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Os dilemas da administração Leal Ferreira na Aviação Naval

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P-3AM da FAB

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Reconhecido por servidores civis e militares do Ministério da Defesa como o Comandante Militar que, a partir de 2015 (governo Dilma-Temer), melhores resultados obteve no sentido de promover o crescimento operacional da sua Força, o almirante de esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira chegará ao fim do seu comando sem ter encontrado todos os caminhos – ou soluções – que gostaria.

Uma das questões que se afiguram de prognóstico mais incerto é a que diz respeito ao futuro da Aviação Naval de Asa Fixa na Marinha do Brasil (MB).

Um almirante reformado contou recentemente ao Poder Naval, que, ainda no ano passado, Leal Ferreira rejeitou, em definitivo, a possibilidade da Força Aeronaval da MB receber o 1º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação – Esquadrão Orungan –, constituído por quadrimotores P-3A Orion modernizados – unidade transferida, mês passado, da Base Aérea de Salvador para a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro (movimentação que desagradou bastante o pessoal da FAB, em função do clima de insegurança pública no estado).

Especialistas da Aviação Naval consideram a unidade mais um problema do que uma resposta às necessidades da patrulha e do esclarecimento marítimo. Motivo? Aeronaves com indícios de forte desgaste estrutural e corrosão, necessidade de (cara) manutenção específica, além de eventuais intervenções de grande porte, como troca das asas e da cauda – serviço este avaliado pelo mercado de empresas de recuperação de aeronaves em 30 milhões de dólares (por avião).

A Força Aérea Brasileira começou a pesquisar a compra das aeronaves P-3A em meados dos anos de 1990, e adquiriu 12 dessas células (para aproveitar um número bem menor delas em voo), ciente que o modelo fora fabricado, em fins dos anos de 1960, com uma liga de alumínio consideravelmente menos resistente à corrosão que a da versão P-3C.

Nada disso, entretanto, ofusca a importância da Aviação de Patrulha para a soberania brasileira.

Dentro da própria FAB muitos oficiais superiores defendem que a sua corporação retenha essa atividade, que é considerada uma das mais importantes e tradicionais a exemplo do que ocorre com a Real Força Aérea (RAF), que começará a receber aeronaves P-8A Poseidon em 2019.

Custo – Sete meses atrás, este jornalista consultou o Centro de Comunicação Social da Marinha sobre qual seria o futuro do treinamento dos pilotos de caça da Força Aeronaval, em face do descomissionamento do porta-aviões São Paulo. A resposta (recebida por e-mail) foi:

“Fruto dos estudos que definirão o total de aeronaves, assim como as competências essenciais a serem mantidas pela aviação naval de asa fixa, até a obtenção do próximo navio-aeródromo, será possível estimar a demanda anual adequada para a formação de pilotos de avião da MB.

Considerando que uma daquelas competências essenciais é o pouso e decolagem a partir de porta-aviões, continuará a ser necessário o envio de pilotos para realizar a fase avançada de sua formação em marinhas que disponham desse tipo de navio.

A escolha preferencial continuará a ser a Marinha dos EUA, de modo a manter a padronização de procedimentos em relação aos pilotos que já passaram por aquele treinamento”.

O problema é que o custo atual de se qualificar um aviador naval nos Estados Unidos gira em torno de 2 milhões de dólares.

E, não raro, um desses oficiais brasileiros se destaca, por sua habilidade, entre os alunos americanos.

Capitão-Tenente Raggio

Entre os dias 6 e 14 de dezembro passado, próximo à costa de Key West, Flórida, o capitão-tenente Ricson Raggio Mello, Oficial-Aluno do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO) T-1/2013 da MB, obteve a maior média entre os alunos que buscavam a qualificação para pouso a bordo, conquistando assim o prêmio “TOP HOOK”. A missão foi realizada no navio-aeródromo de propulsão nuclear USS George H. W. Bush (CVN-77).

Com a conclusão de seu treinamento nos Estados Unidos, o piloto retornou ao Brasil, para receber sua asa de Aviador Naval. Seu destino? Compor os quadros do futuro EsqdVEC-1, voando as aeronaves que realizarão a missão de COD/AAR. A unidade foi planejada para operar a bordo do São Paulo, mas agora usará a pista de São Pedro da Aldeia…

Bombardeio de precisão – Um mês antes de o CT Raggio fazer bonito ao largo de Key West, a Naval Air Station Kingsville (NASK), no Texas, assistiu a cerimônia de conclusão do curso Advanced Training T-45C Strike (T-45C TS – Total System), realizado na US Navy com aeronaves T-45 Goshawk.

O curso exige cerca de 100 horas de voo em simulador e outras 170 horas de voo, aproximadamente, até a graduação do aluno.

Na Marinha do Brasil ele é especialmente importante, pois contribui de forma decisiva para o adestramento dos futuros pilotos de caça do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque – VF-1.

Entre os agraciados com o certificado de “Excelência” no Advanced Training T-45C Strike estava o CT Rafael de Aquino Hernandes, oficial fuzileiro que se destacou por sua precisão na fase de lançamento de bombas do Estágio Intermediário e Avançado de Asa Fixa (EIAAF).

T-45C pousando em navio-aeródromo

O piloto FN também chamou a atenção por ter obtido resultado acima da média na qualificação do pouso a bordo em porta-aviões.

Apesar de todas as circunstâncias desfavoráveis – desativação do porta-aviões São Paulo, dúvidas acerca da modernização das aeronaves A-4KU, desaparecimento no mar de um desses jatos em 2016 –, a Aviação Naval se mantém como uma opção atraente para o pessoal da Marinha.

Especialmente por causa do esforço da Força Aeronaval em manter sua frota de combate antissubmarino e de ataque a alvos de superfície atualizada com os helicópteros SH-16 Seahawk, por meio da modernização das aeronaves de reconhecimento e ataque Super Lynx, e do recebimento de helicópteros H225M de tecnologia francesa aptos a disparar mísseis Exocet contra alvos de superfície.

Jatos AF-1 (A-4KU) Falcão da Aviação Naval

Plateia – A 9 de dezembro passado, o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) promoveu a cerimônia de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO), Turma 2015, na Habilitação Básica em Asa Rotativa.

Um grupo de 22 oficiais receberam seus Distintivos de Aviador Naval e certificados de conclusão de curso.

Pouco mais de um mês depois o Comando da Força Aeronaval realizou, em seu auditório da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ), a Aula Inaugural dos Cursos de Especialização em Controle de Tráfego Aéreo (C-Espc-CV), Motores de Aviação (C-Espc-MV), Manobras e Equipagem de Aviação (C-Espc-RV), Estrutura e Metalurgia de Aviação (C-Espc-SV) e Aviônica (C-Espc-VN), do ano de 2018.

Na plateia do evento – presidido pelo Comandante da Força Aeronaval, contra-almirante Denilson Medeiros Nôga, estavam nada menos que 139 alunos dos diferentes cursos: 130 marinheiros e 9 fuzileiros navais.

213 COMMENTS

  1. A solução para a MB é simples
    Comprem 2 navios porta helicóptero que consiga colocar 10 F35B em cada

    Ou se não der apenas compre um e + 10 unidades do F35B
    Simples, mais em conta do que comprar um porta aviões + 30 aeronaves para isso é menos custoso para manter.
    Será que é tão difícil comprar um navio igual dos Marines + 10 F35B?

    Ah sim, tem uma tal esquadra de Guanabara com 180 almirantes e pouco mais de 60 navios para manter em concerto.

  2. Será que é difícil comprar um navio igual àos da USN no qual operam aeronaves e transladam pessoal do USMC?

    Sim, é difícil sim. Principalmente sem dinheiro ou vontade política/popular.

  3. Solução futura (mas não barata): um porta aviões compacto para 20 aeronaves, porém catobar com catapultas eletromagnéticas. As catapultas tem que ser eletromagnéticas para se economizar espaço, pois não teriam todo o equipamento de geração de vapor e seus dutos altamente pressurizados e altamente problemáticos, e com isto a propulsão tem também que ser elétrica, ficando a definir se diesel-elétrica ou nuclear-elétrica. Um porta-aviões com tais características operaria aviões mais “baratos” e de mais fácil manutenção que os F-35, talvez Sea Gripen. Outra vantagem seria que também por suas menores dimensões também teria uma operação não tão cara e ainda poderia e deveria operar de como porta helicóptero em tempos de paz, já em tempos “quentes” sempre operaria com o total de suas aeronaves somente com asas fixa mas sempre acompanhado de um PH, maximizando assim seu poder ofensivo e recebendo proteção ASW do PH com suas aeronaves. O PA mais o PH seriam um quando em conflito e dois em paz. É uma forma de multiplicar a força.

  4. Das vinte aeronaves embarcadas dois seriam AWACS, talvez os E-2, não sei se os americanos nos venderiam. Caso vendam, compraria-se três para ter dois embarcados. Aí volto a falar, 18 caças navais, dois AWACS seriam suas aeronaves embarcadas e SAR, ASW, COD, etc seria fornecido pelo PH que estaria sempre junto.

  5. Os dois deveriam ser navios irmãos, mesma propulsão, mesma autonomia, mesma velocidade, mesmos elevadores, porém o PH não teria catapultas.

  6. Caros Colegas. Sabemos que uma catapulta a vapor é cara, pesada e de manutenção complexa, o que torna um NAe Stobar bem mais barato. Por outro lado, provavelmente nos próximos anos, o F35B será o único caça disponível e confiável para operar em regime STOVL, mas é muito caro para adquirir e operar. Fico pensando em qual solução seria melhor para a MB, uma combinação de um NAe Stobar com propulsão convencional com um esquadrão de F35B, ou um NAe Catobar (eventualmente nuclear para gerar vapor para a propulsão e catapulta, ou para gerar energia elétrica para a catapulta eletromagnética, tanto faz. A energia necessária será imensa) operando um esquadrão de Gripens navais (mais baratos que o F35 e padronizados com a FAB)?

    claro que no fim, as duas propostas são imensamente caras e talvez até inviáveis para a MB

  7. “camargoer 15 de Fevereiro de 2018 at 0:15”
    As duas opções são caras mas, acho eu, a combinação catobar eletromagnética + Gripen seria mais barata com o tempo. Além disto, usado-se a eletromagnética ganharia-se muito mais muito espaço a bordo, se for nuclear ai nem se fala. Não teria a geração de vapor, não teria óleo para propulsão. Mais uma coisa é que a variação de geração não é tão grande, o equipamento eletromagnético usa suuuper capacitores, o navio gerara sempre um pouco acima do seu consumo de energia e a grande descarga é fornecida pelos capacitores no lançamento.

  8. Leonardo M. 14 de Fevereiro de 2018 at 23:05
    Sim Leonardo, é difícil. Custa muito dinheiro. Não somente a aquisição dos F35 é cara, mas a manutenção também.

  9. Já que sonhar ainda não é tributado vamos lá: Um NAe catobar nuclear com catapultas eletromagnéticas, um PH (navio irmão do NAe), 3 Grumman E-2, 18 Sea Gripen mono-place, 6 Sea Gripen bi-place, 6 fremm italianas, 2 subnuc, 1 logistico 20.000ton, 1 navio tanque com capacidade antártica. Isso além de no mínimo 12 corvetas/fragatas leves e 12 sub eletro diesel para atuarem sempre em nossa costa. Tá pronta a esquadra, rsrs, podemos começar a equipar os distritos agora, rsrs, serão 12 NPaOc, 30 NPa e 1 NPaFlu para o 5º Distrito, 3 para o 4º, 5 para o 6º e 5 para o 9º. Pronto equipei a Esquadra e os Distritos, rsrs. Só com bom Humor mesmo.

  10. Sei não mas acho o F-35B mas um porta aviões médio mais em conta,dado que o Grippen Naval sequer existe ainda sobre os indianos,na minha visão um esquadrão pequeno de 12 F-35 B e um porta aviões STOVL não creio que seja tão caro.

  11. Sobre um NAe nuclear poderia ser feito como o USS Enterprise (CVN-65) e usar reatores iguais ou derivados do usado no SNBR, gerando escalar do mesmo ou de componentes em comum (caso seja uma variação/evolução).

  12. A questão é: vale a pena gastar o que não se tem ($) para, teoricamente, manter uma tênue capacidade (operar aeronaves de asa fixa embarcadas) que não será desenvolvida pelo menos nos próximos 10 a 15 anos? Não é melhor gastar essa grana em coisas mais importantes e voltar a treinar pilotos quando tivermos aeronaves?

    De que adianta formar um piloto que vai trabalhar no escritório por falta de aviões e porta-aviões? Qual a utilidade desse treinamento? Qual o retorno desse gasto?

  13. “Gabriel Oliveira 15 de Fevereiro de 2018 at 1:11”
    Gabriel, a hora do F-35B é extremamente cara. Além do que ele perde e muito em raio de ação e capacidade de carga em relação ao F-35C. A operação catobar não prejudica a aeronave em relação a suas características de peso e alcance. Quanto ao Sea Gripem ainda não existir, nosso NAe também não existe, então há tempo. O namoro da SAAB e da Índia já está quase virando noivado, quem sabe fazemos um triangulo, rsrs.

  14. Um dos gastos mais inúteis que podem ser feitos é treinar pousos e decolagens de pilotos com a USNAVY. Não há no horizonte próximo qualquer possibilidade de a MB adquirir uma novo NAe e, caso venha a fazê-lo no horizonte distante, esse pessoal treinado já terá esquecido o que aprendeu ou estará vestindo o pijama.
    .
    Quanto aos P-3, US$ 30 milhões é muito dinheiro. A MB fez bem em dizer “embala que o filho é teu”. Será que se a FAB tivesse modernizado os P-3 com a Lockheed e já tivesse trocado as asas naquele momento da aquisição não sairia mais barato do que isso? Ou será que, mesmo com alcance inferior, não teria sido melhor ter comprado o C-295 Persuader, inclusive com ganho logístico da aeronave base?
    Gostaria de saber o que levou a FAB a fazer essas escolhas.

  15. Pra mim o bom nesta história é que com o alto custo de se manter os P-3 em operação devido à modernização a ser feita, abre se a janela pra que se desenvolva uma aeronave nacional a partir do E-190 E2.

  16. Infelizmente, em um horizonte próximo não há a mínima disponibilidade financeira para a MB pensar em um porta-aviões, considerando projetá-lo e construí-lo (até porque, neste caso, praticamente não existe “compra de oportunidade” disponível). As prioridades no presente momento são outras. De forma bastante pragmática, caso a MB realmente pense em retomar a ideia, o que se pode vislumbrar no longo prazo (uns 15 anos ?) seria o desenho de um PA convencional compacto, por volta de umas 35.000 t, operando poucos aviões F18 usados (afinal, o Sea Gripen hoje ainda é apenas uma ideia). É o que cabe no orçamento. Quanto à formação dos atuais pilotos, infelizmente caminha para ser perdida, pois passarão os próximos anos operando poucos aviões somente a partir de terra. Por fim, sobre os A4, uma saída honrosa, porém questionável e dependente de recursos, seria a conclusão da modernização de 10 a 12 células e a integração de um míssil anti-navio, transformando o esquadrão em uma unidade especializada em devesa naval a partir de terra. Isso se a MB realmente entender que ainda vale a pena ter um esquadrão de ataque de asa fixa sem um PA.

  17. Creio que a lógica seria, demarcar uma pista de pouso e suprir a mesma com equipamentos que simulem pousos e decolagens de um porta aviões e manter o adestramento com auxílio de simuladores e operações conjuntas.
    Com isso se mantém o esquadrão VF1….
    Com relação as patrulhas marítimas, os casa 295 também seriam a opção mais lógica do que desenvolver uma plataforma ou adquirir outro vetor diferente?
    Penso que sim, aproveitando a logística dos Amazonas….

  18. Olá amigos, na minha opinião o melhor custo beneficio seria uma NAE com rampa de laçamento e cabos de recuperação estilo o NAE Russo, Chines, Indiano… acredito que poderíamos operar nele algo como o Sea Gripen ou F18, não teria o custo das catapultas barateando assim a aquisição e a manutenção. outra coisa é que dá pra comprar direto sem essa de fazer aqui isso também deixaria mais barato a aquisição. e não é uma coisa totalmente fora não! bem planejado iniciando o processo em 2022 á 2025 para projeto e escolha e tals para 2030 ter o meio lançado ao mar entraríamos na década 30 aplumados e claro duas escoltas dedicadas a defesa aérea para o mesmo.

