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O nome PHM Atlântico começa a aparecer no Diário Oficial

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Portaria da Marinha do Brasil, utilizando o nome PHM Atlântico pela primeira vez no DOU, informou a designação de cinco militares para acompanhar procedimentos FOST no Reino Unido

Até poucos meses, informes no Diário Oficial da União (DOU) relacionados ao novo navio da Marinha do Brasil, tanto sobre a aquisição do mesmo quanto envio de militares ao Reino Unido para vistoria, recebimento e treinamento, referiam-se ao HMS Ocean, denominação original na Marinha Real britânica (Royal Navy – RN). Mas nesta sexta-feira, 1º de junho, o porta-helicópteros multipropósito apareceu pela primeira vez no DOU com o nome PHM Atlântico.

Isso se deu na Portaria Nº 164/MB, de 30 de maio de 2018  (publicada em 1º de junho), na qual foi informada a designação de cinco militares (um capitão-tenente, três suboficiais e um primeiro-sargento) para a seguinte missão no exterior:

“Acompanhar procedimentos do Flag Officer Sea Training (FOST) nos respectivos setores de adestramento, prover assessoria de adestramento, iniciar elaboração de Listas de Verificação e de Exercícios Operativos e contribuir para elevação do aprestamento da Tripulação do PHM ATLÂNTICO, durante o trânsito do Reino Unido para o Brasil, em coordenação com o Grupo de Apoio Técnico (GAT) – PHM ATLÂNTICO, instituído pela Portaria nº 23/MB, de 30 de janeiro de 2018, publicada no Diário Oficial da União nº 22, de 31 de janeiro de 2018, Seção 2, Página 7.”

O HMS Ocean no DOU – Vale observar que, na portaria de 30 de janeiro mencionada no trecho acima, que instituiu o Grupo de Apoio Técnico, o navio ainda era referido como HMS Ocean. O nome original do navio na RN também foi empregado, meses atrás no extrato de inexigibilidade de licitação para sua aquisição por trezentos e oitenta e um milhões, oitenta e um mil e quinhentos reais, e em portaria que requisitou inscrição no CNPJ, na condição de filial, do Grupo de Recebimento do navio (clique nos links para conferir).

A missão dos militares será realizada em Plymouth (Reino Unido), entre 6 e 28 de junho de 2018, quando passarão a
integrar a tripulação do PHM Atlântico como destacados, até a chegada do navio ao Brasil.

FOST – O Flag Officer Sea Training (FOST) inclui três bases da Marinha Real, Plymouth, Clyde (Escócia) e Northwood (nesse caso, uma equipe pequena), e sua função é prover treinamento operacional no mar para todos os navios de superfície, submarinos e auxiliares, sendo ministrado por “uma dedicada equipe de especialistas” segundo sua descrição no site da RN. Ainda no descritivo, “o FOST estabeleceu uma reputação mundial de excelência”, não só na Marinha Real mas também “em unidades de terra e ar e com crescente número de participantes estrangeiros e da Organização do Tratado do Atlântico Norte” em treinamento sob sua orientação.

Na Marinha Real, o FOST tem total responsabilidade pelo treinamento naval e manutenção dos padrões, desde o treinamento inicial de recrutas até de todo um navio, para operações. Realiza inspeções de prontidão para certificar que tripulações e navios estejam suficientemente preparados para suas missões.

FOTOS: RN (em caráter meramente ilustrativo, com imagens de suas últimas missões na Marinha Real britânica)

86 COMMENTS

  1. fotos cade as fotos da evolução da pintura nova, outra e possível no futuro colocar uma rampa de decolagem na proa do A-140 Atlântico para decolagem do trader c1, desculpem a minha falta de imaginação. kkkkk

    • André,

      Digamos que o Trader com essa suposta rampa consiga decolar do navio, que estará aproado contra o vento dando 18 nós de máxima.

      E pra pousar?

      • OK , eles decolam e depois , voarão para o continente , ou se acabarão no mar , pois , onde esta o aparelho de parada , para seu pouso ?

      • MK48
        To pensando seriamente em pedir aos administradores do PN para fazer um desenho para melhor entendimento, pois já foi explicado 1 milhão de vezes mas acho que o pessoal gosta de se fazer de louco mesmo.

