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Brasileiros aprendem sobre o radar Artisan 3D na Inglaterra

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Brasileiros na BAE Systems conhecendo o radar Artisan 3D

A BAE Systems Maritime divulgou que militares brasileiros visitaram na sede da empresa em Cowes na Inglaterra para aprender sobre o radar Artisan 3D que equipa o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico – A140.

O radar Artisan (Advanced Radar Target Indication Situational Awareness and Navigation) designado como Type 997, tem alcance de 200km e provê controle de tráfego aéreo extensivo e identificação dos alvos, assim como a visualização tática a médio alcance.

Ele pode acompanhar mais de 900 alvos ao mesmo tempo e adquirir objetos do tamanho de bolas de tênis deslocando-se até três vezes a velocidade do som.

O radar Artisan 3D, que também é empregado nos porta-aviões classe “Queen Elizabeth”, possui algumas características confidenciais e por um momento houve dúvida se o mesmo permaneceria a bordo do HMS Ocean depois de adquirido pela Marinha do Brasil.

Artisan 3D
Bandeira brasileira tremula na sede da BAE Systems

FOTOS: BAE Systems

137 COMMENTS

  1. Show de bola, garoto… isso era o mais importante, o radar Artisan 3D e seu centro de comando e controle…
    Show de bola, rapaziada.

  2. Espero que seja um bom sinal!
    Este é um equipamento que trará muitos ganhos para a MB!

    p.s. e vamos vendo, de quebra, que a boataria na maioria das vezes não se justifica. Estica daqui, puxa dali, e os interesses vão se acomodando. Um radar desses não me parece algo trivial de se negociar…

  3. Ótima notícia. A questão que acho importante agora é saber , quando o radar apresentar um defeito, quanto tempo o Atlântico ficará imobilizado esperando a manutenção, que certamente terá de ser feita por técnicos vindo da Inglaterra, devido as suas características de confidencialidade.

    O tão desejado radar pode vir a ser o calcanhar de Aquiles na operação do navio.

    • O MTBF desse radar é grande e além disso ele seguirá com peças de reposição de uso mais frequente. Além disso o navio possuiu outros dois radares Type 1007, ele não ficará fora de operação caso o radar 3D fique inoperante.

      • Galante, ok. Em outras palavras o que você está dizendo é que um carro com motor v12 pode funcionar como v8. Obviamente não é a mesma coisa, especialmente se não pudermos contar com esse radar numa situação de conflito, onde ele nos daria uma enorme vantagem tática.

        Abs.

        • Caro Mk48, o que entendi foi que se o “ar condicionado” quebrar, será possível ligar a ventoinha do ventilador.. e que ainda assim, as janelas do carro também podem ser abertas. Mesmo sabendo que serão entregues as peças sobressalentes mais comuns do “ar condicionado”, se esse equipamento quebrar ainda será possível usar a ventilação ou abrir as janelas do carro. Não é a mesma coisa, não são tão eficientes, mas dá para refrescar um pouco. Mas no fim, o ideal será mesmo parar na oficina especializada mais perto e trocar a peça quebrada do “ar condicionado”.

        • Mk48

          Usando sua própria comparação, o que o Alexandre quis dizer é que um carro esportivo pode funcionar sem a sexta marcha e ainda assim dar um bom “caldo”.

        • Como só se esse radar desse problemas. Tudo precisa de manutenção e muita coisa mão de obra especializadas e eu acredito que deve já ter oferecido um pacote de treinamento e manutenção para alguns anos e a tradução da documentação técnica claro que tudo isso não é de graça, mas agora cabe a MB estudar a viabilidade disso. Se a BAE Systems ainda não o fez seria muito prudente a Diretoria de Manutenção da MB negociar isso com BAE Systems

  4. Parabéns Marinha Brasileira!!!!Estou louco para ver o a140 recheado de helis, navais e veículos anfíbios, cercado das tamandarés, os subs convencionais e os nucs! st4

  5. Excelente radar e uma grande notícia.

    O que preocupa, entretanto, é realmente o que poderá acontecer se ocorrer alguma avaria. Se coisas muito mais simples não conseguem ser manutenidas pela Marinha (até hoje o Amazonas continua sem o 2D Scanter 4100 de busca aérea e de superfície), imagine um Artisan 3D!!!

      • É por isso que eu disse que se um muito mais simples está até hoje avariado, imagine se um muito mais complexo e dispendioso avariar… é uma grande aquisição, vamos torcer para que funcione sem qualquer problema por muitos e muitos anos.

        • Gente, até parece que é a primeira vez que a MB tem um radar pra manter… Casos pontuais, problemas eventuais de custos e contratos com algum radar específico não justificam essa celeuma toda em relação à manutenção deste.

          • O que deve acontecer é o governo não fornecer DINHEIRO para pagar o conserto de um radar de última geração…
            Ou o que pode acontecer é a MB não ligar o Radar 3D em muitas situações para não desgastar prematuramente o equipamento…
            É como o cara que compra um condicionador de ar split de 20.000 btus e não liga o bicho porque não tem dinheiro para pagar a conta de luz ou consertar o aparelho se ele der problema…

            O problema no Brasil é SEMPRE a falta de dinheiro…

          • Qual a sua solução, Gilberto?
            Deixar o radar de lado e instalar no lugar dele algum encostado de fragata ou corveta desativada?

