Home Divulgação Naval Group e Fincantieri propõem ao Canadá projeto baseado na fragata FREMM

Naval Group e Fincantieri propõem ao Canadá projeto baseado na fragata FREMM

3116
38
FREMM para o Canadá

O Governo do Canadá declarou sua intenção de adquirir um projeto de navio de guerra da OTAN existente e comprovado que poderia ser facilmente modificado para atender melhor aos requisitos da Royal Canadian Navy. Os construtores de navios franceses e italianos de classe mundial Naval Group e Fincantieri, com o forte apoio dos governos francês e italiano, combinarão sua experiência e apresentar ao Governo do Canadá uma solução comprovada e baseada no mercado do Projeto da fragata FREMM para o fornecimento de 15 navios combatentes de superfície para a Royal Canadian Navy.

Caso a proposta seja aceita, as futuras fragatas serão construídas no Canadá no Irving Shipbuilding em um curto espaço de tempo, maximizando a participação industrial canadense e a criação de emprego localmente através de uma transferência de tecnologia dedicada e abrangente, bem como a integração de fornecedores canadenses nas “cadeias de fornecimento globais” das duas empresas.

Naval Group e Fincantieri já colaboraram em vários projetos navais importantes, incluindo o desenvolvimento conjunto da fragata FREMM.

Considerado como líder mundial em sua classe, a fragata FREMM é uma embarcação versátil capaz de executar qualquer tipo de missão abrangendo todos os domínios de guerra (AAW, ASW, ASuW, Land Attack, Command Ship, etc.). Tanto as variantes de guerra de emprego geral quanto as de guerra antissubmarino já estão em serviço em duas marinhas líderes da OTAN.

Sobre o Naval Group
O Naval Group é um líder europeu em defesa naval e um importante player nas energias renováveis ​​marinhas. Como uma empresa internacional de alta tecnologia, o Naval Group usa seu extraordinário know-how, recursos industriais únicos e capacidade para organizar parcerias estratégicas inovadoras para atender aos requisitos de seus clientes. O grupo projeta, constrói e suporta submarinos e navios de superfície. Também fornece serviços para estaleiros navais e bases navais. Além disso, o grupo oferece uma ampla gama de soluções de energia renovável marinha. Atento à responsabilidade social corporativa, o Naval Group adere ao Pacto Global das Nações Unidas. O Grupo reporta receitas de 3,2 bilhões de euros e conta com uma força de trabalho de 12.800 funcionários (dados de 2016).
www.naval-group.com

Sobre a Fincantieri
Fincantieri é um dos maiores grupos de construção naval do mundo e o número um pela diversificação e inovação. É líder em design e construção de navios de cruzeiro e um player de referência em todos os setores da indústria de construção naval de alta tecnologia, de embarcações navais a offshore, de navios e ferries especiais de alta complexidade para mega-iates, reparos e conversões de navios, produção de sistemas e componentes e serviços pós-venda.

Com sede em Trieste (Itália), o Grupo construiu mais de 7.000 navios em mais de 230 anos de história marítima. Com mais de 19.400 funcionários, dos quais mais de 8.200 na Itália, 20 estaleiros em 4 continentes, hoje a Fincantieri é a principal construtora ocidental. Tem entre seus clientes os principais operadores de cruzeiros, a Marinha Italiana e a Marinha dos Estados Unidos, além de várias marinhas estrangeiras, e é parceira de algumas das principais empresas europeias de defesa em programas supranacionais.
www.fincantieri.com

38 COMMENTS

  1. Espetacular belonave, 15 unidades, ai que digo, entrar numa parceria dessa, que esta se inciando, com o Canadá, Brasil adquirindo 6 unidades, iria para um salto de unidades, que colocaria essa classe a umas das mais numerosas do ocidente.
    Como poderia ser feito o programa
    5 unidades
    2 construída no Canadá e 2 construída na Europa de imediato, e 1 construída no Brasil, com auxilio do grupo
    Após o comissionamento desses navios, com visto que as tamandarés estariam entregues, iniciar a construção de pelo menos outras 4 unidades de total construção nacional com algumas modificações, e juntando o aprendizado nessa classe de navios, construir outras 4 tamandarés com aperfeiçoamentos .
    Ficaria assim