  19. Pessoal, pista no solo não balança igual NAe, tampouco se desloca gerando velocidade relativa.
    .
    Mais barato parar de treinar tripulações para pouso e decolagem em NAe e, se e quando, for adquirido uma NAe, treinar novamente. Esse negócio de treinar para manter doutrina é desperdício de dinheiro, porque o pouco que se mantem pode ser adquirido no futuro de forma rápida e mais barata.

  20. Quanto ao VF-1, considerando que a maior probabilidade é de que não teremos porta-aviões antes de 15 ou 20 anos, não adianta gastar hoje com operação embarcada, de um jeito ou de outro o conhecimento vai se perder. Quando e se o porta-aviões estiver quase chegando mandam-se alguns pilotos fazer o treinamento, dois ou três anos devem bastar, e o treinamento já faria parte do pacote de gastos com o eventual novo (ou usado) porta-aviões.
    .
    Para mim (e diversos outros foristas, já li em outros tópicos) o VF-1 deveria mudar o foco para ação anti-navio com base em terra, pensando num novo meio que possa utilizar mísseis, talvez adquirir usados daqui uns 6 ou 8 anos, para bem depois ver se consegue alguns Grippen. Já fiz uma pergunta por aqui, talvez não tenham respondido por ser muito idiota, mas: os F-5 podem ser usados nessa missão (anti-navio a partir de base terrestrre)? Assim, quando chegarem os Grippen, a Marinha podia obter alguns F-5 com a FAB, usando-os até que se consiga um meio mais adequado.

  21. Quanto à patrulha, acho que as forças estão naquela situação difícil, em que qualquer mudança gera um desequilíbrio orçamentário, melhor ser cauteloso e manter o que está funcionando sem muita mudança. Por ora, parece correta a decisão de não passar da FAB para a Marinha (apesar de que o ideal seria ficar na Marinha). A mudança pode ser objeto de estudos conjuntos (inclusive novos meios ou reforma dos P-3), mas não implementar por esses anos, pelo menos até conseguir avançar mais no ProSub e clarear a situação dos combatentes de superfície. Não dá para atuar em muitas frentes ao mesmo tempo…

  22. Quando a realidade muda, nossos paradigmas e convicções também devem mudar. É mais que sabido que o trinômio aquisição/operação/manutenção de um navio aeródromo é elevadíssimo, e somente países com necessidade imperativa de projeção de poder e/ou defesa de suas colônias ultramarinas tem que possuir tal meio. Em minha opinião, não é o nosso caso. Porém, há formas de se adaptar à nova realidade: o uso de porta-helicópteros. Com a recente aquisição do HMS Ocean (…….?) há que se desenvolver uma nova doutrina para emprego deste meio como por exemplo: emprego de aeronaves AWACs, anti-subs, lançadoras de mísseis anti-navio, superioridade aérea (apto a lançar mísseis BVR), escolta de outros helis em missões ASuW e ASW, e o que mais se fizer necessário neste novo contexto, para que sua operação se aproxime com a de um porta-aviões, porém com custos acessíveis.

  23. Os P-3 vieram praticamente de graça, mas a modernização foi bem cara. Com certeza temos menos de 8 em condições de voo em menos de 10 anos de utilização com problemas estruturais, isso surpreende negativamente. Valeu a pena?
    Seria melhor abandonar de vez os p-3, conforme forem ficando indisponíveis? sair gastando no minimo 30 milhões por aeronave e ter o mesmo problema daqui 6 ou 8 anos não parece viável…
    Ou é melhor gastar bem mais e ir de P-8? Custo de aquisição enorme mas por ser uma plataforma baseada em um 737-800 o custo de operação deve ser bem mais saudável que dos P-3 em longo prazo. Lembro ainda que o P-3 teve algumas panes de motor tempos atrás.
    O que acham? A Marinha iria aceitar essa bomba no futuro? Receber os P3 para patrulha naval, caso a missão seja transferida de força?

  24. Eu tiro por mim. Desde criança leio sobre os planos da MB,já estou velho,cansado e quase indo para o saco e é o mesmo dilema,não acontece nada!Esses caras vão lá se sobressaem no curso voltam e ficam a espera do P.A.Não sai nada se cansam e vão voar algo diferente,se reformam,morre e não sai nada.Mas não vejo necessidade de porta avião nenhum e sim uma aviação naval baseada em terra.Muito caro de se manter e operar o P.A deveria de ser deixado de lado e com o dinheiro economizado comprar um ótimo avião com uma grande autonomia e em pequeno número.Se tiver de ser o F35B que seja.O resto é mania de grandeza.

  25. Alguns colegas que participam do fórum a mais tempo e acompanham os orçamentos das FFAA devem desconfiar que um navio aeródromo só em longuíssimo prazo. Não existem meios usados para aquisição e a fabricação ou a encomenda de um pode chegar a bilhões de doláres ou euros. Para além disso, o Gripen Marine ainda é um proposta, ainda que o Gripen tenha excelentes capacidades de pouso curto, tornar um avião apto para operar no mar depende de uma série de aplicações e desenvolvimentos que demoram tempo e dinheiro e a India, ao que parece, necessita de 57 aparelhos, o que é um número razoável, mas que deve ser observado se é capaz de gerar viabilidade financeira para o projeto e um preço competitivo. Fora isso é o Rafale M, o F-18E/F e o F-35 que não são baratos e os Mig 29 e SuKhoi 30/33. Por isso, o Ocean foi um excelente negócio para a Marinha. Já para o futuro da aviação naval de asa fixa, é preciso esperar e ver…

  26. Infelizmente Porta Aviões para a MB agora e a curto prazo não é factível, temos que agradecer a oportunidade do Ocean, esperar a crise atual passar e condições financeiras mais favoráveis, daí sim um projeto de um PA nosso projetado pras nossas necessidades, quem sabe em 2040.

  27. Boa matéria mas poderia tratar dos dilemas gerais da Força … Lamento pela aviação de patrulha não vir para a MB, mas se as razões são, de fato, as que a matéria expôs, o Almirante Leal está correto em recusar.

    Sem prejuízo dos enaltecimentos aos resultados dos aviadores da MB em seus cursos de formação de piloto de caça, o que demonstra suas excelências profissionais, a aviação de caça, e por decorrência um NAe, são inúteis, repito, inúteis, volto a repetir, inúteis, tática e estrategicamente na MB, e assim seus custos envolvidos se tornam inexplicáveis numa Marinha de poucos recursos e outras demandas mais relevantes … Meus fundamentos são repisados em post anteriores.

    O Almirante Leal poderia fazer um favor a essa geração e desmobilizar todo e qualquer projeto de, ou relacionado à, aviação de caça na MB. Hoje e nos próximos 50 anos, para ser muito otimista, essa idéia não passa de uma megalomania irrealizável e todos sabemos disso …

    Então, não há que se falar, sequer, em “manutenção de doutrina” de algo que não se pensa em realizar nem a longuíssimo prazo. Isso é pura manutenção de adrenalina (para os pilotos) e manutenção de rotina (para a MB) … Só isso.

  28. Tenho a seguinte visão , deveríamos ter pelo menos três esquadrões para ataque e ou interdição ao longo de nossa costa sendo um sediado no 4 distrito , outro no nordeste e o outro no Rio de janeiro , pois convenhamos porta aviões ta difícil , agora aviões com misseis anti navios ao longo da costa já e outra coisa inibi operações anfíbias ou qualquer operação hostil seria extremamente perigosa e de custo elevado .

  29. Eu sinceramente não vejo nada de errado ou viagem na maionese o estudo ou planejamento para, no futuro, obter um par de navios de propósitos múltiplos / NPM (com convés corrido e doca alagável) de cerca de 27.000 toneladas, capazes de operar com cerca de uma dúzia de jatos F-35B quando em missão típica de NAe, como alguns comentaristas estão sugerindo.

    Eu mesmo sugiro isso há uns dez anos pelo menos, aqui mesmo neste espaço, como uma solução mais adequada, moderna e sustentável do que um novo navio-aeródromo de 50.000t com catapultas e cabos de parada, sendo a meu ver substitutos viáveis não só para o já desativado NAe São Paulo, mas também para boa parte dos navios de desembarque anfíbio em serviço (alternando-se os dois NPM nos papéis de NAe com F-35B e de navio de desembarque anfíbio com helicópteros e embarcações de desembarque).

    Mas, devido à maior crise econômica da história deste país, essa é uma sugestão para começar a pensar só daqui a uns dez anos, e começar a implementar daqui a uns quinze, isso se até lá a casa voltar a ficar em ordem.

    Então, pensando como desejo de longo prazo, não vejo isso como viagem na maionese, embora no curto prazo certamente seja.

  30. Menos meu povo, menos, falta papel higiênico, ar condicionado nos cafofos, comida é R$ 13,00 ao dia por cabeça, o fiel, o rancheiro, o mestre d`armas e o intendente se viram nos trinta, se têm pão, não têm queijo, se têm presunto falta o pão.
    F 35 B , Porta Aviões ? Vcs beberam muito no carnaval.

  31. Olha ,mesmo que me apedrejem , o A-12 ainda está parado, não seria interessante conservá-lo e daqui uns dois anos (espero já estarmos melhor assessorados politicamente pois dindin tem), revitalizar/modernizar o São Paulo e deixá-lo atual como os chineses fizeram???
    Teremos um bom navio para operar durante muito tempo e não perder a expertise adquirida .

  32. Sobre o tema específico da matéria, o foco da Marinha agora deve ser, principalmente, seus esquadrões de asas rotativas. É preciso estudar muito bem o custo-benefício de se manter por uns dez a quinze anos o VF-1 com suas aeronaves atuais modernizadas / a modernizar. Se for pensado como solução não só para manter doutrina, mas para efetivamente ser uma unidade de ataque naval de asa fixa bem equipada com mísseis antinavio, aí eu vejo sentido dentro da situação atual e dos próximos dez anos ou mais.

    A respeito dos 30 milhões de dólares para recuperação de asas etc de cada P-3 AM, essa não é uma estimativa que serve para todas as aeronaves. A situação de cada avião é bem diferente, assim como os custos envolvidos. Isso já foi discutido inúmeras vezes no Poder Aéreo.

    E sobre o Nilson que questionou a possibilidade de caças F-5M ex-FAB no VF-1, isso seria absolutamente inviável. Os caças vão voar na FAB até o limite (aliás, boa parte já passou desse limite), não têm nem nunca tiveram mísseis antinavio integrados (não sei se o Maverick chegou a ser algum dia empregado pelo F-5 em função antinavio), não têm espaço sob as asas para os mesmos (a não ser que sejam mísseis pequenos, de curto alcance) e o peso dessas armas é incompatível com a relação carga / alcance do avião. O F-5M tem no combate aéreo e no ataque ao solo em alcances curtos (com carga relativamente leve de bombas e foguetes) o seu melhor desempenho. Nessa função específica, antinavio, jatos A-4 modernizados seriam muito superiores ao F-5, pois apesar de também terem asa baixa, têm trem de pouso longo o suficiente para cargas de maior volume sob as asas, e relação carga / alcance muito melhor para missões de ataque – isso caso sejam realmente modernizados e venham um dia a ter mísseis ar-mar integrados, pois esse trabalho está devagar quase parando há muito tempo.

  33. Nilson 15 de Fevereiro de 2018 at 8:40
    .
    “(…) Para mim (e diversos outros foristas, já li em outros tópicos) o VF-1 deveria mudar o foco para ação anti-navio com base em terra, pensando num novo meio que possa utilizar mísseis (…)”

    Olhando o estrago causado pela aviação da ARA na guerra das Falkland a partir de bases terrestres, sou forçado a concordar com o colega Nilson, por que insistir na manutenção do ego desperdiçando energia num propósito, dito quase unânime neste fórum, de remotamente se operar um Nae num futuro longínquo, do que se concentrar na “realidade dos fatos” e aparelhar bases terrestres (com excelentes opções geográficas ao longo da enorme costa, inclusive opções insulares) aparelhar o VF-1 com vetores capazes de operar ataques anti navio com adequada autonomia e capacidade ofensiva.
    Penso que seria uma bela opção dissuasoria para qualquer força ofensiva.
    Inclusive lembrar da capacidade do Gripen de operar de bases não preparadas (rodovias da Suécia)…
    Não seria isso uma estratégia a ser considerada?

  34. Prezados…

    A “solução” para a MB é garantir a construção da classe ‘Riachuelo’ de submarinos e da futura classe de combatentes de superfície. Ponto…

    Oxalá se chegarmos a 2030 com as quatro ‘Tamandaré’, os quatro S-BR, três ‘Niterói’ revitalizadas, a ‘Barroso’ full e o SN-BR em construção… Nesse meio tempo, encerra-se a aviação de asa fixa da MB, dando baixa nos ‘Skyhawk’ e se livrando dos ‘Trader’, concetrando esforços na operação dos MH-16 e UH-15.

    Quanto a NAe, não haverá perspectíva disso pelo menos pelos próximos vinte anos, considerando a construção e entrada em serviço do ‘Álvaro Alberto’ até 2035. E daqui pra lá, muita coisa certamente mudará…

    Por enquanto, o máximo que se pode pensar é ( daqui a duas décadas, quando o SN-BR estiver entregue ) em iniciar a construção de um legítimo LHD, que venha a substituir os dois vasos anfíbios supracitados e que tenha a perspectíva de operar com aeronaves V/STOL, prevendo operar em conjunto com outras marinhas que detenham tal meio ou incorporando alguma aeronave adequada que haja disponível, se for possível; e lembrando que deter um LHD não excluí a possibilidade de se contar com um NAe. E lembrando que aí já estamos entrando na “futurologia”…

  35. Acredito que a prioridade MB pelos próximos 15 anos será o ProSub e a recomposição da esquadra. A partir daí ela poderá pensar de forma mais consistente em aviação naval embarcada.
    Não obstante, quais são as suas opções? No tocante ao porta-aviões, um de segunda mão é a única alternativa viável. Como a MB é tradicional, não deverá optar por navios com sky jump, restando o Charles de Gaulle – porém, a experiência negativa com o Foch pode desestimular a aquisição de um novo PA francês, embora a culpa seja mais da idade do que da procedência.
    Entre os caças navais existentes e futuros, temos o F-18, o Rafale, o F-35 e – talvez no futuro – o Gripen naval.
    Assim como o PA, a opção da MB deve ser por um caça marítimo usado, o que restringe as opções a, basicamente, o F-18, o que exigirá rigorosas inspeções visto que o uso em ambiente naval sacrifica muito a célula da aeronave. Caso ela queira um caça novo, as opções podem ser o Rafale, o F-35 e o Gripen naval. A única vantagem do Gripen naval seria o fato de ser fabricado localmente, mas haveria os custos de desenvolvimento do projeto, visto que esta versão não existe. Sendo assim, qualquer das três opções de caça naval novos seriam muito caras.

  36. Não lembro quem disse que o SN-BR iria enterrar a Esquadra… Mas o fato é que quem quer que dito, chegou próximo da verdade… Vejam bem: a Esquadra certamente não encontrará seu fim, mas não tenho dúvidas de que deverá sacrificar meios e pessoal ( no mínimo, não poderá crescer sua massa humana ), se quiser manter um mínimo de operacionalidade. E isso, temo eu, irá começar pela aviação ( provável extinção da asa fixa, como disse acima ), passando pelo “arquivamento” dos planos de se operar com escoltas maiores ( acima de 5000 ton. )… Enfim, creio que não se pode mais negar que a Esquadra irá encolher ao final desse ciclo de renovação…

    Por outro lado, se pensarmos direito, até que não é um desastre… A capacidade de projeção de força já está assegurada com o ‘NDM Bahia’ e o ‘ex-HMS Ocean’, além do ‘Gastão Motta’, mesmo considerando a baixa e a não reposição dos ‘NDCC’. E as asas rotativas foram repostas e elevadas a vanguarda com as aquisições de ‘Seahawk’ e ‘Caracal’ ( cujos exemplares que não são originalmente dotados de capacidade ASuW, são conversíveis para tal ). Ou seja, a Força perde números em vasos de superfície, mas ganha em qualidade, ao passo em que aumenta suas asas rotativas e mantém a capacidade de negação com uma FORSUB renovada e reforçada pelo SN-BR…

    Uma classe quatro bons combatentes, que desloque até umas 3800 toneladas full, já garante uma força de superfície respeitável para a nossa zona de interesse imediato ( ZEE ), se somada a mais uma classe de vasos em número equivalente e mesmo de menor deslocamento.

