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Turquia procura por jatos Harrier até que o F-35B fique pronto

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AV-8B Harrier II do USMC

O Jane’s noticiou que a Turquia tem procurado comprar um número indeterminado de caças de Harrier como medida provisória até que o Joint Strike Fighter F-35B (STOVL) Lightning II esteja pronta para o serviço turco.

A Turquia havia manifestado aos Estados Unidos seu interesse em comprar 20 caças da versão F-35B, além dos 100 F-35A que já pretendia comprar da Lockheed Martin.

A Turquia primeiro se aproximou do Reino Unido para a compra de Harriers, mas depois se dirigiu qos Estados Unidos para os AV-8B do inventário do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC), porque a aeronave deixou de ser usada pelas forças armadas do Reino Unido em 2010.

Em novembro de 2011, os últimos jatos Harrier britânicos foram vendidos controversamente como peças sobressalentes para o USMC.

A venda, que compensou o Reino Unido com apenas £ 116 milhões (US$ 180 milhões) por 72 aviões, aconteceu alguns anos depois de uma grande atualização de £ 500 milhões para converter os velhos Harrier GR7 em GR9.

A decisão foi muito criticada, pois deixou o Reino Unido sem uma aeronave de caça embarcada capaz de operar até a introdução do atrasado F-35B ao redor de 2020, que deverá custar US$ 156,8 milhões a unidade.

A visão do piloto de um jato Harrier GR9 a bordo do porta-aviões britânico HMS Ark Royal, em 2010

49 COMMENTS

  1. Se realmente foi feito essa negociação “A venda, que compensou o Reino Unido com apenas £ 116 milhões (US$ 180 milhões) por 72 aviões, aconteceu alguns anos depois de uma grande atualização de £ 500 milhões para converter os velhos Harrier GR7 em GR9.”, foi um tiro imenso nos 2 pés!

  2. Turquia querendo adquirir Harriers e o F-35B? Mas o Pepe Escobar não disse que a Turquia depois do “gópi” fracassado contra Erdogan iria dar uma banana para a OTAN e se juntar à Rússia e ao Irã no “eixo da virtude, do bem e da esperança” para expulsar os EUA do Oriente Médio e destruir o “malvado estado sionista de Israel” de uma vez por todas? E agora Sputpenikos?

  3. A Turquia é sócia de primeira hora do programa do JSF, tem todo o direito às aeronaves. O que sucedeu é que, com o passar da água sob a pinguela, “shit happened” e a Turquia está fedendo, e muito. Evidentemente, não conseguirá nenhum Harrier do USMC; pra mim, nem unzinho F-35 A/B, também…

  4. Desculpe a ignorância, mas esse tipo de navio baseado no Juan Carlos poderia operar jatos de pouco e decolagem mais curtos como o Gripen e os Sukhoi?

  5. Renan 9 de dezembro de 2017 at 17:14
    Olha se tiver a venda já vislumbro o almirante da MB, comprando uns 18 para operar no OCEAN.
    Abraços

    Pra operar como, de qual jeito, a partir do Ocean??? O Ocean tem ski-jump?? Como insistem com essa história de aeronaves de asa fixa no Ocean!!! Harrier e F-35B podem pousar verticalmente. E decolar, COM POUCO COMBUSTÍVEL E POUQUÍSSIMAS ARMAS, também verticalmente. Dessa maneira, sem ski-jump, não adianta, desistam de asa fixa no Ocean. Só para uma comparação, o muito maior e capaz Wasp da US Navy irá operar apenas 6 F-35B.

    Ponham uma coisa de uma vez por todas na cabeça: o Ocean, se realmente for adquirido, vai operar os HELICÓPTEROS da MB! PONTO!!!

    Um monte de gente olha para o Ocean e querem que ele opere até os Trader. Só porque ele tem um convés corrido (mas que tem um baita de um Phalanx bem na ponta da proa – ninguém pensa nisso? Como operar aernaves de asa fixa com aquele baita negócio bem no meio do caminho??), não quer dizer que seja um porta-aviões! Ler um pouquinho, se informar minimamente, evita ficar inisistindo nessa bobagem de Harrier ou qualquer outro asa fixa no Ocean!! Como isso enche o saco!!

  6. Turcos querendo comprar Harrier’s ?!
    Negociando também para adquirir o Ocean?!
    Sei não viu ?!
    Eles são “sonsos ” e bobinhos também !!!
    Só comendo o mingau pelas beiradas !!!

