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Extensão da vida útil das classes Niterói e Barroso: contratada empresa para análise estrutural

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Nesta quinta-feira, 14 de junho de 2018, foi informado no Diário Oficial da União (DOU)  a contratação da empresa Rina Brasil Serviços Técnicos, por parte da Diretoria de Engenharia Naval da Marinha do Brasil, para prestar o serviço de “Análise da Integridade Estrutural das Fragatas Classe Niterói e da Corveta Classe Barroso”.

O objetivo do serviço, conforme publicado no Extrato de Contrato nº 45000/2018 (clique aqui para acessar a página em que o extrato foi publicado no DOU) é “assegurar a extensão da vida útil operativa, bem como identificar as intervenções
técnicas/industriais, ao longo dos próximos 15 anos, que garantam a operação segura para o material (navio) e principalmente para o pessoal”.

O contrato foi assinado na quarta-feira, 13 de junho, e o valor total do serviço será de R$ 6.974.453,28 (seis milhões, novecentos e setenta e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e três reais e vinte e oito centavos). A vigência do contrato será de 1260 dias.

No dia 7 de junho, o DOU já informara que a Rina havia vencido a licitação, da qual também participaram as empresas KBR, RBNA Consult, American Bureau Of Shipping e DNV.

145 COMMENTS

  1. Se é pra manter flutuando, sem nada ser atualizado e modernizado, melhor gastar este dinheiro com grandes blocos de isopor e colocar um astros no topo!
    E é capaz do governo falar que investiu na indústria nacional e culminou na aquisição de meios furtivos, produzido com materiais compostos!!!
    É cada coisa que vejo!! Meio século de operação….
    É o fim da picada. Fim de carreira.

    • A matéria Informa apenas sobre a análise estrutural.
      Nada impede que , se conclusão for positiva, ai sim fazer as atualizações possíveis de serem feitas.

      Vamos aguardar.

      • Tudo bem que eles sejam projetados para servir por cinquenta anos, mas como você disse, eles foram pensados desde o início para isso. Às fragatas classe Niterói nunca foram pensadas para navegar por cinquenta anos! Não adianta o casco aguentar, se as turbinas que já foram descontinuadas pelo fabricante e já não tem o apoio do mesmo abrirem o bico. Isso vai acabar virando um filme de terror, com navio à deriva e marinheiro ferido: Ceará, o retorno do morto vivo!

        • Lemes ,

          Certo, elas não foram projetadas para tanto tempo, mas temos que esperar a avaliação técnica que será feita. Se o problema for a motorização, menos mal, trocamos as Olympus por outras que sejam viáveis, atualizam-se os sensores e pronto.

          Abs.

        • Como escrevi lá embaixoooo…50 anos desde que passem por uma complexa modernização de meia vida e reabastecimento dos reatores algo que leva mais de 4 anos e custa bem mais que um “Arleigh Burke”.
          .
          Muitos navios até na US Navy não foram pensados para ter uma longa vida, mas isso mudou até lá, então, embora longe do ideal, manter algumas Niteróis por 50 anos ou mais não é tão absurdo.
          .
          A US Navy que venha aprender conosco já que agora estão pensando em
          estender a vida de seus “Arleigh Burkes” por 50 anos ou até mais 🙂

          • Dalton,

            Perfeito.

            Isso me lembra o caso dos B52 da USAF, exemplo de longevidade, e que agora vão passar por um processo de remotorização e atualização de sensores, mas vão continuar na ativa por muitos anos.

            Citei este exemplo para mostrar que problemas com custos de desenvolvimento e aquisição hoje em dia de novas plataformas atingem a todos, inclusive aos países mais ricos.

          • Mk48
            As células do B-52 devem ter sido feitas com Adamantium, esperam manter a criança voando até depois de 2040. querem aposentar ele depois do B-1B e B-2…

  2. Fico imaginando quem vai ter de navegar esses navios, pelos próximos 15 anos…
    Depois vem se falar em índice de evasão, malandro tocando zaralho dentro da força e toda e qualquer falta de vontade.
    .
    Equipamento novo não agrega só no tocante aos custos de manutenção, confiabilidade, disponibilidade e ao poder de combate. Agrega e muito na moral do pessoal…

    • Caro Bardini. Eu defendo a mesma ideia quanto às universidades e escolas de ensino médio e fundamental. Claro que o primeiro atrativo para uma carreira profissional é o salário, mas as condições de conservação do local de trabalho também influenciam a médio e longo prazo nas motivação e empenho do profissional. No caso das instalações escolares (das escolas infantis até a universidade) eu pergunto quanto da má conservação das instalações estaria contribuindo para a evasão e desmotivação dos estudantes? Esse parece ser um fator pouco estudado, mas é uma excelente questão a ser debatida.

    • Taí uma coisa que você falou que é correta, a qualidade do equipamento é muito importante, uma tropa bem equipada, bem aparelhada sente orgulho e motivação no cumprimento da missão, isso é verdade.
      Bahia, Ocean e o programa dos submarinos estão dando uma força no moral, mas é necessário buscar mais, e para o tamanho da nossa economia e todos os demais fatores estratégicos em jogo, o que temos é pouco.
      Imagino que o moral das Forças Armadas argentinas estejam em frangalhos.

      • XO,

        Discordo.

        Como disse acima, se fosse assim, as tripulações dos B52, U2 e dos CVN´s tambem estariam com sua moral baixa, e não é o caso.

        • Caro MK48. O problema não é a idade do material ou das instalações, mas as condições de manutenção. Um prédio antigo com boa manutenção é um ambiente muito agradável. Agora, se a manutenção for improvisada e irregular, a sensação é bem desagradável. No caso de uma aeronave como o B52, creio que a manutenção seja muito boa, o que deve elevar o moral.

        • É um aspecto, sem dúvida…mas os velhos guerreiros B-52 estão efetivamente voando, são manutenidos a contento… ou seja, são velhos, mas voam… a garotada de lá não fica no chão… aqui, é difícil manter meios mais velhos…
          Vou te dar um exemplo para explicar porque concordei com o Bardini e dar respaldo para ao que escrevi acima… quando eu era Comte de Cia na EN, existia uma atividade extra-classe, na qual os ASP pernoitavam a bordo de navios, acompanhando o OfSvç… pois bem, conversei com alguns deles e houve comentários quanto a Oficiais estudando para concurso, “malhando a MB” e outras coisas desse gênero… eu fiz apenas duas perguntas: “o Navio está viajando ?”… “Você conversou com quantos Oficiais ?”… com isso, quis mostrar para eles que poderia ser uma situação específica de insatisfação com a carreira ou aquele cara estava desmotivado pela situação em que o Navio estava… nesse caso, não o critico, pois deixar de navegar, fazer dia de mar, botar em prática os ensinamentos e manter-se adestrado foram aspectos que sempre motivaram-me a superar desafios e aguentar certas coisas… foi para isso que estudamos e escolhermos servir na MB…
          Em resumo, opino que é a indisponibilidade que desmotiva, sendo que essa indisponibilidade acontece com maior frequência em meios mais velhos… abraço…

          • XO,

            Grato pela explicação.

            Como disse antes, sou um entusiasta da MB desde os meus 10 anos de idade, quando morava em Recife e tive a oportunidade de visitar a então novíssima Defensora, em traslado da Inglaterra e escalando em Recife. Cheirava a tinta nova ! Tudo novo e moderníssimo, me chamou especial atenção os lançadores triplos do Seacat. Para mim, à época, foi como se a USS Enterprise tivesse vindo do futuro e estivesse atracada ali no porto.

            Em tempo : A abertura dos navios da MB para visitação pública é o maior incentivo que pode existir para alguém que deseje um dia ingressar na MB.

