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EXCLUSIVO: Ocean terá nome de estado e virá com radar Artisan, mas CIWS Phalanx ainda é incerto

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HMS Ocean

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Entre as novidades que vão surgindo após o anúncio da compra do porta-helicópteros britânico HMS Ocean pela Marinha do Brasil (MB) – divulgação feita a 19 de dezembro pelo próprio ministro da Defesa, Raul Jungmann –, algumas são, efetivamente, muito boas; outras nem tanto.

A melhor notícia é, sem dúvida, a de que o navio chegará com o seu radar principal tipo Artisan (acrônimo de Advanced Radar Target Indication Situational Awareness and Navigation) 3D modelo 997, desenvolvido a partir do fim da década de 1980 para equipar toda uma geração de modernas belonaves do Reino Unido.

O caso do armamento a bordo do navio é diferente.

A MB aguarda que o governo de Washington a autorize a operar o CIWS tipo Phalanx, formado por um canhão Vulcan de 20 mm de altíssima cadência e estação própria de radar, mas a verdade é que incorporação da arma divide opiniões no setor de Material da Força Naval brasileira. Isso porque o Phalanx tem manutenção considerada cara.

Caso a MB não o adote, o caminho mais simples e rápido para montar o escudo de proteção do porta-helicópteros é aproveitar o armamento hoje a bordo do porta-aviões São Paulo, unidade que se encontra em processo de desmobilização.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, nessa hipótese o mais provável é que o Ocean brasileiro receba os reparos duplos de lançadores de mísseis Simbad, aptos a disparar os mísseis antiaéreos de curto alcance (até 6.000 m) Mistral. Eventualmente, até as metralhadoras pesadas de 12,7 mm instaladas no São Paulo podem ser aproveitadas.

Na Diretoria Geral de Material da Marinha (DGMM) há quem arrisque até prever que, no futuro, a MB adquira algum outro sistema CIWS (menos dispendioso que o Phalanx) para o navio.

O HMS Ocean operando no Brasil em 2010

NPhM – O Comando da Marinha estuda designar o seu primeiro porta-helicópteros como Navio Porta-helicópteros Multipropósito (NPhM). O nome já está definido, mas ainda é mantido em segredo. Será o de um estado da Federação (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estão fora dos elegíveis).

Os leitores do Poder Naval já puderam perceber que a Marinha se eximiu, até agora, de anunciar, formalmente, a compra do navio oferecido em março à MB pelos ingleses. Isso só será feito quando todas as definições acerca do navio (como a do armamento) estiverem devidamente equacionadas.

Uma primeira equipe designada para inspecionar o grupo propulsor da embarcação, de quatro militares, partirá para o Reino Unido nas próximas semanas. Outras se seguirão a ela, para a vistoria dos diferentes setores do porta-helicópteros.

A previsão é de que o primeiro grupo de oficiais e subalternos incumbido de trazer o Ocean para o Brasil embarque para a Inglaterra, de avião, na primeira quinzena de abril.

Progressivamente seguirão outras turmas, até que se tenha o número de tripulantes adequado (em torno de 200) para guarnecer a embarcação, e conduzi-la em segurança na travessia até o Rio de Janeiro.

Ainda não há definição sobre o nome do primeiro comandante do NPhM brasileiro, mas um dos candidatos a essa vaga é o capitão de mar e guerra Amaury Calheiros Boite Júnior, que, no período de 24 de fevereiro de 2015 a 14 fevereiro deste ano, comandou o navio-aeródromo São Paulo e, em junho último, liderou outros três oficiais numa inspeção preliminar, de quatro dias, no HMS Ocean.

Motores – O relatório dessa delegação sobre o estado do navio foi amplamente positivo e recomendou a realização de uma segunda vistoria, bem mais detalhada, que, prevista para o mês seguinte (julho), não chegou a ser realizada porque, à época, o Comando da Marinha não sentiu firmeza de parte do Ministério da Defesa, no plano de adquirir o navio.

Jungmann e os oficiais que o assistem na Defesa deixaram claro ao Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, que não queriam a repetição do que aconteceu no caso do porta-aviões São Paulo: a aquisição de um meio grande e dispendioso que, a partir da metade final da década de 2000, passou a oferecer uma série infindável de problemas (restrições nas máquinas, nos elevadores de aeronaves e até no sistema de pouso do convés de voo, entre outros) para operar.

Em 1999, uma inspeção nas turbinas do sistema a vapor do navio-aeródromo deixou evidente a necessidade de uma ampla e cara modernização no grupo propulsor, que não foi feita devido à exiguidade dos recursos.

No caso presente do Ocean a preocupação com esse aspecto da aquisição é bem menor.

Tanto pela constatação de que (a) o navio é relativamente novo, (b) foi modernizado há pouco tempo (2014) e (c) acaba de voltar de uma longa comissão, quanto pelo fato de que, como sua motorização é diesel, eventuais reparos (ou substituições de equipamento) serão muito mais rápidas e baratas.

Mas a verdade é que os chefes navais brasileiros não alimentam a expectativa que a propulsão do Ocean oculte problemas.

Artisan 3D

Bolinha de tênis – O Artisan 3D é um radar desenvolvido por um pool de empresas comandado pelo grupo BAE Systems especificamente para a Marinha Real.

Ele foi concebido para detecção aérea de médio alcance (até 200 km) e varredura de targets de superfície, com a capacidade de monitorar, de forma simultânea, uma quantidade superior a 900 contatos.

Em meados de janeiro deste ano o modelo 997 já havia sido instalado em 11 das 13 fragatas polivalentes Tipo 23 da Royal Fleet, bem como no porta-helicópteros de assalto anfíbio HMS Ocean e no navio de assalto anfíbio HMS Bulwark.

Uma versão aperfeiçoada do Artisan 3D, de características ainda sigilosas, foi pesquisada para compor o conjunto de sensores dos dois novos porta-aviões britânicos classe Queen Elizabeth.

A BAE Systems garante que o Artisan do Ocean é capaz de “traquear” alvos do tamanho de um pequeno pássaro ou até de uma bolinha de tênis, viajando à velocidade de Mach 3, orientando a reação mais adequada do equipamento de autoproteção do navio.

Modelo em 3D do HMS Ocean retratado com a configuração de 1999

225 COMMENTS

  1. O CIWS já era (é) esperado que não venha, até acho que seja mais viável não vir mesmo, se levar em consideração que é caro e precisa de autorização, etc.

    O problema é que sabemos que se não vier, dificilmente a MB vai por algo equivalente ou melhor no lugar, vão dar um jeito de “empurrar coma barriga” até deus sabe quando rsrsrs.

    Caso venha a ser instalado algum outro sistema, eu gostaria que fosse o Bofors 40mm Mk4 e que os reparos do MISTRAL passassem a ser do tipo RC, de resto está bom.

    *O Artisan é o mínimo que se pode esperar dessa compra né?! Caso os CIWS não venha, que seja devidamente descontado o valor dos mesmos rsrs!!!

  2. Compra um navio deste tamanho e quer economizar com o CIWS. Fala sério. Se não consegue manter o navio, por que comprou? Quer navio bem armado e não consegue manter o armamento. Não tem dinheiro para manter navio de 20 anos e quer construir escoltas com VLS? É cada uma.

  3. Boas novas. principalmente o Artisan (Advanced Radar Target Indication Situational Awareness and Navigation) 3D. e a confirmar a designação NPhM do navio a MB aceitará o termo porta-helicóptero comumente usada no meio popular.

  4. E quanto ao primeiro comandante… O alte. Calheiros, só se contra-almirante na MB agora passar a assumir comando de navios em tempos de paz…

  5. Kkkkk
    So falta escolherem Minas Gerais!!!!!
    Tomara que seja um estado pequeno, mas, com importancia historica e cultural.
    Eu, sou do Sul, mas, gostaria que fosse escolhido um estado do norte-nordeste do Brasil

    Em homenagem a estes brasileiros do norte-nordeste deste nosso grande pais.

  6. Pq não Rio Grande do Sul? Está na hora da Marinha acordar e valorizar a altura a terra dos seus gand e heróis Almirante Tamandare e Marcílio Dias.

  7. Bardini 26 de dezembro de 2017 at 13:56
    Pq a MB quer dois Navios Aeródromos.

    _________________________

    Ah tá, “entendi”. Ozawa salva a gente aí. kkkkkk

  8. Evidente isso não é solução completa, talvez nem ajude em nada, mas não seria possível a MB utilizar o Phalanx do Mattoso Maia no Ocean? Imagino que esse phalanx precise de manutenção, mas evitaria a aquisição de um novo. Também vejo vantagens do tipo caso a MB opte por não adquirir nenhum Phalanx “original” do Ocean.

    Enfim, apesar da ótima notícia sobre o radar, penso que os CIWS devam ser adquiridos sim (assumindo que os EUA o permitam, o que penso ser muito provável). É como comprar uma Ferrari mas, para aliviar o impacto financeiro da compra, querer economizar no banco de couro.

  9. Senhores,

    Já tivemos o NAe A-11 Minas Gerais, depois veio o NAe A-12 São Paulo, houve muitas embarcações com o nome Rio de Janeiro, o último foi o NDD G-31 Rio de Janeiro, houve, ainda, várias embarcações com o nome Pernambuco, o mais recente foi o CT D-30 Pernambuco, mais recentemente houve a aquisição do NDM G-40 Bahia, então, pela lógica, e pela ordem, o nome do próximo navio de guerra brasileiro, e até pela proteção que o nome dá, será:

    NPhM G-41 ESPÍRITO SANTO

    Estado do Espírito Santo, importante e estratégico estado brasileiro, vizinho aos grandes centros, e centro de importantes operações navais anuais estratégicas da Marinha do Brasil, com os importantes portos de Vitória, Vila Velha, Tubarão e Barra do Riacho, além de terminais importantes da Petrobrás com a bacia do ES de exploração de petróleo e gás, sede de uma importante Capitania dos Portos, com excelente posição geográfica, ímpar numa guerra para a defesa nacional.

    Sds

  10. Piada essa do phalanx… O que mais li nesses dias foi que “navio vem com um ótimo preço “, ou seja, economia, a mb ja opera esse sistema em outros navios, pq agora teria a operação barrada pelos EUA ? E sobre o nome, queria que fosse de pessoas. Mas já que será estado, não escolhendo Minas gerais de novo, já está de bom tamanho. Nada contra Minas, só acho falta de criatividade e respeito com os outros estados da nação.

