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Marinha compra um quarto navio AHTS, o ‘Sea Badger’

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Sea Badger

Embarcação vai se somar às três unidades AHTS adquiridas anteriormente

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A empresa norueguesa de serviços marítimos Deep Sea Suply (hoje parte da importante companhia de serviços offshore Solstad Farstad) anunciou, nesta segunda-feira, a venda de um quarto navio tipo ATHS (Anchor Handling Tug Supply), de manuseio de âncoras, à Marinha do Brasil (MB).

A Força Naval brasileira já havia recebido as embarcações Sea Fox, Sea Vixen e Sea Stoat – compradas em setembro passado por um valor total de 82,8 milhões de Reais (equivalentes, à época, a 24 milhões de dólares) –, e agora adquiriu também a Sea Badger, transferida aos militares na última sexta-feira (13.04) sem que o seu preço fosse anunciado.

A Sea Badger foi construída, em 2011, pelo estaleiro indiano ABG Ltd. Como as demais AHTS ela desloca 1.940 toneladas, acomoda até 28 tripulantes/passageiros, e tem capacidade de tração de, aproximadamente, 90 toneladas.

Os AHTS servirão às missões de reboque oceânico, aprovisionamento de instalações da Marinha fincadas em áreas remotas (territórios insulares), transferência de combustível no mar, busca e salvamento e patrulhamento costeiro.

Os navios, de 63,4 m de comprimento, 15,8 m de largura e 4,4 m de calado, têm baixa velocidade máxima: 13,5 nós – o que restringe seu emprego contra pesqueiros modernos surpreendidos em atuação ilegal dentro de águas jurisdicionais brasileiras, lanchas rápidas que transportem contrabando ou entorpecentes e, mesmo, botes a motor utilizados por piratas marítimos.

Os primeiros três AHTS adquiridos pela MB

Metralhadoras

As unidades serão integradas aos diferentes grupamentos de patrulha dos Distritos Navais. As três primeiras foram designadas para as bases da Marinha em Salvador, Rio Grande (RS) e Belém.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, cada um dos navios será equipado com um par de metralhadoras pesadas .50 (12,7 mm).

As primeiras embarcações transferidas à MB foram anteriormente usadas pela estatal petrolífera brasileira Petrobras. A Sea Badger desfraldava bandeira panamenha.

100 COMMENTS

    • Bom dia, informações não conferem a MB não comprou esse quarto aths… Os outros 3 estão no arsenal da marinha pintando, e devem ficar prontos até meio do ano. 😉

  1. Sim, muito bom saber que está se reinventando, embora em crise.
    Novos meios estão chegando e acredito que futuramente novos outros meios irão chegar para agregar ao portfólio da MB.
    Mas, um questionamento??
    Navios desta classe não são fabricados no Brasil??

    • Estaleiro em Itajaí-SC construiu para a multinacional Grupo Wilson Sons, rebocadores de dar água na boca. Belíssimos, e nada devem para esses indianos.
      Acontece que as 4 aquisições momentâneas, para não perder o negócio quando ele se torna atraente.
      Aqui no meu Estado, o RS, se o cavalo passar encilhado – tem que montar, para não perder a vez, a oportunidade.

      • Eu vi fotos de algumas embarcações desta categoria construídas em SC, mas eu nunca soube que eram para o Grupo Wilson Sons, já que este possui um estaleiro bastante moderno e atuante no Guarujá.

        • sim, nenhum PSV da WS foi feito fora do Guaruja e tbm o WS so fez PSV e DSV, um AHTS ja eh uma embarcacao muito mais capaz, potente e versatil

          • O Grupo CBO lançou no dia 28 de janeiro a primeira embarcação do tipo AHTS 18.000 produzido no Oceana Estaleiro, em Itajaí.

            Essa é a primeira de uma série de seis embarcações deste modelo que estão sendo construídas no estaleiro.

            Os AHTSs (Anchor Handling Tug Supply Vessels) são navios de apoio marítimo offshore projetados para exercer operações de manuseio de âncoras, reboque e suprimento de plataformas, transportando uma grande variedade de cargas, tanto líquidas quanto a granel.

