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Classe Tamandaré: Damen e Wilson Sons realizam encontros para debater conteúdo local e desafios do mercado

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Concepção em 3D da corveta classe Tamandaré
Concepção em 3D da corveta classe Tamandaré

Evento com fornecedores vai discutir a construção de Corvetas Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil

A Damen Schelde Naval Shipbuilding, companhia holandesa e uma das líderes mundiais em construção naval, e a Wilson Sons Estaleiros realizam nos dias 9 e 10 de maio uma série de encontros com 18 fornecedores locais, no Guarujá (SP). O objetivo é unir esforços com os melhores prestadores de serviço no segmento de construção naval no Brasil para garantir o mais alto padrão de qualidade na execução do projeto de construção das Corvetas Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil.

“Já temos experiência na construção de corvetas em três países – Holanda, México e Indonésia – e estamos preparados para mais esse contrato”, diz René Berkvens, CEO da Damen. “Nesses encontros, queremos compartilhar nossa visão com os fornecedores locais e discutir as oportunidades que a construção dessas corvetas trariam para as empresas envolvidas e para o mercado”.

Com mais de 9 mil funcionários, a Damen opera 33 estaleiros nos cinco continentes. Ao longo dos últimos 50 anos, a companhia construiu mais de 6 mil embarcações de diversos tipos e tamanhos. Na década de 1990, a Damen foi contratada pela Marinha do Brasil para a construção do veleiro Cisne Branco, embarcação que exerce funções diplomáticas e participou das comemorações dos 500 anos de descobrimento do país.

Se conquistar o contrato, as corvetas serão construídas nos estaleiros da Wilson Sons, no Guarujá. As duas empresas são parceiras há mais de 20 anos, com mais de 90 projetos elaborados em conjunto. Além de mais de 50 rebocadores e 20 embarcações de apoio offshore para clientes diversos, o portfólio dessa parceria conta também com 10 lanchas balizadoras para a Marinha do Brasil.

“Somos reconhecidos no mercado pelo nosso histórico de entregas dentro do prazo, dentro do orçamento, e seguindo as melhores práticas SMS e qualidade do mercado. Ter a Damen diretamente envolvida neste trabalho vai agregar ainda mais know-how para a construção das embarcações”, afirma o diretor executivo da Wilson Sons Estaleiros, Adalberto Souza.

Atualmente, a Wilson Sons Estaleiros está construindo quatro rebocadores com design Damen, além de estar trabalhando na conversão de um PSV (Platform Supply Vessel) para OSRV (Oil Spill Recovery Vessel). A companhia tem também programadas 18 docagens para 2018.

Sobre o Grupo Wilson Sons

O Grupo Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima no mercado brasileiro e oferece soluções da cadeia de suprimento, com mais de 180 anos de experiência. A Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes. Com presença nacional, atua de forma inovadora, acompanhando as tendências do mercado.

66 COMMENTS

  1. O histórico da Damen realmente impressiona pelo volume e diversificação de navios construídos.

    O fato de já ter uma parceria atuante de longa data com um estaleiro nacional também vai ajudar muito na concorrência.

        • A Marinha sabe muito bem o que quer. Isso já foi explicado trocentas vezes.

          A especificação é a que a MB divulgou. Se algum dos concorrentes tiverem algo similar ou superior para oferecer, dentro do valor estimado, a MB irá analisar. Nada mais sensato do que isso.

        • Tenho a mesma impressão, pra quem sonhava com fragatas de 6000 ton. o choque de realidade deve ter sido desestabilizador, daí a incerteza.
          E ainda tem o Prosub, que mais se parece com aqueles filmes japoneses de monstro…

          • Fragatas de 6.000 ton. = Prosuper.
            O programa da classe Tamandaré é outra coisa.

            Quem sonha com o Prosuper, continua sonhando com fragata de 6.000 toneladas.

            Agora se você quer falar sobre as incertezas do Prosuper, daí antes de culpar a MB pela falta de novidades você tem que culpar o GF (atual e anterior). Enfim, é outra discussão.

          • PROSUPER. Programa de Aquisição de Meios de Superfície.

            O Projeto Tamandares está dentro do PROSUPER. O PROSUB é outro Programa. Dentro do PROSUB estão os Scorpenes e o nuclear que já já sai.

