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USS ‘Wasp’ – LHD 1, atracando no Rio de Janeiro

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Em sua primeira escala no Rio de Janeiro, atracou por BE no cais do Pier Mauá, no Rio de Janeiro na manhã do dia 30/11/2017, o navio de assalto anfíbio americano classe Wasp USS ‘Wasp‘ – LHD 1 / NEBP, em viagem procedente da Base Naval de Norfolk, em Norfolk/VA.

Para ver mais imagens da chegada e atracação do Wasp no Rio de Janeiro:

O navio deverá suspender no dia 3/12 ao redor de 09:00 h. Não há previsão de realização de Operação Passex com a Marinha do Brasil.

FOTOS: Edson de Lima Lucas e via Leandro Medeiros – 30/11/2017

75 COMMENTS

  1. Parabéns aos responsáveis pelas fotos…com exceção de uns poucos helicópteros a bordo
    o USS Wasp está vazio…pois sua ala aérea o aguarda no Japão, inclusive o destacamento
    de 6 F-35Bs.

  2. Atracar por BE é atracar por boreste.

    Boreste – ala direita da embarcação
    Bombordo – Ala esquerda da embarcação

    Abrçoas

  3. Seria uma ótima compra de oportunidade para MB. Não estaria ele aqui para dar água na boca ( Em tempos de avaliação do Ocean ) aos nossos comandantes ? Navio este Comissionado em meados de 87… abcs.

  4. Shopie Siem e Patagônia estão regressando a Comodoro Rivadavia. Certamente há informações que não estão sendo divulgadas.

  5. Paulo…
    .
    O USS Wasp foi comissionado em 1989 e conforme novas diretrizes deverá permanecer
    em serviço por 40 anos até 2029…isso nunca foi feito antes, mas, mesmo destroyers
    da classe Arleigh Burke IIA deverão também permanecer em serviço por 40 anos, para que
    não se tenha uma redução muito acentuada no número de unidades.
    .
    O USS Wasp está indo para o Japão onde substituirá um navio idêntico lá baseado o
    USS Bonnhomme Richard para que o mesmo possa ser enviado à San Diego onde passará
    por uma modernização.
    .
    Navios da classe Wasp teoricamente podem atravessar o Canal do Panamá…mas…o último a faze-lo o USS Boxer saiu danificado e desde então tem se preferido descer o Atlântico e
    contornar à América do Sul.

  6. Será que haverá visitação? Alguém poderia ver isso?
    Mesmo assim, quem frequentar o Boulevard Olímpico neste Sábado vai ter uma bela visão dele!

  7. Leonardo S 30 de novembro de 2017 at 12:59
    Leandro Costa 30 de novembro de 2017 at 13:09
    Leonardo & Leandro (“Dupla Sertaneja”?! 😉 ) , obrigado! Aos poucos, aos poucos, este ‘paisano’ vai aprendendo mais sobre a ‘faina’ no mar! 🙂
    Se usa-se BE como abreviação para boreste, qual a abreviação para bombordo?..

    Quanto tempo será que a tripulação do Wasp terá para vir à terra (se tiver…)? Mesmo nos dias de hoje, acho que para muitos deles a oportunidade de conhecer o Rio de Janeiro é atrativa! 🙂
    Abraços!

  8. Alex…
    .
    o F-35B irá substituir o AV-8B (Harrier) utilizado pelos fuzileiros navais dos EUA…o USS Wasp
    será o primeiro a emprega-los em missão no próximo ano e um destacamento de 6 unidades
    já está no Japão aguardando por ele.
    .
    E sim…o USS Wasp é “maior” que o “Sao paulo”…deslocando totalmente carregado 40.000
    toneladas apesar de ter um hangar menor e assim precisar manter um maior número de aeronaves no convés de voo…mas…isso também se deve ao fato do USS Wasp estar
    diferentemente subdividido reservando grandes porções de seu interior para acomodar tropas e seus equipamentos.

  9. Dalton 30 de novembro de 2017 at 13:47

    Segundo vc o Wasp é maior que o São Paulo, que é um porta-aviões. E o Wasp vai carregar F-35s. E o Wasp não é um “porta-aviões” mas um “navio de assalto anfibio”. Afinal, qual a diferença entre um porta-aviões e um navio de assalto anfibio?

