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Grupo-Tarefa da Marinha em Itajaí/SC

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Demandou o pier da Delemar Itajaí (Delegacia da Capitânia dos Portos do Estado de Santa Catarina) na manhã do dia 01/12/2017 um Grupo-Tarefa  subordinado ao 5º DN da Marinha do Brasil, composto pelo NPa ‘Benevente‘ – P 61 / PWBE, ‘Babitonga‘ – P 63 / PWBA e pelo RbAM ‘Tritão‘ – R 21 / PWZT, em viagem de adestramento entre Rio Grande/RS e Itajaí/SC,

Para ver mais imagens sobre  os navios em Itajaí:

As embarcações tem previsão para suspender no dia 4 pela manhã

FOTO: Luiz Fernando Nardes, Itajaí/SC, 01/12/2017

35 COMMENTS

  1. Como a MB nada tem nada a mostrar e a noticiar , a não ser inoperância , falta de escolhas ou o pior, escolha errada , faz festa com estes meios recebidos de Segunda Mão a mais de 20 anos , coitada da MB e do BRASIL , nos da uma Tristeza !!

  2. É uma simples viagem de adestramento…pessoalmente gosto de matérias sobre os “pequenos”
    navios também, mas, para alguns, tais matérias significam vergonha ou trazem à baila comparações descabidas…isso sim é que é uma tristeza 🙁

  3. Walfrido e Dalton, isso mesmo.

    Navios distritais do porte da classe Grajaú, e depois os de 3ª classe (classificação pelo deslocamento/porte) são geralmente os primeiros ou os segundos comandos da carreira de oficiais da MB, como capitães-tenentes e capitães de corveta. Saindo da rotina das missões de patrulha em que operam “escoteiros”, esse tipo de comissão formando grupos-tarefa são importantes para ganharem mais experiência, que aplicarão quando forem para navios maiores, da Esquadra, que em geral operam formando grupos-tarefa.

    Algumas críticas gratuitas são difíceis de entender. Qual o problema em se noticiar isso?

  4. Não há problema nenhum em noticiar isso. O problema é só ter isso para noticiar.

    Se não é isso, são as já cansadas fragatas , que já foram fotografadas e noticiadas em todos os ângulos possíveis e imagináveis nos seus 40 anos de serviço.

    É só isso.

  5. Bem, respeitosamente penso que não há nenhum problema com este tipo de notícia, mas também não há nenhum problema em divulgar a situação material ridícula de penúria em que se encontra a nossa armada… É realmente de dar dó.

  6. Não há problema em se comentar sobre a situação ruim da marinha…mas…daí aproveitar uma matéria sobre uma simples viagem de instrução para “sentar a lenha” também não me parece
    muito certo.
    .
    Pena os editores não terem tempo e paciência para elaborarem mais matérias sobre a situação das demais marinhas…o “ruim”das outras aqui publicado aparentemente não é o suficiente.

  7. Pior é saber os bilhões que gastamos com nossas forças armadas para que estejam assim… desse jeito. É de lascar! O respeito com o dinheiro público é algo que não nasceu ainda nesse país. Pelo menos suspenderam para adestramento… melhor do que ficar atracado.

  8. Estas toupeiras vem postar aqui e ainda dao uma de jenius, afinal GT é igual a FT e estáa cheio de Cruzador de batalha no 5o DN .. é a Marinha do Wikipedista … Tipo o caça para o toupeira do aviaozinhum

    Ah para a toupeirada, na nossa marinha nossa não tem só “encouraçado” não tá .. no mais caguei, ppois tenho minhas duvidas se as antas xilikentas saibam a função destes navios e a dotação do 5o DN … !

  9. Esse é o Marcelo que eu conheço!

    Estações de batalha! Quartel general!
    Pinicos na mira! Lançar Pardais
    1, 2, 3 e 4!
    Bombs away!!!
    Fire in the Hole Shit!!!!

  10. Ainda bem, que pelas águas tropicais do Atlântico, circunscrição do 3º Distrito Naval, temos o Grande Comando COMGPTPATNAVNE – Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, com sua poderosa frota que é liderado pelo Cruzador de Batalha NaPaOc Classe Amazonas, P-122 “Araguari”, com seu deslocamento de 1700 toneladas, como Capitania da Esquadra local, sendo auxiliado pelos Destroier lança misseis NaPa Classe Macaé, P-71 “Macau”, com seu deslocamento de 500 toneladas, e pelos Destroieres NaPa Classe Grajaú, P-40 “Grajaú”, P-41 “Guaíba”, P-42 “Graúna”, P-43 “Goiana”, classe essa que tem o deslocamento de 197 toneladas (padrão) e 217 toneladas (carregado), contando ainda com o Navio de Apoio Logístico RbAM da Classe Triunfo, R-23 Triunfo, com um deslocamento de 1.680 toneladas (carregado).

    Importante ressaltar que, apesar da brincadeira, esses meios tem uma finalidade, que é exatamente a Patrulha Naval, ou seja, Operações de Guarda Costeira, que se diferencia bastante das missões de Escolta!!!

  11. “Mk48 3 de dezembro de 2017 at 6:05
    Agora fiquei em dúvida de qual dos dois é o mais idiota.”

    Também fiquei, ajude a resolver essa dúvida cruel.