      • Caro Mk48. Acompanho o “naval” há mais de dez anos.. acho que antes da trilogia. Sempre aprendo algo. Acho que quanto mais popular o “naval” ficar, mais será acessado por novos entusiastas e curiosos. É parte do jogo explicar as coisas para quem está chegando. A maioria é do bem.

  2. Alguém confirma o interesse da MB em colocar uma ala de ataque pelos Super Cobras AH1 W no PHM? Está sendo noticiado que o EB ampliou a possibilidade para 26 o número de AH1 W com o objetivo de repassar uma parte para MB? Penso que uma ala de helis de ataque ideal para dar apoio aéreo aos desembarques de tropas seria um esquadrão com pelo menos 8 a 10 AH1 W. Espero que o EB e MB não perca essa oportunidade de compra generosa pelo FMS e devidamente modernizados. A hora é agora e fará jus as qualidades e atribuições do PHM.

    • Não sei em qual matéria, mas li aqui mesmo que a MB não ia comprar o AH1-W, que ia equipas o Atlântico com os meios existentes.

    • Não existe nenhuma informação oficial disso, apenas um canal, sem fontes, noticiou isso. Seria bom, mas a MB disse não ter interesse no passado, não sei porque isso mudaria agora.

    • Caro Colega. O que li foi que os EUA colocaram a disposição um certo número destes equipamentos em disposição por serem considerados como material excedente. Muitos comentarias discutiram sobre a oportunidade para o EB montar um esquadrão. Teve até quem sugerisse que o esquadrão do EB operasse no Atlântico (quando ainda era ex-Ocean ex-Pernambuco). Não lembro de nenhuma informação da MB ou do MD sobre comprar esse tipo de equipamento.

        • Olá FABiano. Considerando que a FAB está abrindo mão das operações de patrulha e que apenas a aviação da MB operou no A12, eu imagino que a o A140 será equipado com helicopteros da marinha. Talvez as outras forças também possam operar em conjunto, mas não acho que a FAB estaria interessada nisso. Bem, é apenas meu palpite.

  3. Precisamos urgentemente de 3 escoltas para este navio e um navio tanque! Um barco como esse, não pode ser protegido apenas com o que temos ;/

    • por isso que eu falei, uma ótima compra de oportunidade, sem dúvida disso. Mas vai ser um navio que se estourar um estalinho ele encosta no porto.

    • Não diria “urgentemente” porque não há ameaça de guerra…muito menos aqui no Atlântico Sul e navios de outras marinhas, incluindo da US Navy tem singrado sozinhos… o próprio “Ocean” esteve ano passado no Caribe em missão humanitária sozinho.
      .
      Claro que o ideal é ter ao menos um navio acompanhante, porque a escolta não serve apenas para defender o navio escoltado de ameaças inimigas e sim auxiliar no combate a um incêndio, rebocar o navio em caso de pane nas máquinas , abordar navios suspeitos, etc.
      .
      Também escoltas são fundamentais em exercícios com o navio “principal”, mas, nem que fossem adquiridos três combatentes de superfície seria possível designar três apenas
      para o “Ocean” em virtude do pequeno número disponível, piorado pela necessidade de manutenções e outras responsabilidades como a missão no Líbano que exige um rodízio
      de navios, sempre há um lá e outro em transito ou preparando-se para à missão.

      • Um conflito real pode acontecer de uma noite para outra (embora seja muito difícil). E lembrando, tudo no Brasil só sai com 10, 15 ou 20 anos depois. Então temos que pensar nisso de AGORA!

        • Daí a classe “Tamandaré” que de início não permitirá um aumento no
          número de combatentes de superfície atual, já que até a entrada em
          serviço da primeira unidade outras mais antigas terão dado baixa, mas,
          é o que se pode fazer de momento.

          • PA? Porta-aviões? O PHM Atlântico não é porta-aviões, é porta-helicópteros, de desempenho modesto (18 nós de velocidade máxima). Corvetas modernas como se pretende que sejam as Tamandarés, com capacidade equilibrada na guerra antiaérea, antissubmarino e de superfície, com velocidade bem acima da atingida pelo NPH Atlântico, e capacidade de operar os mesmos helicópteros antissubmarino que operarão no porta-helicópteros, serão escoltas mais do que compatíveis com o mesmo.

