obra de Deus. Então, em tese, Deus seria o responsável direto por tudo de bom ou de ruim que Suas ações possam se apresentar aos nossos olhos, independente do “livre arbítrio” meia boca que possamos ter.

    Kfir,
    Contestado o Paradoxo de Epícuro? Pra mim ele é tão válido como sempre foi!! Sua contestação, se é que há, é no plano teológico dogmático e não no plano lógico racional, portanto, tal contestação não vale.

  25. Muito bom artigo sobre o TR-1700.
    Infelizmente, como a história sempre nos mostrou, a perda da capacidade de auto-defesa só é percebida pela maioria quando já não há mais tempo.
    Querer culpar a cúpula da ARA agora é politicagem de ocasião.
    E que Deus nos ajude!

  26. Fabio…
    .
    os “1700” são de uma geração posterior aos “Oberons” que certamente foram invejados pelos
    argentinos quando a marinha brasileira os adquiriu nos anos 70…porém, em 1984/1985 quando os argentinos receberam seus “1700” a marinha brasileira já havia assinado um contrato para 4 submarinos “209” dos quais três seriam construídos no Brasil…mais tarde um quarto e o primeiro o “Tupi” chegou ao Brasil ainda em 1989.
    .
    Apesar de “invejados” apenas à Argentina adotou o “1700” e apenas dois foram completados
    na Alemanha.
    .
    Os “Oberons” por sua vez foram adotados por diversas nações, receberam melhorias e permaneceram em serviço ao longo dos anos 80 e 90.

  27. Carlos Crispim. É uma imensa ignorância e falácia de sua parte inferir a existência/inexistência de deus com base na perda do submarino e sua tripulação. Você diz: “Se existe Deus, foi ele quem fez o submarino afundar; se não foi, consentiu que acontecesse; se sabia e não fez nada para evitar, é culpado da mesma forma. Esse papo de Deus é que atrasa a humanidade.” Ou seja, pelo seu raciocínio, seres humanos são marionetes controladas por Deus,o que é inteiramente contraditório com a essência desse Ser. Assim, caso um homem matasse seu irmão, foi Deus que matou, pois o homem não tem livre arbítrio algum, sendo mero robô. E isso é falso.
    A sua tentativa de argumentação é mais uma revolta contra Deus do que a convicção de Sua inexistência.
    Com relação a um presumido atraso da Humanidade, você só pode estar de brincadeira e nunca pegou num livro de História na vida. Não existe civilização sem religião. Tire do Homem sua consciência moral, reduza-o a mero instinto, tire dele a sua busca pelo transcendente e voc~e verá a Humanidade se destruir em pouco tempo.

  28. Bosco, não vou entrar em discussões teológicas com você e nem com ninguém, pois todos têm direito a acreditar, ou não, naquilo que bem quiser. Só te faço uma pergunta filosófica simples e quero que me responda apenas com um sim ou não: você acredita nos pressupostos do certo e errado, do aceitável e não aceitável, do correto e o incorreto?

    Um abraço

  29. Carlos Crispim 23 de novembro de 2017 at 22:14
    “Justiça divina para quem? Se existe Deus, foi ele quem fez o submarino afundar; se não foi, consentiu que acontecesse; se sabia e não fez nada para evitar, é culpado da mesma forma. Esse papo de Deus é que atrasa a humanidade”.

    Alguém num outro post havia dito “Haja coração!”. Agora eu digo haja saco!

  30. Daniel,
    Quem acredita e critica é o Lúcifer em pessoa. Se for um ser humano claramente não estará de posse de suas faculdades mentais porque ninguém em sã consciência iria se condenar ao Inferno eternidade afora.

    Flanker,
    “você acredita nos pressupostos do certo e errado, do aceitável e não aceitável, do correto e o incorreto?”
    Não de forma absoluta! Parece que nem o Deus bíblico assim o faz quando mais de uma vez manda passar a espada no pescoço de inocentes.