    Para a MB, minha maior preocupação é uma força de contra-minagem. Isso NÃO PODE FALTAR…! Pode-se ter os melhores navios que de nada vai adiantar se eles não puderem deixar o porto…

  37. Tal vez seja viajem minha mas, acho que a MB deveria comprar um pacote de 12 Gripen E/F pra treinar pilotos formando uma Aviação Naval baseada em terra mas com vetores modernos, capazes de engajar alvos tanto em terra, superfície e ar, com capacidade de lançamento de misseis padronizados com a FAB tanto os vetores quanto ao armamento, pra reduzir os custos e aumentar a operacionalidade dos mesmos. Desta forma, os novos pilotos estariam adaptados a operar novas tecnologias e, se algum dia realmente existir esse tal de Gripen Marine, já estarão familiarizados com o vetor.
    Pensar em comprar F 35, NAE ou coisa similar nos próximos 15 anos, apenas aceleraria o afundamento da frota que precisa de renovação urgente mas (pelo que se debate na trilogia) conta as moedas pra tentar adquirir novos vasos pra manter a operacionalidade.

  38. NUNÂO

    “(não sei se o Maverick chegou a ser algum dia empregado pelo F-5 em função antinavio)”

    Mas os F5M da FAB tem capacidade de ataque ao solo com misseis? Pergunto pois tinha entendido que não existiam na FAB (a exceção dos P3) aeronaves de assa fixa com capacidade de ataque ao solo com misseis.

    • Glasquis,

      Nesse caso do emprego do míssil Maverick estou me referindo a F-5 em geral, não em F-5M da FAB especificamente. O F-5M da FAB não emprega mísseis de ataque ao solo.

  39. Tomcat37, você não leu aquela entrevista do Leal Ferreira ao Roberto Lopes dizendo que para reformar o NAe SP os franceses cobrariam US$ 1,5 bi e não havia garantias de que funcionaria direito?

  40. As ilhas no nosso mar territorial não poderiam abrigar unidades de aviação de patrulha e de ataque?
    Não seria melhor que um porta aviões,já que a missão das forças armadas é de defesa?

    • cwb,

      Esse assunto já foi discutido à exaustão em outras matérias, inclusive algumas recentes que ainda estão na primeira página. Dê uma lida nos comentários da matéria anterior que tem foto do HMS Ocean.

  41. Minha saída pra esses dilemas:
    .
    Trader vai vir… Mas não faz mais sentido. Usa-se como der e como puder. AAR, lançamento de paraquedistas, logística…
    Lá na frente, substitui os Trader por Osprey.
    .
    A-4KU ainda é útil e não temo aeronaves de sobra pra ficar descartando estas. A situação da FAB não é boa, vai demorar quase que a vida útil dos A-4KU para a FAB se estabelecer com as novas aeronaves.
    Modernizam-se 06 unidades. Que usem pelos próximos ~10 anos. Lá na frente, contratem um primeiro lote de míseros 06 F-35B e mandem pilotos para treinar nos EUA. Não é um absurdo…
    .
    P-3 é a aeronave mais importante dessas citadas. MD/FAB/MB já deveria estar pressionando o GF a bancar o desenvolvimento e a compra do “mítico” P-190, para iniciar a substituição dos P-3.
    .
    NAe é uma ilusão, infelizmente.
    Vamos precisar colocar algo na água lá por 2035, Navios para substituir Bahia e Ocean. Que seja um par de NPM. Substitui muito bem o LPD e o LPH, supri a demanda das operações anfíbias e vira plataforma de operações para os V-22 e os F-35B.

    • “Bardini em 15/02/2018 às 11:13”

      É por aí, Bardini, bem resumido e concordo com a maior parte dos pontos e possibilidades / prazos.

      Apenas tenho dúvidas da viabilidade (não como ideia ou projeto, mas financeira / vendas) de um P-190. A própria família E-99 / R-99 / P-99 teve menos sucesso de vendas do que o esperado (ainda que tenha trazido grandes vantagens operacionais e bom custo-benefício à FAB) então sou cético sobre a real viabilidade de um P-190, seja para a FAB ou MB, ainda que pensando numa família que tenha versões de comando e controle e de sensoriamento (para as quais a FAB não teria condições tão cedo de absorver)

  42. Srs
    A primeira questão é se precisamos ter uma aviação embarcada.
    Partindo do pressuposto que precisamos, o caminho possível e de menor custo ainda é fazer uma modernização do A12. Segundo o divulgado, o custo estimado seria de 1 bilhão de dólares para fazer a modernização conforme o projeto da DCNS. Ora, há outros fornecedores passíveis de fazer tal reforma (USA, China, Itália) que poderiam realizar tal trabalho sem substituir o sistema atual de propulsão a vapor por motores elétricos e geradores diesel (Com isto também não existiria o estranho receio da MB que a modernização não funcionasse).
    Mas, mesmo que custasse o bilhão indicado e durasse mais que os quatro anos previstos, sairia mais barato que comprar um novo. Quanto ao valor envolvido, ele pode ser financiado pelo Tio Sam ou pela China em condições melhores do que as condições assumidas no negócio dos submarinos.
    É óbvio que decidida a modernização do A12, seria preciso dar continuidade a modernização dos A4 e adquirir, posteriormente, um verdadeiro caça, e tocar pra frente o projeto dos AEW na plataforma dos S2. Tanto os AEW quanto os novos caças, custariam mais algum din din, mas também poderia ser financiado e diluído ao longo de um bom tempo. Na verdade, se bem negociado, não pesaria, no momento, no orçamento da MB.
    Por exemplo, a MB poderia negociar com a SAAB o Gripen Naval nos mesmos termos que a FAB fez, com financiamento e inicio dos pagamentos após a entrega. Isto jogaria tais custos do meio da próxima década para frente, depois do dispêndio do PROSUB.
    Ou seja, não é tão difícil assim se houver a vontade necessária.
    Outra possibilidade mais ambiciosa seria a negociação com a Itália de um pacote, uma compra casada onde entrassem a compra de navios novos (6 FREMMs e 2 NAes – Cavour ampliados com Emals) com a alguns navios usados onde entrariam o Garibaldi e, com boa conversa, os La Penne.
    Novamente, tal solução exigiria um financiamento com um período de carência que colocasse os primeiros pagamentos para depois de 2024. É claro que o Garibaldi precisaria vir com Harriers (isto é possível pois a Itália deve começar a receber os F35B).
    Se esta solução fosse bem amarrada, a MB poderia ficar com o Garibaldi até receber os dois novos NAes e manter, portanto, a capacidade de operar aviões embarcados e já obter uma boa melhora na capacidade da esquadra.
    Se quiserem expandir as possibilidades (sonhos) seria possível fazer as duas coisas: recuperar o A12 e adquirir o Garibaldi e seus Harriers. Com isto a MB adquiriria a proficiência de operar os dois tipos de navios bem como de aviões e estaria provida de meios para representar uma força naval digna de respeito no Atlântico Sul já na próxima década.
    É um sonho? Em termos, pois depende mais da vontade e de bons esforços de negociação do que de dinheiro disponível no momento.
    E, apesar de exigir coragem e persistência do comando da MB , é uma abordagem muito mais sensata do que ficar queimando dinheiro na formação de pilotos navais sem ter os meios para eles exercerem sua função.
    Quanto a questão da aviação de patrulha, pelas atuais regras do jogo, ela deve continuar com a FAB que terá que descascar o problema da manutenção dos P3. Cabe observar que os valores citados para a manutenção dos P3 parecem muito fora da realidade, se considerarmos que seriam apenas uma questão de troca de partes estruturais, aliás, que poderiam ser feitas nos PAMAs.
    Sds

  43. Pergunta P-8 não seria viável para substituir os velhos P-3?…. ou se for o caso não há nos excedentes dos EUA P-3 usados em melhores condições de uso que possam se manter operacionais por tempo suficiente até termos condição de operar algo melhor ,ou até mesmo a FAB associada a Embraer desenvolver uma versão do E-2 destinada a patrulha.

  44. Raciocínio pés no chão vou com ;
    Bardini 15 de Fevereiro de 2018 at 11:13

    Raciocínio pés no chão com muita impossibilidade vou com ;
    Control 15 de Fevereiro de 2018 at 11:52

    Mas prefiro a junção das duas opiniões.

  45. Bardini 15 de Fevereiro de 2018 at 11:13 , já estava aflito, pensando ter perdido a assinatura de um novo PROSUPER. Afinal já estávamos com NAe nuclear e dois esquadrões de F-35 e eu ainda decidindo se lamento ou não o fim da carreira do NAe São Paulo…

    Bardini, como de costume você “atacou” com seus cálculos e foi realista. Imaginar algo diferente disso que você descreveu só será possível em um Brasil muito diferente do atual, que levará tempo para construir.

    Entre os sonhos de um poder aeronaval para projeção de força e a realidade do PROSUB e seu SNA (Oxalá sejam 3!!!), prefiro este último. Ao menos está caminhando. Nossa vocação não é levar a guerra ao inimigo, mas sim defender nossa Nação. Eu também gostaria muito de ter 4 SNAs, 12 SBR e uma trinca de NAes de umas 60.000 toneladas cada, escoltados por contratorpedeiros de 10.000 toneladas e fragatas de 6.000 toneladas, mas a idade já não me permite sonhar sonhos impossíveis.

    São tantas as necessidades, há tanto por fazer (e nas 3 forças!!), que sugerir determinadas soluções não passa de devaneio, espero que juvenil, o que lhes justifica, afinal já fui assim.

  46. “P-8 não seria viável para substituir os velhos P-3?”
    .
    É o substituto natural do P-3. Mas é caro. Coisa de mais de U$ 250 mi a unidade…
    .
    Se um P-190 custar a metade de um P-8A por unidade, é capaz de ser mais vantagem, mesmo que não venda pra mais ninguém.
    .
    Uma solução talvez seria comprar um mix. Alguns P-8 substituem todos os 09 P-3 e algo como o Persuader complementa, substituindo os Bandeirulha.
    Provavelmente isso diluiria o custo dos Poseidon. Também diluiria a capacidade de combate, claro.
    .
    Em um sistema de defesa A2/AD, essa aeronave é um dos sistemas mais importantes.

  47. Control,
    US$ 1,5 bi, no mínimo, pois essas reformas costumam sair mais caras do que o orçado inicialmente. E tudo isso num navio velho
    .
    P-3 – precisa comprar asas novas para o P-3. Se ficar remendando, toda hora vai ter que remendar e fazer essas coisas no PAMA não é barato. Fora que aumentam as chances de ter um sinistro.
    .
    Vai gastar mais quanto para modernizar e dotar de um míssil anti-navio o A-4? Meia dúzia de unidades? Para serem usados quantos anos?
    .
    Sei que muitas pessoas tem apego por coisas antigas, mas lata velha reformada não ganha guerra.

  48. A fim de manter a qualificação dos aviadores navais e de formar futuros, o melhor seria adquirir um esquadrão de SH (usados ou não) e operar a partir dos PA da US Navy.

    Talvez aproveitar o acordo Embraer/Boeing.

  49. A única chance razoável de termos dois navios porta-helicópteros capazes de servirem às operações anfíbias da Marinha e apoiar a aviação fixa antes de 2025, aí colocada como um esquadrão pequeno de F-35B, seria comprarmos os dois Classe Tarawa que estão parados na US Navy. Navios de quarenta anos com turbinas a vapor e sem manutenção há três anos.

    Acho que até reformar o véio de guerra São Paulo dá menos dor de cabeça.

    Ou arranjamos dinheiro para dois NAe’s com seus Gripens, tudo novo, ou não teremos aviação embarcada antes dos pilotos que foram treinar na US Navy se aposentarem. A questão se resume, novamente, às restrições orçamentárias, e como continuarão moendo o orçamento com pessoal nada mudará tão cedo.

  50. Não vejo vantagem em integrar um caro míssil anti-navio aos A-4, como Harpoon ou Exocet…
    Se precisar atacar algum navio, que se use o H225M com seus dois AM-39 Exocet.
    .
    Para os A-4, não tem muito que fugir disso:
    http://a4skyhawk.info/sites/default/files/images-a4-unknown/a4k-ddmmm90-post-kahu-weapons-rnzaf-official-oh-91-53-57.jpg
    Comprar um pequeno pacote de Maverick talvez fosse uma saída de baixo custo.
    Talvez seria melhor apenas investir em um pacote de guiagem para as bombas Mk 82.
    Talvez o básico seja míssil IR e bombas burras. Melhor ter isso do que não ter nada.
    Quem sabe?
    .
    Fato é que o A-4 ainda é um Atacante muito bom para o nosso cenário Latino. Modernizado é tão bom ou até melhor que o AMX…

  51. Pelo que entendi, a proposta do Bardini (15 de Fevereiro de 2018 at 11:13) é a seguinte:
    – continua modernizando os Trader quando chegarem usa para o que for possível;
    – continua a modernização de mais 6 A-4 e continua usando da mesma forma atual por 10 anos;
    – continua o descomissionamento do São Paulo;
    – pressiona pelo desenvolvimento do P-190 para substituir os P-3; (ponto que foi contestado por provável inviabilidade de escala, teria que reformular essa parte)
    – planeja-se para daqui uns dez anos (2028) mudar os vetores aéreos (6 F-35 – seria B? – no lugar dos 7 A-4 e V-22 no lugar dos 4 Trader, preparando para transição rumo a NPM) e daqui uns dezessete anos (2035) incorporar 2 navios (provavelmente NPM) no lugar do Ocean/Bahia.
    Fica clara a ideia de manter mais ou menos o que já está em andamento e mandar para o futuro (após ProSub?) as mudanças mais caras.
    OK, alguém se habilita a calcular os custos?? (não estou falando por ironia, o objetivo é mesmo avaliar quanto custaria a proposta, para comparar com outras que apareceram ou apareçam). É uma ideia concreta que abrange quase a totalidade da questão, pode mesmo ser usada como ponto de partida para análises.

  52. O Gripen tbm pode suprir a MB de um bom vetor antinavio baseado em terra pois já tem em sua gama de armamentos incluído míssil com esta finalidade.
    O RBS 15 mkIII tem +/- 200km de alcance somado aos 1300+/- km de alcance do Gripen E conforme gráfico abaixo, postado em matéria no Poder Aéreo, já da pra segurar a onda legal no caso de não termos mais porta aviões .
    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/07/alcance-gripenNG-580×518.jpg

  53. Realmente é válido possuir os P3 e até seria interessante construir mais R-99 da Fab, este ultimo dizem que foi essencial para achar destroços do avião que caiu no mar.
    Acho que um país com tamanho e riquezas como o Brasil, deveria ter mais caças tanto da Fab quanto a MB. Um F35 é mais custoso que um gripen, e para um Skyhawk mesmo que modernizados não dara conta de enfrentar um adversário tão modernos, não apenas caças mais a própria corvetas freem, 054 entre outras…
    Persistir com os skyhawks é dizer para o piloto entra em combate e esqueça de voltar, serão os novos kamikazes, sem meio de se defender frente as armas mais modernas.

  54. Renato de Mello Machado 15 de Fevereiro de 2018 at 9:30
    “Eu tiro por mim. Desde criança leio sobre os planos da MB,já estou velho,cansado e quase indo para o saco e é o mesmo dilema,não acontece nada!”

    Os planos da defesa Brasileira são como os de Pink e Cérebro para dominar o mundo,nunca dão certo…
    Na computação 3D e na maquete somos foda,mas para transformar em realidade são outros quinhentos.

  55. “O Gripen tbm pode suprir a MB de um bom vetor antinavio baseado em terra pois já tem em sua gama de armamentos incluído míssil com esta finalidade.
    O RBS 15 mkIII tem +/- 200km de alcance somado aos 1300+/- km de alcance do Gripen E conforme gráfico abaixo, postado em matéria no Poder Aéreo, já da pra segurar a onda legal no caso de não termos mais porta aviões .”
    .
    Não concordo. Não precisamos comprar Gripen para a MB. Precisamos de mais Gripen na FAB. Aí sim…
    Para ataque naval, basta a FAB comprar os mísseis e deslocar suas aeronaves para a costa.
    .
    Baseado na costa, para função ASW/ASuW/EW, precisamos de uma aeronave de longo alcance, como o P-3 ou melhor, para exercer SAR, patrulha, missões de ataque, coleta de dados e etc. É uma peça fundamental para defesa da costa a longa distância.

