Home Foto PHM Atlântico recebe indicativo visual

PHM Atlântico recebe indicativo visual

12922
102
O PHM Atlântico ostentando seu indicativo visual A140
O PHM Atlântico ostentando seu indicativo visual A140

O Porta-helicópteros Multipropósito Atlântico (ex-HMS Ocean) recebeu seu indicativo visual no costado, enquanto está sendo preparado na Base Naval de Devenport em Plymouth no Reino Unido, para incorporação na Marinha do Brasil.

O PHM Atlântico será incorporado à Marinha do Brasil em 29 de junho e depois passará pelo Flag Officer Sea Training (FOST), um programa da Royal Navy que provê o treinamento operacional no mar para todos os navios de superfície, submarinos e auxiliares, sendo ministrado por uma dedicada equipe de especialistas da Marinha Real.

O porta-helicópteros e navio-capitânia HMS Ocean da Royal Navy, conhecido como “Mighty O”, foi desativado no dia 27 de março de 2018 na Base Naval de Devonport, em Plymouth.

O HMS Ocean foi aposentado da Marinha Real Britânica após 20 anos de serviço e 50.000 milhas cobertas durante desdobramentos em todo o mundo.

A decisão de desativar o HMS Ocean foi feita como parte da Análise Estratégica de Defesa e Segurança (SDSR) 2015. A Marinha do Brasil pagou £ 84 milhões pelo navio e as companhias Babcock e a BAE Systems estão realizando as mudanças necessárias antes da transferência.

A chegada do PHM Atlântico ao Brasil está prevista para agosto.

102 COMMENTS

    • Olá Nunes. Eu fico imaginado se fosse A13 Pernambuco (riso). Ia ter gente falando que era propaganda partidária… por outro lado, pode ter siso apenas superstição, medo de gato-preto ou para espantar curupira. Eu já desisti de entender os indicativos da MB.

      • Olá Camargoer,

        De fato, indicativos e classificação de porte de navios casa marinha faz a sua, umas com mais coerência, outras com menos.

        Por falar nisso, em uma reportagem aqui no PN sobre os submarinos de Taiwan, havia uma foto de 1 dos dois únicos submarinos daquela marinha e o indicativo dele se não me engano era 902 ou algo semelhante !

        • Olá Mk48. Talvez o 902 tenha mais lógica que o A140. Supondo (apenas supondo) que o “9” seja o indicativo da classe e o “02” o indicativo da unidade. Neste lógica, o A140 poderia ter sido “A21” (1 era para porta-aviões e o 2 para porta-helicóteros). Mas então, os indicativos dos submarinos teriam que ser outros, pois os Scorpenes deverias ser S41,S42, S43 e S44… e o nuclear S51. Mas ai, já ia virar piada de novo…. riso.

      • Me ocorre o USS Franklin CV 13 que foi o NAe mais danificado em combate e com maior perda de vidas e também à Apollo 13, a única das missões enviadas para alunissagem
        que não cumpriu a missão…e também não existe nenhum Pier 13 em Norfolk…os
        NAes utilizam principalmente os de números 12 e 14, mas não há o 13 entre eles.

        • Caro Dalton.
          Entenderia até o A14… mas A140?
          E olha que não vi ninguem sugerindo A21..
          No site dos “Navios de Guerra Brasileiros” encontrei o D13 Apa, o M13 Jarua, o H13 João dos SAntos., o P13 Parati, o S13 Rio de Janeiro, outro H13 Xingu, outro S13 Tamoio, e o L13 Tramandai

          Olha.. foram dois submarinos S13

    • Perguntei para minha filha de 4 anos o que ela estava lendo na foto do indicativo do navio e ela foi certeira “A” “1” “4” “Ó” (não tem zero, é óohhhh mesmo)

  1. Boas novas. Este ano a MB não ficará a ver navios. Sua nau Capitânea chega ao seu destino para desfraldar a nossa bandeira bem alto no Oceano Atlântico.

  2. Excelente aquisição pela qualidade do navio e preço pago, a MB vai modernizar e muito com este navio sem contar as inúmeras possibilidades estratégicas.
    Na minha opinião foi uma boa compra, porém a MB deveria apostar em um navio porta aviões para suportar os futuros Gripen NG Marítimo.
    Outra sugestão seria comprar mais equipamentos militares Russos pois são ao meu ver os melhores do mundo no quesito militar.