    5 Fragatas
    4 Tamandarés
    5 fragatas BR fabricada e aperfeiçoada no Brasil
    4 Tamandarés II
    1 Barroso

    Teríamos 19 escoltas modernas, próximo da meta de 20 escoltas minima necessária a MB.
    Porém, minha Humilde opinião, a MB deveria construir outras 3 fragatas barroso, em estaleiros privados, esses navios não precisariam utilizar armamentos , como lançadores verticais, apenas sistema simples de defesa anti aérea como RIM.

  2. Lembrando que na prática o Canadá tem dois litorais. O Canal do Panamá está bem distante.
    Já a Passagem do Noroeste só é possível, se possível, durante o verão, mas o aquecimento global está tornando tal Passagem cada vez mais viável, e melhor que o próprio Canal do Panamá.
    A soberania do Canadá na Passagem está sendo contestada, até mesmo pelos EUA. Sem falar de imensos recursos de petróleo, gás, diamantes e chumbo.

  3. Eles querem 15 embarcações (e terão) enquanto isso sonhamos com quatro corvetas da classe Tamandaré… Que deus nos ajude!

  4. Sempre achei a freem francesa mais bonita.
    Mas parece que a versão italiana é melhor aproveitada e armada.
    Muitos falam da navantia F100, que parece ser ainda melhor… Até aegis tem…

  5. Nonato, a vencedora foi a Italiana, mas como foi pro gelo o prosuper, ja viu, agora ficamos a literalmente ver navios de outras marinhas

  6. As grande Marinha estão abandonando as corvetas e suas forças e adotando somente fragatas de 4000 ton acima, será que vale a pena a Marinha continua nesse projeto da Corveta Tamandaré, não seria melhor pega esse recurso e investir numa fabricação ou entra num projeto como esse do Canada para construção de fragatas polivalentes.

  7. Fábio, não é bem assim não!!! Rússia está investindo na construção de novas corvetas, e a China já tem quase 40 corvetas Type 056, tendo sido construídas a partir de 2013! Então vai vendo o ritmo de construção deles.

  8. Vai dar Bae com sua Type 26, antes já achava isso, mas depois que as principais empresas de defesa canadense se juntaram a proposta da Bae ,eu passei a ter certeza

  9. Agnelo Obrigado
    AL, mas vamos por parte, as Type056 são navios DESTINADOS A OPERAÇÃO MAIS PRÓXIMA A COSTA, os Chineses desde os anos 60, possuiem a maior frota de patrulhas costeiras do mundo, e as Type 056 apenas são a continuação disso, porém com maior capacidade, esses navios vem em seguida pelas fragatas mais capazes type 056, essas, muito mais interessantes a MB do que as 056, e seguindo dos Destroyers classe Type 052C e 052D, além do espetacular Type 055, com deslocamento 20% superior comparado aos Arleigth Bourque americanos, e projeto de um super Cruzador sem designação ainda, na casa dos 18 mil toneladas, superando os DDG-1000 Zumwalt, dizer que a China esta investindo em Corvetas leves, esta correto, mas serão como patrulhas armadas, no de mais, a China tem pelo menos 3 outros tipos de unidades de maior capacidade também em grande numero sendo construído, e a gente aqui, PRATICAMENTE A VER NAVIOS

  10. Ja a Russia, o caso dela é mais necessidade de renovar esquadra que outra coisa, como o Brasil, com fragata classe Admiral Grigorovich de 4 mil toneladas, ou seja, próxima a de uma Nitéroi, e mesmo assim, pleiteia um super cruzador Leader, então, a afirmação de investimento em unidades leves não é verdade totalmente, apenas fazendo um look, como postei acima, corvetas leves, de 2000 a 3000 toneladas, fragatas, de 3500 a 4500 toneladas, e fragatas pesadas de 6 mil toneladas, pensar em um so modelo e deslocamento para nossa Esquadra é BURRICE

  11. Acho desnecessário estas fragatas bombadonas com plataformas similares a tudo que se vê no mercado europeu com estilo iate de cruzeiro e super caras para a MB. Fragatas como KDX II e III ou as type 054 A+ e (054 B com nova propulsão diesel/ elétrica mais econômicas) e super bem armadas, stealth, classes com aegis, são bem mais em conta e com cara de navio de guerra e que atenderiam bem a necessidade da MB.