            Sinceramente não entendo. Em diversas ocasiões, a MB introduziu radares no estado da arte em suas épocas, e superiores em vários aspectos aos operados pelas outras duas forças. Desde os que vieram nos cruzadores ex-USN no início dos anos 50, passando por radares da classe Niterói dos anos 70.

            Radar quebra? Claro que quebra, em qualquer lugar do mundo. Não vai manter o radar por medo de quebrar?

            Eu fico impressionado com a quantidade de “não problemas” que se levanta.

          • Acho que a MB deveria largar de mão o uso de radares visto que ocorre o risco deles quebrarem. Aliás, qualquer coisa que ocorre o risco de quebrar e precisar manutenir a MB deveria largar de mão.

            Ironia mode off

          • Nunão, tanto justificam que, como eu disse acima, o radar da Amazonas está até hoje avariado. Todo radar de ponta que a Marinha venha a adquirir será necessariamente estrangeiro (na melhor das hipóteses, montado no Brasil, caso da Omnisys), portanto sujeito a ficar parado por avaria. A questão, entretanto, é outra: qual é o plano da Marinha para a resolução de uma situação de avaria? Ficar parada, como no caso da Amazonas, que teoricamente seria mais simples de resolver, ou ter um plano de contingência?

          • Augusto,

            O caso de um radar com problemas não serve para a analogia com todos os demais radares em operação nos navios da MB, adquiridos novos ou vindos junto com navios usados.

            Qual o motivo de não terem consertado o radar do navio específico da classe Amazonas?

            Não sei.

            Mas quantos radares de navios da MB já passaram por algum problema e foram reparados?

            Dezenas e dezenas, desde os anos 40, quando um primeiro radar foi instalado em navio da MB.

            Me dá a impressão, pelos comentários, que é a primeira vez que a MB compra um navio com radar moderno, como se isso já não tivesse acontecido tantas vezes no passado, com radares que foram modernos em suas épocas.

            Faz-se um contrato de manutenção com o fabricante, adquire-se peças de reposição, é assim que funciona. E é provavelmente um dos assuntos em pauta tanto no fechamento do contrato de compra do HMS Ocean quanto da visita do pessoal ao fabricante, tema da matéria…

            PS: a Omnisys não apenas “monta” os radares, ela os fabrica, o que inclui a produção em sua fábrica de boa parte de seus componentes. Os termos “montar” e “montadora” costumam ser mal empregados.

          • Eu tive um tio, falecido, que comprava as coisas e depois não usava porque “podia quebrar”.
            Assim como vizinhos que quando arrumavam boa vaga pros seus carros não saíam mais com estes, porque “iam perder a vaga”.
            Tem gente que é assim.

  6. Sempre me surpreendo com os Ingleses !
    Muito bacana a Bandeira Do Brasil Hasteada em solo inglês,sei que em alguns lugares isso é uma mera cordialidade,mais que é bacana é.
    Espero que mais negócios Com os ingleses sejam feitos,não só os de oportunidade!
    Por que lá no fundo Essa Preferencia pela MB no Ocean ou atlântico pareça um sinal de
    (Olha só estamos dando uma preferencia para vocês em varias ocasiões
    Quando forem comprar brinquedos novos
    lembrem de nós! Como Andam As suas Niterói ?) rs

  7. Resta saber agora alguma coisa sobre os armamentos. Eu colocaria loga os sistemas xe uma das Niteroi que saira de serviço. Ou seja dois canhões Bofors Trinity e um Lançador Albatroz para Aspid na Proa, podia ainda complementar com dois lançadores Simbad retirados do SP. São sistemas novos e deixaria o Navio até mais protegido. Afinal é a nova Capitânia da Esquadra.

  8. O A140 Atlântico Tem tudo pra servir bem a nossa marinha como nau capitania por muito anos, e dessa vez parece que a marinha não se afobou e cobriu todas as pontas soltas.

    • Eu também não entendo, está uma geração atrás do que se vende por aí atualmente!

      Só pra listar alguns mais modernos (PESA/AESA) e de maior alcance: Smart-S Mk2, Herakles, Sea Fire e Kronos. E isso falando apenas dos europeus.

      Particularmente torço pra que esse Artisan ultrapassado e caro fique de fora das Tamandarés.

      • Sem dúvida nenhuma existe coisa melhor no mercado, coisa que pode ser oferecida a MB por alguns concorrentes do programa da Classe Tamandaré. Agora, esse radar aí não é ultrapassado…

        • De fato, sempre tem radar melhor ou pior no mercado, dependendo do navio em que será instalado, do custo-benefício etc. Mas dizer que o Artisan está ultrapassado, sendo que há poucos anos começou a ser instalado em navios da RN, é totalmente descabido.

