No dia 29 de dezembro de 1995, nas instalações da Westland em Yeovil, o primeiro Super Lynx da Marinha do Brasil fazia o seu voo inaugural, iniciando uma nova fase operativa do Esquadrão HA-1.
A aeronave decolou as 10:08hs e efetuou um voo de aproximadamente 30min de duração, obtendo total sucesso neste primeiro teste.
A aeronave AH-11A N-4010 (upgrade do SAH-11 N-3027) foi recebida em São Pedro da Aldeia em 09.09.1996, juntamente com o AH-11A N-4001, primeira aeronave nova de fabrica.
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FOTOS: Westland
O novo helicóptero da Aeronavale, atualmente em fase de avaliação, realizou uma série de pousos e decolagens no BPC Tonnerre, ao largo de Toulon.
O Caïman Marine (versão do NH90 para a Aeronavale) tem previsão para entrar em serviço no final de 2011 com um total de 27 aeronaves, destinadas a substituirem os helicópteros Super Frelon e Lynx na Marine Nationale.
Assumiu no dia 16 de dezembro de 2010, em cerimônia presidida pelo Diretor Geral de Material da Marinha, o cargo de Diretor de Aeronáutica da Marinha, o Contra-Almirante VICTOR CARDOSO GOMES.
O Cargo foi a ele transmitido pelo Vice-Almirante NELSON GARRONE PALMA VELLOSO, que o exercia desde 26 de agosto de 2009, cumulativamente com a Chefia do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha.
Estavam presentes à cerimônia vários ex-Diretores de Aeronáutica da Marinha, autoridades militares, amigos, parentes e colegas de turma do VA Garrone e do CA Cardoso Gomes.
Após a cerimônia militar, o CA Cardoso Gomes recebeu os cumprimentos no salão nobre do Edifício Barão de Ladário.
No dia 24 de novembro, duas aeronaves UH-13 Esquilo decolaram do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1) para compor o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) da XIX Operação Antártica.
Os Águias 62 e 68 operarão a partir do Navio Polar Almirante Maximiano (H-41) e do Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel (H-44), em proveito do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR).
Mais uma vez o TUDÃO se faz presente na Antártica, fazendo jus ao seu lema: “IN OMNIA PARATUS – PREPARADOS PARA TUDO”.
Como parte final do EBAR T 1/2010 e do ECAR T 1/2010, uma esquadrilha de 6 aeronaves IH-6B Jet Ranger III do 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) deslocou-se para o nordeste brasileiro no período de 17 de novembro a 08 de dezembro, levando nossos futuros aviadores navais.
O intuito foi o de cumprir a viagem curricular JULIETT-III / IV, realizando exercícios de navegação por contato, voo por instrumentos, SAR (Busca e Salvamento), navegação a baixa altura (NBA), navegação com o auxílio do GPS e voo em formatura.
A missão contou com a presença do Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Liseo Zampronio, no período de 28 de novembro a 01 de dezembro.
Foram visitadas as cidades de Vitória (ES), Porto Seguro e Paulo Afonso (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Petrolina (PE), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Natal (RN).
Durante a viagem, os alunos puderam travar contato com os procedimentos utilizados nos diversos aeródromos e salas de tráfego visitados, além de divulgar a Marinha e a Aviação Naval.
Em sua mensagem de final de ano, o Comandante da Marinha informou que a entrega da primeira aeronave C-1A TRADER modernizada pela Marsh Aviation, na configuração COD/REVO, ocorrerá em dezembro de 2011;
O CM informou também o recebimento, em abril de 2012, de 4 Helicópteros de Múltiplo Emprego S-70B “Sea Hawk” e a entrega, em março de 2011, da primeira das 16 aeronaves EC 725, “Super Cougar”.
O C-1 Trader é a versão de transporte de passageiros e carga do famoso S-2 Tracker, que já foi operado pela Força Aérea Brasileira.
O Trader original podia levar até 9 passageiros ou cerca de 3.800kg de carga. Foram fabricados 87 aviões para a Marinha dos EUA e o último deixou de voar em 1988.
