Home Marinhas de Guerra Segue a busca ao ARA San Juan em uma área mais concentrada

Segue a busca ao ARA San Juan em uma área mais concentrada

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29/11/2017 — O submarino ainda não foi localizado. O navio ‘Sophie Siem’ já opera na área e o ARA ‘Islas Malvinas’ embarcará outro submersível russo

O porta-voz da Armada Argentina, capitão Enrique Balbi, disse esta tarde que os esforços de busca do submarino ARA San Juan continuam em uma área concentrada de 40 quilômetros de extensão.

“Estamos esgotando todos os equipamentos de alta tecnologia dos 8 navios que estão na área, incluindo os da Armada Argentina e outros países”, explicou ele ao atualizar a coletiva oficial do Edifício Libertad.

Além disso, ele observou que o navio Sophie Siem já está na área de operações com o submarino dos EUA, que até que seja detectado em San Juan, não pode ser usado”.

“À noite, o Islas Malvinas chegará a Comodoro Rivadavia, e embarcará o submersível remoto de origem russa, com capacidade de submersão de 1.000 metros”, explicou.

FONTEgacetamarinera.com.ar

35 COMMENTS

  1. Diante do atual quadro de poucas esperanças de achar alguém vivo depois de tantos dias, realmente a presença do Felinto Perry chega em boa hora, devido aos seus equipamentos próprios para esse tipo de busca e salvamento. Pena que diante de todas as informações amplamente divulgadas aqui no BN sobre a proporção da explosão, encontrar o San Juan ainda inteiro (mas submerso), definitivamente é algo que fica só em expectativa, pois a realidade tende a ser outra. Infelizmente.

  2. Se o equipamento do Felinto Perry é efetivo para até 300 metros de profundidade e o ARA San Juan provavelmente está a cerca de 1000 metros, a presença do K-11 tem mais efeito moral e político do que prático

  3. Me parece óbvio, pela rota que o ARA San Juan seguia, que esse ruído de explosão tem grandes chances de ter sido o submarino explodindo. Agora, porque só agora, depois de 2 semanas que esse dado da explosão veio a tona ? Ou se já sabiam desse relato, porque não intensificaram as buscas nessa área ? Talvez não tenha sobrado nada do submarino, mas poderiam já tê-lo achado e acabado com a angustia das famílias.

  4. Roger 29 de novembro de 2017 at 17:54
    “Diante do atual quadro de poucas esperanças de achar alguém vivo depois de tantos dias”

    Discordo, o atual quadro é de poucas esperanças de achar os corpos.

  5. Opinião de leigo total, mas acredito que o submarino tenha se fragmentado completamente e dependendo do grau da explosão, os fragmentos devem ter se espalhado por uma área bem ampla… Dependendo da profundidade não tenho muitas esperanças de achar alguma coisa não… Infelizmente…

  6. Não entendo nada sobre varredura no leito marinho, mas creio que o relevo irregular de uma região de transição de profundidades deve dificultar as imagens, no sentido de forma-las com precisão. Pelo andar da carruagem o submarino deve estar pousado em uma parede obliqua, Se for isso, a varredura fica mais complicada e lenta ou falei bobagem?
    Quanto ao K-11 a presença dele nas região passa bem longe de ser política. Se fosse política mandariam um navio mais rápido e menos específico, pelo meu entendimento.
    Abraços

  7. luiz antonio 29 de novembro de 2017 at 20:14
    Não disse que a decisão de enviá-lo, uma semana atrás, foi política. Mas a presença dele nas atuais circunstâncias é totalmente inútil

  8. JT8D , concordo com você. A tecnologia disponível no K11, além de defasada, não serve de nada para as profundidades encontradas no local.

  9. Alexandre Galante 29 de novembro de 2017 at 20:25

    Ainda não tinha visto um gráfico deste tipo tão detalhado. Ótima informação

  10. Mk48 29 de novembro de 2017 at 20:30
    Não sei se o K-11 está defasado, mas há vários navios que fazem essa funçao já operando na área de busca

  11. São navios off shore, o atual suprasumo da tecnologia submarina, não é culpa do “Ás de Copas” e sim, é o reflexo do atual nivel tecnologico da área, não ha como comparar a tecnologia de embarcaçãoes off shore de última geração com os os outros de outras épocas

  12. bem…agora vamos aguardar e esperar que consigam localizar o SJ e colocar um ponto final nisso tudo para que as familias cuidem dos seus ou que pelo menos tenham a certeza, seja qual for, refletirem sobre o caso e quem sabe tirar lições dessa tragédia. Não será nada fácil pelo jeito.