          Matéria de 2013, quando o radar passava por provas de mar na primeira Type 23 a receber o equipamento e testes eletromagnéticos (hoje 11 das 13 Type 23 estão com o radar):

          http://www.naval.com.br/blog/2013/09/10/comecam-os-testes-de-integracao-do-radar-3d-para-os-novos-porta-avioes-britanicos/

        • Quando o Brasil construir um Nae ou Capitânia para chamar de seu pode comprar qualquer um melhor… Como tem nego chatinho…

          Quando se compra um Capitania de segunda mão da Royal Navy tem de se conformar com a escolha do melhor radar do final da década de 90 para a Royal Navy.

          Para um navio de 20 anos de serviço ter um radar só uma geração atrasado é um baita negócio de ocasião…

          SE o navio tivesse vindo sem o Artisan 3D qual o Radar e qual a verba que o ATUAL governo iria prover para o Atlântico meu camarada???

          Te respondo, ficaria com os radares reservas que já estão…

          PORTANTO graças que os ingleses deixaram o radar no Navio…

          P.S. ele é tão ruim que os dois novos PAs tem versões modernizadas(obviamente) deste mesmo radar…

          • Mais um endeusando o radar…
            .
            Seria muuuuuito estranho eles não adotarem esse radar em seus navios. Pagaram um rio de dinheiro para desenvolve-lo, agora tem de justificar dando escala, colocando em tudo quanto é navio.
            .
            Ruim não deve ser… Mas na hora da verdade, em concorrência externa, enfrentando a concorrência, vender que é bom não vende.
            .
            Chile, na modernização das suas Type-23, escolheu TRS-4D e CAMM.
            Nova Zelândia, escolheu Smart-SMKII e CAMM na modernização das ANZAC.

          • “Quando se compra um Capitania de segunda mão da Royal Navy tem de se conformar com a escolha do melhor radar do final da década de 90 para a Royal Navy.”

            Gilberto, o navio é do final da década de 90, mas o radar não.

            Veja o link que postei há pouco: o Artisan estava terminando seu desenvolvimento e ainda em testes no primeiro navio em que foi instalado para provas de mar, em 2013 (uma Tipo 23) e, se não me engano, foi na modernização de 2014 que o HMS Ocean teve o seu radar anterior substituído pelo Artisan.

          • Se ele foi instalado recentemente Fernando MELHOR AINDA e não é questão de endeusar ou não o radar ARTISAN 3D chatinho…
            É o radar que VEIO com o navio cristão…
            Não tem dinheiro para comprar e muito mais fazer projeto de integração e instalar um radar que você ENDEUSARIA…
            Cavalo dado (ou comprado de segunda mão) não se olha os dentes…
            Já dizia o vovô…

          • Gilberto, não é se ele foi, o radar foi instalado recentemente. O radar original do navio era outro.

          • Nem deveria responder, afinal o Gilberto abandonou a argumentação e partiu pro AD HOMINEM.

            Mas para ficar claro aqui para os demais colegas, em NENHUM momento eu reclamei da vinda do Ocean com o Artisan 3D, apenas disse que não quero eles nas TAMANDARÉ. O cara nem lê o comentário direito e já sai escrevendo resposta malcriada. Típico.

        • Caramba! Estou aqui muito feliz com a notícia de que a RN resolveu deixar o radar Artisan 3D e tem nego reclamando! Se a matéria tivesse afirmando ao contrário, ou seja, que o radar Artisan não viria, estes mesmos estariam aqui lamentando o motivo que RN não deixaria o radar Artisan no Atlântico pois saberiam que a MB não iria dispor de ativos para comprar um radar como esse para o Atlântico de imediato. Vai entender!

      • Que você não simpatize com esse radar na MB ou tenha a preferência por outro é uma coisa, agora dizer que ele é ultrapassado não tem como engolir

        • Negativo, Almeida.

          É de geração equivalente ao Smart-S e Herakles, citando alguns dos exemplos mencionados por você.

          Bardini,

          Uma concorrência nem sempre é vencida somente pelo quesito desempenho.

          • É… Tem também o custo de vida, a qualidade do produto, o custo de vida e a logística, histórico do fornecedor, integração e por aí vai.

          • Mercenário e Nunão,

            Afirmo que é ultrapassado por utilizar tecnologias já abandonadas pela concorrência, como antena rotativa analógica. Não é por que ele foi desenvolvido na mesma época que outros que é da mesma geração e capacidade. Eurofighter e Raptor foram desenvolvidos durante a mesma época e entraram em operação também na mesma época, mas todos aqui sabem que um é uma geração mais moderno que o outro.

            A RN só está usando o mesmo porque investiu muito nisso e não vai dar pra trás agora, seria um tiro no pé. E ela possui meia dúzia de destroyers AAW bem capazes, com sistemas de radar muito melhores, pra cobrir o buraco. Mas tanto o Artisan é ultrapassado que estimulou o desenvolvimento do CAMM, um míssil de busca ativa que depende muito pouco das atualizações da plataforma lançadora.

            Agora, pra MB, com tantas outras opções mais modernas (de novo, PESA e AESA) disponíveis no mercado, não vale a pena. Só vindo de brinde em compras de ocasião mesmo.

          • Almeida, a menção ao míssil CAMM não tem nada a ver, a lógica é o contrário. Um míssil como o CAMM / Sea Ceptor (seu nome naval) trava em seu alvo só quando está no alcance de seu pequeno radar.