    Mas eu também me retiro do debate e não volto a falar desse tema.
    Um abraço.

  31. Fizeram que os aliados gastassem milhares de recursos, procurando ainda sobreviventes em uma situação absolutamente improvável. Pela magnitude da explosão, era muito pouco provavel que existisse algum sobrevivente.

    Talvez tenham compartilhado a informação com as marinhas amigas que se envolveram na operação, se não fizeram isso, ficaram em situação ainda mais complicada com os aliados…

    Palhaçada também dar esperança as famílias sem informar devidamente como se procedeu o incidente.

  32. Sobre o submarino, foi um grande vetor em seu tempo e ainda tem vida operacional pela frente, desde que devidamente mantido e atualizado.
    Pelo que pude ver nas capacidades técnicas, tem 2 compartimentos estanques e 200 ton a mais que o 209 1500 (o maior dos 209).

    Já haviam indícios da precariedade submarinista da armada argentina quando um modelo deles invadiu uma praia de banhistas recentemente, portando um radar chinês (que deve funcionar apenas quando o barco esta na superfície).

    A culpa só não é do vetor.

  33. Carlos Alberto Soares,
    (24 de novembro de 2017 at 1:12)
    .
    O amigo escreveu:
    “…mas eu gosto do Dolphin.”
    .
    Acredito que você deveria olhar o TR-1700 e o Dolphin com uma perspectiva diferente.
    Sugiro uma abordagem evolutiva, onde a Classe Santa Cruz (orçamento argentino) serviu de plataforma de desenvolvimento dos submarinos alemães que se seguiram, notadamente os T800, U212 e U212A.
    .
    O ARA Santa Cruz foi o primeiro diesel elétrico com deck duplo (‘dois andares’) e maior diâmetro de casco, com importantes consequências em habitabilidade, autonomia, sensores e sistemas de armas.
    .
    Vou transcrever abaixo (sem tempo para escrever) uma parte do texto do ‘Portal São Francisco’.
    .
    http://www.portalsaofrancisco.com.br/curiosidades/submarino
    .
    “Classe TR-1700: Base para novos projectos.”
    (Sim: projectos em português de Portugal.)
    .
    “Alguns projectos alemães que foram desenvolvidos quase que propositadamente para outras marinhas, acabaram também tendo influência nos seguintes produtos que a industria naval alemã apresentou. Um deles foi o TR-1700 desenhado na Alemanha pelos estaleiros Thyssen no final dos anos 70 e com a construção iniciada em 1980 foi entregue à marinha da Argentina em 1984 e 1985, embora apenas dois dos seis inicialmente previstos tenham sido construídos.”
    .
    “O TR-1700 introduziu o conceito do deck duplo num submarino com um casco com maior diâmetro. Notar também o estabilizador na vela, característica adoptada no U212.”
    .
    “O TR-1700, é ainda hoje o maior submarino em operação na América do Sul, e a sua principal característica era na altura da sua concepção e mesmo quando entrou ao serviço, a capacidade de mergulhar a profundidades superiores a 300 metros. Os estudos que conduziram a atingir uma grande resistência do casco, foram posteriormente aproveitados nos desenvolvimentos mais recentes de submarinos alemães. O navio foi pensado para operações de patrulha, pelo que tem boas instalações para garantir a presença no mar durante períodos de até 70 dias. Também a sua tripulação de aproximadamente 30 militares, resultado da automatização também permite que o espaço a bordo seja considerado bastante bom para um submarino convencional de propulsão Diesel-Electrica.”
    .
    “O TR-1700 tem dois motores a Diesel que carregam baterias para alimentar o seu motor eléctrico de 6600kW que consegue fazer mover o submarino a velocidades de até 25 nós, o que o transforma num dos mais rápido submarinos convencionais existentes, podendo percorrer à velocidade de 8 nós, um total de quase 21.500Km.”
    .
    “Sala de torpedos do TR-1700: Seis tubos em duas filas de três.”
    .
    “O TR-1700 dispõe de seis tubos de torpedos, organizados em duas fileiras de três, exatamente como o U212, mas a mais importante característica do TR-1700, está numa novidade introduzida em submarinos alemães do pós guerra. Trata-se da estrutura interna em dois andares, que foi posteriormente utilizada no U212 e no T800/Dolphin.”
    .
    “Também foram introduzidos no TR-1700 os estabilizadores colocados na vela, configuração utilizada igualmente no U212.”
    .
    “Da análise da configuração interna do TR-1700 salta à vista a enorme dimensão da área reservada aos motores. Aliás a potência dos motores do TR-1700 faz dele um dos mais rápidos, se não o mais rápido dos submarinos convencionais em operação.”
    .
    “Embora com apenas duas unidades produzidas (uma vez que as restantes foram canceladas devido à crise económica da Argentina, o TR-1700 é um submarino extremamente importante porque ele na sua configuração base a origem para projectos que mais tarde se vieram a mostrar como sucessos.”
    .
    “O primeiro navio da classe foi submetido a um complexo processo de modernização que foi efectuado pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, onde a marinha brasileira constrói os seus submarinos. Além de novos motores, foi igualmente substituído o Sonar.”
    .
    Pois é, amigo Carlos.
    Um nova perspectiva temporal se apresenta.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an oldinfantryman.