            Sempre soube que a MB mantém seus navios com muito esmero e cuidado, mas evidentemente que não se fazem milagres, especialmente com o dinheiro tão curto.

            Citei os exemplos acima como parâmetro de meios que já beiram os 50 anos (ou mais), mas como você disse, possuem sua manutenção em dia e são muito bem cuidados, afinal a USAF não possui os problemas financeiros da nossa querida MB.

            Obrigado mais uma vez pela resposta.

            Abs.

          • Caro amigo MK48.
            Sinto certa inveja pela oportunidade que tive de visitar os navios da MB. Quando eu era pequeno, morava mais afastado do litoral e como ficava triste ao ver na TV reportagens sobre a MB. Só depois de velho, consegui organizar a vida para em uma ou outra oportunidade descer até Santos… quem fala mal do A12 é porque não o visitou.

  3. Se não perceberam tá desenhada a força de escoltas para década que vem. Barroso + Modfrag II (acho que três Niterói)+Type 23 (quatro ou cinco) + Tamandarés (tomara que venham pelo menos oito). Só a partir daí, se tudo der certo vem um “PROSUPER”.

  4. off topic: ThyssenKrupp esta preparando a venda sua parte naval, ja que nao consigiu ganha licitaçao do governo alemao. corveta mks180, na humilde opniao acho um belo vaso

  5. No contexto do já longo processo de renovação de meios navais brasileiros, sobretudo de escoltas, sugiro aos responsáveis pelo blog publicarem matéria sobre as escoltas que a MB teve, por exemplo, de 1990 até hoje, com as razões da desativação de cada uma delas (falta de recursos para mantê-la em operação, fim da vida útil, etc.).

  6. Tinhamos que fazer uma petição que não queremos nosso dinheiro gasto em algo aue ja ta na cara que nao durará e não sera eficaz

  7. Boa a todos, acho que estaremos jogando dinheiro fora, vão gastar dinheiro, e, elas serão só reserva técnica, ou navios patrulha, não geram condições de ser fragatas ( navios de escolta), é igual carro velho você reforma, porém sempre deixa você na mão, e não tem evolução tecnológica, mesmo as compras de oportunidades são no mínimo 15 anos mais novas

  8. Particularmente acho que já reclamamos e criticamos tanto o Estado como a MB para chegarmos neste ponto, então, tentando mudar o foco, o que a MB pode fazer para se manter operacional?
    Vendo o passado, não houve a necessidade do uso dos vasos de guerra da MB, então não existe no momento um desespero para a compra de escoltas (temos que ser realistas que não virá dinheiro para resolver esta urgência), será que a MB não deveria priorizar as escoltas em detrimento de novas compras de oportunidade? O que a MB pode fazer para manter a doutrina (que para mim é muito mais importante que a compra de novas escoltas) com os navios atuais até a chegada da nova classe de corveta? Com certeza o próximo programa prioritário da MB será a nova classe de corvetas, será que não seria o caso de despriorizar o submarino nuclear para focar nos navios de superfície? Sei do desejo da MB pelo subnuc mas por outro lado, perder ou diminuir a experdisse em operar escoltas é muito pior não?
    Creio que ficarmos reclamando sobre a situação (que também está certo) não agrega muita coisa.

  9. Eu tenho certeza que essas fragatas já derem o que tinha de dar e por isso devem ser desativadas no decorrer dos anos mais que não sejam muitos anos e começar a pensar na substituição destas fragatas e o Brasil ainda quer lugar permanente no conselho de segurança da ONU e não investe nos meios navais terrestres e aéreos o dinheiro roubado da lava jato já dava para comprar uma fragata.

  10. senhores, eu novamente, vejo muita discussão sobre compra de novas fragatas, corvetas para a MB, vejamos o seguinte:
    Tivemos os 2 melhores comandantes da marinha nos últimos tempos, pessoas que realmente vestem a camisa da MB, e, não ficam sentados em Brasilia, maioria dos “novos” equipamentos foram eles que conseguiram.
    1) – Estas avaliações, não seria para realmente afirmar que nossas fragatas chegaram ao final da vida útil?
    2) – Não há grana, entretanto elas aparecem, com laudos na mão (politico gosta de papel) ele poderá questionar.
    3) – Já que nossas fragatas são “sucatas”, porque não pedir algumas em melhores condições ao nosso tio rico do norte, não esqueça que estamos dando para eles a nossa joia da coroa a EMBRAER, e, ele poderia ver com bons olhos esta troca. (tudo é politica), tem que sentar e conversar.

    • Achar que os americanos vão dar alguma coisa de graça só porque estão comprando a Embraer ? Esquece !!! A Embraer é uma empresa privada, não tem mais nada a ver com o Governo.

      • Realmente a Embraer é uma empresa privada, porém é uma empresa estratégica no que se diz respeito a segurança nacional, alem de receber transferência em tecnologia, como no projetos dos caças AMX A-1 e os atuas Gripen ng, esta tecnologia foi aplicada na aviação civil. E agora com a tecnologia dos caças Gripen vai para quem? É dinheiro do contribuinte aplicado em uma empresa que não vai devolver nada para a nação.

        • Pessoal, discussão sobre a venda da Embraer é no Poder Aéreo, em matéria específica sobre o tema.

          Esta aqui é sobre contratação de empresa para fazer avaliação estrutural de meia dúzia de fragatas e uma corveta, o que não tem nada a ver com as negociações entre Embraer e Boeing.

  11. Vamos olhar pelo ângulo reto : Contratar uma empresa ? gastar R$ 6.000.000 ? Todo mundo sabe as condições desses navios, basta perguntar ao Cabo velho que navega nelas.
    Pergunta a quem serviu nos últimos dez anos e teremos a resposta.
    Será que alguém vai ganhar um cascalho com esse contrato ? Quase tudo que têm dinheiro público têm safadeza, diga ai Almirante Othon Luiz…….
    Evidente que um casco com 30 anos apresenta defeitos, problemas, saturação, toda estrutura de banheiro, camarotes, cozinha, maquinas, elétrica, eletrônica, armamento ficam gastos e pegando tudo.
    Enquanto o rancho de uma determinada OM paga no jantar pros Sargentos, dois hambúrguer com arroz, vamos garantir o file dos executivos desta empresa.
    Simples, pergunta ao Cabo velho.

    • Entendi que você quer balizar a seleção dos meios que serão mantidos em operação com a opinião do “Cabo velho” ? E investir recursos com essa base de dados ?

    • Caro Roberto. O XO tem razão. As decisões técnicas precisam ser tomadas a partir de avaliações técnicas. Um trabalho destes é caro por ser especializado, mas é uma fração do preço de um navio novo ou usado. Além disso, é natural que a empresa faça o serviço e tenha lucro. Por fim, a sua afirmação sobre existir problemas em quase todos o contratos públicos é um grande erro. Se você consultar a página da AGU ou do Portal da Transparência, ou qualquer ONG que acompanha gastos públicos, não será surpresa que a maioria dos contratos são corretos e honestos (e se você conhecer um pouquinho dos bastidores de um departamento de compras de uma grande empresa descobrirá vários problemas éticos e até criminais, envolvendo fraudes, comissões e mimos para os responsáveis pelas compras).

  12. Porque não aumentar a capacidade do armamento da belonave. A JUMBORIZAÇÃO da fragata seria uma alternativa para aumentar o comprimento da embarcação em pelo menos 20 metros e criar um espaço apropriado para a instalação de lançadores VLS de misseis de ataque.
    Diversos estaleiros no Brasil dispõe de recursos para fazer a JUMBORIZAÇÃO de grandes rebocadores, técnica que poderia ser adequada também para a MB para a modernização de nossos meios de escolta, tornando-os capaz entrar em um ambiente hostil com capacidade real de defesa.