            Até que o míssil chegue à distância em que a potência relativamente pequena do diminuto radar em seu nariz é efetiva para adquirir o alvo, quem dá as coordenadas do alvo, que são atualizadas por datalink durante o voo do míssil, é o radar 3D.

            Nesse caso das fragatas Tipo 23 da RN e futuramente das Tipo 26, esse radar de busca é o Artisan (tipo 997 na nomenclatura da RN).

            O míssil anterior ao Sea Ceptor nas fragatas Tipo 23 era o Sea Wolf, que dependia de um radar de direção de tiro para seguir em direção ao alvo. O radar de busca anterior (tipo 996) indicava a um dos dois volumosos e pesados radares de direção de tiro (DT) do navio as coordenadas do alvo, e estes passavam a acompanhá-los e direcionavam os mísseis, dois alvos simultameamente por vez (o radar 996 podia acompanhar mais, porém os dois radares DT só permitiam atacar dois alvos sumultaneamente por vez, ainda que por mais de um míssil por alvo).

            Com a dupla CAMM (Sea Ceptor) / Artisan, os radares de direção de tiro foram eliminados e substituídos por pequenas e leves estações transmissoras e receptoras de link de dados (datalink), que juntamente com a capacidade e precisão informada do Artisan permitem atualizar a direção de vários alvos aéreos simultaneamente, com vários mísseis no ar.

            Ou seja, conectar o desenvolvimento do CAMM / Sea Ceptor ao que vc indica serem limitações do Artisan (tipo 997) é um erro. O radar foi desenvolvido para substituir o 996 e aprimorar justamente a capacidade de se direcionar uma geração de mísseis de médio alcance novos, atualizados no meio da trajetória por datalink, e com radar no nariz para a fase terminal, de forma mais capaz que aeria possivel com o antigo 996, que não foi criado com essa geração tecnológica em mente.

            Em outras palavras e voltando ao início, é praticamente o contrário do que vc escreveu. A desenvolvimento de uma geração de misseis como o CAMM ensejou o desenvolvimento simultâneo de radares de busca mais avançados como o Artisan (e outros concorrentes), diferentemente da sua ideia de que o míssil foi desenvolvido para compensar limitações dos radares de busca…

            PS: radares modernos, sejam eles Aesa, Pesa ou não, são digitais, não são analógicos. E a antena do Herakles, que vc colocou em comentário anterior como superior ao Artisan, também é rotativa. Basta ver um vídeo de FREMM francesa navegando que vc vê a antena girando.

          • Sem querer me meter na discussão de gente grande aí de cima, mas só no sentido de colaborar, a atualização intermitente provida pelo radar rotatório (30 RPM) Artisan ao míssil SeaCeptor é de mais de 20 vezes se formos levar em conta o maior alcance (25 km).
            A maior resistência às ECMs dos radares de varredura eletrônica (principalmente o tipo AESA) não é tão relevante no caso de ataque de mísseis tendo em vista que mísseis não implementam ECM, mas apenas se defendem da ECM inimigo implementando ECCMs.
            Radares de varredura eletrônica (phased array) banda X ou C (com antenas fixas) são interessantes para funcionarem também como “iluminadores” para mísseis que operam no modo “semi-ativo”. Também são mais capazes para rastrear ameaças com alta velocidade supersônica (acima de Mach 3), hipersônicas e stealths (VLO), e para atualizar os mísseis defensivos contra essas ameaças.
            As ameaças emergentes representadas pelos mísseis stealth e hipersônicos serão melhor enfrentadas por radares de varredura eletrônica fixos, mas para esses há os navios de defesa aérea (no caso, na RN tem os Type 45 que apesar de ter um AESA rotativo, por ter 2 faces, provê um melhor rastreamento e um maior índice de atualização aos mísseis defensivos)

        • Em acréscimo, segundo dados dos fabricantes, o Artisan tem capacidade de acompanhar até 900 alvos, ao passo que o Herakles teria a capacidade de 400.

          • Nunão, o Herakles é rotativo (assim como o Smart-S Mk2) porém é PESA e consegue, além da rotação, fazer a busca digital também com suas dezenas de transmissores e receptores destado sólido. É uma ordem de grandeza acima do que radares que não possuem escaneamento eletrônico (Artisan) conseguem fazer. Além disso, são muito mais difíceis de interceptar e jammear por conta de seus diversos feixes de busca, que podem usar frequências diferentes.

            O sistema de processamento de sinais do Artisan é digital, mas sua antena é analógica pois possui um único grande emissor e receptor ao invés de dezenas ou centenas de E/T de estado sólido. São duas coisas distintas: processamento e antena.

            Não precisa concordar comigo, é um fato. Se duvida, estude mais sobre o assunto.