    • O ideal seria 2 navios derivado do mesmo projeto (2 NAe ou 1 NAe + 1 LPH) para aumentar a escala. Mas orçamento não permitir pois além dele(s) teriam que obter escoltas provavelmente maiores que as Tamandarés.

  3. NBMP (Navio Brasileiro Múltiplo Propósito) Atlântico!
    Como deveria ser o nome de todo o navio em operação na MB.
    Afinal de contas os navios são nacionais, e não dá MB.
    Assim como USS ( United State Ship) e HMS ( Hoyal Marine Ship).

    • Apenas como complemento, pois tbm me agrada ao ouvido, designações como USS, HMS, ARA etc…
      Porém para o caso do Reino Unido o HMS teria uso como “navio de sua majestade”. Como pode ser uma Rainha (atualmemte), mas tbm do Rei (no passado e no futuro não tão distante) HMS His/Her Majesty’s Ship

    • Inglês é a “língua universal”…”BS” Brazilian Shíp é dessa forma como os navios brasileiros são tratados no exterior…assim como “FS” French Ship para franceses ou “FGS” Federal German Ship para os alemães ou mesmo do espanhol “BAP” Buque da Armada Peruana…
      no caso brasileiro não ocorre a mesma coisa que os navios da Armada Peruana utiliza-se simplesmente a letra ou letras e o numeral como F alguma coisa para fragata ou NE para Navio Escola.

        • Oi Aircobra…chamada internacional sim, “BNS”, mas, como tratado, digamos pela mídia estrangeira o que tenho visto é apenas “BS” , exemplo, “BS Barroso”ou simplesmente pela letra e número “V 34”.
          abs

    • Os navios são da MB, que por sua vez, é Marinha DO BRASIL!!! Logo, todo navio da MB é do Brasil, assim como toda aeronave da FAB é do Brasil e todo blindado do EB também ê! Não entendo tanta celeuma por conta da desiganação e nome de um navio. A MB escolheu esse nome e designativo porque julgou o mais aprpriado e correto. Ponto!

    • Contribuindo com a sopa de letrinhas, também temos HMAS e HMNZS , para os navios Australianos e Neo-Zelandeses , respectivamente.

      Agora Hoyal Marine Ship é dose !!!! Hahahaha.

    • “Afinal de contas os navios são nacionais, e não dá MB.”

      Aí eu pergunto:
      1) O que significa MB?
      2) MB é a abreviação de qual Instituição?

      RESPOSTA para as duas perguntas:
      MB é a abreviação/significa MARINHA DO BRASIL, logo se o navio é da MB, o navio é do Brasil.

      Tá difícil ou tem que desenhar???

      🇧🇷⚓🇧🇷⚓🇧🇷

    • Pra começar a finalizar esta discussão: porquê temos que imitar os outros?
      Porquê não privilegiar nossas próprias regras e deixar como está?
      Afinal, acho que isto não está entre os “grandes problemas” da Marinha do Brasil.
      Minha modesta opinião. 🙂

    • Rapaz, não quer um cafezinho também? Uma massagem? O navio está em uma base naval inglesa, não deve ser fácil entrar com a câmera no pescoço e sair batendo foto. Quando chegar no Rio, aposto que o Naval vai bombar com fotos até dos banheiros do navio…

      • Seria impossível se não tivesse um MIMIMI rsrsrsrsrsrsrsrsrs
        Quando o navio chegar espera ele numa canoa e tire suas fotos da forma que achar melhor.

  4. Equipamento russo não é tão elogiável assim. A poucos anos caiu em Moscou um Ilyiushin de passageiros matando todos a bordo. O então presidente, esse que troca cadeira com o Putin, ficou tão putin, que indignado foi discursar, no parlamento, contra a industsria aeronáutica Russa. Dentre outras “pérolas” sugeriu que se adquirisse, no ocidente, tecnologia em eletronica embarcada e motores a jato. Os motores russos tem vida curta, dizem. E desde que o Concordsky russo explodiu um motor, na decolagem, em Orly, tambem vitimando toda a tripulaçaão e convidados, que a fama não melhorou. Tem qum compre aeronves, por lá, desde que coloquem motores ocidentais.

  5. Triste é observar que não temos grandes personagens brasileiras dignos para nomear um navio desse porte como vemos na US Navy. Eu também ainda queria saber qual o critério para o 140.