  13. ‘tem uma informação critica ai do submarino argentino, ele poderia sobreviver a um mergulho de 800 m? 0.0

    o gráfico afirma que ele estava quase 600 metros quando houve o incidente…
    .
    Não to levando tanta fé assim e para que o comandante mergulharia tanto, já com problemas no navio? sabendo , se é que sabiam, do risco de hidrogênio…

  14. O Felinto não tem cabos para içar, caso seja necessário trazer partes ou peças para a superfície? Além de outros equipamentos, heliporto, etc.
    Então, pode ser útil ficar por lá sim, como não?

  15. Enfrentar o mar do Atlântico Sul a bordo do K-11 deve ser bem desagradável, o pior é ir até a Argentina para nada, pois o seu equipamento é para uma profundidade bem inferior a possível localização do submarino, já existe na região navios com equipamentos superiores, podem mandar de volta o k-11.

  16. MO, não tem mais?? Foi retirado?

    “convés de vôo octogonal de 19 m de diâmetro, acima do passadiço, com capacidade de receber helicópteros de médio porte”…

  17. Dizem que 300 metros era a profundidade limite do San Juan. Levando em conta uma margem não contabilizada e os coeficientes de segurança usuais, aos seiscentos metros ele já teria falhado por esmagamento. Daí meu estranhamento sobre a info de quase 900 como profundidade de falha estrutural do San Juan.

  18. Jeff, acho que o MO entendeu que no seu comentário estava escrito que não tinha convoo, daí a confusão. Melhor zerar o assunto e voltar ao início…

    PS: sim, o navio tem convoo e de boas dimensões, percepção que fica mais evidente quando se vê de perto. Já tive oportunidades de conferir pessoalmente, tanto olhando o convoo a partir do próprio navio quanto voando sobre ele.

  19. A profundidade referida no gráfico parece-me estar representada em pés e não em metros. Ou eu que estou confundindo as coisas?
    Sds.

  20. cfsharm 30 de novembro de 2017 at 10:35

    Pelo que foi apresentado em outro tópico (Isobática) a unidade esta em metros.

  21. Amigos.. desculpem-me pela ignorância a respeito deste assunto, mas no caso de uma explosão não haveria algum tipo de objeto flutuando?? No caso de uma implosão ai creio que nada escape!

  22. Jefferson, de repente é porque não existe novidades MAS principalmente a coisa perdeu fôlego, senão estariam entrevistando especialistas, contando histórias dos marinheiros, alguém trazendo um “furo” etc etc.

    Everton, já li que qualquer detrito mesmo o óleo depende de n fatores, desde a profundidade (pressão e temperatura da agua) a correnteza para chegar (quando chega) a superfície e mesmo que chegue, pode se misturar ao “detrito normal” e não ser identificado tão rápido.

  23. “kfir 29 de novembro de 2017 at 21:17
    o gráfico afirma que ele estava quase 600 metros quando houve o incidente…
    .
    Não to levando tanta fé assim e para que o comandante mergulharia tanto, já com problemas no navio? sabendo , se é que sabiam, do risco de hidrogênio…”

    kfir, se ele estava a 600m quando da implosão/explosão então já estava com sérios problemas, talvez fora de controle, pois nenhum comandante ultrapassaria 300 metros de profundidade em sã consciência. Ninguém arriscaria danos estruturais ainda mais numa nave que já não estava nas melhores condições.

  24. jefferson espindola 30 de novembro de 2017 at 12:48
    porque hoje a imprensa nao esta divulgando mais noticias?

    Pq não há o que dizer, apenas repetir as mesmas coisas, o que irrita. Mas pode ter certeza q eles não estão parados e trabalhando muito melhor agora sem os abutres da midia em volta o tempo todo.

  25. Delfim, a título de curioso e sem embasamento algum no caso argentino, em caso de ausência, desaparecimentos, longas viagens a outro país, etc, é comum algum interessado solicitar o bloqueio de contas com o propósito de evitar fraudes.
    No Brasil, ocorre em um número estatisticamente muito alto de pessoas desaparecerem e grupos criminosos compostos por funcionários das instituições bancárias realizam as movimentações fraudulentas. Até transferência fraudulenta de imóvel en cartório de registros ocorre nesse tipo de situação.
    É a parte mais abismal da crueldade humana.

  26. HP 30 de novembro de 2017 at 14:56
    Apenas para exemplificar que após o acidente do voo Gol 1907, apareceram operações financeiras realizadas por pessoas utilizando dados de vitimas fatais. Pior ainda: militares da FAB que participaram dos trabalhos de resgate foram acusados injustamente de se apropriarem de documentos das vítimas. Os acusadores nem se deram ao trabalho de saber que os documentos nem seriam necessários pois os bandidos infiltrados nas instituições financeiras fazem isso sem tirar os traseiros das cadeiras. Os acusadores (que utilizaram a cumplicidade da mídia) também não têm a mínima ideia da carga emocional envolvida em um ambiente de resgate de vítimas de acidentes aéreos. Atitudes simplesmente cruéis, desumanas e irresponsáveis.

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