            As LDOs e as LGOs e todas as leis sobre gastos exigem planejamento, programas, controles e PowerPoint. Mas o GF como todo governo vai gastando o que arrecada. Se a culpa é de alguém ainda não se sabe porque ela tá sempre mudando de colo.

          • Esteve, o Programa da CV3 da Classe Tamandaré não faz parte do PROSUPER, são RFI diferentes. O PROSUPER busca outros vetores como os NPaOc, NApLog e Fragatas de 6000t a 8000t.

            O Programa CV3 surgiu após a pausa do PROSUPER, mas não o substituirá e não também não faz parte da documentação do mesmo, pois programa CV3 da Classe Tamandaré corre como um Extrato de Dispensa de Licitação, enquanto que o PROSUPER é uma Licitação na mais pura definição.

          • Pois é. O Jacques Wagner congelou o PROSUPER. A MB criou o Programa Estratégico de Construção do Núcleo do Poder Naval. Se era superfície era PROSUPER. Cancelou virou outro. Quando voltarem às fragatas de 6 ou 7 mil ton, capaz de criarem outro programa.

            Coisa de doido.

    • A Damen tem uma grande parceria na Romênia, seu estaleiro lá exporta bastante. Quem sabe uma oportunidade para fazer uma grande base aqui no Brasil também.
      Contagem regressiva: faltam 8 dias para apresentação das propostas…

      • Divulgação do RFP =========================> 19/12/2017
        Prazo Final para Entrega de Proposta =============> 18/05/2018
        Divulgação do Short-List =====================> 27/07/2018
        Definição do Vencedor ======================> 28/09/2018
        .
        Não sei se a MB vai divulgar as propostas entregues. Acho que só vão divulgar as propostas do Short-List.

        • Talvez não divulgue os dados competitivos, talvez divulgue pelo menos os nomes do proponentes. E aí vai ser aquela busca da imprensa pelos “furos”, que, espero, tanto nos agradarão…

          • Provavelmente saberemos pela imprensa especializada quais foram os estaleiros que entregaram as propostas, pela MB, muito provavelmente, só saberemos os 3 da short list

  2. A Damen é reconhecidamente um estaleiro que bem representa a Holanda, paiz de grande tradição naval. Se sua proposta se concretizar estrá contribuindo para o programa de obtenção da sonhada Tamandaré.

  3. Só tem dois probleminhas para que saia este contrato: 1 – Garantia de verbas continuadas para os andamentos “no cronograma” das construções, pois se não houver isso teremos aquela “estoria da corveta Barroso”; 2 – Confiabilidade no rumo econômico do país, para que todos os empresários envolvidos em seus negócios não sejam interrompidos ou incinerados por “planos surpresas de governos futuros”, nos quais é normal neste país mudar as regras sem aviso e deixar todos a ver navios……

    • O dinheiro dessas Corvetas vão vir dos royalties do Pré-Sal… Sim, aquele mesmo Pré-Sal, que dizem que “não existe”.

      • Você tem fonte desta informação? Não vi nada sobre o projeto do Jungmann ter prosperado, para mim ainda estava válido o sistema dúplice entre saúde e educação.

  4. “Se conquistar o contrato, as corvetas serão construídas nos estaleiros da Wilson Sons, no Guarujá”. Estranhei este ponto, pois o estaleiro no Guarujá é bem pequeno para este tipo de unidade industrial, quem não é do litoral de sp e não conhece, pode conferir usando o google maps, claro que dá para construir uma corveta, mas não deixa de ser bem estranho.

  5. Parcerias com países pequenos que precisam exportar para se manter e que sejam desenvolvedores de muitas tecnologias de ponta, dispostos a repassá-las em troca da compra de seus produtos. Esse é o caminho. A Aeronáutica fez com a Suécia, agora é a vez da Marinha.

  6. Se vingar a construção lá eu vou descrevendo para os senhores como esta indo, pois dá para ver o estaleiro e seus navios, do outro lado do canal, onde existe uma das avenidas de Santos. E sua um binóculos ou uma câmera com zoom da para ver detalhes. Mas realmente tirando alguns navios maiores para a indústria de petróleo construídos nos últimos anos o estaleiro nunca fez nada muito grande. Mas seria excelente para a região.

