Home Aviação Naval EXCLUSIVO: Defesa autoriza o Comando da Marinha a comprar o porta-helicópteros Ocean

EXCLUSIVO: Defesa autoriza o Comando da Marinha a comprar o porta-helicópteros Ocean

38569
351
HMS Ocean

Por Alexandre Galante – Editor-chefe da Trilogia Forças de Defesa 

Roberto Lopes – Especial para o Poder Naval

O período de gestação (da ideia) terminou!

Nove meses depois de ter recebido, ainda informalmente, a oferta de ficar com o porta-helicópteros de assalto anfíbio HMS Ocean (L12), o Comando da Marinha do Brasil (MB) pode, finalmente, iniciar as tratativas formais para a aquisição do navio.

O Poder Naval apurou que, semana passada, o Ministério da Defesa (MD) autorizou a MB a negociar os termos em que irá se processar a operação comercial. Na última sexta-feira (01.12), a permissão do MD foi comunicada aos oficiais de 4 estrelas que integram o Almirantado.

Nessa mesma sexta o HMS Ocean atracou no porto israelense de Haifa, dando início à rota que irá leva-lo, diretamente, à boca do Mar Mediterrâneo – etapa final de seu desdobramento como líder da flotilha 2 da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) de prontidão permanente no Mar Mediterrâneo.

Caso haja um mínimo de condições de segurança, o porta-helicópteros deverá agora fazer uma escala no porto egípcio de Alexandria, e depois seguir para o litoral da Argélia – de onde, finalmente, rumará para a Base Naval de Gibraltar.

O HMS Ocean será descomissionado na manhã de 31 de março de 2018, um sábado.

Negociação — Antes disso receberá a visita de uma equipe de oficiais da Marinha do Brasil, que irá inspecionar o seu sistema de propulsão e se inteirar sobre os equipamentos (sensores e armas) que virão a bordo do navio para o Brasil. Como alguns desses sistemas são de fabricação americana, haverá a necessidade de uma negociação com a US Navy. Mas o momento da relação entre as duas Marinhas é considerado bastante positivo.

O Ocean é aguardado com especial ansiedade por dois setores da oficialidade: os da Aviação Naval e do Corpo de Fuzileiros Navais.

Nas mãos da Marinha Real o navio, de 21.500 toneladas, transporta pouco mais de 800 Royal Marines (efetivo correspondente ao de um batalhão reforçado, ou “expedicionário”, como os britânicos costumam chamar) e está apto a embarcar até 18 helicópteros. Mas os chefes da Royal Navy normalmente não trabalham com mais de 12 aeronaves, a fim de facilitar a movimentação e manutenção dessas máquinas nos hangares e oficinas do barco.

O navio poderá operar sem restrições todos os principais helicópteros da Força Aeronaval do Brasil.

Nas operações da Otan ele, comumente, recebe, para treinamento, os convertiplanos V-22 Osprey da Marinha dos Estados Unidos. Aliás, a estrutura do seu convés de voo é robusta o suficiente para receber os caças MacDonnell Douglas AV-8B Harrier II Plus, cujo peso máximo em decolagem vertical é de 9,4 toneladas.

Fontes da MB ouvidas pelo Poder Naval definem o HMS Ocean como o meio que viabiliza um inédito caráter expedicionário na Marinha, permitindo a organização de uma força que incursione a grandes distâncias (costa ocidental africana por exemplo), especialmente no caso de uma operação em conjunto com o navio-doca multipropósito Bahia (G-40), ex-Siroco.

Prazos — O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira – um entusiasta da vinda do Ocean desde o primeiro momento –, gostaria que o navio estivesse no Brasil ainda no período do seu comando, que, em tese, termina a 31 de dezembro do ano que vem (Leal Ferreira não assumiu o Comando da Marinha a 1º de janeiro de 2015, e sim no dia 6 de fevereiro daquele ano). Mas isso ainda é incerto.

Há dúvidas também sobre o nome com que o navio será batizado, mas há uma corrente de oficiais que defende o resgate do nome “Minas Gerais” – binômio que faz o pessoal da MB lembrar com orgulho do seu primeiro navio-aeródromo.

O Poder Naval apurou que o nome “Rio de Janeiro” deverá ficar para o próximo porta-aviões brasileiro.

Depois que chegar ao Brasil, o Ocean deverá passar por um PMG e iniciar uma longa programação de certificações com as aeronaves da Aviação Naval – trabalho que irá se estender por todo o ano de 2019, e resultar em um porta-helicópteros plenamente operacional no ano de 2020.

É possível também que a Marinha abra o convés do seu novo porta-helicópteros a um programa de cooperação com aeronaves do Comando de Aviação do Exército (CAVEX) e da Força Aérea Brasileira (FAB), exatamente como é feito, na Inglaterra, com o Royal Army e com a Royal Air Force – que rotineiramente embarcam seus aparelhos no porta-helicópteros.

Ataques – A autorização dada pelo Ministério da Defesa deixa o porta-helicópteros britânico a salvo da onda de ataques de articulistas que alvejaram o navio com uma série de análises depreciativas acerca do seu estado geral, e até com uma história sustentada em setembro pelo diário londrino Telegraph, de que o navio, ao passar por Gibraltar a caminho de uma jornada de Assistência Humanitária no Mar do Caribe, registrara problemas nas máquinas.

O Ministério da Defesa britânico desmentiu energicamente a notícia, mas seus propagadores no Brasil se “esqueceram” de registrar o desmentido.

Bravo Zulu novo Minas Gerais!


CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO HMS OCEAN

Tipo, classe: Landing Platform, Helicopter – LPH / único da classe
Construtores: Kvaerner, Govan Ltd., (construção) / Vickers Shipbuilding & Engineering Ltd., Barrow-in-Furness, (acabamento)

STATUS
Contratado: 11 de maio de 1993
Batimento de quilha: 30 de maio de 1994
Lançado: 11 de outubro de 1995
Comissionado: 30 de setembro de 1998
Desativação na RN: 2018

Base: HMNB Devonport, Plymouth
Lema do navio: EX UNDIS SURGIT VICTORIA (das ondas surge a vitória)

DADOS TÉCNICOS
Comprimento: 203,4 metros
Boca: 35 metros
Calado: 6,5 metros
Deslocamento: 21.500 toneladas
Velocidade: 15 nós (28 km/h) – cruzeiro / 18 nós (33 km/h) – máxima
Alcance: 8.000 milhas náuticas (13.000 km)
Tripulação: 285 (navio) + 188 (tripulação aérea)

PROPULSÃO
2 motores a diesel Crossley-Pielstick V12
2 eixos / 2 hélices

ARMAMENTO
4 x canhões DS30M Mk.2 30mm
3 x CIWS Phalanx
4 x Miniguns 7.62mm

AVIAÇÃO
Grande convés de voo / hangar para até 18 helicópteros (Sea King, Lynx, Merlin, Chinook, Apache, Wildcat).

351 COMMENTS

  1. Bela aquisição! Tomara que tudo de certo! Agora só falta conversar com os chineses para reformarem o NAE São Paulo, que com certeza , seria com valores mais baixo acaso fosse feito aqui ou mesmo na França! ( não custa sonhar, né!)

  2. Melhor noticia não há! Ocean será a capacidade real de projeção de poder. Agora bem que poderia vir umas Type ai de oportunidade.

  3. Boa noticia.
    Falta só duas escoltas robustas para termos uma força operacional capaz de fazer viagens longas e seguras, haja visto que o Bahia é capaz de transportar combustível e teremos um sub convencional operacional. Os apaches ficam por lá mesmo?rs

  4. Ótima compra de oportunidade, mas acho bem provável que os americanos acabem barrando a venda das Phalanx CIWS instaladas, tragicamente.

  5. “Agora só falta conversar com os chineses para reformarem o NAE São Paulo, que com certeza , seria com valores mais baixo acaso fosse feito aqui ou mesmo na França”. Ué, os chineses fazer reformas na França? Então tá. Deixa o “sugador” de recursos queto, pois o ProSub já ta “sugando” bastante.

  6. Seria demais pedir para vir completo? até com os helicópteros? E gastar um pouquinho mais e comprar tb uns 6 AV-8B Plus…..
    Estaria bom rs ………….

  7. Antes que venham os comentários políticos,está eu considero uma excelente compra,uma verdadeira maquina de Guerra,mas que infelizmente como parece não virá equipada,com os Chinocks e nem com os Apaches ,bem que a Marinha poderia fazer uma forcinha e compra-lo com estes Helicopteros.
    Brasil acima de tudo só abaixo de Deus.

  8. Para os propositos que a MB tem , esse navio não seria dispensavel ? Fragatas ou corvetas bem armadas ,não seria a prioridade no momento ?

  9. Excelente notícia!
    Só deveriam escolher um nome “novo”. Não faz nem 20 anos que o Mingão foi pro ferro-velho e já querem dar o mesmo nome para outro navio.
    Está parecendo política do café com leite da República Velha.
    .
    Gabriel, a América está/estava disposta a vender Super Hornet, AIM-120, AEGIS, SuperCobra e você acha que vão barrar Phalanx CIWS velho? E o do Mattoso Maia? Não estamos mais na década de 80.

  10. Bom noticia, se for verdade e der tudo certo.

    É uma ótima adição ao CFN e ainda engana os leigos que podem achar que a MB adquiriu um navio de combate de verdade para substituir o São Paulo. Vai fazer bonito em desfiles e missões de paz e torço para que nunca precisemos usá-lo para mais que isso.

    Cabe esclarecer que trata-se de um navio auxiliar, construído em padroes hibridos civis e militares e com limitada velocidade e capacidade de sobrevivencia, com capacidade muito limitada para missões de controle maritimo (ASW e ASuW). Ao menos teremos uma plataforma capaz de operar os helicopteros ASW que temos e participar adequadamente de exercícios navais (desde que ninguem se incomode em ultrapassar 18 nós!).

    Certamente a MB vai usar essa execução para justificar a compra de escoltas novas, desviando recursos que poderiam ser melhor usados no programa de submarinos e patrulheiros oceanicos.

    Eu batizaria o navio como ESPIRITO SANTO, visto que nossa marinha está ao “Deus dará” faz tempo.

  11. Ficaria muitíssimo mais feliz sem o Ocean mas com a autorização do MinD para a eleição do PROSUPER, para mim, a maior necessidade da MB junto com o PROSUB. Teríamos enfim a arma estratégica com o pau-pra-toda-obra, todos no “estado da arte”…

    Mas tudo bem, foi essa a decisão e a Marinha está feliz com ela. Seja bem vindo, e bons mares enquanto estiver por aqui.

  12. “O Ocean deverá passar por um PMG e iniciar uma longa programação de certificações com as aeronaves da Aviação Naval – trabalho que irá se estender por todo o ano de 2019”
    Um ano será suficiente para tudo isso, uma vez que ainda serão analisadas as reais condições do navio por oficiais da marinha?

  13. Bill e Ozawa:
    A questão é dinheiro.
    O preço do Ocean deve estar entre US$ 100 e 150 milhões. Isso aí não compra nem uma corveta, quanto mais todos os navios do Prosuper. No mais, prefiro o Ocean do que uma corveta na MB.

  14. Bill, se você por um acaso souber de alguma marinha no mundo que esteja vendendo fragatas ou corvetas com menos de 20 anos de uso, em bom estado de conservação, com um preço de 80 milhões de libras que possa ser pago em prestações a perder de vista, fale agora, pois, creio que a MB vai se interessar, e muito, em fazer essa compra de oportunidade

  15. A FAB/EB poderia comprar uns 6 Chinnoks e 4 Tigers para operações conjuntas com a marinha/fuzileiros navais. Sem falar na versatilidade em operações pós-desastres naturais (chuvas/enchentes em áreas litorâneas)

  16. “Fabio Souto em 04/12/2017 às 16:53
    O navio vai ficar parado quando chegar para fazer PMG???”

    De preferência parado, Fabio. Navegando é que não vai fazer PMG.

    Desculpe a brincadeira, mas a bola estava rolando na boca do gol…

  17. Hmmmm…. Consultei Madame Anne, e ela olhando as cartas do Tarô prevê que na primeira grande manutenção…. Hmmmm mm…. Não vai ter verbas…. …. Oito anos no estaleiro…. …. Hmmmm…. Descomissionamemto….

  18. Ozawa 4 de dezembro de 2017 at 16:46
    .
    Olha, costumo discordar de você, mas agora concordo 100% e vou além. Mais útil e importante que colocar dinheiro nesse “Ocean” seria comprar um NApLog. Esse sim faz falta. “Ocean” é só um bibelot caro…

  19. Não sou especialista no assunto. Na verdade não via com bons olhos essa aquisição, até pelo “trauma” da aposentadoria do São Paulo.
    A pergunta que faço como leigo: Esse navio virá no modo “turn-key” faltando apenas as instalações de apoio para o helicópteros que temos? Se sim, quanto vai custar e quanto vai demorar? Minha preocupação é que não se torne outra “mala-sem-alça” que se tornaria cara como o São Paulo.
    De resto acho boa a aquisição para manter o pessoal de asas rotativas mais atuantes.
    Mas que fica um “buraco” na aviação de asa fixa, fica.´
    É uma bela máquina, sem dúvida.

  20. É o prêmio consolação pela perda do São Paulo.
    Mas pelo menos não dará tanta despesa e terá utilidade.
    O Brasil agradeçe pela troca.
    Obs: Sei que as aplicações são diferentes, mas pelo menos a MB vai ter algo grande para chamar de seu…e gastando menos.

  21. O Estado de Minas Gerais sempre será lembrado por ter emprestado seu nome ao mais saudoso porta-aviões da nossa marinha. Poderiam homenagear algum outro Estado meio esquecido, tipo Acre, Rondônia, Mato Grosso do Sul, etc.

  22. a NOTÍCIA que queríamos ouvir, ler, e ver sacramentada.
    Melhor se viesse completo, na questão de radares, armas de defesa, e porque não sonhar com helicópteros. É o presente de natal que pediríamos ao Papai Noel.
    Pelo menos uma notícia boa entre as tantas ruins que nos últimos 3 anos tivemos que suportar a respeito da nossa Marinha, que merece voltar a ter e ser destaque do Atlântico Sul, e entre as do Hemisfério Sul, juntamente com a Austrália.

  23. Se houver dinheiro para mante-lo, e vasos de superfície para defende-lo, excelente aquisição. Parabéns MB, boa sorte e que bonito será a bandeira nacional neste navio.

  24. Se a justificativa de comprar esse navio ao inves de fragata ou corveta ,for a questão financeira ,então quanto mais gastar com o que não for prioridade ,vai piorar a situação .Qual seria a utilidade desse navio nos dias atuais na MB ?

  25. Ainda não há nada confirmado. A notícia é boa mas diz apenas que a marinha ganhou o aval do ministério da defesa para negociar a compra da embarcação. Se alguma outra nação interessada oferecer uma proposta melhor que a nossa, batamos na madeira, aí o OCEAN navegará sob outra bandeira.

  26. marcelo km 4 de dezembro de 2017 at 17:05
    A FAB/EB poderia comprar uns 6 Chinnoks e 4 Tigers para operações conjuntas com a marinha/fuzileiros navais.
    Marcelo, para que operação conjunta com a MB???
    Para depois um Almirante dizer em entrevista que eu li, que a MB tinha o inconveniente de ter um Esq. da FAB operando em seu NAe.
    No Japão os CH-47 do JGSDF operam nos Porta Helicopteros classe Hyuga, mas é outro país e cultura.
    “Soldiers line up to board a CH-47 Chinook on the Hyuga.”wikidefence
    . https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7P-ySG4G3j3_F3E6TFeDGjATcgeDKXiwLzAtlw8OKbtc-hjW9FIevrV2M

  27. Se fosse por mim… quebrava a tradição e manteria o nome Ocean… Acho sensacional !! Assim como a belonave… rs

  28. Parece que se a Marinha não tiver alguma coisa, nem que seja um bote de salvamento, chamada Minas Gerais na sua frota, ela não se sente Marinha ..

  29. Ótima compra de oportunidade.

    Agora é buscar as escoltas. ..e mesmo com a corrente em favor das Corvetas Tamandares,o Brasil não pode abrir mão de adquirir ao menos 6 fragatas novas.
    Sonhar não custa nada. ..quem sabe ainda teremos duas esquadras.

  30. “Bill em 4 de dezembro de 2017 at 17:22
    Se a justificativa de comprar esse navio ao inves de fragata ou corveta ,for a questão financeira ,então quanto mais gastar com o que não for prioridade ,vai piorar a situação .Qual seria a utilidade desse navio nos dias atuais na MB ?”

    Bill, pra responder, vou repetir abaixo opinião que dei em comentário de matéria recente sobre o Ocean:

    Eu acho que a incorporação de um navio tipo LPH como o Ocean não deve ser pensada como uma ampliação da Marinha, ou para incorporar um novo tipo de missão ou tarefa, mas sim para estancar a perda de parte das missões, tarefas e navios que a Marinha vem perdendo. O navio, se estiver em condições de serviço sem problemas anormais por uns 15 a 20 anos, permitirá manter uma capacidade de dissuasão e de projeção limitada de poder (seja frente a ameaças a nossos próprios territórios no continente ou em ilhas, seja externamente) que temos na arena anfíbia, de uma forma operacionalmente mais moderna.