    • Cmte barroso, Marques de tamandare, Almirante Sylvio de Camargo, Pedro II, Pedro I, Leopoldina, barão do Rio Branco, Visconde só Rio Branco, Marques de Paranaguá, Almirante Cochrane, Almirante Frederico Mariah enfim.. Dá pra ficar o dia todo aqui colocando o nome de gente briosa que o Brasil já teve.

        • Até onde sei os NAes americanos recebem nomes de ex presidentes, que pelo que sei não fazem farra com o próprio povo, aqui tu queria colocar o que? LULA? Temer? Dilma? Collor?Fernando Henrique?? “ótimos nomes” para homenagear o Nau capitânia da esquadra brasileira.

  6. “E desde que o Concordsky russo explodiu um motor, na decolagem, em Orly, tambem vitimando toda a tripulação e convidados, que a fama não melhorou”.
    [Luiz Floriano Alves 9 de junho de 2018 at 17:57].

    Até onde sei,oque diz a história oficial,a aeronave teria sido atrapalhada por um Dassault Mirage III de reconhecimento fotográfico que fazia um voo para colher imagens dos procedimentos da aeronave russa,a tripulação do comandante foi surpreendida pela presença já que não havia sido informada do voo do Mirage até aquele momento.
    Essa parte de o motor ter explodido com certeza você deve ter confundido.

      • Nossas principais escoltas tem 4 décadas de uso, já deveriam estar aposentadas e sim precisamos para escoltar o nau capitânia e proteger as riquezas do país, nunca se sabe o dia de amanhã! É bem coisa de brasileiro mesmo, comprar quando realmente precisar, se for pensar desse jeito as Niteróis vão ficar ativas até 2050.

        • Pablo,

          Se você vem acompanhando o histórico de notícias sobre os problemas encontrados pela MB para construir novos navios escoltas e manter os existentes, sabe que a realidade não condiz com o seu comentário.

          • MK48
            não culpo a marinha pela situação, até porque não depende deles para modernização da frota, mas dizer que não precisamos de escoltas soa estranho, acho que não tem nada de errado com o que falei. Todo mundo sabe que precisamos de escoltas, se continuar na situação que estamos nos próximos anos não teremos nem em quantidade sem falar na qualidade.

          • Pablo,

            Não disse que não precisamos de escoltas.

            Eu apenas critiquei quando você escreveu “É bem coisa de brasileiro mesmo, comprar quando realmente precisar”

            Apenas isso e com todo o respeito.

  7. Ótima notícia! Falou-se muito que o Atlantico teria como sistema de defesa aerea de ponto seria o Simbad que foi já usado pelo Minas Gerais, posteriormente pelo Nae São Paulo e provavelmente no Atlântico, espero que seja temporário. Espero que a Marinha implemente um sistema mais moderno e mais eficiente como o sistema Holandês Goalkeeper Ciws. Abraços

  8. Pode ser besteira minha, mas esse A na frente do 140 me dá calafrios!rs Não sai da minha cabeça que alguém no Almirantado ainda tem a pretensão de tentar converte esse navio em porta-aviões para operar Harrier de segunda mão rs
    Preferia o G ou L rs

    • O almirantado não tem essa pretensão, ao menos oficialmente (pelo o que se sabe). Não é possível operar Harriers no A-140 Atlântico, seja porque a Marinha não pode adquirí-los e operá-los no momento, seja porque não há Harriers sobrando para venda, seja também porque o navio não está preparado para operar este meio: ele é um porta helicópteros. O “A” na frente NÃO significa porta-aviões (ou navio aeródromo).

      • Daglian, eu tenho ciência que no momento não é possível operar Harriers no Atlântico, mas nada impede uma conversão para passar a operar ( quer dizer o dinheiro impede rs). E sobre os Harriers provavelmente o corpo de fuzileiros navais americano deve colocar a venda alguns na próxima década. Se A na frente se não significa navio aeródromo, então qual seria o motivo da escolha? E por fim, a escolha desse nome demonstra pra mim, em particular, que surpresas são possíveis rs

    • Lá vamos nós, novamente alguém menciona o Phalanx. A própria MB não tem interesse em operar este CIWS, já que fazê-lo custa bastante dinheiro. Os ingleses irão utilizá-los em outros navios seus, mas bastaria a MB pagar, e o Atlântico viria com os Phalanx, tenho certeza.