  10. André…
    .
    foi divulgado que 3 dias…é um período até que normal…o “Wasp” está bastante atrasado por conta de sua viagem ao Japão ter sido adiada para que o mesmo prestasse socorro às vítimas dos furacões…já era para ele estar no Japão hoje.

  11. Pela sua explicação acima, q não tinha visto antes de postar, entao um navio de assalto anfibio é um meio porta-aviões meio transporte de tropas, ao inves de ser um porta-aviões puro, transportando menos aeronaves misturadas com tropas. e só transporta avioes de decolagem vertical, mesmo tendo um conves maior que o NAe SP. Seria isso?

  12. Fernando “Nunão” De Martini 30 de novembro de 2017 at 14:10
    Beleza! Estou aprendendo tanto sobre os temas militares que, se tirarem o Raul Jungmann do MD, podem me chamar que eu vou!! 😛 kkkkkkk

    Dalton 30 de novembro de 2017 at 14:06
    3 dias no Rio… o suficiente para tomarem umas caipirinhas e ‘arranjarem motivos pra voltar’! 😉
    Abraços a todos!

  13. Alex…
    .
    um navio de assalto anfíbio está configurado para transportar cerca de 2000 fuzileiros navais
    além de uma tripulação de 1000 pessoas e todo o equipamento e víveres…não é o tamanho
    que determina se o navio é um “porta aviões” ou não e sim a missão que ele tem que desempenhar.
    .
    Com exceção dos 6 F-35Bs que servem principalmente para dar apoio à tropas e nem se
    pode querer mais que isso pois são apenas 6 o restante das aeronaves existe para
    desembarcar fuzileiros e seus equipamentos.
    .
    Evidentemente que é possível embarcar um número maior de aeronaves F-35B às custas das demais aeronaves de transporte…um esquadrão de 16 por exemplo, mais algumas aeronaves de apoio, MV-22 e MH-60S, mas, esse tipo de coisa só foi feito para valer uma vez em 2003 quando da invasão do Iraque, quando 2 LHDs por um curto período de tempo operaram com mais de 20 AV-8Bs.
    .
    Nem mesmo recentemente no auge da luta contra o ISIS no Iraque os EUA se preocuparam em enviar um LHD assim configurado durante ausência de seus NAes no Golfo…então é bom ter essa capacidade, mas, não significa que será utilizada rotineiramente.
    .
    Então…NAe ou “porta aviões” é para uma coisa enquanto os mais lentos navios de assalto
    anfíbio são para outra.

  14. Alex…
    .
    um navio de assalto anfíbio pode ser maior, mas…o “São Paulo” tinha mais espaço no hangar e no convés de voo para acomodar aeronaves pois contava com um convés em ângulo, e uma
    super estrutura menor garantindo mais espaço para operações e estacionamento de aeronaves
    então ser maior não significa que tenha convés de voo maior ou maior área para operar aeronaves.

  15. Alex, há diversos tipos de navios de assalto anfíbio, o USS Wasp das fotos é só um dos exemplos, do que se pode considerar o mais completo deles.

    Há navios menores (mas não necessariamente pequenos) como o nosso NDM Bahia, dotado de doca para embarcações de desembarque, garagens para viaturas blindadas e outros veículos que são desembarcados pelas embarcações da doca ou por rampas quando aportado, acomodações para tropas, hangar para helicópteros e spots para operá-los, mas que é limitado nessa ultima característica em comparação ao WASP, que tem convés corrido.

    E tem navio semelhante na aparência com o WASP, caso do HMS Ocean que está na mira da MB, mas que é menor e não tem doca, e que usa turcos nos bordos para subir e descer embarcações de desembarque.

    Tem muitos tipos.

    A fonte abaixo é ótima para você ter uma ideia dos diversos tipos e sua evolução ao longo do tempo, na Marinha Americana, com muitas fotos. Vc pode descobrir um monte de diferenças e características comparando-os.

    http://www.navsource.org/archives/phibidx.htm

  16. Proporcionalmente (em relação à diferença brutal do porte em relação ao USS Wasp) os escovéns do Pedro Teixeira e Raposo Tavares são maiores, pois a proa original desses NaPaFlu não contemplava um bulbo que precisou ser instalado. E esse bulbo gerou a necessidade de escovéns maiores para que os ferros, ao serem lançados, não danificassem o bulbo.