    Pra ter uma ideia, perto do final do século XX, ou há duas décadas, a MB possuia 2 NDD (navios de deaembarque doca) e 1 NDCC (navio de desembarque de carros de combate) de maior porte, além de 3 ou 4 NTr (navios-transporte de carga e tropas) de porte médio, aos quais podia somar 1 NAeL (navio aeródromo ligeiro) para prover algum apoio aerotransportado (este substituido por um NAe no início deste século).

    Praticamente todos esses 7 a 8 navios deram baixa ao longo desses 20 anos (exceto o NDCC Mattoso Maia, em longo período de manutenção geral) e no lugar deles se incorporou apenas 3: o NDM Bahia de origem francesa (substituindo com vantagens apenas um dos dois NDD) e dois NDCC relativamente pequenos de origem britânica (substituindo também com vantagem e flexibilidade maior os 3 ou 4 NTr).

    O Ocean permitiria substituir, ainda que não da mesma forma, as capacidades de apoio aerotransportado que o NAeL/ NAe poderia conferir (ainda que não opere asa fixa) e, também não da mesma forma, a lacuna que o segundo NDD deixou (ainda que não tenha doca). Mesmo não substituindo ambos do mesmo jeito, o Ocean traria outras capacidades e disponibilidade que combinam com as formas de operação mais moderna das forças anfíbias, que são um fator de dissuasão a ser levado em conta por eventual ameaça, além de uma capacidade ofensiva que o país possui e que pode ser útil em vários cenários.

    Enfim, olhando no longo prazo, estaríamos ao final desse período de mais ou menos 20 anos que mostrei acima realizando a substituição de 8 navios por 4, porém em boa parte provendo formas mais modernas e adequadas de atuação nos cenários atuais, e apontando para substituições futuras ainda mais adequadas.

    É assim que eu vejo as coisas e é nesse sentido que acho que a aquisição do Ocean, desde que em boas condições, seria muito interessante para a MB – e frente aos navios que deram baixa, e que ele tomaria o lugar em certas funções e acrescentando outras, teria operação mais econômica (frente a NAe, NDD e Ntr que tinham propulsão a vapor). E também proporcionaria novas experiências nessas operações para se repensar seus futuros substitutos, especificando com mais propriedade as características de novos NPM (navios de propósito múltiplo, como são exemplo as classes Mistral e Juan Carlos I) que a MB já sinalizou que tem interesse para o futuro, após resolver outras prioridades – e poderia (agora já seria um “wishful thinking” meu) pensar no seu futuro NAe como um NPM.

  31. jORGE KNOLL 4 de dezembro de 2017 at 17:19
    “Pelo menos uma notícia boa entre as tantas ruins que nos últimos 3 anos tivemos que suportar a respeito da nossa Marinha”

    A implementação do PROSUB vale todas as noticias ruins que houveram.

  32. Na altura do campeonato: Excelente Compra!
    Podia vir coisa melhor? Por esse preço? Não! Simples assim curto e grosso.
    Por 3 bilhões de dólares poderia vir coisa muito melhor, poderíamos investir no PROSUPER, mas a verdade é uma só: Não temos essa grana.

  33. Eu brinco falando que a MB tem que ter algo grande para chamar de seu, mas diante do quadro atual nem pensar e construir novos navios, é ir aproveitando o que aparece em boas condições e propulsão simples como este diesel e que o Ocean seja bem vindo.
    Atualmente Fragata de 6 mil tons nem em sonho, até Tamandaré está dificil pensar hoje, a grana é curta.
    E não adianta pensar na Copa, Olimpíada ou corrupção, não tem volta no tempo….

  34. Pelo menos temos agora dois navios “de múltiplo propósito” fechando um capítulo da END. É convôo o suficiente para os Sea Hawk e Caracal.

    Sem desculpas agora para deixar de focar nas escoltas, é a Marinha botando o pé no chão.

    Só faltam agora Fragatas (que acho que de 4 mil Toneladas já é suficiente), Corvetas (as Tamandarés) e a dotação de navios de patrulha de 500T.

  35. “_RJ_ 4 de dezembro de 2017 at 17:41
    Pelo menos temos agora dois navios “de múltiplo propósito” fechando um capítulo da END. É convôo o suficiente para os Sea Hawk e Caracal.”

    A todos eu sugiro muita calma nessa hora com os tempos verbais… para um “temos” poder ser escrito, a compra tem que sair de fato, contrato assinado etc. Um dos passos fundamentais foi dado, mas por enquanto é só “teremos”.

  36. Tomara que a situação política do Brasil não atrapalhe as negociações e tomara que o EUA não atrapalhe a transferência de tecnologia que vem embarcado no HMS Ocean

  37. Prezados, o navio deve fazer um PMG no UK antes de ser transferido para a MB… quanto ao nome, não esperem novidades… abraço a todos…

  38. Meus caros amigos,

    ainda tem algumas águas para passar por baixo dessa ponte…

    Há ainda informações à serem compiladas que poderá jogar mais luz, para a efetivação ou não deste negócio…

    Aguardemos as proximas informações!

    Grato

  39. PARABÊNS !!!
    Mais uma vez o Poder Naval sai a frente de todos com a notícia !
    Aposto todas as fichas que Brasil voltará a ter no HMS Ocean (L12),
    seu grande Navio Almirante (ou Capitânia) como queiram.
    Creio que “MINNAS GERAIS” seja o nome bem apropriado para designá-lo
    Realmente é a melhor notícia do ano de 2017 para Nossa Armada !

  40. Os ingleses fariam melhor negócio ao vende-lo aos turcos pois estes operarão o mesmo e poderão conseguir contratos de manutenção e suporte do mesmo quando na MB o mesmo serviria de enfeite para satisfazer o ego de almirantes. Seria uma boa aquisição se não faltasse de tudo na MB.

  41. Como a aquisição ainda não foi efetuada, creio que muito “chumbo grosso” ainda a MB vai levar. Não vão faltar aqueles….(COMENTÁRIO AUTO ENGULIDO) que virão com aquela ladainha de “porque não aplicaram o dinheiro na saúde ou educação (entenda-se corrupção) ao invés de comprar navios?”.
    A MB não pode simplesmente parar e essa aquisição seria ótima. Quem sabe um início de recuperação da hegemonia do Brasil no Atlantico Sul.

  42. E tem caboco reclamando mano véi, a Inglaterra quase implorando para que o Brasil compre o HMS Ocean, a preço quase simbólico, e só para não perder o costume, sujeito entra aqui para reclamar… rapaz… vai namorar cara, vai tomar uma cerveja, vai comprar pão no mercadinho da esquina… mas para com essa mania de reclamar de tudo…. vocês não enganam mais ninguém…. para de reclamar de tudo, rapaz…
    _____________
    Poderia se chamar “Oceano” para manter e homenagear esse belíssimo navio, que era muito querido na Inglaterra, pela sua tripulação e na cidade em que normalmente operava…. NPH Oceano….
    O Phalanx é um arma icônica, gostaria que viesse com ele… mas se não vier, creio que hoje em dia tem armamento até mais eficaz e mais moderno que o legendário Phalanx… um canhão de 30 mm ou até calibre superior poderia ser pensado…
    Não vejo a hora dos AH2 Sabre da FAB pousando neste gigante….e olha que tem espaço viu… um imagem realmente simbólica…
    Helicóptero de ataque para a MB poderia ser o AH-1 Cobra… não é tão caro e mais dentro da ideia do orçamento, nem que seja de segunda mão.. o CH-47 Chinook não pode faltar, mas isso é mais pra frente, o importante é que esse monstro dos mares agora será do Brasil.

  43. Esplendido nosso novo carro alegorico psra desfilar o poder dos nossos almirantes e garantir a seguranca de todo o nosso litoral, de todos os nossos portos, evitar trafico de drogas, armas, pirataria_ ate nos rios_ magnifico, eu sujeitinho incapaz pensava em lanchas bem armadas para essas tarefas mas, gracas a Deus! Nossa elite inclusive nos meios militares e magnanima .
    Parabens Brasil.

  44. Nós somos os maiores recicladores de latinhas de alumínio, porque não sermos os maiores recicladores de sucata marítima? A independência da Índia ocorreu em 1947. ~10º PIB Mundial. Eles estão construindo sub atômico, porta aviões, enviando espaçonaves para a Lua, em apenas 70 anos. A nossa independência foi quando? 1822? ~195 anos atrás. Será que se os indianos vendem o litro de petróleo a multinacionais a R$ 0,01 e pagam a gasolina a R$ 4,50?

  45. Fabio Souto. 4 de dezembro de 2017 at 16:53

    Parado, mas fique tranquilo pois tem desconto do convênio.

    Docado iria ficar muito mais caro.

    Fábio
    Quando o Maracanã fará provas em águas oceanicas ?

    Tem notícias do Álvaro Alberto ?

    A quantas navega a Jaceguai ?

  46. Olá Luiz Antonio,
    Eu acompanho este blog há anos mas também sigo notícias em vários outros lugares. Na maioria das vezes, praticamente sempre, a população entende e apoia as forças armadas. Se você observar os orçamentos em 2016 do MD (82 bilhões), MEC (96 bilhões) e MS (43 bilhões) são expressivos e que 300 ou 400 milhões de reais não mudarão em nada a atuação destes ministérios. Aliás, o único caso estranho que eu lembro foi o Gov. Alckmin prometer em sua campanha para presidente que venderia o VC-1 da FAB para fazer um hospital. Não li nenhuma crítica à MB quando ela comprou as “Amazonas” nem quando comprou o “Bahia”.

  47. “Fresney 4 de dezembro de 2017 at 18:05
    se vir com falanques civis seria uma ótima, daria pro nosso Mi-35 operar nele?”

    Para fazer o quê ?

  48. Para finalizar mais um ano difícil uma excelente notícia! Parabens para a MB!
    Creio que este tipo de navio Aeródromo multipropósito terá condições melhores de prestar serviços para a MB e para o Brasil! e de quebra, a um custo bem inferior ao São Paulo!
    Pergunto, já que estão visualizando uma possível operação conjunta de aeronaves das 3 forças neste quais as possibilidades de a FAB operar algums Mi-35 Sabres a bordo ?
    Quanto ao nome… gostaria que o nome fosse Rio de Janeiro… ou mesmo manter o nome original… Ocean!

  49. A maioria dos comentários sobre modernização da Armada é completamente delirante, principalmente porque vem de pseudo-especialistas, não é do G1 como dizem. Parece que estamos num portal de Defesa da US Navy. Completamente inúteis e irracionais.

  50. camargoer 4 de dezembro de 2017 at 18:18
    Espero que voce tenha razão. Mas sempre aparecem os “Entendidos em política financeira” que adoram ver nossas forças armadas pedindo “merrecas”. Os mesmos que criticam aquisição de armas, são os mesmos que apoiam a corrupção em qualquer nível, até no trabalho deles. Muitas vezes esse pessoal não critica aqui ou em outros foruns. Eles lançam seus venenos no trabalho, nas escolas e em todos o níveis da administração (pública ou privada). Não estou dizendo nenhuma novidade.

    Abraços

  51. Uma excelente notícia!

    Obs: Recentemente o jornalista Roberto Lopes, pela qual possuo uma imensa admiração, encerrou sua coluna ‘insider’ em outro blog militar para se dedicar a novos trabalhos, notei que ele vem escrevendo matérias para o Poder Naval, será que é definitivo?

  52. Olá Antonio. Também torço pela MB (e pelo MEC e pelo CNPq.. riso). Mas a população compreende sim a necessidade de aparelhar as forças armadas, mas também tem o direito de exigir melhor educação e saúde. Em relação aos especialistas, muitos deles defendem seus empregadores. Especialistas de bancos vão pedir mais juros; especialistas da área de engenharia pesada vão pedir mais estradas, pontes e represas; especialistas em educação vão pedir mais escolas e universidades; especialistas militares vão pedir mas armas. Alguns também vão pedir mais anúncios na TV e nos jornais. riso.

  53. donitz123
    Nos fóruns Britânicos a gritaria contra a venda do Ocean é gigantesca, a venda ao Brasil é deglutível mas para a Turquia não, pois a Turquia é considerado uma ditadura e que vai acabar colocando em xeque a própria OTAN afinal estão se alinhado com a Russia. Até ondei isto vai só Deus sabe.
    Prezados,
    Também via com reservas a compra do Ocean pois imaginava que os escoltas eram muito mais prioritários mas houve ótimas explicações (do Dalton e Nunão) sobre a necessidade e justificativa da compra É só procurar.
    Quanto as helicópteros, o que a MB tem e opera já mais do que basta. Nada de chinook ou apaches, creio sim que deve existir uma diminuição da quantidade de modelos que as Forças Armadas antes de falarmos em um novo helicóptero.
    Exercito possui:
    Helicóptero AS 350 L1 – Esquilo
    Helicóptero AS 550 A2 – Fennec
    Helicóptero AS 365 K – Pantera
    Helicóptero S 70 A – Black Hawk
    Helicóptero AS 532 – Cougar
    Helicóptero EC 725 – Jaguar

    A FAB possui
    Helicóptero Eurocopter EC135
    Helicóptero Mil Mi-24
    Além dos Courgar, Jaguar e Esquilo

    A MB possui além dos Esquilo, Super Puma e Jaguar
    Helicóptero Westland Lynx, Sea Halwk

  54. Pessoal

    Como sabem, sou leigo… Mas eu acho que seria mais bonito homenagear algum marinheiro que faleceu em serviço… Lembrando acho….

  55. camargoer 4 de dezembro de 2017 at 18:18
    “Se você observar os orçamentos em 2016 do MD (82 bilhões), MEC (96 bilhões) e MS (43 bilhões).”

    Tem certeza destes orçamentos? A Defesa com 82 bi e o dobro da Saúde?

  56. Acho uma boa oportunidade para se desfazer do Foch e dos skyhawk. Elimina gastos, compra uns A-29 para manter a doutrina e espera uma condição melhor para construir a armada que o Brasil merece….

  57. Ricardo 4 de dezembro de 2017 at 17:48
    “…. tomara que o EUA não atrapalhe a transferência de tecnologia que vem embarcado no HMS Ocean….”

    Quais são ?

    MO
    Se vier tem que se chamar ACRE.

    Tomara que os Turcos o levem.

    É Bosco, eu também.

    Não temos arroz e feijão.

    Quais hélis que dispomos e quantidade operariam nele ?

    Fariam falta esses Hélis em outras OM’s ?

    O Caralhal também ? Com restrições ?

    Qual seria o Héli para transporte de CFN, PQD’s, etc …. Esquilo ?

    Os Grumman S-2 Tracker em MRO nos USA operam nele ? Creio que não ! (rs).

    Esqueci,

    vou arrumar uma representação de “zarcão” naval (fundo naval anticorrosivo), vou ganhar dindim.

    Alô Turquia, quebra essa vai …. vai lá e bate martelo.

  58. Excelente, a marinha precisava e o país também desta embarcação. Para ficar melhor, só falta agora a ______________________

    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO USE O ESPAÇO COMO PALANQUE POLÍTICO. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

  59. “Lemes 4 de dezembro de 2017 at 17:14
    Pergunta de quem não entende nada de navios. Que estrutura é essa, parecida com contêineres na popa a estibordo?….”
    …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

    Aquilo ali são os pontões que o guindaste desce para compor a base ao final da rampa de descida da popa….como se fossem uns Mexoflots, mas apenas para compor a base pelos quais os carros desce da rampa, passam por ela e sobem nas LCUs de desembarque, etc…

    http://www.savetheroyalnavy.org/wp-content/uploads/2016/10/HMS-Ocean-Pontoon.jpg

  60. camargoer 4 de dezembro de 2017 at 18:48

    Tem alguma coisa de muito errado num pais q tem o dobro de verba pras Forças Armadas do que a Educação e não tem nenhuma das duas em bom estado.

  61. camargoer 4 de dezembro de 2017 at 18:48

    Tem alguma coisa de muito errado num pais q tem o dobro de verba pras Forças Armadas do que a Saúde e não tem nenhuma das duas em bom estado.

  62. Ozawa 4 de dezembro de 2017 at 16:46
    ” Ficaria muitíssimo mais feliz sem o Ocean mas com a autorização do MinD para a eleição do PROSUPER”
    Bardini 4 de dezembro de 2017 at 17:10
    Ozawa 4 de dezembro de 2017 at 16:46
    ” Olha, costumo discordar de você, mas agora concordo 100% e vou além…”

    O comando da MB só pode estar vivendo no mundo da Lua ou em um conto de fadas !!!
    Onde esse navio vai operar nesse momento ?
    Porque comprar ele agora ?
    A única explicação sensata é que eles já sabem que vão ter dinheiro para a compra das corvetas e NPa 500br.
    Só pode ser isso, senão não faz sentido.
    No CFN a gente brincava que a Marinha esbanjava, a Aeronáutica gastava e o Exército racionava !!!
    Isso nunca fez tanto sentido pra mim como hoje.
    Lendo o Forte e vendo o que o Exército esta fazendo com seus recursos chego a sentir vergonha.