  11. Observador 26 de dezembro de 2017 at 14:37
    “(…) pela lógica, e pela ordem(…)”
    — o amigo me desculpe, mas a MB não tem demonstrado lá muita ‘lógica’ na hora de adquirir seus meios (com, talvez, a bem-vinda exceção do próprio Ocean!), e muito menos qualquer ‘ordem’ na hora de escolher os nomes dos navios!…
    Especificamente, por que a designação desse porta-helicópteros seria ‘G-41’?, e não ‘A-13’?… (aliás, qual a razão para o número após a letra? Em se tratando de navios aeródromos, o significado da letra ‘A’ é intuitivo, mas, por que ‘A-11’ e ‘A-12’ para o Minas Gerais e o São Paulo, respectivamente? Não se trata de uma sequência, porque não tivemos “10” porta-aviões antes!…)

  12. Bardini 26 de dezembro de 2017 at 14:06
    TukhAV,
    .
    Tem explicação melhor para a reserva destes dois importantes nomes na MB?

    ________________

    Você não entendeu a minha colocação. Releia com calma meus últimos comentários.

  13. Gostaria que fosse Paraná o nome dessa belonave,pois foi aqui que o navio ingles Cornoram tentou entrar no porto de paranagua e levou salvas de canhão de um forte que guarnecia o porto.

  14. Sousa 26 de dezembro de 2017 at 14:49

    Muito cuidado na leitura da notícia: não foi dito que os EUA barraram a venda dos Phalanx, apenas que isso PODE ocorrer ou não, mas que no momento é a própria MB que não sabe se irá adquirir os CIWS.

    Esse mito que os Phalanx são sempre “embargados” pelos EUA à MB tem que ser quebrado.

  15. O mais importante vem que é o Artisan 3d, minha aposta para o nome fica entre G-41 Pernambuco ou G-41 Paraná. Se bem que gostei muito do palpite do observador G-41 Espírito Santo

  16. Ter 3 Phalanx implica em ter mais 3 radares de busca e mais três radares de direção de tiro. A manutenção é complexa e cara.
    Eu particularmente prefiro que seja instalado pelo menos dois lançadores Mistral no lugar dos três Phalanx, mas que permaneçam os canhões de 30 mm.
    Quanto ao Artisan, vai inaugurar a utilização de radares 3D na MB.

  17. Ola, a MB já opera o Phalanx CIWS, então é ilógico pensar que o mesmo vai sr barrado agora. o que pode acontecer é a MB não comprar os mesmos por um motivo ou outro, e usar os armamentos que vão sobrar do São Paulo… Porém com ou sem CIWS o meio vai precisar de escolta, o que eu acho que vai ser as próximas compras da MB.
    Quanto ao nome achei que ia ser ” A – 13 Alguma coisa…” mas G -41 o que vier tá bom!

  18. Essas idiossincrasias do serviço público no Brasil é que demonstram o estado caótico da administração. Não pode operar PHALANX porque é caro ?!?!?! essa discussão existe dentro da MB?!?!?!?… Mas investir em um projeto de subnuc e fazer-se um inferno logístico ao criar-se duas linhas de manutenção de subs convencionais completamente distintos (IKL e Scorpene) pode?.. Quanto custo isso????????? (ou vamos aposentar todos os IKL antes do tempo? É barato????????? é factível uma marinha que discute se pode operar um sistema CIWS em razão de custos, querer construir um submarino nuclear? e mais, será um submarino nuclear eficiente? (porque se for barulhento não servirá de nada) e mais, operar de forma EFETIVA um submarino nuclear eficiente? (porque se for para deixar docado na fundo da baía de Guanabara, em razão dos “custos” melhor nem construir)

  19. Carlos Soares,
    O sistema Kashtan exige penetração no convés.
    Sistemas de lançamento vertical também podemos esquecer.
    Dos sistemas sem penetração no convés e que não exigem a instalação de sistemas complexos de direção de tiro (podem aproveitar os sensores do navio) têm-se os lançadores Mistral (tripulados ou de controle remoto), o RAM, etc.

  20. Poderia ser NPhM Santa Catarina, nada mais justo pra um estado com os melhores índices do Brasil e que trabalha muito, principalmente pagar dívidas de outros estados com gestõs imprudentes e corruptas

  21. Ele é um ótimo navio. Mas é lento e precisa de escoltas. No frigir dos ovos, com Phalanx ou sem, o que importa é que ele é lento e precisa de escoltas para poder operar seguro e em um T.O. quente.

    Vai servir pra missões de paz da ONU e SAR perto de onde esteja atracado (vide felinto perry indo pra argentina na crise do san juan). Enfim. Uma pechincha, um ótimo barco, porém bom para o que se propôs, não pode ser usado como um Mistral ou Izumo, por exemplo.

  22. Porque não RJ ou RS para nomear a belonave ?
    .
    Quem compra carro sem opcionais ? Deixa-se os Phalanx e coloca-se mais defesas se puder. Afinal é um alvo grande que só faz 18 nós.
    .
    Qual poderia ser o mix de helicópteros ? Seahawks e Super Linx’s ? Pelo wiki opera até 18 helis.

  23. Fábio Jeffer, boa noite
    Quando eu for pra reserva, vou morar em SC por “n” motivos. Mas morei 7 anos lá… conheci muitos…
    Não é nenhum baluarte de trabalho, muito pelo contrário… infelizmente…
    Sds

  24. Essa ladainha que a manutenção do Phalanx é cara é de lascar… me compram navio deste tamanho e vem com essa desculpa? Tinha que ser a MB mesmo!

  25. Poxa vida !!!
    Mas que droga !!!
    A mais de 30 anos que a MB não tem um navio com o nome de “RIO GRANDE DO SUL” , To achando esse MD preconceituoso isso sim !!!
    Como também não tinha um Navio chamado “BAHIA”.
    Nossos heróis de guerra e patrono da MB são de lá (RS)

  26. Burgos 26 de dezembro de 2017 at 18:50

    Pelo que li, a MB está reservando os nomes dos estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, para os navios mais importantes da esquadra, os próximos navios aeródromos (porta-aviões) A-13 e A-14 respectivamente.

    O estado de Santa Catarina foi homenageado com o CT D-32 Santa Catarina.

    Os estado do Paraná foi homenageado com algumas embarcações como o CT D-39 Paraná que deu baixa em 2002.

    Sds

  27. Do brasil?? Deploravel, vergonhoso, calamitoso, humilhante, sem lei, falido, imoral…as omissas autoridades navais podem escolher qualquer um desses pra agradar os poderes da República…no mais o Ocean somará grande poder ao CFN.

  28. Acho que essas discussões de nome são estão chatas: Coloca o Estado X porque é o maior produtor de groselha do país, acho que deve ser o meu porque Dom Pedro comprava sardinha aqui, acho que o meu porque fica entre patati e patata, têm que ser o meu porque aqui é o Estado mais fodástico do mundo, já deu quem vai escolher vai ser a MB, se é que não já escolheu fim! Vamos analisar outras coisas !

  29. Lá vai… por isso se vende corolla de calota nesse país.
    O sistema Phalanx é muito melhor e mais confiável que o sistema do A-12. os EUA não vão vetar, mas a MB já está chorando com o custo, não pode operar, não compra nem o navio. Já somos capengas em defesa aérea, de curto, médio e ainda nem temos defesa aérea de longo alcance na frota… se tivessem escoltas bem armadas para defender o Ocean, ok. Mas não é o caso, nem de longe. Se em qualquer conflito o inimigo tiver uma força igual à do Brasil, ou seja, pequena, o Ocean vai ficar encostado com medo de perde-lo igual o 25 de mayo nas malvinas… Ou, vai ser um alvo bem grande e fácil.
    A cabeça limitada de quem defende que se retire esse sistema é ridícula.
    Com relação ao nome, lamentável ter nome de estado… deveriam abolir essa ideia na MB. mas isso é o de menos.

  30. . 50 para defesa aérea……..isto so pode ser piada….Estamos pensando em defesa aérea de 1945..
    Melhor parar de ler assuntos de defesa no Brasil.
    Isto é uma vergonha!!!

    • “. 50 para defesa aérea……..isto so pode ser piada…”

      Fabio, .50 não é pra defesa antiaérea, é contra ameaças assimétricas de superfície. Fragatas classe Niterói e a corveta Barroso tiveram metralhadoras .50 instaladas para cumprir as missões no Líbano, por exemplo.

  31. Se o mone for mesmo Pernambuco me dará muito orgulho de ver um navio com esse nome primeiro porque sou pernambucano segundo porque considera que o conceito de nação e as FA do Brasil (na batalha dos Guararapes).
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    Daglian 26 de dezembro de 2017 at 14:17
    Também acho que um sistema CIWS importante e espero que a MB adquira, não precisa ser necessariamente um Phalanx CIWS
    —————————
    Sobre Ferrari sem banco em couros, vale lembrar que: a Ferrari F40 que é uma das mais admiradas (se não a mais adimirada) não tinha bancos em couro nem como opcional!!! com exceção de uma unica unidade – de um universo de 1311 – que era do amigo e dono de uma fabricante de couro, que tinha a Ferrari como cliente.
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    Claudio 26 de dezembro de 2017 at 19:28
    Já tem um navio com esse nome e conheço (ex-Siroco). NDM G-40 Bahia.

  32. Hernâni,
    O CIWS Phalanx é muito bom quando faz parte de um sistema defensivo integrado hard kill e soft kill, de múltiplas camadas, com defesa provida por caças, de área e de ponto robustas.
    E com certeza não pretendemos realizar assalto anfíbio em algum país do mundo, principalmente num país com defesa consistente. O navio deverá servir mais para operações de ajuda humanitária ou atuar junto a ONU. No máximo vamos enfrentar piratas.
    Se e quando formos operar em operações de alta intensidade será compondo algum coalizão e deveremos estar sob proteção de outras marinhas.
    O Phalanx é caro, complexo, difícil de manter e teríamos que importar sua munição. Já o Mistral já é operado pela Marinha junto aos FN e pelo que se sabe há dois lançadores disponíveis oriundos do São Paulo. Se tiverem miras térmicas, melhor ainda. Mesmo não sendo a versão de controle remoto provêm alguma defesa mais ampla que os CIWS, de alcance muito curto.
    Em não tendo um cenário em que esse navio de propósito múltiplos tenha que enfrentar a ameaça de mísseis antinavios o Mistral me parece melhor.
    Mas nada contra manter os Phalanx, desde que plenamente operacionais e não servido de enfeite, sem manutenção e sem munição.

