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ARA San Juan: Armada Argentina encerra operação de resgate da tripulação

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ARA San Juan

A Armada Argentina em coletiva de imprensa realizada com 6 horas de atraso, informou que não haverá mais operação de resgate da tripulação do submarino ARA San Juan, tendo em vista que está desaparecido desde o dia 15 de novembro e nada foi encontrado até agora.

As buscas irão continuar, mas com foco na localização dos destroços, com equipamentos específicos para a tarefa. Os equipamentos e tripulações de salvamento serão dispensados.

Depois de ter percorrido um milhão de milhas náuticas e de analisar a área a uma profundidade de 300 metros sem resultados positivos, somado ao fato de que a última comunicação da tripulação foi há duas semanas, a Armada mudará o protocolo de busca e resgate para apenas busca do navio.

Nas últimas horas, percebeu-se que vários dos navios que participavam das tarefas no Golfo San Jorge estavam retornando a Comodoro Rivadavia. Entre eles, o Atlantis, dos Estados Unidos, o Sophie Siem, da Noruega e o Didi-K, do Uruguai.

51 COMMENTS

  1. E agora ?!
    Efetuar o funeral com as honras militares , pois todos os 44 morreram em serviço com 44 caixōes vazios. Tristeza geral para todas as famílias, pois nem os corpos conseguiram resgatar e devolver as famílias com dignidade.
    Deveria ser o mínimo necessário, acredito que todos os parentes dos 44 sabiam do risco de vida, devido à profissão que tinham.

  2. Vão tentar achar os corpos? Caso encontrem o submarino meio intacto, tem como entrar e tirar os corpos com maquinas tipo robos?

  3. Apesar de toda a solidariedade e ajudas técnica e material, não se logrou encontrar os tripulantes e nem a nave.
    Espero que se tirem liçòes deste naufrágio misterioso.
    Sds.

  4. Só vão tirar lições se encontrarem destroços e recolherem alguns para exame, como fizeram com o USS Thresher e Scorpion.

  5. Alex, impossível achar o submarino intacto, provavelmente o casco se fragmentou quanto implodiu na profundidade de colapso.

  6. Alexandre Galante 30 de novembro de 2017 at 19:32
    Concordo com todo seu contexto.
    Já imaginaram…
    Nessa altura da tragédia, confirmando-se a causa (implosão ou explosão) do submarino, depois de 15 dias deste acidente, nada mais deve ter sobrado de vestígios dos 44 corpos, afinal tenhamos em mente que um corpo humano jamais teria capacidade de suportar tamanha pressão nas profundidades que o submarino atingiu no momento de colapso e de perda de estabilidade. “Se” encontrarem o casco, estará certamente retorcido ou espalhado em diversos pedaços, e numa área de grande profundidade.

  7. Muito triste o ocorrido, mas é um risco a que os submarinistas estão sujeitos. A tristeza se agrava com a exploração do episódio por uma parte podre da imprensa, que inventou teorias absurdas, especulou sem nenhuma base em fatos concretos e fez uso político dessa tragédia

  8. A questão não é encontrar o que restou do casco, mas SE a ARA quer ou não que ele seja encontrado. Questionamentos “delicados” precisarão ser respondidos, se isso acontecer. Desde os primeiros comunicados desconexos do centro de comunicação da ARA ficou claríssimo que:
    1) Se sabia muito mais do que se estava revelando:
    2) Havia uma campanha deliberada de dissimulação em curso;
    Os inúmeros relatos de corrução e falha nas manutenções do SJ, que circularam na mídia argentina, só corroboram com isso.
    A ARA não quer que nada disso venha à tona, pelo simples motivo que ainda tem duas dessas “armadilhas” em seu arsenal.

  9. Bom !!!
    Pelo menos uma noticia boa !!!
    Npa Maracanã já foi removido do Eisa (Ilha do Gov) para o AMRJ com sucesso.
    Vai ser finalizado lá agora.

  10. Alexandre, boa noite…
    Por favor, vc tem como explicar o não uso dos carros nacionais como GUARA da avibras e outros nacionais.
    Por escolhas estrangeiras, como especulação humeve e o da Iveco….

  11. Além dos problemas técnicos também houve erro humano. O capitão do SJ deveria ter mudado o rumo para águas mais rasas, ou ir direto para a base naval ou porto mais próximo.