  63. XO, ufa….. você acabou de tirar a única preocupação que eu tinha ao ler a matéria, esse negócio de comprar o navio usado e deixar para fazer o PMG aqui depois não ia dar certo de jeito nenhum

  64. Sobre a matéria, ele tem capacidade de receber um pouso controlado de Harrier, mas sem ski-jump, não tem capacidade de lançá-lo normalmente (deve necessitar de muita combinação de vento pra lançar o harrier sem ski-jump).
    Devido ao buraco enorme e movediço, eu sinceramente acredito que o dinheiro seria melhor empregado em duas OHP da Austrália, que se não são o melhor do mundo, pelo menos têm uma logística de manutenção possível.

    A preço de hoje o Ocean jamais poderá navegar perto de zonas de conflito, pois, não existem escoltas para apoiá-lo e os heli’s da marinha não têm capacidade ar-ar.

    É um bom barco. Ótima solução para um tipo de problema específico que temos, mas, que precisa de outros tipos para ser solucionado. Vai servir pro 7 de setembro e uma ou outra missão de paz.

  65. “Boa notícia. Com mais dois desses daria para manter uma atuação ativa da MB em todo nosso litoral.

    E quanto ao próximo NAE brasileiro, de onde virá e qual previsão pra compra?

    “O Poder Naval apurou que o nome “Rio de Janeiro” deverá ficar para o próximo porta-aviões brasileiro.”

  66. Walfrido Strobel 4 de dezembro de 2017 at 17:24

    marcelo km 4 de dezembro de 2017 at 17:05
    A FAB/EB poderia comprar uns 6 Chinnoks e 4 Tigers para operações conjuntas com a marinha/fuzileiros navais.
    Marcelo, para que operação conjunta com a MB???
    Para depois um Almirante dizer em entrevista que eu li, que a MB tinha o inconveniente de ter um Esq. da FAB operando em seu NAe.
    No Japão os CH-47 do JGSDF operam nos Porta Helicopteros classe Hyuga, mas é outro país e cultura.
    “Soldiers line up to board a CH-47 Chinook on the Hyuga.”wikidefence
    . https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7P-ySG4G3j3_F3E6TFeDGjATcgeDKXiwLzAtlw8OKbtc-hjW9FIevrV2M

    Esse problema já foi resolvido em 1944, pelo General Dwight Eisenhower.
    Simplesmente destitui o Comando de quem não está de acordo com doutrina que está sendo implantada.
    O Gen. Eisenhower trocou o Gen. Patton que não cooperava com o Commonwealth , pelo Gen. Bradley que cumpriu a determinação de cooperação; para o bem ou para o mal.

  67. Bavária Lion “eu sinceramente acredito que o dinheiro seria melhor empregado em duas OHP da Austrália, que se não são o melhor do mundo, pelo menos têm uma logística de manutenção possível.” Esquece essas OHP Australianas, elas já tem dono, a compra pela MB delas só seria possível se a Polônia desistisse delas, o que hoje é quase impossível

  68. Olá Alex; estes são números federais. Tem que lembrar que os estados não possuem gastos militares (bem.. tem a PM). Já o orçamento da saúde e da educação, existe uma ação dos três níveis (municipal, estadual e federal). Então, para saber o gasto total em educação e saúde, tem que somar tudo. Por isso parece estranho que o MD tenha um orçamento maior que o MS. O gasto publico total em saúde é mais ou menos 3,6% do PIB (uns 230 bilhões de reais em 2016).

  69. “marcos em 04/12/2017 às 18:59
    Os helicópteros virão juntos?”

    Não. A não ser que se faça um contrato de compra de helicópteros e se aproveite o traslado.
    Homem é homem, menino é menino, navio é navio e helicóptero é helicóptero.

  70. marcos 4 de dezembro de 2017 at 19:05

    Pq sempre com a comparação tende a ser como os “americanos”, qdo não há comparação possivel de nenhum pais do mundo, nenhum ,com o budget dele?O O agrega esse comentario? Compare com paises do nosso top se quer seriedade. (Além do fato do meu comentario não ser exatamente sobre o valor em si, mas ser o dobro da Saude.)

  71. Alex,
    Esses orçamentos da saúde e da educação são apenas da União. Estados e municípios também gastam dinheiro com essas áreas.
    .
    Pessoal que está com medo do Ocean não poder navegar por falta de escoltas, é só instalar um sistema Aegis nele rsrsrs. Ainda sai mais barato do que comprar uma fragata, ainda mais se for uma de 6000T com Aegis ou similar. E podem pensar em um sistema antissubmarino também para ficar completo. Aí teremos um navio mais barato e muito mais capaz do que qualquer fragata de 6000T – apenas será mais lento. PS: essa modernização é uma provocação, apenas para mostrar que o navio está muito barato perto de uma fragata.

  72. Loyola Aragao 4 de dezembro de 2017 at 19:12
    “E quanto ao próximo NAE brasileiro, de onde virá e qual previsão pra compra?”

    Provavelmente depois que a NASA chegar a Marte, previsto para a década de 30 deste século.

    Minha opinião pessoal de leigo: prefiro mais dois subs nucleares no lugar.

  73. Parabéns a MB pelo pragmatismo , venceu o bom senso e a mentalidade militar da ”coisa” …. CFN o espera de braços abertos .^^
    navio ”novo” a preço de uma ”amazonas” é extremamente capaz ,moderno e versátil , so temos a comemorar ,…e o fato de n possuir ”doca” so o torna mais barato de manter o operar …. ”BAHIA” .. ”Ocean”’ e quem sabe algum ”Albion’ou os 2 (sim … ainda acho q seriam perfeitos pro lugar do NDD CEARA e RJ .. aposentando o )… CFN estaria equipado e a MB com uma boa força de ”projeção de poder” ou mesmo mais capaz de prestar ajuda humanitária alem do nosso território e ate facilitar a logística (exemplo do haiti)…por pelo menos 25 anos …entendam q pelo valos especulado .. 80 mi de libras n se compra nada ou quase nada hj em dia ….quanto a ”Escoltas” ,se surgir alguma oportunidade, n vai ser a aquisição do ”Ocean” q vai servir de pretexto ou mesmo atrapalhar a aquisição de algo do tipo ….mas pelo contrario …

  74. “Carlos Alberto Soares em 04/12/2017 às 18:47
    Quais hélis que dispomos e quantidade operariam nele ?
    Fariam falta esses Hélis em outras OM’s ?”

    Carlos, os três esquadrões mais lógicos para emprego no futuro NPM Minas Gerais (se vier e receber esse nome e designação) seriam HS-1 com helicópteros SH-16 Seahawk (emprego ASW e ASuW), HU-1 com helicópteros UH-12 Esquilo (emprego geral), e HU-2 com helicópteros UH-15 Super Cougar (emprego geral e versão ASW), todos os três sediados na Base Aeronaval São Pedro da Aldeia.

    Quantidades? As que estiverem disponíveis quando da operação do meio (lembrando que ainda há vários UH-15 para receber e os UH-12 têm previsão de serem substituídos por outros helicópteros em programa que está em seleção). Espera-se que no tempo de serviço do futuro NDM os três esquadrões estejam com mais aeronaves que hoje. E ainda há o esquadrão HA-1 com os AH-11A (e futuramente AH-11B modernizados) para fornecer helicópteros caso não estejam em uso nas fragatas e corvetas.

    Farão falta em outras OMs? Mas esses esquadrões existem, em boa parte, para fornecer os meios embarcados em navios. Não faz sentido falar em “fazer falta”.

  75. Nunão, Galante, XO ou quem possa ajudar.
    Não sei se perdi um comentário, mas tenho uma dúvida.
    Somando a capacidade do Ocean aos navios q apoiam o CFN, temos como levar uma Bda inteira ou ainda não?
    Obrigado

  76. Para ir até o Haiti não foi necessário um navio como o Ocean. Contrataram civil pra levar os equipamentos e tudo se encaminhou. Para ir a Africa seria a mesma coisa, já que não desembarcam em terreno hostil.
    .
    No texto:
    “Fontes da MB ouvidas pelo Poder Naval definem o HMS Ocean como o meio que viabiliza um inédito caráter expedicionário na Marinha, permitindo a organização de uma força que incursione a grandes distâncias (costa ocidental africana por exemplo), especialmente no caso de uma operação em conjunto com o navio-doca multipropósito Bahia (G-40), ex-Siroco.”
    .
    Muito lindo, mas vão até aonde com essa tal força expedicionário sem Apoio Logístico?
    Nosso NT está pedindo outro faz tempo.

  77. Pmicchi 4 de dezembro de 2017 at 16:45

    Parabéns pelo comentário. Temos uma Marinha que pode ser de tudo, menos de guerra e que de fato está ao Deus dará. O Ocean enche os olhos, mas será apenas mais um São Paulo. Apenas isso.

  78. Galante, você sabe se a minha sugestão de continuar com o nome Ocean foi aceita?
    Que notícia boa! Ocean vai brincar com o USS Nimitz aqui no litoral…
    Abraço!

  79. Ainda bem que foi o Brasil que comprou, imagina se fosse algum vizinho da até para imaginar a gritaria.
    Com a vinda deste qual força tarefe que se pode formar com poder dissuasório no Atlântico Sul?

  80. Estava fazendo uma pequena comparação,
    e notei uma “quase” semelhança do comprimento do
    HMS Ocean e do NAe Minas Gerais.
    203,4 metros vs 211 metros
    Engraçado é que existe a possibilidade
    de batizá-lo com o nome de Minas Gerais

  81. Se poder ver nítidamente em primeiro plano a presença do sistema de tiro da Raytheon, o CIWS (Close in Weapon System).

    Se nota também os CIWS instalados a bombordo e a estibordo da popa.

    Será que farão parte do pacote de aquisição?

  82. “Os ingleses fariam melhor negócio ao vende-lo aos turcos pois estes operarão o mesmo e poderão conseguir contratos de manutenção e suporte do mesmo
    quando na MB o mesmo serviria de enfeite para satisfazer o ego de almirantes.
    Seria uma boa aquisição se não faltasse de tudo na MB”.

    E se os ingleses quiserem vender para nós como uma aproximação com Brasil e com a MB?
    Ganhar um contrato do Prosuper seria bom,e quem sabe vendendo o Ocean a preço de Black Friday possa render algo futuro.

    Muitos criticam a compra do HMS Ocean porque o mesmo não teria escolta para protegê-lo,como se por acaso o Brasil estivesse em conflito com algum país e necessitasse
    de proteção no atlântico ou qualquer mar que fossemos navegar.
    Não temos inimigos e não saímos mundo afora os fazendo,portanto não há nada de mal fazer uma compra de oportunidade,espero que se concretize.

  83. Prezados Galante e Roberto,

    Parabéns pela matéria.

    Como já adiantou o XO, o PMG será realizado no RU.

    Quanto às CCT, os recursos para obtenção dos 4 navios virá do orçamento da EMGEPRON. Desta forma, a compra do Ocean não afeta a obtenção das 4 CCT.

    Abraços

  84. dizem que será vendido por 80 milhões de euros, por que tão barato? estranho não? Eu gosto desse navio, mas parece barato demais.

  85. Bardini 4 de dezembro de 2017 at 19:37
    “Muito lindo, mas vão até aonde com essa tal força expedicionário sem Apoio Logístico?
    Nosso NT está pedindo outro faz tempo.”

    “Prazos — O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira – um entusiasta da vinda do Ocean desde o primeiro momento –, gostaria que o navio estivesse no Brasil ainda no período do seu comando…”

    Bardini, quem lembrará que a MB comprou Apoios Logísticos e Patrulhas?
    Agora, comprar a Nau Capitânia da Esquadra … Aí já é outra coisa …
    ” Um marco histórico para o país !!!”
    Não tem problema se não possuímos meios para controlar nosso mar territorial de forma eficiente.
    Teremos o inédito caráter expedicionário na MB.

  86. Só pelo fato de não ter catapultas que sugam tempo e dinheiro prá manutenção, achei que é uma ótima notícia. Já que não tem condição de operar aviões embarcada que sejam helicópteros mesmo. Agora, uma pergunta de leigo: Por que não deram esse uso ( de porta helicópteros) ao São Paulo ?

  87. Quanto aos helicópteros,não precisamos de Sea Harriers,V22 Osprey, Chinook,Tiger ou apache,temos aeronaves para nossa realidade,Sea Hawk,Caracal e quem sabe os H145…

  88. Bavaria Lion 4 de dezembro de 2017 at 19:09

    Exatamente já estava me perguntando se o Roberto havia se enganado,ele pode receber um Harrier a bordo ,mas não decolar.É bom ver materias do Roberto Lopes novamente.

  89. “dizem que será vendido por 80 milhões de euros, por que tão barato? estranho não? Eu gosto desse navio, mas parece barato demais”.

    O motivo de se vendê-lo barato chama-se HMS Prince of Wales !
    HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales assumirão o papel de implantar forças anfíbias quando o HMS Ocean for desmantelado em 2018.
    O ministro das aquisições de defesa, Philip Dunne, disse que cada navio abriria uma força de 900 marines e pessoal da aviação,210 mais do que o ocean.

    Os planos para desativação do HMS Ocean em 2018 fazem parte da Revisão Estratégica de
    Defesa e Segurança (SDSR – Strategic Defense and Security Review) divulgada em 23 de novembro.

  90. Esta aquisição forçara o MD lutar por mais um NapLog, e 4 edcoltas de oportunidade, bem como mais recurços para aviação naval.
    Otima compra

  91. “Exatamente já estava me perguntando se o Roberto havia se enganado,ele pode receber um Harrier a bordo ,mas não decolar”
    Pode receber 20…

  92. Parabéns a MB e a sábia decisão de adquirir o OCEAN, pois cavalo só passa encilhado uma vez só, se não aproveitássemos outros o fariam, defendo a muito tempo, aquisição da belonave acima citada, será muito útil a MB e principalmente ao Brasil, porque a própria MB já fala em operação conjunta com helicópteros da FAB e EB, o que é muito saudável para a integração das 3 forças no que tange à aeronaves de asa rotativa e desenvolvimento de doutrinas em operações conjuntas, PARABÉNS, agora é aguardar para ver se dá para comprar pelo menos 2 OHP Australianos que vão dar baixa, e um terceiro OHP como reposição (em suma para ser canibalizado para os outros dois), aí fecha a conta a curto prazo.

  93. Um grande passo para nós, eu acho que a frota de superficie vai ser renovada com compras de oportunidade.
    Quando olho o orçamento público brasileiro não vejo muita margem para Prosuper não! o Deficit público brasileiro está crescendo monstruosamente e vamos ter problemas em breve

  94. “Mais uma lata velha, quando vamos aprender ? Já levamos uma tromba com os Franceses, agora com os Ingleses”.

    Já se informou sobre o navio? A definição de lata velha talvez o senhor não conheça,talvez navios com 40-50 e até 80 anos sejam latas velhas,mas navio de vinte anos não se enquadra…

    A US Navy tem vários navios de mais de 40 anos e nem por isso são sucatas.

  95. Será que entendi bem? O NAe São Paulo foi aposentado? WTF.

    Que país é êsse? Que falta de competencia, falta de visão estratégica. O Brasil está voltando a ser uma banana república?..

    O que foi que aconteceu com o São Paulo?.

    O Trump até poderia comprar e transformar o São Paulo em um luxuoso cassino flutuante no menos da Bahia de Guanabara.

  96. Para mim, enquanto a decisão não for tomada, o debate é debaixo de tiro, porrada e bomba de todos os lados. Tomada a decisão, acabou a discussão. Seja bem vindo, Ocean, e esteja operacional logo, e que o seu possível nome de batismo seja um bom presságio.

    Agora, dentro em breve, uns 5 anos tvz, perdermos umas 3 escoltas (sem entrar no papo cansativo dessa significação naval), então, que o MinD autorize com urgência a construção de um lote ao menos de CCT como paliativo, não há outro jeito… E mais um NApLog…

  97. Seja Bem vindo Porta Helicópteros Multipropositos Minas Gerais ou qualquer nome que lhe derem.
    QUE VENHAM OS ESCOLTAS AGORA !!!
    Kkkkkkkkkkkkkk
    Eu também já sabia !!!!
    Muito feliz com essa notícia !!!
    Bravo Zulu a “Briosa” !!!!!

  98. Vai ser mais um navio enorme enfeitando o cais da Ilha das Cobras como era o São Paulo. Projeção de poder ? Pra que a Marinha do Brasil quer projetar poder ? Projetar aonde, na costa africana ?
    Temos que aproveitar os parcos recursos que temos pra focar nos novos submarinos e nas corvetas Tamandaré, porque é só isso que teremos daqui pra frente, e olhe lá.

  99. Acho q com o Ocean a pressão por escoltas vai acabar ficando mais forte. e por navios de apoio logístico, primeiro o problema pra dps a solução. todo mundo sabe q se precisa desses navios. eles vão acabar vindo mas só dps do Ocean. e sobre os helis, vamos ficar com oq temos.

  100. Reeditando o meu comentário passado

    Top Gun Sea 28 de novembro de 2017 at 7:17
    Carlos alberto soares 28 de novembro de 2017 at 5:06

    “Top Gun Se 27 de novembro de 2017 at 19:37
    Novidades sobre o Ocean!”

    Exclamação ?
    Quem sabe ainda teremos um esquadrão de Harrier II (AV-8B)!”

    Porquê e para quê ?