  34. No final houve mais sabedoria por esse lado da fronteira visto que os Type 209, embora menores e mais simples, mostraram-se mais confiáveis e baratos de operar apresentando-se como bons substitutos dos Oberons.

  35. Delfim Sobreira,
    (24 de novembro de 2017 at 6:52)
    .
    “Então os TR-1700 são uma evolução dos 209… certo.”
    .
    Mais ou menos.
    Evidentemente todo desenvolvimento de um novo produto será influenciado pelo anterior. Nesta ótica, o TR-1700 teria usado soluções adotadas no U209, U206 e outros ‘Us’ que vieram antes.
    .
    Mas, tem sempre um mas… 🙂
    O desenvolvimento do TR-1700 apresentou várias soluções novas, notadamente o duplo deck, que influenciaram os projetos posteriores de submarinos, como tratado no texto anterior.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an oldinfantryman.

  36. Afff era só o que faltava!!!
    Já não bastasse os mesmos xaropes de sempre que ficam com mimimi da culpa do partido X vs partido Y fazendo off tópicos sem fim…

    (Adoro discutir política, na hora e no lugar adequado)

    Chegou a vez da fé ou não fé… Religiosidade contra ateísmo, meus ovos na bigorna! arregooooo conscritos!!
    Cessou a galinhagem! Se fechem!
    Vou pagar 50 flexões no padrão só pra ver se esqueço isso…
    Retomando;
    Poderíamos discutir como os argentinos estão cada vez atrás dos seus dois vizinhos do cone sul com relação a arma submarina!
    Ou como a nossa escolha possibilitou um projeto de sucesso nos proporcionado hoje uma força de submarinos que com a modernização em curso e a compra dos torpedos MK-48 nos colocará anos ou décadas à frente de qualquer marinha da região! (Salvo a armada chilena).
    Temos um sistema de arma que dominamos podemos fazer as manutenções de meia vida e manter os 5 meios operacionais por muito tempo ainda.
    Sendo assim, creio eu, um dos nossos tripés no que se refere a capacidade de dissuasão.
    E nem se fale no PROSSUB aí sim penso que à superioridade da nossa arma submarina será em relação a todo o continente.
    Obrigado senhores é um bom final de semana à todos.