  13. Para concluir : Parecer ruim ou não, dinheiro não temos, vontade politica idem.
    Pergunta que não quer calar, pra que os Engenheiros Navais ? Pra que Esse monte de oficiais batendo cabeça um no outro ? E os técnicos do Arsenal ? Esse povo não pode dar esse parecer ? Não têm competência ? Que fazem viajando pro exterior avaliando estruturas de navios velhos que a MB quer comprar e não podem avaliar os nossos cansados navios ? é missão a passeio ?
    Não entendo ? podem ir avaliar navio lá fora e não podem avaliar aqui ? Ou o dólar lá é mais importante ?
    Senhores o Brasil têm que desligar e reiniciar.

    • O escopo e extensão dessa avaliação não condiz com as capacidades e possibilidades do AMRJ… você está generalizando para criticar…

      • O AMRJ foi consultado e alegou que não possui esta capacidade e possibilidade? Pensei que fosse capaz, não me lembro de nenhum outro navio da MB que tenha sido avaliado no Brasil, E que tenha necessitado de uma empresa externa para tal serviço. Posso estar enganado e me perdoem se estiver, mas o NAE São Paulo não passou por uma avaliação deste tipo anos atrás, realizada pelas DEN e AMRJ?

        • Enedino,
          As capacidades atuais do AMRJ são muito reduzidas em pessoal próprio. É uma organização que já teve 5.000 – 7.000 pessoas trabalhando, mas hoje, se não me engano, não chega a 2.000 e a maioria é de empresas prestadoras de serviço.

          O processo de redução da capacidade do AMRJ começou numa canetada presidencial de 1990, que transformou sua mão de obra que era CLT em funcionários públicos, o que engessou totalmente a gestão do pessoal e sua reposição. Em que pese diversas iniciativas para resolver o problema, ele hoje esbarra em falta de recursos, e nesse sentido há serviços especializados que precisam ser contratados.

          Sobre o NAe São Paulo, a avaliação do casco foi feita também por uma empresa contratada:
          http://www.naval.com.br/blog/2015/05/05/zentech-avalia-condicoes-do-casco-do-sao-paulo/

          Talvez você esteja confundindo com outra atividade em andamento no São Paulo, que é a realização de um projeto digitalizado e detalhado de toda a sua estrutura, por parte da DEN, para embasar no futuro tanto as especificações quanto um projeto de navio-aeródromo.

        • Caro Enedino. A avaliação estrutural do A12 foi feita pela Zentech, que é uma empresa norte americana (procure por “Zentech avalia casco de aço do NAe Sao Paulo (A12)”.

  14. teve fragata quebrando no meio de missão na UNIFIL, com mais 15 anos de operação e em missões, os militares vão de navio para a missão e vão voltar de voo fretado. Mas tendo a ver o lado positivo, quem sabe essa extensão da vida útil venha para conseguirmos emplacar as tamandarés no futuro próximo e talvez até as fragatas do prosuper, sem comprar alguma coisa no desespero e sair perdendo…

  15. Se a MB realmente tenciona dar mais 15 anos de serviço as Niterói, sugiro a contratação de uma empresa pra fazer buracos no casco e outra pra compra de remos, sem duvida alguma teremos os marinheiros mais fisicamente preparados do mundo.

    • Se você acha realmente que a sua sugestão é válida, manda um email para o Almirante Leal e aguarda a resposta dele, mas não fica aqui escrevendo esse tipo de coisa, por favor.

      • Critico a hipotética pretensão da MB em prorrogar a vida da Classe Niterói, da mesma forma que a defendi e continuo defendendo nas compras das Amazonas, NDM Bahia, PHM Atlântico e o Prosub. O livre arbítrio e a liberdade de expressão salvaguardadas pela constituição me dão esse direito.

        • Cidadão,

          Jamais pensei em afrontar seus direitos constitucionais, apenas disse que se você acha o conteudo e forma da sua crítica corretos e adequados, envie para quem realmente tem o poder de decisão sobre o assunto.

          Tenho certeza que ele vai lhe dar uma resposta adequada, sem ferir seus direitos constitucionais.

        • “Critico a hipotética pretensão da MB em prorrogar a vida da Classe Niterói”

          Não tem nada de hipotética nessa pretensão, ela é uma decisão tomada, tanto que foi contratada uma avaliação. Só não vai ser feita a extensão da vida útil se for considerada inviável em custo-benefício frente a outras opções, se houver outras opções.

          • Sabedor disso agora, retifico. Do alto da minha insignificância, não concordo com a decisão tomada pela MB em prorrogar a vida útil da classe Niterói, mas torço pelo bem da Marinha do Brasil e faço votos para que em um prazo razoável obtenha recursos para construir ou comprar novos meios, afinal os bravos homens e mulheres que compõem nossa força naval merecem o melhor. e, a estima de todos os brasileiros.

          • Deixo claro que não tive a intenção de lhe relegar à “insignificância” com minha observação sobre seu comentário…

  16. Essa empresa ta levando algum né possível !!! nos padrões brasileiro a Barroso ta novinha em folha,
    e as niterois e só ver o custo beneficio se vale a pena, presisa de empresa especializada pra isso ?

    • “….e as niterois e só ver o custo beneficio se vale a pena, presisa de empresa especializada pra isso ?”

      Fazendo uma comparação grosseira mas pertinente, se você mora em um prédio de apartamentos, contrataria um engenheiro ou o Zé, mestre de obras , para fazer a autovistoria do imóvel ?

      É simples assim , meu caro.

    • Caro Helano. Eu tenho certeza que esta empresa está cobrando um preço que cobre os custos do trabalho e também garante um lucro. Nenhuma empresa privada assinaria um contrato que não garantisse um lucro. Você vê algum problema na empresa ter um lucro em sua atividade?

    • De fato, XO, tá difícil…

      Parece até que não tem um monte de notícias anteriores sobre a necessidade de manter pelo menos um mínimo de navios de escolta da frota atual disponíveis por mais tempo até a chegada de novos.

      Aí, se compra navio usado pra amenizar o problema, é sucata, fetiche por velharia. Se não compra, é porque vive no mundo dos sonhos. Se quer coisa nova, é porque não consegue se virar com o que se tem. Mas se busca se virar com o que tem, não tem ousadia… O cardápio pra reclamar é sempre vasto rsrsrs.

      Sobre os que falam em corrupção em contrato assinado anteontem, numa disputa entre meia dúzia de empresas numa licitação cujo vencedor foi anunciado na semana passada, eu sugeriria então tomarem providências pra investigar. Porque se é apenas para achar isso ou aquilo, baseado só no palpite, então melhor assistir jogo da Copa que sempre dá mais margens pras teorias da conspiração das torcidas por aí.

      • Nunão e XO,

        Se me permitirem uma sugestão, sou apenas um entusiasta e curioso nos assunto navais, façam como eu faço, apenas respondendo comentários que se perceba que a pessoa tem um mínimo de conhecimento sobre todo o histórico de problemas enfrentados pela MB, e que explicam como e por que chegamos a situação atual de disponibilidade de meios e equipamentos da MB.

        Cheguei a conclusão que não adianta ficar respondendo e explicando mil vezes o mesmo assunto se a pessoa não se dá ao trabalho de ler as matérias anteriores (e são várias, muitas) e fica apenas dando pitaco e dando sugestões absurdas.

        Acredito que a maioria dos comentaristas veteranos aqui sabem exatamente o que se passa com a MB, e quando fazem seus comentários, o fazem bem embasados e consistentes. Acho que o foco de respostas de vocês deveria estar focado neste grupo de pessoas , e não dos pitaqueiros de plantão.