    Carlos Alberto Soares
    Porquê?
    Considerando a possível compra do Ocean e sabendo que os marines Harriers vão dar baixa com a entrada dos F35 no WASP vejo uma posibilidade de asa fixa no Ocean. Ainda vão está bons de ano (2003) e lembrando que os Harriers ingleses foram comprados pela Us Navy como peças de reposição, os mesmos podem está operacionais por muitos anos ainda. As adaptações no piso do convés do Ocean não são complicadas – seria necessário apenas remover o revestimento asfáltico e colocar mantas térmicas refratárias de amianto por exemplo e revestir novamente é claro que não será necessário em toda a extensão do convés de vôo. Talvez algumas mãos francesas para reforço na estrutura também. Tudo são possibilidades.

    para quê?
    Otimização dos meios sendo uma opção multipropósito para um cenário mais dissuasivo de uma marinha ousada. Ousada!!!! rsrsrs.
    Sonhar meu caro, não paga!

  101. Otima aquisição, mas deve ser lembrado dos erros na aquisição do São Paulo, para não serem cometidos novamente. Criar um grupo de recepção com militares experientes, oficiais e praças antigos e com amplo conhecimento e definir funções especificas para dar um norte ao processo se seleção. Deixe a cocha para o NE brasil e Ary Rongel. Agora os Comandos Amphibios vao cruzar os mares. BZ

  102. E o esquadrão VF 1? O que será feito dele? Provavelmente continuará a cumprir com sua missão mais comum ultimamente. Formar os futuros práticos para as varias ZP como tem acontecido ultimamente.

  103. Tadeu Mendes.
    A modernização do SP custaria mais de US$ 1,5 bilhão, por isso ele foi aposentado.
    Aliás, uma sábia decisão da MB.

  104. Belo navio.
    Como compra de oportunidade, se concretizada,será uma ótima aquisição.
    Torço muito para que não tenha um destino parecido com o São Paulo.

  105. Na minha opinião de leigo, vão acabar desativando o VF 1, não tem sentido algum manter o mesmo depois da decisão do São Paulo. Sim, sei que foi criado e mantido com muito sacrifício por parte da MB mas no fundo, não é páreo mesmo no cenário latino americano. Gastar dinheiro e energia para manter meia dúzia de skyhawk voando não vale o trabalho, nem para manter a doutrina.
    Se querem manter aviação de asa fixa, o caminho natural seria transferir os P3 e os P 95 da FAB para a MB, creio que a FAB vai preconizar mais cedo ou mais tarde com o Dimensão 22, que patrulha maritma não é responsabilidade dela. Tem todo o sentido a MB fazer este trabalho que é complicado, dificil e caro, tendo a acreditar que os P3 com o Harpoon é muito mais perigoso que os Skyhawk.

  106. Confesso que não era simpatizante da idéia pois pensava e ainda penso que existem outras prioridades.

    No entanto, já que virá, lanço todos os meus pensamentos positivos e votos de sucesso.
    Que venha para agregar.

    Espero que seu uso mude minhas idéias e conceitos a respeito de sua funcionalidade dentro de uma Marinha como a nossa.
    O tempo dirá.

    Sucesso MB.

  107. Nada mais Brasil, que Minas com Bahia, tropicália, parabéns pela aquisição do novo NPM Minas Gerais fazendo par com o G40 Bahia:

  108. o que está feito está feito, mas como um bom cidadão comum pagador de impostos, gostaria que alguém me explicasse de que forma essa compra de fato é boa para o País e mesmo para a Marinha (considerando, portanto, o melhor para o interesse público): não há verba para manter o que se tem (os PMGs do navios são feitos de maneira sofrida); deixa-se de investir na melhoria das bases e Arsenal (que estão praticamente sucateados); deixa-se de investir na proteção do teu quintal pra dentro (não há patrulhas e NPaOc suficientes). aparentemente essa compra assemelha-se a adquirir uma ferrari de 1 milhão por 100 mil (uma oportunidade e tanta), porém no caso não eh uma ferrari, vc não deveria ter essa verba disponível pra essa finalidade e por fim vc não consegue manter 100% nem seu vw gol

  109. Um inédito caráter expedicionário na Marinha, permitindo a organização de uma força que incursione a grandes distâncias”
    Alguém avisou que a CF-1988 proíbe guerras ofensivas e de conquista ?
    .
    E as escoltas ? Se bem que com 18 nós de máxima, até OPV pode ser escolta (e lá vamos nós…).
    .
    E que navio feio .

  110. Afirmei há alguns meses quando surgiu os primeiros comentários: onde há fumaça há fogo! Que seja bem vindo e bem utilizado.

  111. Tadeu Mendes 4 de dezembro de 2017 at 20:36
    “Será que entendi bem? O NAe São Paulo foi aposentado? WTF.
    Que país é êsse? Que falta de competencia, falta de visão estratégica. O Brasil está voltando a ser uma banana república?..
    O que foi que aconteceu com o São Paulo?.”

    Gente, o Rubinho Barrichello está no blog!!!

    Tadeu, meu xará, onde vc estava nos último dois anos? Em coma?

  112. Comparar um navio da Navy com aquelas merdas francesas? Tá de sacanagem. O ocean + Bahia + Garcia DAvila formarão um trio de de respeito pra projeção do CFN . Porque Minas? Não é um Nae é um LHA e só. Agora é pegar as Australianas. Parabéns à MB em firmando a aquisição.

  113. “Mamãe eu quero aquele barco!”
    -Filho, pra que vc quer?!
    “Não quero perguntas! Eu quero aquele barco!”
    Pouco tempo depois…
    “Por que eu comprei esse barco?”

    Espero estar errado rs.

  114. “Renan 4 de dezembro de 2017 at 22:58
    17 mil Visualizações e somente 170 comentários Estranho?”

    Estranho seria 170 visualizações e 17 mil comentários.

    É cada uma…

  115. Breves comentários:
    Prós:
    1-) Compramos o navio que era o flag ship da Royal Navy;
    2-) Um navio lindo e imponente;
    3-) Com tremenda capacidade para operar helicópteros de todo o tipo, além de espaço de sobra, recursos para apoio indo de missões anfíbias a humanitárias etc.
    Contras:
    1-) Navio muito lento, velocidade de navio de carga;
    2-) Será que os ingleses vão deixar os CIWS, se tirarem o navio é um verdadeiro pato, um alvo gigante e não temos como proteger;
    3-) Para descontrair: Será que compraram porque ele parece um navio aeródromo?

  116. Que venha Ocean!!
    Seja bem vindo, cuide de nossos meninos e seja bem usado e cumpra todas as suas missões com louvor!
    Para incursões…..bem, acho que precisaremos de pelo menos duas escoltas maiores…
    Alguém se arrisca no que está por vir?
    Já estou aguardando a visitação pública em Santos…

  117. O pior erro é comprar algo ao qual você no tem necessidade, ainda mas com as condições financeiras da marinha brasileira, fora que a necessidade é de um porta aviões para engajamento de aeronaves de patrulha e ofensiva sem precisar tá recorrendo a aeroportos, algo que um porta aviões poderia se aproximar com segurança de um alvo é lançar uma dessas aeronaves, isso o porta aviões necessitaria apenas de um único submarino acompanhando ele.

    Um porta helicópteros está sendo o brilho nos olhos do alto comando da marinha apenas porque é um brinquedo que eles ainda puderam possuir

  118. Nunão 5 de dezembro de 2017 at 0:10
    É cada uma…
    Acho que já entendi o porque só tem 170 comentários, a educação e a tratativa repele as pessoas de comentar.
    Resposta como essa diz tudo.
    É uma pena.

  119. Que ao menos seja MINAS GERAES pois daqui a 567 nos vão perguntar: Sabe o Minas Gerais, Para, Paraíba e a resposta sera qual deles, a marinha só sabia estes nomes ……

  120. BNS ‘Fabio Couto’ – G 41 em justa homenagem ao interesse do mesmo e nada dee Firula no tipo em tipo Navio de desembarque Especial Multidisciplinar Aerotatico e de Transporte Ltda.

  121. Poderiam aproveitar e criar uma ala aerea do CFN e em conjunto com o EB que sonha com helo de ataque comprar AH 64´s …. ai sim em …

  122. Fabião, possivelmente nao fará PNG, fez ha pouco tempo, as outras infos não sabemos, relaxe que assim como Maracanã e Defensora, assim que soubermos, será feito post, o hiato é referente a não infos extras disponíveis no momento

  123. Precisamos de submarinos e fragatas, e não de uma geringonça inútil como essa. Mais um que ficará estacionado em caso de combate real, por não ter uma escolta decente.

  124. se for estatistico o último foi a 72 anos. da para adestrar muito até o proximo e se caso pintar em menos tempo, teremos ja o navio, a doutrina e os elogios (kkk), la no facebook vc ainda nao explicou pq ele é geringonça, to aguardando ….

  125. Delfim
    A CF não proíbe ofensiva e nem conquista.
    Creio Q vc está confundindo ações de nível tático-operacional com político-estratégico.
    O resgate de nacionais ( ação defensiva no nível político-estratégico) pode ser realizado com a conquista e manutenção de um Local de Destino Seguro em território estrangeiro, por exemplo.
    Nos últimos 25 anos, ou seja, depois da CF, já demos início a, pelo menos, 4 operações desta natureza, q foram abortadas no caminho, depois q o país com brasileiros ameaçados, ao ver nosso emprego, garantiram a segurança de nosso pessoal.
    Sds

  126. Ótima aquisição. Enfim tudo tem o seu preço. Entretanto penso que a MB deveria homenagear outras unidades da federação atraves do nome de seus navios. Por ex. Uma classe capital com nomes como Vitóri, Fortaleza e Salvador combina como uma luva para navios desse porte. Também o nome das constelações de nossa bandeira ficariam muito bem. Ou ainda de certas personalidades civis ou militares. Como General Mascarenhas de Moraes, Min. Rui Barbosa, Oswaldo Aranha, Presidente Juscelino Kubischek, ou ainda nome de batalhas importantes como Monte Castelo esse o meu preferido.

  127. Anfibios sao personalidades, a excessao de RJ e CE, se for assim coloca logo Acre, ai se torna ‘inviziveu”, Stealth … kkkkk

  128. Caro Rafael Oliveira,

    O que é US$1.5 bilhões de dólares para um país denominado como a sétima potencia economica mundial? A defesa custa caro, mas a perda da soberania, junto com a destruição da infra estrutura e de capital humano nacional custa bilhões e bilhões e bilhões. A decisão foi errada e desastrosa.

    Caro Marcelo Andrade,
    Estou vivendo nos EUA há 33 anos. De uma certa forma xará, voce tem razão porque eu não estou em dia com os temas nacionais.

  129. Caro Tadeu. O orçamento do MD é de cerca de 80 bilhões de reais por ano (ou cerca de 22 bilhões de dólares) dos quais 70% são usados para salários e aposentadorias, sobrando uns 7 bilhões de dólares para custeio e investimento, ou 2,5 bilhões de dólares para cada força. Ou seja, 1,5 bilhão de dólares é mais da metade do orçamento da MB para investimento e custeio. Ainda assim, é um dos maiores orçamentos militares do mundo, praticamente o dobro do que o CHile e a Argentina gastam juntos por ano (mais ou menos 12 bilhões de dólares).

  130. Não é o tipo de navio que mais faz falta à marinha neste momento, mas parece uma boa aquisição de oportunidade.
    Tomara que sirva para “puxar” outras aquisições cuja necessidade agora se torna mais evidente. Esta belonave precisa de novos acompanhantes para ficar “bem na foto”.

  131. Tadeu,
    US$ 1,5 bilhões é dinheiro para caramba para ser investido num NAe velho e sem garantias de sucesso da modernização. Se for para gastar isso, que se compre duas fragatas novas, de prateleira.
    No mais, o navio estava atracado há anos e se houve perda de soberania, infraestutura e capital humano, isso já aconteceu faz tempo. Agora apenas foi tomado o ato burocrático que decretou seu fim, sendo que por alguns anos ele ainda estará ali na Baía de Guanabara até seu destino final.
    O Brasil deve ser a 9ª economia, atualmente.

  132. bom,novo, barato, mercantão como dizem alguns…e gosto disto. Não é tudo o que desejava, mas é um casco que permitira acompanhar a evolução das coisas e ajudar a MB a perceber que dá para fazer muita coisa boa de forma economica. Tem quem não goste, mas o navio de excelente ficha corrida de serviços e como disse, muita coisa nova permitira ser feita com este design.

  133. Só pra deixar claro a minha posição: eu sou contra a aquisição desse navio. Por melhor e mais barato que seja a MB precisa para com essa coisa de improvisação. Se projetos nacionais, nas mais diferentes aéreas, são mal geridas, levam décadas pra ficar prontas e quando ficam (se ficam) são mal feitas, e isso tudo porque demandou anos de planejamento de nossos honrados servidores públicos, imagine um troço que cai de paraquedas e do qual não havia previsão alguma de longo prazo.
    Corre-se o risco de comprar essa “batata quente” superdimensionada para a nossa realidade e ela se tornar um elefante branco rainha de doca. Vamos ser realistas. A MB se tornou uma guarda costeira e não precisa disso aí pra fazer graça pra ninguém participando de missões da ONU ou constando em listas , infográficos, etc. que ela possui esse navio. Nós, brasileiros, sabemos que “possuir não é operar”. Temos que parar com essa moda de comer mortadela e arrotar caviar. O que temos condições de manter são “corvetas”. Só de óleo essa banheira fale a Marinha.
    Nossa marinha tem que ter um dúzia de corvetas,meia dúzia de submarinos e o resto é “guarda costeira”. Já temos um navio de assalto anfíbio e não me consta que está em vias de sair de operação. E mesmo que esteja, esse “Ocean” é muito caro de operar. É igual eu comprando uma Ferrari usada de oportunidade a preço de banana. Não vou dar conta depois de pagar o IPVA e nem o borracheiro.

  134. Que sonho se fosse adaptado para operar com F-35 e a MB adquirisse alguns F-35 ou, na impossibilidade disso, que adquirisse alguns Harier dos marines ou do Reino Unido. Seria realmente uma bela homenagem o nome Minas Gerais ou o nome de alguma personalidade civil que realmente tenha colaborado com o Brasil, Barão de Mauá, Rui Barbosa ou Rio Branco

  135. Sou totalmente contra esta aquisição e nao preciso me explicar, o Bosco ja disse tudo o que eu penso. Temos um Novo velho Sao Paulo 2.0

  136. Eu até mudo minha opinião se o Judiciário e o lato comando da Marinha garantir que vai botar na cadeia (e jogar a chave fora) todos os responsáveis pela aquisição do navio caso ele não venha a ficar plenamente operacional e nos servir pelo menos uns 20 anos. Crime de “lesa pátria”.

  137. Acabou de adquirir o Bahia, qual o sentido desta compra? Tem aeronave e cfn para os dois?

    “O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira – um entusiasta da vinda do Ocean desde o primeiro momento –, gostaria que o navio estivesse no Brasil ainda no período do seu comando, que, em tese, termina a 31 de dezembro do ano que vem (Leal Ferreira não assumiu o Comando da Marinha a 1º de janeiro de 2015, e sim no dia 6 de fevereiro daquele ano). Mas isso ainda é incerto.”

    Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, acho que entendi. Durmam com este barulho!

  138. O dia que os gestores públicos forem demitidos, caçados suas gordas aposentadorias, forem obrigados a devolver o prejuízo ao erário e colocados no xadrez aí vamos para de ter “equívocos” na gestão pública e teremos navios que navegam, estradas que prestam, escolas que funcionam…
    Nada de novo aliás, já que é o que consta na lei de improbidade.

  139. Bosco,
    Inicialmente, gostaria de dizer que é uma honra dar réplica a um comentário seu. Sou novo nos comentários, mas antigo como espectador. Possuo apenas uma pequena fração, e bem específica, de conhecimento técnico. Algo que sobra na maioria dos colegas comentaristas. Me interesso pelo assunto defesa e gostaria de ver as coisas sempre caminhando a bom termo no brasil. Sobre o seu último post, que é claro e bastante razoável nas colocações, gostaria de dizer que, para mim, vc expõe uma visão do que seria o ideal, pragmática mas tb eficaz. Agora, sobre a melhor estratégia para se conseguir o possível, não seria melhor usar o ocean como um “engodo” para justificar a composição, em etapas e tb de oportunidade, de um “novo” grupo-tarefa? Tudo isso em paralelo com a aquisição ou construção de novos meios. Assim evitando uma situação de ausência de meios por conta de descomissionamento em bloco, obrigando nossa marinha a descer mais um degrau em relevância. Talvez seja uma abordagem mais dispendiosa, mas talvez ofereça uma transição mais suave, de mais fácil convencimento e com menor risco de ficarmos a “ver navios”.

  140. Bem, li quase todo os comentários.

    Alguns são contras outros a favor.

    Alguns são apenas leigos apaixonados, outros técnicos.

    Na realidade, o que eu percebo, é que se a marinha investisse na obtenção de FRAGATAS, haveria gente criticando.

    Faz parte!!!!!!

    Que venha o HMS OCEAN, e seja bem vindo.

    Em relação ao nome do navio, acho que a marinha deveria inovar e não repetir. Minas Gerais já foi!!!!!!!