    • ” Já o Mistral já é operado pela Marinha junto aos FN e pelo que se sabe há dois lançadores disponíveis oriundos do São Paulo.”

      Bosco, são três os lançadores Simbad do São Paulo, não são dois.

      Sobre os três reparos de Phalanx do Ocean, o que eu acho (minha opinião) mais importante para retirá-los não é a MB não querer gastar com eles (já gastou várias vezes com coisas bem mais caras) nem a permissão ou não dos EUA (o Mattoso Maia foi comprado diretamente dos EUA com um reparo Phalanx incluido). Mais importante é a necessidade da RN em manter em dotação seus Phalanx modernizados e com contrato ativo de manutenção, para instalação em outros navios da frota, em serviço ou em construção.

      Outro dia estava fazendo as contas com outro leitor (esqueci quem era) e deu bem justo o número remanescente de Phalanx modernizados e com manutenção contratada. Concluímos que era muito provável que a própria RN desejaria retirá-los do Ocean para reaproveitar em outros navios, como já fez há pouco tempo com o Tipo 45 (que recebeu Phalanx modernizados reaproveitados dos que estavam nos Tipo 42) e poderá fazer o mesmo, enquanto durar o estoque, nas novas Tipo 26 e 31, fora os dois navios-aeródromos novos. Pra mim essa seria a razão mais provável para retirar essas armas do Ocean.

  33. Antônio,
    Pois é! Foi isso que quis dizer. Cada Phalanx tem seu próprio radar de busca e de direção de tiro. Três Phalanx implica em 3 radares de busca e 3 radares de direção de tiro.

  34. Podia chamar-se Acre.
    Não tem mar e o escambau, mas só tem 2 silabas e os gringos não vão precisar enrolar a língua para falar.
    kkkkkkk

  35. Quanto ao nome gostaria que fosse “Rio Grande”. Mas é apenas uma sugestão pessoal.
    Quanto ao Phalanx, entendí que é aguardada uma posição dos EUA. Não sei pq tanta gente esperneando, já que nem foi dada uma posição ainda. E se for vetado encontraremos outra solução dentro de nossas possibilidades. Vejo a avaliação de que a manutenção do Phalanx é cara como normal e mostra que a MB está com o pé no chão. E foi apenas avaliação, como a que todos nós fazemos quando vamos adquirir qualquer bem de alto valor.
    Mudando de assunto o HMS Ocean tem em sua tripulação mulheres, será que a MB vai aproveitar e dar essa oportunidade para as militares brasileiras, já que o navio já possui a estrutura pra isso? E apenas para conhecimento geral não existe esse traço no indicativo de costado dos navios da MB. (F40, F41… e não F-40, F-41).

  36. Japão e Coréia do Sul estudam adaptar os seus Izumo e Dokdo pra operar o F-35B, e nem precisa de ski-jump pela longitude dos convôos. Não é que já chego a pensar que a MB possa estar atrás de Sea-Harriers (como a Turquia) ou mesmo cotando o recobrimento por thermion pra usar o F-35B no NPhM Onononono liberado do seewiz de proa?
    Esse primeiro de Abril de 2018 promete…

  37. Bosco
    “E com certeza não pretendemos realizar assalto anfíbio em algum país do mundo, principalmente num país com defesa consistente.”

    O que tem a ver o Phalanx com invadir um país? Esse tipo de armamento é para proteção de muito curto alcance, e geralmente ele é ativado no modo automático quando não há aeronaves amigas próximas; sendo mais eficiente que qualquer defesa anti-aérea com misseis(no seu devido contexto de muito curto alcance é claro.

  38. Acho que o pessoal anda preocupado demais com o Phalanx simplesmente pra poder falar mal de algo ou de alguém.

    O Phalanx é uma arma usada em um sistema defensivo em várias camadas (que não dispomos alias) como derradeira tentativa de evitar danos maiores, pois se ele tiver que disparar, o dano ao navio é praticamente certo.
    O objetivo desse sistema de armas é evitar um dano mais contundente em um ataque de saturação em alvos de valor elevado. Não para destruir totalmente o míssil, mas detonar sua ogiva, já que a inercia fará com que o motor ou algumas partes atinjam o alvo. Mas melhor ser atingido assim do que por um míssil plenamente operacional.
    Então, ele não é um escudo anti míssil, apenas o ultimo nível de um sistema defensivo complexo, como explicado pelo Bosco.
    Acho que o Simbad funcionaria melhor para o que temos, para nossa realidade, defesa AAe a baixo nível. Seria excelente poder contar com alguma sistema de defesa CIWS não penetrante, como o RAM (qualquer modelo) mas envolve fundos e não sei se vale a pena pelo TO.

    Quanto a manutenção dos Phalanx aqui no BR são três radares, três diretoras, três de tudo, de um material que não fabricado aqui, precisa de peças mecânicas e eletrônicas especializadas e caras mesmo estando apenas parado no cais, que fica no ambiente mais agressivo que existe, com manutenções preventivas periódicas e finalmente uma munição que não se fabrica por aqui e não gera escala suficiente que enseje sua nacionalização, então, pesem os custos e o beneficio dessa arma no conjunto “NPhM” e no seu emprego no nosso TO.

  39. Não seria mais barato, melhor aproveitado e realista, a MB operar uns 4 Oceans ao invés do plano delirante do almirantado em possui 2 porta-aviões no futuro? Afinal de contas, porta-aviões são armas de ataque e não de defesa e o Brasil, ora bolas, vai atacar quem? A falida venefavela?

  40. Dizem as más línguas que a faixa de operação do radar diretor de tiro do CIWS Phalanx é disputado, ao menos aqui no Brasil, com as companhias de comunicação. Eventualmente elas ganharão a disputa e a faixa passa para as Teles. Gastar com este equipamento é no mínimo questionável. Um Bofors de 57/40 mm, um Oto Melara 76mm ou um 30mm do tipo usado no Guarani são mais econômicos. Quanto a operar aviões, sejam os Sea Harrier ou F-35 seria uma péssima ideia. O navio tem apenas um eixo, não chega a 26 nós (se me lembro bem, nem a 20) e a capacidade de operar tais aviões o colocaria como alvo preferencial de submarinos. Este navio é para áreas de baixa intensidade, não para a linha de frente.

  41. Phalanx é caro mas tem juiz recebendo 500 k por mês uhauhauhauha

    Sem escoltas é um alvo gigante e nada mais. Então isso pouco importa…

    Ainda mais com vizinhos com KH-31 no arsenal.

  42. Douglas Falcão ( 26 de dezembro de 2017 at 16:21 );

    Os IKL, na prática, já entraram no terço final de seus anos na MB. A baixa desses vasos quando da entrada do último “Riachuelo” não seria nada de anormal…

    A questão em torno do CIWS é de custo/benefício… Muito menos custoso e tão eficiente quanto para alvos aéreos ( aeronaves em particular ), seria um sistema SIMBAD.

    As outras duas opções seguindo a linha do Mistral, seriam o TETRAL ou o SADRAL. Ambos podem ser orientados pelo radar 3D ou por outro sistema óptico.

    Se houver grana, melhor negócio ainda seria operar ao menos um único RIM-116 RAM ( block II ), que, tal como os sistemas listados acima, não depende de um radar diretor de tiro.

  43. Bavaria Lion ( 26 de dezembro de 2017 at 18:08 );

    Qualquer vaso anfíbio necessita de escoltas…

    Mobilizar um vaso desse para SAR, só se for um caso a parte ( o navio já estando no mar em missão, por exemplo, e é desviado para a área do sinistro… ). Para isso existem os NPaOc.

    Não digo nada da classe ‘Izumo’, que é equipada com sonar de casco e é mais veloz ( e pode assim ser verdadeiramente o capitânea de uma força de interdição em zona quente ). Mas no que tange a classe ‘Mistral’, a diferença maior é que o ‘Ocean’ está limitado pela ausência da doca alagável. Fora isso, ambos tem a função de suporte a operações anfíbias. Combinado ao ‘NDM Bahia’, o vaso inglês irá cumprir basicamente as mesmas missões que o LHD francês…

  44. “O navio tem apenas um eixo”

    Só uma correção, Francisco, são dois eixos. A velocidade máxima é de 18 nós, o que está na faixa normal para um navio de desembarque anfíbio.

  45. Delfim Sobreira ( 26 de dezembro de 2017 at 18:29 );

    Muito provavelmente, qualquer ‘mix’ sempre contará com ‘Caracal’ e ‘Seahawk’, que não operam das atuais fragatas. Nestas últimas, evidentemente haverão de operar os ‘Super Lynx’ modernizados, dos quais dificilmente haverá algum exemplar disponível para o novo navio ( imagino que mesmo as futuras corvetas haverão de operar com o AH-11B antes do ‘Seahawk’ ).

    Ocasionalmente, haverão de embarcar algum ‘Esquilo’.

  46. Com Phalanx ou não, o negócio é que o Ocean vem. Então tá suave, de resto é confiar na MB que eles darão um jeito ou outro pra defesa em camadas (q não rola na MB!) e/ou AA. Desdentado é que o navio não pode ficar, afinal.

    Todo mundo apostando em nome x ou y cheios de paixão. A verdade é que o nome do navio pouco ou nada importa. Só de treta espero que coloquem Brasília, muito embora isso soa impossível rsrs

    Melhor mesmo seria nos preocuparmos se há helicopteros suficientes e quais operarão no ex-Ocean (?). Não custa nada sonhar com uns 3 Sabre pro navio

  47. _RR_

    É verdade, sob alguns prismas ele é até mais capaz que o mistral. Na realidade confundi a ficha técnica do mistral com o Canberra australiano (que junto com o Izumo é o melhor do segmento, na minha opinião).

    Realmente poderia ser pior. Poderia ser mistral que foi repassado ao egito. Saímos no lucro, em relação aos egípcios, uma vez que o desempenho e a carga são praticamente os mesmos…

    Saudações.

  48. “Claudio Silva 26 de dezembro de 2017 at 15:00
    Não podem colocar o sistema Astros?”

    hauhuahuhauhauhauhauhauhauhuahuahuahuhauhauhauhauhuahuahuahuahuahuahuahuah

  49. _RR_ e Delfim Sobreira
    Ele deve operar os Seahawks (anti submarino), os UH-15 (transporte de tropas e emprego geral) e os UH-15A (versão operacional de ataque anti navio)….. a quantidade vai depender da configuração da missão… ocasionalmente poderá operar com os Super Lynx mas estes são orgânicos das Fragatas….