  4. Ele já deve chegar aqui com as cores da MB e o indicativo A 140, seria legal se de alguma forma pudêssemos acompanhar a evolução desse trabalho de pintura.

  5. Se a MB vive os conflitos mostrados aqui, tá na roça.

    O Atlantico vem sozinho. Não tem nem navio tanque. Aparece uma oferta da RN e tacam o pau que o navio tanque é grande. Não vai ter óleo nem pra mover as máquinas do navio tanque. Aí volta a confusão das escoltas. O Atlântico não pode dar uma volta porque não tem escolta.

    Lembram os colegas que o Ocean vinha sozinho no Caribe. E que quando as prováveis escoltas Tamandare estiverem navegando outras darão baixa e por falta de números e de meios não teremos como escoltar o Atlântico no Atlântico Sul.

    Querem rampa. Querem avião. Querem defesa de ponto, de área, querem Harrier, F35, Sea Ceptor. Aí lembram que é um porta helicópteros. E volta tudo de volta que não tem escolta, não tem apoio, não tem rampa, não tem doca.

    E chega o pessoal da guerra. Querem estrear o Atlântico. Que nem chegou. Mas se chegar atirando, melhor.

    • Como é difícil as pessoas aceitarem as coisas como elas são. Um porta-helicóptero é um porta-helicóptero, daqui a pouco vão perguntar mais o quê?

  6. Gente, desculpem por colocar meu comentário desta forma mas não consigo fazê-lo de outra e o faço sem querer ofender ninguém.
    Lendo os comentários que preenchem estes espaços percebo o por que as coisas não funcionam e é por que o Brasileiro tem uma enorme dificuldade de aceitar as coisas como elas são.

    O Atlântico (Ex Ocean) é uma plataforma formidável do jeito que ela é, sem mudar nada nele. Se tirar os sensores, os Phalanax, etc., continuará a ser uma nave única no TO em que o Brasil está inserido. A nave nem está sendo comissionada ainda e já tem quem quer por rampa, Goalkeper, Missiles, F 35, Harrier, Merlin, etc. Se fosse viável fazer isso nesse navio, os ingleses já o teriam feito. Este navio foi desenvolvido com uma função específica, ser um portahelicopteros e do jeito que ele vem, outorga à MB capacidades únicas na região permitindo que a força de Fuzileiros Navais, tenha pra sim m navio de projeção formidável.
    Por que que os brasileiros não conseguem se contentar com todo o que esta belonave oferece? Por que essa insistência em tentar melhorar o que já nasce perfeito?

    • Caro Glasquis. Alguns colegas mais antigos no blog estão mais familiarizados com as características e limitações de um navio militar. Outros mais novos estão aprendendo agora. O legal disso é que temos muito mais colegas que começaram a se interessar por assuntos de defesa. Cabe a quem sabe mais ter paciência com quem sabe menos.

      • Até entendo isso caro Camargoer, mas, é um navio maravilhoso. Nunca tivemos um navio similar a este na América Latina. É uma ferramenta espetacular e sem igual na região, o Brasil nunca nem sonhou com ter as capacidades que este navio traz pra MB. Por que essa mania de transformar um navio dedicado em um “canivete suizo”?

        • Riso. Também tenho essa sensação em relação ao “Atlântico” (só não entendi a razão de ser A140. Foi muito malabarismo para pular o A13). Será um excelente navio para a MB e estou ansioso para visita-lo (tive a sorte de visitar o A12 quando esteve pela última vez em Santos mas perdi a chance com o G40).

        • Respeitando o que é possivel ou impossivel e o desejo latente dos novatos e velhinhos….

          A resposta é….canivete suiço é valorizado quando voce não tem faca, facão, tesoura, chave, serrotinho….etc….

          o Ocean está excelente no que faz….e é excelente justamente por conta disto.