    É uma tragédia que tem paralelos com o avião do Chapecoense, aonde o piloto não fez escala para reabastecimento e não contava com os problemas no trafego aéreo em Medellin.

    É o tal Fator Humano entrando na equação da tragédia.

  12. Aldo, na primeira matéria sobre a perda do ARA SJ eu falei exatamente isso, “RIP”, e fui criticado.
    No entanto, o tempo é o senhor da verdade, e sabendo como é o Atlântico Sul e a condição precária da ARA, o desfecho desta história já era esperado.

  13. Calma Tadeu. Não se dispõe de todos os elementos acerca do evento, que permita imputar qualquer culpa ao Sr. Comandante do Submarino. Pior ainda um paralelo com o triste acidente com a aeronave que transportava a Chape.

  14. A matéria do CLARIN é muito esclarecedora. As condiçoes do Atlantico sul, realmente, são terriveis. Um submarino com essas propriedades não poderia receber essa missão. A coragem e capaciade técnica não conseguem superar certas condições. Os reparos do casco, ao que tudo indica, nada tiveram a ver com o ocorrido. Os outros submarinos desse tipo permanecem aptos para as missões para as quais foram projetdos.

  15. E a Marinha do Brasil foi muito criticada por não achar o avião A-4 acidentado. Desta vez, nem os Estados Unidos acharam coisa alguma. Para verem a dificuldade que é. Que consigam tira algo deste episódio para, ao menos, servir de alerta em relação a algum procedimento em uso nas Marinhas pelo mundo.
    Que descansem em paz e que Deus conforte as famílias. Bravo zulu.

  16. Só espero que os culpados sejam punidos. Na realidade, é esperar a justiça de Deus.
    Essas republiquetas da américa latrina sempre dão um jeito de livrar assassinos e bandidos.

  17. Triste ironia que a vantagem principal do ARA San Juan, o seu inigualado banco de baterias, tenha sido, afinal, a causa da sua perda…

  18. Desejo conforto de Deus aos corações das famílias e amigos dos heróis do ARA San Juan.
    Que o sacrifício deles seja valido para uma mudança de consciência em relação a segurança dos equipamentos miliares na América Latina.

  19. BFESP 1 de dezembro de 2017 at 9:52
    Voce tem razão. Fui um critico das buscas pelo A4 que não foi encontrado. Criticas feitas por um leigo como eu. Essa tragédia demosntra de forma definitiva que muita coisa ainda deve ser feita para superar as dificuldades de encontrar algo no mar, mesmo pelas grandes potências que utilizam tecnologias de ponta e mesmo assim não encontaram ainda. Muitas lições só são aprendidas com a realidade e com o tempo.`
    À MB e à FAB, meus respeitos e reconhecimento pelo trabalhos das tripulações envolvidas nas buscas. Cumpriram com suas obrigações e missões.
    Espero que encontrem o SJ do jeito que for e assim concluir os trabalhos e alentar as familias.

  20. Lamentável, porém previsível , o desfecho desta tragédia. Não adianta procurar culpados. O alistamento na Arma Submarina é voluntário exatamente por conta dos riscos envolvidos.

  21. Muito triste o ocorrido.
    Pior ainda é saber que isso não mudará em nada a situação de precariedade da ARA e das demais FFAA argentinas.

  22. Particularmente creio que a ARA, a familia e porque não a Argentina está (ou deveria estar seriamente) em luto, não é momento de apontar erros, culpados, não é de bom tom, afirmar que furano ou beltrano é o culpado, na minha opinião é muito prematuro. Hoje a POSSÍVEL causa é a explosão por causa das baterias, sim as causas devem ser investigadas MAS encontrar o submarino para tentar entender e não repetir o erro é mais importante que apontar culpados, tenho a minha opinião sobre erros humanos mas creio que é leviano publicar isto como uma possível causa. Temos que ter cuidado em condenar alguém que de repente (veja bem de repente) não tem culpa alguma.
    Entrando em um mundo de conspiração, quem garante que esta possível causa da bateria não seja uma cortina de fumaça para esconder a real causa, como uma possível fissura que a ARA ja conhecia mas não era considerado algo sério e por ai vai.
    Melhor esperar para termos mais detalhes, pode ser publicado? Não sei, temos que botar fé na democracia Argentina.