      Os Phalanx não são uma super arma revolucionária e mítica para que exista tamanha obsessão com eles. E antes que me venha falar de “embargo”, como já falei algumas vezes, isso não existe. Duvida? Pois veja a seguinte foto:

      http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/G28.jpg

      Consegue ver o famoso Phalanx no Mattoso Maia? Pois é, os americanos venderam o navio para a MB com este equipamento. Isso prova que não existe embargo nenhum. Se tiraram o CIWS “rapidinho” do navio, foi por eficiência nos trabalhos de preparação do navio para a MB, e nada mais.

      Por fim, peço perdão pelo off-topic.

        • Isso ai tá parecendo a estória do lobo e a uva. Não conseguindo comer a uva, o lobo disse: estavam verdes!
          – Embargos!
          – Não tem embargos!
          – A gente não ia conseguir manter mesmo.

        • Os EUA poderiam ter removido o “Phalanx” até porque na época em que o “Mattoso Maia” foi adquirido em 1994, não era uma “versão antiga”
          e poderia sim ter sido mantido operacional desde que a marinha brasileira pagasse por isso, mas, diante de outras prioridades, falta de recursos e a grande probabilidade de não ser uma arma tão necessária para as missões que se esperava dele, deixou-se assim mesmo.

  9. No local da ancora que esta removida,deveria ter uma borda de uns 60cm,para afastar a ancora do casco,fotos recentes mostram marcas de corrosão no casco devido a corrente na hora de lançar a ancora.

  10. Qual é o critério para escolher a letra e o número na lateral da embarcação? Existe uma sequência, cada tipo de navio tem um tipo de letra e número? Alguém poderia explicar? Abraços!

    • Falando sério… você encontrará fácil na internet os significados das letras. F para fragata, S para submarino, V para corveta … procure “número de amura” (não é japonês) e você terá várias explicações. Agora, o número é estranho… a única lógica tem sido que barcos adquiridos nos mesmos lotes têm são numerados em sequencia. As fragatas Niteroi foram F40, F41, F42, F43, F44 e F45. Os submarinos da classe Humaitá foram S20,S21 e S22, dai vieram os submarinos da classe Tupi S30, S31, S32, S33 e o Tikuna S34. Os Scorpenes serai S40, S41, S42 e S43.. o primeiro porta-aviões era A11 e o segundo foi A12… daí pula para o Atlântico com A140… a marinha tem mais de 100 barcos.. sugiro a página da MB para voce ver a lista de todos eles.

      • Pois é Camargo…voltando ao assunto lá em cima…a própria US Navy irá comissionar ainda esse ano o “Wichita” LCS 13, que sendo da versão “Freedom” está mais atrasada no cronograma de entrega que os classe Independence”…mas o que ouvi é que não há Pier 13 em Norfolk por superstição, então, deve depender muito da época, local e/ou quem está no comando para se evitar ou não o número “13”.
        .
        Lembro que por volta de 1975 a US Navy reclassificou muitos de seus “destroyers”
        como “cruzadores”…por conta da URSS ter um grande número de cruzadores que
        equivaliam em tamanho a esses grandes “destroyers” , então é bem possível que para compensar ao menos visualmente a perda de NAe a marinha brasileira
        optou por esse indicativo “A 140″…não sendo nitidamente uma sequência do A 12
        até porque não é um NAe, mas também não utilizando a letra “G” utilizado também para navios “anfíbios”.
        .

        • Olá Dalton. Como o Atlântico não é um NAe, poderia ser A21 (deixando a série A11, A12, A13, A14 … para NAe e a série A21, A22, A23.. para PHe). Vou resgatar o comentário da minha filha A-1-4-Óh riso. O Bardini comentou sobre a classe Amazonas com o P120, P121 e P122 (sendo que a série numérica das patrulhas da classe Macaé tinha chegado a P75). As Amazonas poderiam ter recebido P81, P82 e P83. Considerando que as 3 forças não conseguem nem uniformizar os indicativos de helicópteros e aviões, não fico surpreso com os indicativos dos navios não seguirem uma regra simples. (fica complicado por exemplo chamar o A4 da MB de A1 e o AMX da FAB de A1, por exemplo)

          • Como acontece com NAes franceses que utilizam apenas numerais compreendidos entre 91 e 99…é bem verdade que trata-se de
            um acerto com a OTAN…depois do “Foch” R 99 voltou-se a
            utilizar R 91 para o Charles de Gaulle.
            .
            Sei que muita gente não se interessa por isso e até acha exagerada nossa implicância, mas, fazer o que…já tive que engolir que depois do SSN 773 incluíram os 3 Seawolf SSNs 21,22 e 23,
            uma baboseira referente ao século XXI, para prosseguir com a
            numeração clássica dando 774 para o USS Virgínia 🙁

  11. Lembrando que aqui mesmo no naval tem uma matéria dele quando ainda era ocean que tem mais fotos que meu álbum de formatura

  12. Parece… que não tiraram os canhões de 30 mm. Pelo menos tem uma “caixa” cinza no lugar do canhão. Deve ser pra proteger da pintura, talvez.