          Não tem sobras de tamanho, combustivel, espaço, velocidade para fazer outras coisas…é o que é, e esta bom assim…

          mas deixa a moçada sonhar….fazemos o universo em nossas mentes…

    • O motivo dos ingleses não terem feito é simples: Eles tinham outros navios parecidos com o Ocean, como HMS Illustrious, só que com rampa onde operavam os Harries, para eles era mais útil encher o Ocean de Apache e chinook. O que muitos não percebem é que a marinha vai perder a capacidade de aviação de asa fixa já que o Nae São Paulo não vai voltar e muito menos vão comprar um porta aviões novo.

      • Caro Smoking. Também acho que a MB irá perder a capacidade de operar a aviação de caça, mas por outra razão. Provavelmente a MB irá assumir a aviação de patrulha (já que a FAB já declarou que irá abandonar essa tarefa). Não consigo ver a MB dando sequência à aquisição das Tamandaré, ao SubNuc, à uma nova classe de fragatas (novas ou usadas), à aviação de patrulha e a um novo esquadrão de caças.

        • Boa noite, Camargoer.

          Penso algo diferente…

          A MB deu mostras claras de que pretende manter uma aviação de caça e ataque, visto estarem fazendo o possível para manter a modernização de ao menos um punhado de AF-1. E essas aeronaves, pelo que se sabe, tem potencial para permanecerem voando por mais uns bons anos ainda; e a modernização visa claramente manter os ‘Falcões’ um pouco mais próximos da atualidade… Não se faria tanto sacrifício se houvesse a intenção de desertar de uma aviação caça.

          Agora… Se o VF-1 vai ou não voltar a operar embarcado, isso é outra história… Pessoalmente, não visualizo isso pelas próximas duas décadas, considerando que o AF-1 tenha realmente algum substituto…

          Uma nova Aviação de Patrulha para a Marinha poderá vir a ser composta por algum tipo turboélice; talvez um derivado do ‘MPA CN-235’, adequando-se melhor a custos; muito embora penso ser ideal ( e viável ) o desenvolvimento de uma aeronave localmente, baseada em tipos ora presentes em “portfólio” nacional…

          Se há uma coisa que penso que a MB vai claramente desistir, é de manter o número de escoltas acima de 12… Não consigo ver a MB operando mais que umas oito escoltas até 2030…

      • O motivo deles não terem feito é simples: Eles queriam um LPH, para poder dar apoio aos outros navios anfíbios durante um tempo determinado, pq os Porta Aviões classe Invincible não sobreviveriam na ativa até a chegada dos seus substitutos.
        O HMS Ocean foi projetado e feito para segurar as pontas até a chegada do primeiro Porta Aviões, que virou o HMS Queen Elizabeth. Era um navio provisório, que tinha que ser barato e cobrir um GAP… Cumpriu seu papel.
        .
        A RN não pensa seus navios de forma isolada. Eles pensam no conjunto, por isso fazem navio novo e não ficam fazendo gambiarra com navio projetado para uma outra Marinha.
        Os Porta Aviões eram encarregados de fazer CAP, ASuW e ASW, por conta disso eles não tinham só a “rampa” de diferença.

        • Justamente, se fosse viável fazer isso neste navio, os ingleses o teriam feito. Não precisaram nem seria viável. Ele foi projetado como navio dedicado Portahelicopteros. Não serve como subtituto do NA São Paulo. Mas parece que tem quem não consiga se conformar em ter uma nave em ótimas condições como esta, sempre quer inventar gambiarras pra improvisar um PA. Um navio de guerra é uma nave projetada com um propósito. Não adianta tentar estender seu leque pois não conseguirá cumprir nem a sua função nem as funções estendidas a ele.

      • Mas a MB não dá conta do básico e ficam querendo inventar gambiarras pra ter capacidades que não são necessárias se considerarmos a atual situação da MB. O NA São Paulo não foi modernizado por que não existe interesse nisso. Vai querer sacrificar o orçamento que serviria pra outros médios, dando a um Porta Helos capacidades duvidosas de PA?