  37. ‘Vixe Maria’!
    Se já era atrevimento um antigo infante se meter em sítio de marinheiro, imagine só escrevendo sobre assunto de submarinista…
    ‘Pense’ numa ousadia. 😉

  38. Eu acho os Dolphin israelis mais invejáveis. Aliás um bom saco de $$$ e a MB teria similares. Afinal a Alemanha gramou prejuízo com os Dolphin, que foram subsidiados.
    Mas o “Pai” escolheu os Scorpenes, que foram pixulecados…

  39. Carlos Crispim 23 de novembro de 2017 at 22:14
    Mesmo considerando este assunto improprio para este espaço e tópico da matéria, não posso deixar de comentar…
    Nós brasileiros criamos um ditado idiota “Política e religião não se discute”! Este ditado só demonstra que nossa cultura ainda é medíocre, pois quando um povo é lúcido, estes assuntos devem estar sempre a mesa!!!
    Não sou religioso, não tenho fé, não fui agraciado com este dom!
    Sim, a fé é um dom e eu não possuo ele, não acredito em nada que diz respeito a criação, e vivo muito bem assim.
    Admiro as pessoas que tem fé, pois podem usa-la como suporte nas horas difíceis, já quem não tem, bom, nós que não temos fé, somos os únicos responsáveis por nossos erros e acertos…
    Sobre o respeito a opinião alheia, isso nem preciso falar nada, pois crença não tem nada a ver com respeito…

    Sobre o colega que comentou sobre estudar a história para saber sobre religião, só posso lhe aconselhar a nunca mencionar a história humana quando pretender defender sua crença, pois não tem muitos períodos positivos…

    Tivemos monstros assassinos em massa que defendiam religião;
    Tivemos monstros assassinos em massa que defendiam o ateísmo;
    Portanto não é um crença que faz um ser humano digno ou decente, a mitologia faz parte da nossa história, mas isso não quer dizer que ela traga paz ou guerra, pois é a busca por poder e riqueza que fez eclodir as guerras…

    Não escrevo mais sobre isso aqui… Foi um desabafo. Abs.

  40. Delfim Sobreira, eu concordo com você! acho que já estávamos construindo os Type 209 caberia a nós aprimorar o desenho e introduzindo modificações que o tornassem mais customizado às nossas necessidade. De igual forma seria interessante um intercambio com a marinha israelense no intuito de obter maiores informações sobre como eles chegaram a um desenho como o do Dolphin.

  41. HMS.1
    Provável dos alemães terem o projeto dos Dolphin. Ou adiciona-se tubos de mísseis no projeto do 216.
    E lembrando que as frequências de ressonância dos Scorpenes viraram domínio – e piada – públicos.

  42. HMS Tireless e Delfim, creio que vocês estejam simplificando uma história que é bem mais longa e complexa que isso.

    Não é algo tão simples essa história de que bastaria “aprimorar o desenho e introduzindo modificações que o tornassem mais customizado às nossas necessidade”, seja falando de IKL 209, seja de Dolphin como estão mencionando.

    O objetivo da MB na época, com a experiência na construção dos IKL 209 e com o aprendizado em projeto, que fazia parte do contrato com os alemães, era construir um submarino de projeto nacional, partindo de nossas necessidades específicas, não apenas customizar. Era um programa mais amplo que isso, onde os submarinos de origem alemã eram o começo de um caminho mais longo.

    O projeto do submarino nacional, a partir da experiência e aprendizado contratados com financiamento externo junto ao fornecedor alemão, avançou muito bem até o momento em que não se conseguiu a liberação de verbas no Brasil para seu prosseguimento. Tentou-se mais uma vez, novamente não foi viabilizado financiamento interno para isso. Também era objetivo, após projetar e construir esse submarino convencional brasileiro, partir para o projeto de um submarino nuclear.

    Enquanto isso, prosseguiu-se na construção do Tikuna, que é um Tupi aperfeiçoado. Para tornar viável a continuidade da construção de submarinos no Brasil, houve uma seleção em que se decidiu pela construção do novo Tipo 214, alemão, com financiamento externo para viabilizar as verbas. Esse contrato não vingou, pois com a mudança no comando da MB decidiu-se que o projeto de um submarino nuclear teria que fazer parte do pacote como um todo (e consequentemente uma base e estaleiro novos, pois a operação de um submarino nuclear não seria possível na base existente em Niterói, nem a sua construção no AMRJ), e daí partiu-se para o contrato com a DCNS francesa, novamente com a maior parte do financiamento externo para viabilizar as verbas necessárias.