  50. Em relação ao phalanx, por qual seria o verdadeiro e real motivo se ouvesse uma negativa do USA, Sabendo que eles resolveram madarem pro desmanche um navio aposentado em vez de vendelo à Argentina. Entao, Qual seria o problema como Brasil! ! Se as nossas forças militares estiver se preparando para no máximo proteger seu território e a população e riquezas assim como o pré-sal, estará de bom tamanho. Há, esqueci, o pré-sal como outras cousas mas, não pertence mais aos brasileiros, foi um sonho de verão, ou estou equivocado?? Se estever enganado me corrijam:: tenho uma forte intuição que me persegue ja faz tempos: só teremos uma força militar poderosa quando toda riquesa estratégica do país esteverem nas mãos estrangeira, e usarão nosso próprio recursos de defesa para protegerem o intetesse estrangeiro, espero que estejo completamente equivocado,mas, esse pensamento me tortura à longas datas desde que venho observando o desmanche da nação . Boa noite aos amigos de ideias e idealizadores de um Brasil livre e soberano!!

  51. Cassio,
    O problema do Bofors Mk-4 não é exigir grandes alterações no navio e sim que para ter capacidade antimíssil ele precisa de uma diretora de tiro radar/EO. No caso, se fossem 3 Mk-4 no lugar dos 3 Phalanx, teriam que achar lugar para 3 DT radar/EO de modo a atacar 3 alvos independentes simultaneamente.
    Em tendo 3 lançadores Mistral não é preciso nenhum sistema de DT adicional, bastando os sensores já existentes no navio, como por exemplo, o radar Artisan.

    Mateus,
    O Mazzeo já explicou mas eu reforço. Para os cenários mais prováveis de utilização desse navio os mísseis Mistral são mais adequados que os CIWS Phalanx, que são quase que específicos para a defesa derradeira contra mísseis antinavios. O controle do espaço aéreo ao redor do Ocean num caso de conflito de baixa intensidade é mais amplo se o navio tiver os Mistrals. Ideal seria se tivesse ambos, mas aí já é querer demais. Se além disso os lançadores de Mistral fossem de controle remoto, melhor ainda, mas os originários do São Paulo não o são.
    A combinação de defesas soft-kill com os Mistrals já estaria de bom tamanho para os cenários mais prováveis.
    O que se pode ter naturalmente caso permaneçam os Phalanx seria montar em caso de necessidade dois pedestais desmontáveis de lançadores Mistral dos FN, o que ampliaria o controle do espaço aéreo ao redor do navio.

  52. Vale salientar que os Phalanx do Ocean não são dotados de diretoras de tiro EO (não são da versão Block 1B) e só são apontados por radar contra ameaças pré-estabelecidas. É um sistema meio que “burro” e “engessado”. Só servem contra mísseis na fase final da trajetória e eventualmente contra aeronaves que estejam em curso de colisão.
    Não ajudam em nada contra ameaças assimétrica de superfície e contra outros tipos de ameaças aéreas que estejam “cruzando” a linha de mira. Um helicóptero qualquer poderia se manter pairado a uns 3 km do navio e disparar uma “rajada” de foguetes que o Phalanx não seria sequer ativado.
    Salvo engano sequer é possível assumir o controle do sistema (nessa versão) de forma manual. O que se faz é ligar, gerenciar e desligar, mas não, controlar.

  53. Flávio,
    Seria interessante sim! O custo seria menor, haveria grande área com cobertura combinada Phalanx/Mistral e não haveria “ângulos” cegos.
    Pode muito bem ser que os britânicos queiram ficar com dois para instalarem em seus navios e nos deixe só com o de proa.
    Como disse, havendo o espaço, nem seria preciso haver lançadores permanentes, mas só a possibilidade de colocar os lançadores tipo “pedestais” dos FN, na popa, já resolveria, e com imensa redução de custos.

  54. Flávio Cardia 26 de dezembro de 2017 at 23:08
    Bosco 26 de dezembro de 2017 at 23:14

    A ideia do Flavio com a excelente explicação do mestre Bosco, são excelentes para a MB, resolveria o problema e ainda economizaria uns pilas na aquisição e manutenção do sistema de autoproteção do NPhM G-31 Espírito Santo.

    Sds

  55. O Phalanx e o Goalkeeper são sistemas excelentes mas tinha que existir versões opcionais só com radar de DT/EO e sem o radar de busca, como é o caso de outros CIWS, como o Meroka, o Type 730/1130, etc.
    Quando foi desenvolvido os navios não estavam preparados para enfrentar ameaças sea-skimming e acharam por bem instalar um radar de busca banda Ku de efeito doppler. Hoje, ter um Phalanx com radar de busca é redundante na maioria dos navios de guerra, o que aumenta custo, etc.
    Perdão pelo off-topic.

  56. Vai ser Amazonas, para nos fazer lembrar da Amazônia Azul.

    Mas confesso que lembrei da época em que se brincava dizendo que o Acre não existia, que era uma conspiração da ONU pra dividir o país. rs Até vendia uma camisa na internet, com um mapa do estado do Acre e a frase “Acre: Você acredita?”

    Bem que a MB poderia nomear o navio de Acre, para confirmar que a existência do estado não é um boato. rs

  57. Vai confiar 100% a principal segurança do navio em misseis Mistral?? Calma lá! Eu não acredito que os EUA iriam negar a venda dos CIWS então mesmo que tenhamos armas do SP paradas, não podemos fazer arranjos para “ficar o mais barato possível”! Não quer brincar então não desce no parque! Comprou Ferrari para ficar pesquisando posto de gasolina com gasolina comum barata? Por favor! Seria a piada de 2018. Menos espírito de “cachorro abandonado”. Eu fui contra essa compra mas já que veio então precisamos ter um conjunto de equipamentos que realmente faça qualquer força naval ter receio de nos enfrentar. Precisamos pelo menos de 1 embarcação com equipamentos no “estado da arte”. Já basta o “radar enfeite” do Matoso Maia! Quanto ao radar 3D, fantástico! Será um aprendizado e crescimento tecnológico digno de uma força deste século.

  58. Gen. Escobar,
    Mas há de se ter em mente o uso que nós faremos do navio e o uso que os britânicos esperavam fazer do navio. São cenários distintos e contextos diferentes onde não necessariamente se encaixa esse ou aquele equipamento.
    Não sou nenhum especialista na doutrina da MB mas até onde entendo o navio não é visto para operações de alta intensidade onde o risco de ameaças representadas por mísseis antinavios é altíssimo, como os cenários previstos para a RN dentro do contexto da OTAN. O Phalanx pode ser considerado inclusive desnecessário para as nossas necessidades.
    Diferente do que ocorre com os reparos de 30 mm, altamente necessários em qualquer cenário imaginável.
    Não estou torcendo para que os Phalanx não venham, mas só dizendo que se isso ocorrer, seja porque os maldosos imperialistas nos achem uns bossais irresponsáveis ou seja porque a Marinha não vez questão de tê-los ou porque os britânicos não os incluíram no pacote, não precisamos nos descabelar e muito menos cortar os pulsos.

  59. Fernando “Nunão” De Martini 26 de dezembro de 2017 at 20:40

    “Outro dia estava fazendo as contas com outro leitor (esqueci quem era) e deu bem justo o número remanescente de Phalanx modernizados e com manutenção contratada. Concluímos que era muito provável que a própria RN desejaria retirá-los do Ocean para reaproveitar em outros navios, como já fez há pouco tempo com o Tipo 45 (que recebeu Phalanx modernizados reaproveitados dos que estavam nos Tipo 42) e poderá fazer o mesmo, enquanto durar o estoque, nas novas Tipo 26 e 31, fora os dois navios-aeródromos novos. Pra mim essa seria a razão mais provável para retirar essas armas do Ocean.”

    Era eu, e com este sobrenome, ser esquecido é dificil…hehehehehehe

    Inclusive, se não me engano (não achei a conversa para confirmar) estávamos em dúvida se o Artisan viria pelos mesmos motivos.

    Sobre os Phalanx, acho que não vem mesmo e, como explanado mais acima, podemos utilizar os Mistral do A12 que seriam mais úteis. Talvez se fosse possível instalar um 40 mm L70 no lugar do Phalanx de proa e um radar DT mais os Mistral nos bordos, no lugar dos outros Phalanx, seria o ideal.

  60. Bosco 26 de dezembro de 2017 at 23:14
    Flávio,
    Seria interessante sim! O custo seria menor, haveria grande área com cobertura combinada Phalanx/Mistral e não haveria “ângulos” cegos.

    Bosco, uma dúvida, seria possível instalar um 40 mm L70 com munição 3P no lugar deste Phalanx de proa ? Os dois podem ser só fixados no local (certo ?).

  61. Roberto,
    Provavelmente sim. Os 40 mm dos FN têm radar DT próprio (versão Bofi R), mas claro, teriam que ser integrados ao sistema de combate do navio, são tripulados (os Simbad também), e não sei se o software do controle de tiro do radar é apto a enfrentar a ameaça de mísseis.
    Acho que fica muito complicado!

  62. Roberto,
    O que poderiam fazer caso nenhum Phalanx venha é instalar uma torreta Mk-4 na proa associado a um diretor de tiro radar/EO em algum ponto sobre o passadiço de modo a cobrir o mesmo ângulo do canhão, e prever a instalação dos Simbad nos locais dos Phalanx de ré.

  63. Roberto,
    As torretas navais Trinity e Mk-4 são de controle remoto. Achei que estava falando em instalar os 40L70 terrestres autorrebocados. Estes são tripulados.

  64. Realmente é meio “congestionado”, e deve ser complicado tentar realocar para colocar ali um outro radar…. existiria alguma outra solução para um radar DT ?

  65. Já que o “Elefante Albino” vem mesmo, que seja um nome coerente do tipo:

    “A-13 Rio de Janeiro”
    A de afunda
    13 para muitos um nº de azar
    Rio de Janeiro, precisa explicar ?

  66. Desculpa Bosco mas o cenário operacional pode ate ser de baixa intensidade mas o Ocean e alvo de grande valor e o c beneficio de um MAN muito alto em relacao ao custo. Pelo menos um sistema Simbad com torre automatizada nao? . O Ocean precisa de escoltas mas deveriam ser brasileiras.
    Um abraco!