        • Mk48,

          Agradeço a sugestão, mas o fato é que, há mais de dez anos aqui, eu raramente respondo a um comentarista desinformado pensando exclusivamente na resposta a ele.

          Eu penso na quantidade de outros leitores que estejam lendo, e possam ter as mesmas dúvidas, e com a resposta eu dou uma ideia de caminho para que busquem a informação.

          Não tenho a menor pretensão de mudar ou formar a opinião de pessoas de forma individualizada.

          • Beleza Nunão,

            Só quis dar uma sugestão.

            Eu mesmo , e acredito que muitos outros que comentam aqui , já aprendi muito e vou continuar aprendendo com suas intervenções.

            Abs.

      • A indonesia se dá muito bem empregando navios usados.

        Sempre possuiram uma boa força lançando mão de manutenção e modernização de navios antigos.

        Aos poucos, foram empregando pequenos navios e embarcações de projetos proprios.

        De fato tá um saco acompanhar qualquer tipo de forum….parece querra de torcida e o velho clichê de apenas detonar valores e gestão brasileira….é chique ter algo a falar….mesmo que seja besteira….

        Tenham fé que um dia a coisa melhora.

        O site é sensacional

      • Caro Nunão, XO e Mk48. Eu gostaria de parabeniza-los pelo modo que vocês lidam com os entusiastas e amadores, como eu. Há anos acompanho o blog e aprendi muito mesmo. Considerando o tamanho da comunidade que acompanha o blog, acho que são poucos os mal-intencionados. Parece que a maioria é realmente de entusiastas bastante jovens. Acho um barato quanto os meninos e meninas dizem que estão com 15 ou 17 anos e aprenderam a acompanhar o blog. Logo logo, eles estarão nos ensinando.

  17. Com a restrição orçamentária devemos ser criativos para aumentar os recursos dos meios disponíveis com o menor custo possível. Assim acredito que além de se verificar a viabilidade da modernização do sistema de guerra eletrônica, condições de manutenção do navio e sua sobrevida por mais 20 anos operacional, também deveríamos pensar na possibilidade de fazer a JUMBORIZAÇÃO das Fragatas da classe Niterói e da Corveta Barroso, pois com essa técnica poderíamos aumentar o comprimento da embarcação em pelo menos 20 metros, criando um espaço para a instalação do sistema de lançamento do tipo VLS para misseis com alcance de pelo menos 300 Km. O Brasil Já dispõe em faze final de testes um míssil com alcance de 300 km, arma que deveré se tornar operacional em breve, aumentando consideravelmente nossa capacidade de defesa.
    Outros misseis de fabricação nacional já estão operacionais e também poderiam ser instalados nas Fragatas e na Corveta Barroso para aumentar ainda mais sua capacidade de defesa anti-área.
    JUMBORIZAÇÃO de embarcações como grandes rebocadores já é plenamente dominada e executada por alguns estaleiros nacionais, os quais poderiam ser contratados para fazer com sucesso a jumborização das Fragatas e Corvetas da MB.

    AVISO DOS EDITORES: NÃO FAÇA COMENTÁRIOS REPETIDOS, BASTA UMA VEZ. PRÓXIMO COMENTÁRIO REPETIDO SERÁ APAGADO. NÃO ESCREVA EM MAIÚSCULAS. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

    http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

    • Abel, não sou engenheiro, mas como conheço um pouco desses Navios, posso dizer que não há margem para uma proposta como essa… mas eu gosto da idéia de um VLS com versão naval do míssil de cruzeiro desenvolvido no EB… se incorporar a expertise do DCTA em propulsão, melhor ainda… abraço…

  18. “Se as Niterói forem operar por mais 15 anos, sugiro trocar o nome da Classe para “HighLander”.
    E quando a MB chegar finalmente a ter uma única escolta em operação, adicionaremos o resto do titulo;
    Highalnder
    There Can Only Be One

  19. Não tem navios como os Barroso e as Niterói sendo construídos no momento, as Tamandaré na minha opinião são navios inferiores e não estão sendo construídas também. Diante disso, é normal o interesse em querer manter os navios em operação vivos, caso contrário vamos ficar sem, exceto se comprar navios usados, mas até onde sabemos não tem nada interessante a venda e parece não ter interesse na compra de navios usados.
    Faltou vontade política na última década (10-15 anos), gastaram dinheiro com bobagens e agora não há o essencial e nem dinheiro.
    Abraço e boa sexta-feira.

  20. O casco deve estar bom. O problema são as Olympus. A idade do design é a mesma das OHP, então, se for possível remotorizar, ótimo. Senão, tira as turbinas e usa como patrulheira, que também dá certo.

    • Idade é relativizada se as estruturas estão em bom estado e aptas a instalação de sistemas modernos, o B-52, os TU-95 são casos clássicos em que o upgrade mantem a capacidade.
      O ponto mais importante com relação a custos de operação de um navio antigo são os sobressalentes e ai caímos no problema das Olympus.

      Será que passando de CODAG para CODAD as Niterói terão capacidade operativa ?

      Será que existe alguma medida dentro da capacidade orçamentária e que permita retorno operacional para a substituição das Olympus ?

      Certamente a DEN e o Almirantado tem alguem querendo responder essa pergunta e, pra isso ser feito da forma mais correta e responsável, tem que ser feito por especialistas.

      É mania do brasileiro querer resolver problemas por meio do “vamos que vamos”, remediar com alguma gambiarra e usar mão de obra não especializada. Ai os serviços seguem o mesmo caminho sempre … ficam uma porcaria.

      Que se pague um valor justo (a licitação está ai pra isso) e se adquira o melhor serviço possível, e as instancias de controle fiscalizem essa compra, não há magia ! O imediatismo quase condenou a MB a ficar sem escoltas.

  21. Se o casco e o maquinário estiverem com condições de operação e manutenção, ora, usa-se e moderniza-se.
    B-52 vai voar até os 2040. 80 anos voando. E ninguém critica, só fica “pagando pau”.
    Sistemas de armas e sensores se compra, se instala, se o casco ou máquinas não derem mais, retira-se e instala-se em outro navio. É assim com qualquer vetor em terra, mar e ar.
    .
    BR não é um país que tenha recursos, ambições e estrutura para ficar substituindo equipamentos na meia-vida. Aqui é até o osso. Surplus non ecziste.
    Se eu lhes contar que nas Polícias do RJ tem fuzis FAL doados com inscrições em francês ? Belgas ! Com mais de 45 anos de uso !

  22. Os “CVN” da US Navy são de fato projetados para 50 anos…desde que passem por uma modernização de meia vida e reabastecimento dos reatores, algo que dura 4 anos sem
    contar alguns meses antes para a preparação e custa mais que um “Arleigh Burke” com todo
    o armamento instalado e dois helicópteros.
    .
    E falando em “Arleigh Burke” já foi decidido que os da versão FIIA deverão durar pelo menos 40 anos…isso que eles tem e serão usados muito intensamente…só que agora a US Navy está
    estudando deixa-los em serviço por 50 anos ou até um pouco mais…como isso será feito e
    com que verbas, ainda não se sabe.
    .
    Então…melhor nos acostumarmos com “Niteróis” de 50 anos ou mais.

  23. Sempre tem alguém marretando o Almirante Othon. Se ele errou (para mim não), seus acertos foram muito maiores. Ele deveria ser motivo de orgulho para nós, pe menos aqueles que não somos brasileiros transnacionais. Quando a MB age, ela sempre erra. Se o Arsenal pudesse fazer a avaliação, a Marinha seria também criticada por não ter escolhido uma empresa privada mais qualificada. No mais, o Galante tem é sempre terá razão: produtos e serviços de defesa não são baratos.