  7. Uma versão da Sigma 10514 adaptada para a autonomia, alcance e acomodação de pessoal conforme definido pela MB para as Tamandarés poderia ser muito interessante…

      • Se isso é verdade, a quantidade de jabuticabas existentes por aí é absurda… Type 22 batch 2 e 3, Arleigh Burke Flights II e III, Ticonderoga, Ocean, Barroso e o próprio projeto das CCTs da Emgeprom, além de inúmeros outros são navios baseados em projetos já existentes adaptados para novos parâmetros. As próprias FCN são então uma tremenda de uma jabuticaba por ser evolução das Type 21 que por sua vez foi evolução de uma sequência de projetos da VT…

        Inclusive para o NAPIP, a MB exigiu q ele não fosse um projeto novo, mas sim um projeto já testado, que pudesse ser adaptado às necessidades brasileiras (ou é claro, não adaptado e mantendo suas características de projeto originais se estas já cumprissem as exigências da MB)

  8. Projeto Tamandaré, baseado no projeto Barroso e aperfeiçoado pela Ficcantieri, produzido em estaleiros nacionais com a supervisão e expertise de grandes construtores navais de defesa.
    E assim a MB vai fomentando uma indústria de defesa naval nacional, tanto no projeto quanto na fabricação.
    Espero que o plano da MB dê certo pois é bom para todos.

  9. Ótima parceria!!!
    Ambos os lados tem referência na construção naval, dando um pouco mais a Damen Holandesa!!!
    Quanto ao espaço na Wilsons Sons, não se preocupem, eles tem domínio de tecnologia em construção tanto em módulos ou até construir um casco emborcado e depois desvirá-lo na água
    e terminar o projeto (vi as Lanchas Balizadoras da DHN sendo construídas Lá no Guarujá,eram virados os seus cascos na água e depois terminavam o resto do projeto no cais).
    Que vença o melhor !!!

  10. Marcelo 10 de Maio de 2018 at 7:30
    “Só tem dois probleminhas para que saia este contrato: 1 – Garantia de verbas continuadas para os andamentos “no cronograma” das construções, pois se não houver isso teremos aquela “estoria da corveta Barroso”; 2 – Confiabilidade no rumo econômico do país, para que todos os empresários envolvidos em seus negócios não sejam interrompidos ou incinerados por “planos surpresas de governos futuros”, nos quais é normal neste país mudar as regras sem aviso e deixar todos a ver navios”……

    Bardini 10 de Maio de 2018 at 7:42
    O dinheiro dessas Corvetas vão vir dos royalties do Pré-Sal… Sim, aquele mesmo Pré-Sal, que dizem que “não existe”.

    A Marinha do Brasil não negociou ou está em negociações para receber 10% da verba do fundo da marinha(arrecada anualmente R$ 6 bilhões por ano)mercante?
    Que poderia garantir um repasse anual a armada?

    • No orçamento aprovado pela Câmara para 2018 está estimada despesa de 1 bilhão com as Tamandarés. Estimada toda despesa é assim como toda receita é prevista.

      Não sei quanto irei arrecadar. Faço uma previsão. Com base nessa previsão aprovo o forecast da despesa. Pode ser mais. Pode ser menos.

      O nome disso é regime de competência. Ou planejamento. Acontece que os governos trabalham no regime de caixa ou…vai gastando o que entra.

      Por isso quem chora mais perde menos. Mas o Projeto foi aprovado com recursos da MB.

    • Jacques Wagner quando ministro anunciou que a Engepron (fez os projetos das Tamandarés) seria capitalizada com recursos dos royalties do pré-sal. Disse, acho, para escapar do Senado porque toda emissão de moeda precisa ser aprovada e não tinha de onde tirar a não ser do Tesouro. Disse. Eu não acredito. A despesa de aquisição vem do orçamento da MB.

  11. Projeto de Lei Orçamentária 20/2017-CN

    1) Reserva para o Projeto Tamandare: 1 bilhão de reais
    2) Previsão da MB para o Projeto Tamandare: Até 1,8 bilhão de dólares

    A MB tem orçamento para enfrentar a despesa. Mas terá que dançar a dança do contingenciamento.

    O pré-sal responde por 50% do petróleo produzido no país. Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa. Se tudo fosse a mesma coisa tinha gente afirmando que a grana das Tamandarés vem das picanhas da Friboi.

    Logo chega a turma da CLT.

  12. Tamandarés.

    Algumas perguntas já foram respondidas pela MB. A MB sabe o que, sabe quanto (tem orçamento aprovado) e sabe quando (pensa que sabe). A MB ainda não sabe quem e onde.

