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Concurso público para o Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha

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Se você tem nível superior, não deixe de se inscrever para o Concurso Público para ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T). Dentre os requisitos, o candidato deve ser brasileiro nato, de ambos os sexos e com menos de 36 anos de idade, no primeiro dia do mês de janeiro de 2019. São 27 vagas e as inscrições começam hoje (20/04).

Em 2018, a Administração Naval oferece vagas em Ciências Biológicas (03), Comunicação Social (04), Direito (04), Informática (06), Oceanografia (02), Pedagogia (02), Psicologia (02), Serviço Social (02), Segurança do Tráfego Aquaviário (02 – composto pelas profissões: Engenharia Naval e Ciências Náuticas). As inscrições podem ser feitas até 10 de maio através do site www.ingressonamarinha.mar.mil.br. O valor da taxa de inscrição é de R$ 120,00 e será aceito pagamento até o dia 16 do mesmo mês.

Este concurso prevê o preenchimento de cargos e funções técnico-administrativos que visam às atividades de apoio técnico e às atividades gerenciais e administrativas em geral, além das atividades inerentes à carreira militar.

Os candidatos farão provas de conhecimentos profissionais e redação, de caráter eliminatório e classificatório, com duração de 4 horas. Aqueles que forem aprovados em todas as etapas farão o Curso de Formação de Oficiais (CFO), no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), na cidade do Rio de Janeiro. Ao final de 2019, o militar aprovado no CFO será nomeado Oficial da Marinha do Brasil no posto de Primeiro-Tenente e passará a receber rendimentos brutos inicias de cerca de R$ 11 mil, além de benefícios, tais como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médico-odontológica.

Último dia de inscrição para o Colégio Naval

Termina nesta sexta-feira a inscrição para o Colégio Naval. São 190 vagas e, para se candidatar é necessário ser brasileiro nato e do sexo masculino, ter 15 anos completos e menos de 18 (em 1º de janeiro de 2019), dentre outros requisitos previstos em Edital. Leia mais em www.ingressonamarinha.mar.mil.br.

Concurso Público de nível Superior para o Quadro Técnico – 2018
Inscrição: 20/04/2018 a 10/05/2018
Valor: R$ 120,00
E-mail para informação ao candidato[email protected]
Sitewww.ingressonamarinha.mar.mil.br
Siga-nos: www.facebook.com/ingressonamarinha

10 COMMENTS

  1. Amigos, tenho uma dúvida: sou formado em Comunicação Social; caso eu fosse aprovado em um concurso como este, estaria fadado ao trabalho burocrático pela eternidade ou poderia “beliscar” outras áreas que exijam mais ação física do que intelectual?

    • Estaria na sua função sim. Você tem que preencher os requisitos do curso ao qual estão precisando, preencherá o quadro técnico. Quanto a ação física, durante o período básico terá de 3 a 5 TFM por semana (Ginástica Básica, Corrida), e por ano 3 TAF (corrida 2.400 metros no mínimo em 12 minutos, Flexões 24, abdominais 40 em 60 segundos, barra fixa 7 repetições e 20 meio sugados) por ano, no mínimo.

    • Sobre o Quadro Técnico ( https://www.marinha.mil.br/ensino/qt/qt_princ ):

      Profissões:

      Arqueologia
      Arquivologia e Gestão de Documentos
      Biblioteconomia
      Ciência da Computação
      Ciências Náuticas
      Comunicação Social
      Desenho Industrial
      Direito
      Educação Física
      Estatística
      Física – Licenciatura
      História
      Geologia/Geofísica
      Informática
      Letras Português – Licenciatura
      Matemática – Licenciatura
      Meteorologia
      Museologia
      Música
      Oceanografia
      Pedagogia
      Psicologia
      Serviço Social
      Segurança do Tráfego Aquaviário

    • Plano de Carreira:

      Enquanto o aluno estiver no Curso de Formação de Oficiais (CFO), ele é considerado guarda-marinha e ao se formar passa a ocupar o posto de Primeiro-Tenente.

      A carreira do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar compreende os seguintes postos: Primeiro-Tenente, Capitão-Tenente, Capitão de Corveta, Capitão de Fragata e Capitão de Mar e Guerra.

    • Benefícios da Carreira Naval:

      -Perspectiva de crescimento profissional ao longo da carreira;
      -Bom ambiente de trabalho;
      -Plano de carreira bem definido, com possibilidade de ascensão contínua com aumento de salários proporcionais;
      -Estabilidade após cinco anos de serviço;
      -Ingresso sem exigência de experiência anterior;
      -Salário inicial compatível com o mercado;
      -Salários indiretos e benefícios, tais como:
      —Transferências remuneradas;
      —Possibilidade de moradia quando fora da cidade do Rio de Janeiro;
      —Assistência médico-hospitalar para si e para seus dependentes em instalações exclusivas da Marinha;
      —Instalações sociorrecreativas para si e seus dependentes, mediante pequena mensalidade;
      —Ajuda para aquisição de uniformes;
      —Alimentação;
      —Proventos semelhantes aos da ativa quando estiver na reserva.

  2. Vejam como é a carreira militar: Estes futuros oficiais em 30 anos, no máximo, serão capitães de mar e guerra museólogos, capitães de fragata assistentes jurídicos (atenção!: não são advogados), … e estarão indo para a reserva e reforma (geralmente com menos de 60 anos de idade). Aí ficarão por 20 a 30 anos com os proventos do último posto ocupado na ativa. Com a morte, podem deixar pensão ao cônjuge por outros 10 / 20 anos.
    Durante todo este tempo têm, entre outros benefícios, assistência médico-hospitalar em instalações exclusivas da Marinha (para si e seus familiares). Vale dizer, para isto, a Marinha têm que organizar as carreiras de Oficiais e de Graduados dos serviços de saúde, com os mesmos direito acima.
    Conclusão: A maior fatia do bolo do orçamento vai para pagar inativos e pensionistas, a segunda maior para pagar o pessoal ativo, uma pequena fatia para manutenção dos meios e o que sobrar, se sobrar, para investimentos.
    Isto explica algumas comparações surreais, como: O orçamento das Forças Armadas de Israel ser MENOR que o das do Brasil, e; o fato do efetivo total da RAAF (uns 14.000 militares) ser próxímo ao efetivos de oficiais da FAB (75.000 militares, sendo 12.000 oficiais), sendo que a Austrália tem muiiito mais e melhores meios de combate e logística aéreos.

    • Como a carreira militar é mais custosa ao país, sempre defendi que deve ser destinada apenas aos que estão sujeitos à entrar em operações bélicas, seja como combatente, seja como apoiador direto aos combatentes. Não tem sentido prover carreira de oficial militar às atividades meio como museólogo, pedagogo, assistente jurídico, assessor de imprensa/jornalista. Até aos médicos de especialidades como pediatria, ginecologia, gerontologia, …
      Muito mais racional seria organizar carreira civil para estas atividades, ou mediante terceirização com empresa pública para esta função (tipo Serpro do MF), ou, mesmo ainda, licitar empresa privada para prover tal mão-de-obra. Não geraria passivo previdenciário nos orçamentos da Defesa.

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