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‘Fevereiro Gordo’: MB assina a compra do Ocean, examina parceria com a Itália e convida Temer para festa do PROSUB

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HMS Ocean

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A Marinha do Brasil (MB) assinará ainda este mês, com o Ministério da Defesa britânico, o contrato de aquisição (por 84,6 milhões de libras esterlinas) do porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean.

Nesse ato serão liberadas para o público as informações sobre o nome e o indicativo de casco do navio, e os equipamentos que ele trará para o Brasil: lanchas de desembarque, sensores e armamentos.

A MB está bastante satisfeita com essa aquisição.

No início de novembro passado, depois que no mês de setembro um jornal londrino alardeou que, na Base Naval de Gibraltar, o navio apresentara sérios problemas de motores (informação que não correspondia à realidade), a Marinha solicitou que seu pessoal pudesse vistoriar o navio em operação.

A Royal Navy atendeu prontamente o pedido, e uma equipe da Diretoria de Engenharia Naval (DEN) pôde embarcar no porta-helicópteros quando ele ainda se encontrava em missão na Europa, liderando uma força-tarefa da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) incumbida de patrulhamentos e exercícios de guerra com unidades porta-mísseis e de contra-medidas de minagem das Marinhas da Alemanha, Itália, Bulgária, Grécia, Turquia e Israel.

O embarque dos brasileiros aconteceu enquanto o Ocean ainda navegava pelo Mar Mediterrâneo.

Os militares da MB foram recebidos com muitas atenções por seus colegas ingleses, e autorizados a verificar in loco o funcionamento das máquinas da embarcação. O relatório deles – amplamente positivo acerca da conveniência de se comprar o barco – pesou bastante na decisão tomada pelo Comando da Marinha, dias mais tarde, de concluir a operação comercial – iniciada quando o barco foi oferecido ao Brasil, em março de 2017.

Submarino Riachuelo no Main Hall do Complexo Naval de Itaguai

Temer – O mês de fevereiro assistirá também, no Estaleiro de Construção do complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), a cerimônia de junção das diferentes seções do submarino Riachuelo, primeiro navio da classe francesa Scorpene montado no país.

A solenidade foi marcada pelo Ministério da Defesa para a manhã do próximo dia 20 e, a princípio, será liderada pelo presidente da República Michel Temer – presença que dependerá das articulações para a votação, nesse próprio dia 20, da votação da emenda que promove mudanças na Previdência Social.

Nesta quinta-feira (08.02), o galpão onde ocorrerá a junção receberá a seção S1, da extremidade da popa, última que resta para que o serviço de junção possa ser completado.

Concepção da corveta classe Tamandaré (CCT)

Itália – Em outra frente tecnológica, o diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, almirante (submarinista) Bento Costa Lima Leite de Albuquerque, viajou, no último fim de semana, à Itália, em busca de parcerias para o desenvolvimento de novos sensores, sistemas e armamentos.

Bento atua como autoridade executiva central do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação da Força Naval, e responde pela administração estratégica das atividades científicas, tecnológicas e de inovação da Marinha.

Ainda não foi possível estabelecer se essa visita do almirante aos italianos tem algo a ver com uma classe de navio de apoio logístico que o Grupo Fincantieri desenvolve para a Marina Militare – projeto que desperta interesse no Comando da Marinha do Brasil –, ou com os equipamentos que serão embarcados nos navios Classe Tamandaré.

Nos últimos meses, a MB tem se empenhado em esclarecer os estaleiros interessados em participar desse programa (Tamandaré): apesar de a Força ter eliminado a palavra “Corveta” da denominação do programa, os oficiais responsáveis pela análise das propostas a serem recebidas pela Marinha para a nova classe exigirão que todos os fornecedores proponham um navio tipo corveta dentro dos requisitos elaborados pelo Centro de Projetos de Navios (CPN) do Rio de Janeiro em conjunto com a empresa de projetos navais Vard. Esse é o passo obrigatório para qualquer participante da concorrência.

Caso a indústria naval interessada na classe Tamandaré deseje, ela poderá oferecer, além da primeira oferta (da corveta) – repita-se, obrigatória –, um projeto próprio de fragata leve, com deslocamento acima das 3.000 toneladas – opção que, no caso de muitos estaleiros estrangeiros, parece praticamente certa.

No entanto, a Marinha não estranhará se alguns estaleiros oferecerem apenas o projeto mais simples, de um navio com as dimensões e equipamentos próprios de uma corveta.

Nota do Editor: O grifo em negrito no texto é de responsabilidade do articulista.

83 COMMENTS

  1. Caso a indústria naval interessada na classe Tamandaré deseje, ela poderá oferecer, além da primeira oferta (da corveta) – repita-se, obrigatória –, um projeto próprio de fragata leve, com deslocamento acima das 3.000 toneladas – opção que, no caso de muitos estaleiros estrangeiros, parece praticamente certa.