  17. Navio de assalto anfibio tem catapulta? Se não tem pode ser adaptada?

    Motivo da pergunta: diante do fato q nossos NAes nunca carregaram mesmo muitos aviões, não seria mais interessante para o Brasil ter um navio de assalto anfibio que um Nae? Carregam poucos avioes, (q é sempre nosso caso) a e ainda levam tropas. A pergunta sobre a s catapultas é pq os Skyhawk (ou seja lá quem o substituir se forem substituidos) não decolam verticalmente.

  18. @ Marcelo Andrade…… acho que se você fizer essa pergunta lá no cais hoje em dia já é motivo pra terminar em Guantanamo!
    🙂
    Como os tempos mudaram. No início da década de 90 lembro que fui com meu irmão, nós dois adolescentes, tentar visitar um Cruzador (ou destroier, ou fragata… não lembro mesmo) Americano que estava aqui, parte de um GT de uns 4 navios. Conversamos com um oficial que nos falou pra voltar no dia seguinte e….

    Voltamos e ele nos levou para um tour, com direito a manusear a M-16 de um dos Marines em patrulha no convés (devidamente desmuniciada, é claro, mas mesmo assim…). Só não fomos no CIC e nos motores, mas em todo o resto sim. Nunca mostramos nem carteirinha do colégio. Tempos assim não voltam mais, infelizmente.

    E @Alex, tenho uma solução mais fácil: que tal o Brasil não ter nem NAe, nem navio de Assalto Anfíbio?

  19. Valeu FJJ,

    Também visitei muitos navios aqui no RJ, uma pena!

    lembra do Jeanne D`Arc , na época era um Porta-Helicópteros francês que era utilizado para viagens dos Guardas-Marinha franceses. Foi o maior navio que puder visitar no cais da Praça Mauá.

  20. Não Alex, não dá pra por catapulta e tudo que ela implica. Não dá pra ter de tudo num navio só, ou ele ficaria mais gigante que um NAe classe Nimitz.

    Navios de assalto anfíbio maiores podem operar quantidades limitadas de jatos de decolagem curta e pouso vertical. Não de lançamento por catapulta e recolhimento por cabos de parada (outro item que seria necessário e ocuparia mais espaço e peso).

    Esquece aproveitamento dos nossos A-4 num novo navio. Eles servirão apenas para manter um núcleo de asa fixa na Marinha, com experiência em operações embarcadas (na doutrina em treinamentos em base terrestre, assim como em exercícios com marinhas dotadas de NAe). Se no futuro a Marinha for operar um navio semelhante ao WASP (não precisa ser desse porte, pode ser menor como o Juan Carlos I espanhol ou similares), terá que ser com jatos como o F-35B. O que eu acho uma boa solução para o futuro (aliás, acho isso há muitos anos).

  21. Alex 30 de novembro de 2017 at 14:53
    Aproveitando o post do Alex…
    O USS Wasp não é um Porta Aviões como foi dito aqui,
    mas pode transportar aeronaves de asa fixa.
    Então coloco uma questão:
    – As catapultas ainda são utilizadas nos novos projetos de P.A. ?
    O modelos mais novos de caças dispensam a catapulta ?

  22. Roger, há novos navios-aeródromos com catapultas (agora eletromagnéticas) e aparelho de parada para operação de caças como F-35C, F-18, como a nova classe Ford, da USN. Há projetos franceses (de menor porte) e chineses seguindo essa linha.

    Há novos NAe de porte relativamente grande para operar caças de decolagem curta e pouso vertical, caso dos dois classe Queen Elizabeth britânicos

    E há NAe sem catapulta mas com convés em ângulo e aparelho de parada, para operação de aviões que decolam sem catapulta correndo uma maior área do convés e com rampa no final (porém sem conseguir decolar com a mesma carga que poderiam se fossem lançados por catapulta), como o da Russia e os novos da China e Índia, com caças Su-33 e derivados , e também com MiG-29K.

  23. Tá legal, mas ninguém respondeu se seria mais interessante ter um navio de assalto com alguns jatos do que um Nae completo, para nossas necessidades. Ou não ter nada feito sugeriu o FJJ.

  24. “Tá legal, mas ninguém respondeu se seria mais interessante ter um navio de assalto com alguns jatos do que um Nae completo, para nossas necessidades. Ou não ter nada feito sugeriu o FJJ.”

    Alex,

    Eu respondi. Leia de novo.