    • Sou fã do Alm. Othon. Apenas para curiosidade. Ele foi condenado a 43 anos de prisão (por crimes relacionados à lava-jato) em primeira instancia. Ficou preso quase dois anos e foi solto por decisão em segunda instancia. Enquanto isso, as obras de Angra 3 estão paralisadas.

      • Camargoer,
        Angra 3 está paralisada por dificuldades de se conseguir investidores para a continuidade das obras, dificuldade por sua vez vinculada a uma necessidade de rever o valor de sua tarifa para tornar o empreendimento viável, tudo isso em meio ao processo de privatização da Eletrobras e de se preservar a Eletronuclear e Itaipu desse processo. A prisão e soltura de Othon, pelo que sei, é o menor dos problemas que atrapalham a continuidade da obra.

        De qualquer forma, se a prisão e soltura de Othon tem alguma coisa ou não a ver com a obra de Angra 3, certamente não tem nada a ver diretamente com o tema dessa matéria, então seria bom focarmos no assunto, por mais que Angra 3 seja interessante: avaliação para extensão de vida útil de fragatas classe Niterói e corveta Barroso.

  24. Pessoal, calma. Essa inspeção talvez tenha recursos técnicos, que a marinha não deve dispor, como radiografia das soldas. Quem já trabalhou em indústria, sabe como é caro esses serviços. Temos de parar de achar que os profissionais das nossas forças armadas são verdadeiros manés ou que estão com segundas intenções.

  25. Já foi postado aqui,
    se não estou enganado foram o Bavaria Lion e o JM:

    As Olympus são o nó do borogodo.

    Quase $ 7 milhões ?

    Pergunta:

    A MB tem DEN, Corpo de Engenharia e Técnicos, porquê não utilizar pessoal próprio ?

    Mais dinheiro pelo ralo ?

    • Pessoal,
      Para mim 7 milhões é muito dinheiro, mas para uma instituição como a MB é troco. No mais são 1260 dias ou 3,5 anos de contrato, dá pouco mais de R$ 165.000,00 mes, vamos respeitar, isto não é motivo para tanta discussão e temos que lembrar que a empresa é certificadora.
      Estão fazendo tempestade em copo d’agua.

  26. faz igual a FAB fez com os MIRAGE2000C chutou o balde e desativou e foi rapido que apareceu dinheiro pro GRIPEN NG a MB devia fazer o mesmo com as NITEROI e jogar m…no ventilador rapido ia aperecer recursos pra encomedar novas escoltas pra onten

    • Elton,
      A Marinha já vem desativando navios de escolta há cerca de 15 anos. Dos 18 navios do tipo que tinha na virada do século, metade já foi embora ou está pra ir.

      O Mirage 2000 na FAB foi um caça “tampão” adquirido com o cancelamento do primeiro programa F-X, com perspectiva de servir por poucos anos, prazo que ainda assim foi esticado até dezembro de 2013, quando ocorreu enfim a seleção do Gripen no F-X2.

  27. Só de ver as fotos imagino o que está dentro. E nesse caso penso mais nos marinheiros (muito bem lembrado aqui por outro colega comentarista) do que no casco e nas máquinas. Que motivação tem esse pessoal para servir em navios nesse estado de manutenção?

    Dá arrepios.

    Dever patriótico, dever constitucional, dever na e da carreira militar, paixão, orgulho, empenho. Porque se as decisões fossem tomadas somente pelo profissionalismo do Excel e nada mais, esses navios já deveriam ter sido baixados, descomissionados, encostados ou empregados em missões fluviais.

    Deus salve essas tripulações que encontram motivação sabe-se lá de onde para seguir.

    • “Só de ver as fotos imagino o que está dentro.”

      Esteves, não dá pra dizer nada sobre os navios estarem ruins por dentro com base nas fotos. Pelo contrário, as fotos mostram navios em ótimo estado, externamente, apenas com algumas marcas normais causadas por dias seguidos em mar aberto nos bordos dos cascos, e só.

      Subi nos dois navios (a já vetusta Independência e a ainda seminova Barroso) quando da ocasião das fotos, em 2016, e nada neles que fosse visível externamente, de perto, ao vivo, foi de “dar arrepios”. Por dentro é outra história, mas ver por fora geralmente não leva a conclusão nenhuma, e menos ainda com as fotos que ilustram matéria.

      Se fosse possível chegar a conclusões sobre o estado interno dos navios só pelo aspecto externo, não seria necessário contratar empresa para avaliar em detalhe as estruturas.

    • Esteves,

      Você já teve a oportunidade de visitar algum navio da MB ?

      Se ainda não teve não sabe de todo o cuidado e esmero que sao mantidos por suas tripulações.

      • Aí eu também coloco um aparte, Mk48, nem todos os navios da MB que já visitei, por dentro e por fora, estavam em boas condições nas ocasiões das visitas, porque não dá pra fazer milagre com navios com décadas de uso e inconstância de recursos para manutenção. Mas, em geral, há um esforço para manter os navios em boas condições.

        O que quis frisar é que, só por fotos externas, e menos ainda com as fotos que ilustram esta matéria e que mostram navios em boas condições externas, é impossível falar do estado dos navios internamente.

        • Caros Mk48 e Nunão, se permitem, gostaria de contar um episódio ocorrido quando eu era adolescente ( faz tempo … ) visitando o Minas Gerais, conversei c/ alguém da FAB ( não me lembro mais sua patente ou função ) embarcado que me disse: “o navio todo cheira a tinta, pintam todos os dias” – ele na verdade queria falar que o navio era muito velho e que tentavam contornar isso pintando, mas a realidade é que eles faziam o que podiam p/ mantê-lo da melhor forma possível.

  28. Estão querendo imitar “Battleship – A Batalha dos Mares”…navios com mais de 50 anos contra belonaves alienígenas?

  29. Por que não se usa o projeto base das classe Niterói para produzir mais meios para a ForPer ??
    Mesmo que sejam inferiores para os padrões internacionais, pelo menos serviriam como NapOc’s , no caso das FCN a retirada das Olympus , tirar o canhão de 4,5” da proa e mudar a configuração do armamento podíamos ter bons patrulheiros oceânicos ou fragatas de emprego geral . A que se pese também a conservação das suas redes e dutos de bordo.

  30. Só de olhar dá pra imaginar o que esta dentro. Dentro, imagino que esteja uma tripulação muito dedicada e sei lá aonde esse pessoal se motiva. Lá no início dos comentários o pessoal daqui se referiu a motivação das pessoas. Navios velhos. Envelhecidos. Tripulação mantém tudo no estado do possível.

    Vocês dizem que faltam recursos até pra cumprir treinamentos. Se acontecem. Vocês dizem que o que diferencia os marinheiros norte-americanos é o treino constante. Os acidentes com os destróieres norte americanos abalroados cairam nas costas da tripulação. O comandante da frota foi afastado. Li aqui.

    Todo mundo reclama dos meios. Falta. Não são mantidos. Envelhecem. Alguns passaram dos 40. Agora leio que 50 está bom se forem feitas manutenções de meia-idade. E modernizações.

    O pessoal quer as armas do A12 no A140. Querem enfeitar o pavão. Aliás, todos os pavões porque se eu for formar minha opinião sem ler tudo ou quase tudo, convenço-me que só temos caiaques. Desdentados.

    O que o tonto aqui comentou é que as tripulações são pouco ou quase nunca comentadas ou valoradas ou criticadas ou sequer citadas. Todo mundo quer navio novo, lindo e cheio de armas. Não li nada sobre o treino dos comandados e das tripulações.