            O CBO Bossa Nova começou a ser construído em 2015 e está contratado pela Petrobras, com entrega prevista para meados desse ano.

            “Contamos atualmente com 27 navios e chegaremos a 33 com estes seis AHTS 18.000, o que representa um crescimento de 22% da nossa frota total, crescimento esse com embarcações de grande porte e elevado conteúdo tecnológico”, informa o presidente do Grupo CBO, Edson Souki.

            Sobre o Oceana Estaleiro

            Com cerca de 310 mil metros quadrados, o Oceana Estaleiro está localizado em Itajaí.

            Moderno, utiliza tecnologia de ponta e apresenta precisão técnica em todos os processos, seguindo os padrões e regras internacionais de gestão de qualidade em todas as etapas da construção.
            Com capacidade de construção de quatro a seis navios por ano, o estaleiro conta com o reconhecimento do setor offshore e já entregou 2 PSVs 4500, que estão em operação para a Petrobras: o CBO Oceana e o CBO Itajaí.

      • Navios como esses seriam facilmente construídos pelo polo naval de Rio Grande. O qual foi largado a própria sorte pelo governo federal após os problemas com a Petrobrás.

      • O Grupo CBO lançou no dia 28 de janeiro a primeira embarcação do tipo AHTS 18.000 produzido no Oceana Estaleiro, em Itajaí.

        Essa é a primeira de uma série de seis embarcações deste modelo que estão sendo construídas no estaleiro.

        Os AHTSs (Anchor Handling Tug Supply Vessels) são navios de apoio marítimo offshore projetados para exercer operações de manuseio de âncoras, reboque e suprimento de plataformas, transportando uma grande variedade de cargas, tanto líquidas quanto a granel.

        O CBO Bossa Nova começou a ser construído em 2015 e está contratado pela Petrobras, com entrega prevista para meados desse ano.

        “Contamos atualmente com 27 navios e chegaremos a 33 com estes seis AHTS 18.000, o que representa um crescimento de 22% da nossa frota total, crescimento esse com embarcações de grande porte e elevado conteúdo tecnológico”, informa o presidente do Grupo CBO, Edson Souki.

        Sobre o Oceana Estaleiro

        Com cerca de 310 mil metros quadrados, o Oceana Estaleiro está localizado em Itajaí.

        Moderno, utiliza tecnologia de ponta e apresenta precisão técnica em todos os processos, seguindo os padrões e regras internacionais de gestão de qualidade em todas as etapas da construção.
        Com capacidade de construção de quatro a seis navios por ano, o estaleiro conta com o reconhecimento do setor offshore e já entregou 2 PSVs 4500, que estão em operação para a Petrobras: o CBO Oceana e o CBO Itajaí.

        O Grupo CBO lançou no dia 28 de janeiro a primeira embarcação do tipo AHTS 18.000 produzido no Oceana Estaleiro, em Itajaí.

        Essa é a primeira de uma série de seis embarcações deste modelo que estão sendo construídas no estaleiro.

        Os AHTSs (Anchor Handling Tug Supply Vessels) são navios de apoio marítimo offshore projetados para exercer operações de manuseio de âncoras, reboque e suprimento de plataformas, transportando uma grande variedade de cargas, tanto líquidas quanto a granel.

        O CBO Bossa Nova começou a ser construído em 2015 e está contratado pela Petrobras, com entrega prevista para meados desse ano.

        “Contamos atualmente com 27 navios e chegaremos a 33 com estes seis AHTS 18.000, o que representa um crescimento de 22% da nossa frota total, crescimento esse com embarcações de grande porte e elevado conteúdo tecnológico”, informa o presidente do Grupo CBO, Edson Souki.

        Sobre o Oceana Estaleiro

        Com cerca de 310 mil metros quadrados, o Oceana Estaleiro está localizado em Itajaí.

        Moderno, utiliza tecnologia de ponta e apresenta precisão técnica em todos os processos, seguindo os padrões e regras internacionais de gestão de qualidade em todas as etapas da construção.

        Com capacidade de construção de quatro a seis navios por ano, o estaleiro conta com o reconhecimento do setor offshore e já entregou 2 PSVs 4500, que estão em operação para a Petrobras: o CBO Oceana e o CBO Itajaí.