        • Olá Glasquis. Lembrei da entrevista do Cmte da MB sobre o A12. A reforma chegaria a US$ 1,5 bilhão e não havia garantia do resultado. Com esse dinheiro acho que daria para fazer um PA pequeno, do porte do A11. Explico a conta de padaria. O Queen Elisabeth custou 4 bilhões de dólares deslocando 65 mil ton (60 mil dolares por tonelada). O A11 deslocava 20 mil ton, o que daria um custo de US$ 1,3 bilhão. O A12 deslocava 30 mil ton, o que daria um custo de quase US$ 2 bilhões. Pelo custo estimado para a reforma do A12, seria melhor construir um novo.

          • É claro e concordo com seu raciocínio. Ao parecer, não entendem o foco do meu comentário. Não existem gambiarras deste porte que dem certo. A MB deveria aceitar que este navio foi desenvolvido com um propósito específico e que qualquer alteração de projeto será, além de cara, sem garantias de efetividade sobre o seu resultado e fatidicamente afetará seu desempenho quanto a sua função natural. Na área militar não existem realmente os “multi função”. Só os brasileiros acham que é possível pegar um navio pronto, modificar ele pra ser um PA submergível com capacidade de apoio ao transbordador espacial capaz de realizar assalto a Júpiter e resgates próximos dos anéis de Saturno.
            Deveriam entender que este navio é apenas um ótimo porta helicópteros e isso é muito bom pra MB. Na atual conjuntura, a MB não precisa, nem da conta, de nada mais e mesmo assim confere à MB capacidades que nenhuma outra marinha tem na região. Sempre querendo encontrar a quinta pata do gato quando sabemos que ele só tem 4 patas.

          • “A MB deveria aceitar que este navio foi desenvolvido com um propósito específico e que qualquer alteração de projeto será, além de cara, sem garantias de efetividade sobre o seu resultado e fatidicamente afetará seu desempenho quanto a sua função natural”

            “Deveria aceitar”?

            Vai aceitar.

            Viagens na maionese de alguns comentários não são o que a Marinha fará ou deixará de fazer.

            “Só os brasileiros acham que é possível pegar um navio pronto, modificar ele pra…”

            Aí você está sendo generalista, injusto e quase beirando a xenofobia, nesses comentários repetidos, batendo nessa tecla. Pega a parte pelo todo, e ainda tira conclusões pra lá de duvidosas, como se em qualquer povo não tivesse o pessoal que, devido ao pouco conhecimento de um tema, faz propostas estapafúrdias. Isso existe no mundo todo, e já vi muita besteira ser escrita em fóruns e blogs mundo afora. Melhor não ir por esse caminho que não acaba bem.

          • Caro Colega. Lembrei daquelas naves espaciais do anime “Yamato”. As espaçonaves dos gamilons, com rampas sobrepostas para o lançamento de caças espaciais. Melhor que “Yamato”, só as “Zillion”.

          • Fernando, você leu a parte do meu comentário que diz: “Gente, desculpem por colocar meu comentário desta forma mas não consigo fazê-lo de outra e o faço sem querer ofender ninguém.”?

            Me acusar de “quase xenófobo” mostra que você, não difere muito de mim pois, já vi comentários “desse naipe” feitos neste espaço por brasileiros pra outros povos e você nunca os acusou de “quase xenófobos”. Dois pesos duas medidas.
            Mas não posso deixar de admitir que de fato meu comentário foi Injusto e generalista e por isso me retrato.

          • “Me acusar de “quase xenófobo” mostra que você, não difere muito de mim pois, já vi comentários “desse naipe” feitos neste espaço por brasileiros pra outros povos e você nunca os acusou de “quase xenófobos”. Dois pesos duas medidas.”

            Glasquis,
            As medidas são as mesmas. Tem um monte de comentários editados, com advertências etc, a comentaristas brasileiros pelo mesmo motivo, se você olhar em matérias sobre a Argentina, por exemplo, vai encontrar várias solicitações de editores, desde as mais educadas até advertências, sobre não usar o espaço para praticar xenofobia, feitas para comentaristas brasileiros.

            Ao dizer que isso nunca é feito você está totalmente enganado. O máximo que pode dizer é nunca ter visto, e aí fica minha sugestão de onde procurar. E só não verá mais porque em muitos casos os editores simplesmente deletam comentários com xenofobia.

            Os editores não estão aqui pra acusar ninguém, e sim para tentar ajudar que a discussão não descambe, por exemplo, para ataques pessoais e xenofobia, entre outros. Não te acusei de nada, avisei que estava se aproximando de um limite perigoso onde o debate pode descambar. E nem advertência foi.