  56. Juntando as informações de Glasquis7 15 de Fevereiro de 2018 at 10:36 e Tomcat3.7 15 de Fevereiro de 2018 at 13:26, é uma segunda proposta concreta:
    – um pacote de 12 Grippen E/F para um esquadrão naval com base em terra, e não se fala mais em porta-aviões, pois a cobertura dada pelo Grippen seria mais do que suficiente para função defensiva (inclusive para cobertura da esquadra), dada a grande autonomia do meio.
    .
    Nesse caso, entendo que não se falaria também em NPM, pois não existiria o F-35B, parece que não dá para ter os dois num horizonte de uns 20 anos).

  57. Bardini 15 de Fevereiro de 2018 at 13:38

    Não concordo. Não precisamos comprar Gripen para a MB. Precisamos de mais Gripen na FAB. Aí sim…
    Para ataque naval, basta a FAB comprar os mísseis e deslocar suas aeronaves para a costa.

    Concordo, e insisto no E-190 pra substituir o P-3 ou dar um tapa no escorpião e comprar uns 10 P-8 Poseidon.

  58. “um pacote de 12 Grippen E/F para um esquadrão naval com base em terra, e não se fala mais em porta-aviões, pois a cobertura dada pelo Grippen seria mais do que suficiente para função defensiva (inclusive para cobertura da esquadra), dada a grande autonomia do meio.”
    .
    Nem o Gripen ou qualquer outro caça partindo de terra pode fazer a cobertura da Esquadra. Não é viável. Nem com REVO.
    .
    Mais vale “pegar o dinheiro” desse 12 Gripens e comprar “o que der” de P-8A. Se teria uma aeronave capaz de realizar SAR, ASW, ASuW, EW e etc… Muito mais útil.

  59. Então poderia ser feita uma 3ª proposta:
    – não se fala mais em porta aviões nem F-35 em NPM, pois os Grippen da FAB, devidamente armados, seriam suficientes para a cobertura aérea, tanto em caso de ameaça naval ao nosso país quanto em caso de necessidade de projeção de poder nas fronteiras marítimas;
    – a MB deixaria de ter aviação de caça e/ou ataque e se concentraria em um esquadrão de P-8 (ou similar) para patrulha e eventual necessidade de ataque a navios e submarinos.
    Lembrando que, seja FAB ou MB, terá mesmo que haver uma evolução dos P-3, então essa proposta é a mais simples de todas, não pesquisei quanto ao preço.

  60. Nilson 15 de Fevereiro de 2018 at 13:43

    Conforme o Bardini exemplificou, fica mais lógico os Gripen nas mãos da FAB ,mas o F-35 B num futuro pra MB operar no CFN em navios de assalto anfíbio(NPM) tbm ficaria bom demais. Mas se pensarmos no poder da aviação de asas rotativas em matéria de apoio aéreo e antinavio ae creio que melhor é investir em Sea Hawk, Linx(no caso AW-159 Wildcat que acaba de receber um sistema para mísseis e foguetes que lembra as “asas” do Apache e pode levar o míssil antinavio Sea Venom ), H-225M(Exocet e sistemas de armas como canhões e foguetes e se não me engano mísseis ATGM tbm).

  61. Pessoal, a MB não tem necessidade de um porta aviões. A nossa Constituição proíbe atos de agressão à outros países e um NAe é exatamente isso, um navio ofensivo. Seria muito mais útil, como disseram acima, tornar o VF1 um esquadrão de ataque baseado em terra e focar no que realmente importa: fragatas, corvetas, navios de patrulha e principalmente, submarinos. Leio os comentários sobre comprar F-35 ou P-8 e se esquecem que os EUA possuem uma política de não fornecer à países latino-americanos equipamentos militares de primeira linha.

    Com relação à própria Marinha, fico cada dia mais surpreso pelo nível de amadorismo administrativo de seu comando. Será possível que até hoje eles não tem capacidade de formular um plano realista de longo prazo para atender às necessidades da MB e segui-lo até o fim? É lamentável!

    • “Daniel Ricardo Alves em 15/02/2018 às 13:57
      A nossa Constituição proíbe atos de agressão à outros países e um NAe é exatamente isso, um navio ofensivo.”

      Daniel,

      Não é bem assim, isso seria uma simplificação. Um navio-aeródromo pode agir ofensivamente contra outros navios e para defender uma força-tarefa de ataques aéreos de outra esquadra, dentro de uma estratégia defensiva, assim como navios anfíbios, que são considerados meios ofensivos e que a MB dispõe e quer continuar a dispor, também podem se enquadrar nessa estratégia.

      Sugiro a leitura da matéria abaixo, que sintetiza o pensamento da Marinha a esse respeito consolidado ao longo de muitos anos, e que aborda perto do final do texto essa questão constitucional e como esses meios se enquadram nela:

      http://www.naval.com.br/blog/2016/01/27/navio-aerodromo-capitania-de-esquadra-balanceada-para-o-brasil/

      “Com relação à própria Marinha, fico cada dia mais surpreso pelo nível de amadorismo administrativo de seu comando. Será possível que até hoje eles não tem capacidade de formular um plano realista de longo prazo para atender às necessidades da MB e segui-lo até o fim? É lamentável!”

      Muitos planos foram elaborados e seguidos ao longo de toda a história da Marinha. O PROSUB é um plano de longo prazo que vem sendo seguido, por exemplo. Outros foram atropelados pelas circunstâncias e reelaborados. Os planos sempre são feitos e existem, a realidade é que muda.

    • “Art em 15/02/2018 às 14:05
      O E-190E2 não sairia mais barato que o P-8?”

      Teoricamente sim, inclusive custos de operação, mas será preciso investir pesado no seu desenvolvimento, pois ele ainda não existe, e a pequena escala também pode atrapalhar, levando a um custo total maior do que a aquisição e operação de P-8 “de prateleira”.

      Eu não sou contra o desenvolvimento local de aeronaves para a FAB, MB etc, pelo contrário, isso é estratégico, gera spin-offs, melhor capacidade de manter e aprimorar esses meios e servir de base para novos projetos.

      A questão é a quantidade de projetos de desenvolvimento que se pode manter ao longo do tempo. Não dá pra fazer tudo junto. Hoje temos KC-390 no qual foi investido em seu desenvolvimento, assim como a parcela de custos de desenvolvimento que nos coube para o Gripen E, neste caso num financiamento que ainda terá que ser pago. E isso só na FAB. Somando PROSUB e programa da classe Tamandaré da Marinha, programas como o Guarani do EB e de futuros blindados, tudo isso deixa pouca margem a novos programas antes que estes entrem em fases de menor desembolso.

      Deverá haver outras prioridades na próxima década e, creio eu, poucas verbas disponíveis para investir no desenvolvimento de um P-190. A não ser que a Embraer o desenvolva com recursos e riscos próprios, o que não é a norma do mercado de defesa, que em todo o mundo depende de verbas de governos (desenvolvimentos 100% privados de aeronaves militares são exceções, e não a regra).

  62. Na guerra das Malvinas, os skyhawks foram de grande valia no meio naval. Uma vez que manteve afastada a esquadra inimiga do continente durante um tempo.
    A Fab dara conta do combate no espaço aéreo em terra e no oceano? Difícil !
    Se a MB tivesse um NAe duradouro com seus caças , em combate seria interessante circular em alguma ilha tipo Noronha contendo o avanço do inimigo caso se for um país europeu, até que os caças da Fab pudessem chegar a tempo . Manteria o inimigo longe da Costa!

  63. Os EUA fornecem sim o P-8 e o F-35.Agora precisa é ser um governo sério.Como vender armas de primeira linha a um país que pode ser governado por bolivarianos já na próxima eleição?Esse P-8 é um puta avião hein? Se por acaso viesse seria uns seis?

  64. Como é que tem gente que ainda defende obter o f35?? Aquele avião é uma nova versão do “fazedor de viúvas”. Totalmente superestimado,não cumpre metade do que promete,é caro e pouco seguro de operar. Os países que o compraram ou estão arrependidos ou compraram por pressão política de lobby e ainda tem gente que vem defender essa aeronave…..

    • “Como é que tem gente que ainda defende obter o f35??”

      Dodo,

      De minha parte falo de uma eventual compra de F-35B daqui a uns 15 anos.

      Se até lá não resolverem os problemas da aeronave, óbvio que não valeria a pena.

      “Outra coisa,a MB não precisa de NAe’s enquanto a política de defesa brasileira for defensiva.”

      Isso é simplificar demais as coisas. Dê uma olhada no link que passei como resposta a outro leitor, mais acima, sobre esse mesmo tema. Política defensiva não exclui armas ofensivas (mesmo porque, a princípio, qualquer arma é ofensiva).

  65. Daniel Ricardo Alves 15 de Fevereiro de 2018 at 13:57

    Usamos o mesmo obuse auto prop que o tio Sam entre outros equipamentos.
    A questão não é só a MB,EB ou FAB , a questão é a falta de vontade política de nossos governantes a décadas, nos vender o de melhor creio que o titio Sam e ou Putinsk,Lin etc nos vendem na moral, nós é que nem chegamos a buscar a compra de tais equipamentos. Creio que quanto melhor equipados, e assessorados politicamente ,estivermos pra manter a estabilidade na AL melhor pro tio Sam poder cuidar de suas ambições mundo afora sem preocupar com a AL.

  66. Outra coisa,a MB não precisa de NAe’s enquanto a política de defesa brasileira for defensiva. Qual o sentido para um país que possui toda uma doutrina militar de defesa territorial vasta e um baita de uma grana com um porta aviões? Diferentemente de um porta helicópteros,esses não tem utilidade em missões de paz,desembarques anfíbios,apoio científico,base móvel de serviços médicos etc…

  67. Wellinton 14:27, beleza o lance do Skyhawks foi isso mesmo mas não com PA.A simples menção de sub-nuclear no T.O manteria qualquer navio nos portos.A não se que tenha algo para contrapor,e foi isso que aconteceu nas Malvinas quando o 25 de maio saiu de lá rapidinho.

  68. Renato de Mello Machado 15 de Fevereiro de 2018 at 14:51

    Agora sim entrou na questão o meio dissuasor naval principal , o sub nuclear e mesmo os sub’s convencionais . Uma boa quantidade deles já inviabiliza qualquer tentativa de incursão inimiga por via marítima .

  69. ADRIANO M.
    Claramente vc não anda acompanhando mto o mundo militar,todos os planos feitos pela marinha em relação ao produz por exemplo estão sendo seguidos a risca de como foram elaborados a 10 anos,sendo o s40 Riachuelo o resultado disso. Outros exemplos são os kc390,o guarani,o a29 super tucano,o astros 2020 e outro sistemas que foram desenvolvidos no Brasil. Portanto pare de pensar como um _________ e abra os olhos para as notícias militares

    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ATAQUE OUTROS COMENTARISTAS. É PERFEITAMENTE POSSÍVEL DEBATER SEM PARTIR PARA OFENSAS PESSOAIS QUE SÓ ATRAPALHAM A DISCUSSÃO. PRIMEIRO AVISO.

  70. Prezado Robsonmkt,

    A legislação francesa proíbe a transferência de tecnologia ou meios nucleares. Assim, a menos que mudem sua legislação, não poderão vender o PA Charles de Gaulle.

    Quando da assinatura do PROSUB, foi necessário explicar ao congresso francês todo o programa para que este aprovasse, com a condição da DCNS (atual Naval) não contribuir em nada com a parte nuclear do Álvaro Alberto.

    Abraços

  71. F-35B é uma aeronave excepcional, que vai modificar a Guerra Naval. No momento está apenas sendo introduzido. Na década de 30, certamente será um vetor maduro e em plena forma.
    .
    Embarcado, seria muito mais do que uma mera aeronave dedicada a ataque e defesa. Isso é uma visão meio que limitada das suas capacidades.
    Com a sua suíte de sensores do F-35B, ele seria uma fenomenal aeronave para assegurar a Esquadra, capacidades EW e ISR de ponta.
    .
    Não temos o que comprar F-35B agora ou em grandes quantidades. O que podemos fazer é comprar lá na frente, uma quantidade para equipar um Esquadrão, quando o vetor já estiver estabelecido e em plena operação.

  72. Um caça da conta de quantas fragatas ou corvetas?
    Se multiplicar a quantidade de caças frente aos navios inimigos . O país A com todos os meios navais menos um Nae com caças contra o país B com mesmas quantidades de navios e submarinos porém com um Nae e mais de 40 caças ,acho que já sabemos quem venceu ao menos em tese.

  73. Prezados,

    Aquele projeto de NAe previsto para o PRONAE, com 55.000t , CATOBAR, está sendo integralmente revisto na DGePM e não há qualquer definição sobre como será o futuro navio-aeródromo da MB.

    Abraços

  74. O problema de deixar para a FAB fazer a defesa de ataques navais é que, a despeito de por um longo tem exigir o monopólio sobre as asas fixas, ela não considera isso uma prioridade. Demorou três décadas a mais que a Argentina (a Argentina, meu Deus!) para comprar um míssil anti-navio e sequer sei se foram realmente comprados e entregues. Também não dotou o AMX e não há planos de dotar o Gripen com essa capacidade. Ou seja, ou a MB compra navios para defender sua frota e o espaço aéreo sobre o mar, ou ficará na mão e virará alvo fácil de um agressor estrangeiro.
    .
    No mais, a compra de P-3, P-8, P-390 ou P190 não exclui a compra de Gripens, pois estes tem capacidades diferentes daqueles.

  75. Fernando “Nunão” De Martini 15 de Fevereiro de 2018 at 14:50

    Eu entendo a posição,mas acredito que deveríamos focar nosso poder industrial e economico para o desenvolvimento de submarinos e fragatas,são no fim das contas os peões da linha de frente de um combate naval. Até porque um bom comandante de submarino equipado com um bom submarino é o terror de qualquer strike group

  76. Por isso que eu acho que a MB está dando uma tacada genial com o prosub,na minha opinião o maior e mais impprtante programa militar naval de todo o hemisfério sul do globo nesse momento

  77. “No mais, a compra de P-3, P-8, P-390 ou P190 não exclui a compra de Gripens, pois estes tem capacidades diferentes daqueles.”
    .
    A compra de Gripen exclui a compra de outras aeronaves para MB, pq não existe dinheiro pra tudo. Melhor colocar o dinheiro que surgir na aeronave mais útil possível, ou seja, Patrulha.

  78. Rafael oliveira.
    Tmbém não dotou o AMX e não há planos de dotar o Gripen com essa capacidade

    Está enganado amigo,o amx possui sim capacidade de operar mísseis anti navio,inclusive este participou no último exercido aspirantex 2018 fazendo justamente essa função de ataque naval. Quanto ao gripen,este já vem produzido para utilizar míssil anti navio,se vc for pesquisar seu “ordinace” ver a que ele pode operar esse tipo de míssil pra ataque naval.(incluiveestive na LAAD 2017 e lá ele estava equipado com esse míssil anti navio que agora não sei dizer o nome,acho que era um sueco)

  79. “Eu entendo a posição,mas acredito que deveríamos focar nosso poder industrial e economico para o desenvolvimento de submarinos e fragatas,são no fim das contas os peões da linha de frente de um combate naval.”
    .
    Fragatas são apenas alvos sem cobertura aérea e submarinos são quase inúteis sem aeronaves dedicadas a função ISR.

  80. Bom, de tudo que foi falado, o único ponto que parece consensual é que não teremos um porta-aviões ou NPM pelos próximos 15 ou 20 anos e, portanto, não faz sentido gastar com capacitação de pilotos para esse tipo de operação.
    O restante depende de quanto dinheiro haverá para temperar a maionese.
    Comprovando o acerto do articulista ao afirmar que a Aviação Naval encontra-se em um dilema (o que já era imaginado, foi ótimo ter articulado).
    Acho que com tantos outros problemas em andamento a administração atual vai ter que deixar como está para ver como é que fica…

  81. “stá enganado amigo,o amx possui sim capacidade de operar mísseis anti navio,inclusive este participou no último exercido aspirantex 2018 fazendo justamente essa função de ataque naval. ”
    .
    Quando que a FAB disparou um míssil anti-navio a partir de uma A-1M?
    .
    ” Quanto ao gripen,este já vem produzido para utilizar míssil anti navio,se vc for pesquisar seu “ordinace” ver a que ele pode operar esse tipo de míssil pra ataque naval.(incluiveestive na LAAD 2017 e lá ele estava equipado com esse míssil anti navio que agora não sei dizer o nome,acho que era um sueco)”
    .
    A FAB não comprou nenhum míssil para essa função.

  82. “Fui pesquisar aqui e achei o nome do míssil: RBS-15F antinavio(que o gripens pode operar)”
    .
    Podem operar, mas não está no pacote de armas da FAB.