  2. O texto fala….
    “patrulhamento costeiro”…..
    “13,5 nós – o que restringe seu emprego contra pesqueiros modernos surpreendidos em atuação ilegal dentro de águas jurisdicionais brasileiras, lanchas rápidas que transportem contrabando ou entorpecentes e, mesmo, botes a motor utilizados por piratas marítimos.”

    Pelo amor de Deus….cada meio com sua finalidade…estes meios não possuem características para esta finalidade!!!
    É o cúmulo isso!
    Para as outras listadas….perfeito! Que venham mais!

    • entao vamos usar fragatas para SAR e Rbs para ficar no cais … incluindo o conceito de RbAM …

      Me surprendo cada vez mais, multiplcam os ” … vejo que o AVC que tive nao me derrubou tanto assim ….Jenius”

      • Mestre Mo, deste ce gosta heim….!??!! rzrzr…
        .
        Olha com aquele espaço todo ali, se colocar uma RHIB carenada ali com um lança granada 40 mm ou qualquer coisa parecida, podem interceptar e fazer parar qualquer pesqueiro abusado que não queira diminuir a velocidade…um enxerga e o outro intercepta….navio bom, economico e com força de sobra…se desejar põe Rhib, põe drone, dá para fazer de tudo com um bicho deste…..

        • Gosto, pena que a maioria dos “navais aeronautas” jamais viu ou quica sabe o que ou para que serve, tao pouco realmente interessado afinal nao eh de combate ou “sic” um porta avioes (nae) …

      • Então esse foi o motivo da sua ausência, MO? Achei que era apenas falta de paciência rsrs.
        Desejo melhoras e que continue ensinando a rapaziada a importância do AHTS, mesmo sem mísseis anti-navio, anti-aéreo e anti-nave espacial.

      • Tava pensando sobre isso nos últimos dias! Seria sensacional se pudéssemos ter 2 cruzadores assim. Mas se estamos precisando com urgência de escoltas e navios-patrulha e tá difícil, como iremos sonhar com monstrões da classe Ticonderoga? Dependendo do próximo presidente e como se desenrolarem os próximos anos, podemos sonhar com algo do tipo a longo prazo, e claro, também, se se encaixar na doutrina e no julgamento técnico da MB.

    • Sem chance Abraham…os “Ticonderogas” são muito caros de manter e aqueles 122 silos
      verticais exigiriam uma grande e variada quantidade de mísseis igualmente caros, mesmo que nem todos os silos fossem preenchidos.
      .
      No mais os “Ticonderogas” não serão oferecidos para venda, vários estão sendo modernizados agora e o programa continuará para que permaneçam em serviço durante a década de 2030 e os que não forem modernizados serão retirados de serviço já na próxima década com bons 35 anos de uso.
      abs

    • Espero que o parecer que negou a aquisição tenha sido mais ou menos assim: “as River 1 não atendem aos requisitos da MB para NPaOc, pois não tem convôo, mas … sem prejuízo de que haja avaliações de outras naturezas além dos estritos requisitos, em especial a necessidade do serviço, se ficar configurada a impossibilidade de aquisição em curto prazo de meios que atendam a todos os requisitos”.
      .
      Assim, teria ficado aberta a porteira para aquisição no ano que vem, caso apareça recurso. Parece-me urgente adquirir tais navios, inclusive para alocar de vez uma ou duas Amazonas na esquadra, para fazer função de corveta (mesmo desdentada), encerrando de vez essa simbiose patrulha/corveta que elas estão vivendo.

  3. Vamo que vamo, as duas .50 já dão e sobram como armamento em um navio deste e pras funções que vão exercer creio que o que pega é a velocidade, mas quanto mais meios na ativa melhor.

  4. Pois é, um país que demorou 14 anos para construir uma corveta, tem condições de operar cruzadores classe Ticonderoga?

  5. Acho que a noticia esta errada. A Empresa emitiu Press Release no qual informando que a embarcação foi vendida para outro cliente e as demais 3 embarcações o processo de entrega foi concluído para Marinha do Brasil.