      • Mestre, não existem harrier disponíveis e nem existirá….mesmo em hipotético esforço de aquisição, reforma de um e de outro…..F-35 não passa nem no elevador…caro pacas…

        Qualquer conta e extrapolação, tem de ser feita no conjunto todo da obra….

        Voce ter alguma estrutura os recursos já disponiveis e em operação e dai adaptar, casar, comungar, aproveitar é uma coisa….partir desde o inicio é outra… a conta não vai fechar quer seja na grana ou na operacionalidade….tem de ter no minimo um ou outro….

        Acredite em mim….meu titulo é o de contingencialista e improvisador mor…

    • Glasquis7, você está corretíssimo no que disse, menos em relação ao Goalkeper. Este seria para restabelecer, em parte, a capacidade retirada com a retirada dos Phalanx. Os ingleses não os teriam colocado pois já possuíam os mais caros e melhores Phalanx.

      • Entendo que você está certo mas, no meu comentário, os Goalkeper estão colocados a modo de exemplo. Algo assim como “entre tantas mudanças”. Mas na parte técnica, você está certo, um sistema de defesa pontual não estaria demais em se tratando um navio com um componente humano tão alto como deverá ser o caso do Atlântico. Mesmo assim, sem eles, o Atlântico continua a ser um navio fantástico, com capacidades únicas e a inveja de outras nações como a Colômbia a Argentina, o Chile a Venezuela e o Peru. Mas alguns neste fórum, parecem não achar suficiente pra uma compra de oportunidade a um custo quase irrisório em se comparando as capacidades do navio em questão.

  7. É um navio realmente excelente! Apenas acho que é começar a casa pelo telhado, como já é tradição na MB.
    Um belo navio Almirante…sem nada de jeito que o acompanhe… não é visto em lado nenhum do mundo,parece me…

    • Alex, se você tem que começar uma construção e alguém lhe oferece as telhas por um décimo do preço que vc compraria ao final da construção, vc não as compraria? Esse é o caso do Atlântico, e ainda conta a seu favor que mesmo sem escoltas agora, ele pode ser usado em patrulhas, em instrução, ajuda humanitária, etc.

      • Sem dúvida! Mas não seria sensato em vez do mesmo,ou… vá lá,com o mesmo, tentar pelo menos lhe arranjar companhia decente??
        Tantos países a renovar a frota… facilmente a MB conseguiria pelo menos duas fragatas decentes para lhe fazer companhia!
        Sinceramente… acho muito mais sensata,competente e poderosa a Marinha chilena,por exemplo.

        • Meu caro, se vc achar essas 2 escoltas usadas no mercado com pelo menos 15-20 anos de vida útil restantes, vc ganha um prêmio!

          • Van Amstel,Van Speijk… As gêmeas das nossas Karel Doorman. Pelo que tenho visto, não deverá demorar mt a serem substituídas. Espero que já tenham sido reservadas pela Armada😊
            Um exemplo…

          • Só que Alex…essas duas já estão com 23 e 25 anos …o Marcelo
            escreveu sobre navios entre 15 e 20 anos…que seria o ideal e as
            holandesas pelo que li irão emplacar mais alguns anos deserviço
            ainda.

          • Ola Alex. “Nossas”? Vou assumir q vc é português então 🙂

            Quanto a essas duas naves, a previsão de baixa é de 2024, quando a mais antiga terá 33 anos e quando possivelmente seus substitutos (q estão apenas na fase de projeto) estariam entrando em serviço. http://www.naval.com.br/blog/2018/05/10/marinha-real-holandesa-vai-investir-bilhoes-em-modernizacao/

            Mas mesmo q fossem disponibilizadas hj, a van Speijk já tem 27 anos, o que sem dúvida é muito menos que os 40 da Niterói, mas acho que já está fora da faixa de até 20 anos pretendida pela MB.
            A (pequena) possibilidade que eu viria seria a inclusão delas num pacote de offset na proposta holandesa pras tamandares… o que envolveria necessariamente um forte lobby da Damen frente ao governo holandês…