  13. Esse navio não é um NAe ou NAeL. Então o 13 não faz o menor sentido para algo que não é um NAe ou NAeL.
    .
    O “A” é discutível. Deveria ser um belo de um “G”, mas inventaram moda.
    .
    Estão resmungando pq colocaram 140…
    Ninguém falou um aí da série “120” dos Amazonas.
    .
    Do óbvio ninguém falou, que é o “PHM”. Isso aí sim, tá muito errado.
    .
    “Porta Helicóptero Multifunção”… Poderiam chamar qualquer heliponto dessa forma!
    Também não é Navio, recebe helicóptero e ainda serve até pra fazer um churrascão na “laje”.

    • No caso dos P120-122, o meu entendimento é que como estavam previstos uns 40 e tantos navios classe Macaé, eles reservaram as dezenas P70 até P110 pros mesmos. Com certeza, mesmo que não divulgado, esses números já estão todos nomeados, incluindo o P77 Macaxeira do Norte e o P104 Morro-do-Macaco-Molhado 🙂

      • Então, é fácil chegar no 140…
        .
        Do 120 até 135 é o que se pretendia ter de Navio Patrulha Oceânico.
        .
        140 estava vago para algo novo.

        • O problema é que esse era a série dos P. E as dezenas se repetem (ou se repetiam) normalmente em letras diferentes, vide F40, P40, G40…
          Sempre defendi (como se a minha defesa valesse alguma coisa 🙂 ) que o Atlântico fosse A20, pois seria uma nova classe (logo uma nova dezena) dentro da série dos “A”. Nos navios patrulha (e só neles) funcionou assim:
          P10s Piratinis
          P20s Pedro teixeiras
          P30s Roraimas
          P40-50s Gururus
          P60s Bracuís
          P70-110s Macaés + NPa500Br
          P120s Amazonas…

        • opa, “sem querer” o Almirante deu uma interessante dica sobre os novos indicativos visuais na matéria do Alte Guilhem… parece ser por aí mesmo…

  14. O que impressiona é a rapidez com que fizerem tudo.
    Levaram para dique seco, fizerem as inspeções, retiraram o que precisava, e mais um monte de coisas.
    Aqui levariam dez anos.

  15. Off topic — vi agora no site da MB que o Almirante Guilhem vai dar baixa dia 26 de julho. Será que isso significa que os “novos” AHTS finalmente estarão prontos para serem comissionados?

    • Fazia uns dias que não entrava no “site” então obrigado pela informação, mas, nem sempre quando um navio é retirado de serviço outro já está preparado para assumir seu lugar, as vezes pode levar meses isso quando não, anos e pelas últimas informações que tivemos sobre os novos “AHTSs” eles ainda nem foram oficialmente incorporados.

    • o Luiz Monteiro acabou de confirmar na matéria especifica do Alte. Guilhem.

      aliás, segunda matéria que eu “sugiro” em uma semana 😉

  16. assim eu posso estar querendo levantar teoria da conspiração , dentro desse navio enorme com bacos metais entre outras coisas no meio dessa reforma existe a possibilidade de alguém colocar um localizador escondido seila algo tipo sem nós sabermos??

    • Creio que não é muito relevante, não deve ter mesmo como esconder um navio desses dos satélites espiões. Mas de qualquer forma é um bom alerta, provavelmente a MB pode passar um rastreador para tentar localizar alguma emissão de RF suspeita.

  17. “Camargoer 11 de junho de 2018 at 0:20
    Contudo fica a dúvida… por que o Bahia recebeu a indicação G40 ao invés de G139?”
    .
    Camargo, imagino que seja porque o Bahia foi numerado na administração anterior, que usava outro critério. Esse novo critério – que aparentemente visa não repetir a numeração dos navios, mesmo que com outra letra – deve ser recente, o primeiro caso deve ser o do Atlântico.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here