    Mas o mais importante é você mesmo tirar suas próprias conclusões, a partir do momento em que passa a saber mais de como é cada tipo de navio.

  25. @ Alex, eu sempre falo o seguinte: além de ex-militar, gosto do assunto, senão não estaria aqui acompanhando notícias nesse site. Então eu ia achar ótimo o Brasil ter um ou mais porta-aviões, duas esquadras, umas dúzias de fagatas e similares, etc… Ia ser um prazer poder visita-los e ve-los navegando.

    O problema é que profissionalmente eu vivo no mundo das finanças e geopolítica. Na prática, não na academia. Então não consigo encontrar quem possa me responder uma pergunta simples:

    Levando em conta:
    – A história do Brasil
    – O posicionamento do país em termos estratégicos e nas questões mundiais, assim como a forma como conduzimos nossas questões, nossa história diplomática, etc…
    – Nossa localização e tudo que isso acarreta
    – A experiência prática de países que tem meios limitados militares (um porta-avioes, 3-5 submarinos, etc…) em conflitos nos últimos 50 anos
    – Os possíveis cenários futuros

    Para que o Brasil precisa de um porta-aviões, navio de assalto anfíbio, etc…? Nós não conseguimos nem fazer o básico, mas todo mundo só que olhar o avançado.

    As respostas sempre caem no lugar comum genérico e com falta de conhecimento do tipo: “ameaças futuras”; “defender o pré-sal” e afins. Nosso ‘grande’ teórico da área no passado recente foi o Mangabeira Unger, um – literalmente – teórico, que vive no mundo insular da academia americana desde sei lá quando, toda sua carreira. Os Almirantes e pessoal da Marinha, é óbvio, tendem a ver as coisas de um jeito só. É a velha história, para quem só tem martelo, todo problema parece um prego.

    E isso porque nem vamos entrar em outros assuntos… como um país onde mais de 80% do orçamento das forças armadas é consumido com gasto com pessoal, vai se aparelhar? (nos EUA, por curiosidade, esse número está na casa dos 30%).

    Então prefiro ver esses navios só assim mesmo, de aliados, passando por aqui…. melhor seria se fossem abertos à visitação, é claro!

  26. Poder Naval, como sempre ARREBENTANDO A BOCA DO BALÃO !
    Pessoal, fiz um vídeo mostrando as principais características do WASP. Nele, abordo o grupo aéreo e as facilidades de apoio aos fuzileiros navais. Cale a pena dar uma conferida e comentar :

  27. Fernando “Nunão” De Martini 30 de novembro de 2017 at 16:30
    “Alex,

    Eu respondi. Leia de novo.”

    Custei a notar que Fernando “Nunão” De Martini com avatar e “Nunão” sem avatar são o mesmo.

  28. “Custei a notar que Fernando “Nunão” De Martini com avatar e “Nunão” sem avatar são o mesmo.”

    É o problema dos dias modernos, acessando, editando e comentando de dispositivos diferentes. Mas é tão difícil assim reparar? (é uma pergunta de fato, não uma ironia). É que não conheço muito “Nunão” por aí, e como estou por aqui há uns 8 anos, achei que era algo fácil de perceber.

  29. Levando em conta:
    – A história do Brasil
    – O posicionamento do país em termos estratégicos e nas questões mundiais, assim como a forma como conduzimos nossas questões, nossa história diplomática, etc…
    – Nossa localização e tudo que isso acarreta
    – A experiência prática de países que tem meios limitados militares (um porta-avioes, 3-5 submarinos, etc…) em conflitos nos últimos 50 anos
    – Os possíveis cenários futuros

    Para que o Brasil precisa de um porta-aviões, navio de assalto anfíbio, etc…?
    .
    Se me permite… Esse é o cenário embasado no conceito A2/AD: https://i.imgur.com/DSvCtSK.jpg
    .
    Precisamos de uma Força de Superfície para realizar o controle de Área Marítima de regiões dessa 4ª camada, sendo a 3ª camada uma “zona de combate” para proteção prioritária da Foz do rio Amazonas e Bacias Petrolíferas e ZEE. Nenhum meio agrega mais benefícios pelo custo do que o Porta Aviões, para essa missão.
    .
    Navio de Assalto Anfíbio é condizente com a necessidade de projeção de poder sobre terra, mas também em cumprimento de missões expedicionárias dentro desta 1ª camada.
    Temos algumas ilhas. Não precisamos de muita coisa para ir até lá, mas precisamos. O Brasil é um país continental e a necessidade de projetar poder sobre terra pode ser advinda também da necessidade de deslocar nossas próprias forças sobre o nosso próprio território.
    .
    É praticamente impossível fazer tais deslocamentos sem o Controle da Área… O Porta Aviões se mostra como melhor meio para a tarefa. Sem ele, a Força de Superfície não sai da Base, se existir ameaça.