          • Meu caro Marcelo… Eu tenho dois amores😊
            Brasileiro de ADN e naturalidade… português de criação e vivência.
            Em relação ao que referiste da vida útil, já deves ter visto o que referi acerca da MLU da Bartolomeu Dias. Em relação ao resto, concordo contigo.
            Pensei que seria mais cedo a substituição. Mas a hipótese que colocaste não seria nada inverossímil…
            Duvido é que os chilenos aceitassem de bom grado 😊

  8. Tá ótimo, essas compras de oportunidade vieram a calhar, nunca teriamos grana para comprar tudo novo, Bahia, atlântico, um wave quem sabe os varredores, bom demais, acho que os River seriam bons.Tudo pelo valor de 30, 40% de um novo, agora com as corvetas zeradas. Vamos lá proximos 10 ou 15 anos:
    Atlântico
    Bahia
    Amazonas
    4 ou 8 Corvetas Tamandaré
    4 sub SBr
    2 sub Tupi
    1 nuclear
    4 varredores
    2 navios tanques
    Só faltaria fragatas de maior porte, poderiam ser somente 4 como as Fremm, estariamos com uma força boa e factível de existir.

    • Eu sonho com a reforma do A12 Nae sao paulo
      Seria muito bom o A12 e PHM Atalntico A140 as nossa duas esquadra tipo A140 no norte do pais e o A12 no sudeste do pais ai sim teremos um otima esquadra e dois navio tanque e sonha muito rsrsrs kkkk

      • Esqueça o A12: ele já era, é passado. Muitos aqui gostariam de ver a MB operando como uma US Navy (basta ver o tanto de pessoas que falam em porta-aviões, Harriers, Ospreys, etc), mas a realidade bate à porta: o Atlântico e o Bahia já serão suficientes nesse sentido.

  9. Parafraseando os Titãs, não dá pra ter “tudo ao mesmo tempo agora”. A MB está procurando atravessar este período crítico de crise econômica sem descontinuar projetos estratégicos, como o Prosub, e perdendo o mínimo de suas capacidades. E até aqui está se saindo muitíssimo bem. “Ah, mas porque não improvisamos uma rampa no Atlântico e compramos F-35?”. Precisa responder?

  10. Alguém sabe quando o Leal Ferreira vai mandar o SP para desmanche ou afundá-lo. Assim o pessoal para com essa ideia de reformá-lo.

    • O A12 ainda cumpre duas funções: meio de estudos para construção de um novo PA e em segundo salão de festa do almirantado. Salão de festas provavelmente vai passar para o Atlântico.

      • Talvez você não tenha percebido,que festas ou outras cerimônias existem em todas as forças, do mundo.Não é um privilégio, só nosso.

        • O último ato do Atlântico como HMS Ocean foi justamente uma festa, a cerimônia de descomissionamento na Royal Navy, e com a ilustre presença de Sua Alteza Real, a Rainha Elizabeth II.

          Eu não gosto da parte cerimonial das nossas Forças por deixarem evidente que temos chefe demais para índio de menos e que esses chefes custam caro, mas a existência em si das cerimônias no navio não passam de algo natural e existente em todo o globo.

          Pior que a gente está a Tailândia, cujo NAeL é um iate de luxo de gosto duvidoso do rei Ramá X.

          Aproveitando sobre o comentário do Rafael, eu preferiria que o São Paulo não virasse uma reedição do trabalho tenebroso de açougue de metal do Minas Gerais nem virasse um monte de metal retorcido e desperdiçado no fundo do Atlântico, mas que virasse um museu. Na falta do Minas para contar a história aeronaval brasileira, temos ele.