    E olha que fiz um resumo do resumo do resumo do resumo nos parágrafos acima.

    Mas, se dá pra tirar uma síntese desse ultra-resumo, dá pra dizer (generalizando) que quase sempre se esbarra na capacidade financeira própria do Brasil para os programas da MB (e outros programas militares em geral). Boa parte deles, historicamente, só conseguem ser viabilizados com financiamento externo.

  43. Aqui tem comentários de especialistas, leigos no qual me encaixo e agora temos comentários de um ______________Carlos Crispim.
    Como vivemos em um “democracia” ele fala o que quer e eu também.

    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO FAÇA ATAQUES PESSOAIS. LEIA AS REGRAS DO BLOG NA PÁGINA INICIAL

  44. Delfim Sobreira e HMS TIRELESS,
    .
    T800 Dolphin, U212 e U212A são submarinos que adotaram muitos dos desenvolvimentos do TR-1700.
    O duplo deck é o exemplo mais significativo, permitindo melhor arranjo de sensores, sistemas de armas, propulsão e tripulação, dentro de um casco mais largo.
    A comparação não faz sentido.
    .
    O mais novo tem que – obrigatoriamente – ser melhor que o inicial. Afinal, são engenheiros alemães… 🙂
    .
    Sds.

  45. Comentários insistindo em discutir religião, que não tem nada a ver com o tema da matéria, estão sendo apagados.

  46. Eremildo no ensejo de consolar aos “invejosos” me recorda um dito de um outro colega aqui desse mesmo espaço: “ter não significa [poder] operar…”
    .
    Não bastasse isso, o paradoxal Eremildo vai além e acredita que haja uma nova versão ao dito acima: “Poder operar não significa operar com poder…”
    .
    Depois dessa, vou humildemente me limitar a dizer que a “inveja” realmente MATA! Principalmente quando não se tem condições adequadas por se manutenir a operação.

  47. Os argentinos adotaram a classe TR-1700 graças ao seu casco maior pois já planejavam construir unidades movidos a energia nuclear. Caso o projeto fosse para frente provavelmente seriam construídos os menores submarinos nucleares da História, colocando a armada argentina em uma posição muito superior a dos seus vizinhos sul-americanos. O que impediu os argentinos de prosseguirem com seus planos foram a crise econômica, a crise política e todo o descrédito no qual os militares caíram após o fim da ditadura militar.

  48. E, pensar que os argentinos poderiam ter submarinos nucleares, com tecnologia canadense. Será que o Chile se tivesse uma oferta desta perderia?? Acho que não. Eu ainda duvido que o Brasil quer ter um submarino nuclear; este projeto da MB é só para poderem desviar alguns $$$$, . O tempo dirá.

  49. Nunão,
    .
    “Comentários insistindo em discutir religião, que não tem nada a ver com o tema da matéria, estão sendo apagados.”
    .
    Radical.
    Mas acredito que seria uma boa providência.
    Com um tema interessante e importante como o desta matéria, assim como outras tantas, alguns insistem em discutir questões não relacionadas. A leitura do comentário fica cansativa, prejudicando quem está realmente interessado no assunto.
    .
    Algumas vezes tentei trazer o debate para o que se apresentava na matéria acima, propondo uma discussão sobre a importância da classe de submarinos argentina Santa Cruz – TR-1700 -, seu significado para o desenvolvimento dos submarinos diesel elétricos alemães do final do século XX e início do XXI, sem sucesso.
    .
    Um desperdício de tempo, pesquisa e digitação.
    .
    Por essas e outras que alguns debatedores centrados se afastam do fórum.
    .
    Uma pena.
    .
    Em tempo:
    Confesso que no final do século passado olhava com admiração para os TR-1700 argentinos, talvez até uma pontinha de inveja (‘mea culpa’).
    .
    Forte abraço,
    Ivan, o Antigo

  50. Ivan
    Grande …..resumindo os Subs Alemães são os melhores e para comprovar temos o Tio Jacó comprando(ganhado quase de graça); E eles já tem 6 e querem mais brinquedinhos Alemães rsrsrs…..