  12. Rogério Rufini 1 de dezembro de 2017 at 14:03 você mandou bem na ideia. Sim, faz todo sentido pegar carona na grande produção canadense! Teríamos menos tarefas/empregos no Brasil mas navios novos e muito melhores. A grande quantidade deve permitir um bom ritmo de produção.

  13. marcos 1 de dezembro de 2017 at 18:34
    Vou dar minha opinião, vc esta certo, todos estão comprando… O Mundo esta em uma corrida armamentista, visto a intenções expansionistas de alguns países como por exemplo a China que declara abertamente que quer ser a potencia dominante no mundo em um futuro próximo…
    E se tratando de um pais tão importante e estratégico como o Brasil, visto a população, recursos naturais, industria e tals, acredito que o próximo governo vai ser chamado para uma conversa com as autoridades militares do nosso país ou até mesmo de alguns países aliados históricos do Brasil afim de levar um ”acorda muleque” para essa questão. então não estranhem se nos próximos anos houver algumas reformas no setor da defesa e novos investimentos na área, por fim torço para que não aconteça de nosso Brasil dormir no ponto e ficarmos de mãos atadas no horizonte que se aproxima.

  14. TeoB 1 de dezembro de 2017 at 21:18, ja dormimos e passamos do ponto faz tempo, muito tempo… compare Brasil e China em 1970 e hoje…. é de dar pesadelo.
    Enquanto discutimos qual doutrina importar das metrópoles – liberalismo, socialismo, neoliberalismo ou neosocialismo – o mundo gira e “nós fica…”.

  15. Até uma FREMM de pobre vai também (sem Aegis), no Brasil pra renovar a frota tá valendo tudo !!!
    Hoje em dia os navios multimissão são os mais completos , porém mais caros, mas devido ao seu emprego eles não têm preço.
    Já foi até autorizado pelos EUA a venda desses navios com Aegis para o Brasil, mas o nosso Governo não manifestou interesse.
    Lamentável !!!

  16. Os canadenses costumavam ter 15 principais combatentes de superfície e hoje estão reduzidos à 12 e o fato de terem que dividir esse número entre o Atlântico e o Pacífico e ainda fazerem parte da OTAN o que envolve o envio de navios à águas distantes apenas complica mais as coisas para o atual estado da marinha canadense.
    .
    Os 4 submarinos canadenses tem sido fonte de muita dor de cabeça e em muitas ocasiões nenhum deles esteve disponível e como apenas um é baseado no Atlântico significa que na maioria das vezes a frota do Atlântico não pode contar com ele.
    .
    Recentemente a marinha canadense também perdeu sua capacidade de reabastecimento em
    alto mar com a retirada de serviço de seus 2 navios de apoio logístico ….uma solução tapa buraco está em andamento até que dois novos navios entrem em serviço dentro de 5 anos.
    à caminho

  17. Top Gun Sea
    Fragatas chinesas, como as 054 tem deslocamento aceitável para a MB, já as KDXIII são navios de porte grande, similares aos Arleitgh Bourquem com custo de 1,5 bilhoes de dolares CADA,