  6. fernando….
    ” Mas, um questionamento??
    Navios desta classe não são fabricados no Brasil?? ”
    em santa catarina tem um estaleiro da empresa bran offhore.( do grupo edson chouest..
    .que fabrica até maiores e melhores que esse..ano passado alguns rumores deram conta que iria ser paralisado as construções la devido a crise econômica que atingiu a área offshore,não continuei acompanhando essa situação…barcos muito bons e de padrão mundial são ( eram ) feitos la..

    • DESTA classe, nao deste tipo, classe eh uma coisa, tipo eh outra coisa, DESTE TIPO tem un monte ocioso, em ITJ entao …. resultado dos que cairam naquele papo engana bocoh da tal revolucao da construcao naval nacional que um monte ainda acredita piamente … rssssssss

      • Exato, varios ociosos encostados ao estaleiro naveship do lado direito (navegantes) do rio Itajai açu, novos navios esperando contratos com petroleras …lembrando que aqui em itajai temos o estaleiro Detroit, Oceana,( fortemente ativos) que constroi esses tipos de navios..temos ainda o Eisa (Estaleiro Itajai S/A ) que tb possui capacidade de construcao de embarcaçoes ate maiores (por enquanto inativo) em Navegantes possui a Naveship que esta totalmente ativa e com contratos de construçao de varios navios de apoio, movimentadores de ancoras ..temos a Keppel (fechada) que tb com capacidades de construcao de navios de apoios em Navegantes!!

  7. Esses navios realmente são tipo faz tudo risss
    Alguma coisa impede de serem equipadas com botes rápidos para abordagem?
    Poderia adapta-los para receber helicópteros, mas nesse caso daria um trabalhão, (mas seria perfeito)

    • A MB não tem dinheiro pra nada. Aí aparecem 4 rebocadores que são necessários, a preços de ocasião, e a MB deve deixar de comprar pra incentivar a industria nacional? Você acha que a MB não comprou aqui por que?

  8. “Os Navios de Apoio Oceânico receberão os nomes de “MEARIM”, “PURUS” e “IGUATEMI”, a serem subordinados aos Comandos do 5ºDN, do 1ºDN e do 4ºDN, respectivamente”.
    Fonte – Boletim de Ordens e Notícias da MB – 1004/2018

  9. olha!! eu tive o prazer (amor pela profissão)… e o desprazer ( conforto,comida,falta de espaço,lazer..e por ai vai….) de embarcar em rebocadores na MB.. rbam-quillobel….rbam-guilhem..
    e no clássico..pra não dizer coisa ruim aqui rb-trindade ….
    essas aquisições da MB ex offshores…com certeza são mansões,uma revolução,no que muitas guarnições ainda passam nesses antigos meios que ainda operam na MB

    • Precisamos aumentar a eficiência nos gastos públicos. E o cara sugere criar outra instituição para fazer oque a MB já faz? A MB já tem efetivo apto a esta tarefa, já tem a estrutura física, já tem a doutrina. Oque falta são navios. Não seria mais racional, menos custoso aos cofres públicos, melhorar a capacidade da MB em cumprir esta missão?
      .
      Os caras sugerem resolver um problema, criando outro.

      • Então GC nós já temos, só falta os navios……é de doer. Não estou pedindo pra criar outra instituição estou sugerindo equipar a MB para este fim.

        • Como assim, não tem navios?

          Dos 102 navios da MB, nada menos que 63 (mais da metade) são meios subordinados aos Distritos Navais (tanto os da costa quanto os fluviais), a maior parte dedicada a tarefas de patrulha e de salvamento, típicas de guarda-costeira.

          http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=530&pagina=17&data=06/04/2018

          Há navios em boa quantidade, embora ainda precise mais devido à ampliação ao longo do tempo da ZEE. Em especial, falta maior proporção de meios capazes de operações de maior duração e mais longe da costa. Também é preciso manter uma cadência de substituição de navios que atinjam o final de suas vidas úteis. E os AHTS comprados deverão ampliar capacidades e substituir rebocadores de alto-mar já bem usados.

