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HMS Ocean no canal ‘Arte da Guerra’

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canal Arte da Guerra do comandante Robinson Farinazzo traz desta vez um vídeo sobre o porta-helicópteros britânico HMS Ocean que deve ser transferido para a Marinha do Brasil. O canal tem lançado toda semana vídeos no Youtube que abordam análises de conflitos, tecnologia de armamentos e liderança militar, dentre outros temas ligados à Defesa.

Concebido no espírito de promover um debate saudável sobre assuntos militares, o canal Arte da Guerra trabalha com uma pauta bem realista, em estilo afinado com a linha editorial da trilogia de sites Poder Naval/Poder Aéreo/Forças Terrestres.

O objetivo do canal é estimular a reflexão, a busca do conhecimento e a compreensão das novas tendências na área de Defesa. Os comentários, sugestões de pauta e discussões do leitor são muito importantes.

Então, se você buscava um canal de Defesa profissional, abalizado e que prima por credibilidade, saiba que a qualidade do Poder Naval, agora também pode ser assistida no canal Arte da Guerra.

51 COMMENTS

  1. Há algum tempo atrás tivemos ruídos sobre a possibilidade de aquisição de alguns V-22, bem como de Chinooks (não me lembro se eles também seriam navais também) e de helicópteros de ataque (parece-me que o Cobra fora cogitado), mas parece que a ideia esfriou. Imagino que esse seria um bom momento para voltar a considerar essas aquisições para que o ‘Ocean’ continue sendo uma referência e desempenhe com maestria – por muito tempo – seu papel no Atlântico Sul, tal como em qualquer missão de nossa marinha.

  2. “nerudarruda 10 de dezembro de 2017 at 18:10
    os ingleses entregarão o ocean com ou sem o sistema phalanx?”
    Mais importe e saber se vem com ou sem o radar!

  3. Neruda
    Ninguém aqui sabe a resposta. Aliás, não dá para ter certeza nem se o Ocean vem.
    Os ingleses perguntarão aos EUA se podem entregar com o Phalanx, caso a MB venha comprar.
    Se a MB quiser comprar, se os ingleses quiserem vender e se os americanos deixarem, o Ocean virá com o Phalanx. Se qualquer uma das partes não quiser, não virá.

  4. Eu não consigo compreender o porquê de tamanho nervosismo quanto aos Phalanx, já que eles não são o equipamento mais avançado do navio e os EUA já venderam o NDCC Mattoso Maia com este sistema em 1994. Já faz 23 anos. Esse assunto já deveria ter sido assimilado pelos entusiastas há muito tempo.

    • Pois é, achava que era um porta-helicópteros, mas pelo que estou entendendo é um porta-Phalanx que virá sem Phalanx… Assim não pode, assim não dá!

  5. Me preocupo muito mais com os EDCG e os Hovercrafts do que com os Phalanx.
    Me preocupo muito mais com o Artisan do que com o Phalanx.

    Mas radar não é sexy como uma arma que parece o R2D2, um “barquinho de desembarque” menos ainda !

    Seria interessante o pessoal ler e tentar absorver o que o pessoal de marinha e quem está envolvido a tempos nesse mundo fala, leiam os posts do Nunão, Cmt Luiz Monteiro, XO, Galante, Bosco, MO, e mais um monte de gente que está aqui não procurando causar, mas discutir e também aprender, pq não ?

    Como o Daglian disse ai acima, não há motivos para imaginar que ele vira sem o Phalanx, se vier, não vai afetar sua operacionalidade, agora, sem suas embarcações orgânicas ficará bem capenga. Mas o americano e malvado e não vai liberar ! Pô pessoal, serio isso ? É tão dificil olhar qualquer assunto sem o viés ideológico ?

    O navio (se vier) virá com o que podemos receber dos ingleses que não é OTAN, geralmente material de C4ISR e por ai vai.