    A MB deveria escolher um cidadão de ilibada reputação e de serviços grandiosos a cultura, política, área militar ou outra área que seja.

    Sou do Paraná, nascido em Curitiba, porque não homenagear o Barão do Serro Azul, que foi barbaramente assassinado no séc. XIX aqui em Curitiba. Tudo bem se for também Rui Barbosa ou outra pessoa. Mas, pelo amor de Deus, não Minas Gerais.

    O Brasil é maior que MINAS, RIO E SÃO PAULO!!!

    Acorda MB!!

    Depois que os confederados da vida aqui no SUL, resolverem dividir, não reclamem.

    Se for para homenagear, escolham os estados mais pequenos da federação.

    Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Ceará, entre outros.

  141. A meu ver pouca coisa muda na aquisição ou não deste navio,não vamos achar que com 80 millhões de euros daria para comprar fragatas ,que não dá,outro navio de outro tipo é discutivel,mas é aquele tipo de coisa,um navio desse novo hoje não sairia barato,não era prioridade da MB,obvio que não,mas um bom preço uma boa oportunidade ,um navio que fez um grande PMG recentemente,e quem sabe pressiona mais o governo por escoltas em um futuro proximo (assim espero),nem crio expectativa com helis vai ter que voar com que tem (se vier),pois no Brasil eu sou do tipo que só acredito depois dos finalmentes e portanto até lá se concretizando a compra o que o MD parece já ter deixado bem adiantado pela matéria,agora que tem um sujeitinho da imprensa que vai encher a marinha por essa compra aah vai,sim eu me refiro ao Boechat,porque tudo que a marinha faz o cara critica.Bom agora é esperar o desfecho bem que poderia trazer junto aqueles 2 caça minas.

  142. Agnelo 5 de dezembro de 2017 at 0:58
    “Nos últimos 25 anos, ou seja, depois da CF, já demos início a, pelo menos, 4 operações desta natureza, q foram abortadas no caminho, depois q o país com brasileiros ameaçados, ao ver nosso emprego, garantiram a segurança de nosso pessoal.
    Sds”

    Agnelo, o Sr. poderia falar mais a respeito?

  143. Excelente noticia. Navio relativamente novo e com um preço muito bom e antes que falem, se a Turquia tivesse comprado, iria ter muita gente xingando aqui tambem. Afinal, falar coisas sem o mínimo conhecimento(sem querer ofender os que tem conhecimento) já é um esporte aqui no Brasil.

    Ainda mais com a futura chegada dos novos subs a diesel e com a decisão de novas fragatas/corvetas(esperamos).

  144. Veja bem! Não sabemos o que pode está sendo abordado nessa mesa de negociação, são dinâmicas de negociações abrangentes e nisso a MB/ e brasileiros são muito bons, deixando a paixão de lado é claro!( lembram como a FAB foi apedrejada pela escolha do Gripen) Ou seja, penso que trata se de uma compra por assim dizer casada. É sabido que compras extraordinárias existem nas forças na qual o MD da subsídios para tal mas, tudo a seu tempo aliado a disponibilidade de meios. Portanto, é bem possível que nessa negociação abriu se as portas para outras possibilidades de compras de oportunidades em ocasiões diferentes. A MB é um cliente antigo da RN e sabe que com o advento da vinda do Ocean e sabendo das necessidades de escoltas de segunda mão que a MB tem hoje…, algo a mais foi e será abordado. Quero dizer que torna se real a intenção também da vinda das types 23 como os dois caça minas, alguns helis….por exemplo mas, esse brechó pode ser quase que exclusivo para a MB, porém em ocasiões diferentes. Tenho dito que a vinda do Ocean abrirá um leque de possibilidades. Parabéns a MB pela estratégia. Parafraseando: “tá amarrado”

  145. Concordo com o Bosco 12 corvetas ou fragatas pequenas entre 2,500 a 4000 ton. e pelo menos 6 submarinos
    e partir pra patrulha costeira , embora o OCEAN na minha modesta opniao teria como ser bem aproveitado em algumas missoes

  146. Ótima aquisição, parabéns! Junto com o Bahia representam uma ótima capacidade anfíbia e multipropósito para nossa realidade. Mas fica a questão: quem vai escoltar e protegê-la?

  147. No fundo todos nós sabemos que o Bosco tem razão. É nítido, mas muito nítido mesmo, que a MB não tem planejamento algum. A realidade da MB é a prova disso…basta ver o efetivo de dezenas de milhares de militares, gasto com folha de pagamento totalmente desproporcional, falta de presença da instituição na sociedade brasileira entre outros problemas graves.
    O navio é bonito, preço bom etc…mas evidência que não há o menor senso de gestão administrativa na instituição.
    Eu conheço muito militares que tem o mesmo pensamento, não apenas a MB, mas as FA como um todo.
    O EB ainda difere um pouco desse senso de má gestão, mas as outras forças passam um imagem muito ruim de administração.
    Sou administrador público de formação, talvez por isso essa minha percepção.
    Essa falta de interesse político na Defesa, juntamente com uma classe empresarial extremamente corrupta e uma Marinha pouco interessada no real desenvolvimento dos meios, acaba por matar a indústria naval do Brasil, acarretando dependência de equipamentos estrangeiro, desemprego interno e falta de inovação e pesquisa, limitação de crescimento econômico entre outras variáveis.
    Volto a dizer: o navio é bonito, preço bom etc…mas mostra o quanto essa compra sinaliza a falta de um verdadeiro planejamento político, econômico e militar.
    Acredito que a opção Brasil em detrimento da Turquia tem esses fatores como de limitantes. A Turquia deseja construir (não ser um mero consumidor), o Brasil deseja possuir…a Turquia com esse navio em mãos seria a semente de um possível concorrente econômico no futuro.
    Abraço!

  148. Top Gun…
    .
    não é porque o USS Wasp irá operar com F-35Bs ano que vem que haverá sobra de AV-8Bs…muito pelo contrário…os AV-8Bs que estarão
    deixando o Japão irão encontrar morada em outros esquadrões que operam principalmente a partir de terra ou esquadrões que continuarão
    cedendo destacamentos de 6 aeronaves para os demais navios de assalto anfíbio que ainda nem passaram pelas modificações necessárias
    para operar com o F-35B…mas, mais importante é que o “Ocean” não foi pensado para operar com o AV-8B de maneira regular…não há
    uma rampa…a pista de decolagem é mais curta…não há instalações a bordo para manutenção…nem “sensores” apropriados.
    .

  149. “Renan em 05/12/2017 às 00:25
    Nunão 5 de dezembro de 2017 at 0:10
    É cada uma…
    Acho que já entendi o porque só tem 170 comentários, a educação e a tratativa repele as pessoas de comentar.
    Resposta como essa diz tudo.
    É uma pena.”

    Renan, creio que não faltei com educação, mesmo porque não tenho esse costume, mas se foi essa a sua percepção, desculpe-me.

    Mas imaginava que, até pelo seu tempo de mais de um ano comentando aqui, com pouco mais de uma centena de comentários feitos (sua média é de uns 10 por mês) já teria percebido que sites de defesa com espaço para comentar não costumam ter quantidades comentários sequer parecidos com os da chamada grande imprensa, por exemplo. Não tem nada de “só” numa matéria com 170, 200 comentários. Há um grande público que só acompanha mas não comenta.

  150. Antonio de Sampaio 4 de dezembro de 2017 at 18:14
    “Poderia se chamar “Oceano” para manter e homenagear esse belíssimo navio, que era muito querido na Inglaterra, pela sua tripulação e na cidade em que normalmente operava…. NPH Oceano….”
    Eu chamaria de Atlântico então. Oceano soa esquisito

  151. Sonhar com os Apache dos caras é a maior ilusão de todas… Não são do mesmo modelo dos americanos. Tem diferenças de motorização e etc. Para passar para o padrão que os americanos estão passado os seus, custaria uma grana preta. Por isso os caras estão comprando helicópteros novos, que é mais vantagem.

  152. Mestre Bosco, compreendo inteiramente sua manifestação. Em alguns aspectos sou solidário a ela.
    .
    Mas o valor de aquisição bem como manutenção não seriam suficientes para fragatas, ao menos não o suficiente para algo melhor do que aquilo já defasado e pracario que operamos.
    .
    Não é o que eu desejaria e sei que as vezes voces até reviram os olhos quando insisto em minhas crenças, mas o Ocean é o mais próximo no momento delas.
    .
    Existem outras matematicas secundarias por tras desta hipotese de aquisição. Mesmo não sendo um modelo inovador para os dias de hoje, ele ainda é capaz de refletir o tamanho e complexo de defasagem dos modelos de anfibios que operamos. Ele em conjunto ao Bahia, será capaz de suportar outros descomissionamentos de anfibios que vem a galope. Enfim, um numero menor de cascos mas que propiciariam não reduzir a capacidade operacional destas funcionalidades.
    .

  153. Acho estou dando PALPITES

    PELO valor acho que até ta valendo… sendo que o navio necessitará de manutenção $$$
    minha opinião é que deveríamos ter uma quantidade respeitável de convertas e aviões para alerta aero antecipado e patrulha marítima… depois disso fragatas… e submarinos nucleares…

  154. GIOVANI BENTO
    Infelizmente, não posso citar tudo.
    Mas vc deve lembrar do último “arranca rabo” grande entre Libano (a organização terrorista q é partido lá) e Israel, e centenas de brasileiros tiveram de deixar a região. A outra situação q pode ser citada foi a Libia, q possuía 350 funcionários de uma construtora e seus familiares em seu território, durante a queda de Kadafi.
    Em ambas as situações, após “mobilização”, houve garantias dos Estados envolvidos quanto a segurança de nossos nacionais.
    Os outros dois só posso dizer q foi um na África e outro na AL.
    Sds

  155. Na realidade senhores, se fosse apenas a MB que não tem planejamento, se daria um jeito!

    É o país de forma completa!

    Nossos governantes não tem noção alguma de gestão.

    E a MB, bem, coitados dos almirantes, como fazer para repor peças perdidas de maneira rápida e econômica.

    Eu acredito que a compra o HMS OCEAN, foi correta. Não foi a ideal dentro de um planejamento estratégico, mas, pelo que se espera de nossos políticos, foi o básico necessário.

    Acreditem, quem crítica, criticaria mesmo se fosse comprada um TYPE 26 novinha em FOLHA.

  156. P: O que é o navio e pra que serve?
    R: É um navio multi-propósito porém sua destinação principal é a projeção de poder devido ao seu enorme tamanho, é capaz de transportar helicópteros de ataque do qual a marinha não dispõe, também necessita de escoltas capazes para sua defesa pois diferentemente de um porta aviões, seus meios são limitados na auto defesa, escoltas estas que são escassas na marinha atualmente.

    Conclusão: Não há necessidade para este navio atualmente na Marinha do Brasil, ela já conta com o NDM Bahia (G40) para adestramento de asas rotativas e prestação de ajuda humanitária. O Ocean caso venha para cá, será sub-utilizado pois a MB nunca teve a doutrina operacional para este tipo de navio. O apelo maior a sua incorporação é a de que a marinha é dedicada a auto-defesa e não de ataque, não necessitando portanto de algo “mais poderoso” porém ele nunca será prestável em um possível uso militar de auto-defesa pois carecendo de escoltas descentes ele se torna apenas um grande alvo.

  157. Não faz sentido deixar de adquirir um navio como o “Ocean” porque não há ou se pensa que não há “escolta”… não faria sentido em
    adquirir o “Bahia” ou trazer de volta o “Mattoso Maia” que se espera retorne ao serviço em 2018, então.
    .
    Navios como o “Ocean” tem operado sem “escolta”…há muitas missões que não pedem uma e evidentemente em um “Teatro” mais conturbado poderia se contar com navios aliados… a Royal Navy por exemplo não poderia se dar ao luxo de fornecer mais do que uma única fragata T-23…e uma única fragata T-23 daria conta do recado ? Evidente que não…então se porventura um dia nos cerca de 25 anos que se espera poder contar
    como o “Ocean” na marinha brasileira houver necessidade de uma “forte” escolta que se faça o que todas as marinhas fazem…incluindo a US Navy
    contar com navios de marinhas aliadas…simples assim !
    .
    Quanto ao nome “Minas Gerais” ele é um ícone na marinha brasileira por conta do encouraçado de 1910 e do NAe adquirido ainda na década de 1950…natural portanto que volte a ser utilizado…da mesma forma como o ex USS Enterprise de 1961 descomissionado em 2012 e que levará
    mais de dez para ser desmantelado já tenha dado seu nome para o terceiro NAe da classe “Ford” e que deverá ter sua construção iniciada para
    valer no próximo ano.

  158. “Almeida em 05/12/2017 às 09:28
    Ótima aquisição, parabéns! Junto com o Bahia representam uma ótima capacidade anfíbia e multipropósito para nossa realidade. Mas fica a questão: quem vai escoltar e protegê-la?”

    Almeida, a Marinha possui ainda 11 navios escolta / combatentes de superfície (oito fragatas e três corvetas) e pretende frear ao menos parte da queda desse quantitativo (eram 18 há cerca de 15 anos) com a construção de quatro corvetas classe “Tamandaré” até meados da próxima década.

    Ainda que a quantidade total de escoltas caia para 8 (e parte delas sempre estará em manutenção) nesse meio-tempo até recuperar quantidade e qualidade/modernidade, ainda estará no limite para prover escolta a uma força-tarefa tendo o porta-helicópteros como capitânia.
    Mas, para isso, é preciso tocar o programa das quatro corvetas classe “Tamandaré”, que é a segunda prioridade da MB quando se trata de navios novos (as compras de oportunidade, como foi o Siroco / Bahia, e como poderá ser o Ocean, servem para cobrir outros buracos – no caso dos navios de assalto anfíbio, os que foram abertos pelas baixas dos NDD Rio de Janeiro e Ceará)

  159. Entendo q é um meio q pode ser utilizado em ações q o Brasil tem se apresentado. Melhor do q alugar navio civil ou precisar de vários navios pra cumprir a mesma missão.
    Ele também pode levar tropas do EB, aeronaves da FAB e EB, além de servir de base aérea e logística por um tempo.
    Após sua PMG, acredito q mais soluções terão ocorrido.
    E duvido muito da falta de planejamento da MB. O q tem é gente não conhece todos os problemas e implicações, inclusive oficiais.
    No EB é assim, todo mundo tem soluções óbvias pra tudo, até sentar na cadeira do decisor e ver todo o panorama do sanhaço… aí a coisa muda…

  160. Penso que no momento surge uma dúvida: Se o HMS Ocean virá com os CIWS Phalanx ou os britânicos irão retirar estas armas, isso vai deixar o navio sem defesa contra mísseis ou aeronaves, ficarão apenas os canhões de 30 mm com muito menos capacidade, sendo bem capaz se as armas forem retiradas a MB colocar os lançadores Simbad, que retiraram do Minas Gerais, colocaram no São Paulo e estão aí esperando um outro navio para colocar, lembrando que o Bahia já usa dois lançadores Simbad.

    Quanto a operacionalidade creio que esta será muito mais simples porque usa motores diesel e isto facilita tremendamente a manutenção e a operação em termos de consumo de combustível. Um grande problema na MB são as turbinas a gás. Consumo e a sofisticação que a sua manutenção requer.

    Quanto as aeronaves que irão operar a MB já as possui e não fiquem esperando nada de novo é isso e acabou. Este navio na verdade vai reproduzir muito bem o que era o velho e venerável Minas Gerais nos seus últimos anos, um navio lento e que operava helicópteros com maestria. O que a gente não enxerga em uma embarcação deste porte é o que ela tem de espaço no seu interior, em termos de capacidade de transportar tropas, materiais e armamentos etc. E a condição de colocar eles em terra ou em outro lugar do planeta. Uma capacidade estratégica muito grande.

    Porém realmente a Marinha fica desequilibrada, muito forte em termos anfíbios, com uma arma submarina em desenvolvimento e o resto com sérios problemas.

  161. Acho que será uma boa compra, o valor está em conta, o ganho de desempenho será bom, espero que surja alguma compra de oportunidade de ao menos 2 boas fragatas médias em boas condições, ou quem sabe fazer um retrofit em ao menos 2 fragatas da classe Niterói… enfim, dinheiro nosso país tem e de sobra, só não é bem utilizado.

    Infelizmente temos o país que temos por que deixamo-nos ser governados por parasitas que só pensam no próprio bolso.

    E toca o barco.

  162. Que venha pois será de grande valia ,e melhor ter e não precisar usar contra algum país do que não ter a precisar ,lembro da visita que o Bahia fez a Argentina a pouco tempo intimidou quem viu ele atracado pelo tamanho ,agora imagina o Ocean com os fuzileiros, que venham pelo menos 4 escoltas no futuro e um navio tanque .

  163. Parabéns à MB pela efetivação da compra em si, e que tenha bons ventos o ,possível, futuro Minas Gerais.
    Contudo, ainda acho lastimável a baixa do São Paulo, poderíamos modernizá lo e deixa lo operacional por uns bons 15 a 20 anos para construirmos um novo com folga mas……

  164. Vamos fazer um bolão:
    Alternativa 1: usar o Ocean ASW, ASuW
    Alternativa 2: usar o Ocean projeção de força.
    Aposto na 1.
    sds.