    Boa assim marinha poderá ter 2 projetos de cada participante na mesa, um de corveta outro de fragata leve, quanto mais melhor.

  2. “Nesse ato serão liberadas para o público as informações sobre o nome e o indicativo de casco do navio, e os equipamentos que ele trará para o Brasil: lanchas de desembarque, sensores e armamentos”

    Por favor, que venham os Phalanxs e o Artisan

  3. Deixa eu ver se eu entendi, A Caso as empresas queriam construir as Tamandarés e se elas ainda oferecerem algum outro navio, num preço bom, com bons equipamentos, a MB poderá comprar?

  4. Como eu disse em outro post
    á matéria mal sai o editor tem um baita trabalho
    para vim alguém justo no primeiro comentário e
    Apagar todo o brilho da matéria
    Mais que Diabos em haver tiroteios com essas noticias ?
    MEU DEUS ISSO É CHATO DE MAIS !!!!
    Acompanho a trilogia faz uns 2 anos comecei a comentar por agora não tenho moral pra ta falando isso
    Mais cara é uma boa noticia! mais mesmo assim
    sempre aparece um para vim com paus e pedras.
    fora Isso
    Acho que vai da ficantieri nas tamandarés vão dar 70% de desconto em um navio de apoio se eles ficarem com o contrato kkkkk

  5. Porta helicópteros como prato principal e novas escoltas como tira gosto.
    As eleições de 2018 são cruciais para o futuro do projeto Tamandaré.
    Que o nosso futuro governo não estrague os planos da marinha. Amém.

  6. As empresas que quiserem farão 2 propostas, uma de corveta (obrigatória) e outra de fragata leve acima de 3000 ton até 4000 ton (opcional) a marinha então escolherá a que mais lhe convir.

  7. Ótimas notícias, principalmente a de que os especialistas foram ver os motores do Ocean funcionando, o que tira muitas preocupações. É torcer para que o fevereiro continue engordando e nos propicie uma bela festa de Natal!!

  8. “Rennany Gomes 6 de Fevereiro de 2018 at 13:53
    Caso a indústria naval interessada na classe Tamandaré deseje, ela poderá oferecer, além da primeira oferta (da corveta) – repita-se, obrigatória –, um projeto próprio de fragata leve, com deslocamento acima das 3.000 toneladas – opção que, no caso de muitos estaleiros estrangeiros, parece praticamente certa.

    Boa assim marinha poderá ter 2 projetos de cada participante na mesa, um de corveta outro de fragata leve, quanto mais melhor.”

    Desculpe me meter, mas não é “um projeto próprio de fragata leve, com deslocamento acima das 3.000 toneladas ” e sim um projeto próprio de até 4.000 tons, há uma pequena diferença.

    “Sérgio Araujo 6 de Fevereiro de 2018 at 14:27
    Deixa eu ver se eu entendi, A Caso as empresas queriam construir as Tamandarés e se elas ainda oferecerem algum outro navio, num preço bom, com bons equipamentos, a MB poderá comprar?”

    A MB irá escolher a melhor proposta, entre a construção do projeto Tamandaré e o projeto ofertado pelos concorrentes.

  9. A compra do Ocean foi uma excelente escolha dado o momento em que vivemos e as poucas oportunidades no mercado internacional, mas a partir de agora teremos que focar nas escoltas . Como já disse em outras oportunidades eu sou a favor de se usar os recursos do “Projeto Tamandaré” para comprar duas ou três escoltas de 6.000 tons, depois disso poderíamos comprar mais unidades conforme fosse tendo disponibilidade financeira. Com isso até 2030 poderíamos ter ao menos oito unidades .

    Em tese o projeto Tamandaré seria para escoltas de segunda linha, mas não temos nem sequer as escoltas de primeira linha, seria idiotice buscarmos uma super corveta para segunda linha .

    • “Como já disse em outras oportunidades eu sou a favor de se usar os recursos do “Projeto Tamandaré” para comprar duas ou três escoltas de 6.000 tons, depois disso poderíamos comprar mais unidades conforme fosse tendo disponibilidade financeira. Com isso até 2030 poderíamos ter ao menos oito unidades .”

      Felipe,

      O tempo (ou “timing”) para essa solução ou similares, visando fragatas mais pesadas, infelizmente passou. Era o programa Prosuper, que ficou esperando decisão do governo, que até cogitou-se desmembrar, mas o tempo foi passando, a decisão não veio, as finanças pioraram e as baixas de corvetas e fragatas da Esquadra não esperaram.

      Foi necessário focar agora em navios menores e mais baratos, possíveis de serem adquiridos em maior quantidade, para evitar que os esquadrões de escolta reduzam ainda mais os navios em serviço (foram cerca de 18 navios de escolta por um bom tempo, foi caindo e hoje são 11). Focar em navios maiores e mais caros agora, e que só poderão ser adquiridos em quantidades reduzidas e ao logo de prazos maiores, deixaria esses esquadrões ainda mais desfalcados. Ou então partir pra compras de oportunidade que são paliativos nem sempre bons.