  7. Bardini, que impressionante o esforço industrial da Turquia. Não conhecia. Obrigado pelo link. Acho que as coisas estão ainda mais complicadas, agora.

  8. Com a tendência dos “NAes anfíbios” o mercado todo está procurando Harrier’s. O problema é que faz tempo que já não o fabricam…

    Acredito que há mercado para uma aeronave nova e intermediária entre o F-35B e o Harrier.

  9. Me lembro ha poucos anos, quando comentei se a transição de Harrier pra JSF seria coerente. Os ases indomáveis daqui, especialmente um que ha tempos sumiu, me disse que isso era impossível, pois o Harrier requer um piloto ás, enquanto que o F-35 nao……acho que o ministro da defesa da turquia precisa ler nossos especialistas daqui pois está cometendo uma grande besteira!!

  10. Arnaldo Eocha
    9 de dezembro de 2017 at 20:21
    O Invincible também tinha um Phalanx bem na proa, quase ao lado da ski jump.

    Sim, talvez tivesse, não lembro….mas se vc fala, eu acredito. Mas, como você mesmo falou, esse Phalanx ficava ao lado do que mesmo? Ah, da ski-jump. Será que aquela rampa inclinada não tem serventia alguma? Ou será que que serve para permitir, no caso, operação full de aeronaves STOVL a partir de navios com convoo de dimensões reduzidas (os PA russo, chineses e indianos também possuem ski-jump, mas são porta-aviões, coisa que o Ocean não é, e operam aeronaves que não são STOVL, mas que possuem uma relação peso/potência cavalar).
    E uma coisa que ninguém pensa também é na incapacidade do Ocean em armazenar o combustível, nas quanridades necessárias, para operar os motores beberrões dos AV-8 ou Harrier.

  11. A pergunta que não que calar…
    Se os Jatos Sea Harrier já foram desativados, e não é mais fabricados, onde a Turkia pretende adquirir as unidades que está precisando ?

  12. Chega a ser impressionante como o pessoal repete este assunto de aviões no Porta Helicópteros. Amigos, o Ocean vai ser guarnecido apenas por aeronaves de asas rotativas e ponto.
    Só para apimentar o assunto de aviões embarcados, em minha ultima viagem a um certo país centro africano, tive a oportunidade de jantar com empresários e políticos chineses, estes questionaram o por quê da desativação do São Paulo. Quando expliquei que os custos de reforma eram proibitivos, me disseram que adorariam inspecionar nosso Nae. Informalmente me disseram acreditar que por um valor significativamente menor poderiam colocá-lo em estado de arte, o que seria ótimo para marinha brasileira, além disso, afirmaram que financiamento não seria problema.
    Tenho visto de perto o que eles são capazes de fazer e não duvido do que disseram.

  13. Deixa ver se entendi bem…o UK gastou mais de 500 milhoes de libras para modernizar seus aviões para aguentarem o rojão até que os F-35 cheguem da América. Ai a América compra esses mesmo aviões por menos da metade do que gastaram na modernização…e vendem os F-35 ao custo unitário quase igual ao que pagaram por 72 aviões? Tudo bem que o F-35 é a pica das galáxias, mas isso tá parecendo negócio da China, não?

  14. Não seria uma má ideia para os chineses darem uma olhada no São Paulo….. Mas que eu gostaria de ver caças Harrier nas cores da MB em um porta-aviões modernizados pelos chineses, ah gostaria.

  15. João Bosco, bom dia.
    Tenho o mesmo pensamento, nosso Nae sendo modernizado e equipado com uma ala aérea que imponha respeito daria um novo status a nossa marinha.
    Entendo que o comando naval deve estar estudando várias propostas, mas os chineses têm dado sinais de que podem ser uma opção interessante, tendo em vista tudo que desenvolveram nos últimos anos, fora o fato de que dispõe de farto volume de recursos para financiamento.
    Um pacote envolvendo a aquisição de seis fragatas modernas e a reforma do São Paulo, em um financiamento de longo prazo, poderia vir bem a calhar. Em quanto isso, aqui mesmo no Brasil, que siga a construção das Tamandarés e dos submarinos.

  16. Professor 10 de dezembro de 2017 at 10:28

    A Turquia se enfraqueceu logo após o expurgo pós-golpe frustado, mas aos poucos está se recuperando.

    Turquia, candidata a ser SUPERPOTÊNCIA. E o Brasil? E o Brasil, MEU POVO???