O C-1 equipado com piloto automático era considerado uma aeronave para voo em qualquer tempo. Era usado também como treinador multimotor, para qualificação de pilotos.
No Brasil, os Trader remotorizados com turboélice, serão usados para o transporte de pessoal e carga entre o NAe São Paulo e bases em terra, além de serem empregados no reabastecimento em voo dos jatos AF-1 Skyhawk do Esquadrão VF-1.
Na foto abaixo, um S-2 Turbo Tracker modernizado pela Marsh Aviation, com configuração semelhante à programada para os C-1 Trader da MB.
As companhias AgustaWestland e a Sikorsky competem por um contrato de US$ 2 Bilhões com a Dinarmarca para vender 12 helicópteros de uso naval.
A Sikorsky oferece o seu multi-missão MH-60R Seahawk e a AgustaWestland com a sua versão mais nova do Lynx, o AW159 Lynx Wildcat, e também com o AW 101 Merlim.
“Nossa proposta atende a contento as exigências dinamarquesas” disse Geoff Russell da AgustaWestland, ao mesmo tempo, o Congreso norte-americano já foi notificado sobre o possível contrato de venda via FMS, porém a competição continua aberta.
A Royal Danish Navy opera hoje uma frota de 12 Westland Super Lynx Mk-90B.
O segundo jato Embraer ERJ 135 vendido à Marinha Real da Tailândia ( Royal Thai Navy) está efetuando voos de prova em São José dos Campos, com as marcações de identificação devidamente cobertas.
O primeiro acordo entre a Embraer e o governo tailandês foi anunciado em Novembro de 2007, envolvendo dois aviões, um para o Exército Real da Tailandia ( Royal Thai Army) e outro para Marinha, sendo que ambos ( na versão LR – Long Range) foram entregues no final de 2008.
No início de 2009, a Embraer revelou a aquisição de um segundo ERJ 135 pela Royal Thai Navy.
Assim como o anterior, este novo contrato com a Marinha inclui um pacote logístico e previsão para instalação de um kit de evacuação médica (MedEvac).
A Tailândia é o primeiro operador militar do Sudeste Asiático a usar o jato ERJ 135 para transporte de autoridades civis e militares e missões MedEvac.
O avião da Royal Thai Navy utiliza a base aérea de U-Tapao e a aeronave do Royal Thai Army tem como base operacional Bangkok.
FONTE: Embraer FOTO: Rubens Barbosa Filho
Após dois meses e meio de formação teórica e prática, o Capitão-de-Corveta Zamir, do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), concluiu com êxito o curso de qualificação em aeronaves UH-15 (EC-725), na empresa EUROCOPTER (França), tornando-se o primeiro aviador naval qualificado neste novo modelo de helicóptero que a Marinha receberá em breve.
A Marinha do futuro para o Esquadrão HU-2 já é presente.
NOTA do EDITOR: Bravo Zulu CC Zamir!
No dia 8 de novembro, o Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto realizou seu primeiro voo a bordo da aeronave AF-1A.
O Comandante da Marinha foi recebido no 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) pelo VAlte Eduardo Monteiro Lopes, Comandante-em-Chefe da Esquadra e pelo CAlte Liseo Zampronio, Comandante da Força Aeronaval.
Após o briefing, onde foram repassados os procedimentos de segurança e as manobras a serem executadas, decolaram duas aeronaves AF-1A, sendo a N-1022 tripulada pelo Comandante da Marinha e pelo Comandante do EsqdVF-1, CF Fonseca Junior, e a aeronave N-1021 por dois pilotos do Esquadrão VF-1, para realizar voo de formatura e fotos do evento.
Foram demonstradas as seguintes manobras para o Comandante da Marinha: decolagem na ala (em formatura), voo em formatura, manobras básicas, break e circuito de pouso em porta-aviões.
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Em seguida, o Comandante da Marinha esteve na Praça d’Armas do EsqdVF-1, onde recebeu o capacete usado durante o voo.
No local proferiu algumas palavras agradecendo e elogiando a específica atividade desempenhada pelos pilotos de caça da Marinha.