  23. Se a explosão realmente ocorreu a 15 de novembro, acredito que em questão de poucas horas não havia mais vida a bordo da nave.
    Se o comando da armada recebeu o comunicado e nada disse até quase 7 dias após o fato, deve ter algo muito grave a esconder.
    Se temos um comunicado deliberadamente “engavetado” durante 7 dias, temos todo o direito de imaginar que esses 7 dias serviram como “queima de arquivo” sobre eventuais irregularidades ou falhas.
    Se bem conhecemos o tipo de gente que comanda ou administra as forças armadas argentinas, temos algo parecido como homicídio doloso.
    Se bem sabemos como funcionam as coisas no mundo militar-corporativo, mais uma vez o povo argentino será convidado a pagar prejuízo e indenizações.
    Enfim, esse submarino não pode ser encontrado. Afinal, sem provas ou indícios, ninguém poderá ser acusado de absolutamente nada. O resto é apenas suposição e achismo.

  24. Pelo que entendi até o som detectado em 15 de novembro ter sido devidamente analisado
    vários dias se passaram. Se por algum motivo o som tivesse sido devidamente classificado
    mais cedo não faria sentido à Armada ter escondido até porque já seria do conhecimento de outros também.

  25. Poderiamos ter uma materia de avaliação do Tikuna comparativamente a um IKL-209 e detalhar estas diferenças.
    .
    Gosto dele, deveriamos ter mais algumas unidades desta versão unica

  26. trecho do artigo do jornal El Clarin, de Buenos Aires. Tudo aponta a um problema com as baterías, uma soma de vários fatores que levaram ao desastre:

    Submarino San Juan: “En 2 minutos una descarga eléctrica descontrolada averió la nave”
    Es la hipótesis de la tragedia para el capitán de fragata e ingeniero naval Horacio Tobías, quien navegó el San Juan y lo reparó varias veces.

    [Imagen: S1MhxlCxM_930x525.jpg]
    El Ara San Juan saca vapor por su popa al cargar baterías en Mar del Plata.

    En una entrevista con Clarín, Tobías -quien navegó el San Juan y lo reparó decenas de veces- dio la hipótesis más sólida de lo que pudo haber pasado con el submarino en función del último parte que envió el comandante Pedro Martínez Fernández cuando reportó que “ingresó agua de mar por sistema de ventilación de baterías n° 3, ocasionó cortocircuito y principio de incendio… al momento de inmersión propulsado con circuito dividido sin novedad de personal” y otras pistas. El militar aclaró que no se podría hacer un estudio más profundo hasta que se localice y recupere la nave.

    -¿Qué significa que el comandante de submarinos reportó una comunicación del San Juan en la que dice que ingresó agua por el sistema de ventilación al tanque de baterías que ocasionó un cortocircuito y principio de incendio?

    -Si es textual su contenido se tiene que interpretar que básicamente el balcón de barras de la batería de proa se mojó con agua de mar. Hay que ver que el contexto en que entró el agua que fue un temporal con olas de 6 ó 7 metros y una periodicidad de 6 segundos. Estaba cargando las baterías y entraba agua por la cabeza del snorkel. Es lógico con olas de 6 ó 7 metros y un snorkel que aflora 50 centímetros. La masa del agua sobre el snorkel habrá sido de 5 metros. Eso hace que se filtre agua. Si bien es una tapa que abre y cierra no es totalmente hermética. Es un flap. No es como una canilla que uno cierra y aprieta. Es una chapa que cierra sobre una junta y que tiene un pistón hidráulico que se acciona por órdenes de dos microsensores que anuncian la altura de la ola y que cierran antes para que no entre, digamos, el mar entero. Entra poco, pero no un mar entero. Habitualmente, eso va a un pozo donde se junta el agua y el aire es chupado por las máquinas y los ventiladores de baterías que barren todo el hidrógeno que se genera en el cuarto de baterías. Antes de sacar el periscopio para hacer snorkel toda la tripulación se sienta y se pone los cinturones de seguridad, se ata a su silla o a su cama. Para hacer carga de baterías las válvulas se posicionan para que los flujos de aire corran en un sentido y lleven todo el aire viciado del interior al cuarto de máquinas donde los motores lo consuman y lo saquen afuera como gases de escape.