  67. Roberto,
    Além de congestionado tem o fator peso. Um radar DT é montado numa plataforma giroestabilizada, tem os componentes eletroópticos, etc. Há de se saber se o “teto” aguenta.
    Quanto às alternativas, só as armas que têm radar DT “acopladas”, como essa versão do Trinity: http://www.navweaps.com/Weapons/WNSweden_4cm-70_m1948.php
    Ou então, nos navios que têm radar de varredura eletrônica AESA fixos operando na banda X. Esses não precisam de radares DT específicos porque o próprio radar multifuncional já cumpre a função de prover solução continuada de tiro.
    Outra opção é não ter um radar DT e utilizar só a alça de tiro EO. Isso degrada a função antimíssil e a função “todo tempo”, mas é possível. De qualquer forma há de se ter uma alça EO disponível ou então uma teria que ser instalada, e com um laser telemétrico e modo de tracking automático para facilitar o engajamento de alvos aéreos utilizando munição 3P.
    O Artisan, mesmo sendo 3D, é rotativo e apesar de poder prover solução de tiro para mísseis com orientação terminal autônoma (IIR e radar ativo) provendo inclusive atualização de meio curso intermitente, não pode fazê-lo em relação a canhão contra alvos aéreos, que são muito rápidos e que por isso exige um radar de DT dedicado.

  68. Pergunta sincera:
    Por que a designação “A-11” para o Minas Gerais?
    “A” de Aeródromo em entendo, mar por que 11? Deveria ter sido “1”, não foi o primeiro ?
    Não poderia ser nº com um algarismo ? Não poderia terminar em zero ?

  69. Prezados bom dia,
    Por gentileza os Senhores poderiam me informar qual o melhor vant naval possível de operar no “OCEAN” , e que tipo de vantagem tática ele poderia agregar?
    Abraço a todos e um feliz ano novo!

  70. Na bandeira brasileira, existe uma estrela a cima da faixa branca no qual representa o estado do Pará, por calsa de sua importância histórica, com certeza será Pará.

  71. A escolha do nome deste navio, na minha opinião, é totalmente irrelevante.
    Ótimo se vier dotado do CIWS Phalanx visto que já estão instalados e operacionais.
    Senão caberá a MB definir qual sistema irá substituí-los, seja através do aproveitamento dos Simbad do A12, ou mediante a aquisição de um outro sistema similar.

  72. já tem o Bahia…. põe agora um nome do Sul, já faz tempo….. que não tem nenhum de grande porte.
    ————–—–> claro que o mais bonito seria: NPhM Santa Catarina

  73. O esquema é instalar um DT em um pedestal logo atrás do Mk4 da proa, sobre uma plataforma giratória (acredito que o próprio DT possa girar) de modo que seja possível acompanhar todo o ângulo do canhão.

  74. Acho que o Bosco já falou tudo sobre a retirada dos CIWS, bem eu já dava como certo e dou que não vem mesmo, simplesmente porque também não interessa vender as armas que podem ser utilizadas como fornecedoras de componentes para outros navios da Royal Navy.
    O Simbad tem uma vantagem enorme sobre outros sistemas, que é de poder ser instalado em qualquer lugar, sem fura o convés, sem ter que ser ligado a qualquer sistema de direção de tiro óptico ou por radar, sem precisar de paiol ou elevador de munição etc. Conteirado manualmente.
    E tem um alcance excelente, supera qualquer arma de tubo leve e teoricamente funciona como arma anti míssil sim, porque se o operador enxerga a bola de fogo, trilha de fumaça etc vindo contra o navio e aponta o lançador para o míssil alvo e este emite radiação IR com toda a certeza, devido ao atrito com o ar, a trilha de calor que deixa na atmosfera atrás etc, pode sensibilizar a cabeça de guiagem do Mistral que é muito boa e então o míssil travar no alvo aí é somente apertar o botão de lançamento e o Mistral vai atrás, com espoleta de proximidade e ogiva pré fragmentada, pode detonar do lado do míssil anti navio e os fragmentos podem inutilizar a direção do míssil bem antes do alcance de um Phalanx.
    Agora qualquer outra arma é complicado porque tem questões de peso, vibração, paiol de munições e direção de tiro. Opções existem muitas como o SEARAM que combina o reparo do Phalanx com os mísseis RIM 116, muito mais eficiente como arma anti míssil que os CIWS.
    Quanto as metralhadoras .50, já disseram é arma que tem que ter todo o navio, aliás fazem uma falta danada, porque o pessoal lembra de tudo dos alcances de centenas de km, somente não falam o que fazer quando a ameaça esta a 100 ou 50 metros do navio, na forma de um bote com um cara com um RPG por exemplo. E o navio atracado ou andando no canal de um porto.

  75. Caso o CIWS Phalanx não venha no pacote, o CIWS Kashtan é um sistema bem interessante para defesa desse novo navio da MB, pois sistema é dois em um ( CIWS Kashtan ).

  76. Quando falo escoltas brasileiras me refiro a missões internacionais. Mais confortável pelo menos uma escolta nossa linkada na Otan nao?

  77. Os Sea Wolf das Greenhalg desativadas ainda podem ser utilizados?
    Caso positivo, nãos seria mais interessante do que utilizar os Simbad do São Paulo?

  78. No mínimo ridícula essa discussão sobre nomes… e mais ainda sobre o phalanx !!! quase off topic!!! Cadê a discussão sobre os helicópteros?????? O Ocean não vai vir com nenhum helicóptero!!! Os chinook não são da RN, são da RAF. Os merlins e os apache nem pensar… Quantos lynx? quantas kombis? quantos seahawks?

    E sobre as escoltas… de que adianta um alvo desses sem escoltas? A resposta é simples: numa marinha que guarda o almoço para jantar, que não tem recursos para nada… qualquer coisa é melhor que nada.

    Esse navio vai proporcionar, como já dito por muitos, possibilidades em missões de paz, ações salvamento e humanísticas como aliás já era sua função na RN!

    Tá ficando massante… ou é gente com complexo de inferioridade tupiniquim, ou é pessimista ou é expert de coisa nenhuma…

    Esse Navio não é o São Paulo. Esse o maior erro da história da MB. Foi sim uma excelente compra, tal como o Bahia.

    Mais algumas fragatas de oportunidade, as Tamandaré e o Prosub, que um dia vai terminar e teremos uma Marinha entrando nos eixos. Uma MB mínima mas uma MB! Estava na UTI até alguns dias atrás.

    Olhem o caos da armada argentina… a piada das FFAA da venezuela… a colombia com FFAA anti-tráfico e anti-guerrilha, e o resto… é resto.

    Na américa do sul, somente a Marinha do Chile poderá fazer frente… e olha que eles sim tem problemas sérios de fronteira com o Peru!

  79. “Roberto Bozzo 27 de dezembro de 2017 at 0:10
    Fernando “Nunão” De Martini 26 de dezembro de 2017 at 20:40”

    Oi, Roberto, não esqueci do seu nome não (mesmo porque toda vez que leio aeu sobrenome me lembro do apelido que o SBT tinha nos anos 80, Sistema Bozo de Televisão, porque só passava Bozo), e também não esqueci que já debatemos vários assuntos aqui, em discussões bem proveitosas. Só não lembrava que esta, específica sobre os contratos de modernização e manutenção dos Phalanx britânicos, tinha sido contigo. Abraço!

  80. Marcelo km
    Usa o Bofors mk4 com munição 3p.
    A Marinha já usa mesmo.

    Não usa não meu camarada, aquilo foi só um teste, com uma peça de demonstração da fábrica…
    mas o objetivo foi alcançado, que era retirar os cingapurianos da ST tecnologies da jogada…
    depois desse teste (em que ocorreram falhas…) eles não ganharam mais nada pra equipar os futuros novos patrulhas da MB, abçs.

  81. “Chico Novato 27 de dezembro de 2017 at 8:57
    Os Sea Wolf das Greenhalg desativadas ainda podem ser utilizados?
    Caso positivo, nãos seria mais interessante do que utilizar os Simbad do São Paulo?”

    Chico, bom dia. Hoje seria a pior solução, a meu ver. É um sistema ultrapassado, do qual, se não me engano, há tempos já somos o último usuário no mundo (até a versão menos antiga dele está sendo descontinuada nos navios britânicos, a versão das Greenhalgh já deixou de ser usada lá faz tempo). Apesar da instalação dos lançadores não ser nada do outro mundo, o sistema depende de dois grandes e pesados diretores de tiro, que precisaria arranjar espaço. E tudo teria que ser integrado ao sistema de combate do navio.

    Muito trabalho para um sistema praticamente obsoleto. Teria feito algum sentido e até haveria espaço para instalar o Sea Wolf, quem sabe, no NAe São Paulo quando a fragata Dodsworth deu baixa há cerca de 13 anos.

    Mas creio que era mais importante, na época, usar as peças dos lançadores e diretores da Dodsworth como sobressalentes para os sistemas das três fragatas classe Greenhalgh que restavam.

  82. Ben
    Bonito mesmo sao as mulheres de SC
    Rsrsrs
    Bonito seria se recebesse o nome de Parana.
    Uma grande homenagem a este grande estado.
    Se ben que, pelo andar da carruagem eu acredito que a MB dara um jeito de comprar um ou dois navios da mesma catategoria que o mistral.
    Agora é irreversivel, o problema é dinheiro.
    O HMS Ocean, foi apenas uma compra de oportunidade, a MB esta sonhando com um belo Mistral ou algo parecido.

  83. Caros amigos,

    Acho que os Phalanx não virão, a RN precisa deles. Uma pena, mas por lá eles são apreciados e estão em falta pelo que entendi da troca de mensagens do Nunão e do Roberto Bozzo.

    erichwolff 27 de dezembro de 2017 at 9:17 , não sabia disso. Pode fazer a gentileza de me fornecer ais dados?

  84. “erichwolff 27 de dezembro de 2017 at 9:17
    Marcelo km
    Usa o Bofors mk4 com munição 3p.
    A Marinha já usa mesmo.
    Não usa não meu camarada, aquilo foi só um teste, com uma peça de demonstração da fábrica…”

    Erichwolff, bom dia.
    Hoje o padrão que interessa é o Mk5, do qual a MB chegou a encomendar cinco canhões para a classe Macaé.
    Não sei como está esse contrato, mas seria sábio, na minha opinião, instalar parte deles nas futuras corvetas e deixar canhões mais velhos mas ainda úteis, retirados das corvetas classe Inhaúma que deram baixa, para os navios-patrulha ainda a terminar ou construir.

    Sobre munição 3P, vale lembrar que ela já é usada nos modelos Mk3 em uso na classe Niterói modernizada e na Barroso.