  18. Outra, me desculpe, Brasil não tem tempo, de Brincar de fazer navio, de ficar com essa mentalidade de GERAR EMPREGO COM MEIOS PRODUZIDOS AQUI, no momento, é BALELA, os meios adquiridos aqui com essa finalidade de adquirir conhecimento, ficaram no caminho, e pouco, desculpa, POUCO SE CONSEGUIU E APRENDEU.
    Se escolheu uma fragata inglesa a desfavor de uma americana nos anos 70, pois custo mais baixo, de 12 unidades, passou para 10, depois 8, e ficamos com 6, duas construídas no exterior e 4 no Brasil, essa transferência de tecnologia com construção nacional, não se tornou viável, por 2 motivos.
    Primeiro: Não se torna barato, se não se da procedimento na construção, no minimo, 12 Fragatas seria o ideal para ter valido o custo
    Segundo: Pouco se aprendeu, e o que se aprendeu tentou-se em corvetas que problema de navegabilidade, que estão ate hoje aperfeiçoando o projeto.
    Para se ter ideia, as 6 fragatas Niteróis, custaram mais que se tivesse adquirido 10 fragatas americanas.
    Exemplo claro, os submarinos Tupis seriam para ser 8, ficamos com 5, perdemos conhecimento e tivemos que adquirir por preço muito alto um novo projeto

  19. Rogério…
    .
    apenas duas das 6 “Niteróis” foram construídas no Brasil…além do NE Brasil que foi baseado
    no projeto e outras duas deveriam ter sido construídas aqui ligeiramente diferentes e com
    maior foco na defesa aérea de ÁREA…mísseis de longo alcance…estas duas não deram em nada.
    .
    Os EUA no início dos anos 70 ainda não possuíam o que viria a ser a fragata da classe “Perry”
    que viria a ser um sucesso de exportação…não havia nada de novo por parte deles para oferecer enquanto o Reino Unido tinha algo que cabia nos planos da marinha brasileira.
    .
    As corvetas da classe “Inhaúma” de fato apresentaram problemas, mas, infelizmente isso é
    meio que comum e muitas marinhas precisam adaptar-se a navios que na prática acabaram não sendo tão bons como no papel, porém a quinta unidade a “Barroso” já foi uma grande
    melhora e não se conseguiu fazer nada quanto às quatro primeiras pois já estavam em fase
    adiantada de projeto/construção.
    .
    Coisa parecida com os 4 primeiros “LCSs” da US Navy…os seguintes estão vindo com melhorias
    porém os 4 primeiros serão usados como navios experimentais ou para uso próximo do continente e não deverão ser enviados mais em longas missões.

  20. Complementando o Dalton, as fragatas / contratorpedeiros de escolta oferecidas pelo EUA, classe Bronstein, selecionadas pela MB antes de se mostrarem inviáveis por terem condições de financiamento ruins, acrescentariam muito pouco em relação às 6 fragatas classe Niterói, ainda que fossem 10. Eram navios bem menores, que ofereciam pouca capacidade de crescimento no futuro, estando também no limite do porte mínimo para operar o grande sonar AN/SQS-26 e o ASROC, equipamentos que no final dos anos 60 ainda eram dúvida se seriam liberados para equipar fragatas do Brasil. A classe americana seguinte (Garcia, à época já em construção nos EUA) cresceu para oferecer melhor desempenho com esses sistemas.

  21. Rogério Rufini
    2 de dezembro de 2017 at 9:22
    Top Gun Sea
    as KDXIII são navios de porte grande, similares aos Arleitgh Bourquem com custo de 1,5 bilhoes de dolares CADA,

    Rogério Rufini
    Sei que as KDXIII com sistema aegis é bem mais cara que as KDXII, algo em torno de 925 milhões de dólares mas, não 1,5 bilhões de dólares como você disse.
    As KDXII custa na faixa 429 milhões de dólares, daria para a MB.

  22. “Arleitgh Bourquem”
    .
    hehe…
    .
    “As KDXII custa na faixa 429 milhões de dólares”
    .
    Sim, na Wikipédia. Mas a não ser que a Wikipédia começar a vender navio, essa fragata nunca nos custaria isso.
    .
    Na boa… Isso é uma proposta da KDX-II modernizada, pq essa dos Koreano já passou do tempo: http://www.thaifighterclub.org/images/answer2013/A0115229113050114158.jpg
    .
    Tu realmente acha que isso tudo ali, na maquete, sairia por U$ 450 milhas???
    Mas, claro, ninguém esta impedindo ninguém de acreditar em papai noel, coelhinho da páscoa e KDX-2 a 450 milhões….