  30. “Nenhum meio agrega mais benefícios pelo custo do que o Porta Aviões, para essa missão.”
    .
    Nenhum meio de superfície, no caso. Estamos construído um SSN para atuar nesta região.

  31. Fernando “Nunão” De Martini 30 de novembro de 2017 at 19:10

    É dificil reparar porque é curto e nao tem imagem no meio de tantos, meio q some , eu leio a msg mas nem noto quem escreve, podia ser outro. Eu mesmo tenho outro homônimo aqui e já peguei ele falando s coisas q eu jamais falaria. E isso confunde tbem os outros, to pensando em passar pra Alex II. O outro nick seu completo é um verdadeiro carro alegórico entrando na avenida, tem sempre textão explicativo, avatar e nome grande com apelido no meio entre aspas, se vê de longe. É tbem o nick pelo qual vc dá esporro nos outros então é facil notar, o outro simplorio eu so notei agora.

  32. Eu apareci ( e um monte de gente, multidões) por causa da cobertura do San Juan. Tem jornalistas q acompaharam esse blog dia e noite por causa do caso. Posso informar que o portal do jornal O Globo na Net tinha um estagiario com ordens de checar seu blog de meia em meia hora, 24 por 7.

    O q pra vc é comum pra mim é tudo novidade. Alem do fato de vc ser expert em defesa e eu só curioso, portanto releva as merdas que eu disser sobre o assunto aê e as perguntas que podem parecer cretinas para um expert.

  33. Alex, se você quer debater com as pessoas, precisa prestar atenção nos nomes e notar quem escreve. A maioria não tem avatar e eu mesmo às vezes confundo um com outro, quando são comentários seguidos. Mas isso não é desculpa, rsrsrs

    Já dei “esporro” com os dois nicks, acho que vc não notou. Ou só reparou nos “esporros” dos que tem avatar por causa do par de metralhadoras. Mas, em 99% das vezes, não dou bronca em ninguém, só quando passam dos limites da paciência, e a minha é gigantesca.

  34. Eu publiquei outro post q ficou na moderação e nao saiu, olha lá. Acho q é porque escrevi melda mas tem uma informação relevante lá.

  35. Eu vi Alex, grto pelo elogios, e grato pessoal pelos elogios tbm, agradeço principalmente aos “Truta” que disponibilizaram meios para fotografarem e me enviares as fotos possibilitando o post. Robinson, obrigado pela divulgação, mas o nosso trabalho foi mais ou menos isso ai, não há perspectiva de algo alem, infelizmente

    Eu só espero agora se der sorte, conseguir “meu” buneu do navio e se der sorte os “truta” fotografarem a saída

    Abs a todos

  36. Oi Bardine, Aproximadamente 40 USN, 4 JMSDF, 2 Franceses, 1 USCG, 1 italiano, 4 RN, um Sul Africano, todos de navios, oficiais e originais, sem contar quase 40 que em 2003 em um PMG na casa os pedreiros me robaram do saco dos buneus e só percebi cerca de 2 meses depois, dentre estes o USS Nassau LHA 4, que me dói até hoje

    Os dois ultimos chegaram há 2 semanas, vindos dos EUsa, USS Michael Murphy – DDG 112 e USS O´Banon – DD 987 (este último uma reposição de um que o ex namorado da minha filha fez uma cagada homerica e se nao fosse ex, possivelmente era um candidato a óbito …

    Ah tem os da MB tbm, mas estes descontinuei a coleção, nem conto, mas destaco uns entre eles especiais como o NTrT Barroso Pereira. NV Albardão e o M. Parnaíba

  37. …O Ocean lembra..mais um..porta container… quadrado a ilha um..horror…feio.. ao meus olhos o WASP.. sim..bela nave…..é…. os ingleses.. não sabem fazer belos navios…penso..!!!,,mas se vier o ocean.. esta de bom tamanho.. já que os americanos.. nem pensam em se desfazer do wasp.. que tristeza ..!!!