    Se alguém souber alguma “intenção” da MB sobre a aquisição das embarcações organicas eu ficaria muito grato de saber.

  6. Creio que o navio pode vir com tudo menos com o material privativo da OTAN, mas tudo tem um preço: Meios de desembarque não são exclusivos do navio, podem ser usados na Royal Navy os britânicos não vão fazer doação e aí vai. Claro que os CIWS não afetam a operacionalidade, desde que o navio nunca vire alvo, também concordo que não é lá o melhor que existe.

  7. Amigos…

    Não creio que os americanos fariam muita conta do sistema ‘Phalanx’ para o Brasil. Salvo melhor juízo, o ‘Mattoso Maia’ veio com um…

    Ademais, o próprio ‘Phalanx’ já é um sistema em vias de se tornar obsoleto frente ao RAM e outros de desempenho similar…

  8. Nada que um contrato de conficialidade que a MB possa assinar para vir com todos esses equipamentos.
    Ao meu ver, não vejo problema nenhum, pois já operamos em manobras da OTAN, RINPAC e até em RED FLAG (FAB).

  9. O Ocean, é um porta-helicópteros, caso se confirme a vinda para a nossa MB, alguém sabe se o mesmo virá com algum helicóptero de ataque (por motivos óbvios já que é um navio de guerra), tipo o apache que está atualmente nele, ou algum outro que a MB está pensando em adquirir??

    Sds

  10. Prezados, tenho uma dúvida que talvez possa ser de interesse de outros. Os requisitos de resistência térmica do convés, necessários para a operação do Osprey, cobrem os requisitos necessários para uma eventual operação de um F-35B?
    Sds

  11. Que eu saiba não, Dumont. Ambos exigem muito da resistência do convoo a altas temperaturas. O do Osprey uma manutenção de temperatura alta por mais tempo, durante o aquecimento dos motores e checks pra decolagem. E o do F-35, um aento quase súbito e muito grande da temperatura durante o pouso vertical, além da corrida de decolagem, combinado também ao peso do impacto do caça no pouso vertical. O que me lembro de ver a respeito é que no aspecto geral o F-35 exigia mais. Acho que o Bosco e o Dalton estão melhor informados.

  12. O amigo Dumont fez uma pergunta interessante, que um camarada com maior cabedal técnico talvez possa responder, agora independentemente disso já está claro que as duas possibilidades já estão descartadas no caso do Ocean.

  13. O que dá para acrescentar da minha parte Nunão é que os grandes navios de assalto anfíbio
    que já operavam com o MV-22 tiveram que passar por novas modificações que os permitirão
    operar com o F-35B.
    .
    Até o momento, oficialmente, os USSs “Wasp” (LHD 1), “Essex” (LHD 2) e “América” (LHA 6) já estão aptos a operar com o F-35B.
    .
    Vale a pena lembrar que durante operações com o MV-22 a nacele esquerda ou suporte do motor permanece fora do convés de voo o que ajuda um pouco na questão dos efeitos da alta temperatura.

  14. Algum comentarista entendido sabe informar se o Phalanx e o radar são exclusivos de uso da OTAN??
    E na eventual retirada do navio, o que poderíamos usar no lugar?? que radar e canhão seriam os mais adequados???
    _____________
    Roberto F Santos 11 de dezembro de 2017 at 8:56
    Passa na pharmácia e compra umas pastilhas de magnésia bisurada, teu ácido estomacal está te matando.

  15. “Algum comentarista entendido sabe informar se o Phalanx e o radar são exclusivos de uso da OTAN?”
    .
    Não precisa ser entendido pra saber disso. O Japão não é membro da OTAN e usa.
    .
    “E na eventual retirada do navio, o que poderíamos usar no lugar?”
    .
    Nada. Se não precisa nem de Escolta, não precisa nem de Phalanx…

  16. De uma vez por todas: não vem Harrier e nem F-35 (o navio não pode operar nem num nem outro), não vem helicóptero de ataque, não vem Osprey, não vem Cobra, Apache ou Chinook. Não vai ter hovercraft também. Se vier sem Phalanx, vai receber no máximo um fuzileiro com um Mistral no ombro. Senão zarabatana e estilingue.