  51. Gustavo,
    (24 de novembro de 2017 at 14:53)
    “Os argentinos adotaram a classe TR-1700 graças ao seu casco maior pois já planejavam construir unidades movidos a energia nuclear.”
    .
    Sim.
    Era bem por aí.
    .
    Se você observa o tamanho da boa dos Santa Cruz com seu inovador duplo deck (‘dois andares’) em relação aos U208 fica claro que a parte de máquinas na parte posterior do navio dava margem para ‘criatividade’.
    .
    Apenas como referencia.
    .
    Type 209/1400 (Tikuna):
    Deslocamento: 1.586 toneladas (submerso);
    Comprimento: 61,2 metros;
    Boca: 6,25 metros;
    Calado: 5,50 metros.
    Os Type 209/1500 eram um pouco mais parrudos.
    .
    Type 214:
    Deslocamento: 1.860 toneladas (submerso);
    Comprimento: 65,0 metros;
    Boca: 6,30 metros;
    Calado: 6,00 metros.
    .
    TR-1700:
    Deslocamento: 2.264 toneladas (submerso);
    Length: 66,0 metros;
    Boca: 7,3 metros;
    Calado: 6,5 metros.
    .
    Type 212:
    Deslocamento: 2.264 toneladas (submerso);
    Comprimento: 57,2 metros;
    Boca: 7,0 metros;
    Calado: 6,0 metros.
    .
    T800 Dolphin 1 (o Batch 2 é maior) :
    Deslocamento: 1.900 toneladas (submerso);
    Comprimento: 57,3 metros;
    Boca: 6,8 metros;
    Calado: 6,2 metros.
    .
    O que se percebe é um degrau tecnológico no TR-1700, talvez financiado pelos argentinos no seu projeto estratégico de potência atlântica (ao menos no Atlântico Sul). com com ótimos dividendos para a indústria naval alemã, que domina – antes e depois – o know-how e know-why.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an oldinfantryman.

  52. Lembrar que o TIKUNA, como muito bem ali encima o Nunão observou, foi um desenvolvimento do IKL 209 e, além de bem sucedido, deve seu up-grade em grande parte a desenvolvimento realizado no Brasil.
    Esse tristíssimo episódio do SJ – quero aqui novamente prestar minha solidariedade principalmente às famílias dos seus tripulantes – demonstra que o teatro de operações da ARA é muito diferente do TO da MB, a começar pela morfologia do leito oceânico, intensidade (amplitude e frequência) das ondas, etc. Com isso me parece que as especificações da classe TR-1700 seguem uma filosofia baseada em missões de longa duração, em águas profundas, enquanto que o IKL-209 e os Scorpènes são mais voltados a missões mais próximas à orla marítima. Já na repaginação dos Tupi para o padrão Tikuna, a principal motivação foi alongar o casco para aumentar capacidade de combustível e assim ganhar mais autonomia. Inclusive, salvo novamente um lapso de memória, há um segundo Tikuna iniciado mas não acabado.

  53. Soldat,
    .
    “os Subs Alemães são os melhores…”
    .
    Os melhores para que?
    .
    O conceito de ‘melhor’ é ambíguo, muitas vezes maniqueísta.
    (Detesto maniqueísmo…)
    .
    No século passado, ainda na graduação, um velho professor ensinava que ser adequado é mais importante que simplesmente ‘o melhor’.
    .
    Para o Teatro de Operações – ou simplesmente TO – do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental, possivelmente, o ‘melhor’ submarino (mais adaptado aos mares e missões) seja o T800 Dolphin.
    Para o TO do Báltico fica entre o U212A e o Gotland.
    No TO do oeste do Pacífico, considerando apenas os diesel elétricos com AIP, os japoneses maiores classe Sōryū são forte candidatos a serem os ‘melhores’.
    .
    Depende do cenário, da missão e dos recursos.
    .
    Abç.,
    Ivan.