    ——————

    Minha barriga está doendo de tanto rir das suas colocações, Teacher. A única candidatura que a Turquia está pleiteando no momento é se tornar numa teocracia islâmica, um revival grotesco do outrora sultanato otomano.
    Aos outros foristas, tem que levar na esportiva os comentários do Professor, Camargoer, relojoeiro etc. Se for se estressar perderemos alguns anos de vida com essas divagações toscas. Não vale a pena.

  17. Flanker 9 de dezembro de 2017 at 19:42

    Pelo jeito o colega não conhece a Marinha do Brasil.
    Que terá imenço orgulho de desfilar com um porta helicoptero exibindo um avião de asa fixa. E assim manter uma doutrina de sua aviação de caça.
    Mesmo que seja de enfeite

    Mas em uma situação real mesmo com poucas armas e combustivel tenho certeza que é melhor do que nada.

    Outra questão decola do continente reabastece em voo no limite da segurança e cumpre a missão (perde peso) pousa no Ocean.
    Reabastece volta para o continente.

    Da para treinar muito.
    Guerra é outra coisa
    Mas para treinamento e doutrina pode ter certeza servirá um bocado.

    Abraços.

  18. Prezados,
    Não existe a mínima chance da linha do Harrier ser reaberta, é o mesmo que falar que vão reabrir a linha do F-5. Avião obsoleto e caro para se manter (se for o sea harrier a coisa tende a fica mais cara).
    A MB deveria esquecer de vez a aviação embarcada, ficar voando nos A4 vai ser cada vez mais difícil por falta de peças e sabe-se lá qual a validade de um avião tão obsoleto e em um número tão pequeno.
    Já deveriam ter iniciado o processo de desmantelamento do São Paulo para evitar especulações e ideias mirabolantes. Se tem cacife ou necessidade até dá para tentar algo, mas como não é o caso.
    Que venha o Ocean e pelo menos nisto, não existe mais necessidade nos próximos 10 a 15 anos, e depois focar nos escoltas e no recebimento dos novos submarinos. Só isto já é mais do que o suficiente para deixar os cabelos brancos.

  19. O HMS Ocean é uma boa compra (se o Brasil verdadeiramente ficar com o navio), mas se o mesmo for usado dentro da doutrina em que foi construido ou seja servir os fuzileiros navais em embarque e desembarque de tropas e equipamentos por lanchas e hoovercrafts, para o desembarque amfibio ele usa uma rampa traseira e uma balsa de apoio para veiculos como os Clanf, para apoio de tropas amfibias ok ótimo navio, aviação embarcada só rotativas, transporte de tropas e equipamentos e apoio de fogo aereo por meio de helicopteros de ataque ou helicopteros artilhados, não sei mas os esquilos de ataque que o exercito modernizou e esta equipando com lança foguetes poderia ser usado para apoiar os fuzileiros também, tentar usar uma aeronave de asa fixa stovl seria quase inutil, a força que usa um navio como o ocean e uma força expedicionaria ou seja deve ser capaz de levar até o inimigo tudo o que precisa e ser de grande mobilidade, no caso do ocean a aeronave vai decolar só na vertical, serão poucos aparelhos, não podera decolar totalmente armada e abastecida pela limitação do peso de decolagem, reabastecer se torna dificil a aeronave tem de voltar varias vezes deixando um furo na proteção aerea de que o corpo de fuzileiros precisa mesmo usando helis de ataque para complementar não sei se custo operacional seria viavel a qualquer força que seja, complica o cenario em vez de resolver o problema, claro que está é minha visão.

    Saudações amigos do blog,

  20. Renan 10 de dezembro de 2017 at 10:58

    Pensando no hipótese que você aventou, vamos raciocinar de outra maneira:

    Substitui o AV-8/Harrier pelos A-4 (os quais já possuímos). O A-4 decola do continente, reabastece em voo no limite da segurança (usando suas palavras), cumpre a missão e faz outro REVO na volta. Pra que precisa pousar no Ocean? E no seu raciocínio, o AV-8 pousaria para reabastecer no Ocean e voltaria pra casa. Mas completo de combustível ele decolaria como do Ocean? Pesado, com tanques cheios, não decolaria verticalmente. Se fosse para operar asas fixas, se houvessem AV-8 disponíveis, o navio não seria o Ocean….não como ele está. Precisaria, no mínimo, ser dotado de uma ski-jump. Além de ter maior capacidade para armazenamento de combustíveis para esses jatos.
    Desistam dessa ideia de asas fixas no Ocean!! O AV-8 pode pousar e decolar de seu convoo? Pode, mas com poquíssimo combustível e armas, pois precisa pousar e decolar verticalmente.
    Não podemos querer que um porta-helicópteros seja um porta-aviões….por fora são navios até parecidos….mas são muito diferentes, com finalidades diferentes.