    O país não é tosco. Tem orçamento = despesa. Tem receitas = PIB = soma de tudo que se vende.

    Projeto de Lei Orçamentária é a contabilidade do todo. A MB não vai usar recursos de pré-sal nem recursos da venda da soja. Ou do milho.

    A MB precisa lutar pela realização das suas despesas já que ela não controla as receitas.

    Tarefa fácil.

    • Com um déficit nominal na casa dos 7,0% do PIB, gastar dinheiro com corvetas, que ficarão prontas em 4 ou 5 anos não parece importante. O relevante, nesse caso, é cuidar das urgências.

      • Matéria do Poder Naval de 03/05. Sem renovação os navios da esquadra brasileira estão desaparecendo.

        O importante se tornou urgente.

  13. Pelo andar da carruagem, ou melhor dizendo, da nau, passei a torcer para os holandeses. Parece que eles estão se esforçando para esta concorrência, além de ter projetos bem interessantes. E no final das contas, poderiam incluir uma negociação das classe M retiradas de serviço por lá…
    PS: A Damen tem algum projeto de fragata de emprego geral que desloque algo em torno de 6.000 Tons.?

  14. A MB redefiniu a classe Tamandaré para a tonelagem entre 2.850 toneladas até 4.100 toneladas.

    Na prática poderia chegar a pesar mais que uma Fragata Niteroi de 3.900 toneladas.

    Então não sabemos se no fim será uma fragata leve ou uma corveta de fato.

    Alguns criticam, mas 350 milhões de dólares a unidade não me parece muito fora da realidade levando em conta os sensores e armamentos que estão previsto para a Tamandaré além de produção local, só espero que no mínimo um segundo lote seja adquirido para 2025-2030, o mesmo que espero para os Gripen NG.

    Isso não anula a necessidade de comprarmos ao menos 4 escoltas usadas no mercado urgentemente, metade das Niteroi e as Type 22 precisam ser substituidas e não podem esperar a Tamandaré.

    Para o futuro, ainda distante, 8 Tamandaré, 1 Barroso modernizada, 5 fragatas de 6.000t.

    14 escoltas no total voltando ao numero que tínhamos lá por 2010, hoje são 11.

    • mf,

      Acima de 2800 ton full, já podemos considerar uma fragata leve ( muito embora uma marinha possa acabar denominando uma classe de navio pelos seus próprios critérios )…

      Como já disse antes, será extremamente difícil encontrar algo que valha no “mercado de usados”. A maior parte do que está encostado por aí já passa dos trinta anos de serviços, empurrando muita água. E as marinhas do mundo inteiro estão fazendo o possível para conservar o que possuem, haja visto esse período de vacas magras e mesmo outros imprevistos… Os britânicos, por exemplo, tem problemas orçamentários mesclados as verdadeiras dores de cabeça que tem apresentado suas novas Type 45, legando as Type 23 todo o peso do piano, o que me faz crer que não abrirão mão de escoltas tão cedo…

      • Exatamente.

        Todas as marinhas do mundo, inclusive as mais ricas, estão com programas para estender a vida útil de seus navios, inclusive a US Navy.

        Li numa reportagem de um site americano que a Us Navy vai iniciar estudos de viabilidade para estender a vida útil de seus porta-aviões para além dos 50 anos projetados inicialmente, começando pelo USS Nimitz. Já estão também fazendo os mesmos estudos para os navios da classe Arleigh Burke.

        Os britânicos , como disse acertadamente o colega no seu comentário acima, também estão enfrentando problemas orçamentários e técnicos com seus navios. Para eles também está caindo a ficha de que precisam fazer mais com menos dinheiro, coisa que que nós e outras marinhas mais modestas sempre fizemos.

      • Melhor não, já é um sistema datado. Apesar de ser muito bom hoje, temos que pensar que ele irá durar uns 40 anos na MB.

  15. Desculpe, mas você começa seu texto dizendo: “Minha opinião e ninguem muda” e termina com a pergunta; “Estou errado?”
    Ora, se você já afirmou que não vai mudar de opinião, de quê adiantaria alguém aqui dizer a você que está errado? Você não irá acreditar mesmo…

  16. toda vez que eu atravesso o canal da mancha (de óleo…) eu olho para o WS e imagino o nosso “Harland & Wolf” construindo navios de guerra… quem diria, logo na terra que desmantelou o irmão do último Tamandaré que conhecemos (eu não, só os “velhos de guerra”)…

  17. parece que a doca seca do WS seria mais indicada para fazer as corvetas, embora a maior também seja útil nesse caso. sem dúvidas, com construção em blocos, montagem final na água e outras técnicas de construção moderna do Damen, a WS pode até evoluir para navios de guerra maiores, acredito eu.