    Aproveitando: não entendo essa celeuma de tantos comentaristas com o CIWS para o navio. Só porque ele será capitânia? A defesa da camada maia externa é obrigação das escoltas, que no caso serão por muitos anos a classe Niterói com seus mísseis Antiaéreos Aspide. É para isso que fragatas servem, entre outras coisas, para escoltar os alvos de maior valor. Mais pra frente, essa camada será dos mísseis Sea Ceptor da futura classe Tamandaré, que substituirá parte das corvetas e fragatas atuais, e de mísseis de outros navios futuros (corvetas, fragatas) que substituirão as remanescentes, durante o tempo de serviço desse porta-helicópteros que MB está adquirindo. E a última defesa do navio poderá ser o míssil Mistral nos reparos Simbad, a meu ver adequado para isso. Se acoplarem a esses reparos, mesmo manuais, uma câmera térmica para o operador, melhor ainda.

    O NDM Bahia já utiliza justamente reparos Simbad de mísseis Mistral como última defesa. E isso desde que era o Siroco francês. E o mesmo ocorre com os três LPD / BPC franceses da classe Mistral, que têm reparos Simbad como proteção antiaérea final. Ah, mas oa franceses têm escoltas melhores né? Sim e não. A maior parte de suas fragatas ainda é equipada com misseis Crotale, de menor alcance que os Aspide da classe Niterói, há ainda duas com sistemas Standard de modelo ultrapassado e as novas fragatas, com Aster 30 e 15, ainda não chegam a metade da frota de escoltas. E ainda assim três LPD valiosos para a França têm sua defesa de ponto a cargo de reparos manuais Simbad desde a época em que quase todas as fragatas francesas só tinham sistemas Crotale e Standard. “Ah, mas a França opera no guarda-chuva da OTAN”. Depende. A estratégia francesa sempre foi se manter capaz de operações independentes para defender interesses que estão espalhados por protetorados/departamentos ultramarinos ou ex-colônias espalhados pelo mundo.

    Se o ex-futuro Ocean vier sem os Phalanx e a MB quiser armamento de tubo no lugar deles, a lógica seria manter o seu padrão de armamento de defesa antiaérea e antimísseis de ponto, que é de canhões 40mm/L70 com munição 3P e diretores de tiro independentes, bastando encomendar três conjuntos deles. Se não for do interesse por razões de custo e técnicas (locais adequados para os radares de direção de tiro, por exemplo) há três lançadores Simbad / Mistral disponíveis. Pode-se fazer até um “mix” como sugeriram mais acima. Mas qualquer coisa mais poderosa e cara do que isso eu acho que seria investimento mais bem aproveitado em armamentos de corvetas e fragatas, tanto atuais quanto futuras, que são as escoltas do navio.

    PS – lá em cima vi um comentário com a onipresente pergunta sobre o Astros… não custa fazer uma tentativa de resposta séria: caso o peso do caminhão seja compatível com a estrutura do hangar e a capacidade so elevador (as dimensões são), não haveria um impedimento sério pra levar um sistema completo no hangar e subir os caminhões para lançar seus foguetes ou futuros mísseis de cruzeiro contra alvos em terra. Apenas hipoteticamente.

  85. Desculpa a ignorância; mas quais tipos de naves realmente vamos operar nele? Alguma previsão de força de helicóptero ataque ? Ou somente desembarque e anti-sub?
    Grato.

  86. Quanto ao porque de não se utilizar a letra “A” no indicativo do navio é que o “Ocean” não é nem nunca será um NAe…na Royal Navy ele utiliza a letra “L” reservada para navios anfíbios e não a letra “R” reservada para NAes como foi utilizado na classe “Invincible” e agora na classe “Queen Elizabeth”.
    .
    A letra “G” na marinha brasileira é reservada para navios “anfíbios” ou apoio logístico que operam no chamado Esquadrão de Apoio”.
    .
    Os britânicos já tiveram inúmeros NAes em sua história e novamente estão utilizando indicativos já utilizados no passado…o futuro “Prince Of Wales” terá o indicativo R 09 que foi
    utilizado pelo “Ark Royal IV” descomissionado em 1979.
    .
    Os chineses por exemplo escolheram o número 16 para seu primeiro NAe…segundo dizem
    porque seria um número icônico já que 16 anos foram necessários para colocar o navio em serviço…não houveram 15 NAes antes dele.
    .
    Por algum motivo escolheu-se na marinha brasileira iniciar-se a numeração para NAes a partir de um número de dois dígitos…provavelmente a numeração de 1 a 10 estaria reservada ou
    não seria interessante se ter apenas um dígito e assim “Alfa 11” iniciou a história com o
    NAeL Minas Gerais.
    .
    Só na US Navy há uma grande coerência com os indicativos de seus NAes…iniciada lá em
    1922 com o USS Langley …os NAes de escolta da Segunda Guerra tiveram uma numeração
    própria.

  87. Excelente aquisição da MB,aguardando apenas as operações conjuntas entre o Bahia e o Ocean “já que não sabemos até o momento qual sera o nome a ser escolhido pela MB”.

  88. Se vier com os Phalanx, ótimo. Se não vier, usa os três Simbad do A12. Fica ótimo também (até acredito que essa opção aumentaria o leque de defesa de ponto do navio).

    Agora uma pergunta ao Bosco, Nunão ou alguém mais que saiba: hipoteticamente, os canhões MSI DS 30M – Mk44 de 30mm que equipam a classe Amazonas seriam possíveis de serem operados? Eles são operados remotamente à partir do COC dos NaPaOc. Acredito wue precisariam ser integrados ao COC do Ocean, correto? Seria uma opção, mas não seria factível, pois precisariam ser adquiridos os canhões e feita sua integração ao navio.

    Por isso, se não vierem os Phalanx, coloca os Simbad e pronto.

  89. Ola Nunão. Creio que no caso dos lançadores Astros, poderia ocorrer um problema relacionado com superaquecimento no piso, logo atrás das estrutura de disparo. Pelo que vi nos vídeoOs de disparo do Astros, não parece que razoável colocar uma bateria deles sobre o convés do Ocean ou do G40 Bahia. Acho que um Exocet deve fazer um grande aquecimento também, mas é um foguete. No Astros são vários. Mas comento apenas de modo hipotético também. Seria necessário um estudo intenso sobre a viabilidade de adaptar um sistema projetado para operar em terra para ser instalado sobre um navio. Mas a ideia de colocar uma bateria de Astros instalada diretamente sobre o convés de um navio ao invés do chassi do caminhão não é tão estranha assim.

    • Flanker,

      O HMS Ocean já é equipado com canhões de 30mm do tipo usado na classe Amazonas. Não imagino que estejam entre as armas ou equipamentos que a RN faria questão de retirar.

      Camargoer,

      Eu sinceramente não tenho interesse em prosseguir uma discussão sobre uma bateria de Astros no convés do Ocean, só expressei a opinião de que, tecnicamente, pode ser uma hipótese a considerar como factível. Mas, especificamente sobre a exaustão do motor-foguete, a solução é relativamente simples: posicionar o caminhão para que a parte de ré dos lançadores esteja na borda do convoo, voltada para o mar. É assim que se posicionam lançadores de Exocet em quase todas as fragatas e corvetas da MB, por exemplo, com a parte de ré dos lançadores voltada para fora do navio. Exceção apenas para duas das fragatas classe Niterói (a Constituição e a Liberal) que têm as partes da frente dos lançadores voltadas para o mar e a parte de trás voltada para defletores, o que era um padrão para algumas instalações iniciais de MM38, e que foi mantida nessas duas mesmo depois de mudarem para o MM40.

  90. Camargo…
    .
    caso não tenha lido…Os fuzileiros navais dos EUA recentemente embarcaram um caminhão
    com foguetes , semelhante ao sistema “Astros” no convés de voo do LPD USS Anchorage e os foguetes foram disparados com sucesso atingindo um alvo no oceano 43 milhas distante.
    abs

  91. Se realmente os Phalanx não vierem, o ideal seria retirar as peças de 30mm e colocar reparos 40mm retirados das Niteroi. Sobre os Mistral, ideal seria reparos Simbad-RC controlados remotamente e com capacidade antimissel. O reparo manual do Sao Paulo é muito limitado.

    E os reparos 30mm podem ser usados em Navios Patrulha. Já usamos eles nos navios da classe Amazonas

  92. Tanto se vem com canhão de defesa aérea ou não.
    O que eu quero mesmo é 6 Chinook no Brasil, 4 Embarcados e 2 em solo revisados em plenas condições de uso.
    O Brasil só vai fazer missões de desfile naval (prioridade n° 1), manutenção de paz para a ONU ou resgate/apoio em desastres naturais .

  93. Nunão 27 de dezembro de 2017 at 9:14

    Sem problemas Nunão, foi só pra descontrair mesmo….

    Bosco 27 de dezembro de 2017 at 7:03

    Bosco, então o ideal são os Mistral mesmo. Mas, acho eu, que valeria a pena investir um pouquinho mais e por um Simbad-RC, mais para não deixar um operador exposto ao tempo e para ter um sistema de defesa mais capaz para acompanhamento do alvo. Só acho que dois mísseis por lançador pouco.

  94. Acho que é uma boa, não trazer o phalanx, já que seu custo de manutenção é alto e estamos falando da MB. Lendo os comentários, o Bosco citou o Mistral, acho excelente o sistema.
    Antes de criticar, leiam os comentários do Bosco e entendam. O sistema da RN não estar no estado da “arte” e que os Mistral são excelentes. 3 deles no “Espirito Santo” (minha aposta), traria uma bela defesa de curto alcance, já que a MB, provavelmente vai comprar um navio para escolta que tenha uma defesa aérea de médio alcance.

  95. Bosco, achei este sistema na net, achei bem interessante… com um pouco mais de investimento, a MB daria uma proteção melhor ao seu novo capitânia de frota.

    http://www.mbda-systems.com/press-releases/siham-al-khaleej-technology-leonardo-mbda-present-new-siham3-combined-anti-air-anti-surface-weapon-system-idex-2017/

    E não parece precisar de tanto espaço para instalação tanto do sistema em si quanto do sistema eletro-óptico. Aliás, se já houver um sistema eletro-óptico instalado no Ocean, talvez ele possa ser integrado poupando espaço. Acha que seria interessante ?

