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Marinha abre três concursos para o ensino superior

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Começam hoje (23/05) as inscrições para os concursos públicos da Marinha do Brasil com 22 vagas distribuídas pelo Quadro Complementar de Intendentes (10), Quadro Complementar de Fuzileiros Navais (9) e Capelães Navais (3). As inscrições serão aceitas até 5 de junho de 2018 no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br

É preciso ter menos de 29 anos no dia 1º de Janeiro de 2019 para o concurso dos Quadros Complementares e menos de 41 anos para o concurso de Capelão Naval.

Os concursos serão realizados por meio de prova objetiva, redação e inglês (essa última disciplina somente para Intendentes e Fuzileiros), Análise de Títulos, Inspeção de Saúde, Teste de Aptidão Física (TAF), entre outras, além do Curso de Formação de Oficiais (CFO). Após isso, os formados ocuparão o posto de Primeiro-Tenente (Capelães Navais) e Segundo-Tenente (Quadros Complementares), com rendimentos iniciais de R$11 mil e R$10.111, respectivamente.

Das vagas

Para o Quadro Complementar de Fuzileiros Navais, abriu oportunidades para diversas Engenharias, tais como Computação, Controle e Automação, Elétrica, Eletrônica, Telecomunicações, Engenharia Aeronáutica, Ambiental e Sanitária, Engenharia de Bioprocessos, Cartográfica e de Agrimensura, Civil, Petróleo, dentre outras. Este é um concurso exclusivo para homens.

Para o Quadro Complementar de Intendentes, poderão se inscrever homens e mulheres com graduação em Administração,  Ciências Contábeis e Economia.

Já para Capelães Navais foram abertas duas vagas para Sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana e uma para Pastor da Igreja Assembléia de Deus.

Serviço

Concursos públicos de nível Superior – 2018
Inscrição: 23/05/18 a 05/06/2018
Valor: R$ 120,00
Informação ao candidatosspm.ingresso@marinha.mil.br
Sitewww.ingressonamarinha.mar.mil.br
Siga-noswww.facebook.com/ingressonamarinha

15 COMMENTS

    • Obrigado!
      Penso que apenas a tradição explica a capelania militar nos dias atuais.
      Com efeito, no estado laico suas funções poderiam ser desenvolvidas melhor e de modo científico por psicólogos, assistentes sociais e fins (não necessariamente militares).

  1. Aos aspirantes, sem prejuízo da CRFB, art 5°, VII, e da Lei 6.923/81, tenham em mente, antes de acudirem a esse chamamento, 1° Timóteo 3:1-7 (adaptada) . . .

    “1 Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado [como capelão inclusive], excelente obra deseja. 2 Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. 3 Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento. 4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia. 5 Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? 6 Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. 7 Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.”

  2. E isso aí vamos chegar 100.000 dentro da marinha e ainda com esses salários generosos e exorbitantes! Depois querem jogar a culpa do elefantão branco ou instituição social que é a MB somente ao governo. Enquanto isso os entusiastas continua sonhando com uma marinha de guerra de verdade que não tem navios nem para ser guarda costeira.

    • Concordo com seu ponto de vista.
      Penso que toda atividade meio, que não seja de combate ou apoio direto ao combate, deveria ser terceirizada ou por civis celetistas contratados. Pois desta forma não teriam estabilidade nem geraria passivo previdenciário por 50 / 60 anos.
      Exceção aos capelães católicos que, em tese, não deixam pensionistas . 🙂

      • Pessoal,

        Oficiais do quadro complementar não necessariamente seguem carreira ou entram para a conta de inativos da Marinha. Podem ser desligados após uma avaliação realizada após 5 anos, em que se avalia se cumprem os requisitos para continuar, e isso também depende das necessidades da força

        Em várias funções, são temporários que não têm como seguir carreira, sendo obrigatoriamente desligados após 9 anos.

        Os links para os concursos trazem várias informações, sempre é bom se informar antes de comentar.

        E não significa necessariamente aumento do efetivo, pois podem substituir outros temporários que deixaram o serviço.

        Concursos mais recentes têm aberto menos vagas que anteriores, e a tendência é redução do efetivo e não aumento, assim como uma maior proporção de temporários.

  3. Como se os problemas das organizações militares brasileiras fosse a capelania e não antes a megalomania, a anacronia e, lamentavelmente, em alguns casos, a vilania.

    Recentemente assisti no canal da U.S. Navy no You Tube o comissionamento do seu mais novo navio de assalto anfíbio, o imponente LPD 27 – USS Portland, e a dada altura do vídeo um empertigado capelão naval dirigia o serviço religioso da cerimônia, diante das cabeças curvadas de todos os presentes, tripulação, demais militares, e convidados civis. A “crème de la crème” do poder naval mundial desperdiçando seus valiosos recursos na transcendência . . .

    Uma coisa é preocupar-se com a atividade-fim, outra, é fazê-la um fim em si mesma, afinal – o advérbio mais cabível ao momento – a verdadeira atividade-fim de todos os homens é morrer . . .

  4. Muitas palavras bonitas, mas perguntem a quem precisa.
    Pergunte a quem já esteve ou pode estar em combate, se há necessidade de apoio espiritual, o q outros profissionais não podem dar.
    Sds

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