    -¿En qué condiciones de navegabilidad se encontraba el San Juan en medio de esa tormenta?

    – Con un oleaje como ese, el buque debió rolar para un lado y para otro a cuarenta o cuarenta y cinco grados. Es como estar en una botella compacta en el mar. El buque es como un tentempié y las condiciones de habitabilidad son difíciles. Nadie circula para no golpearse contra las tuberías. Yo viví situaciones como estas dentro de submarinos. El sistema de ventilación de baterías con la succión que crea en ese pozo que la manda desde popa hacia proa puede haber sobrepasado la capacidad de ese pozo de acumular agua. En el mientras tanto, se cierra y abre esa válvula y los motores siguen andando para cargar las baterías con el submarino obviamente cerrado. El vacío que genera los motores te saca prácticamente los tímpanos de los oídos. Es horrible. Es mucho peor que la sensación que sentís cuando un avión empieza a bajar para aterrizar. La presión baja de 1020 milibares a 875 milibares cada 9 segundos y esto sube y baja cuando la válvula (del snorkel) se abre y se cierra. Son condiciones que te impone el mar y que el hombre no las puede controlar. Y al comandante no le queda otra porque tiene que cargar energía para por lo menos irse al fondo pero con luz. Pero no fue al fondo hasta que campeara la tormenta como creíamos con esperanza al principio de la búsqueda. Eso no ocurrió.

    -¿Qué consecuencias tuvo el cortocircuito que el comandante reportó el miércoles de la semana pasada a las 7 y pico de la mañana?

    – Puede ser que el agua circuló por la tubería de ventilación y por el movimiento del buque se puso en contacto con las barras de las baterías. Esto generó un cortocircuito en barras de las baterías del orden del orden de los 40 mil amperes. Un cuarto de las baterías que tienen 7,5 megawatts de potencia es capaz de alimentar 30 casas durante una semana. El buque tuvo un principio de incendio porque cuando el agua tocó las baterías sube la temperatura y evaporiza el agua. El agua salada es más conductiva que el agua dulce porque tiene muchos minerales. Eso genera calentamiento. Entonces, el comandante bajó la llave y desafectó el cuarto de baterías de proa. Pero desde el tablero a las baterías sigue circulando energía y se sigue recalentando. La única manera de cortarlo es que un marinero baje al cuarto con una llave crique y desatornille las barras manualmente. Cada barra acumula 2,56 volts cada 6 mil ampares. Ahora si rolando a 40 grados bajaron a una persona allí fue un acto de heroísmo total. Se tiene que acostar de panza en un carro de baquelita y tirando de unas soguitas se mueve por encima de las baterías. Si se cae se electrocuta y queda automáticamente cocinado. Por esta razón solo se hace esto de separar las barras de las baterías cuando el submarino está en el puerto.

    – ¿Entonces, algún voluntario pudo haber bajado a desconectar las barras que unen a las baterías de proa?

    – En las circunstancias que estaba el San Juan, esta operación no se podía hacer. Entonces, evalúo el comandante ante un principio de incendio por el agua que cayó sobre las barras y esto produce un vapor pero no prende llama. Es el mismo proceso que se producen como esos calentadores de agua eléctricos que se colocan dentro del agua. Este es proceso controlado. Pero en el submarino se generaron rayos, como los que caen del cielo, que provocan explosiones como cuando uno tira agua sobre aceite hirviendo. Son arcos voltaicos. Pero las barras de las baterías son de cobre tan grandes y gruesas que no se enfrían y tampoco se funden. Pero eso no ocurrió y siguió y siguió el proceso de calentamiento. Si bien el buque informó que no había un incendio clásico porque no había llama pero sí un recalentamiento que era imposible de parar.

    – Pero capitán, ¿el San Juan no tenía compartimientos para aislar a las baterías de proa como hizo el submarino ruso Kursk?

    – Sí se puede dividir en dos partes, en proa y popa. Pero el San Juan estaba navegando en medio de un temporal y a las 11 de la mañana. A esa hora un 30% de la población estaba durmiendo porque dejó la guardia a las 8 y otro 30 estaba almorzando porque entraban en servicio a las 12. Y las baterías de proa están exactamente abajo de esos dos compartimientos. Entonces, hubo un cortocircuito y explosión debajo de esos compartimientos. Como nadie preveía la explosión, no se ordenó refugiarse en el compartimiento de popa. Esto les ganó totalmente porque ni siquiera tuvieron el tiempo necesario para mandar señales de auxilio. Fue súbito. Las baterías burbujeaban como si el submarino se hubiera mandado un pique de velocidad pero en este caso tienen un sistema de refrigeración.