  96. Há de se levar em conta os caciques do PMDB, Jáder Barbalho (foi governador do Pará) e Sarney (governou o Maranhão e o Amapá), assim, acredito que ficará entre esses 3 estados. Por outro lado o PMDB está fazendo de tudo para eleger o Hélder Barbalho governador do Pará, tanto que eles foram os únicos que votaram a favor da DilmAnta e permaneceram com o apoio do partido, evolução de ministérios, sendo assim, acredito que vai ser Pará.

  97. Lamentável colocar nome de Estado, agrada um e desagrada 26. Se um dia a MB adquirisse 27 navios de uma vez eu seria favorável.
    Se não tiver phalanx tem que pensar em outro meio efetivo de defesa aérea combinado com os meios das escoltas de superfície e ao menos um submarino por baixo.
    Deve ser pensado um mix de bons helicópteros de transporte, ataque e de caça submarina.
    O uso combinado com as forças terrestre e aérea também seria importante.
    Não é porque somos pacíficos que um meio dessa importância deve ser deve ser largado pra sorte, quem pensar em nos atacar deve saber que terá grandes perdas, isto é dissuasão.

  98. Sem CIWS Phalanx, o Ocean vai ser como pato em galeria de tiro ao alvo.

    A nao ser que o Ocean vai ficar ancorado, assim como o A-12 foi. Maquina de Guerra comprada so para mostrar que tem.

    Os EUA jamais embargariam os Phalanx. Nao e uma arma estrategica e muito menos estado de arte.

    Se a MB nao pode pagar por esses sistemas CIWS, entao para que comprar a belonave se nao vai poder defender-la?

  99. Esse discussão sobre nome é inútil mesmo. Muito mais salutar discutir sobre as características e o modo como será operado o NPH. Se fosse por nome o mais apropriado seria NPH Almirante Othon ou NPH Papuda.
    Fico imaginando o oficial que será escolhido como cmte. Que honra. Será o comando mais importante da carreira. Sds e boa sorte.

  100. Off topic

    O nome mais bonito que vi em um navio foi num cargueiro. “National Pride”. Mas não cabe no nosso país. Nem sei se esse cargueiro ainda está na ativa. Alguém sabe se já estão escolhendo a tripulação? Será um trabalho bem complexo. Sds

  101. Sem economia besta…quer fazer, faz direito! Todas marinhas sérias tem pelo menos uma dessas “mangueiras de urânio empobrecido” em seus navios, não vamos reinventar a roda! SIMBAD é um treco feito pra derrubar helicóptero de ataque, e não skimmer se aproximando acima da velocidade do som.

    Paraná parece um ótimo nome.

  102. Prezados, os precursores, Grupo Alfa, já estão definidos… assim como o Comandante (por sinal, Oficial da minha Turma) e o Imediato… abraço…

  103. Senhores,

    Acredito que virá os sistemas Phalanx CIWS no Espírito Santo. Só se por ventura houver uma necessidade maior deles em algum outro navio da Royal Navy.

    Bom pelo menos o de proa uma boa probabilidade de vir, já os daa popa, caso não venha, terá o sistema Simbad Mistral, então, de um jeito (Phalanx full) ou de outro (misto de Phalanx com Mistral), o NPhM Espírito Santo terá um bom sistema de autodefesa.

    Sds

  104. Boa tarde.
    Não poderíamos armar o Ocean, com o novo pantisir m, versão naval, ou vamos ficar com essa celeuma sobre o phalanx?
    Primeiro queríamos muito a sua compra.
    Pronto, aconteceu. Agora é trabalhar para deixá-lo operacional com o melhor que existir, no estado da arte.
    Um forte abraço. Atenciosamente, Afrânio Bahia.

  105. Israel atacou recentemente uma base do Hezbollah na Siria. O Pantsir instalado na periferia, nao foi capaz de defender os guerrilheiros libaneses contra o ataque dos jatos da IAF.

    Muito provavelmente foram atacados pelos recem adquiridos F-35.

  106. CLAUDIO LUIZ 27 de dezembro de 2017 at 7:53
    “A escolha do nome deste navio, na minha opinião, é totalmente irrelevante.”

    Cacei e achei sensatez entre as milhares de msgs.

  107. Isso é piada, se não poderem manter o sistema antiaéreo atual, que instalem algum que suporte a defesa da embarcação.
    Por favor sem gambiarras sem sentido e muito menos deixar o troço todo sem defesa.
    É esse tipo de coisa que não dá pra aceitar nesse país. Neste caso ainda tudo está sendo negociado e não dá pra ficar especulando ser ser injusto. Mas no caso do A-12 foi isso que ocorreu, varreram os problemas pra baixo do tapete, deixa assim por enquanto… Deu no que deu, tivemos sem nunca ter e hoje não temos.

  108. Dr. Mundico: Vá estudar geografia. O RGdoSul tem a maior praia do undo em extensão (Cassino) e além disso temos sim um litoral fantástico da praias lindas como torres, cidreira, pinhal, capão da canoa, tramandai etc. Outra deixa de ser xenófago.

  109. J.Mauricio 27 de dezembro de 2017 at 19:17
    O nome mais apropriado é AMAZONAS, por que ?………O maior navio e o maior estado, vai defender a AMAZONIA AZUL,……precisa mais …

    ja tem navio com esse nome!!
    P120 Amazonas!

  110. O pior de tudo é que o nome do navio, assim como foi o do Bahia, vai ser para “agradar” algum político, é o fim mesmo! Vejam até onde as nossas Forças Armadas tem que se sujeitar se quiser ter alguma coisa.

    Nesses pequenos detalhes é que vemos o quanto nossos militares estão de joelhos em frente aos nossos políticos.

  111. Alex Nogueira 28 de dezembro de 2017 at 7:08

    Só compraram esse navio para agradar o almirantado e admiradores com complexo de inferioridade mesmo.
    É capaz de vir com o nome de “Brasília”, alegando que que é um misto de estado/município.
    Ou de “São Paulo” mesmo, só pra mostrar que trocaram um “Elefante Branco” por um “Albino”.

  112. O artisan 3D sem dúvida é o principal componente e ele vem, quanto ao phalanx existem utras alternativas como já salientado pelos colegas, mas que o bichinho é jeitoso é, aí vai o link do robozinho em funcionamento.

  113. O Phalanx não virá, primeiro por não precisarmos como bem explicou o Bosco e segundo e principalmente, porque, os ingleses pretendem reaproveitá-lo conforme li em forum inglês.

  114. boa tarde.
    acompanho sempre que possível a trilogia desde o inicio e apesar de não ser assinante gostaria de sugerir uma matéria que apresentasse com maior enfase as capacidades de desembarque de veiculos pela rampa traseira com utilização daquela plataforma flutuante.
    já que o navio é de assalto amfibio e me lembro de quando esteve no brasil em 2010 realizando exercicios com nossos FN se utilizou de hovercfafts e outros meios para acessar as praias na restinga de marambaia; manter o assunto restrito aos helis e devaneios com F35 limita o conhecimento de uma das principais utilidades do navio.
    parabens pelo sucesso da trilogia …
    abraços

  115. A aquisição do NPhM Espírito Santo, vindo junto com as lanchas e os hovercraft da Royal Navy nele, vai prover os fuzileiros navais brasileiros de excelentes capacidades anfíbias.

  116. Observador 28 de dezembro de 2017 at 12:27
    A aquisição do NPhM Espírito Santo…”
    — Ué, o amigo já sabe de antemão tanto o nome quanto a designação do novo navio? Como conseguiu?, usando “a Força” ?! 😉
    Tirando a parte do ‘spoiler’, concordo que se o ‘futuro ex’ Ocean for provido de lanchas e/ou hovercrafts os fusileiros navais brasileiros terão um excelente meio para suas missões! 🙂
    Abraços!

  117. Caro XO, Luiz Monteiro, Nunão, Galante e demais,
    Poderiam nos informar se os LCVP Mk5 ou algum hovercraft (LCAC imagino) vem a bordo ?
    No meu ponto de vista algo muito mais importante que os CIWS e que não vi confirmação em lugar nenhum.
    Se as LCVP não vierem, temos algo que possa operar em seu lugar ? Pelo que pude notar nas imagens do PN aparenta ser um espaço meio dedicado para a Mk5 alem da disposição dos turcos ser meio que especifica.
    Como seria o Movimento Navio para Terra ? Sabendo que seu emprego não seria em área contestada, o Dbq inicial se dará pelas LCVP ou Anv ?
    O Dbq de veículos seria apenas pela LCVP já que não temos Anv com capacidade de carga, mas qual a verdadeira necessidade de Dbq de veículos (mesmo leves) se possuímos o Mattoso?
    Apenas liberar espaço para outros meios como CLAnf ou os CC ?
    Agradeço

  118. Caro Bosco,

    Saberia me informar o modo de disparo do Phalanx ? Dispara, Dispara, Olha ou Dispara, Olha Dispara ?
    E no caso dos reparos SIMBAD automáticos tbem ?
    Não encontrei nada sobre os modos de operação deles.
    Agradeço

  119. Mazzeo, se as embarcações a que você se refere são orgânicas, sim, o normal é que venham com o navio… já os hovercraft, não sei dizer, mas não acredito que estejam incluídos no processo de aquisição… abraço…

  120. Os CLANFs podem ser baixados ao mar por aquela plataforma flutuante que é montada na popa do navio? Os barcos de desembarque vêm no pacote? E os hovercrafts?

  121. André Luiz.’. 28 de dezembro de 2017 at 12:47

    “— Ué, o amigo já sabe de antemão tanto o nome quanto a designação do novo navio? Como conseguiu?, usando “a Força” ?! 😉”

    Prezado André,

    Como consegui? Lendo o texto, amigo, e usando a força da lógica, veja:

    Com relação a designação do navio, lendo no texto da matéria:

    “…NPhM – O Comando da Marinha estuda designar o seu primeiro porta-helicópteros como Navio Porta-helicópteros Multipropósito (NPhM)…”.

    Com relação ao nome do estado:

    No texto:”…Será o de um estado da Federação, (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estão fora dos elegíveis)…”.

    Pelo que observei nos comentários anteriores dos amigos foristas, a MB está reservando os nomes dos estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, para os navios mais importantes da esquadra, os próximos navios aeródromos (porta-aviões) A-13 e A-14 respectivamente.