      Se a situação financeira melhorar no médio prazo, abre-se novamente um programa de aquisição de fragatas pesadas. Até lá, é preciso renovar parte dos combatentes de superfície com corvetas ou fragatas leves, que já serão bem melhor armadas, capazes e adequadas aos novos cenários de emprego que boa parte dos navios atuais. E que no futuro serão a “segunda linha” para as fragatas maiores, pois está claro que a maior parte das marinhas não poderá contar apenas com navios de maior porte (como são exemplos a França e a Inglaterra que cortaram parte dos navios de cerca de 6000t que tencionavam adquirir e terão navios de cerca de 4000t no lugar dos cancelados). E a MB não deverá fugir a essa regra – mesmo quando depositava esperanças no Prosuper, já se sabia que corvetas / fragatas leves complementariam as pesadas. Apenas a ordem / prioridade dos planos teve que mudar e se adequar a um cenário econômico muito ruim.

  10. Bem que poderia sair uma matéria com as prováveis ofertas que o projeto tamandaré poderá receber.

    Por parte da Fincantieri nós temos apenas aquela corveta multipropósito.
    A China já ofereceu uma Type 54a
    BAE Systems Ltda: 99m Corvette?
    Navantia S A: Alfa 4000?
    Rosoboronexport Joint Stock Company: Project 20382?

    Quem viver verá

  11. Mas q bela aquisição e esse Ocean ( espero q a MB esteja atenta a novas oportunidade de usados da Royal Navy .. a MB e cliente preferencial 😀 )
    Q a MB saiba aproveita o momento , novamente , e aproveite esse interesse e chuva de propostas quanto a Tamandaré … espero realmente fragatas leves na MB , ao inves de corvetas ..( sendo a MEKO minha preferida .. ou a TYPE 054 como opção de preço ) . com tais ”acordos” em termos de usados existe a opção das ”Durand de la Penne”(2 navios ) como oportunidade pra MB e poderiam ser envolvidas em alguma negociata qualquer .. devem ser retiradas em 2021

  12. Acho que nem precisa de matéria, podemos tentar recordar o que já foi comentado por aqui. Além das que vc listou, lembro da Meko A200, das Gowind, da [email protected], das coreanas. O assunto não para, até 19 de maio teremos muitas surpresas.

  13. Mas que belezuuura hein, uma notícia desta, já imaginou se a Ficantieri vence esta parada oferecendo um navio de apoio logístico num precinho das arábias e uma Fremm reduzida pra caber nas 4.000t e tal.
    Melhor ainda é vir uns helicópteros junto com o ex-Ocean(Mingão 2 o retorno).

  14. Perguntando um pouco mais sobre os motores do Ocean e Bahia: o fato de serem navios “ocos” é positivo para fins de manutenção e futura (se necessária) troca de motores??

  15. Esse projeto a ser apresentado, um novo projeto e semelhante ao da Vard e em parceira com esta)? E também se será um projeto em nível de detalhamento igual ao já apresentado pela Vard ou será mais detalhado?

    Pergunto, porque se trata de um ganho grande à Vard que TERÁ de fazer um retrabalho (ainda que com uma participação menor) junto à equipes internacionais muito gabaritadas, trazendo práticas, técnicas e etc. E creio que o ganho em transferência de tecnologia em projeto navios será ainda maior juntos aos estaleiros que não tiverem projeto próprio, pois como será seu único projeto a ser apresentado, será o mais caprichado.

    O que acham?

  16. Como assim, “ocos”?

    Acho que você deve ter entendido errado alguns comentários de matérias anteriores sobre uso de princípios de construção de navios mercantes, em navios de desembarque anfíbio, em que as partes habitáveis/ alojamentos ou garagens são mais “ocas” (como galpões ou áreas de carga). Os conveses inferiores, (abaixo da linha d’água) onde ficam as praças de máquinas, não são “ocos”, são mais compartimentados e separados por anteparas estanques para aumentar a capacidade de sobrevivência.

    Segue uma ilustração em “raio-x” do HMS Ocean para facilitar a compreensão:

    https://www.thinkdefence.co.uk/wp-content/uploads/2017/04/HMS-Ocean-Cutaway.jpg

  17. Felipe Alberto 6 de Fevereiro de 2018 at 16:43
    Felipe, navio para a MB com especificações da MB. Simples! Vosper Type 21, ótima fragata mas a MB tinha suas especificações e saída da Type 21 nasceu a MK10 (Niterói) nas especificações da MB, que foi muito superior as Type 21.

  18. Raul Luar,

    A corveta multipropósito da Fincantieri que você cita, salvo engano, ainda não tem exemplar em operação. Segundo informações lançadas até mesmo por outro forista em tópico anterior, isto seria requisito de admissibilidade da proposta de projeto de propriedade intelectual do proponente.