  23. Esses preços de navios de guerra que constam na Wikipedia são em sua maioria totalmente furados ou defasados, não passam nem no teste de comparação entre outros preços de verbetes da própria Wikipedia, uma zona.

    É impressionante a quantidade de debates e discussões com dedo no olho e canelada virtuais que se faz com dados furadissimos e sem conexão com a realidade, com o propósito apenas de ganhar a discussão.

    Não existe navio de guerra barato. Alguns preços absurdos que circulam sobre navios de guerra não pagam nem o sistema de propulsão.

  24. Aí o Brasil hipoteticamente fecha o Prosuper (ou o que sobrar dele) com os Koreanos e 5 Fragatas acabam custando mais de U$ 4 bilhões…
    .
    Aí a “rapaziada” senta o sarrafo na MB, na ToT, corrupção e etc, pq sonharam com KDX-2 a mágicos 450 milhões.

  25. Bardini
    Fernando “Nunão” De Martini
    MO

    -Realmente os preços de navios de guerra são em sua maioria exorbitantes, caríssimos muito além do do que é uma embarcação como todo, como se boa parte de um navio de guerra fosse de componentes de diamante e ouro. É o preço do know How.
    – Também deve se levar em conta o recheio que é de acordo com a necessidade de cada força e obviamente embora o valor cotado em dólar e euro não varia tanto assim pela estabilidade da moeda mas, o preço final muda.
    – Quanto a biblioteca virtual (Wikipédia) é o meio mais óbvio para aqueles que pesquisam para se ter ideia do que é ou possa ser sobre determinado tema. Outros que são mais especialistas, dedicados, autodidatas e que não desdenham procuram fontes mais diretas e informações até mais acertivas e que de forma humilde nos ajudam a atualizar os fatos. A Wiki está ai para isso, é de graça, agradeço à aqueles que a retroalimentam e não vou aconselhar a usá la por que já os fazem. Humildemente Sempre irei busca lá quando não souber. Viva o bom senso. Viva a era digital. Viva a Wikipédia.

  26. Srs
    Off topic mas nem tanto.
    Provavelmente não é a opção preferida pelo almirantado e tem problemas políticos para atrapalhar (o caso do terrorista italiano), mas os italianos são uma das poucas opções, senão a única, que poderia resolver o problema das escoltas para a MB e abrir uma janela de novas opotunidades.
    Como é do conhecimento público, a Itália passa por dificuldades financeiras e luta para manter sua indústria naval (vide as encomendas do governo italiano).
    Esta situação abre uma possibilidade de negociação para a MB para obter navios novos e usados com um financiamento estilo SAAB (o Brasil tem credito externo devido as boas reservas que mantém).
    Não é impossível uma negociação onde a MB poderia comprar um pacote de FREEM’s italianas novas (as 6 sonhadas do PROSUPER) casado com a cessão dos La Penne e de duas Maestrale que estivessem em melhor estado. Isto implicaria que a marinha italiana acelerasse a baixa destes navios e daria folego para a MB aguardar os navios novos. Se esta solução fosse adotada junto com o seguimento do projeto das Tamanduás, estaria equacionado a curto prazo o problema das escoltas.
    E é bom notar que a Itália tem a expertise de construção naval inclusive de NPM e PA’s.
    Ou seja, poderia ser o começo de uma boa parceria.
    Sds

  27. Os italianos são donos do VARD Promar… Que fica do lado do Atlântico Sul, se precisarem construir coisa grade, fica tudo na mão. Os caras já deram assistência no projeto das Corvetas para a MB. O grupo Fincantieri tem tudo o que a MB precisa e tem capacidade de projetar coisa nova.
    .
    Tá tudo muito na cara do gol…

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here