            Quanto ao CAMM, mais especificamente o Seaceptor já que você faz questão de esmiuçar (são a mesma coisa), não precisa me explicar como funciona o engajamento dele. Eu estava falando justamente que a RN queria um míssil que pudesse ser usado com uma versão mais nova do 996 mas sem precisar de radares diretores de tiro externos ou um mais caro sistema PESA/AESA de antenas fixas. Como eu disse, a escolha da RN foi por custo, não por capacidade. A capacidade dele de atualizar as informações do alvo via datalink são muito inferiores as de radares de escaneamento eletrônico passivo e attivo. E por isso reafirmo que o Artisan 3D 997 não é uma boa escolha para as Tamandaré frente diversas outras opções muito mais modernas no mercado.

            Câmbio e desligo!

          • Ok, Almeida.
            Não precisa começar a se exaltar.
            Também sei a diferença de radares AESA e PESA para os ditos “convencionais”. E não é preciso me sugerir que vá estudar, faço isso de vontade própria e de bom grado.
            De qualquer forma, grato pela sua explicação mais detalhada sobre o tema e sobre sua opinião.

          • SMART-S Signaal Multibeam Acquisition Radar for Tracking, S band is a naval medium to long-range air and surface surveillance**multibeam** passive electronically scanned array 3D radar designed by Thales Nederlands.

            Herakles is a passive electronically scanned array multi-function radar manufactured by Thales Group. It has a track capacity of 400[2] air and surface targets and is **able to achieve automatic target detection, confirmation and track initiation in a single scan, while simultaneously providing mid-course guidance updates** to the MBDA Aster missiles launched from the ship.

            EMPAR (European Multifunction Phased Array Radar) is a PESA rotating C band multifunction passive electronically scanned array radar built by Selex ES. The system employs a single narrow beam for transmission, plus multiple beams for reception. **These can be steered electronically, allowing the EMPAR to scan very rapidly across a wide angle of bearing and/or elevation. It thus provides the simultaneous monitoring of an entire hemisphere**.

            The Type 997 Artisan (Advanced Radar Target Indication Situational Awareness and Navigation) is a medium-range air and surface surveillance 3D radar developed and built by BAE Systems.

            Todos rotativos, mas com uma enorme diferença.

  9. Os Ingleses me surpreenderam com isso viu!
    Achei que o Atlântico viria “pelado”.
    Mas aí fica a dúvida, com essa excelente capacidade que a MB terá com o Radar Artsan, será que melhorarão a capacidade de ataque aos alvos indicados pelo radar ?
    Não seria melhor ao invés de dotar as CCT,s com esse radar, desenvolver uma versão naval do Saber-M200?
    E sistemas de armas nacional para ataque aos alvos !

    • Sim vc está certo, mas do jeito como a MB se reequipa seria literalmente jogar dinheiro no ralo. Desenvolver um radar naval para quantos serem efetivamente produzidos? Desenvolver só por desenvolver não tem cabimento. Com o dinheiro gasto no desenvolvimento e produção você compra algo ainda melhor no mercado, à pronta entrega e se bobear ainda mais barato. Muito leitores sempre batem nessa tecla, que podemos e devemos desenvolver um produto análogo nacional, amigos, se os militares vão as compras duas vezes por século como vcs esperam manter uma linha de produção aberta? Com sonhos e esperanças?

    • É manda a Bradar colocar o dinheiro dela, ou melhor o da Embraer, no desenvolvimento do Saber 200, se interessar, tiver preço competitivo e desempenho que preste, pode ser que a MB compre.
      Agora pregar essa conta nas costas do contribuinte, pra posarem de bacanas, não.

  10. Foxtrot 27 de Abril de 2018 at 12:43
    Resposta de um leigo.
    Não, não será melhorado a capacidade de ataque.
    Não tem sentido em desenvolver uma versão naval se já existe algo no mercado que tende a ser melhor e mais barato, temos que levar em conta que neste momento seria somente para um navio.
    Quanto a ataques de alvo, o Ocean ou Atlântico ou Pernambuco (que parece não será mesmo) não foi desenvolvido pensando nisto.

    Rennany Gomes 27 de Abril de 2018 at 12:36
    Sabe, tinha a mesma opinião que a sua, sobre a afobação MAS conversando com algumas pessoas (com muita bagagem no meio) mudei de opinião. Imagino que esteja falando do PA São Paulo, que no mínimo deveria ter tido uma modernização la mesmo na França quando foi comprado, a compra foi de oportunidade e a MB não tinha cacife para aquela bela revitalização. A MB sabia de antemão que iria encontrar problemas MAS mesmo assim (pois o MG iria ser utilizado marginalmente com a entrada dos A4) decidiu avançar pois era isto ou isto. Existia a esperança que houvesse um aumento nos repasses para a MB que acabou não vindo.

    • Sim era, me referia ao PA São Paulo, que independente das razões demonstrou-se no final ser uma má escolha, mas são águas passadas o importante é que a marinha demonstra ter apreendido com essa lição.