  19. Espero que esteja nos planos da MB para Ocean a aquisição dos helis de ataques Super Cobras americanos que estão sendo postos a venda por FMS mas que venham totalmente atualizados ( novos motores, novo display e mais armamentos). Até o seu comissionamento em 2020 muita coisa nova poderá surgir.

  20. “Sequim 6 de Fevereiro de 2018 at 17:10″
    Sequim, seis Type 23. Se a MB equipasse as seis com um Artisan 3D, Sea Ceptor teríamos uma esquadra de respeito novamente. Poderia dar baixa nas duas Niteróis que estão com problemas na propulsão, uma é a F40 a outra não me lembro, dar uma revitalizada nas quatro restantes, tirar a pezada peça de 4,5” da duas Inhaúmas restantes e colocar em seu lugar um de seus reparos de 40mm reservando o outro para futuras Macaés, tirar os mísseis, evitar o uso das turbinas ou talvez até retirá-las, transformando as duas assim em NPaOc bem mais leves. Baixa na duas cançadas Greenhalgh.
    Ficaria-mos com as seguinte escoltas: 6 Type 23 muito capazes, quatro Niteroi e a Barroso.

  21. Nunao 6 de Fevereiro de 2018 at 16:54
    Como assim, “ocos”?
    Realmente confundi os conceitos, obrigado pelo esclarecimento.
    A impressão que tenho é que, devido a ter grandes galpões (doca, hangar, garagens), o Bahia e o Ocean permitem mais facilidade para retirar seus motores da casa de máquinas, içando-os para tais espaços amplos e depois para fora do navio. Parece-me que seria bem mais fácil, proporcionalmente, do que numa fragata ou corveta. Ou na prática isso nada significa?
    (acho que fico vendo monstros devido à expressão “cesariana”, que foi usada para explicar o que teria que ser feito no A-12…)

  22. “o diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha viajou à Itália, em busca de parcerias para o desenvolvimento de novos sensores, sistemas e armamentos”.

    Será que a conversa pode ser também por um lote de AW101 para equipar o Ocean?

  23. Excelente Notícia! Já sabíamos de antemão, mas… nada como ter certeza para ficar melhor. Agora uma reflexão, seria interessante que a MB, agora em posse o Ocean, pudesse pensar a médio prazo na aquisição de helicópteros de Ataque, justamente como já foi utilizado pelo Reino Unido.

  24. Para os especialistas do blog

    Se o Artisan vier equipado no HMS Ocean “BR” será que da pra fazer uma engenharia reversa para desenvolvermos o nosso próprio Artesão?

  25. Precisamos é, urgentemente, renovar todas as nossas escoltas e ainda mais: recuperar nosso “número minimo” de navios de superfície, que é de 16 a 18 (16 multiproposito e duas escoltas AA para nosso Capitanea. Se adotassemos o mesmo critério do Gripen, na FAB, um só modelo, o vencedor da concorrência, iria substituir todos oa modelos atuais. Isso baratearia o projeto pela compra em maior quantidade dos itens, tais como: sistemas, propulsão e armamento. Facilitaria imensamente a logistica pela padronização dos mesmos. E poderíamos adquiri-las em lotes de 4 unidades de cada vez. Além, é claro, da tão pretendida transferência de tecnologia. Isso possibilitaria, inclusive, a criação da tão almejada segunda esquadra.

  26. Raul.
    Faríamos engenharia reversa e o Reino Unido pararia de vender navios para a gente.
    O Artisan foi escolhido para a Tamandaré e a Bradar irá receber ToT.

  27. Que momento feliz!! estou ansioso para saber o nome do nosso futuro Capitanea gostaria que fosse o nome de um estado do nordeste, eles merecem uma grande homenagem

  28. ToT implica em encarecer o produto, temos que aproveitar a economia de escala da aquisição britânica.
    A Bradar, do grupo da Embraer, que espere na fila deitada, pois sentada vai se cansar.
    Temos que acabar com essa mania de levarmos empresa privada pela mãozinha!!!!

  29. Duas esquadras, compostas, cada uma, de dois esquadrões de 4 escoltas modernas já imporia algum respeito ao nosso litoral. Deveriamos, também duplicar nosso número de subs, com um lote a mais de Scorpenes, subindo para 8, assim teríamos a maior frota submarina da América Latina e, se divida pelas duas esquadras, daria a cada uma seu componente de dissuasão. A FAB poderia também adquirir novas aeronaves de patrulha baseadas no jato E-195 para substituir nossos P-3AM e P-95 e padronizando sua logística e barateando o custo das mesmas, assim teríamos uma aeronave, em conceito, comparável aos P-8. Dezesseis seria o número ideal.

  30. Meu caro Leandro, dinheiro há! Basta ver o que é rotineiramente apreendido e verificado nos meios políticos da ordem de bilhões deviados. Se pararmos também de ajudarmos donos de bancos com tanta frequência com nosso dinheiro, dá e ainda sobra. Além, é claro, se pararmos com pacotes de bondades liberados a políticos pra se conseguir apoio para vexaminosos atos feitos por certas pessoas. Estariamos muito a frente nos investimentos em defesa, talvez até que o Chile.