  83. Bardini,fragatas possuem sistemas anti aéreos,sendo que muitas são utilizadas com a função de escudo anti aéreo(durante as olimpíadas por exemplo foi feito isso na costa do Rio,daqui de casa vc via fragatas navegando pela costa de Copacabana como interdição aérea). E dizer que submarinos são inúteis sem aviões ISR é um tanto extremista de sua parte,se fosse assim nenhuma marinha no mundo iria quere se utilizar dessas belonaves

  84. Olá, Fernando “Nunão”!

    Eu li a matéria. Aliás, eu já tinha lido quando ela saiu na revista. No papel, é lindo. Como eu gostaria que o Brasil tivesse uma marinha que se assemelhasse à americana com suas forças tarefa centrados em porta aviões. Mas a realidade é que isso só acontece na marinha americana. E a partir do momento em que a nossa marinha é relativamente pequena, com poucos recursos e com o objetivo de simplesmente proteger águas territoriais com um nível de ameaça baixíssimo, porta aviões e sua caríssima frota de escolta seriam um claro desperdício de dinheiro público. A nossa realidade é completamente diferente da de marinhas que tem necessidade de porta aviões.

    Com relação ao comando da marinha, respeito a sua opinião, mas é impossível respeitar uma administração que gasta a maior parte do pouco que possui em programas que são jogados no lixo, como treinamento de pilotos navais sem um porta aviões, sucateamento do arsenal naval que décadas atrás construiu as Niteróis, compram a classe Amazonas desarmadas, compram um NAe francês já obsoleto, compram aviões A-4 já obsoletos (e depois aposentam o único NAe que possuem!), criam sucessivos programas de modernização da esquadra que sempre ficam no papel . . . Enfim, aonde que nos últimos 30 anos foi feito um bom trabalho? Ah, mas o problema é a crise econômica! O Brasil SEMPRE está em crise econômica. Eu não espero que a MB crie classes com 30 ou 40 navios sendo construídos ao mesmo tempo, mas exijo que no mínimo, façam um navio a cada 3 ou 4 anos para substituir os que forem se aposentando. O problema nunca foi dinheiro, e sim, esse pensamento medíocre que impera na Marinha do Brasil.

  85. Bardini,
    Depende de quanto dinheiro tem e do que comprar – eu não compraria F-35 e V-22, por exemplo, para comprar Gripen e algum patrulheiro.
    .
    Dodo.
    Qual míssil antinavio o AMX disparou? Ou melhor, qual míssil antinavio ele tinha pendurado na suas asas? Ou ainda, qual míssil antinavio a FAB comprou para ele?
    Você tira conclusões precipitadas e sem fundamento. Não é porque o AMX simulou ataques navais que a simulação envolveu mísseis, pois existe ataque naval com bombas, por exemplo, que é o que o AMX faz na FAB.
    .
    E eu não disse que o Gripen não terá míssil antinavio integrado . Eu disse que o Gripen da FAB não usará. Na lista de armas que ela pretende comprar não consta nenhum míssil antinavio. E não vi qualquer declaração da FAB dizendo que pretende dotar nossos Gripens com mísseis antinavio. Você viu? Se viu, me mande a fonte que eu retiro o que disse.
    .
    Provavelmente o míssil era o RBS-15, sueco.

  86. Puts!! já pensou um Opalão nuclear? Tentador não? Para quem tá fazendo um sub-nuclear,é café pequeno. Já deve ter gente na MB só seguindo os classificados, esperando ser posto a venda.

  87. Os sonhos (delírios) estão grandes nos comentários dessa matéria. Então se é para exagerar, vamos exagerar. Que tal o Brasil comprar a tecnologia da S.H.I.L.D. ou da Marvel dos aéreo porta-aviões com uns 100 Queenjets (nem sei se escreve desse jeito) e para escoltá-lo chama os vingadores.
    Sejamos francos, O Brasil não comprará e nem precisa ter um porta-aviões, o Ocean ou Pernambuco equipado com helis de combate é suficiente para nossas pretensões.

  88. “fragatas possuem sistemas anti aéreos,sendo que muitas são utilizadas com a função de escudo anti aéreo(durante as olimpíadas por exemplo foi feito isso na costa do Rio,daqui de casa vc via fragatas navegando pela costa de Copacabana como interdição aérea)”
    .
    Como você combate um atacante voando a baixa altitude com uma Fragata sem cobertura aérea?
    A baixa altitude, tudo se limita pelo Horizonte…
    .
    “E dizer que submarinos são inúteis sem aviões ISR é um tanto extremista de sua parte,se fosse assim nenhuma marinha no mundo iria quere se utilizar dessas belonaves”
    .
    Já viu o tamanho da nossa costa?
    Se um SBR tiver de combater, ele vai precisar de informações para melhor se posicionar. Sem uma aeronave cobrindo a função ISR, o submarino convencional fica ainda mais limitado do que já é.
    .
    O mesmo vale parar ataques partindo da costa. De que adianta ter um Esquadrão de Gripen na MB, se não existir uma aeronave de Patrulha para localizar os alvos?

  89. Srs
    Dados os seguintes fatos:
    • A função básica da MB é prover o Brasil de uma capacidade de fesa no mar e os estrategistas da MB entendem que, para tanto, sua esquadra precisa dispor da capacidade de operar longe da costa e para isto ela precisa de NAes para a defesa da esquadra contra ataques aéreos.
    • Os NPM são pensados para operações anfíbias e não substituem NAes. Por precisarem ser muitas coisas, são limitados quanto a operações de aeronaves de asa fixa (hoje só podem operar os Harrier e F35B).
    • Os estrategistas da MB estabeleceram como prioridade dar continuidade ao Subnuc, minorar o problema das escoltas e obter NAes. Entende-se que a razão é que NAes tem grande utilidade em missões de defesa, seja como proteção a esquadra, seja como instrumento para fustigar possíveis forças navais que se destinem a atacar a costa brasileira. Por outro lado, a MB não estabeleceu prioridade para navios anfíbios, talvez porque estes são primordialmente destinados a ações de desembarque em costas hostis, claramente, missões de projeção de força, ação fora da missão primordial da MB e em desacordo com as normas constitucionais vigentes.
    • No caso de ações contra uma esquadra nucleada em porta aviões com AEWs e caças, tanto helicópteros como aviões de patrulha como são patos gordos, alvos para os caças de defesa botarem abaixo sem esforço.
    • A MB brigou muito para recuperar a capacidade de operar aeronaves embarcadas de asa fixa e se a atual administração abandonar, agora, o pouco que tem e não encaminhar, logo, a uma solução, estará jogando no lixo o esforço e trabalho de muitos e limitará a MB ao papel de, no máximo, uma guarda costeira anabolizada. Por outro lado, a situação geopolítica está em mudança, o que sinaliza a necessidade da MB estar melhor preparada para ser um elemento de dissuasão minimamente factível.
    Considerando o exposto acima é compreensível a preocupação dos almirantes e a pressão a que estão submetidos, pois a situação exige que eles sejam, ao mesmo tempo, sensatos e ousados.
    O inferno são as preocupações com as picuinhas e o apego e inércia de uma visão acomodada, pois as possibilidades para a MB dar a volta por cima e conseguir se equipar mais adequadamente estão aí, basta ver as possibilidades que citei anteriormente, que não seriam as únicas.
    Sds

    • ” Por outro lado, a MB não estabeleceu prioridade para navios anfíbios, talvez porque estes são primordialmente destinados a ações de desembarque em costas hostis, claramente, missões de projeção de força, ação fora da missão primordial da MB e em desacordo com as normas constitucionais vigentes.”

      Control,

      A projeção de força não está em desacordo com a Constituição. Ela pode ser utilizada como resposta a um ataque, por exemplo, entre outras possibilidades.

      Sugiro a leitura do texto abaixo, que já sugeri a outros dois leitores, e que aborda essa questão em sua parte final, tanto referindo-se a NAe quanto a navios de desembarque anfíbio, e assim podemos debater usando premissas corretas:

      http://www.naval.com.br/blog/2016/01/27/navio-aerodromo-capitania-de-esquadra-balanceada-para-o-brasil/

      Quanto a navios de desembarque anfíbio, a MB não colocou entre as maiores prioridades a sua obtenção por construção, mas não descartou compras de oportunidade, tanto que fez duas, o francês Siroco e, agora, o inglês Ocean, para compensar a desativação de outros navios.

  90. Bardini vi um documentário da versao não apenas a Argentina mas também do lado oposto. E ambos falaram dos códigos franceses. Então vc sequer participou ,contrária a versão dos militares. Vc é bom mesmo rsrsrs!

    • Wellington,

      Você está confundindo “códigos de desativação” com “códigos / frequências de operação” do radar da versão ar-mar do Exocet (mesmo porque a versão mar-mar a Marinha Real possuía) para tentar “jamear” os mesmos.

      Não havia “códigos de desativação”. Se alguém falou isso em algum documentário, falou besteira.

      De qualquer forma, a Armada Argentina tinha uma quantidade reduzidíssima de AM-39 Exocet (versão ar-mar). Usou todos, e a taxa de acertos foi muito boa.

  91. Na minha opinião, nem daqui a 30 anos o Brasil disporá de porta-aviões. Portanto a aviação de asa fixa deveria ser desativada. Talvez um último emprego para elas seria distribuir metade para o Rio Grande do Norte e a outra metade para o Rio Grande do Sul. Operando a partir de terra, ficariam encarregadas de missões especializadas sobre o mar.

  92. Talvez a solução a curto prazo seja a aquisição de caças bombardeiros Su-34 ‘Fullback’ da Rússia que tem alcance operacional de 4.000 km e uma velocidade máxima de até 2.200 km/h, que poderiam, em conjunto com os P-3 “orion” da FAB proteger todo o litoral brasileiro. Seriam dividido em 2 esquadrões e operados a partir das bases ALA 10 em Natal e ALA 12 no Rio de Janeiro. Esses caças, de prontidão, alcançariam qualquer ameaça detectada pelos P-3 “orion” e outros meios, em qualquer ponto no litoral brasileiro.

  93. Pessoal, vamos ler a Constituição ou algum bom jurista antes de falar que ela proíbe agressão e, por arrastamento, proíbe que tenhamos navios aeródromos, navios de desembarque anfíbio e etc.
    De acordo com o livrinho:
    .
    Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

    I – independência nacional;

    II – prevalência dos direitos humanos;

    III – autodeterminação dos povos;

    IV – não-intervenção;

    V – igualdade entre os Estados;

    VI – defesa da paz;

    VII – solução pacífica dos conflitos;

    VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo; (…)

    Oras, isso não significa que o Brasil não pode revidar uma agressão de um país estrangeiro ou agir em nome da ONU, no exterior, tarefas para as quais NAe e NDCC seriam úteis. Aliás, o presidente pode ou mesmo deve:
    XIX – declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional;
    .
    Sendo assim, em caso de guerra, o Brasil pode mandar um NAe para a costa do país inimigo e seus aviões podem bombardear o território do ofensor. Sim, podemos agir de forma ofensiva, em caso de agressão externa.
    .
    Fazendo uma analogia com uma briga, se defender não é apenas tentar bloquear golpes dos adversários e tentar imobilizá-lo. Faz parte da defesa o contra-ataque, desferir golpes, inclusive melhores e mais potentes do que os do adversário. Ou, comparando com o Direito Penal, ninguém pode sair agredindo ou matando os outros, porém, pode fazer isso em caso de legítima defesa que não será punido.

  94. O Fabio Souto é do serviço de inteligência bolivariano, e a sua fonte de informações é a trilogia. Sempre disparando uma pergunta: Quem, como, onde, qual, quando, quantos ????????????? Logo, a ABIN vai chamar os editoras para prestar alguns esclarecimentos!
    Grande abraço Fabio Souto, sucesso nas perguntas. Melhor dizendo, nas respostas!

  95. “Talvez a solução a curto prazo seja a aquisição de caças bombardeiros Su-34 ‘Fullback’ da Rússia que tem alcance operacional de 4.000 km ”
    .
    Su-34, carregado com mísseis, para ataque naval, não deve chegar a um raio de ação de 1.500km.
    .
    Os 4.000km que ele tem é só para ir do por A até o ponto B.
    .
    “que poderiam, em conjunto com os P-3 “orion” da FAB proteger todo o litoral brasileiro.”
    .
    Precisamos primeiro de dinheiro para substituir os P-3, não temos dinheiro para complementar. Se tiver dinheiro, que a FAB use para comprar mísseis.
    .
    “Esses caças, de prontidão, alcançariam qualquer ameaça detectada pelos P-3 “orion” e outros meios, em qualquer ponto no litoral brasileiro.”
    .
    Vamos gastar dinheiro para comprar Su-34, só pra atender essa missão?
    E como fica a FAB que precisa de dinheiro para comprar mais Gripen?

  96. Bardini
    Nada Russo, por favor temos a filosofia ocidental de manutenção e produção. Russo é caixa preta (qual a fonte de Renda da Russia? maior produto de exportação? Armas). Russo só mais igla e ponto.

  97. Olha gente, na boa, como dizem por aí. Como alguém pode pensar em reativar ou recuperar o Foch?
    Em caso positivo, para que? Projetar poder onde, na Namíbia? Será que teria rancho para chegar até lá, ou teria de metralhar algumas jubartes no caminho?
    E o amianto dele, o que será que vamos decidir sobre isso, até para escrapear vai ficar caro.
    E treinar os coitados em pouso, para voar o que? Os misteriosos Trackers é que não.
    Gelo no whisky, cerimônias e mais cerimônias, garçons e motoristas, medalhas e salamaleques, mais umas diárias em doletas, e assim vamos…

  98. A MB por anos criticou a exclusividade da FAB nas Asas Fixas, no que dou razão, mas quando é oferecido a MB operar a Patrulha ela recusa porque queria receber com aviões novos….
    Isso foi de uma grande burrice, certas oportunidades tem que ser agarradas quando passam pela frente.
    É como o Sherpa no EB, muitos criticam por ser um avião usado por anos, uma revitalização de um avião militar antigo que já era uma conversão de aeronaves Civis usadas, mas o EB tem razão em aceitar, foi um início, depois se adquire aeronaves novas quando o Brasil estiver em melhor fase.
    .
    O P-3AM foi uma boa escolha para o Brasil, foi recebido em 2011 para voar 15 a 20 anos, já está voando a 7 anos, a situação estrutural está sendo acompanhada e mesmo que algumas aeronaves precisem parar no futuro, com até 4 aeronaves se opera bem um Esq. se não tiver recursos para fazer o serviço de troca das asas e parte da cauda.
    A MB deveria operar também os P-95BM, pois é relativamente fácil formar pilotos para estes aviões dentro da própria MB, um monomotor como um Beech G-36 e um bimotor como o Beech 250 é mais que o suficiente, isso se falando em aeronaves novas.
    A MB também pode continuar a usar a opção de formar pilotos na FAB no T-25, T-27 e C-95BM até ativar seu Esq. de instrução de asas fixas.
    Mas tem que dar este primeiro passo de assumir a Patrulha com os velhos P-95BM e P-3AM.

  99. Sinceramente eu sou bem pé no chão. Não acredito que a MB venha a ter outro PA, principalmente novo. Não tem dinheiro pra nada e não consigo enxergar situação tão melhor no futuro.
    .
    Não sei até que ponto vale a pena continuar a modernização dos A4. Se houver a possibilidade de um acordo amigável com a Embraer, seria mais interessante cancelar esta modernização, aposentar os A4 e acabar com o AF-1.
    .
    Quanto aos P3, a patrulha, acho que deveriam sim estar com a MB. É questão de se avaliar se vale a pena modernizar as aeronaves em serviço, gastanho os 30 milhões de dólares por avião ou não, levando-se em conta o periodo que a aeronave pode ainda permanecer em serviço. Ou estudar a compra de seu substituto. No fim, alguma coisa deverá ser feita, independente de estar com a FAB ou com a MB, vamos ficar sem patrulha novamente? A condição das aeronaves por si só, não justifica a recusa da MB em ter o esquadrão. A questão é que ninguém quer pagar a conta. A aviação de patrulha tem de ser prioridade.
    .
    Na minha opnião, é muito mais importante termos uma aviação de patrulha realmente operacional do que ter meia dúzia de A4, sem função prática nenhuma (não temos PA, o treinamento de cada piloto naval custa 2 milhões de dólares, a aeronave não é equipada com missil antinavio). Aliás, com um litoral tão grande, uma aviação de patrulha bem equipada é muito mais relevante do que ter 4 Tamandarés.