    Aonde? Como? Quando? Quanto custa treinar? Quais métodos? Com quem? Tempo?

    Quando eu era menino passava um seriado. A tradução local era A Ilha dos Birutas. Os caras encalharam um iate em uma ilha e como não tinham nada pra fazer passavam o dia entre birutices e pinturas do barco. Manutenção. Porque máquina a gente não conserva.

    Como fica o “moral” de um marinheiro vendo o navio ser soldado? Ou não ter óleo. Ou não sair porque pode ficar. Como as marinhas que nunca foram ao mar, que nunca foram guerrear no mar mantém suas tripulações? Quem faz os manuais? Simuladores? On the job? Quem serve em patrulha alterna pra fragata? Tripulação do Bahia é só do Bahia?

    Quanta ignorância. O melhor é que ela só aumenta.

    • a função logística recursos humanos é pouco debatida nos fóruns de defesa, no brasil.
      em nações com mais tradição militar, o público discute mais a gestão de pessoas. exemplo: nos abalroamentos dos navios americanos em 2017, tratou-se de adestramento, de liderança e até de fadiga causada pela rotina de bordo.

    • Só uma observação: não existe monitor “Parayba”.
      Existe monitor Parnaíba.

      Está operacional, e pelo que sei muito bem mantido na Flotilha de Mato Grosso, 6º Distrito Naval. No ano passado completou 80 anos de incorporação e é bem possível que chegue aos 100 ainda em forma, se continuarem modernizando e revisando máquinas, armamentos e outros sistemas embarcados.

      Mas não dá pra comparar o desgaste que sofre um navio operando no mar com um navio que opera em meio fluvial.

  31. Imagina o orgulho do marinheiro daqui 15 anos dizendo que o avó é pai dele serviram na mesma fragata que ele é agora e a vez do filho dele kkkkkkkk.

  32. Alguns fazem piada com o problema das escoltas, mas esquecem que o cobertor das verbas não é infinito, em algum lugar vai faltar. Considerem que hoje o Brasil mantem: um programa de pesquisa/projeto/construção de um sub nuclear com a base de Aramar, uma base moderna como Itaguaí com um sub em construção em território nacional, tem o planejamento da construção de mais 03 submarinos, adquirimos dois navios impressionantes o Siroco e o Ocean, temos ainda que manter 05 submarinos convencionais, uma força de fuzileiros que é a maior abaixo da linha do Equador, uma aviação naval considerável em termos de helicópteros e uma imensidão de meios menores, inclusivos os Distritos Navais.

  33. No máximo devem sobrar duas classe Niterói, se os deuses forem bonzinhos com a marinha, talvez três para contar a historia, mais a Barroso…..se isso for adiante….. mais 15 anos de existência, é ficção cientifica…. Mas vão ser apenas para treinamento, plataformas de helicópteros, patrulhas oceânicas, sem velocidade maior que 17 nos e sem armamentos……Deverá ser apenas para “inglês ver”….. ou para dar a “sensação” de que temos uma marinha……Mas na realidade vejo tudo isso como uma ridícula situação que ficamos neste pais……aonde um governo federal tem muito dinheiro arrecadado do povo, com a altíssima carga tributaria, mas o dinheiro não retorna para mais nada…….

      • Imagino eu que seja pela questão das máquinas. Se mantiverem as Olympus, deveram utilizá-las com o máximo de cuidado para evitar panes. Não acredito na troca delas por outras por questões de custos. Já se tirarem as turbinas e deixarem codad, aí então não deve passar disso mesmo. Mas é só achismos mesmo.

        • A velocidade máxima com quatro motores diesel é de pouco mais de 20 nós, com motores e engrenagens revisados.

          Os 17 nós são aproximadamente a máxima com dois motores.

          Por isso meu questionamento.

  34. Avaliar as Niteroi, sómente para confirmar a baixa. Até podem ser usadas em outra função. Colocando motores e reequipando. Mas se observarmos o que os ingleses fizeram com esses barcos não é animador. Após os acontecimentos das Malvinas, os Vosper Tornycroft foram destivados. Sofreram perdas imprevistas e as superestruturas de metal leve queimram com liberação de muito calor. O chamado efeito aluminotérmico. Barcos de guerra não podem apresentar estes problemas. Como já diserem aqui, os mestres, eles tem que suportar danos de combate. Desde que não sejam causados por torpedo ou missil de ogiva pesada, claro. Dai não tem estrutura que aguente.

  35. Eu creio que a Barroso, após PMG, poderá operar até meados de 2035. Quanto as FCN, talvez as em melhores condições (Defensora/Liberal/Independência) possam ter sua propulsão substituída por CODAD e, com algumas atualizações de sistemas, seguram as pontas até a incorporação das CCT…

  36. Em relação às corvetas Jaceguai e Júlio de Noronha, elas não seriam mais úteis hoje se convertidas em navio de patrulha oceânica? Substituindo o canhão de 114mm por um 57 ou mesmo 40mm e desativando outros sistemas de combate, junto com as 3 classe Amazonas daria um NaPaOc para cada distrito naval.

    • Adriano, em princípio eu concordaria com vc, mas o simples fato da MB não ter incluído esses navios no grupo a ser avaliado parece significar q as duas inhaúmas restantes não devem ter muito futuro…

      • Marcelo e Adriano,

        As duas corvetas classe Inhaúma restantes são outra situação. a Julio de Noronha está saindo de um extenso PMG e, a não ser em caso de alguma surpresa, provavelmente ainda terá pela frente esse mesmo tempo de sobrevida (até 15 anos). A Jaceguai ainda depende de finalizar reparos nas máquinas.

        Tá cheio de notícias sobre elas aqui.

        Quanto a virarem NPaOc, após a aquisição da classe Amazonas e a incorporação em breve de três NApOc, há navios para cumprir minimamente as missões de patrulha e de salvamento oceânicos (comparado a antes desses seis navios serem incorporados). Em compensação, o que mais tem diminuído nos últimos tempos é a quantidade de escoltas, e se hoje e na próxima década as duas corvetas puderem ser mantidas em suas funções originais, melhor.

      • Pode ser que sim Nunão, mas é difícil saber… já tivemos outros exemplos de PMGs prolongados seguidos de baixa, vide Ceará e possivelmente o Mattoso Maia (assim que o Atlântico for comissionado).
        Além do mais, se existe o interesse em manter as CCI restantes na ativa, pq não incluí-las no pacote de inspeção? Um PMG (mesmo q prolongado) não é o suficiente pra manter um navio já não tão jovem operacional por mais 15 anos (quiçá 5…). E como já foi dito aqui varias vezes que o pessoal do arsenal não tem a competência pra fazer uma avaliação dessas, logo, não é pq o navio passou varios anos atracado ao AMRJ que ele estaria isento de tal avaliação…

        • Pois é, Marcelo, difícil saber.
          Mas não estar incluído numa avaliação contratada agora não significa que não tenha passado por alguma anos atrás. Precisa pesquisar pra saber. Eu sinceramente não sei.

          Mas PMG é diferente avaliação para extensão de vida útil. E mesmo o caso da avaliação das fragatas classe Niterói é diferente da corveta Barroso.

  37. Em relação às Niterói, acho q um laudo negativo pode ser útil pra ser usado frente ao MD e o GF para pressionar pela aquisição de novos meios.

