Home Acidentes Navais Destróieres Fitzgerald e John S. McCain em ‘heavy-lift’

Destróieres Fitzgerald e John S. McCain em ‘heavy-lift’

4298
19

Os destróieres de mísseis guiados USS John S. McCain (DDG 56) e USS Fitzgerald (DDG 62) da classe “Arleigh Burke” em navios de transporte pesado semi-submersível, fotografados no Japão antes de seguirem para seus locais de reparo.

O USS John S. McCain colidiu com o navio mercante Alnic MC enquanto estava navegando a leste do Estreito de Malaca e Singapura no dia 21 de agosto. Os danos no destróier provocaram 10 mortes e deixaram 5 tripulantes feridos. Os reparos do John S. McCain terão um custo estimado de US$ 223 milhões.

O USS Fitzgerald se chocou na madrugada de 17 de junho com o navio mercante filipino ACX Crystal de 29 mil toneladas, ao largo do Japão, provocando a morte de 7 militares. Os reparos do Fitzgerald terão um custo estimado de US$ 367 milhões.

As colisões entre os destróieres e os navios mercantes, juntamente com outros incidentes semelhantes no ano passado, indicaram a necessidade da Marinha dos EUA empreender uma revisão de um escopo mais amplo para determinar melhor as causas sistêmicas.

19 COMMENTS

  1. Manock 12 de dezembro de 2017 at 6:17
    Pois é.. tem razão..e olha que devem ter os quase que não ficamos sabendo.
    Não tinha entendido porque tinham cortado a cabeça do almirante tão rapidamente depois do primeiro acidente, agora dá para começar a ter noção do problema.
    Agora só uma dúvida, li que um Arleigh Burke novo custa em torno de 2Bi (depende da fonte), 360 milhões dá mais do que 15% do valor novo. A porrada foi assim tão feia? Além da parte estrutural, deve ter ferrando muita coisa eletronica não?

  2. Odeio pobre !!!
    Tem que cavar um buraco e enterrar tudo vivo !!! (Justo Veríssimo) kkkkkkkkkkkkk
    Quem não se lembra dessa frase ?!
    E o gasto já começa com essa faina aí de heavy lift, isso não é barato não.

  3. Eu não imaginava que sairia a tanto, provavelmente estejam incluídos logísticas e outras coisas. Mas os especialistas em manutenção naval aqui do site é que tem a razão e queiram dar uma aulinha pros EUA kkkkkkkk cada uma que me aparece

  4. Srs, e qual a diferença (além da óbvia localização) na ponte estar na proa ou na popa ?? Além do exemplo desta foto, temos a classe Tide com a ponte mais recuada e a classe Brave, onde o novo projeto colocou a ponte bem a frente…

  5. como um almirante falou, a US Navy é pressionada pelos direitos humanos lá, a passar mais tempo tendo palestra de ideologia de gênero, transexualidade, e outras coisas insignificantes, e o período de treinamento é deixado de lado,

  6. Eles podiam vendê-las pra gente no estado. 100 milhões as duas! A gente dava uma funilaria aqui, um plastic ali e pronto! Tava nova! kkkkkk

    Tô brincando hein gente! Antes que comecem a me enforcar! kkkkkk

  7. São os modelos mais antigos Flight I com mais de vinte anos de uso, dependendo de quantos anos ainda vão usar pode valer a pena o reparo milionário.
    Se bem que com 64 ainda em uso estas duas poderiam ser desmontadas para tirar suprimento pata as 64 ainda em uso, mas o orgulho de não desativar pesa muito, iriam reparar a qualquer custo.
    John S. McCain DDG-56 1992
    Fitzgerald DDG-62 1994

  8. Orgulho de não desativar? Na boa. Existe motivos de planejamentos para haver 64 e não 62. Assim como motivos para possuírem 64 e não 83… e por ai vai

  9. Walfrido…
    .
    Podem ser modelos mais antigos…mas ambos possuem capacidade “BMD” que muitos dos mais novos não possuem e sendo comissionados
    em 1994 e 1995 com vida útil prevista de 35 anos…os “Flight IIA” cumprirão 40 anos… ainda terão mais de 10 anos de serviço após serem reparados então vale a pena.
    .
    Há um total de 65 “Burkes” …um dos quais ainda não foi comissionado e nem chega perto do que a US Navy realmente precisa então não se
    trata de “orgulho para não desativar”…o USS Miami um SSN foi desativado e finalmente descomissionado depois de um incêndio criminoso mesmo alguns anos atrás mesmo podendo ser reparado e tratar-se de um dos “Los Angeles Melhorado” com vários anos de serviço a serem prestados…mas…chegou-se a conclusão que não valia a pena.
    .
    O USS John McCain foi batizado em 1992…mas…conta-se a idade de um navio a partir do comissionamento que ocorreu em 1994.
    .
    abs

  10. Uma coisa eu ainda tento entender, dois navios saem de operação nessa zona de conflito(tô falando do menino maluquinho da Coreia do Norte) e não existem substitutos? Porque não mandam alguns de Pearl Harbour para lá? Podiam botar o CG Port Royal por exemplo para justificar um pouco a outra mancada que deram não?

  11. Só podemos discutir incidentes da marinha americana porque lá existe uma cultura de transparência mínima, principalmente quando vidas se perdem. Busca-se preservar nomes e divulgar fatos apurados e lições aprendidas.
    Em marinhas menos tradicionais, passam-se décadas sem publicidade do que realmente aconteceu em colisões, encalhes, afundamentos, incêndios a bordo e avarias graves que comprometeram cumprimento de missões. Só há o “ouvi dizer” e o que eventualmente foi aprendido não teve disseminação adequada.

  12. Roosevelt, caso você retorne, ou para mais alguém interessado…o que duvido…é o seguinte:
    .
    navios baseados em Pearl Harbor constantemente são enviados para o extremo do Pacífico, seja em missões independentes como atualmente o USS O´Kane ou fazendo parte da escolta de um NAe baseado na costa oeste dos EUA, como o USS Halsey no grupo do USS Theodore Roosevelt… apenas eles não permanecem no Japão e isso ajuda a “tapar buracos”.
    .
    Quanto ao “Port Royal” ele está passando por manutenção e portanto indisponível no momento.
    .
    abs

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here