  165. “Carlos Alberto Soares 4 de dezembro de 2017 at 18:19
    “Fresney 4 de dezembro de 2017 at 18:05
    se vir com falanques civis seria uma ótima, daria pro nosso Mi-35 operar nele?”

    Para fazer o quê ?”
    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    A pergunta do mestre Fresney, esta relacionada a duvida se a exemplo do que a França faz quando desdobra seus Tiger no Mistral se seria possivel tambem ter a capacidade de desdobrar os AH-1 Sabre (MI35) e replicar a mesma capacidade.
    .
    Sei que Helis que atuam no mar precisam de sensores para orientação e voo noturno, precisam em face do espaço, possuir rotores dobraveis para guarda e armazenamento.
    .
    Não sei se os AH-1 possuem estas capacidades.

  166. José Luiz…
    .
    os “anfíbios” também podem ter outra função que é a de reabastecimento em alto mar…mas…não acho que a marinha esteja assim tão forte em meios anfíbios…o “Mattoso Maia” deverá retornar ao serviço ano que vem depois de anos em manutenção e é bem possível que outro ocupe seu lugar na linha de longas manutenções e o “Almirante Sabóia” já completou 50 anos desde que foi incorporado em 1967 à Royal Navy/RFA.
    .
    Então se for considerado que o “Almirante Sabóia” e o “Mattoso Maia” não terão tantos anos assim pela frente, o “Ocean” fará companhia ao
    “Bahia” e ao “Garcia DAvila” depois de meados da próxima década, portanto 3 unidades “apenas”.

  167. “Ivan BC em 05/12/2017 às 09:30
    O navio é bonito, preço bom etc…mas evidência que não há o menor senso de gestão administrativa na instituição.”

    Ivan BC, nesse caso eu discordo, pois a eventual compra do navio se encaixa em planejamento de longa data da MB, concorde-se ou não com ele, mas o planejamento existe, ainda que tenha sido revisto pela queda de investimentos.

    Esse planejamento inclui compras de oportunidade com preços vantajosos (exemplos foram o Bahia, os três Amazonas, três rebocadores, e talvez agora o Ocean) para suprir casos específicos de navios dando baixa ou perto disso, de forma complementar à encomenda e construção de novos navios (caso do Prosub, do Prosuper que não teve decisão ou comprometimento do governo com seu financiamento e deu lugar ao programa das corvetas, caso dos navios-patrulha etc).

    Como afirmei, pode-se não concordar com o planejamento, mas ele existe (dezenas de matérias do Poder Naval já trataram do assunto), e pode parecer que, em meio a todo o caos econômico e político com o qual nos deparamos nos últimos cinco anos, o foco fique mudando, quando, na verdade, foi preciso alterar os planos conforme a situação econômica se deteriorou e o reequipamento precisou ser revisto em quantidades e tipos de navios.

    Creio que, parando para olhar toda a situação numa perspectiva de mais longo prazo para o passado (uns 15 anos para trás e outros tantos para a frente), percebe-se quais navios foram dando baixa e como se pode combinar compras de oportunidade (que, por serem justamente de oportunidade, não vão aparecer na hora exata que ae gostaria) com novos navios. Sou crítico de vários pontos do planejamento e de algumas alterações que sofreu, mas, acompanhando o assunto há muito tempo, tenho como fato que ele existe.

  168. Como eu já escrevi. Existem os leigos apaixonados que não tem conhecimento algum da estrutura da organização no caso a MB. Existem também os técnicos, com experiência na área e aqueles que serviram na MB. Pois bem, enquanto o HMS OCEAN, não mostrar seu valor, dificilmente aqueles que são contras iram mudar de opinião. Vejam o NDM – BAHIA, ainda existem pessoas criticando, e martelando que a MB, não necessita de um navio assim.
    Na realidade, o que eu percebo, é que a MB está desesperada por navios.

    Não é apenas o OCEAN, pode ter certeza que logo, logo aparecera um navio tanque para ser comprado, e claro, vão dizer, pra que???? Meus Deus, existem outras prioridades!!

    Em suma, é torcida organizada.

  169. HMS Ocean é um bom navio com deficiências sim, há relatos de que sua motorização é sub-dimensionada pro tamanho do Navio e vive dando problemas. Foi um navio feito as pressas pela Royal Navy numa época com limitações de orçamento para cobrir uma lacuna, ficou algo intermediário entre um navio de carga/apoio e um navio porta helicopteros. Helicópteros para operar nele temos de sobra, Seahawks, Caracals, Lynx e Esquilos modernizados. Representa também alguma projeção de poder, e se os 4 CIWS estiverem operacionais o navio tem boa capacidade de auto-defesa. Nada mal… Não acho que seja um navio caro de operar, não tem catapulta, sua propulsão é de navio de carga, sua eletrônica não é o que há de mais moderno no mundo..

    Precisamos de escoltas sim, pelo menos 2 fragatas com capacidade de defesa anti-aérea de área, duas Type 23 ou duas F125 fariam muito bem para esse grupo que a marinha está formando.

    Não é a compra perfeita para a Marinha, que para mim hoje seria comprar 6 fragatas Coreanas de prateleira da classe Incheon fabricadas por lá mesmo para diminuir custos e prazos. Mas não é uma compra RUIM.

  170. Se for ver as necessidades da MB, capaz do melhor substituto para os NDCC que deram e ainda darão baixa serem outros NDCC… Navio pequeno, simples, barato de comprar, operar e manter. Coloca muita coisa na praia de uma só vez. Serve muito bem em treinamentos, e sai barato.

  171. “Praticamente todos esses 7 a 8 navios deram baixa ao longo desses 20 anos (exceto o NDCC Mattoso Maia, em longo período de manutenção geral) e no lugar deles se incorporou apenas 3: o NDM Bahia de origem francesa (substituindo com vantagens apenas um dos dois NDD) e dois NDCC relativamente pequenos de origem britânica (substituindo também com vantagem e flexibilidade maior os 3 ou 4 NTr).”

    Prezado Nunao, achei seu comentario bem ponderado. Sao quatro belonaves com tecnologia mais moderna, cada uma cumprindo a missao de 3 outras ( so ai parece- me uma escolha acertada). Acho que a MB as utilizara, tanto o Bahia quanto o futuro Minas Gerais, como multiproposito. Versatilidade e importante em tempo de vacas magras.
    Um abraco
    Marco Fig

  172. Sou um grande estusiasta militar – queria ter sido piloto de caça graças ao Top Gun – mas concordo 100% com o Bosco. Novamente um vaso caro de operar, manter e atualizar que servirá para números, planilhas, fotos e jantares para a “panelinha” dos almirantados. Vai ficar no eixo RJ x SP x BA (no máximo). Precisamos de corvetas, fragatas, submarinos e mísseis terra – mar (vulgo Brabos Indiano) para proteger nossa costa! Mais uma loucura sendo feita! Quero ver o custo caso um dos motores tenha que fazer reparo ou o custo de atualizar tubulações, parte elétrica e etc! Não teremos F-35, não teremos Harrier, não teremos Chinok, não teremos VS2…duvido que teremos ao menos 8 helicópteros embarcados! Só se for para foto! Lembram daquela febre que foi o São Paulo em 2002? Tinha uns 4 A-4 desdentado só para reportagem de TV e fotos! Quando vão aprender?! Que trsiteza…quem sabe meu neto veja algo melhor no futuro.

  173. Decisão tomada. Martelo batido. Jogando com as peças que se tem, dá até em pensar duas esquadras multi propósito, capitaneadas pelo Ocean e Bahia, com seus respectivos escoltas. E venda do Matoso Maia para nossos hermanos tentarem visitar as Malvinas com ele.

  174. Não acho que seja um navio para números, fotos e jantares de almirantados. O Nae São Paulo sim era isso ai, já o HMS Ocean é muito mais capaz e muito mais novo. A marinha tem 5 Caracals, embarque 2 no Ocean, comprem mais alguns Seahawks, os Super Lynx das unidades que estão dando baixa podem vir pra ele. É um bom Navio, talvez falte ainda escoltas, mas nos serviria bem para missões humanitárias e projeção de poder pela nossa América do Sul e até na Africa.

  175. Mestre PauloTD,
    .
    Correto, e é justamente por esta simplicidade toda e economia estrutural que ele acaba se encaixando para a MB. Não é superlativo de nada, mas com toda esta simplicidade tal como abordou feito as pressas e com economia, é justamente o que lhe permitiu performar uma longa ficha de serviços aos Britanicos e alonga-la aqui no Brasil.

  176. Aos prezados leitores que perguntaram, o Poder Naval está fazendo uma parceria com o renomado jornalista Roberto Lopes, que foi o primeiro jornalista a noticiar a oferta do HMS Ocean ao Brasil. Roberto Lopes é autor dos livros “O Código das Profundezas”, Ed. Civilização Brasileira, sobre os submarinos argentinos na guerra das Malvinas e “As Garras do Cisne”, com o selo da Editora Record, sobre os programas de expansão da Marinha do Brasil pelos horizontes temporais de 2020, 2031 e 2047.

  177. Eu acho que a gente deveria cancelar essa compra e investir na modernização e compra de prateleira de patrulheiras de costa.
    Outro programa que eu creio deveria ser repensado e talvez cancelado seria o ProSub, muito caro os Scorpenes e creio que não temos recursos para operar.

  178. Calma ai pessoal…voces estão tão setados em comparar o Ocean com um Nae que apropriam os mesmos argumentos com os exatos mesmos pesos…
    . Guardadas as proposrções e ilustrações, aquilo é um caixote… enorme , mas apenas uma caixote metalico, oco como um ro-ro, diesel como um ro-ro porta container, tão complexo ou simples quanto….não tem turbina a vapor, nem turbinas a gas, as demais estruturas são o minimo do que um anfibio deve ter tal como qualquer outro inclusive menor que o poderia substituir, tubulação e bombas para combustivel de aviação? sim como qualquer outro navio, ate mesmo fragata, geração de eletricidade idem, e eletronica embarcada não conta neste caso…então, caro aonde? Está no limiar…. do que se poderia manter com 19 mil ton…nada demais…quer comparar com opção barata? compara com makassar e ai façam os “a” e “b” de cada….
    .

  179. Então, persistindo a mesmice dos nomes, jamais teremos novos ícones na Marinha do Brasil. E este negócio de dar nome dos estados já passou da conta, não é mesmo?

  180. o problema é (força de expressão, claro) uma duzia de navios, 300 nomes repetidos, e nao só isso quando nao o indicativo, prefixo e o brazão, não importa o tipo, repetiu o nome, mesmo brazão, a criatividade não é o forte da MB …

  181. Os nomes das fragatas, via de regra, têm sido muito mais bonitos e muito mais icônicos, a meu ver.
    Defensora, Liberal, União, Constituição, Independência, bem mais imponentes. Até Dodsworth, que foi transformado no simpático “dozevolts”.
    Agora, outro Mingão, é de matar a égua.
    Mas, gosto é gosto, não é mesmo?

  182. Excelente notícia. Agora vamos esperar a compra ser de fato concretizada e torcer para a MB ter recursos para opera-lo com todas as suas capacidades.

  183. Fernando “Nunão” De Martini 5 de dezembro de 2017 at 10:06
    Obrigado pela análise!
    FERNANDO 5 de dezembro de 2017 at 10:09
    Eu sei que existem ténicos dentro da MB, inclusive há administradores públicos de formação, no entanto, por experiência de vida, sei que o aspecto técnico no Brasil é algo quase irrelevante.
    Não sou contra a compra desse navio, ele é bom e barato…minha crítica é mais ampla, estou querendo avisar que tais compras mostram o quanto o Brasil, não apenas a MB, não tem um planejamento. Como todos estão dizendo aqui: compra de oportunidade! Agora eu pergunto, será que a Royal Navy é guiada por oportunidades? Ou ela é a dona de seu destino?
    A própria realidade da MB mostra isso, agora temos um porta-helicópteros e um navio multifunção (Bahia), no entanto, o resto da marinha com navios totalmente defasados, um efetivo mostruoso, uma participação social irrelevante.
    Por que isso? Porque a organização está sendo guiada por “oportunidades de momento”, de forma passiva, não está agindo de forma ativa, produzinddo ciência juntamente com empresas nacionais, criando um parque industrial, gerando empregos, pesquisa, desenvolvimento, indepedência tecnológica, fomento a exportação etc…somos meros consumidos de navio francês, inglês etc…
    Meu comentário pode ser aplicado tanto para a compra do Ocean quanto para a compra do porta-aviões SP no passado.
    Como pode o Brasil ter comprado um porta-aviões com uma Marinha tão absoleta? É algo desproporcional…não faz sentido. No entanto, foi uma compra de oportunidade, é um navio grande, impressiona a população etc…enquanto a realidade mostra que há navios de outros países, ou seja, ilegais, invadindo área econômica do Brasil sem qualquer fiscalização.
    Abraço!

  184. Concordo, está na hora da MB, utilizar de mais criatividade na escolha de nomes para seus navios.

    Por que o Brasil não utilizada PREFIXOS coo HMS ou USS utilizado por ingleses e americanos???

    Ate a Argentina tem PREFIXO!!

    Nós, não!!!!!!!!

  185. Olá Colegas. Visitei a página do wikipedia que lista os meios da MB. Tem muitos nomes legais lá, inclusive um navio hidrográfico “Cruzeiro do sul”. Estados apenas o Bahia, Roraima, Rondonia, Amapa. O P120 Amazona é uma homenagem ao rio. Muitas cidades, muitos oficiais e marinheiros, estrelas, rios, peixes. De modo geral, a crítica à MB não é correta.

  186. MO 5 de dezembro de 2017 at 11:42

    E nossa história nem é tão fraca assim para que novos nomes sejam adotados. Parece-me uma pena, uma falta de criatividade e até um aparente pouco caso. Mas, deve haver uma razão para esta renitente repetição. Impossível que não haja.
    Putz! Além do nome repetido ainda vão repetir o brasão e provavelmente o mote também. Se assim for, meu, é realmente de matar a égua.

    Forte abraço

  187. Alex Nogueira 5 de dezembro de 2017 at 9:51
    Está prevista a revitalização de 3 FNC mais a V34…

    Tomcat3.7 5 de dezembro de 2017 at 10:00
    A obra no A12 seria caríssima… não valeria… graças a Deus, foi cancelada essa iniciativa…

    Dalton 5 de dezembro de 2017 at 10:06
    Faz um POS J aí entre Sabóia e Garcia… o primeiro está bem melhor… 🙂

    GEN. Escobar 5 de dezembro de 2017 at 10:30
    A gestão do atual CM é bem pragmática… consulte o que vem sendo feito e verás…

    EParro e MO… não deve ser MG, mas como já escrevi, não esperem ineditismos…

    Forte abraço a todos…

  188. Em homenagem ao primeiro Almirante da Marinha Imperial, poderiam lhe dar o nome de Almirante Cochrane. Homenagearia os ingleses tb!!!

    kkkkk vão me matar aqui!! Se o Sarney souber dessa!!!

  189. Quando alguns dizem que a MB não tem planejamento, é porque não conhecem os programas de reequipamento publicados à exaustão no PN ou não conhecem a Estratégia Nacional de Defesa:

    “A força naval de superfície contará tanto com navios de grande porte, capazes de operar e de permanecer por longo tempo em alto mar, quanto com navios de menor porte, dedicados a patrulhar o litoral e os principais rios brasileiros. Deverá contar também com navios de apoio logístico móvel, necessários ao provimento da mobilidade da força naval em áreas de interesse. Dentre os navios de grande porte, deverá ser dispensada especial atenção à obtenção de navios de propósitos múltiplos e também de navios aeródromos. Contribuirá para a operação da Força Naval, a capacidade da Força Aérea de operar em conjunto com a aviação naval, para garantir o controle do ar no grau desejado.”

    http://www.naval.com.br/blog/2017/07/19/consulta-publica-aos-documentos-estrategicos-de-defesa/

  190. camargoer 5 de dezembro de 2017 at 12:01

    Você pesquisou quantos navios já tiveram o mesmo nome?
    Para uma marinha com poucos meios, repetir nomes não seria assim um despautério? Veja o caso dos submarinos, por exemplo.
    Meu, nuns casos tanta criatividade, noutros uma mesmice. “Deficir” de compreender.

    Forte abraço

  191. Alexandre Galante 5 de dezembro de 2017 at 12:04
    Não estou dizendo que não há um planejamento, pois eu sei que há planejamento. Quando eu digo que não há planejamento é apenas uma força de expressão para questionar o quanto é estranho ter grandes navios e não ter pequenas corvetas para fiscalizar pesca ilegal, por exemplo.
    Meu questionamento é entre o planejamento e a realidade.
    Abraço!

  192. XO 5 de dezembro de 2017 at 12:02

    Bem que poderia ser Visconde do Rio Branco! Ou até Barão do Rio Branco.
    Um navio deste porte, desta importância, bem que mereceria um “nomão”.

    Forte abraço senhor Imediato.