  31. “Nunão” : eu acredito que qualquer coisa que possamos fazer agora irá demandar de um tempo que não tempos, a única solução seriam as Type 23 usadas para dar um fôlego . Eu não acho interessante uma esquadra com 16 ou 18 escoltas de vários tipos diferentes, preferiria uma marinha de superfície com 8 escoltas de primeira linha com 6.000~8.000 tons, um navio central nos moldes do Cavour, e todo o resto poderia ser revertido em uma esquadra de submarinos com 12, 16, 18 ou até 24 unidades .

    Em paralelo investiria em navios de 1.500~2.000 tons para patrulha oceânica e que jamais sairiam de nossas águas territoriais, seriam uma “segunda linha” que operária de forma permanente e com baixos custos .

    • Eu vejo alguns comentários que fazem parecer que nunca houve um programa chamado Prosuper, criado há cerca de 10 anos, que visava um lote inicial de 5 fragatas de 6000t (entre outros navios) e que ficou anos aguardando decisão do governo e acabou engavetado de vez por total incompatibilidade com a realidade orçamentária / financeira.

      Pessoal, o dinheiro não vai cair de repente do céu pra viabilizar planejamentos ideais só porque um comentarista acha que o ideal seriam fragatas de 6000t, outro acha que o ideal seriam fragatas de 4.500t, ou duas esquadras, ou o dobro de submarinos etc.

      Não adianta dizer que há dinheiro ou haveria dinheiro se não houvesse corrupção, ajuda a bancos, ineficiência, estado gigante, roubalheira, tamanho dos efetivos, ativos, inativos etc etc etc.

      Sinto dizer, mas o dinheiro não vai aparecer da noite para o dia mesmo que esses problemas fossem resolvidos da noite para o dia, num passe de mágica, e não serão resolvidos, pelo menos tão cedo. O caminho é muito longo pra resolver problemas gestados por uma, duas ou até mais décadas de decisões ruins e caminhos errados tomados por boa parte das esferas governamentais, e que têm raízes ainda mais profundas e distantes no passado. Se é que serão resolvidos.

      O que tem de viável no momento, e por um bom tempo ainda pois a maior parte dos custos de reaparelhamento da MB estão no Prosub, é o programa da classe Tamandaré: um lote de quatro corvetas / fragatas leves de 2.800t que, se houver uma proposta fantástica de algum concorrente, poderão ter deslocamento um pouco maior que isso. E restará trabalhar duro e torcer para que as coisas melhorem nas finanças, para que um segundo lote seja viabilizado depois dos quatro primeiros navios estarem em construção, em meio a tantas outras prioridades da Marinha.

      É o que tem pra hoje e é o que terá pela metade da próxima década.

      O resto é sonho, mesmo porque sonhar é de graça, mas esquadras custam muito caro.

  32. Olá Ricardo. O orçamento do MinD é de cerca de 20 bilhões de dólares por ano. Do Chile e da Argentina são cerca de 6 bilhões de dólares por ano. Investimos em defesa cerca de 2 bilhões de dólares por ano enquanto que nossos vizinhos um pouco mais de meio bilhão. Para comparação, a Força Aérea do Chile tem 46 F16, sendo apenas 10 comprados novos (36 foram comprados usados) e o os dois Scorpenes deles foram fabricados no exterior. Nosso programa de caças serão 36 Gripens novos e o Prosub serão 4 submarinos contruídos aqui.

  33. Galante
    Bom dia. Como estou entrando agora por favor me explique
    porque no projeto Tamandaré não se poderia se adquirir uma fragata digamos mais de acordo com a realidade do
    Mar territorial do Brasil assim como um número de fato sufiiciente. Qual na sua opinião e também dos amigos seria
    A ideal ?
    Sds
    Miklos

  34. Boas notícias sem dúvida! Espero que a MB esteja realmente de olho nas Type 23 e nos helicóteros de ataque dos EUA, independente do Ocean. Aliás eu ainda tenho críticas quanto à compra do Ocean mas se veio, vamos recebê-lo e utilizar ao máximo, principalmente se vier com todos os equipamentos, sensores, radares e armamentos. Posso ser ufanista…mas eu não descomissionaria o A-12 ainda. Ele tem um problema crônico sim nas caldeiras, eixo do leme e precisa revisar motores por completo mas eu faria aos poucos! Um Porta Aviões dessa natureza e envergadura não é fácil de achar e saí muito caro para comprar. Eu montaria um projeto de restauração de 5 anos e buscaria estaleiros indianos ou Sul-Coreanos para isso. Com o Bahia + Ocean + A-12 + Type 23 + projeto Tamandaré e asas fixas e rotativas, finalmente teríamos o sonho de 2 esquadras na MB.