      • Rennany o PA São Paulo não foi uma má escolha, pelo simples fato que naquela época era a ÚNICA escolha disponível.
        O GRANDE erro da MB foi não fazer o que as marinhas da Índia e da China fizeram que era aproveitar o casco e fazer um novo PA aprendendo com isso como construir uma unidade deste tipo.
        A MB por já ter tido o Minas Gerais queria continuidade de operação…

        SE a MB não se desfizer do casco do São Paulo (e há um laudo atestando que o casco do navio está em excelente condição) com a aquisição do Atlântico SERIA o que deveria fazer…
        Gastar DINHEIRO E UMA DÉCADA como os indianos e chineses fizeram com um casco adquirido (russo para eles) e construir o seu primeiro PA…

        • E se essa modernização do NAe custasse coisa na faixa dos U$ 1,5 bilhão, com o risco de ser uma fracasso, como o PMG do Ceará? Qual a lógica desse investimento essa altura do campeoanto? Cumpanheirada business?
          .
          Isso aí é dinheiro que poderia comprar navio novo, que duraria 50 anos na MB.

          • Na MB tinha um ditado tosco mas verdadeiro..

            Nego de bumbum estreito não faz trato com nego de pênis grosso…

            Era em termos mais rudes, mas amenizei substantivos e adjetivos para não melindrar muito a audiência mas dá para pescar o sentido.

            Se tens medo de prejuízo e fracasso nem tenta…

            Ou você quer fazer algo tens de pagar OS PREÇOS da sua empreitada…

            Este é um dos principais defeitos dos EMPRESÁRIOS, ELITE E POLÍTICOS BRASILEIROS querem lucro, poder ou sucesso com risco ZERO o que não existe.

            É o mesmo caso da transferência de tecnologia, o transferidor NUNCA vai te dar TODA a tecnologia, VOCÊ que tem de ter COMPETÊNCIA de aprender o que foi oferecido e com seu próprio conhecimento preencher os gaps tecnológicos e desenvolver SUA PRÓPRIA tecnologia…

            Mas comprar pronto é sempre mais fácil e mais barato…

            O outro caminho é DIFÍCIL… É MESMO…

            Daqui a 50 anos compra outro se tiver dinheiro e se ainda existir independente…

  11. Como a MB tem parceria de muitos anos com a Royal Navy, pode ter certeza que estão estudando uma parceria no futuro para ou comprarem o Artisan para escoltas novas produzidas aqui ou quem sabe (não custa nada sonhar) a planta dos novíssimos Nae recém lançados para a construção local….Mas isso só a longo prazo, claro.

    • Existe um rascunho de parceria industrial entre a Bae (fabricante do Artisan) e da Embraer (através da BRADAR) para trocar figurinhas e ou fazer um Frankenstein MIX entre o Saber-200 e o Artisan 3D ou simplesmente fabricar uma versão brazuca do Artisan 3D para colocar em futuros navios da MB construídos no Brasil.
      Mas isso era projeto de governos anteriores.
      Mas além de ser um papo preliminar, acho que deu uma pausa pela situação política, pelo menos até ser eleito um novo governo para o ano vindouro…

  12. A minha pergunta é a seguinte …
    A BOEING vai permitir a BRADAR produzir no Brasil o Artisan 3D ???
    E o governo americano vai permitir ???
    Explico …
    A BRADAR e a NEIVA foram incorporadas a Embraer.
    Sendo assim estão dentro do pacote da entrega.
    E aí ???? Como faz ???
    BRADAR e NEIVA sairam da EDS.
    Como ficam os produtos militares que eles fornecem ???

      • Não Bardini, não é viagem.
        Essa é uma questão técnica.
        A EDS não faz parte do pacote de venda da Embraer.
        Semana passada a Bradar e Neiva sairam da EDS e passaram a ser Embraer, ou seja,está dentro do pacote de ativos negociaveis com a Boeing.
        Por isso fiz a pergunta.

        • Não acredito que esta jogada se dê certo. Se a Boeing levar será somente a aviação comercial. E se insistir muito, a coisa pode azedar de vez e o GF pode acabar melando tudo, especialmente por pressão dos militares (leia-se, que não quer ver o sistema SISFRON sob ordens dos EUA).

          • Não sai Wellington.
            Noto alguns alinhamentos.
            Na verdade nada claro e explícito, mas pequenas movimentações que somadas mostram aproximações calculadas.
            Algo tipo … “Apoie aqui que colaboramos lá !”

    • Pelo que entendi as empresas não vão se fundir, a Boeing vai formar uma terceira empresa só para a aviação comercial e executiva…

      A Embraer que continuará a existir poderá produzir o que quiser sem mando direto da Boeing ou o Governo dos EUA…

      Desde que o “radar inglês” da Bae não tenha componentes ou tecnologias americanas licenciadas…

      O que tenho dúvidas… Mas ninguém até aqui falou nada dos ingleses pedirem permissão aos americanos para ceder o radar ao Brasil… Portanto….

  13. Bom, pensando em ter Porta Helis, ao invés de PA´s e considerando a área de atuação/influência, seria interessante a MB adquirir outro Porta Helis equivalente ao A140.

    • A MB queria um PA mas não há opção disponível no mercado de usados militares…
      O Atlântico era a MELHOR opção para o que tinha disponível hoje…

  14. Acontece que o ocean vai vir com o artisan,isto é que é importante,o resto são especulação,e vamos nos famiriarizando com que há de moderno nele,se as Tamandaré contemplarem eles melhor pois já estariam a par do seu funcionamento.O Brasil não é de trocar esse tipo de informação com outros países os ingleses sabem disto é confiam.Porque os srs não levantam questão do albion,e seu irmão se o Brasil não interessar os chilenos arrematam os dois. É pelo estado do navio gostaria de ver pelo menos um dos dois navegando com nossa bandeira.Albion,junto aõ ocean,eo Banhia daria aõ Brasil por pouco dinheiro uma condição de operar helicóptero e desembarque de tropas é até de guerra submarina que seria impensável até pouco tempo.