  21. Existe maluco pra tudo:
    Pra propor o Ocean/Harrier . .
    Pra comprar o Ocean/Harrier . . .
    Minha preocupação é não ter certeza para poder afirmar que essas maluquices não existem na MB.
    Já compraram o “São Paulo”, já compraram os “A-4”, o que me impede de crer que não estão pensando em comprar o Ocean e alguns Harrier ?

    Lembrando que na época em que foram adquiridos o “São Paulo” e os “A-4”, ambos foram “aclamados” como sendo “excelentes compras de oportunidade”.

  22. Flanker…
    .
    De fato o USS Wasp embarcará apenas 6 F-35B …pois a norma é se ter 6 aeronaves de asa fixa a bordo, porém, é possível embarcar um número maior em caso de grande necessidade, bastando desembarcar a maioria dos helicópteros e MV-22s.
    .
    Um esquadrão completo de 16 F-35B, 2 helicópteros MH-60S para busca e salvamento e
    mesmo 4 MV-22s capacitados para reabastecimento aéreo é uma possibilidade aventada, mas,
    dificilmente se verá essa configuração.
    .
    abs

  23. Os britânicos já haviam se livrado de seus “Sera Harriers” em 2006…restaram os “Harriers” da
    RAF, que também operavam a bordo dos NAes classe “Invincible” e estes é que foram vendidos aos EUA em 2011.
    .
    Apesar das críticas pela venda é preciso notar que o HMS Invincible já havia sido descomissionado em 2005 e em 2010 já havia sido anunciado que o HMS Ark Royal seria descomissionado em 2011, restando apenas o HMS Illustrious que ocuparia o lugar do
    HMS Ocean por uns poucos anos enquanto o mesmo passava por uma revitalização até
    que finalmente foi descomissionado em 2014.
    .
    Em suma, não havia mais navios de onde os “Harriers” pudessem operar a partir de 2011 !

  24. Está demorando para alguém sugerir um Super Tucano “na valizado”, que com suas asas dobráveis fará ataques às frotas inimigas… Midway feelings

  25. Os LHA da US Navy não possuem ski-jump e, no entanto, operam os Harriers dos US Marines. Não acho nenhum absurdo pensar em operá-los do Ocean.

  26. WellingtonRK 11 de dezembro de 2017 at 12:25

    A questão é que seria necessário,até onde já li de outros mais entendidos, um reforço estrutural devido aos gases de escape durante o pouso e a decolagem de aviões como Harrier ou F-35 e isto foi feito em navio da US NAVY para operar o F-35 (não me lembro qual navio).

  27. Tomcat3.7 11 de dezembro de 2017 at 14:09

    Certo! Mas não pela falta do ski-jump. Os americanos dão uma rápida corrida pela pista e decolam.

  28. Srs
    Por alguma razão estranha, criou-se um disputa apaixonada sobre o eventual uso de Harrier no Ocean com argumentos os mais curiosos. Isto é deveras estranho porque:
    Os Harrier da Marines decolam com uma pequena corrida pelo convés, sem uso de sky jump, sendo o pouso, aí sim, vertical. Em princípio, isto poderia ser feito, também no Ocean, possivelmente com maiores restrições de peso, pois o Ocean é lento (18 nós), o que impacta no vento relativo.
    Quanto a questão do peso, observe-se que o convés do Ocean pode operar Helis pesados e até o Osprey, portanto deve aguentar o Harrier.
    Quanto a questão do calor dos escapes vetorados, em 1982, os Harrier decolaram de um porta conteiner sem causar grandes problemas, como tem decolado de estacionamentos e outros tipos de piso sem grandes danos.
    É claro que o Ocean não foi concebido para operar o Harrier e, portanto, tal situação seria no caso de uma emergência devido a outras restrições como capacidade do navio para o suporte dos aviões (combustível, armas e recursos para manutenção), o que implicaria na necessidade de adaptações no navio para um uso mais contínuo.
    Ou seja, é possível o uso de Harrier no Ocean, em uma emergência, com pequenas adaptações e concessões operacionais e até de uma forma continuada, com mudanças maiores no navio. Se isto é vantajoso, seja no sentido militar, seja no econômico, apenas a parte interessada pode dizer.
    É óbvio que o Ocean não teria, mesmo modificado, a mesma capacidade de um NAe puro e sua comparação com qualquer um deles é injusta. Ele foi concebido como um porta helicópteros e assim opera até hoje.
    Naturalmente, isto ignorando-se o fato de que não há Harrier a venda, a não ser alguma sucata.
    Cabe observar, também, que, se a MB entendesse que a prioridade seria dispor de um NAe, o mais lógico seria tentar ressuscitar o A12 ou, ainda, tentar um acordo com a Itália sobre o Garibaldi. São as possibilidades que existem.
    Portanto, senhores, não fiquem procurando razões técnicas para justificar a não aquisição de Harrier junto com o Ocean. Não é preciso, pois, indiferente das dificuldades, a MB não pensa nisto.
    Sds