  35. A FAB não tem nada que adquirir aeronave de patrulha marítima, que se existir, existe somente em power point e olha lá.
    Tem isso sim dentre as opções do mercado, escolher aquela que melhor lhe atenda as necessidade e principalmente caiba no bolso.
    Se possível, equipada com um C2 de concepção e projeto nacional.

  36. Quem criticou os motores do Ocean com base em suposições, parece que terá que se retratar.

    Não seria crível que a MB desse continuidade à aquisição na hipótese de que houvesse comprometimento dos motores.

  37. Prezados,

    As fragatas Tipo 23 não estão disponíveis para venda.

    Outro assunto que volta e meia aparece e não é verdadeiro: A MB não abriu negociações com a Ficantieri para aquisição das FREMM italianas, ou com qualquer outro estaleiro participante do PROSUPER. Nunca houve uma decisão final deste programa e muito menos início de tratativas com qualquer um dos participantes.

    Abraços

  38. O que há de verdade são perspectivas de cortes na Royal Navy noticiados pela imprensa de lá e, a possibilidade de venda do HMS Albion e HMS Bulwark e talvez o descomissionamento de 2 type 23 ainda este ano, mas nenhuma decisão foi tomada ainda e, as criticas na terra da rainha são enormes a começar pela venda do HMS Ocean ao Brasil.

  39. Eu sei que a Fab,o EB, é a MB precisam comprar de tudo mais hoje o orçamento mão permite adquirir tantos equipamentos.
    Acho que na marinha deve-se focar na compra de pelo menos 8 à 12 helicóptero super cobra dos EUA via FMS,uns 4caca minas ,e uns 6NPAoC como o Amazonas que poderiam se equipados com exocets e toperdos além de um canhão de 76mm cada

  40. Luiz,

    Já li em vários sites de defesa que a marinha já havia acertado a compra das Freem italianas. Já estava tudo certo e não houve a compra porque o Lula deu abrigo ao Batiste.

    Vários comentáristas de todos os sites confirmam que 4 tipo 23 foram oferecidas para a marinha e que esta já está negociando a compra.

    Acho que suas fontes te enganando.

  41. Motores Diesel e Turbinas podem ser recuperadas por manutenção, com troca das partes móveis afetadas. Os trocadores de calor tb podem ser recuperados. O importante é termos acesso aos sobressalentes. Por outro lado, muita coisa pode ser fabricada nos estaleios e fábricas nacionais. Programas de nacionalização de componentes sempre se revelaram altamente compensadores quanto a custos e prazos, além de proporcionarem peças que estão fora de estoque nos fabricantes originais.

  42. Matheus 7 de Fevereiro de 2018 at 13:21
    Para que a marinha precisaria equipar NPaOcs com Exocets e torpedos? A função de um navio do tipo não é a guerra e sim a fiscalização. É muito melhor para a MB que estes recursos de guerra sejam alocados para navios apropriados, como as Niterói e as futuras corvetas(?) Tamandaré, além, é claro, dos SBR.

  43. O Prosuper vai sair. Mais cedo ou mais tarde.
    Não há como ficar com esses navios na MB pelo resto da vida.
    E não há nada muito melhor lá fora.
    Vai acontecer amanhã o que aconteceu ontem com as nossas atuais fragatas. Virão novas.
    Mas serão poucas. Mas virão. Algumas unidades na casa das 3000…4000 toneladas.
    Algumas na casa das 6000.
    Tem muita gente que vai levar um por fora, mas a essa altura do campeonato, não importa. O importante é ter os navios.
    Para quem não tinha perspectivas de comprar nada até que a marinha conseguiu alguma coisa.
    Todos estão conseguindo aos poucos.
    Dias melhores virão e com eles melhores equipamentos. É só uma questão de tempo.
    Se levou anos com os NGs. Será assim com as fragatas também.
    Abraço.

  44. Fernando “Nunão” De Martini 7 de Fevereiro de 2018 at 12:09 , onde eu assino?!

    Sua abordagem é lúcida e realista. Demora muito para fazer as coisas em termos de uma Nação, mas demora muito mais ainda consertar o que sai errado. Para muito além de governos ou ideologias – não vou discutir isso aqui, simplesmente não é o foco e nem o local – o que se percebe é uma absoluta falta de gestão em todas as esferas.

    Eu tenho o privilégio de me relacionar esporadicamente com técnicos americanos, japoneses e alemães e posso afirmar que a diferença de postura, pensamento e cultura é abissal. E do mesmo jeito que temos dificuldades de entender certas atitudes eles não conseguem nos compreender.

    Nunão, voltado à pauta, eu acho que a MB capturou muito bem este momento! Ela está, de forma muito realista, se ajustando ao possível. Eu acrescentaria ao que você disse, se me permite, a questão da perenidade.