          • Nunão… Sabemos que falta muito navio, e tem muita coisa que está aí só fazendo número e que está fazendo “hora extra”. Também não adianta ficar se enganando com essas aquisições de “oportunidade”, embora sejam extremamente bem-vindas. É querer apagar incêndio de floresta com balde d’água.
            .
            Talvez o maior problema relacionado a Patrulha nem é ir lá fora, cobrir a faixa mais externa e menos movimentada da ZEE, com Patrulhas Oceânicos, que são mais caros.
            O problema é que temos pouquíssimos meios para patrulhar a faixa mais interna e movimentada da ZEE, bem como os infinitos rios e lagos do país. É aí que a MB e o Estado Brasileiro estão errando, e errando feio. Falta essa presença do Estado, aplicando a Lei. E isso sempre faltou e não existe perspectiva nenhuma no horizonte, indicando que isso vai mudar.

          • Não havendo o numero suficiente, ou querendo otimizar os mesmos, fica patente que o ideal seria implementar pequenos MPA´s ao estilo Tecnam, Dimond, etc. Uma aviação leve/levissima de patrulha adicionada a um centro de controle poderia colocar os patrulhas no melhor vetor de direção melhorando o custo de cada milha navegada. O navio/barco é direcionado certeiramente aos pontos suspeitos de verificação.
            .

          • Ta certo Nunao, mas acredito que muitos aqui ja estao carecas de saber quais sao esses meios, na maioria em idade avancada, pior ainda, com situacoes ou em situacao de uso e de combate pifia. Enfim, nao me coloco como expert, porem………essas qdes que vc cita so servem mesmo para pura estatistica. O pior cego, e aquele que nao quer enxergar. Sou sim a favor do desdobramento da MB e com a criacao de uma GC. Marinha de guerra a parte, cada macaco em seu galho. Detalhe…….o que mais iria pesar nessa criacao de GC, seria melhorar o conceito e treinamento dos elementos ja existentes na MB, para melhor desempenho de suas funcoes. Minha opiniao.

  10. Iguatemi, se não me engano, era o nome de um navio que esteve presente na Batalha do Riachuelo. Todos os nomes dos navios que participaram daquela batalha deveriam ser reservados para unidades de primeira linha.

  11. Uma coisa que me orgulha da marinha, e que ela nao enseba pra gastar, vai la e compra, nao como a força aerea e o exercito, que nao comprou as baterias antiAereas ate hoje, ensebou, ensebou, ate que o governo cancelou e ficou na mao, como sempre, militares lentos, nao sabe o que quer, a marinha nao faz o mesmo, vai la e compra, e se achar ruim ja ta comprado.

  12. Penso que precisamos AGORA é de meios de escolta e patrulha. COM REAIS CONDIÇÕES de executarem as funções.
    É o caminho de recuperar a MB que se esfacelou…
    Penso que o que falta é VONTADE POLÍTICA de equipar a MB com produtos nacionais auditados desde o primeiro instante do batimento da quilha de qq meio que se construa.
    TICONDEROGA?, NAe?, significam inócua projeção de poder que não possuímos.
    SE CONSEGUIRMOS proteger nossa Amazônia Azul já está de excelente tamanho.

  13. “Nunão 16 de Abril de 2018 at 14:39
    Interessante é que o contrato de compra dos três AHTS informados em setembro do ano passado só foi assinado há pouco mais de dez dias, em 4 de abril deste ano”
    .
    É o eterno problema dos verbos e suas formas verbais utilizados nas notícias. A notícia de 5 de setembro mancheteava “Marinha compra”, mas no corpo da notícia era “a Solstad Farstad venceu licitação”:
    http://www.naval.com.br/blog/2017/09/05/marinha-do-brasil-compra-tres-ahts-da-solstad-farstad/
    .
    Ou seja, a compra mesmo só aconteceu agora, com a assinatura do contrato. Em setembro foi finalizado o pregão. Mas, devido às vicissitudes do processo licitatório, nada anormal 8 meses do pregão ao contrato…Por outro lado, fica explicado porque até então a Marinha não estava navegando com os navios: ainda não eram dela.

    • Lembrando ainda que quem comprou foi a Emgepron, não a Marinha.
      Se alguém puder me explicar como funciona essa cessão de navios da Emgepron para a Marinha, é onerosa? Tipo um arrendamento?? Ou a Marinha depois compra da Emgepron, em suaves prestações??
      Isso interessa também no caso da Tamandaré, que vai pelo mesmo caminho.