  100. Em uma primeiro momento a MB poderia receber os dois Vants da PF que se encontram desmontados e consumindo uma grana mesmo não sendo utilizado, o pedido inicial eram para 14 Heron, mas só chegaram 2 e esses se encontram parados. Eles já existem, estão parados e consumindo nosso dinheiro, com um investimento não muito grande, eles poderiam voar agora para MB, trazendo alguma expertise para essa força, e de acordo com as condições financeiras esse numero de Vant poderia ser aumentado.
    Hoje a MB é das Forças a que mais precisa se renovar, a um custo muito alto, então dar mais obrigações (P-3 que precisam de manutenção profunda) não é interessante. A passagem dos Bandeirulhas modernizados também poderia ser interessante, eles já existem, não tem um custo de manutenção absurdo e traria um aprendizado que posteriormente poderia vir a ser utilizado quando a MB tivesse condições ($$) de operar P-3 ou P-8…

  101. Já que a FAB comprou o avião com o radar errado (sic), deveria ceder os SC-105 para a MB que teria aviões novos e úteis e poderia pedir para o GF, com apoio da MB, dinheiro para comprar o avião com radar certo.
    .
    E também poderia fazer como a Armada Chilena e comprar um avião mais barato, o P68 Vulcanair Observer 2, para a patrulha distrital, mais simples.

  102. Cipinha, a MB assumir antes um Esq. de P-95BM com seus pilotos formados pela FAB na AFA(T-25 e T-27) e pelo Rumba(C-95BM) seria uma alternativa válida, teria que haver um acordo detalhado para definir o apoio da FAB na formação dos novos pilotos e manutenção dos aviões nível Parque e do uso das Ala de Canoas ou Belém esquanto a MB não ativar suas Bases Aeronavais nos locais.

  103. “a MB poderia receber os dois Vants da PF que se encontram desmontados e consumindo uma grana mesmo não sendo utilizado”

    O amigo lembrou de algo misterioso…

  104. Alex 15 de Fevereiro de 2018 at 15:27
    “O Brasil não comprará e nem precisa ter um porta-aviões, o Ocean ou Pernambuco equipado com helis de combate é suficiente para nossas pretensões”.

    Quem sabe algum dia daqui a alguns anos,em um futuro distante quando a economia melhorar,o PIB crescer,poderemos comprar um classe Dokdo ou classe hyuga para operar uns f-35 na Marinha do Brasil.

    http://www.naval.com.br/blog/2017/12/30/coreia-do-sul-estuda-operar-cacas-f-35b-bordo-de-porta-helicopteros-de-assalto-anfibio/

    http://www.planobrazil.com/coreia-do-sul-de-olho-no-f-35b-para-seu-porta-helicopteros-classe-dokdo/

  105. Daniel Ricardo Alves, por acaso o prosub não está sendo seguido e executado ? E a Tamandaré não está sendo executada apesar de algumas mudanças do projeto original ? Acho que falar em MB nunca cumprindo com programas é bastante precipitado de sua parte,no mais eu concordo com o raciocínio

    Rafael oliveira,se ele não utilizou,o que o impede de em caso de necessidade este ser readapitado para utilizar? Acho engraçado que as pessoas parecem não prestar atenção nas guerras recentes como o caso sírio(modificou seus aviões para cumprir missões nunca antes pensadas e transportando equipamentos improvisados,guerra é isso,que se sai melhor com o que consegue ter),e outra,quem disse que a fab não pode comprar um míssil anti navio para o gripen,tem alguma coisa que proíba permanentemente a fab de adiquiri-lo,o Brasil está sobre algum embargo que eu não saiba? Vc no seu comentário falou claramente que o gripen não vinha programado para carregar esse tipo de ordinace.

    Aos administradores do site,peço desculpas mas não creio que tenha agredido ao colega em meu comentário anterior,ate onde eu sei minha colocação foi ” pare de pensar como um _____________________
    ______________________. Mas novamente peço desculpas caso não tenham entendido isso,sabe como é né,minha geração nasceu em uma outra realidade,estamos acostumados a sermos mais diretos uns com os outrso e entendo que o pessoal cabelo branco possa não gostar ou entender muitas das nossas idiossincrasias kkkkkk

    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO INSISTA NO ERRO. OS EDITORES DE “CABELOS BRANCOS” SABEM, PELA EXPERIÊNCIA EM MODERAR MILHARES DE DISCUSSÕES NA INTERNET DESDE QUANDO VOCÊ USAVA FRALDAS, QUE UMA OFENSA PESSOAL QUASE SEMPRE LEVA A UMA RESPOSTA A ALTURA DO OFENDIDO, QUE LEVA A OUTRO ATAQUE E OUTRA OFENSA DE VOLTA, E A DISCUSSÃO PARTE APENAS PARA A BRIGA PESSOAL ENTRE OS DOIS, ESTRAGANDO O DEBATE E PREJUDICANDO A DISCUSSÃO DE TODOS. APRENDA A DEBATER CIVILIZADAMENTE, NÃO É DIFÍCIL, A MAIORIA É CAPAZ, SEJAM NOVOS OU VELHOS.

    SEGUNDO AVISO.

  106. No meu humilde ponto de vista, em relação à asa fixa da MB é aproveitar as bases aeronavais já existentes, otimizando-as para a defesa do nosso mar territorial, mais barato e eficaz, para a nossa realidade e parceria com a FAB para REVO para estas missões.

  107. Zorran,o A4 pode utilizar exocets,a Argentina os utilizou com grande eficiência no conflito das Malvinas/Falklands,e a MB possui em seu arsenal um número considerável de exocets utilizados nas suas fragatas e corvetas,portanto caso o Brasil não quisesse adquirir mais alguns para op. Aérea,uma readaptação pode ser facilmente realizada para dotalos com esse míssil.
    Obs me lembrei que os h225m da marinha operam o exocet aéreo portanto nada impede o a4 de se utilizar desse armamento

  108. Prezados,
    Não li todos os posts se alguém escreveu, me desculpe.
    Pergunta numero 1, para que ter um PA? A resposta padrão é melhor ter e não usar do que querer usar e não ter é uma resposta muito pobre (pois se a logica vale, porque não um bombardeio como o B2?). Então para que?
    Se tivéssemos uma colonia, como por exemplo a Angola e ele estivesse cercado de países com pretensões territoriais, teria todo sentido HOJE termos um ou mais PA, mesmo estando nesta situação de penúria.
    Um PA serve para antes de mais nada, mostrar bandeira, suporte ou defesa aérea de um grupo para proteger ou manter uma linha marítima aberta, como a região do golfo. Temos esta necessidade?
    Temos que manter a África debaixo da nossas asas? Ideia mais maluca, nem a América Latina entende que o Brasil seja o lider da região, imagina a África?
    Tem sentido?

  109. Aos moderadores do blog
    Gente calma lá,peço desculpas se alguém se ofendeu,não há necessidade para como isso está caminhando. Sou um grande fã e admirador deste site e no quero de forma alguma me indispor aqui,entretanto admito que fiquei sim um pouco chateado pela forma como meu comentário foi tratado,sempre participei de grandes e interessantes discussões aqui e sempre apreciei a forma como os moderadores mantêm um alto nível de respeito com os forristas,portanto novamente peço desculpas caso tenham ofendido alguém. Mas novamente acho que não há necessidade para esse nível conflito,aqui afinal somos todos unidos pelo interesse de temas militares,brasileiros,amigos

  110. “Zorran,o A4 pode utilizar exocets,a Argentina os utilizou com grande eficiência no conflito das Malvinas/Falklands”
    .
    A Argentina não usou nenhum Exocet a partir dos seus A-4…
    .
    “e a MB possui em seu arsenal um número considerável de exocets utilizados nas suas fragatas e corvetas portanto caso o Brasil não quisesse adquirir mais alguns para op. Aérea,uma readaptação pode ser facilmente realizada para dotalos com esse míssil.”
    .
    Número considerável?
    Como tu sabe desse número?
    As versões empregadas nas Fragatas e Corvetas são diferentes da versão utilizada por aeronaves.
    .
    “Obs me lembrei que os h225m da marinha operam o exocet aéreo portanto nada impede o a4 de se utilizar desse armamento”
    .
    Quando foi que a Embraer/Elbit integrou o AM-39 ao A-4?

  111. Dodo, você não entendeu direito o que eu escrevi. O que eu disse no meu comentário, referindo-me à FAB, foi:
    “Também não dotou o AMX e não há planos de dotar o Gripen com essa capacidade.”
    .
    Releia de novo, se necessário, e mostre onde eu disse que o Gripen não vinha programado para usar míssil antinavio?
    Aliás, aproveita e diz o nome do míssil que AMX usou na Aspirantex 2018.
    .
    Enfim, vou ficar sem resposta a essas perguntas. Mas vou te ajudar a entender melhor o assunto e evitar que cometa os mesmos erros.
    O meu comentário está irretocável quanto aos fatos. A FAB não dotou o AMX de qualquer míssil antinavio (pode vir a fazê-lo, basta comprar os mísseis e gastar um bom dinheiro na integração).
    E não há planos de dotar os seus Gripens com essa capacidade (nesse caso, será mais fácil, bastando comprar o míssil, pois os suecos farão a integração).
    Não há embargo que impeça o Brasil de comprar mísseis antinavio e dotar suas aeronaves (inclusive os EUA autorizou o Brasil a comprar Harpoon para o P-3). Basta a FAB ter vontade e dinheiro que poderá dotar o Gripen e o AMX (no ultimo caso, é mais difícil, pois está em vias de “aposentadoria”). O que eu disse é que isso não foi feito e não há nada que indique que será feito no curto prazo.
    Existem improvisos mais fáceis e improvisos mais difíceis de fazer. Montar uma .50 numa caminhonete é fácil. Fazer um AMX disparar um Exocet ou Harpoon já é mais difícil e sai bem mais caro.

    .

  112. Bardini,me lembro de em um documentário do history channel chamado combates aéreos episódio “guerra das Malvinas” transmitido com exclusividade pelo history argentina, mostrava uma operação de ataque de skyhalwks com exocets a uma fragata britânica no arredores das ilhas sandwich se não me engano. Recomendo procurar esse episódio no YouTube. Quanto ao número de missões no arsenal,é de se presumir que a marinha opere +/_ uns 30 desses mísseis visto que precisa dotar seus vetores que operam esse tipo de armamento
    (Em torno de 10,cada um operando pelo menos 2 ou 3 lançadores),isso contando tbm com os vetores aéreos como o h225,não sei se o seahalwk pode operar esse míssil,acredito que ele opere somente o MAS penguim(que a marinha tbm possui)
    Tendo em vista isso, é o fato do a4 operar sim o míssil,eu diria que enquanto a MB operar o VF1, e o ocean + Bahia equipados com helis h225,o poder dissuasorio anti navio brasileiro é bastante aceitável para o TO,ousaria até mesmo dizer que é,em relação a todo mundo,abaixo apenas de poucas grandes potências militares

  113. Dodo, o Bardini já respondeu, mas vou complementar.
    A Argentina usou Super-Etendard para disparar Exocet na Guerra das Malvinas.
    O A-4 soltava apenas bombas sobre os navios. Igual o que o AMX deve ter simulado na Aspirantex.
    Para o A-4 disparar um Exocet terá que ser configurado para isso, realizarem testes e disparos. Não é só pendurar na asa e apertar um botão. E a MB vai ter que contratar alguém para fazer essa integração, igual está pagando para a Airbus fazer no H225M. Aliás, acho que não dá nem para dizer que o H225M opera, pois, até onde eu sei, a integração ainda não terminou.

  114. Nunão, não era código de desativação mas para impedir que explodissem. Os navios eram atingidos, fazia rombo mas não eram detonados. Algo como fogo amigo, tanto da parte dos navios, quanto o exocet argentino. Os hermanos tiveram que mexer nos exocet. Eu vou dar bis no documentário!

    • Wellington,

      O que ocorreu nas Malvinas foram bombas que não explodiam por falha na regulagem da espoleta, e não o impedimento da explosão de mísseis.

      Veja esta série em 9 partes sobre esses problemas nas bombas argentinas nas Malvinas:

      http://www.aereo.jor.br/2017/05/11/malvinas-35-anos-por-que-as-bombas-nao-explodiram-parte-9/

      Sobre o Exocet, insisto: a Argentina foi à guerra com apenas 5 mísseis AM-39 Exocet, disparou todos e teve uma taxa de sucesso muito boa com eles, com dois navios afundados. Foram três ataques, e dois desses ataques foram em pares, numa doutrina para aumentar a possibilidade de pelo menos um míssil atingir o alvo (o qie ocorreu nos dois casos) enquanto as defesas se concentrassem no outro míssil, e um último ataque foi só com um missil, o último dos cinco AM-39 que sobrou.

      Com essa ridícula quantidade de mísseis disparados, o afundamento de dois navios é um sucesso indiscutível. Não houve “códigos de desativação” nem de “impedir explosão”, os dois mísseis que atingiram os alvos os afundaram.

  115. Rafael oliveira,a forma como foi dita no comentário me fizeram interpretar como sendo uma impossibilidade da engenharia adaptar o AMX a operar esse tipo de armamento,quanto a Síria,não me referi a .50 em caminhonete,me referia a capacidade da Força aérea Síria em adaptar seus caças a operar armamntos para os quais não foram projetados para operar,o improviso é parte da guerra,não sei dizer qual o míssil o AMX usou na aspirantex realmente não sei afirmar o nome,mas com certeza não foi ar-ar dado o seu tamanho,pode ser que estivesse artilhado com bombas,gostaria de saber tbm essa informacao a respeiro da “aposentadoria” do A1(um avião com menos de 35 anos de existência,relativamente novo para o universo de aviões de combate e devidamente modernizados pela Embraer) ,não ouvi falar disso em nenhum lugar. E amigo,em caso de guerra mesmo,faz que nem a Síria fez parceiro,coloca um míssil de artilharia das asas em um sistema montado no improviso e usa pra lançar sobre s forças inimigas,como eu disse,a ideia é aproveitar ao máximo o que se tem.

    • “não sei dizer qual o míssil o AMX usou na aspirantex realmente não sei afirmar o nome,mas com certeza não foi ar-ar dado o seu tamanho,pode ser que estivesse artilhado com bombas”

      Dodo,

      Não usou míssil nem bomba nenhuma, não se usa armamentos nessas missões com navios da Marinha.

      O que se faz nesses treinamentos com os navios da Marinha, e há muito tempo, é a aeronave da FAB (ou mesmo o A-4 da MB) simular o perfil de voo de um míssil sea skimmer (que voa rente ao mar) atacando os navios, ou de aviões realizando perfis de ataque a baixa altitude simulando o lançamento de bombas, às vezes em altitudes maiores também.

      Não se emprega armamento real, isso só acontece quando se usa um navio desativado transformado em alvo para exercícios.