    Um dos grandes males em questão de defesa no nosso Brasil é a descontinuidade de programas. Só para exemplificar meu raciocínio, aqui mesmo no PN eu li que o Projeto Classe Niterói deveria ter chegado a 8 ou 16 unidades e ficamos em 6. Se não me falha a memória, as Inhaúma seriam 12 e ficamos em 4. Quais não teriam sido os ganhos se estas classes tivessem gerado década ou década e meia de estaleiros trabalhando, doutrina sendo incorporada.. E se tivessem, realmente, sofrido modernizações? Outros bons anos de ganhos…

    Eu acho que a Classe Tamandaré foi concebida para ser o navio possível na atual conjuntura, eventualmente capturando uma oportunidade de um upgrade, e pensada para durar mais tempo. Oito ou doze unidades, em dez ou doze anos, é muito aquém do que precisamos mas é muito, muito mais do que costumeiramente temos.

  45. Caro Flavio. Não faz sentido nenhum juntar o caso Battiisti com a compra de FREMM´s italianas. O Sr. Luiz Monteiro explicou que nunca houve tal negociação. O caso Battisti é de 2011. Logo depois, o EB escolhe a Iveco (italiana) para produzir o carro de combate Guarani.

  46. Prezado Alisson,

    Tanto o XO quanto eu demos essa informação aqui no PN há cerca de 4 meses atrás. Três FCN serão revitalizadas para operarem por mais 10 a 15 anos.

    Grande abraço

  47. Prezado Flávio,

    Só agora entendi que o Luiz que você se refere sou eu. RS

    Você deve ser novo aqui. Sou oficial de Marinha, ainda na ativa. Estou lotado na Diretoria responsável por municiar o CM e o Almirantado para que tomem suas decisões. Após estes decidirem, cabe a nossa Diretoria gerir todos os programas da MB.

    Desta forma, necessariamente os programas serão geridos aqui. Por isso afirmei que não foram oferecidas fragatas Tipo 23, nem havia negociação com qualquer estaleiro para obtenção dos meios previstos no PROSUPER.

    O PROSUPER foi colocado na geladeira sem qualquer definição. Ainda não há previsão de reabertura deste programa.

    Grande abraço

  48. O Ocean está fingado,acho que devamos nos aproximar das type-23 para as escoltas do ocean,eu acho que pode vim as australianas e se essa construção vingar teríamos uma boa marinha para uma década no mínimo.vejo os sub sendo finalizados é a maior frota de submergíveis que reinará por décadas na américa latina.Apesar de estamos com pouca grana estamos com sorte nestas comprar de oportunidades.Alguém pode me dizer com está as Niterois.

  49. Apesar da crise, vejo a Marinha se movimentando de forma correta para a aquisição de novos meios, sem megalomania e com os pés no chão!

  50. Aproveitando a deixa Luiz Monteiro: está confirmada a notícia off topic do Alisson Mariano?
    Caso ela seja confirmada, a MB irá modernizar a quantidade que o dinheiro permitir ou há outro motivo para não modernizar as unidades restantes?

  51. Falaram em FREEM reduzida, mas já não existem as Gowind que são exatamente isso?
    Enfim, se está liberado sonhar, que venham as MEKO em um número maior que 6. E depois choramos umas 4 fragatas mais pesadas…

  52. Boa tarde, Luiz Monteiro.
    Me recordo das informações trazidas pelo sr. e pelo XO. Motivo pelo qual, quando li a matéria sobre a atualização do CMS das FCN, estranhei um pouco.

    Aproveitando sua presença, gostaria de, se possível, tirar uma dúvida: há matéria disponível na internet em que o Comte da MB fala que as fragatas não modernizadas ainda são adequadas para utilização em missões típicas de navio-patrulha até as suas devidas baixas. Nesse caso, os navios não modernizados continuarão classificados como fragatas?

    Saudações.

  53. Prezados, a ida do Almte Bento à Itália nada tem a ver com obtenção ou classe Tamandaré… essa está na escota da DGePM, obtenção fica a cargo da DGMM… joguei água fria, mas é o quadro real… abraço a todos…

  54. Camargoer, você só comprova o que digo sobre a existência de recursos, que são mal utilizados pelo nosso MD. Quando fiz a comparação do PROSUPER com o projeto FX2 do Gripen foi pirque o nosso comandante da FAB, na época disse que os planos para esta aeronave seriam de substituir toda nossa frota de caças: os Mirage 2000, os F-5M e os A-1M em três lotes de 36 aviões, podendo chegar a um total de 108 aeronaves (se chegarem a um segundo lote, totalizando 72 já ficaria surpreso e feliz). Por isso da comparação com o PROSUPER que poderia ser estendido a mais de 4 navios e o tipo vencedor chegar a um total de 16/18 navios, substituindo todos os modelos aatualmente em uso (também digo, se chegarem a um segundo lote de mais 4, ficaria admirado e tmb super feliz)i. Sei perfeitamente da escassez de recursos, mas acho que o que temos é extremamente mal usado, por isso da minha crítica, conheço bem meu país! Mudando um pouco de assunto, nossos P3AM foram adquiridos sem o serviço de troca das asas desgastadas e agora apresentam problemas estruturais nas mesmas, por isso da minha sugestão, de quando possivel for, tentar privilegiar o projeto nacional da Embraer, sei que isso tudo custa muitooooo dinheiro, mas penso que seria um salto enorme em termos de logística e manutenção. O PROSUB é de todos os projetos estratégicos de defesa o mais dispendioso. Seria surpreendente se conseguíssemos um precioso segundo lote de mais 4. Sei que tudo isso é se atrever a sonhar ou pensar mais adiante. Mas sonhos, em várias ocasiões, já se tornaram realidade, sejam inteiros ou em parte. FICA A SUGESTÃO SOMENTE. Abraços!