    Já tivemos o NAe A-11 Minas Gerais, depois veio o NAe A-12 São Paulo, houve várias embarcações com o nome Rio de Janeiro, o último foi o NDD G-31 Rio de Janeiro, houve, ainda, várias embarcações com o nome Pernambuco, o mais recente foi o CT D-30 Pernambuco, mais recentemente houve a aquisição do NDM G-40 Bahia, houve homenagens a vários outros estados importantes como Paraná, Santa Catarina, Pará, Amazonas, etc…

    Então, pela lógica, e pela ordem, o nome do próximo navio de guerra brasileiro, será o NPhM G-41 Espírito Santo, chuto que será G-41 Espírito Santo, pois o termo “A”, a Marinha o reservou nos dois últimos “As”, para navios aeródromos que são porta-aviões, e o Ocean como o Bahia (G-40), são navios muiti-propósitos, então, provavelmente será “G-41”, e o estado será o Espírito Santo, pois obsrvo que o mesmo tem e terá cada vez mais uma grande relevância para a Marinha do Brasil, o ES é um importante e estratégico estado brasileiro, vizinho aos grandes centros, e sede de importantes operações navais anuais estratégicas da Marinha, com os importantes portos de Vitória, Vila Velha, Tubarão e Barra do Riacho, além de terminais importantes da Petrobrás com a bacia do ES e de Campos de exploração de petróleo e gás, sede de uma importante Capitania dos Portos, com excelente posição geográfica, ímpar numa guerra para a defesa nacional, e o atlântico está cada vez mais visado num mundo com cada vez mais com tambores de guerras.

    Bom, depois disso tudo, amigo, eu posso estar completamente errado e ao final desta história, a Marinha ter que batizá-lo forçosamente seguindo uma tendência política, ou repetir outro estado que já foi homenageado relativamente recentemente por motivos próprios, enfim, só o tempo para dizer mesmo.

    Mais do que o nome do navio, estou mais preocupado com as escoltas deste NPhM, talvez, se o Brasil negociar bem, já que a MB está adquirindo o atual navio capitânia da Royal Navy, parceira e aliada antiga da MB, os britânicos façam um bom preço e prazo longo para aquisição de umas fragatas Type 23 ou outros navios, que serão descomissionadas num futuro próximo.

    Posso estar bem errado nesta dedução, se eu estiver, aprendo com os meus erros também.

    Sds

  122. Mazzeo,
    O Phalanx funciona meio que parecido com os atuais sistemas de proteção ativos de carros de combate. Ele reage aos contatos do radar classificados como ameaças e elege as mais prementes.
    O radar de busca banda Ku detecta alvos com RCS de um míssil antinavio a cerca de 10 milhas e passa para o radar de direção de tiro banda Ku que rastreia o alvo e os projéteis lançados pelo canhão, disparando rajadas com cerca de 100 tiros de cada vez.
    Pode haver intervenção humana na seleção dos alvos mas geralmente o sistema é completamente automático.
    Já o Simbad de CR, seu console no CIC recebe indicações da direção da ameaça (marcação) e o operador volta o lançador com a mira térmica para sua direção e o detecta e trava nele. O míssil é energizado e quando o seeker do míssil tranca no alvo ele emite um sinal acústico e visual para o operador indicado que o alvo está na mira do míssil e aí ele o lança. O míssil Mistral opera no modo LOBL (trancamento antes do lançamento) e precisa estar trancado no alvo para ser lançado.
    Só de curiosidade, existem mísseis sup-ar guiados por IR que operam no modo LOAL (trancamento depois do lançamento) e que são lançados sem ter o alvo na mira mas o adquirem depois de lançado. A vantagem desse modo é que permite alcances de operação maiores e operação “qualquer tempo”. Ex: RAM, Umkhonto, etc.
    Espero ter ajudado!

  123. XO 28 de dezembro de 2017 at 19:16

    Sim, com relação ao nome do navio, é só uma dedução, e posso estar errado.

    Acho, que será NPhM G-41 ou G-50 (por ser um porta-helicópteros multi-propósitos) Espírito Santo.

    Abraço!

  124. Me pergunto, qual a capacidade do Ministro da Defesa para fazer observações à Marinha, o sujeito tem curso “incompleto” de psicologia e ocupa a 5ª suplência de deputado federal por Pernambuco, o acho uma lástima como gestor da pasta.

  125. As a British observer I would like to say that HMS Queen Elizabeth aircraft carrier is due to have her Raytheon Phalanx CIWS(X3 of them) fitted in the news year .
    Would not be surprised if the three Phalanx CIWS systems used on HMS Ocean will be transferred to HMS Queen Elizabeth.

  126. Havendo a comissionamento de uma das fragatas niteroi o problema ta resolvido. Pega o lançador de Aspid e os dois trinits e instalada. Agora caso contrário. Ai usa os Simbad (um em cada bordo) agrega um 76 mm super Rápido (na proa) igual os italianos fizeram no San Giorgio.

  127. Olá Psgumao. Não tenho motivos para defender o Min. Jungmann, mas a sua crítica é incorreta e injusta. Primeiro, porque cabe ao presidente nomear os ministros de sua confiança. A CF88 diz que para ser ministro a pessoa deve ser maior que 21 anos e o exercício dos direitos políticos. Não diz nada sobre instrução, renda ou qualquer outro critério. Segundo, um ministro desempenha um papel político. O papel técnico é desempenhado por funcionários de carreira (no caso do MinD, aos comandantes do EB, MB e FAB, além do Estado Maior. Dentro do MinD também existem cargos técnicos preenchidos por concurso e por nomeação). Agora, você está correto em criticar sua gestão, suas decisões, etc., mas tem que ser circunstanciado. Por favor, mencione qual decisão você discorda. Por exemplo, acho que manter as tropas federais no Rio de Janeiro um erro. Para isso existe a força nacional (policial). O que o EB está desempenhando no RIo de Janeiro não é GLO. Essa ação é um desperdício de dinheiro por ser ineficaz e risco de contaminação da tropa pelo crime organizado.

  128. Como bom Pernambucano torço para que o nome seja o do meu estado, mas acredito que seja algum estado do norte, mais precisamente Amazonas ou Pará.

  129. Acho que se trata de uma embarcação muito interessante, porém muito além da nossa realidade orçamentária e operacional. Infelizmente, temos outras prioridades, por exemplo, a necessidade de navios de patrulha fluvial e corvetas, sem contar que precisaremos em breve substituir as fragatas. Acho que seria mais prudente ter poupado o dinheiro.

  130. Bryan, infelizmente no orçamento público não existe a opção “poupar dinheiro”. Ou se gasta ou se devolve, não tem como algum órgão ficar com o dinheiro poupado. Nada garante que o dinheiro poupado com eventual não aquisição do Ocean depois voltaria para a Marinha usar em algum outro projeto. Pelo que vi, patrulha naval já tem um projeto em andamento (as de 500 ton, previstas mais 25 unidades), só que está parado devido à falência do estaleiro e entraves burocráticos (que são enormes) para fazer outro contrato. As corvetas também já têm um projeto – o Tamandaré (em que pese muito caro e atrasado). Os submarinos estão em andamento (apesar do projeto ser megalomaníaco). Patrulha fluvial eu não sei, mas com certeza é um projeto bem mais barato, devido à dimensão das embarcações.

  131. Melhor nome se pode dar para essa futura sucata consumidora de recursos é extensão de Pier AMRJ.

    Não estou realmente entendendo algumas pessoas comemorando essa compra completamente desnecessária e inútil. Aliás mais uma. Mb não tem nenhuma necessidade desse navio assim como a RN não tinha.
    Pode vir com o que for… daqui há uns 5 anos vai estar Inop como tudo na MB.
    Desperdício de recursos que poderiam ser usados em operação do tipo guarda costeira que é realmente a vocação e utilidade da MB. Coisa que ela não faz.
    Nem os parcos meios atuais tem condições operacionais, ainda compram esse navio velho diga-se de passagem.
    MB precisa ser repensada e recomeçar do zero.

  132. Nilson,

    É muito oportuna as suas ponderações. No entanto, os inúmeros entraves atrapalham o regular desenvolvimento dos projetos brasileiros. Acredito que o dinheiro deveria ser empregado, ou nesses projetos que já estão em andamento, ou em projetos para substituir os meios mais velhos e antiquados da esquadra. Um exemplo que pode ser mencionado é o que ocorreu durante a missão das fragatas brasileira no Líbano, cujos comandantes perceberam a fragilidade dos nossos meios navais para enfrentar a missão que lhos foram outorgadas. O que quero dizer é, ao invés de gastar num porta-helicópteros, o qual não tem um meio de empregabilidade em nossa Marinha, poderíamos investir em equipamentos mais urgentes. Os navios de patrulha fluvial, porém, são importantíssimos, porque nossos rios ficam à mercê dos bandidos através do tráfico internacional de armas e drogas. Isso acontecem porque não temos como fiscalizá-los.

  133. O nome mais adequado para o novo porta helicópteros da marinha é: Maranhão!
    Local da primeira batalha naval e da primeira guerra brasílica: Guaxenduba, em 1614!

  134. Isto e para que alguns dos senhores que pensam que os EUA e aliado de primeira classe do Brasil somos e continuaremos como aliado de quinta categoria pois os EUA bloqueia todo avanço do Brasil em adquirir equipamentos de primeira linha. O sistema é bom,e o mistral já tá meio deflazado,podia sim pensar em algo mais atual, é convencer os Americanos,lembramos que fomos seus aliados desde a segunda guerra,e o fissemos na guerra fria. É fica claro que a marinha inglesa sim é uma aliada sim é o Brasil deve muito do seu desenvolvimento e meios a eles.

  135. Ronaldo…
    .
    a US Navy ao contrário da Royal Navy não está dando baixa de meios que possam ser reaproveitados por outra marinha…e os britânicos só estão se livrando do “Ocean” porque não tem como manter nem tripular, e pelo mesmo motivo se livraram de 4 fragatas T-22s nos anos 90, que vieram parar na marinha brasileira duas das quais ainda continuam em serviço, mas, não por muito tempo mais.
    .
    Nos anos 70 e 80…a espinha dorsal da marinha brasileira foi constituída por
    contratorpedeiros de fabricação estadunidense, meia dúzia dos quais ainda chegou aos anos
    90 !
    .
    Os navios anfíbios “Rio de janeiro”e”Ceará” deram baixa em 2012 e 2016 respectivamente e ainda resta o “Mattoso Maia”.
    .
    Hoje os submarinos existentes são de projeto alemão e em breve serão complementados por submarinos franceses. O maior navio da marinha atualmente foi comprado de segunda mão da França e a futura classe de combatentes de superfície ,”Tamandaré” não será de procedência britânica, ou seja está havendo uma diminuição de influência britânica e não um aumento.

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