  38. Um bom exemplo de navio anfíbio passeando “sem” escolta. Pra turma que desce a ripa na MB por (quem sabe)comprar o Ocean, devido ao déficit em escoltas da mesma.
    Que navio este hein, de encher os olhos.

  39. Bons tempos quando era garoto que vc chegava na Praças Mauá para visitar um navio desses. Vc entrava numa barca e ia até o PA. Nessa brincadeira visitei o Independence e o Lincolm. Perdi a oportunidade de visitar o Enterprise. Após o 11 de setembro tudo mudou. Hoje é impossível. Só com um motivo real. Pena.

  40. Não Mazzeo, só vejo os australopitecos do Aussie Ship spotters usando, mas nao nehum, outro dia u dos australopitecos conseguiu um do HMAS Adelaide, meu cutuvelo deu uma caimbra que levou uns tres dias para parar de doer …. heheheeh

    em tempo buneu do WASP, RIP por 19 dolares não veio, 15 do meu e 4 que faltava para pessoa completar pra ele, só tinha USD 11 🙁

    (USD 150 crew USD 20 Senior Officer / embroided eggs, que não curto …. mifu

  41. 15 dolares, no fiadation, foi foda, imagina a minha cara (apesar de quando ele me falou o valor que levaria 11 USD para o navio ja imaginava isto … ele teve la, na lojina e 19 dolares (15 + 4, pq se tivesse 15, compraria pra ele !) ah e nem para tentar um buneu via FMS …

    e pior ele tava com CC international, foi o pior Sorry, no accepted que ja ouvi por tabela té hoje …

  42. Eita bichão!

    Sobre o sempre presente papo “se a MB precisa de um desses”, ou se é melhor que um NAe, bem, um LHA desse tamanho, com 2 mil marines dentro, foi desenhado para projeção de poder global. E você não envia esse monte de gente pra guerra sem um NAe escoltando. Então, não, não dá pra ter ou um ou outro, neste caso tem que ter os dois.

    Diferente de um NAe multipróposito, desenhado para cenários de menor intensidade, como os Mistral, Juan, Canberra, etc. Esses sim, creio eu, são interessantes para a MB. Mas, claro, DEPOIS de ajeitar a penúria das escoltas. Ninguém envia um navio desses pra cenário de conflito, mesmo que de baixa intensidade, sem escoltas.

    Pessoal sempre quer enfiar o modelo da USN nas suas marinhas, mas a USN tem missões diferentes de qualquer outra marinha do Mundo, até mesmo do porte da marinha chinesa ou russa. O que vale pros gringos não vale pra mais ninguém.

  43. É um pouco menor que o Nae São Paulo:
    São Paulo:
    cumprimento: 266m
    Boca: 51,2 m
    Calado: 8,6m
    Convôo: 266 m
    Pista em ângulo: 160m
    Tripulação máxima: cerca de 1700

  44. Só para contribuir, com os amantes desse assunto, o sexto navio da classe, LHD -6 , USS BONHOMME RICHARD, esteve fundeado na Baia da Guanabara, em 1 de setembro de 1998, quando tive a oportunidade de almoçar a bordo, representando o comte do 1 Distrito Naval. O Rio foi o primeiro porto do navio. Segue algumas caracteristicas:
    – comprimento 844 pés
    – largura 106 pés
    – deslocamento 40.500 ton.
    – tripulação- 70 oficiais 879 praças
    – força de DBQ – 174 oficiais e 1513 praças.
    Hospital do navio – 6 salas de cirurgia, 18 camas de UTI, e 600 leitos de enfermaria
    – aeronaves – helicopteros CH-46 Sea Knight, AH-1W Super Cobra e os jatos AV-8B Harrier II