  17. Sim, Vagner, se a RN estiver oferecendo o navio sem os três Phalanx, por muito provavelmente pretender instalar as armas em outros navios (como tem sido o caso, pois os navios Tipo 45 receberam Phalanx modernizados que antes equipavam os Tipo 42), os óbvios candidatos a ocupar os lugares são os três lançadores Simbad do NAe São Paulo, que por sua vez vieram do NAeL Minas Gerais.

    Uma coisa interessante que ainda não vi comentarem é que, entre o armamento de guerra de superfície contra ameaças assimetricas etc, estão canhões de 30mm semelhantes aos que equipam a nossa classe Amazonas de navios-patrulha oceânicos. Isso vai aumentar o inventário desses canhões na MB, se a compra do Ocean vingar.

  18. Esqueci de acrescentar: caso tudo isso ocorra, no fim das contas o armamento antiaéreo de mísseis de curto alcance ficaria padronizado entre NDM Bahia e o futuro NPM (ou qualquer outra denominação que deem ao LPD Ocean), ambos com reparos Simbad para mísseis Mistral.

    • Bardini, economizariam ainda mais reaproveitando os canhões de 40mm retirados das corvetas Frontin e Inhaúma que deram baixa. Dá pra armar o NPa Maracanã e três outros navios-patrulha com eles. Não são avançados como os originariamente planejados para os NPa mas dão conta do recado. Canhões novos de 40mm poderiam ficar para as corvetas.

  19. Um navio do porte e importância do Ocean precisa ao menos de reparos de Simbad RC, depender de manpad manual é osso rsrsrs, mas no lugar do CIWS eu colocaria canhões Bofors 40mm mk4 e os Simbad alocaria em outra posição.

  20. Só lembrando que os Simbad do São Paulo não são de controle remoto ou estabilizados. A única diferença do lançador terrestre é que o operador fica de pé e há dois mísseis prontos para uso.
    No mais, é totalmente manual e a aquisição é visual, salvo se houver uma mira noturna instalada.
    A informação da direção da ameaça é feita via rádio para o chefe da peça que tem um binóculo e que a repassa ao atirador.

  21. Mas Bardini, como sabemos que as escoltas estão escassas e que se vierem vão ser no máximo 2 com sorte, toda defesa extra é bem vinda.

  22. O F-35B tem um escape de gases mais quente que o V-22 mas tem a vantagem de inclinar a tubeira só no momento exato da “partida”, e mesmo assim ela inclina só 45º e não direciona diretamente os gases ao piso do convés. Quando da decolagem tão logo o trem de pouso toca no convoo a turbina é desligada.
    Já os gases do V-22 ficam mais tempo atuando sobre o convoo apesar de relativamente mais frios que os do F-35B por conta de se misturarem com o fluxo de ar produzido pelo rotor.

  23. É incrível como eu sempre digito algo errado. Acho que isso tem a ver com a escolha que fiz antes de nascer quando Deus perguntou pra mim se eu queria ser belo e milionário ou digitar corretamente.

  24. Prezado Bosco
    Apenas um complemento sobre a designação de alvos para o SIMBAD no A12.
    Foi feita uma pequena melhoria há alguns anos, desenvolvida com o auxílio do Centro de Manutenção de Sistemas da MB.
    Foi disponibilizada a transmissão do sinal de marcação do alvo, a partir do operador do console da coordenação (defesa antiaérea) no COC para os lançadores, mostrada ao atirador do SIMBAD por meio de um ponteiro tipo relógio. É o que chamamos no linguajar do armamento como “seguir ponteiros”.
    Esse sisteminha simples proporciona maior rapidez e confiabilidade na designação do contato.
    Abs

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