    • Pelo que vi em visitas ao AMRJ nos últimos meses, os navios estavam saindo vez por outra, mas só para fazer funcionar suas máquinas.

      • Verdade, não sei nem se era gente da MB que estava fazendo isso, pois os barcos não eram dela formalmente ainda, provavelmente era gente da empresa que venceu a licitação

  14. Já que se fala mais uma vez em guarda costeira, creio que poderíamos estudar o modelo do Chile (doa a quem doer, eles têm uma guarda costeira dentro da Marinha), vejam o que consta em uma notícia de 2016:
    “Embora pertencendo e operado pela Marinha do Chile, os dois P68 Observer serão controlados pela Direção-Geral da Marinha do Chile para o Território Marítimo e Marinha Mercante (Dirección General del Territorio Marítimo y de Marina Mercante: DIRECTEMAR), que é efetivamente uma guarda costeira dentro do Marinha.”
    Fonte: http://www.naval.com.br/blog/2016/09/05/marinha-do-chile-incorpora-novo-aviao-de-observacao/
    Esse modelo parece mais adequado à nossa história e nossos meios/pessoal existentes do que a criação de uma nova organização. Creio que por lá a DIRECTEMAR tenha mais prerrogativas do que nossas Capitanias dos Portos.

  15. “Nunão… Sabemos que falta muito navio, e tem muita coisa que está aí só fazendo número e que está fazendo “hora extra”

    Ué, Bardini, e não foi sobre isso que escrevi, que é preciso de mais navios e também substituir os que estão chegando ao fim da vida útil?

    De resto, o comentário do Luiz Campos, de que “só faltam os navios”, dá a entender que eles não existem, quando mais da metade dos navios da MB estão nos Distritos Navais. Foi isso que respondi.

  16. “Nunão 16 de Abril de 2018 at 16:32
    Nilson, a Emgepron gerencia os contratos de obtenção etc. Mas os navios são da MB.”
    .
    Tudo bem, mas ainda acho estranho, afinal a Emgepron e a União (Marinha) são entidades separadas, com patrimônios distintos, contabilidades próprias. E a compra dos AHTS foi claramente feita pela Emgepron, conforme os documentos do DOU. Ainda acho que deve haver um documento ou uma cláusula de transferência ou cessão. Lógico que fico com a sua abalizada informação por ora, se puder vou pesquisar mais.

  17. Nilson,
    Mais recentemente, a Marinha tem buscado formas para viabilizar seu reequipamento de forma menos amarrada. Chegou anos atrás a cogitar uma fórmula de receber navios-patrulha via “leasing”. Qualquer que seja o caminho legal de aquisição, cessão etc, o fato é que serão navios da MB operando subordinados a seu organograma.

    A aquisição da classe Tamandaré está sendo viabilizada por capitalização da Emgepron, por exemplo, como alternativa menos presa às vicissitudes dos repasses e contingenciamentos do Tesouro, que tornam um inferno a continuidade de programas de reequipamento.

  18. Os tempos são de vacas magras,temos que comprar de oportunidade apareceu o dinheiro deu,compra.Lembrando os srs que não sabemos qual o Presidente será eleito, é o que ele fará .Se não comprou as batch 1 por falta de convôo,penso eu que poderia faze-lo já que tem um espaço trazeiro na embarcação,que com algumas vigas e chapeamento tipo 2 andar séria feito até por estaleiros nacionais por um preço interessante,e teríamos mais 3 escoltas boas.

    • Rodrigo, a principal tarefa desse tipo de navio será reboque em alto mar, salvamento de navios sinistrados, coisa do tipo, conforme nossas obrigações no Atlântico Sul. OPV e NPa 500 também são necessários, mas não tem essa capacidade.

      Ou seja, é preciso ter tanto um quanto outro tipo, eles se complementam , não se excluem.

      • Sim Nunão

        Mas eu pensava que prioridade máxima fosse as OPV e os Npa 500

        MO, Apesar ter sido do EB e meu tio da MB, eu sei que uma marinha se faz com Nae, Escoltas, Navios Hospitais, Auxiliares, Varredores, TCD………etc etc

    • Outra coisa: 24 milhões de dólares (o preço desses três navios com relativamente pouco tempo de uso devido a uma circunstância do mercado), se investidos em NPa e OPV, mal dariam para um NPa novo.