  45. Srs
    Jovem FJJ
    Considerando sua pergunta sobre o Brasil repensar seu poder militar e precisar de PA’s:
    1 – O Brasil é um país continente com um enorme território escassamente povoado e com grande disponibilidade de terras para produção agrícola;
    2 – A população mundial está crescendo e impondo uma pressão cada vez maior sobre os recursos disponíveis no planeta;
    3 – O clima está mudando gerando mudanças gradativas nas condições de produção agrícola e habitabilidade de algumas regiões, o que resultará em migrações e conflitos pela posse de terras ainda produtivas;
    4 – Depois de anos de uma certa estabilidade e de séculos onde o centro do poder foi a Europa e América do Norte, estamos com uma mudança geopolítica onde o poder se desloca para o Extremo Oriente;
    5 – Os dois países mais populosos do mundo estão em fase de forte crescimento econômico e populacional (maior necessidade de recursos naturais, alimentos inclusive) e de poder militar, fator aliás, que está gerando uma corrida armamentista;
    6 – Depois de anos como xerife do mundo, o Tio Sam está abandonando esta tarefa, buscando um maior isolamento, o que deixa a descoberto países que dependem de seu guarda chuva militar (Brasil incluso);
    7 – A civilização ocidental sofre um declínio e um processo de autodestruição e há um renascimento islâmico com crescimento, inclusive, na Europa, e de poder militar pelos maiores países que seguem tal religião (AS, Irã e Turquia);
    8 – A América do Sul (Brasil incluso), junto com a Africa, são os continentes do planeta com maiores possibilidades de ocupação pelas levas de migrantes deslocados pelas condições climáticas e pelo crescimento populacional;
    9 – Como a história humana mostra, falar civilizadamente e ter um bom porrete são a base para a sobrevivência e a manutenção da paz.
    Espero ter colocado boas razões para o jovem pensar sobre a necessidade do Brasil repensar sobre sua posição no mundo e as suas necessidades de defesa.
    Sds

  46. Marcos…
    .
    não que faça muita diferença já que a matéria já tornou-se “velha”, mas, os CH-46 já foram
    todos substituídos por um igual número de MV-22s, e há também 4 helicópteros “gigantes”
    CH-53E que em breve serão substituídos pela versão “K” que será mais capaz e sempre
    há 2 ou 3 helicópteros utilitários e 2 MH-60S para busca e salvamento estes últimos da
    US Navy e não do USMC.
    .
    Eventualmente algumas das 30 aeronaves operam a partir dos 2 outros integrantes do
    grupo, o LPD e o LSD assim ajuda a desafogar um pouco o convés e o hangar…são navios
    enormes eu mesmo visitei o USS Kearsarge, mas, acabam tornando-se “pequenos” para o
    relativamente grande número de aeronaves.
    .
    Também o fato do F-35B ser maior e mais pesado que o AV-8B irá complicar um pouco mais as coisas além de beber mais combustível e assim esgotar mais rapidamente as reservas, mas, até o navio “ideal” entrar em serviço…o futuro USS Bougainville se terá que conviver com navios que não foram pensados com o MV-22 e o F-35B em mente.
    .

  47. Mestre Bardini,
    .
    Sensacional o mapa de camadas de influencia e estrategias que voce postou!!
    .
    Da para debater muito em cima dele

  48. Control
    Concordo 100% contigo.

    Para exemplo, basta analisar o mundo em 1935 e 1975. Como muda em 40 anos… Como atores mudam de posição, e as necessidades (Q vc abordou bem) continuam impulsionando guerras.

    Neste sentido, urge o preparo de FFAA descentes.
    Sds

  49. Não acho que os EUA estejam se isolando…muita retórica por parte do Trump…mas…na prática nada e um próximo Presidente pode mudar ainda mais as coisas no sentido de promover uma maior integração…mesmo muitos republicanos são contrários ao que o Trump prega.
    .
    Os EUA continuam firmes apoiando o Japão por exemplo que encontra-se em uma área estratégica e não apenas com palavras e sim com parte substancial da Frota do Pacífico que não apenas é maior que a Frota do Atlântico como também tem os melhores “brinquedos”.
    .
    Os dois países mais populosos do mundo, China e Índia são concorrentes e altamente suspeitosos um do outro e nada indica que isso mudará o que acaba sendo bom e ajudando no equilíbrio de forças e também não significa que milhões estarão buscando refúgio no Brasil…acho que a maior preocupação deve ser de países que fazem fronteiras com eles.
    .
    Enfim, há alternativas e de qualquer modo, SE, o que o Control prevê de fato acontecer não será no curto prazo…por enquanto a necessidade maior é “arrumar” o país , garantir empregos, melhor educação, saúde e infra estrutura para daí se pensar em forças armadas melhores, quiçá armas de destruição em massa para de fato se ter uma real dissuasão em um
    mundo que não verei e quem já passou dos 50 sabe do que estou falando 🙂