  18. Bem que a Holanda poderia oferecer de brinde para a MB as 2 ultimas kortenaer, uma com 25 anos e outra com 23 anos, relativamente novas ainda, foram modernizadas e ainda aguentam bem mais de 10 anos de serviço tranquilamente, são excelentes navios e ainda extremamente válidos.

    • Essas duas que você se refere são da classe Karel Doorman.
      .
      Eu falo desses navios faz um tempo…
      Além dessas duas da Holanda, a Bélgica também tem duas dessa mesma classe, que foram comissionadas em 1991, e que também vão ser despachadas.
      A Bélgica está trabalhando junto da Holanda na renovação da sua Marinha. A Holanda vai tocar o projeto das Fragatas e a Bélgica o projeto dos Navios de Contra-Minagem.
      .
      Não sei onde a MB vai achar coisa muito melhor que esses navios, para usar como tampão.
      Veja a Belga:
      https://2.bp.blogspot.com/-4D2GUzllFFM/WR3o818qb8I/AAAAAAAAJos/Xw9tP7O7LPcrdviRRAWnHEOC4zBXASM0QCEw/s1600/Karel%2BDoorman%2Bclass%2BBelgium.jpg

        • Bardini, não entendi a conta de 4, se vc se refere à classe Karell Doorman, só sobraram duas na Holanda, das 8 originais, após venderem 2 para a Bélgica, 2 para o Chile e 2 para Portugal.

          • Pelo que entendi, são as duas da Holanda mais duas da Bélgica, que serão trocadas por novas fragatas em alguns anos. Mas na matéria específica sobre a renovação das fragatas holandesas (e belgas, por tabela), o cronograma é de pelo menos mais uns cinco anos.

          • Ok, entendi agora.
            Mas, ainda assim, 2024 está longe.
            Prefiro que nesse ano se encomende um segundo lote da classe Tamandaré, caso o primeiro vingue, do que adquirir navios de escolta usados. Mas isso é apenas exercício de futurologia. Afinal, antes de meados da próxima década também seria preciso encomendar mais um lote de submarinos para manter a renovação da frota e justificar o investimento em Itaguaí, encomendar mais um lote de Gripen pra manter a renovação da aviação de caça da FAB e justificar todo o investimento em produção local etc. Bastante coisa Ainda estará competindo pelo orçamento, mas isso não necessariamente tornará os navios usados holandeses (ou britânicos) mais atrativos e, menos ainda, mais jovens. Pelo contrário, estarão mais velhos, desgastados e desatualizados.

  19. Eu também acho que seriam uma ótima opção, assim como o tanqueiro deles que os Peruanos ficaram, porém(sempre tem um porém), as holandesas vão receber mais uma modernização e vão tocar pelo menos mais uns sete anos, e o problema da MB é para ontem.

  20. Se o Chile já tomou a dianteira e ficou com duas Karel Doorman, podem estar procurando as outras também. Não vejo coisa melhor nas compras de oportunidade, se estas KD belgas forem disponibilizadas. Belos navios, como só os Holandeses fazem. E muito bem armados, até para padrões de hoje, aqui no Atlantco Sul.

    • Não lembro da marinha chilena ter adquirido navios com mais de 20 anos…e as duas fragatas holandesas ainda em uso terão bons 30 anos quando e se forem disponibilizadas para venda.
      .
      Mesmo a marinha brasileira adquiriu 4 “Garcias” nos fim dos anos 1980, com
      pouco mais de 20 anos, às T-22s eram mais novas ainda e os contratorpedeiros da II
      Guerra adquiridos no início da década de 1970 também tinham menos de 30 anos, alguns passaram um tempo na reserva e/ou foram modernizados justamente para aguentar pelo menos 10 anos a mais…na prática duraram muito mais.

  21. Nesta altura do Campeonato o não dá pra ficar olhando muito os “Dentes” do Cavalo dado.
    Qualquer classe que vier pra “Tampar” o buraco que vai começar a se abrir tá de bom tamanho.
    “Não tem tú, vai tu mesmo”.

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