    • e faria reboque e missoes SAR com os OPV,s ?
      (sem contar os ap log, transportes e outros … marinha nao eh so navio de combate nao …

  19. Uma boa aquisição, agora é só fazer uma improvisação para que o navio cumpra sua finalidade . A gestão Almirante Leal Ferreira vai deixa a MB bem melhor do que ele encontrou. A MB precisa de escotas e não de cruzadores, marinhas como a nossa carente de tudo deve investir em navio versátil e com guarnição reduzida .

  20. A alegação a favor destes navios pela Basarnas é que a maioria das ocorrencias de acionamento no arquipélago exigem o reboque do navio com problema, e estes navios dão conta do serviço.
    Para ocorrencias onde exige velocidade eles tem as catamarã de alumínio de 60 metros com helicoptero construídas na Indonésia pelo estaleiro PT Palindo.
    . http://palindomarine.co.id/slide/image2.jpg
    OBS: Eles tem 3 orgãos para fazer o que faz a MB no Brasil, por isso temos que ter todo o tipo de equipamento na MB.
    Eles tem:
    Marinha – TNI-AL que usa a cor cinza nos navios.
    Guarda Costeira – Bakamla que usa navios brancos com duas faixas vermelhas.
    Agencia Nacional SAR – Basarnas que usa cor laranja.

  21. Boa noite Srs,
    Gostaria de deixar um observação em relação a esses AHTS que a Marinha comprou.
    Eu trabalhei num dos irmãos dele, o SEA LEOPARD. E tenho trabalhado muitos anos como tripulante de embarcações mercantes.
    Minha observação é a seguinte: apesar de relativamente novo, esses barcos foram extremamente surrados. São embarcações que trabalham “praticamente” 24 horas por dia, durante o ano todo.
    Se vc pegar as horas de funcionamento dos motores desses barcos, verão que são altíssimas.
    Um navio, principalmente, se desgasta pela suas horas de funcionamento e não pela sua idade. Na base do Rio, vc pode ver os mesmos navios de guerra parados meses a fio.
    Para o pessoal da mercante, esse é um barco velho e operacionalmente defasado, dado que a Petrobras dispensou vários dessa classe.
    Se eu estiver errado, me corrija por favor.

  22. Essa é a Marinha do dia-a-dia. A Marinha do varejo. A patrulha e a salvatagem trazem uma satisfação e um senso de utilidade prática a quem as exerce. Especialmente em uma Marinha sem as demandas navais de países centrais. Boa notícia.

    A matéria da Guarda Costeira foi ultrapassada, como também penso ser sua idéia no Brasil como instituição autônoma ou orgânica.

    Por fim, a sigla AHTS pode querer significar a alguns um Anchor Handling Ticonderoga Supply . . . 😏

    • Não são canos, são proteções para evitar danos no costado nas operações de reboque, atracação etc. Se não me engano, são chamados de verdugos.

  23. Conheço estes navios… ele tem 4 geradores Cat sem Gerador de Eixo… se o PMS não funcionar vai ser difícil conduzi-los regulando a carga manualmente… vamos ver!

  24. Bardini ( 16 de Abril de 2018 at 16:06 );

    Concordo.

    Dever-se-ia, antes de mais nada, garantir que a bandeira tremule nas áreas de interesse. Isso é prioridade absoluta. E uma nova classe de patrulheiros se mostra necessária para a faixa mais interna de mar. A lógica aponta para algo mais barato pra fazer número, como por exemplo o ‘5509’ ( ou até o ‘6211’ ) da Damen ou o projeto que já temos na forma do ‘NPa BR 500’ ( muito embora preferisse algo mais pesado ).

    O problema é que o atraso na decisão e compra de novos navios, fez com que todos os problemas convergissem numa espiral única… Agora, é fazer o que é possível com os meios distritais que se tem…

  25. Amigos, ressuscitando o post: Esse não seria o “Amazon Chieftain”? Pergunto pois o mesmo está atracado na BNRJ, ao lado do NP Macaé.

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