  50. MO, impressão minha ou ninguém se atreveu a falar do estado da pintura / “ferrugem” da foto 2?

    Será que tocamos o terror suficiente??? 🙂

  51. Srs
    Jovem Dalton
    1 – A tendência ao isolacionismo se refletiu na eleição de Trump, mas não é ele o agente desta tendência. A opção por evitar intervenções em outros países já vem desde o governo Clinton (lembrem-se dos Balcãs), sofreu uma parada no governo Bush com o 11 de setembro, mas se acentuou com Obama e agora com o Trump. São políticas de governos ligadas a uma tendência da população e da mídia.
    2 – China e Índia tem um problema comum: como manter alimentada e com condições razoáveis de vida uma população tão grande e crescente. Aparentemente a China já está encaminhando uma solução com suas ações político econômicas na África e na América do Sul, onde atua com parcerias (influência) e compra terras e investe em sistemas de infraestrutura (estradas, energia elétrica, portos, etc.). Além disto, trabalha para ter uma marinha de poder global e busca estabelecer uma rede de bases entre a costa da China e a África e América do Sul.
    A Índia ainda não tem atuado de maneira tão explícita, mas vem trabalhando para desenvolver seu poder militar, até porque a China é sua vizinha e já está a agir no Índico para garantir suas linhas de suprimentos.
    É improvável que os dois países estabeleçam uma parceria, pois a tendência é competirem pelas mesmas fontes de recursos, mas não é improvável que num primeiro momento busquem um acordo para evitar um conflito desnecessário na fase inicial de sua expansão.
    3 – Os problemas climáticos já estão a acontecer, vide a situação do Sahel, onde, hoje, conflitos por território, disfarçados de étnicos e religiosos, grassam e geram um fluxo crescente de refugiados e migrantes. Os problemas de conflitos religiosos e étnicos também, vide Mianmar e o embróglio da Síria e do Iraque.
    5 – A decadência da Europa ou mais precisamente da cultura ocidental, já foi tratada N vezes aqui na trilogia e é um fenômeno que, se não for revertido, acontecerá logo, coisa de duas décadas (é provável que aconteça antes do subnuc brasileiro ficar pronto).
    O fato é que o mundo está mudando rápido, seja do ponto de vista geopolítico, seja do ponto de vista do clima, e os argumentos de que não é bem assim e/ou que as coisas só acontecerão daqui há um bom tempo é uma atitude bastante comum entre os brasileiros e típica de nossos políticos.
    Fingir que nada está acontecendo e tudo continuará igual nas próximas décadas, certamente é uma atitude mais fácil e confortável, mas que pode custar bem caro para as próximas gerações.
    Sds

  52. Control…
    .
    não acho que existam países ou muitos países que exijam intervenção dos EUA…a não ser que
    algum outro país tente algo como o “11 de setembro” novamente…daí o Afeganistão e por
    reboque o Iraque que já havia invadido um aliado dos EUA o Kuwait e teimosamente mantinha-se belicoso, então, uma não necessidade de intervenção pode soar como falta de vontade de intervir.
    .
    Não vejo a China e Índia como uma ameaça ao Brasil, acho mais provável que milhões venham a morrer de fome antes que uma guerra seja deflagrada e não compartilho dessa visão do Brasil lutando sozinho contra o resto do mundo.
    .
    E não se trata de fingir que nada está acontecendo e sim que não há condições do Brasil vir
    a tornar-se uma potência militar de uma hora para outra…a menos que nos transformemos
    em uma espécie de Coreia do Norte …não há como justificar agora nem a médio prazo para
    milhões de desempregados, milhões que vivem abaixo da linha de pobreza que nem mesmo contam com saneamento básico investimentos vultosos na área militar inclusive tecnologia
    para mísseis intercontinentais e ogivas nucleares que são afinal das contas a melhor dissuasão.
    .
    Não há no momento nenhuma percepção de ameaça e isso não é coisa de brasileiro ou argentino ou sul americano de maneira geral…é coisa do ser humano e aqueles que se armam ou buscam proteção em alianças militares hoje, com certeza estão na linha de tiro ou mais próximas dela do que nós e se um dia tal percepção mudar brasileiros se portarão exatamente
    como qualquer outro povo.
    .
    abraços

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