    -¿Los tripulantes pudieron haber muerto por intoxicación producida por el hidrógeno que liberan las baterías?

    – Como la batería estaba desconectada del sistema eléctrico, hubo una descarga brusca de esos 7,5 megawatts. Esto produce dentro de la batería que los electrolitos liberen hidrógeno porque es plomo ácido. Rápidamente, en un ambiente casi hermético el hidrógeno alcanza niveles de concentración de entre el 2 y el 4 por ciento y es explosivo. Y esto es como una bomba de hidrógeno. Pero el submarino es un casco resistente que soporta presión tanto de afuera como de adentro. La explosión seguramente fue adentro y dañó a muchas personas pero no rompió al submarino.

    – ¿En cuánto tiempo pudo haber ocurrido este accidente?

    – Puede ser en dos minutos o menos. El submarino no tiene una jabalina como los edificios para descargar rayos, entonces la energía se descargó en la misma estructura metálica del buque. Esto fue una avería que no se podía controlar.

    – ¿No tuvieron tiempo para salir a la superficie o navegar hasta el puerto más cercano?

    – No podían salir y les hubiese pasado lo mismo. No lo podían controlar. La escotilla no se podía abrir porque las olas eran más altas que el submarino.

    – ¿El comandante no sabía antes de partir el mal pronóstico del tiempo como para haberse quedado en Ushuaia?

    – Los marinos argentinos, pescadores, mercantes o militares, navegamos con el mar que tenemos, no elegimos el mar porque sino no navegaríamos nunca. El mar argentino es un mar muy difícil. De hecho cuando marinas de otro mundo vienen a un ejercicio piden no entrar a determinadas zonas porque no aguantan. Es un mar de poca profundidad y mucho viento que se lleva puesto todo en dirección sureste-noreste. Genera temporales con olas enormes. Usted vio al buque Sarandí, que tiene 14 metros de altura, tapado en su proa por las olas. El pobre submarino apenas asoma 5 metros cuando está en superficie frente a una ola de 7 metros cada 9 segundos queda sumergido. Entonces para no estar en esa situación, generalmente se decide irse abajo a 50 ó 60 metros para intentar hacer algo. Entre la última información en que el buque se fue controladamente abajo y el momento en que se sintió la explosión hubo solamente tres horas. Un submarino con una sola batería navega a 8 kilómetros por hora. Habrá hecho 24 kilómetros por eso no llegó a Puerto Madryn u otro puerto más cerca. Al San Juan lamentablemente se le alinearon los planetas o el diablo metió la cola y sufrió una situación incontrolable. Las baterías provocaron una reacción descontrolada que el ser humano no puede controlar. Era un certificado de destrucción. Es como se a un submarino nuclear se le hubiera disparado una reacción nuclear. Son dos cosas de las cuales no zafas.

    Clarín

  27. Alejandro Perez 2 de dezembro de 2017 at 10:02

    Se isso pra vc aí em cima é um “trecho”, imagino que vc seja bem prolixo na vida real.

  28. Caro vrl,

    Claro que houve problema técnico no SJ, e tal problema foi reportado e fecebido na marinha Argentina, mas quando eu falo em fator humano, é porque havia ainda a alternativa de mudar o curso em direção águas mais rasas, em direção à Comodoro Rivadavia e com isso, evitar imediatamente a navegação na boca de uma fossa marinha de 6000 metros de profundidade.

    Pelo menos se não fosse possível resgatar com vida os tripulantes, seria mais fácil a busca e a localização do submarino no fundo do mar.

    Human Factor é uma variável fundamental durante as investigações em caso de tragédias como esta. Seja no mar, no ar, ou em terra.

    Então minha conjectura é de que se o comandante do SJ mudasse o curso no primero evento (entrada de água pelo snorkel) talvez não seria possível salvar a tripulação, mas essa media de emergencia teria salvado o submarino de uma compressão longitudinal fatídica, causado pela pressão gerada em águas profundas.

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