      E, falando em A-1 / AMX, míssil antinavio nele foi só pra fotos de propaganda e breves testes se poderiam ser carregados, sem que houvesse qualquer campanha de integração ou de disparos, infelizmente:

      http://www.aereo.jor.br/2015/10/26/amx-com-misseis-antinavio-exocet-am39/

  116. Complementando a ideia, a Rússia se utilizou de um improviso com o su 25,incorporando misses anti navio nele durante a fatídica guerra da Geórgia. Na época,antes da modernização das forças russas,os su 25 não tinham sido peojtadpa para atacar alvos navais

  117. A então o nome é esse mesmo,vlw Wellington,estava tentando me lembrar qual era o nome do episódio,estava em dúvidas se era e no history ou no Discovery tbm kkkkk

  118. Aliás, acho que não dá nem para dizer que o H225M opera, pois, até onde eu sei, a integração ainda não terminou
    Não me lembro se eu vi isso nesse site ou m algum outro lugar,mas me lembro de ter lido que os testes realizados com o exocet no h225 da marinha tinha sido feitos com sucesso. Se isso for verídico,é acredito que é bastante possível visto a qualidade de fotos que se tem o com helis operando com o míssil,acredito que está sim adaptado para lançar o armamento. Como eu disse anteriormente a exemplo da siria,na hora do aperto,países mto menos equipados fizeram mto mais com mto menos é obteram resultados bastante satisfatórios

  119. “Humberto 15 de Fevereiro de 2018 at 20:59
    Pergunta numero 1, para que ter um PA?”
    Uma questão a ser levantada é que o uso de NAe está prevista com destaque na END, ou seja, os estrategistas da Defesa, em 2012, assim definiram, conforme bem pontuou Control 15 de Fevereiro de 2018 at 15:55.
    Ou seja, enquanto estiver vigente a atual END, o porta aviões é considerado necessário, tendo inclusive sido considerado a terceira prioridade nas obtenções de meios. Seguem os textos extraídos dos itens 5 e 8 da END dedicados à Marinha:
    “Entre os navios de alto mar, a Marinha dedicará especial atenção ao projeto e à fabricação de navios de propósitos múltiplos e navios-aeródromos.”
    “Um dos elos entre a etapa preliminar do embate, sob a responsabilidade da força submarina e de suas contrapartes espacial
    e aérea, e a etapa subsequente, conduzida com o pleno engajamento
    da força naval de superfície, será a Aviação Naval, embarcada
    em navios.”
    Por várias razões, uma grande quantidade de foristas (inclusive eu) entende que sequer há necessidade de porta aviões na Esquadra, poderiam ser supridos pela aviação especializada em bases terrestres, desde que com longo alcance (ex: Grippen). Outros entendem necessário ter porta-aviões, mas reconhecem ser inalcançável por muitos e muitos anos. Talvez no seio da Marinha também ocorra essa discussão.
    Fica então a pergunta: quando a END vai ser revista??
    (lembrando que os meios necessários à atual END, pelo menos no tocante à Marinha, se revelaram totalmente inalcançáveis, demonstrando que a estratégia foi na verdade um sonho de consumo, uma carta de desejos, tipo “preciso disso, então se vira e me arranja”, quando o melhor seria uma estratégia viável e factível, que deve encontrar a melhor forma de alcançar o objetivo com os recursos disponíveis).
    O Livro Branco (pg. 198) prevê gasto de 168 bilhões de reais só na construção do núcleo do poder naval (2009 a 2047), uma média de 4,3 bi por ano. Quanto se conseguiu gastar nesses primeiros 9 anos, que pela média deveriam ter sido seria 9 x 4,3 = 38,7 bi?? Chuto, uns 6 bi, com muito suor e lágrimas?? (a maior parte na base de Itaguaí).
    Com tal disparidade entre planejado e realizado, alguém vê viabilidade nessa estratégia?? Isso tem que ser revisto, é um pecado continuar a direcionar uma organização tão relevante a partir de uma estratégia inexequível.

  120. Srs
    Jovem Rafael Oliveira
    Guerra de 48 – blindados improvisados, Me 109, Spits, C47, B17, etc. Resumindo o que puderam achar e comprar de quem se dispusesse a vender.
    De 48 a 56 (guerra de atrito) – Spits, P51, C47, C46, Shermans, etc.
    Guerra de 56 – Half tracks, Shermans, DC3, C46, etc.
    Guerra de 67 – Centurions, Shermans, Stratocruisers, C47s, Vautours, Fouga Magister, Mystères, etc.
    Nas décadas de 50, 60 e 70, o grosso dos equipamentos da força blindada e mesmo da aérea de Israel era formado por equipamentos antigos recondicionados/modificados.
    A necessidade de manter e modernizar equipamentos antigos e desatualizados é que gerou a indústria de defesa de Israel.
    Sds

  121. Obrigado nunao! Sempre muito calmo e claro,é sim possível que a tradução tenha sido mau feita,provavelmente era algum outro míssil u bomba. Mas aproveitando para perguntar,dada a grande quantidade desses mísseis em estoque na MB,inclusive pq a vetores aéreos. É possível,visto como foi feito em outras forças armadas em conflitos mundo afora,adaptar às aeronaves para utilizar esse sistema de armas ? Eu si que o peso não seria um problema,visto que o A4 como caça bombardeiro é capaz de carregar o mesmo número de kg do que um superfortress da 2 guerra

    • “dada a grande quantidade desses mísseis em estoque na MB,inclusive pq a vetores aéreos.”

      Dodo,

      Não é tão grande assim. E os exemplares ar-mar (diferentes em muitos aspectos ao mar-mar) são menos numerosos ainda.

      ” É possível,visto como foi feito em outras forças armadas em conflitos mundo afora,adaptar às aeronaves para utilizar esse sistema de armas ?”

      Não existe adaptação simples. É preciso integrar, conhecer e saber trabalhar com o código fonte (software) do míssil e da aeronave, realizar uma campanha de testes de disparo etc. Veja o tempo que levou para a integração à versão específica do H225M que a Marinha vai utilizar para empregar o míssil.

      “Eu si que o peso não seria um problema,visto que o A4 como caça bombardeiro é capaz de carregar o mesmo número de kg do que um superfortress da 2 guerra”

      Não é só peso, é também equilíbrio, arrasto aerodinâmico, separação da aeronave, tudo isso precisa ser testado e não são poucos voos de teste e disparo.

      Sobre o A-4 carregar o mesmo que um B-29 Superfortress, impossível. Você deve ter confundido com o B-17 Flying Fortress, e até onde sei isso só é possível em alcances bem menores, à custa da carga de combustível. Não há milagres e o “demérito” está, em parte, no B-17 que apesar do ótimo alcance e defesa de metralhadoras tinha um compartimento de bombas relativamente pequeno e uma carga também pequena para seu porte, comparado a bombardeiros equivalentes. Um monte de jatos de combate pode levar cargas de bombas equivalentes ao que normalmente levava um B-17.

  122. Seria muita ignorância minha pretender transferir o recheio de missão dos atuais P 3 para uma plataforma mais nova, tipo É Jet? Ou para um P 3 C?

  123. Rafael oliveira, matéria totalmente politizada,feita apenas para criticar a marinha. Primeiro porque o projeto não está atrasado,o cronograma do 1 sub sempre foi 10 anos após a assinatura do contrato(em 2008), depois que ou por ignorância voluntária ou não o jornalista parece não entender muito bem que um programa do porte de o prosub(ainda mais um em que se desenvolve do 0 um reator nuclear militar) costuma sim ser caros,por que não pegamos uma comparação com o arihant indiano,ou o programa de desenvolvimento do nautilus nos EUA? Mas aí não ia dar pra falar mau dos políticos né…parece que ultimamente é só isso que a imprensa sabe(ou quer fazer),me lembra de ontem um programa lamentável no globo News culpando o prefeito do Rio pelas chuvas kkkkk como se ele agora fosse responsável por controlar o tempo

    • “Dodo em 16/02/2018 às 08:05
      …o projeto não está atrasado,o cronograma do 1 sub sempre foi 10 anos após a assinatura do contrato(em 2008)…”

      Dodo,

      De onde você tirou essa informação de que o primeiro submarino seria 10 anos após o contrato? Ela está errada.

      Em setembro de 2008, a Marinha, em reportagem da Agência Brasil (órgão oficial), previa terminar o primeiro submarino em 2014:

      http://www.naval.com.br/blog/2008/09/28/baia-de-sepetiba-recebera-nova-base-de-submarinos/

      Ainda naquele mês, o Poder Naval publicou matéria própria (lembro-me bem pois eu mesmo a escrevi, com ajuda dos editores Poggio e Galante na pesquisa, pois naquela época era comum trabalharmos em “seis mãos” as matérias) comparando essa previsão de entrega com os prazos de outros programas do Scorpene pelo mundo, um deles também com construção local (o da Índia). A matéria finalizava com a opinião de que ele era um cronograma muito apertado (ainda que não impossível) para ser cumprido:

      http://www.naval.com.br/blog/2008/09/30/scorpene-prazos-e-projecoes-pelo-mundo/

      Em setembro de 2009 (um ano depois) foi divulgado um cronograma detalhado das entregas e desembolsos para os subarinos, juntamente com o dos helicópteros H225M (na época ainda denominados EC725). O prazo para o primeiro submarinos passou a ser 2015:

      http://www.naval.com.br/blog/2009/09/03/cronograma-das-entregas-de-submarinos-e-helicopteros-ec725/

      Em 2014, publicamos matéria especial na revista Forças de Defesa sobre os 100 anos da Força de Submarinos, na qual também detalhávamos o Prosub, e ese prazo do primeiro submarino já havia sido adiado para 2016. Republicanos a matéria, com atualizações, em sete partes aqui no Poder Naval, entre meados do ano passado e o início deste, quando esse cronograma já havia mudado para 2018:

      http://www.naval.com.br/blog/2018/01/14/os-100-anos-da-forca-de-submarinos-e-o-prosub-ultima-parte/

      Resumo: o programa começou com um cronograma apertado (ainda que factível se não houvesse problemas) para entrega do primeiro submarino em 2014. Hoje esse cronograma está para 2018, 4 anos de atraso em relação à primeira previsão divulgada – de qualquer forma, um atraso não superior ao do programa Indiano, que também atrasou.

      Enfim, A sua informação de entrega após 10 anos do contrato está errada. Aceite uma sugestão, se quiser, é claro: pesquise antes de se contrapor nos debates aqui, porque a informação está geralmente disponível com facilidade no campo busca do Blog, e aí o debate fica melhor, embasado em fontes com as informações certas. Sugiro ler os links que passei agora, atentando para as datas de publicação das notícias e as datas divulgadas dos cronogramas. Mas há muitas outras notícias no arquivo do Poder Naval também.

      Boas leituras!

  124. Para mim, boa solução seriam aeronaves da Embraer adaptadas para missões de patrulha naval, bases ao longo da costa dotadas de caças su34, F35, ou em terceiro lugar F/A 18. E aeronaves de AEW.

  125. Obrigado nunao! Vou dar uma olhada. Mas é aquilo que vc falou,apesar de não ter ido impossível completar tudo em 6 anos era pouco factível qu fosse feito,acho bastante aceitável esse atraso visto a complexidade do programa,o que eu não aceito é um jornal sem a menor especialização em temas militares se utilizar isso como se fosse algo “intolerável” se aproveitando pra fazer discussão política em cima do tema

  126. Desativação da aviação de asa fixa na MB: esse é o caminho mais sensato. Quando tivermos um porta-aviões (e se tivermos) estes pilotos já qualificados e laureados no exterior já estarão sofrendo de presbiopia e catarata. Os A-4 já estarão (estão) obsoletos. Um porta-aviões no mundo atual é para os super-ricos. Sua ala embarcada é caríssima, como todos sabem. Melhor fazer nossas ilhas oceânicas como a de Fernando de Noronha como nosso porta-aviões. Uma ala permanente ali, cobriria a entrada de quem vem do norte. Só há um problema: quem vem (ou viria) do norte será sempre mais forte.

  127. Parabellum “Melhor fazer nossas ilhas oceânicas como a de Fernando de Noronha como nosso porta-aviões. ”
    A China está fazendo isso,só que ele cria as ilhas kkkk
    “Uma ala permanente ali, cobriria a entrada de quem vem do norte. Só há um problema: quem vem (ou viria) do norte será sempre mais forte”
    Quem vem do Norte? A venefavela ? A Colômbia? Ou Trindade e Tobago? Kkkkk brincadeiras a parte,temos que parar com essas história de invasão dos EUA gente,isso no mundo globalizado de hoje,e multipolar em termos militares com a Ascenção de novas potências militares,uma invasão de larga escala de um país é algo que poderia acabar com o mundo,nem a Rússia que é a Rússia invadiu e conquistou totalmente a Ucrânia por exemplo. Esse tipo de coisa não é aceitável,não estamos em 1970

  128. Dodo. Concordo com vc quando diz que não estamos em 1970 e que este cenário seria impensável. Mas lembre-se que tanto as guerras do Paraguai, da lagosta e até a IIGM, nos pegaram com as “calças na mão”. Para ser sincero…, tenho ressalvas quanto à China. Ela está assumindo o vácuo de poder dos EUA. E quem nos garante que não estamos no meio da nova rota da seda ?

  129. “Para ser sincero…, tenho ressalvas quanto à China. Ela está assumindo o vácuo de poder dos EUA. E quem nos garante que não estamos no meio da nova rota da seda ?”
    Parabellum,estamos na nova rota da seda kkkkk,só não acho que a China iria querer se arriscar a se indispor com os EUA por causa de uma ação militar na região e vice versa. É diferente por exemplo do que ocorreu com as Malvinas ou com a Crimeia. Em que as pretensões de guerra tiveram um certo embasamento factível

    Paulo Souto Carvalho,amigo por favor vamos para com isso,aqui somos todos amigos e não há necessidade de conflito,o problema já foi resolvido,mas agradeço a preocupação!

  130. Dodo, para não te deixar sem resposta sobre a aposentadoria do AMX, quem passou essa informação foi o Rinaldo Nery, comentando uma matéria no aéreo, dizendo que o grosso da frota não será modernizada e, portanto, dentro de alguns anos, será aposentado (não lembro exatamente o que ele escreveu, mas o significado é esse). Sobrarão um punhado dos modernizados com aposentadoria mais tardia.

  131. Rafael oliveira, o que eu não vejo sentido,é no fato dessas aeronaves serem excelentes mesmo não modernizados. A maioria foi elaborado em meados dos anos 80,ou seja,sua aviones não é to terrivelmente defasada assim,vemos exemplos de aviões mto mais velhos operando em forças aéreas de respeito sem passar por moderniacoes,vide o su 24 e o su27 naval russo. Acredito que é uma grande mancada da fab fazer isso. A menos que existam planos de subistituir a aeronave por mais gripens ng

  132. Especificamente na questão da aviação de asas fixas embarcada vislumbro ter sido um erro a compra do HMS Ocean. Sei que estou discordando da maioria aqui mas sinto muito.

  133. Enquanto não possuir um porta aviões a marinha deveria possuir um esquadrão de ataque naval baseado em terra, se não e o ideal pelo menos e o que da pra fazer… Teria um quadro de pilotos formados, mecânicos, etc… O gripen armado com o RBS 15 consegue atacar um alvo a uns 1600 km.. E só nossa esquasdra operar nesse raio de ação… A frente disso uma matilha de submarinos… Trazemos o inimigo para jogar nas condições mais adequadadas pra nos.. Não e viável depender da FAB… E uma questão de honra a MB fazer o ataque naval em defesa da esquadra..podemos patrulhar com drones, temos um satélite, temos que usar a imaginação..

  134. Dalton 16 de Fevereiro de 2018 at 11:30
    Tire…
    .
    se a compra do “Ocean” foi um erro…qual seria na sua opinião à alternativa?

    Ué? Não comprar ne?

    Mas do meu ponto de vista, o Brasil fez uma compra de oportunidade ótima, criando uma força inédita na região com a capacidade de deslocar e projetar uma força de ataque de helicópteros. Agora, só faltam os helis.

  135. Rafael Oliveira 15 de Fevereiro de 2018 at 8:15

    “Pessoal, pista no solo não balança igual NAe, tampouco se desloca gerando velocidade relativa.
    .
    Mais barato parar de treinar tripulações para pouso e decolagem em NAe e, se e quando, for adquirido uma NAe, treinar novamente. Esse negócio de treinar para manter doutrina é desperdício de dinheiro, porque o pouco que se mantem pode ser adquirido no futuro de forma rápida e mais barata.”

    Concordo plenamente, não se pode ficar treinando, gastando dinheiro que já está escasso, com uma doutrina, se, infelizmente, não sabemos quando e se um dia voltaremos a ter.

    Melhor pegar esses recursos e alocar em algo que realmente seja necessário e que temos condições de operar, como por exemplo: Corvetas, Fragatas, Submarinos (convencional e/ou nuclear), Navios Patrulhas, Aviação de Asa Rotativa, dentre outros.

  136. Glasquis…
    .
    o comentário do Tireless foi sobre ser um erro quanto à “asas fixas”…certamente o “Ocean”
    não pode operar com os A-4 (Falcões)…fiquei curioso em saber qual seria à alternativa então?
    .
    Também não há nenhuma necessidade premente de se ter helicópteros de ataque…só para
    dizer que tem…mais importante na minha opinião é ter helicópteros de transporte para
    desembarque de fuzileiros.

  137. Dalton
    Foi apenas uma brincadeira, não resisti, desculpa.

    “fiquei curioso em saber qual seria à alternativa então?”

    A única alternativa viável seriam helos de ataque. Acredito que sejam mais baratos de comprar e de operar do que aeronaves de asa fixa.

  138. Rennany Gomes 15 de Fevereiro de 2018 at 9:48

    “Infelizmente Porta Aviões para a MB agora e a curto prazo não é factível, temos que agradecer a oportunidade do Ocean, esperar a crise atual passar e condições financeiras mais favoráveis, daí sim um projeto de um PA nosso projetado pras nossas necessidades, quem sabe em 2040.”