    • Se a MB tiver dinheiro e resolver passar na Inglaterra ano que vem para comprar outro navio, você pode ter certeza que esse outro navio será um dos classe Wave e não um dos Albion

  15. Olhei todos os comentários e não vi a pergunta que não quer se calar !!!
    Pois foi até noticiado aqui que o Atlântico poderia vir sem o Artisan.
    Afinal, ele vem ou não vem junto com o Atlântico ?!

    • Boa noite Nunão;
      Pelo que entendi a matéria tá um pouco vaga.
      Ela fala mais do radar e não tá dizendo que o P-140 virá ou não com o Artisan 3D.
      A alguns dias atrás vcs noticiaram que ele poderia vir sem o Artisan 3D por questões de transferência de tecnologia (os Ingleses tavam alegando que tecnologia muito avançada para nós).
      E era um equipamento considerado vital para segurança nacional inglesa e etc e tal bla,bla. Bla.
      Eu até tinha comentado nessa matéria que se quisesse que tirassem o tal Artisan, pois nos temos o nosso bom e velho Siconta.
      Mas e aí ?!
      Vem ou não vem com o Artisan 3D ?
      É essa a minha dúvida !!!
      Desde já deixo os meus sinceros Agradecimentos a todos da equipe do Site.

      • Burgos,
        Na minha visão, o texto está claro:

        “A BAE Systems Maritime divulgou que militares brasileiros visitaram na sede da empresa em Cowes na Inglaterra para aprender sobre o radar Artisan 3D que equipa o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico – A140.”

        Aqui, o texto original divulgado pela BAE Systems:

        “Flying the flag for the Brazilian Navy, who were at Cowes to learn about our ARTISAN 3D radar on board HMS Ocean which will soon be heading to‪ Brazil.‬”

        Pra mim, está mais do que claro. Por que outro motivo gente da Marinha está lá aprendendo sobre o radar instalado a bordo do navio?

        Sobre notícia anterior, como você mesmo destacou, ela dizia que poderia vir sem, ou seja, uma possibilidade. Notícias são retrato do momento. Naquele momento (20 dias atrás, e não um mês) a informação apurada pelo seu autor era que haveria dificuldades na negociação. Pelo jeito, sendo real o grau apurado dessas dificuldades, elas foram superadas.

        PS: Siconta não substitui Artisan. Um é sistema de combate, que integra outros sistemas , armas e sensores no COC. O outro é um radar, que é integrado ao sistema de combate.

  16. O radar é de última geração, tá entre os melhores, agora tem gente que prefere radar A ou B e tem lá seus motivos, mas tal discussão será mais oportuna quando a MB for escolher o radar das Tamandarés.

    • Diogo,

      Não tem nada de “super” nesse radar. É um bom radar, moderno e adequado ao tipo de navio, assim como para fragatas e corvetas.

      Sistema de defesa antiaérea temos do desativado NAe São Paulo para instalar nele, e também é adequado a esse tipo de navio para defesa de ponto (por exemplo, é o mesmo que a França utiliza na sua classe Mistral). E também temos em estoque canhões de 40mm de duplo emprego (superfície e antiaéreo/antimissil) ainda eficientes, de corvetas desativadas.

      Helicópteros de ataque, se a Marinha ou outra força (na França, são helicópteros de ataque do Exército que operam em seus navios classe Mistral) decidirem que são necessários, podem ser comprados quando for oportuno.

      O engraçado é que, se fosse o inverso, e a Marinha decidisse comprar helicópteros de ataque para apoiar seus fuzileiros antes de comprar um navio como o Ocean, as pessoas reclamariam que comprou aeronave sem ter navio pra ela operar – aliás, foi reclamação comum quando da compra do Sea Hawk para substituir o Sea King. Mas se compra o navio antes de decidir ou não comprar helicópteros de ataque, reclamam do mesmo jeito…

      Tipo: quem reclamou primeiro, ovo ou a galinha?

    • O radar não é super, mas é 3D e multimodo, o que permite que o PHM 140 possa gerenciar o espaço aéreo próximo de si, algo de suma importância para um porta-helicópteros. Pense em controlador aéreo embarcado.

  17. Parabéns à trilogia pelas excelentes reportagens. Dá gosto entrar aqui todo dia e ter sempre algo interessante para ler. , para se aprender!

  18. O tamanho físico do radar impressiona! Aparenta ser um bom radar e só de acrescentar tecnologia nova para a MB já é um ganho e tanto.

    Em minha opnião o Atlântico bem que merecia 3 reparos do Bofors 40mm Mk4 xD! Além de reparos SIMBAD RF para os mísseis Mistral.