  55. Luis Monteiro e XO a marinha tem intençao de adquirir escoltas usadas mesmo com a chegada das 4 tamandares ou essa historia de Type 23 e OHP Australians sao so especulaçoes ?

  56. Leonel, sem querer cortar a proa do Chefe, que eu saiba, não há nada nesse sentido por enquanto… esse assunto não é do meu setor, mas essas possibilidades não entraram na pauta do “papo de almoço”… abraço…

  57. Prezado Leonel,

    A MB se mantém atenta às compras de oportunidade. Todavia, como disse o XO, neste momento não há previsão para adquirir escoltas por meio de compras de oportunidade.

    No orçamento da MB para 2018 não há previsão de aquisição. Caso venha a surgir uma oferta “imperdível”, os recursos precisarão vir de outros setores da União, pois a MB e o MD não terão estes recursos.

  58. Amigos, assunto um pouco off-topic, mas inerente… Eu creio que alguns já viram a noticia quente de ultima hora que saiu no O Antagonista que inclusive já está repercutindo em alguns sites estrangeiros a respeito da reunião de emergência mas quase na surdina que o Raul Jungman teve na Guyana essa semana. Ao que tudo indica a chapa está esquentando e os serviços de inteligencia detectaram real ameaça da Venezuela invadir a Guyana e o Brasil estaria disposto a de “alguma maneira” defender a Guyana… Será que esse “Fevereiro Gordo” tem algo a ver ? E se a chapa de fato esquentar a ponto do coro comer, eu sei que nossos homens são bem capacitados tecnicamente, mas em termos de recursos, equipamentos estariamos à altura de poder os comunas pra correr ou nós é que tomaríamos um pau? No ar tomariamos pau com certeza… não acho que nossos F-5 segurem a bronca frente ao que eles tem em mãos. Precisariamos dos Gripens pra ontem. Já no mar e no chão as coisas nos favorecem um pouco…mas não muito. Fui verificar e o ministro de fato esteve lá. Preocupante….

  59. A Guiana conta com a proteção da Commonwelth, e Madura não vai querer enfrentar o Leão Britanico. As feridas seriam irreparáveis e seus arsenais russos varridos do mapa nos primeiros dias de operações. Perderia o poder, a la Gualtieri.
    Para se envolver em uma guerra num cenário de alta tecnologia, não basta ter equipamentos. Precisa de pessoal altamente qualificado, industria base de suprimentos e dispositivos de inteligencia suportados por satélites, AWACS e etc…

  60. Onde tem fumaça tem fogo… Pode ser que a coisa não esteja tão iminente assim, mas é bom a gente abrir bem os olhos…. O HMS Ocean objeto dessa materia acima é ingles (pátria mãe/colonizadora da Guyana)…. está vindo pra gente num custo bastante interessante… Sei não se não existe algo MAIOR por trás disso tudo… Enfim vamos torcer pela paz.

  61. Com relação ao extinto NAE São Paulo / A-12 — Por que a Marinha do Brasil não cria umas 4 ou 5 plataformas fixas de controle e pouso em alto mar (não sei se isso existe) já que graças a Deus não atacamos ninguém, pelo menos teríamos capacidade dissuasória e de fiscalização maior, não!?

    PS. Me perdoem a ignorância

  62. Bota fevereiro gordo nisso !!!
    A única coisa que vai estragar o evento é o “Bonecão de Olinda” presente nele dia 20.
    Pq ele não fica lá na restinga da Marambaia com os 200 membros da comitiva dele ?
    Detalhe: pro resto da vida !!! não precisa voltar pra Brasília nunca mais !!! kkkkkkkk

  63. Eu comecei a ler as notícias no site recentemente e me surgiu uma dúvida. A MB já tem os helicópteros que irá operar no Ocean, ou terá que adquiri-los?

    • Já tem os principais helicópteros necessários João, notadamente os modelos UH-15 e UH-15A (e deverá receber neste ano a variante capaz de empregar o AM-39 Exocet) do Esquadrão HU-2 e os SH-16 do Esquadrão HS-1 que serão embarcados no navio conforme as missões.

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