    Agora, se for positivo, acho q a MB deveria gastar o mínimo possível para manter esses vasos navegando com segurança. Gastar numa conversão pra NPaOc parece pouco produtivo pois terão um custo operacional muito alto pra uma função relativamente barata (manter navio antigo custa muito…). Da mesma forma, fazer uma modernização de armamentos e sensores (uma espécie de modfrag 2, o retorno) tb parece pouco producente, pois seria um investimento de tempo e recursos muito altos com obras/implementações/certificações, q certamente sugariam nossos escassos recursos e inibiriam a aquisição de novos meios.
    O caminho do meio, de dar uma revitalização nos sistemas q fazem sentido e remover aqueles q não fazem mais (ex. Boroc) e mantê-las como escoltas (q é a verdadeira carência da esquadra) até que cheguem substitutas adequadas me parece muito mais lógico.

  38. Nos anos 80 trabalhávamos na Base Naval de Aratu no setor chamado Delineamento que tinha como missão justamente preparar os navios para seus PNR – Período Normal de Reparos. Lembro quando fomos avaliar o CT Paraná que estava no AMRJ com probabilidade de vir para reparos na Bahia e sinalizamos para a força que seria necessária a substituição de mais de 300m² de chapas de fundo o que se tornou inviável para o comando que providenciou a baixa do navio. Acredito que o AMRJ tem sim técnicos completamente gabaritados para fazerem esse estudo sim. Com relação às corvetas vejo que seria um bom upgrade, mas com as fragatas nem sei viu? Imaginem só o que seria para a tripulação quando desse um tiro do canhão, certamente o interior do navio ficaria impraticável com o deslocamento de tanta ferrugem. Já deu gente, que venham novos meios.

  39. Nao pode dar 1 dar um tiro de canhão que a ferrugem desprende do navio…

    Quando eu falo que olhando pra foto dá pra imaginar o estado do navio, ficam bravos.

    • Fui eu que te respondi e não fiquei bravo.

      Mas gostaria de saber, mesmo, como você acha que dá pra concluir isso a partir de uma foto externa, e especialmente a partir das fotos desta matéria – esteja certo ou não. Há alguma lógica ou análise de coloração, pixels, tonalidades etc envolvida nisso? Ou é só palpite baseado em coisas que não dá pra se concluir apenas a partir das imagens?

      É sério, estou curioso a respeito. E muito longe de estar “bravo”.

  40. “custo benefício” que me referi e tentar manter um navio muito velho a manutenção torna-se carrissima acredito eu. Os miragens da FAB não foram aposentados por isso! O problema é que realmente não temos substitutos!

  41. Olá a todos!
    .
    Já li em outras matérias por aqui mesmo, que se pretende fazer a revitalização das Niterói em melhores condições. As demais continuarão servindo do jeito que estão até sua aposentadoria em alguns anos.
    .
    Se as Niteróis revitalizadas servirão por mais 15 anos (até 2035 ou além), revitalizar é pouco. Deveria-se pensar em alguns novos armamentos para substituir outros obseletos e/ou que não estão mais operacionais. Armamentos que possam ser retirados e aproveitados em outros navios, quando estes forem aposentados. Porque 15 anos é muito tempo!! Os armamentos já estão obsoletos hoje, imagine em 15 anos. O navio tem de ser mantido operacional com algum valor militar, senão não faz sentido.
    .
    Se a questão é também manter tripulações motivadas, mais um motivo para fazer uma modernização dentro do possível, ao invés de uma simples revitalização

    • “Os armamentos já estão obsoletos hoje, imagine em 15 anos.”

      Daqui a 15 anos com certeza. Mas hoje, no caso dos armamentos e sensores da classe Niterói incorporados no Modfrag, na minha opinião ainda estão compatíveis com os de fragatas também em final de vida útil de vários outros países, e não são poucas. E no mesmo nível que boa parte das fragatas e corvetas da América do Sul, exceto da Armada Chilena. Na categoria de bsoletos, inoperantes ou de difícil manutenção eu diria que estão o canhão Mk8 (devido ao seu sistema de movimentação hidráulico) e o Boroc (este dá pra retirar sem medo de ser feliz).

      Porém, concordo com a ideia de incorporar armas novas que possam depois ser retiradas e instaladas em novos navios. O problema é que, provavelmente, não haverá dinheiro para isso agora, pois a prioridade para compras de novos armamentos será dada às quatro corvetas classe Tamandaré, quando forem contratadas. E a Marinha falou que essa extensão da vida útil inclui apenas manter em condições operacionais os diversos sistemas e armamentos já existentes, trocando apenas o que não tiver mais condições de uso.

      Se fosse possível trocar alguma coisa que depois pudesse ser reinstalado em futuros navios, em pelo menos duas da classe eu trocaria o Mk8 por um canhão de 76mm, o radar 2D por um 3D, instalaria células VLS no paiol de munição do Boroc (retirando o lançador do mesmo, é claro), e também um sistema de sonar de profundidade variável acondicionado em contêineres sobre o convés de popa, no lugar do lançador de Aspide. Mas como mesmo que fosse possível adquirir esses armamentos, é preciso levar em conta que isso custaria um bom dinheiro para instalar e integrar, além de tempo, e talvez o custo-benefício fosse melhor caso instalados de uma vez já em navios novos.

      • Olá Nunão!
        .
        Eu não tenho conhecimento técnico sobre os armamentos em si. Lembrava que os Boroc não estavam operacionais.
        .
        Mas poderia-se pensar em usar algum(s) armamento(s)/sensores que será(ão) usado(s) nas Tamandarés. E conseguir financiamento externo/lançar uma concorrencia para a empreitada. Não estou falando de se modernizar tudo, mas sim de fazer melhorias pontuais, de armamento(s) que já estarão presentes nas Tamandarés, padronizando a manutenção/operação. E que possam ser integrados sem muita dificuldade no Siconta das Niteróis (que se não me engano foram recentemente modernizados).
        .
        Quanto a tempo, qual será o tempo que cada navio ficará parado nesta revitalização? Se não faltar dinheiro, tempo não é problema. São poucos navios.
        .
        E veja bem, estou falando de melhorias pontuais. Não é reinventar a roda. São 15 anos a mais de operação. E contando o tempo parado na revitalização, isto pode virar facilmente mais de 20 anos.

        • Sim, eu entendi, Zorann. E concordo em boa parte, seria algo que gostaria de ver. Mas não alimento expectativas a respeito.

      • analisando uma hipotética modernização das FCN dá até pra se empolgar um pouco no início – e realmente aquela “caixa” do paiol do Boroc parece que foi feita pra comportar um sistema VLS (deve ter até a profundidade certa). a troca dos canhões de 4.5 por sistemas modernos de 76mm também seria ótimo, assim como a idéia do VDS/sonar rebocado em container e um radar 3d no lugar do 2d atual, mas isso tudo já é a maior parte dos sistemas de combate do navio e o custo só dos equipamentos já seria exorbitante, se vc incluir então o custo de remoção dos sistemas atuais, a instalação dos novos (incluindo provavelmente quilômetros de cabeamentos), integração, manutenção e depois a posterior remoção pra instalação em novas naves daqui a 15 anos provavelmente já vai sair bem mais que a metade do custo de uma Tamandaré extra toda equipada (incluindo equipamentos 0km e atuais de 2035 ao invés de sistemas usados por 15 anos). e esse investimento todo em navios de concepção antiga, da década de 70, que além de cansados não foram projetados pra incorporar incrementos modulares, além de uma série de outras limitações de projeto hj já bastante antiquado (e nem entramos na questão da propulsão…).

        outro problema é que se estamos pensando em utilizar esses equipamentos em novas naves no futuro (15/20 anos), significa que necessariamente já seria numa Tamandaré “batch 2” (AKA Inhaúma batch 4 🙂 ). e lá pra 2035 um radar Artisan, um sistema Sea Ceptor “mk1” e um garboso sistema Strales 76mm mesmo com munição Volcano já não vão mais causar empolgação em ninguém (ou alguém hj cogita armar as Tamandarés com os Aspides e o radar RAN-20S das ModFrag de 15 anos atrás?).