  29. Penso eu, que a Sky jump serve somente pra decolagem com muita carga. Na verdade não vejo funcionalidade alguma já que tanto Harrier como F-35 decolam na vertical.

    • Tomcat, se não tivesse funcionalidade não existiria…
      Decolagem vertical nesses jatos é possível, mas restringe a carga útil e gasta muito combustível, impactando no raio de combate da aeronave.
      A decolagem com corrida no convoo permite decolar gastando menos combustível e levando mais carga. E, se terminar em rampa ski jump, melhor ainda a capacidade de carga e menor a necessidade de vento relativo natural no convoo, permitindo que o vento gerado pelo movimento do navio baste para maximizar carga e economia na decolagem.

  30. Bem colocado mestre Control.
    .
    Poder pode…contingencialmente e de forma mais depreciada…mas pode…
    .
    no entanto, esta depreciação não convem .
    .
    Velocidade menor do Navio.
    .
    Corrida de conves menor ou ainda mesmo que faça da popa a proa, toda a linha tem de estar desimpedida.
    .
    Os Navios americanos não tem ski jump, mas são maiores, mais rapidos e o Harrier fica focado dentre a combinações de forças como avião para os Fuzileiros, no CAS do desembarque, ou seja, pertinho pertinho…eles não tem de fazer CAPs, nem ataques de longa distancia, pois isto fica a cargo da US Navy com seus Nae….
    .
    Por ultimo, não existem harriers….não mais…sobrou F-35B e pelo preço, de um lado jamais a MB terá um avião melhor que a FAB e de outro, um grupo de 6 que sozinhos custem a operação dos mal entregues 36 Gripens NG da FAB….ok?
    .
    Então, se mesmo assim a MB num milagre ela tente fazer isto, sai caro com resultados relativamente pequenos….
    .
    esqueçam o Ocean para estas coisas e deixem ele para atuar barato tal como ele é…será um bom aprendizado e quem sabe no dia que as coisas mudarem e depois da MB ter percebido a possibilidade destes caminhos mais racionais e baratos, façam um Ocean de umas 45 mil toneladas e ai sim, poder colocar um pouco destes desejos dentro…antes eu falava um BPE stobar de umas 45 mil ton…agora quem sabe dara para falar de um Ocean 45 mil ton stobar….

  31. “Almeida 12 de dezembro de 2017 at 2:15
    Tem gente querendo transformar um navio mercante adaptado como porta-helicópteros e que navega no máximo a 18 nós como NAe rsrsrs”

    Almeida concordo com vc que é um erro querer que o Ocean seja um porta-aviões. Simplesmente ele não o é. Mas, ele tb não é um navio mercante adaptado. Nele foram utilizadas técnicas de construção de navios civis, para simplificar e baratear os custos. Mas ele foi construído para ser o que é. Não tem adaptação de mercante nenhum.

    Abraço.

  32. O Brasil não precisa de porta aviões isto é um fato,não tem necessidade e não tem dinheiro para tal.O oceam vai de certa forma manter a doutrina de aviação embarcada para que não percamos a operacionalidade.Num futuro talvez possamos ter um porta aviões,por exemplo um que o Eua der baixa.Mas no momento os sub ,as fragatas e corvetas são mais necessárias.Com bases aéreas aõ redor da costa teríamos uma cobertura aérea até mais eficiente e mais barata,com astros e artilharia costeiras moveia para quie mais.

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