  54. Caro Rinaldo,
    O problema dos torpedos SST-4 usados nos IKL argentinos foi um dos principais tópicos do livro “O Código das Profundezas” do Roberto Lopes.
    Em que pese não haver uma confirmação da força, por se tratar de assunto sensível, a principal explicação adotada foi que o umbilical que fornecia energia ao torpedo tinha suas fases invertidas. Quando o torpedo passava a usar sua fonte interna, o giroscópio entrava em precessão e a eletrônica ficava doidona, pois as fases eram alteradas.
    Os submarinistas mais experientes da ARA na época da guerra estavam acompanhando a construção dos dois 1700 na alemanha e isso pesou sobre o desempenho dos 209, assim como o fato estarrecedor que o nunca haviam lançado um torpedo com cabeça de combate desses submarinos.
    Sugiro a leitura do livro, ao qual o Galante contribuiu aliás !

  55. Estou realmente chocado. Em meio a uma tragédia dessas um sem noção como o Carlos Crispim dá um soluço intelectual e Deus e religião entram na história.. Para falar do mínimo dos mínimos, porque cada um sabe do si, é um tremendo desrespeito aos 44 tripulantes do submarino fazer esse tipo de colocação, provocando reações dos demais apenas pelo prazer de se fazer notar por alguns segundos.

  56. Ivan 24 de novembro de 2017 at 16:07 eu não tinha conhecimento destas características “especiais” do TR1700. Você pode nos informar mais? Esse projeto de uma planta nuclear no casco dos TRs era viável ou ficou no campo das hipóteses para um futuro qualquer? Quando eu digo viável, não me refiro apenas à questão de recursos (o mais crônico problema aqui na AL), mas tecnicamente falando.

  57. Bosco e Ivan, o conceito filosófico de certo e errado é muito mais amplo e vai muito além de maniqueísmo. Mas em observação ao colocado pelos administradores desse espaço, paro por aqui com esse assunto, totalmente fora do tópico. Em outra oprtunidade talvez possamos discorrer mais sobre esse tema. Um abraço à vocês.

  58. Galante, por favor faça algum artigo sobre o ECS AMPS[N] (Autonomous Marine Power Source) e se existe viabilidade de nos nossos scorpene.

  59. Ecosta, pedimos que não faça o mesmo comentário em mais de uma matéria.
    O comentário repetido em outra matéria foi apagado.

  60. Alex 24 de novembro de 2017 at 0:00
    “Carlos Crispim, assim como todos os foristas respeita seu posicionamento de não acreditar em Deus (é o que dá para concluir com seu comentário), respeite também aqueles que acreditam Nele. E não fique soltando críticas aos cristãos.”

    Só deixando claro, o Alex dessa msg acima não sou eu, parece ter dois por aqui e como não comento há muito tempo, acho q esse é mais antigo. Talvez seja o caso de eu mudar de nick.

  61. Pessoal, independentemente de quem tenha colocado a questão divina na história, já pedimos mais de uma vez para tirá-la e focar no assunto da matéria.

  62. Vamos imaginar o seguinte: se não houvesse a idéia de se fazer um veículo militar que submerge nas águas do oceano o San Juan jamais teria explodido. Certo? Sim! Não haveria submarino não haveria a tragedia. Se o homem decidiu fazer o submarino por conta própria qual é a culpa de Deus? o verdadeiro culpado é o homem. Não me venham com a história que Deus afundou ou deixou de afundar o submarino. Deus não tem nada haver com a ignorância do homem…

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here