  19. “(…) Ele [Artisan] pode acompanhar mais de 900 alvos ao mesmo tempo e adquirir objetos do tamanho de bolas de tênis deslocando-se até três vezes a velocidade do som.”

    Talvez por isso não pode acompanhar inesperadas críticas a sua vinda, do tamanho de bolas de gude e em velocidade de dobra . . .

  20. Que a MB use o Atlântico como plataforma de testes para o SABER M200 naval, como usou o São Paulo no caso do SICONTA MK4. Aliás, seria uma boa usar esse navio para integrar os dois sistemas.

    Minha opinião.

  21. Em terra de cego quem tem olho é Rei. Não interessa se o Artisan não vende, não é o mais moderno, blá blá blá. O que interessa mesmo é que no nosso TO ninguém tem nada em se tratando de radar que se assemelhe ao Artisan. Ponto.

  22. Os hermanos tem até uma expressão para a mania de reclamar de tudo: gataflorismo (se querem saber de onde veio o nome pesquisem no google). Em matéria de reclamação nós não estamos devendo nada pra eles

  23. Esperem aí.
    Da matéria não consta que o radar vem.
    Já anunciaram a vinda?
    A matéria é bem clara. Visitaram a bae.
    “Aprender” em inglês é saber sobre, ter informações. Não necessariamente é ter aula ou fazer curso.
    Ou seja, visitaram e a empresa fez um tour, falou sobre o radar.

      • Ah, entendi. Então se o avião vier bastante alto, meio que dizendo, olhem estou aqui, ele detecta.
        No caso, dizem que ele é bom porque consegue identificar até bola de gude? Isto é, alvos muito pequenos e consegue acompanhar vários alvos?
        Esse alcance dele também é acima da média?

        • É por isso que para atacar um navio desses é preciso fazer como os argentinos nas Malvinas: se aproximar voando razante, quase tocando as ondas

          • JT&D,
            Além de se manter abaixo do horizonte radar a maior parte do voo e portanto, sem serem detectados pelos radares dos navios, o voo a muito baixa altitude ainda tinha a vantagem de após os caças “surgirem” no horizonte ainda se tornavam indetectáveis por conta de terem o mar como fundo.
            Naquela época os radares doppler ainda não tinham bom desempenho e só tardiamente, quando os caças já estavam a poucos segundos do navio, é que eram detectados e dado o alarme, não dando tempo de reação à defesa.
            Hoje, os radares estão aptos a detectarem mísseis sea-skimming tão logo aparecem no horizonte, mas aí os desenvolvedores de mísseis novamente complicaram e fizeram eles supersônicos e/ou com RCS muito reduzido.

          • JT8D,
            E o pior é que essa fragilidade do radar contra um caça ou míssil “sea-skimming” não existia em relação ao radar do míssil. O radar do míssil conseguia ver a “massa” do navio e distinguir do ruído de fundo provocado pelo mar.
            Ou seja, o pequeno e pouco complexo radar de um míssil tinha vantagem sobre sofisticados radares de navios.
            Um abraço.

  24. e um porta helicopteros não um escolta antiaerea .não prescisa de um radar super avançado para controlar o espaço aereo ao redor ELE NAO VAO FAZER DEFESA AEREA DE AREA E NEM VETORAR CAÇAS PARA INTERCEPTAÇÃO NO MAR

  25. O radar Artisan é capaz de detectar e rastrear a mesma quantidade de objetos que (todos os 4 elementos de) um radar SPY-1 do sistema de combate Aegis. Um SPY tem um scan rate (de 12 em volume (1 no horizonte) e o Artisan, tem (até?) 30 RPM (giro mecânico). E a tal bola de tênis supersônica é detectável (e discriminavel?) em um alcance de até até 25 quilômetros. A bola demoraria, em Mach 3 menos de 25 segundos pra chegar no navio…
    Se vier, tá bom, eu aceito. Melhor, só se viesse junto com a Emily Blunt ou a Kate Beckinsale…

  26. Obrigado Nunão !!!
    Da parte do Siconta eu sei !!!
    Precisaria de outro radar e alguns sistemas complementares no COC Pra funcionar !!!
    Agora te falo com todas as Letras que essa tecnologia não vai ser passada totalmente é só algo em 1º escalão e algumas de 2º no que tange a mamuntenção desse esquipamento.
    A transferência se dará por completa se os Ingleses venderem para posterior instalação nas CCTs .

    • Evidentemente, Burgos. Tem um grupo de trabalho na Inglaterra recebendo as informações, documentação etc visando operar e manter o navio. Mas transferência de tecnologia é outra coisa, nem escrevi nada sobre isso.

  27. Pessoal , incrível as capacidades deste radar, eu arrisco dizer sem medo de errar que a compra deste Navio foi a melhor coisa em, termos de navio de superfície, que MB fez desde o program das Fragatas Níterói , alem das capacidades do Navio que irão incrementar em muito as operações da MB e as informações que dão conta do ótimo estado do navio em sim e a cereja do bolo é o radar praticamente no estado da Arte.

    parabéns a MB, aos responsáveis por essa compra que não deixaram a oportunidade passar e pra completar escolhem o melhor nome possível: “ATLÂNTICO” Impõe respeito.

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