    Uma opinião altamente lúcida

  139. Prezados,

    A MB pretende manter sua aviação de asa fixa. Lutou muito por isso é entende ser viável no planejamento de longo prazo.

    Navio-aeródromo só na década de 30. Porém isso não impede a MB, ainda na década de 20, possuir aeronaves de alto desempenho, com capacidade de pouso e decolagem em navios.

    Durante a década de 20, as aeronaves da MB operariam em navios de outras marinhas, a fim de manter a capacitação dos pilotos até que seu futuro navio-aeródromo entre em operação na década de 30.

    Se os estudos de exequibilidade já iniciados definirem que o futuro navio-aeródromo da MB será de propósitos múltiplos, com doca alagável e capacidade de operar aeronaves de pouso vertical e decolagem curta, na década de 20, deve começar a introduzir, aos poucos, aeronaves como o F-35B.

    Na hipótese de concluir que o melhor seria operar um navio-aeródromo CATOBAR, deverá na década de 20, introduzir aeronaves como o Rafale M, F/A-18 E/F, ou o Gripen M.

    Isso permitirá que a MB possua aeronaves de alto desempenho, plenamente capazes de responder a qualquer conflito ou missão que venha a surgir, operando desde base em terra, até a incorporação do futuro NAe cerca de uma década depois.

    Grande abraço

  140. Marujo 16 de Fevereiro de 2018 at 4:20
    Seria muita ignorância minha pretender transferir o recheio de missão dos atuais P 3 para uma plataforma mais nova, tipo É Jet? Ou para um P 3 C?
    Marujo: o custo seria muito alto, uma alternativa mais barata seria comprar asas usadas de P-3A e fazer a substituição para voar uns 10 anos nas aeronaves que apresentarem problemas, pois ja estão voando desde 2011.
    Como ja se conhece o problema com detalhes, é mais fácil fazer uma inspeção nos P-3A do deserto atrás de boas asas, com certeza existem unidades estocadas com asas capazes de voar mais 10 anos.

  141. Almirante Monteiro,

    Acompanho a Trilogia desde 2010. Já percebi que nenhum de seus comentários são em vão. Tudo aquilo que você escreve aqui, pouco tempo depois a MB vem a público para confirmar exatamente o que o senhor escreveu aqui. Por isso sempre que vejo que o senhor comentou corro para ler.

    Então esse é o planejamento da MB: definir o tipo de porta aviões que quer e começa a construir em 10 anos e, enquanto isso introduz as aeronaves comprando pequenos lotes dela, como fez com o sea hawk?

    Desde já agradeço

  142. Gosto mais da opção do navio de propósitos múltiplos com doca, mas vejo a MB sempre com a opção de catapultas.

    Sendo assim, não é melhor desistir da modernização dos A 4 e trader e partir para a compra de super hornet e hawkeye?

  143. Prezado CA Luiz Monteiro, como disse o Flávio, sempre “corro” pra ler seus comentários, sempre muito interessantes.

    Quanto a manutenção da doutrina, apesar da MB ter lutado duramente para reconquistar o direito a asas fixas, acredito eu que a manutenção, neste momento, é totalmente dispensável; se a MB iniciar a construção de um NAe em 2030 (hipoteticamente), durante a construção pode-se recuperar a capacidade, não é necessário, durante a década de 20, ficar enviando profissionais para os EUA ao custo mostrado na matéria para que, ao retornarem, não poderem exercer plenamente suas funções. Hoje, se for necessário mesmo, na visão da MB, arrendaria alguns Gripens C (12, 18 no total) para operarem a partir de São Pedro.

    Hoje, no curto prazo, eu daria atenção especial a patrulha, tanto com um substituto dos P3, quanto VANT’s para complementar a patrulha, helis para SAR na quantidade ideal, na aquisição dos NaPa 500, OPV, etc; adquirindo as quantidades necessárias para tal. Após a estruturação completa dos meios de patrulha, partiria para a reconstrução efetiva da Esquadra.
    Passaria a década de 20 com as 4 unidades do Projeto Tamandaré, a Barroso, as Niterói revitalizadas, etc e, talvez, alguma compra de oportunidade.

  144. Roberto,

    Concordo com o que você escreveu.

    Pelo que entendi do comentário do CA a marinha não quer mais um esquadrão só para manter doutrina como é o AF-1 atualmente.

    A Marinha quer aviões de caça e ataque efetivos. Que sejam plenamente preparados para a guerra, mesmo operando na base aérea naval e não no porta aviões

  145. “Luiz Monteiro 16 de Fevereiro de 2018 at 12:57
    A MB pretende manter sua aviação de asa fixa. Lutou muito por isso é entende ser viável no planejamento de longo prazo.”
    Prezado LM, pelo que entendi, a MB entende que sua aviação de asa fixa deva ser embarcada ou pelo menos embarcável.
    Muitos foristas aqui têm defendido que aeronaves não embarcáveis mas especializadas em combate naval, com grande autonomia e mísseis de longo alcance, operando de São Pedro, com possibilidade de rápido deslocamento para as bases da FAB em todo o litoral, e combinados com uma robusta frota submarina, seriam suficientes para prover o necessário poder de dissuasão (e de combate, se necessário), sem a necessidade de se investir em custosos porta-aviões.
    Considerando que a prioridade são os submarinos, e que sua operação, inclusive dos nucleares, será muito custosa, fica a preocupação de que no futuro sua operação e contínua renovação não possa co-habitar com a obtenção e manutenção de porta aviões.
    Do ponto de vista de projeção internacional, parece-me que bastaria um dos dois protagonistas (subnuc ou portaaviões) para que o Brasil estivesse em ótima situação. Vemos que a Índia está querendo obter os dois simultaneamente, mas para as características brasileiras talvez fosse melhor obter e consolidar um dos dois meios, para só então partir para o outro, caso haja efetivo espaço econômico e orçamentário.
    Creio que em dois ou três anos a situação ficará mais clara, então poderemos ver qual caminho a Marinha, a Defesa e o futuro Governo optarão por trilhar.

  146. PS: esclareço que falei em dois ou três anos não para desmerecer a administração atual ou seus estrategistas, mas porque sou da opinião de que, por ora, o dilema com a aviação naval, objeto do tópico, não pode ser resolvido, pois depende de muitas variáveis, que provavelmente estarão mais claras em algum tempo. Também lembrando que sou apenas um leigo que tem se apaixonado pelo assunto, agradecendo imensamente pela paciência e atenção que tem sido dispensada a todos os participantes nesse vibrante e democrático forum.

  147. Caro LM…
    .
    a única marinha que eventualmente e muito raramente envia um NAe ou um grande Navio de Assalto Anfíbio capaz de operar com aeronaves como o F-35B é a US Navy e isso só porque obrigatoriamente tais navios precisam circundar à América do Sul quando de mudança do Atlântico para o Pacífico e vice-versa.
    .
    Os franceses estão enviando agora vários Rafale M e um E-2C e todo o pessoal de apoio para
    os EUA para treinar a bordo do USS George Bush, mas, além disso eles costumam receber mais frequentemente a visita de NAes da Frota do Atlântico que obrigatoriamente precisam passar pelo Mediterrâneo a caminho do Mar Arábico e há uma interoperabilidade muito grande entre ambas as marinhas…até manutenções de grande monta já foram feitas a bordo.
    .
    Não que seja impossível, mas, acho bem mais difícil coordenar com a US Navy tais treinamentos.
    .
    abraços

  148. KC-390 Maritime Patrol Version

    Missões principais

    Guerra anti-submarinos (ASW)
    Guerra anti-superfície (ASuW)
    SIGINT

    Missões secundárias

    Patrulha Marítima
    Busca e Salvamento (SAR)
    Controle de Zona Econômica Exclusiva (EEZ)
    Missões antidrogas
    Missões antiterrorismo
    Apoio a operações de aplicação da lei (pesca ilegal e contrabando)

    Equipamentos

    Sistema de Identificação Automático (AIS)
    Radar de Vigilância Marítima
    Casulo IR/EO com telêmetro laser
    Detector de Anomalias Magnéticas (MAD)
    Sistema de Processamento Acústico
    Datalink tático
    Comunicações seguras e por satélite
    Comunicações Inteligentes (COMINT)
    Sistema de Autoproteção Integrado (RWR, Chaff, Flare, RWS)
    Capacidade de Inteligência Eletrônica (ELINT)

    Recursos integrados entre si, aos demais sensores de bordo e aos armamentos: SISCONTA MPA ou FITS, AMASCOS e E-3 USA.

    Sistema de missão paletizados

    Área de observação dianteira
    Área de descanso da tripulação
    SISCONTA MPA
    Área de lançamento de sonobóias
    Área de observação traseira
    Kit armamentos, lançados pela rampa traseira: torpedos, minas…
    Kit SAR, lançado pela rampa traseira

    Carga sob as asas

    Seis estações para usos diversos

  149. Finalizando meu comentário, houve vários documentários a respeito das guerras das malvinas tanto da argentina quanto os britânicos e dos pilotos . Dizem nesses documentários relatam que os peruanos ajudaram a trazer exocets para os argentinos. Confirmados pelos dois países!
    E que os Chilenos ajudaram os britânicos.
    A verdade ou não devem pesquisar!

  150. Prezado Flávio,

    Agradeço a consideração.

    Sim, a MB poderia adquirir pequenos lotes de aeronaves de alto desempenho, como fez com o SeaHawk.

    Abraços

  151. Prezado Roberto Bozzo,

    Na próxima década a prioridade da MB será a aquisição de navios de escolta. Navio-aeródromo só na década de 30.

    Abraços

  152. Prezado amigo Dalton,

    Sempre bom trocar ideias contigo.

    A US Navy é que, reiteradamente, propõe este tipo de parceria com a MB. Porém, para podermos operar assim, nossas aeronaves precisam ser compatíveis com os navios deles.

    Grande abraço

  153. Lamentável decisão. O natural agora. Era que a MB assumisse a aviação de patrulha da mesma forma como algumas das mais modernas e poderosas Marinhas mundo afora (como a Marinha da Holanda, Itália, Alemanha, Canadá, entre outras). Aliás essa me parece uma visão racional e miderna tanto do ponto de vista estratégico como econômico. Mas no Brasil isso não serve… A propósito não consta que os P99 vendidos ao México pela Embraer estejam com problemas estruturais. Muito pelo contrário… Digo isso pois estes não serviram para a FAB na época do P-X e que agora não sabe o que fazer com as plataformas de museu que adquiriram e gastaram milhões para rechea-las de tecnologias e que em breve estarão fora de uso…

  154. Outra opção é fazer como a Indonésia onde a Força Aérea para evitar ter que passar aeronaves usadas para a Marinha optaram por uma nova opção.
    A Força Aérea continuou a operar seus antigos Boeing 737-200 MP e CN-235 com radar de nariz cono os nossos bandeirulhas.
    . https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/26/TNI-AU_Boeing_737-200_Lim.jpg
    .
    . https://2.bp.blogspot.com/-5tsbUFTkyGg/UZqv-hW-r6I/AAAAAAAAZPE/tysofJQX2DY/w1200-h630-p-k-no-nu/Peter+Ho.jpg

  155. Wellington 16 de Fevereiro de 2018 at 18:57
    “Finalizando meu comentário,…”

    Durante o conflito das Falklands, os peruanos apoiaram a Argentina com aeronaves, técnicos armamentos e equipamentos. Alguns dizem que também tinha pilotos peruanos operando.
    A participação do Chile se resume à liberação de espaço aéreo chileno pra utilização por parte da Inglaterra.

  156. O que parecia ser resolvido na Indonésia, que gradualmente a Marinha assumisse toda a Patrulha sofreu uma reviravolta em 2016 quando a Força Aérea mandou modernizar o equipamento dos Boeing 737-200 MP e comprou mais 2 CN-235 novos com radar ventral.
    A Força Aérea deixou claro que não pretende abandonar a Patrulha e como a Marinha comprou mais CN-235 MPA de fabricação local vão as duas Forças continuar a patrulhar os mares, cada uma de seus locais de operação.
    . https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRvXHlS1IfPLyXEnHlqSTMO9Yh1WcC0NZAuSu5wP_gsU3A9D1XgZQIeqIO6lw

  157. Parece-me curioso que, mesmo com toda carência de meios e de recursos – sem sinal de superação no horizonte previsível -, a MB continue atribuindo tamanha expressão à quimera do porta-aviões. Não pretendo aqui por em dúvida a necessidade ou utilidade de um navio como esse, que, idealmente, deveria por certo constar do inventário de nossa esquadra. Mas a questão é que, mesmo com a eventual concretização dos quatro navios da planejada classe Tamandaré, com a aventada modernização de alguns ou mesmo todos os vetustos navios da classe Niterói, ou a hipotética incorporação de navios usados (oriundos da Austrália ou do RU), a MB continuaria com número muito reduzido de navios de escolta. Parece-me que, ao lado da conclusão e mesmo eventual ampliação do número de unidades dos Scorpenne (para oferecer real capacidade dissuasória), a conformação de uma frota de escoltas deveria receber a atenção prioritária da Marinha. Tendo presente a ausência de hipóteses concretas/imediatas de envolvimento direto do Brasil em conflitos militares, a participação em forças de paz sob a égide das Nações Unidas parece ser uma das missões mais expressivas a serem cumpridas pelas nossas FFAA e pela MB em especial, como tem demonstrado nosso bem sucedido engajamento na MTF-Unifil, ao longo dos últimos anos. E navios escolta constituem, smj, a ferramenta essencial para participação em operações desse tipo, as quais, além de oferecer oportunidade de efetivo emprego de nossos meios navais, proporcionam valioso retorno em termos de projeção da imagem do país no cenário internacional.

    Isto posto, não posso deixar de registrar meu espanto com a naturalidade com que se cogita instalar reatores nucleares (ainda que móveis) no meio da baia da Guanabara (no caso de um porta-aviões nuclear) ou no meio da baía de Sepetiba (no caso do planejado submarino nuclear). Bem sei que a US Navy mantém as bases de alguns de seus porta-aviões nucleares próximos a importantes aglomerações urbanas, como é o caso de Norfolk, a poucos quilômetros de Washington. Mas creio que a triste lembrança trazida por nomes como Three Miles Islands, Chernobyl e Fukushima deveriam nos servir de alerta para não expor nosso já tão sofrido Rio de Janeiro a mais esse perigo.

    Abraço cordial a todos.

  158. Eis pq raios a MB não quer nem saber de gastar dinheiro com os P-3 e assumir as missões de patrulha marítima, ASW e ASuW.
    Porque pretendem gastar mais dinheiro ainda, com o upgrade do acervo de museu aeronaval:

    “The Brazilian Navy’s Naval Aviation Force will receive six modernised McDonnell Douglas Skyhawk (three AF-1B single-seat and three AF-1C twin-seat) fighters, instead of nine AF-1Bs and three AF-1Cs as originally planned in an April 2009 contract with Embraer.”

    (http://www.janes.com/article/78037/brazil-cuts-three-aircraft-from-skyhawk-fighter-upgrade)

  159. Nunca teremos autorização do senado americano para comprarmos F-35, não enquanto eles forem aviões não obsoletos. Será que ninguém viu a solução chinesa, aviões J-15 chineses decolando usando sky jump sem catapulta, isto reduz o preço do porta-aviões em no mínimo 500 milhões de dólares. Se o Brasil quiser um Porta-Aviões esse é o único caminho, que na minha humilde opinião, se apresenta como viável tecnológica e economicamente.

  160. Tomcat3.7 15 de Fevereiro de 2018 at 13:45
    “Concordo, e insisto no E-190 pra substituir o P-3 ou dar um tapa no escorpião e comprar uns 10 P-8 Poseidon”.

    Acho que ao invés de corrermos atrás de aeronaves como o Poseidon,que para mim é ideal para a realidade americana,deveríamos usar oque temos,uma plataforma E-190 para ASW.
    Deveríamos seguir o exemplo e criar uma aeronave de porte semelhante a do sistema Swordfish MPA( que usa o turboélice Q400 e o jato executivo Global 6000, ambos da Bombardier) para usar na vigilância marítima.

    Cada sistema Saab GlobalEye custa US$ 238 milhões por aeronave,boa parte desse preço devido a sistemas embarcados,já que um Global 6000 civil custa US$ 65 milhões.
    Se não estiver defasado,o preço do E-190 é de USD 53,5 milhões

    As aerolineas argentinas(26 jatos E-190)estava desativando ou desativou seus E-Jets E-190 de 90 lugares,que tem um custo menor de 25% se comparado a aeronaves 737-800.

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