  11. Obrigado pela cooperação UK!!!! Nem que viesse totalmente desdentado, ainda assim seria uma ótima aquisição e que esta cooperação aumente!!! Profundamente emocionado com estas aquisições e que também a Marinha Gloriosa, consiga trazer aqueles helis dos mariners para rechear este ” BARQUINHO” Louco para vê-lo capitaneando a frota com os subs novos e cercado pelos novos navios que sairão do edital, é para se fazer um poster e por na sala com moldura especial!!! Salve a histórica e gloriosa Marinha Brasileira!!!! st4

  12. Saldanha…
    .
    uma pequena correção que servirá para outros leitores também pelo que já li aqui…não se usa
    “mariners” quando se quer referir-se aos “fuzileiros navais” e sim “marines”…”mariners” são marinheiros civis que tripulam por exemplo os navios de apoio logístico da US Navy enquanto “marines” é o termo utilizado para definir os fuzileiros navais dos EUA.
    .
    No mais foi muito bom os britânicos e também os franceses terem navios relativamente novos
    disponíveis para venda…o “Ocean” e o “Siroco”…o mercado de usados está muito limitado…
    e nossos tradicionais fornecedores, os EUA, não tem nada à ofertar nesse campo “anfíbio” ou
    “logístico”…ou eles usam até o osso ou então vai para uma “reserva” cada vez mais diminuta.
    .
    O “Atlântico” e o “Bahia” estão substituindo 3 unidades… o NAe São Paulo e os NDDs Ceará e Rio de Janeiro…mas mesmo que o “Mattoso Maia” retorne ao serviço ele não irá durar muito mais e o mesmo provavelmente é válido para o NDCC Almirante Saboia que recentemente completou 51 anos… mesmo que esteja em boas condições em algum ponto da próxima década ele terá que ser retirado de serviço.
    .
    Foram duas ótimas compras e que deram um pouco de alento diante de tanta notícia ruim.
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    abs

    • Justamente por isso uma outra possível oferta de oportunidade da RN, já especulada e por ora afastada por aquele país, seria tão interessante para a MB, que é um ou os dois Classe Albion. Foram-se dois NDD e até agora conseguimos só um NDD para substituir, fora todos os NDCC, dos quais malemal manteremos o Garcia D’Ávila por mais uma década.

      Atlântico e Bahia sozinhos não dão conta de substituir os São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Mattoso Maia e Almirante Saboia.

  13. Em 17 de setembro de 2012 o PN noticiou que ele entraria em manutenção por um período de 3 anos. Em 1 de junho de 2014 noticiou que após 15 meses a manutenção estava quase concluída. Desculpem a pergunta de leigo, mas a RN fez essa manutenção para operá-lo por apenas 4 anos? Ou esse prazo de operação não é considerado tão curto?

    • Rafael…
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      sem essa manutenção o “Ocean” não poderia ter servido à Royal Navy até 2018…no período pós baixa do “Illustrious” em 2014 até a entrada em serviço do “Queen Elizabeth” e justamente essa manutenção feita tornou a compra do “Ocean” atraente para venda, caso contrário as condições dele teriam decaído muito.
      .
      E navio de guerra é assim mesmo, exige muita manutenção e portanto muita indisponibilidade.

  14. Meu caro Dalton…sim, terás razão na parte que só serão substituídas a partir de 2025… pensei que seria mais cedo.
    Em relação ao tempo de vida, a NRP Bartolomeu Dias está na Holanda a receber actualização em todos os sistemas de radar, ciws e mísseis. Prolongamento até 2035..
    Pelo que sei,as gémeas holandesas já passaram pelo mesmo… Por isso,fora o prazo provável de substituição, cá estava😉
    Duvido é que o Chile achasse piada á coisa😂

    • Os Chilenos irão substiruir as suas “L Class” até 2022. Tal vez elas sirvam pra alguma coisa. Mas o importante é que o Chile poderia vir a construir as substitutas destas fragatas. Quem sabe já que existe um maior estreitamento nas relações de ambos países.

  15. Boa Noite a todos!

    Alguém sabe informar quantos militares brasileiros brasileiros estarão no navio para o traslado e se vão vir algum militares ingleses para missão?

    Obrigado a todos.

  16. Rafael Oliveira 4 de junho de 2018 at 13:44
    “A gente não tem público para museu desse porte, que custaria caro manter.
    Outrossim, o NAe SP não tem história para contar na MB, sendo um navio irrelevante historicamente”.

    Ele pode não ter história aqui,mas como Foch servindo a frança,ele tem sua história…

  17. Interessante Roosevelt…mesmo sendo utilizado para serviço mercante, porém pelo que entendi
    sob bandeira uruguaia e mais tarde abandonado na Argentina.

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