  12. No duvidas, claro que sou eu , troféu Echo em idiotice mas não visto a carapuça … kkkkk e olha que homologado.por CIASA

  13. Eu fui dar uma pesquisada sobre este P61 da foto e fiquei surpreso, é um River class inglês, mas parecia muito diferente dos Amazonas.
    Vi que existe uma River class original dos anos 80 na Inglaterra, que foi desativada com pouco tempo e vendida para 3 países, o Brasil comprou sete unidades.
    E existe outra River class maior dos anos 2000, que o Brasil comprou 3 encomendadas originadas das River cujo comprador desistiu, esta história é bem conhecida.
    . https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Classe_River

  14. As vezes eu tenho a impressão que o PROSUPER era mais importante para a MB do que o PROSUB… e esta impressão se aprofundou com aquele excelente artigo do Poder Naval (“A releitura do PROSUPER”).

  15. Impressão sua, Jacinto. Submarinos são a prioridade para a MB por causa do projeto do submarino de propulsão nuclear.

  16. Sim, Walfrido, a RN teve diversas classes “River” ao longo do tempo, incluindo uma enorme classe de fragatas da IIGM.

    Das sete unidades da classe “River” de ex-varredores da RN construídos na década de 1980 e adquiridos pela MB em meados da década seguinte, quatro foram transformados em navios-patrulha classe “Bracuí” e três em navios-hidroceanográficos classe “Amorim do Valle” (sendo que um deles inicialmente se chamou Jorge Leite antes de ser renomeado Taurus).

    Atualmente, dois navios-patrulha classe “Bracuí” estão subordinados ao 4º Distrito Naval (Belém), o líder da classe e o Bocaina. Outros dois estão subordinados ao 5º DN (Rio Grande), o Babitonga e o Benevente.

    Quanto aos navios hidroceanográficos, dois estão subordinados ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos da Diretoria de Hidrografia e Navegação (Niterói), o Taurus e o Cruzeiro do Sul, e o terceiro, Garnier Sampaio, está subordinado ao 4º DN

  17. Jacinto, se a MB tivesse priorizado o Prosuper não teria colocado na frente dele o Prosub.

    O problema é que após o Prosub ser viabilizado o Prosuper ficou aguardando decisão por parte do Governo Federal, aguardando, aguardando e aguardando até ir pra gaveta quando as condições econômicas se deterioraram de vez.

    E por conta dessa engavetada foi preciso colocar como segunda prioridade do reaparelhamento da MB, logo após o Prosub em andamento, um programa mais modesto e considerado factível dentro das circunstâncias, que é o das quatro corvetas classe “Tamandaré”, para que a frota de combatentes de superfície não continue apenas a definhar e haja alguma reposição de navios que estão dando baixa.

  18. Fernando “Nunão” De Martini 4 de dezembro de 2017 at 14:33
    Sim, Walfrido, a RN teve diversas classes “River” ao longo do tempo….
    F. Nunão de Martini,nlembrei que nós tambem ja tivemos outra classe Amazonas, inclusive com navios dando os mesmos nomes dos 3 atuais Amazonas.(Amazonas, Apa e Araguari)
    . https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Classe_Amazonas
    .
    Vejam o que ja teve de navio e submarino Amazonas na nossa Marinha:
    Fragata Amazonas (1825) fragata (ex-Fragata Constituição, Fragata Isabel)
    Corveta Amazonas (1828) charrua transporte/corveta (ex-Corveta Trinta de Agosto)
    Escuna Amazonas (1840) escuna
    Fragata Amazonas (1851) fragata a vapor
    Cruzador Amazonas (1895) cruzador
    CT Amazonas (CT-1) (1909) contratorpedeiro da Classe Pará
    CT Amazonas (D-12) (1940) contratorpedeiro classe Amazonas
    S Amazonas (S-16) (1945) submarino
    NaPaOc Amazonas (P-120) (2012) patrulha oceânico classe Amazonas

  19. Nunão e Galante – obrigado pelas respostas, mas acho que não me expressei corretamente – perdoem-me. Eu sei que a MB priorizou o PROSUB, mas o que eu me pergunto é se não teria sido melhor que o PROSUPER tivesse sido viabilizado antes do PROSUB. Eu entendo a importância do PROSUB, mas fiquei bastante triste em perceber que, no ritmo em que as coisas vão, a reposição dos combatentes de superfície que estão dando baixa pode não ser adequada as necessidades da MB.

  20. Jacinto, descontadas as não menos importantes questões estratégicas de se priorizar a negação do mar com os submarinos, e pensando de forma eminentemente prática, naquela época (segunda metade da década passada) era exatamente essa a minha opinião, de que a prioridade deveria ter sido dada a novos combatentes de superfície, já que os submarinos eram em média mais novos que as fragatas e corvetas (em que pese o Modfrag recém-terminado e a Barroso recém-entregue).

    Em matérias da época escrevia sobre isso e, até mesmo uma matéria recente, cheguei a mencionar essa questão:

    http://www.naval.com.br/blog/2017/11/30/opvs-corvetas-fragatas-o-reequipamento-da-mb-em-perspectiva/

    Mas isso é passado que não adianta remoer ou coisa do gênero. Importa usá-lo como mo aprendizado para que novas corvetas (e depois fragatas) possam ser realmente priorizadas após as parcelas de pagamento do Prosub chegarem ao fim e se possa manter o programa ativo com dispêndios menores, permitindo comprometer pagamentos com o programa das corvetas.

  21. Walfrido,
    Esses dois da sua lista merecem menção por dois motivos muito diferentes:

    Fragata Amazonas (1851) fragata a vapor
    Cruzador Amazonas (1895) cruzador

    A fragata foi o navio capitânia de Barroso na batalha de Riachuelo (1865).
    E o cruzador foi revendido pelo Brasil aos EUA antes de vir pra cá, e lá serviu como USS New Orleans, participando da guerra Hispano-Americana.

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