        • Olá Marcelo!
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          Sempre vai ter algum navio na MB precisando passar por algum tipo de modernização e que poderia receber estes armamentos.
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          Será que lá por 2035, ou mesmo 2025/2030 os atuais armamentos/sensores das FCN estarão todos ainda operacionais? veja ai o Boroc.
          .
          Eu nao tenho esperanças de que alguma modernização seja feita, mas acredito que seria uma boa alternativa… porque são 15/20 anos pela frente.

      • nessa temática de reaproveitamento de equipamentos, me parece mais interessante nestes tempos de penúria pensar o que podemos fazer hoje com materiais estocados de naves decomissionadas recentemente.
        por exemplo, utilizamos uma das torretas de 40mm das CCI na Macau em substituição ao problemático canhão de Cingapura. uma outra provavelmente vai para a Maracanã quando esta ficar pronta (2019?2020?). sobraram assim 2 sistemas de 40mm e duas alças EO, que se estiverem em funcionamento poderiam ser instaladas nos 2 NPaFlu Pedro Teixeira a um custo relativamente baixo e mesmo sendo sistemas relativamente antiquados num ambiente naval seriam um salto quântico pro TO amazônico. bem mais complexo que isso seria a utilização do radar AWS-4, mas dependendo do estado que estes se encontrem (e apesar de sua obsolescência) seriam potencialmente interessantes tb, desde claro que os modestos NPaFlu consigam suportá-los.
        Já nas FCN que fatalmente vão dar baixa pra permitir que suas irmãs permaneçam navegando, o principal foco deve ser justamente em fornecer peças de reposição (por isso acho q talvez manter os Vickers mk8 nas mesmas talvez não seja tão dificil, já q teremos alguns extras pra canibalizar) mas devem sobrar canhões trinity que podem ir pro Atlântico e potencialmente alças EO e um RAN-20S, que como disse seria um lixo para as Tamandarés batch 2 de 2035, mas seria um colosso por exemplo no Parnaíba hoje…

  42. Estamos vendo aqui o maior atestado de imcompetência por parte dessa dinastia de almirantados que veio desde os anos 70, em que se pretendia dominar a arte de construção de navios de guerra com a classe Niterói, da qual se pretendia a construção de até 16 unidades (da qual só foram concretizadas 6 unidades) e que depois seria sucedida por “fragatas leves” (corvetas) da classe Inhaúma, um projeto do qual se pretendia a conclusão de até 12 unidades, das quais só fizeram 4, um projeto que se revelou um fiasco, que não trazia conforto nenhum às suas tripulações e pouca autonomia, finalmente sucedidas pela classe Barroso, com as mesmas limitações mas algumas poucas melhorias que levou cerca de uma década para ser concluída a primeira unidade e que ficou só nisso! ou seja, perdemos a expertise adquirida a duras penas e hoje ficamos entre a teima de construirmos corvetas (navios limitados) de um projeto que, se for aprovado, ainda será avaliado no primeiro lote, pois não se sabe se recairemos nos mesmos problemas (Engepron) ou se adquirimos a tecnologia de navios pouco capazes de fora e, também, em pequeno número ou compramos navios usados que durarão muito pouco. Enquanto isso vemos projetos lá fora de navios mais capazes e melhor armados (fragatas) custando quase o mesmo preço dessas navetas. Analizando bastante, já cheguei a e mudei várias vezes minha opinião a respeito do que se deveria ser feito até chegar a uma conclusão final! Acho que a MB deveria sim analizar esses vasos mais capazes e de menor custo e se apressar em fazer parcerias para a concretização de sua fabricação por aqui, projetos já testados e em operação e há anos, como são os casos das fragatas chinesas e das MEKO 200 e, baseado nisso traçar um cronograma realista de construção de um maior número, visando a substituição de todas as unidades atuais, com isso, padronizando e barateando sua operação e logística.

  43. A MB fez escolhas no passado, contando com o ovo na cloaca da galinha. Eu e outros aqui da trilogia criticamos isto e alertamos lá atrás que o fim poderia ser este.
    O EB e a FAB que não são “Brastemps” em termos de gestão resolveram serem menos “sonhadores” e agora, mesmo não estando tudo em “flores” , estão em uma condição meios operacionais melhor que a MB.
    O tempo, implacável.

    • Juarez…
      .
      não entendo como a FAB e o EB estejam melhor que a MB nem que decisões erradas
      foram essas que a MB tomou.
      .
      Marinhas sempre terão mais problemas em adquirir , manter e a quantidade de meios sempre será menor ainda mais quando comparados os principais meios das forças.
      .
      Lembro que com muito sacrifício a FAB conseguiu reunir 17 F-5Ms, a principal aeronave de combate da FAB para um exercício com o USS George Washington quando este esteve de passagem pelo Brasil em 2015…não apenas há menos de 50 deles no inventário como a disponibilidade é pequena.
      .
      A marinha tomou a decisão certa em modernizar as fragatas tanto que estão navegando até hoje e em breve terá o primeiro de 4 submarinos no estado da arte antes mesmo da FAB receber seus Gripen.
      .
      Ter, digamos, 50 aeronaves de combate operacionais entre F-5M, A-1, A-29, P-3, etc é o mesmo que ter 3 fragatas/corvetas revezando-se no Líbano e um submarino plenamente operacional e municiado…então está difícil para as 3 Forças.
      .
      abs

  44. É melhor modernizar o que temos, do que adquirir fragatas que terão no máximo 15 ou 20 anos e que precisarão de modernização também. Só acho que deveriam fazer substituição de armamentos e radar 2D pelo 3D, o mais complicado na minha visão (além da questão orçamentaria) é a turbina.

  45. Colocar radar 3D, VDS, Míssil…
    Fazer tudo isso conversar com o SINCONTA, que vai ter de durar mais 15 anos sabe-se lá como… Fora os outros sistemas, que já não são lá grandes coisas faz tempo.
    .
    Não faz mais sentido gastar dinheiro com esses navios.

  46. Dalton, ambos FAB e EB não entraram na onda do “Brapfil Phutenfya” ,e em paralelo tocaram programas mais modestos de compras de equipamentos novos, pontuaram com com usados de oportunidade, porque provavelmente seus comandantes tinham os pés no chão e olhos na realidade.
    Tenho certeza que tu te lembras dos adjetivos a que fomos premiados pelos discípulos do encantador de burtos, por criticamos algas decisões da MB, tida acepoca como “um exemplo a ser seguido pelas demais forças”.

  47. Dalton,meu amigo, decisões, nos momentos errados leveram a MB a esta situação”brasina”.
    O primeiro lorde da Guanabara e seus discípulos do.mundo encantado traçaram uma 2a esquadra, dois Os de 60.000 tons, 30 escoltas e não seis mais quais viagens ao Hellmann’s wonderful World, norteados pelo baborixa de Garanhuns e por aqueles amontoado de asneiras,o tal livro branco da END, que delineava meios as tamancas, mas nao dizia qual era a missão é o mais importante de tudo:
    Não dizia se seria de um cruzador Klingow ou uma nave federação que pousaria no ilha fiscal, trazendo o dinheiro.
    FAB e EB resolveram ir mais devagar e mesclando os investimento e hoje estão em uma situação operacional melhor.
    Eu penso quel a gestão, do Com Leal Ferreira está anos luz na frente do imperador e seus iluminados, acho que o único erro foi não ter dado um basta na UniFilque assim como o terremoto do Haiti acabou com a diagonal de manutenção do C 130 da FAB, este antecipou e muito a vida das FC Niterói.

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