  193. Como muitos usam a terceira tentativa para ter certeza de um fato, a Marinha também vai na terceira tentativa de ter uma embarcação dessas e talvez ai perceba que não tem capacidade para tal. E tomara que assim pare de gastar com projetos infrutíferos que são um poço sem fim de gastos do dinheiro do contribuinte.
    E também até o Brasil mudar sua postura geopolítica sempre será figurante e não é um navio que fará diferença. Em setembro foi noticiado que o Brasil devia mais de US$1Bilhão a ONU. Se tá devendo para fazer política vai ter grana para manter algum protagonismo militar?

  194. Quantas reclamações aqui foram feitas justamente pelo desmantelamento da MB , e agora vejo esbabacado com tantas sugestões errôneas e retrógrados com essa aquisição que ainda não foi concluída para nossa marinha naufragada. Gente, deixem que compram, há sim nesse cidade desse aquisição!! Estamos fragilizados em nossas defezas, as portas estam abertas. Minha empresa foi assaltada e não tivemos como reagir, sabem porquê? Porque nunca achava que seria assaltado e acreditava na segurança pública, tanto que não tínhamos meios dissuassorios para tal,estávamos desarmados, desprotegidos para estes momentos de supresas que o inimigo nos supreendam. Parabéns, contamos com a aquisição. Bem vindo MINAS GERAIS!

  195. XO…
    .
    então a coisa está ainda mais “feia” … o “Garcia” não podendo alcançar os 50 anos do “Sabóia” mesmo sendo 20 anos mais novo e sendo maior e mais capaz, sua perda acarretará um fardo maior para às responsabilidades da marinha.
    .
    Arrisca então que a marinha brasileira venha a perder na próxima década …3 unidades, “Sabóia”, Garcia” e “Maia” !
    .
    abraços

  196. MO 5 de dezembro de 2017 at 12:24
    camargoer 5 de dezembro de 2017 at 12:15

    Hahahahaha, boa caro MO!
    Meu caro Camargoer, isto aí é só marquetingue. Ou, realmente tinha um exMb no Comando da Frota Estelar.

    Forte abraço meus caros

    P.S. Pois é, o sítio dos Navios de Guerra Brasileiros me socorre sempre; assim como a lupa da Trilogia.

  197. Trata-se de um navio civil, com baixa velocidade, com sua construção estrutural baseada em parâmetros COMERCIAIS, ou seja materiais mais finos e estruturas mais fracas, visando o seu custo mais barato, sacrificando o tempo de uso….. mas adaptado para o uso militar, com tempo de uso aproximado de 20 anos, será passado “esvaziado” para o “felizardo” comprador, pelo menos os ingleses sabem disso e estão tratando de vende-lo como um GRANDE INVESTIMENTO. Como não ha PLANEJAMENTO de construções ou de manutenções na MB a muitos anos, estão na “emoção” de comprar o que “aparece”, na atual situação que se encontra o INVENTÁRIO de equipamentos “não é considerado favorável fazer esta compra”, pois estão com grandes defasagens de peças, mão de obra, empresas que se INTERESSEM por fazer serviços para a MB e verbas em fim para qualquer tipo de serviço, com o agravante de não existir ainda uma “luz no fim do túnel” para que as coisas fiquem melhores. Pela situação que se encontra a nossa MB, vai para a lista do “SE QUEBRAR FICA PARADO ANOS NO AMRJ”….como os outros navios….

  198. Ótima Noticias de Natal do Naval
    É o anuncio do noivado… A MB estava de namora a um tempo, o pai chamou na responsa e solicitou aliança de noivado e já marcar o casamento, bons pretendentes estavaM rondando a casa. A MB chama o padrinho MD que pagara o dote para o casório.
    A nós entusiastas vale torcer que este relacionamento MB e Ocean de bons frutos.
    Parabéns ao Naval pela competência de sempre e parceria com o Sr. Roberto Lopes

    Feliz naval para todos!!

  199. XO,
    Não sendo MG já é digno de comemoração.
    Poderiam colocar Paraná para homenagear subliminarmente a Lava-jato rsrs.
    .
    Marcelo Andrade, gostei da sugestão. O Maranhão recebe, todos os meses dos estados desenvolvidos da Nação, um valor muito maior que aquele saqueado. Então não tem o direito de chiar nada rsrs.

  200. Dalton 5 de dezembro de 2017 at 12:24

    Pois é Dalton, e as pessoa descem a lenha quando a Marinha do Brasil adquire algum meio disponível em boas condições!
    Eu já via as atividades da Marinha do Brasil, sob um ângulo bem crítico e severo de um leigo, óbvio.
    Ao longo do tempo, com as leituras e discussões aqui do Poder Naval, minha percepção mudou drasticamente, principalmente quanto ao planejamento.
    Depois de ter assistido ao IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, então mudei mais ainda meu entendimento.
    Evidente que me falta muita coisa ainda por entender, mas começo a compreender algumas das dificuldades.
    Voltando aos NDCC, o mais preocupante é que não se vê ofertas de oportunidade para substituí-los, não é?

    Saudações

  201. Um caso de amor mal resolvido, talvez seja uma grande frustração, a falta de contato do estado de Minas Gerais ao mar, mas me parece muito maior a frustração do mar, em não poder banhar os limites do maravilhoso estado…

  202. XO…eu acompanho sim e certamente vejo melhores mudanças internas e estruturais à começar pela desativação do SP. Mas aí vem uma notícia dessa e começo a me perguntar o “quão” profundo será esse pragmatismo ou até se não teremos “egos” como combustível para mudanças / compras novamente. Reforço…sou entusiasta, tenho uma lista de idéias e sonhos para as nossas forças armadas que não caberiam no papel. Porém a minha vida profissional me ensinou a não agir por impulso e dar pesos às prioridades. Precisamos de uma defesa naval sólida, básica, econômica, precisa e concisa. Não precisamos de “navio grande” para impor medo. As FAA eram muito inferiores e não tiveram medo da tão poderosa Inglaterra.

    Galante…a Estratégia Nacional de Defesa é realmente muito clara quanto aos meios e objetivos mas o “como fazer” e “quando fazer” são outros 500. Não dúvido que existam bons estrategistas, só duvido dos egos que ainda poderiam tomar as decisões e aprovam os projetos.

    No mais…se for isso mesmo…que venha pelo menos com um nome que faça referência às nossas vitórias em batalhas. Gosto de “Monte Castelo”.

  203. Rafael Oliveira 5 de dezembro de 2017 at 12:41
    XO,
    Não sendo MG já é digno de comemoração.

    Só por curiosidade pura , o problema seria repetir o nome MG ou o problema seria MG ???

  204. Pois é Eparro…falou-se muito sobre a possibilidade da marinha adquirir navios da classe “Austin” retirados de serviço da US Navy…só que
    os mesmos foram para à reserva para em caso de necessidade serem colocados em serviço mesmo que de forma limitada…é um programa
    que é levado a sério e chama-se “Amphibious Lift Enhancement Program” !
    .
    Depois especulou-se sobre dois LSDs classe “Whidbey Island” que seriam precocemente retirados de serviço…e nenhum acabou sendo nem
    será retirado de serviço mais cedo…muito pelo contrário.
    .
    Então não tem muita coisa no mercado hoje em dia…apenas o desejo de alguns de ver tais meios que talvez nunca sejam disponibilizados
    ou nem mesmo estejam em boas condições, na marinha brasileira.
    .
    abraços

  205. O nome “Monte Castelo” é “exército demais” para o que poderá vir a ser a principal unidade da marinha brasileira…a US Navy tem alguns navios
    homenageando batalhas travadas pelo exército como “Gettysburg” , mas, trata-se de batalha ocorrida durante a Guerra Civil onde o
    destino dos EUA como nação unida estava em jogo e de qualquer maneira o USS Gettysburg é um cruzador e não um NAe que são as
    principais unidades da US Navy.

  206. Fernando ,me parece que o Brasil sempre faz as coisas de cima para baixo e não o contrario .
    Primeiro se comora o que não precisa para depois comprar o que realmente tem a maior necessidade …
    Isso não é novidade .Gasta muito e gasta mal ..

  207. Um Navio desta categoria e tantas caracteristicas variadas inerentes a um anfibio, deveria chamar-se de “TRINDADE”….
    .
    VARIOS EM UM SÓ…..!!!

  208. Como reclamam… rs

    Se não compram, estamos mal, se compram, estamos mal.

    Vamos encarar a realidade, não somos apenas um país de terceiro mundo, somos um país em franca decadência sem nunca termos alcançado o apogeu.

    Responsam sinceramente, existe alguma área ou atividade feita no Brasil que possamos dizer que com orgulho que lideramos? Talvez o agronegócio, mas mesmo ele sofre com falta de infraestrutura para escoar produção, sinal que poderíamos ser ainda melhor.

    Por que motivo nossas Forças Armadas seriam maravilhosas, se não temos sequer o básico? Sem saúde, sem educação, sem segurança… Vamos projetar que tipo de poder, se não conseguimos nem pacificar as favelas?

    O que vier é lucro.

    Que venha o Ocean!

    E que a MB possa aproveitar outras compras de oportunidade, sem contudo abandonar a pesquisa e desenvolvimento dos nossos próprios meios.

  209. Tomcat3.7, a repetição claro.
    Como eu disse acima, tivemos o Mingão há pouco tempo.
    Sou paulista e sou contra um novo SP pelos próximos 50 anos.

  210. “Marcelo 5 de dezembro de 2017 at 12:33
    Trata-se de um navio civil, com baixa velocidade, com sua construção estrutural baseada em parâmetros COMERCIAIS, ou seja materiais mais finos e estruturas mais fracas, visando o seu custo mais barato, sacrificando o tempo de uso….. ”

    Marcelo, de onde você tirou isso? O fato de seguir padrões de navios mercantes refere-se muito mais a questões como compartimentação e redundâncias do que a espessura de chapas e de elementos estruturais. Boa parte dos navios de guerra têm estruturas mais leves e chapas mais finas que navios mercantes, por uma questão de equacionar desempenho x peso do armamento, e por isso mesmo são mais difíceis de construir para operarem às vezes no limite da resistência (e não faltam exemplos de navios de guerra que tiveram que receber reforços depois, como os George Leygues franceses e os Type 42 britânicos, entre muitos outros).

  211. MO 5 de dezembro de 2017 at 13:58
    Trindade foi Rb
    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    Eita MO….o que é RB….?

  212. “Fernando “Nunão” De Martini 4 de dezembro de 2017 at 19:36″

    Escoltas ?

    Transporte aéreo de CFN, tropas etc …. ?

    Top Gun Sea 4 de dezembro de 2017 at 20:44

    Decolagem ? Otimização entre decolar e pousar ?

  213. Bardini 5 de dezembro de 2017 at 14:08
    Trindade por conta da ilha?
    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    .
    Sim…tambem…é uma de nossa Ilhas Oceanicas, é um nome forte e que conota varias personalidades ou caracteristica em um só….é a cara de um anfibio imponente!

  214. Ótima notícia até que enfim vamos comprar o hms Boa quase que a marinha do Brasil perde ele já tinha muitos pais de olho nele mas só espero que tudo dê certo.so tá faltando os caças de última geração Gripen NG

  215. Ótima notícia até que enfim vamos comprar o hms Boa quase que a marinha do Brasil perde ele já tinha muitos pais de olho nele mas só espero que tudo certo.só tá faltando os caças de última geração Gripen NG

  216. incrível o poder do costume….

    ninguém no Brasil fala em aviação baseada em terra para a Marinha o que tem beeeem mais sentido para nossa defesa naval do que uma embarcação destas.

    fala serio 😛

  217. Faltam navios , nomes tem de sobra
    Taubaté (homenageando mercante atingindo na 2ºGM e alinda cidade litorânea)
    Cabrália (homenageando o primeiro local a receber navios no Brasil)
    Fortaleza (homenageando a atuação da 2º Frota)
    Belém (homenageando a capital de um estado importante onde a marinha também tem que atuar e área da 2ºFrota)
    Amapá (Considerando a atuação da 2º Frota)
    Niemeyer ( homenageando um grade arquiteto, mais legal se usasse para nomear avios fabricadas aqui)
    JK ( homenageando um Grande estadista)
    D. Pedro II ( homenageando a data de inicio oficial do CFN)
    Cochrane ou Grenfell – eram freelancer mas foram importante na historia da MB e vindo um navio Inglês não teria problema
    Atlântico Sul (área de atuação primordial)
    Isabel ( homenageando a princesa, um nome de mulher para quebra a tradição )
    está bom ..
    kkk deixa um pouco de nomes para as outras compras de oportunidade que surgirão

  218. “Humberto 4 de dezembro de 2017 at 18:35
    A FAB possui
    Helicóptero Mil Mi-24”

    ???? Kkkkk Rsrsrsrs ????

    “Bavaria Lion 4 de dezembro de 2017 at 19:09
    Sobre a matéria, ele tem capacidade de receber um pouso controlado de Harrier, mas sem ski-jump, não tem capacidade de lançá-lo normalmente (deve necessitar de muita combinação de vento pra lançar o harrier sem ski-jump).
    Devido ao buraco enorme e movediço, eu sinceramente acredito que o dinheiro seria melhor empregado em duas OHP da Austrália, que se não são o melhor do mundo, pelo menos têm uma logística de manutenção possível.

    A preço de hoje o Ocean jamais poderá navegar perto de zonas de conflito, pois, não existem escoltas para apoiá-lo e os heli’s da marinha não têm capacidade ar-ar.

    É um bom barco. Ótima solução para um tipo de problema específico que temos, mas, que precisa de outros tipos para ser solucionado. Vai servir pro 7 de setembro e uma ou outra missão de paz.”

    No máximo.

  219. Carlos Alberto Soares 5 de dezembro de 2017 at 14:31
    “Humberto 4 de dezembro de 2017 at 18:35
    A FAB possui
    Helicóptero Mil Mi-24”

    Citei a quantidade esdruxula da tipos de helis que o pais possui. No mais não tem sentido a FAB possuir os MI 24, deveria ser coisa do exercito não?

    Quanto ao Ocean
    Até onde eu sei, o custo de operação do Ocean é menor se comparado com outros vasos, pois ele usa tecnologia da marinha mercante, não militar.
    Quanto ao armamento, não creio que os Americanos malvados serão contra o Phalanx, se eles já se dispuseram a vender o Harpoon que é uma arma muito mais sofisticada, não vejo o porque deles ficarem chiando. Agora, se no preço o armamento está embutido, já é uma outra história.
    Quanto aos helicópteros, até onde sei, os apaches ingleses já são navalizados ao contrário as do US ARMY, creio que os Sea Cobras seriam o caminho natural, caso fosse escolhido um heli de ataque, particularmente não acredito nesta aquisição, mas se é para especular.. e se for para sonhar, seria ótimo alguns Ospley

  220. Mestre Carlos Alberto Soares,
    .
    O leitor falando de MI-24 ou MI-35 é plenamente decodificável que trata e refere-se ao AH-2 Sabre do EB….

  221. Apenas para finalizar, eu gostei da notícia dessa aquisição, parece uma boa compra em vários aspectos, só acho que a forma que as compras acontecem são estranhas.
    Não estou dentro da MB para fazer afirmações, é apenas minha percepção.
    Abraço!

  222. Prezado Bueno, já temos um Amapá, meu bravo P32… no mais, posso apenas dizer que deve receber o nome de um vulto naval ou de um estado… a ver… abraço…

  223. “Carlos Alberto Soares em 05/12/2017 às 14:10
    Fernando “Nunão” De Martini 4 de dezembro de 2017 at 19:36″
    Escoltas ?”

    Carlos, já respondi a essa mesma pergunta feita por outro comentarista. Pode servir como resposta para você também.

    “Transporte aéreo de CFN, tropas etc …. ?”

    Não entendi a pergunta.

  224. Eita pessoal sem criatividade pra nomes. Eu sou a favor de homenagearmos a natureza e culturas alhures e sugiro o singelo nome de “Elefante Branco”. Daríamos nome ao navio e ainda por cima mostraríamos o quanto somos um povo amigável e pacífico, preocupado com o meio ambiente e com desapego às coisas mundanas, abrindo mão de escolhermos um nome que faça referência ao nosso país e homenageando um animal da Tailândia, mostrando nossa boa vontade em relação ao multiculturalismo, tão em voga no mundo atual.

  225. Nas entrelinhas observa-se com facilidade que gostaram do novo membro da família mesmo não querendo admitir , é só ver que tem muita gente sugerindo o nome do rebento!

  226. Já se informou sobre o navio? A definição de lata velha talvez o senhor não conheça,talvez navios com 40-50 e até 80 anos sejam latas velhas,mas navio de vinte anos não se enquadra…

    A US Navy tem vários navios de mais de 40 anos e nem por isso são sucatas.
    Adriano M
    O senhor prefere morar num apartamento ou casa nova ou prefere uma usada com problemas de uso, navios são feitos de aço para serem usados num ambiente insalubre como é o mar.
    Um navio com 22 anos de mar realmente não é velho, é usado e bem usado, coisas usadas dão problemas. Vamos gastar ainda com os reparos etc etc.
    Porque não construir um ? usando nossos estaleiros parados, dando emprego a nosso povo ? Porque não fazer parceria de transferência de tecnologia e construir um navio novo aqui, talvez até um pouco menor, porém mais útil.
    Chamei de lata velha e vos digo, é mais uma goiaba que vai ficar no arsenal de Marinha ou no cais, levamos como disse um 171 dos franceses com a compra por $ 12.000.000 do Porta Aviões São Paulo ” A rainha do cais ” agora vamos levar dos ingleses com esse Ocean. Pra que esse navio ? Pra que essa despesa ? Tá barato ? pode até tá, mas laranja madura na beira da estrada, tá bichada zé ou tem maribondo no pé.
    Definitivamente não vamos lançar poder no mar, devemos ao meu ver se preocupar com nosso litoral, nosso costa, tomando conta do que é nosso, na minha humilde opinião seria mais valido construir 4 navios patrulha ligeiros e com convés de voo que comprar esse dinossauro.
    Patrulhar o que tá abandonado e escancarado. PATRULHAR essa é a palavra certa pra MB, essa é a palavra certa pro Brasil.
    O tempo dirá quem esta certo.
    Aproveito para dar os parabéns aos editores, excelente matéria.

  227. Eles, a Inglaterra tem um monte de Apaches que vão ser dados baixa por falta de recursos, poderiam negociar a compra de Meia Duzia deles, inclusive economiza no frete. Nosso fuzileiros agradeceriam o apoio aéreo de um helicóptero desses

  228. Não existe “Royal Army”: é Royal Navy (RN); Royal Air Force (RAF) e British Army (BA). o “Army” não é “Royal”.

  229. “Eles, a Inglaterra tem um monte de Apaches que vão ser dados baixa por falta de recursos, poderiam negociar a compra de Meia Duzia deles, inclusive economiza no frete. Nosso fuzileiros agradeceriam o apoio aéreo de um helicóptero desses”
    .
    Se informe melhor a respeito desses Apaches.
    Se é pra ter Helicóptero de Ataque usado, melhor ir atrás de Supre Cobra dos Marines.

  230. Caros amigos,
    Estou impressionado com as comparações NAe São Paulo x HMS Ocean… Ainda se insiste nisso?

    Muito mais profícuo discutir a questão das escoltas (embora a turma quebre o pau por NPO, CCT e fragatas…) e da compra de um navio como esse.

    Eu concordo que a necessidade urgente, urgentíssima, são as escoltas: primeiro, as nossas estão no osso, com a baixa à vista, já no horizonte; segundo, não há compras de oportunidade à vista para escoltas (não de coisa que valha…), logo, nossa solução passa por navios novos, que são, é lógico, muito mais caros, demoram anos para entrar em serviço e carregam consigo um imenso custo político… Melhor seria focar ans escoltas, não são poucos os que afirmam isso constantemente, e estão certos.

    Mas vamos lá, porque é no detalhe que o diabo faz sua graça: fora a especulação por 4 CCTs (eu sonho com 8 no primeiro lote…), não há a menor chance de um PROSUPER nos próximos anos. A MB terá que se contentar com as Tamandaré… Aí, no meio de um cenário péssimo, vem a RN, atolada em um orçamento estratosférico (novos NAEs, novos subs nuc) que, fazendo água nas suas contas, a leva para a famosa solução “cortar na carne” e nos oferece um navio relativamente novo, que só vai para a degola porque há problema de orçamento. Um navio que está operando full, sem problemas.

    O que fazer?

    O cenário é simples: precisamos de escoltas, mas não temos (i)dinheiro e (ii)apoio político hoje e, pior, não teremos nos próximos anos. Também precisamos de um navio porta-helicópteros e, voialá, aparece um, de uma marinha de primeira, por um preço camarada. Uma vez que com ou sem os 80/100/120 milhões de euros da compra do Ocean – e mesmo com mais uns 250 milhões para reforma (chute meu!) eu não tereis as tão necessárias escoltas agora ou num futuro próximo, então me parece que a oportunidade não pode ser perdida.

    No mais, o Galante já explicou algumas vezes os diferentes cenários de emprego do Ocean, já nos mostrou seu estado atual e as possibilidades. É fato: trata-se, em se concretizando, de uma boa compra de oportunidade, para uma Marinha que enfrenta inúmeros problemas e que resolve, parcialmente e por algum tempo, um deles com este navio.

    A comparação com o São Paulo me parece descabida: o velho Foch foi aposentado na marinha francesa, vinha sendo empregado cada vez menos e recebia cada vez menos cuidados enquanto se esperava pelo novíssimo CDG… Era um navio no osso, ultrapassado pelo sucessor que já estava a caminho, e que foi vendido ao Brasil com segundas e terceiras intenções, de olho na modernização que seria feita pelos franceses. Aqui no PN encontramos várias matérias explicando como o São Paulo veio para na Baia da Guanabara….

    NAe São Paulo e HMS Ocean não são comparáveis entre si como meio naval, como oportunidade e, principalmente, pela forma como deixaram suas respectivas marinhas. Insistir nessa comparação é desperdício de teclado do computador….

  231. Já podemos começar a construção de uma pirâmide para o Fernando “Nunão” De Martini. Tem que aturar cada uma aqui! Pelo amor de Deus…

  232. MO 5 de dezembro de 2017 at 16:56

    Meu, “convertiplano” é melhor ou pior que “quadrado retângulo”?

    Forte abraço

  233. Eparro,
    Mas apesar do teor do artigo não ser verdadeiro já que esse navio de assalto não é pensado para substituir o São Paulo fato é que o termo “convertiplano” é correto para se referir ao V-22.

  234. Ateu Libertador 5 de dezembro de 2017 at 14:24

    Faz o seguinte, sabe a Segunda Guerra Mundial. então a Regia Marina Italiana optou por não ter porta-aviões pois os ” intelligentsia” de lá acreditavam que a forma insular da Itália favorecia a cobertura marítima através da aviação baseada em terra. Sabe qual foi o resultado? A marinha britânica “nadou de braçada”, com seus porta-aviões, por todo o Mediterrâneo. Aliás, a Kriegsmarine também não tinha porta-aviões. Já, a Marinha Japonesa tinha vários.
    Pense nisto!

    Saudações

  235. Será que o São Paulo não poderia ser convertido para skyjump, reduzindo os custos de manutenção e restauração?

  236. Bosco 5 de dezembro de 2017 at 17:56

    Entendo perfeitamente o tal do Osprey e suas funções, entendo também que “convertiplano”, hidroplano, aeroplano são termos corretos, mas convenhamos, “convertiplano” é bizarro!
    O Osprey é só um avião com capacidade de pouso e decolagem vertical (VTOL), simples. Nada deste papinho de “converticazzo”, né?
    Já o HMS OCEAN é um navio de assalto anfíbio, não tem nada a ver com um porta-aviões, entendo isto também.
    Agora, será que ele poderia ser útil para guerra anti-submarino?

    Forte abraço

  237. Agnelo 5 de dezembro de 2017 at 9:42

    Agnelo, imaginava mesmo que o Sr. não pudesse entrar em maiores detalhes. Mas essas informações estão ótimas. Pela dificuldade logística, eu particularmente não imaginava uma incursão no norte da África, me surpreendi.

    Muito obrigado pela atenção.

  238. O HMS Ocean pode realizar também, além das operações anfíbias, missões de controle de área marítima e antissubmarino. Na MB, vai poder embarcar os helicópteros UH-15A Super Cougar com mísseis antinavio Exocet e com os helicópteros SH-16 Seahawk em missões anitssubmarino e antinavio.

    O NDM Bahia é um LPD (Landing Platform/Dock), com doca alagável. Já HMS Ocean é um LPH (Landing Platform Helicopter) sem doca. Operando juntos ambos se complementam, pois o Bahia tem mais capacidade de operar com embarcações de desembarque e o Ocean tem maior capacidade para operar com helicópteros.

  239. camargoer 5 de dezembro de 2017 at 12:42

    Pois é, Camargoer, este é um assunto que ainda me atrapalha um bocado.
    Se for um ND…, deverá ser G 41. Um A, sabemos que não será, pois simplesmente não o é (aí gzuis), senão seria… (melhor nem dar idéia).
    Agora, bem que poderia ser um Navio Porta-Helicópteros, quem sabe um NPh, aí poderia ser um B 11, já que A é porta-aviões, B bem que poderia ser Porta-helicópteros, porque encouraçado acho que ninguém mais vende, né?

    Forte abraço

  240. Alexandre Galante 5 de dezembro de 2017 at 18:56

    Bem, assim sendo, aquela doutrina de ASW poderá ser atualizada, com a aquisição do HMS Ocean.
    Forte abraço

  241. Alexandre Galante 5 de dezembro de 2017 at 18:56

    Será que no HMS Ocean também existem aquelas atividades de “Pedro e Paulo”, como havia no A-12 São Paulo?

    Forte abraço

  242. Eparro,
    Do jeito que o mundo tá evoluído tem atividade “Pedro e Paulo”, “Pedro e Maria”, “Maria e Joana” e “Pedro, Paulo, Joana e Maria”.

  243. Bosco 5 de dezembro de 2017 at 19:43

    Pelo que me informaram aqui no Poder Naval, faz um tempão, e pelo que busquei me informar; em porta-aviões, sempre que um avião vai decolar ou pousar, um grupo de salvamento, em um helicóptero, decola do porta-aviões antes do lançamento ou pouso do avião e fica em posição para realizar salvamento, caso necessário. Não me recordo se Pedro é o grupamento que atua de dia e Paulo o que atua à noite ou vice-versa.
    Como no HMS Ocean pousam e decolam aeronaves, gostaria de saber se fazem uso do mesmo procedimento que aquele de porta-aviões.

    Forte abraço

  244. Olá EParro. Acho que “B” era para balizador.. encouraçados seria “E”… sei lá. Até helicópteros iguais recebem códigos diferentes dependendo da força..

  245. Da série, do que batizarão o Ocean na MB? Se chamarem-no de “Monte Castelo” como li acima, já terá uma canção oficial pra ele da Legião Urbana:

    “Ainda que eu tivesse
    Um Linx no deck
    E a bordo uns 500 navais
    Sem um Osprey eu menos seria…”

  246. “Eles, a Inglaterra tem um monte de Apaches que vão ser dados baixa por falta de recursos, poderiam negociar a compra de Meia Duzia deles, inclusive economiza no frete. Nossos fuzileiros agradeceriam o apoio aéreo de um helicóptero desses”.
    O governo britânico irá adquirir uma frota de novos AH-64E para suceder os seus Apaches WAH 64D que com certeza devem ter sidos usado ao máximo na Líbia e Afeganistão.
    Mas acredito que os apaches ingleses não serão dispensados, pois em 2015, o Reino Unido solicitou a remanufatura da frota do Exército britânico da aeronave WAH-64D Apache AH.1 para o padrão Guardião AH-64E.
    Os primeiros helicópteros do Reino Unido devem sair da linha de produção dos EUA no início de 2020 e começarão a entrar em serviço com o Exército britânico em 2022.
    A antiga frota será descomissionada em 23/24.

  247. Marinha do Brasil: O Brasil possui 27 Estados, teve dois Imperadores e até os padroeiros nacionais podem ser considerados na lista de possíveis nomes. Nomear um capital em homenagem (mesmo que “parcialmente”) ao anterior é uma baita falta de criatividade, por exemplo.

  248. Caro Arnaldo. Segundo o portal da transparência, até nov de 2017 os recursos liberados para cada um dos ministérios foi: M.Saúde (31,3 bilhões); MEC (68,6 bilhões) e M.Defesa (60,5 bilhões). Ainda é preciso considerar que o 13o já foi no início de dezembro. Provavelmente os ministérios vão fechar com os seguintes orçamentos (MS = 35 bilhões; MEC = 75 bilhões; MD = 66 bilhões).

  249. Será que virão mais coisas no pacote? Ao que me parece, o preço ainda não foi acertado. É isso? Grande abraço a todos.

  250. Eu sugeriria NPM Pedro II. Até porque foi em seu reinado que tivemos o maior poder naval das Américas, e mesmo depois do golpe, o Brasil ficaria ainda mais 3 anos com esse status.

  251. Vaidade, tudo se resume a vaidade. Não precisamos, não podemos, não devemos.
    Que vá embora o Ocean, que venham os Prosuper,/ProSub.

  252. “Rafael M. F. em 06/12/2017 às 05:06
    Eu sugeriria NPM Pedro II. Até porque foi em seu reinado que tivemos o maior poder naval das Américas, e mesmo depois do golpe, o Brasil ficaria ainda mais 3 anos com esse status.”

    Rafael, só um aparte (e nem quero prolongar com isso o off topic de vocês, lembrando que aqui não é palanque para defender Monarquia, República etc): durante a última década do Império os EUA já nos ultrapassavam em poder naval, mesmo em pleno surto de construção naval militar pelo qual passava a nossa Marinha (quando havia sete canhoneiras e um cruzador em construção no Arsenal de Marinha da Corte). O conturbado início da República prejudicou bastante a continuidade do desenvolvimento da Marinha, mas o crescimento do poderio dos EUA já vinha de antes de 1889 e nos ultrapassaria rapidamente de qualquer jeito.

  253. Ótima aquisição!
    Versátil, eficaz e com ótimo custo benefício. Sairá bem mais em conta do que revitalizar a porcaria do Ae A-12 São Paulo, que foi importante para recolocar a Marinha nas operações com aeronaves de asas fixas, mas trouxe grande prejuízo financeiro e ceifou muitas vidas.
    Espero que no futuro a Marinha adiquira um porta aviões em perfeitas condições de funcionamento, bem como caças novos.

  254. Fernando, não fiz palanque, foi apenas uma sugestão de nome – e muito justa por sinal.

    Quanto ao reaparelhamento norte-americano, foi reflexo justamente da aquisição do Riachuelo e do Aquidaban. O primeiro navio saído dessa nova política foi justamente o Maine (cujo design era idêntico ao do Riachuelo /Aquidaban).

    Isso consta em livros que estudam o período.

    Mas isso é assunto para outro tópico.

  255. Arnaldo F 5 de dezembro de 2017 at 22:47
    Os orçamentos dos ministérios brasileiros em 2017:

    Ministério da Saúde: R$ 125,3 bilhões.

    Ministério da Educação (MEC): R$ 107 bilhões.

    Ministério da Defesa (MD): R$ 94 bilhões.

    —————–

    Caro Arnaldo, em seus cálculos LEMBRE-SE dos seguintes:

    1) Estados e Municípios PARTICIPAM OBRIGATORIAMENTE com pelo menos 25% de suas respectivas arrecadações na EDUCAÇÃO;
    2) Estados PARTICIPAM OBRIGATORIAMENTE com pelo menos 12% de suas receitas na SAÚDE e Municípios PARTICIPAM OBRIGATORIAMENTE com pelo menos 15% de suas receitas na SAÚDE.
    3) Eu já fiz a conta ano passado e aproximadamente ocorre o seguinte:
    Com a participação de Estados e Municípios a verba para EDUCAÇÃO TRIPLICA e a verba para SAÚDE DOBRA.
    Então pode considerar valores aproximados de R$ 250 bi para SAÚDE
    E R$ 320 bi para EDUCAÇÃO

    4) TODOS os médicos e demais profissionais da SAÚDE, quando APOSENTAM, recebem suas aposentadorias através do orçamento da PREVIDÊNCIA SOCIAL.
    Da mesma forma TODOS os PROFESSORES e demais profissionais da EDUCAÇÃO, quando aposentam, recebem através do orçamento da PREVIDÊNCIA SOCIAL.
    Já os R$ 94 bi do ORÇAMENTO DA DEFESA, além de NÃO contar com ajuda de estados e municípios, é utilizado para PAGAMENTO DE INATIVOS E PENSIONISTAS (APOSENTADOS), e isso representa quase 50% do orçamento. Ou seja, são mais de R$ 40 ou R$ 45 BILHÕES para pagamento de ‘APOSENTADOS E PENSIONISTAS’.

    Façamos a MATEMÁTICA e apresentamos para toda a sociedade os dados REALISTAS, para que compreendam que o Brasil investe POUCO EM DEFESA.
    Agora, de forma mais clara podemos ver os seguintes números:

    EDUCAÇÃO = R$ 320 BI
    SAÚDE = R$ 250 BI
    DEFESA = R$ 50 BI
    (Fora os contingenciamentos).

  256. Pobre Marinha do Brasil, Estive presente em algum período das vidas do A11 & A12, por sinal no ano de 2000 tive o privilégio de fazer parte da turma de recebimento em Toulon na França do A 12 maravilhoso período da minha vida . E agora regrediremos e vamos comprar um porta helicóptero? Esse é o sentimento de um Catapulteiro que com tristeza vê o brio de uma Marinha operativa se apagando. Mas que venha e nos traga só alegria e não tanta dor e desgraçada que o A 12 calsou em muitas famílias.

  257. Mas as ultimas noticias eram de que a Marinha estava com falta de verba para colocar os seus helicopteros para voar?? Vai fazer o que com um porta-helicopteros sen ão tem aeronave??

  258. Sandro, suponhetemos que custe 2 Bilhoes de dinheiros, vc estaria fazendo uma analise simplória, pois este seia o cust do NAe “cru”, neste custo não está levando em conta grupamento aéreo, custo operacional, funcionabilidade, gastos con treinamento da guarnição e ala aérea, Tem muito mais coisa envolvida, assim como qualquer veiculo, não apenas o preço de venda, tem muito mais custo a ser considerado

    Como vc mesmo falou, a Marinha tem um orçamento e este necessita ser gerenciado cuidadosamente

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here