FONTE e FOTOS: ComForAerNav
De 18 e 22 de outubro, o porta-aviões italiano Cavour sediou um encontro entre diversos setores militares, como parte do programa do Joint Strike Fighter (JSF), no qual a Marina Militare Italiana planeja adquirir 22 caças F-35B STOVL (Short Take-Off and Vertical Landing), entre os anos de 2014 e 2021.
O encontro teve a participação de representantes de várias agências governamentais da Itália e dos EUA (SEGREDIFESA, MARISTAT, NAVARM, UTNAV Genova, GRUPAER), bem como de representantes das indústrias Lockheed Martin, Fincantieri e Selex Sistemi Integrati.
Trabalhando juntamente com os membros da tripulação do Cavour, o encontro teve como objetivo identificar as melhores soluções técnicas que permitirão que a primeira geração da aeronave F-35B possa operar na embarcação a partir de 2016.
Recentemente o governo britânico decidiu substituir a sua encomenda de jatos F-35B para a versão F-35C de pouso e decolagem convencional em porta-aviões, deixando agora a Marinha Italiana como única operadora estrangeira da variante STOVL do JSF.
O F-35B vai substituir o AV-8B Harrier II (foto abaixo) na Marinha Italiana.
Três helicópteros EH-101 vão trabalhar nas operações da ISAF (International Security and Assistance Force) e chegaram ao seu destino transportados por aeronave C-17 da USAF.
Os helicópteros estão configurados com sistemas de auto-proteção e capacidades de visão noturna para realizar vigilância, patrulhas, escoltas e EVAM.
Denominado de Shark, o grupo é formado por 67 militares entre, tripulantes, equipe técnica para a manutenção das aeronaves, centro administrativo e logístico, centro médico e o Regimento San Marco de Fuzileiros Navais.
O envio dos helicópteros EH-101 se faz pela necessidade de se dotar o contingente italiano no Afeganistão de maior mobilidade e segurança, reduzindo o transporte terrestre.
FONTE: Marina Militare
Uma nota publicada pela revista Veja revelou para o Brasil as intenções da Aviação Naval
No primeiro semestre do ano de 1997 eram poucos aqueles que sabiam algo sobre a eventual aquisição de aeronaves de asas fixas por parte da Marinha do Brasil. O assunto era tratado de forma sigilosa por um pequeno número de oficiais diretamente envolvidos na questão.
Existiam razões políticas para tamanho sigilo. Até aquela data a legislação em vigor proibia a operação de aviões pela Marinha. Desde a criação do Decreto 55.627 em 1956, somente a FAB poderia ter aviões militares, mesmo que embarcados.
Mas naquela época a Aeronáutica vivia momentos difíceis e não tinha recursos para os seus principais programas de reaparelhamento. Como a aviação embarcada não estava entre as suas prioridades, o programa de modernização dos P-16 foi abandonado e nenhum substituto foi selecionado.
Se nada fosse feito, o navio-aeródromo Minas Gerais (A 11) passaria o resto da sua vida simplesmente operando com helicópteros. Mas não era esse o desejo do Estado-Maior da Marinha. E mesmo antes da última decolagem de um Traker do convés do Minas, a Aviação Naval já trabalhava com a hipótese de recuperar a capacidade perdida desde 1956.
Uma nota, uma revelação
Poucas pessoas deram importância para uma pequena nota que aparecia no topo da página 19 da edição nº 1481 da revista Veja (5 de fevereiro de 1997). A nota, assinada pela repórter Roberta Paixão, fazia parte da seção “Radar”, na época sob os cuidados do colunista Ancelmo Góis.
Sem muitas informações técnicas e tratando a questão de forma bastante jocosa, a nota anunciava que uma eventual aquisição de caças norte-americanos pela Marinha dependia da aprovação do presidende Fernando Henrique Cardoso. Deixando de lado a parte que depreciava tal empreitada, a nota chegou bem perto do que realmente aconteceu. O texto falava de vinte aviões e na verdade foram adquiridos 23 células. O valor anunciado foi de 60 milhões de dólares, sendo que a fatura final ficou bastante próxima (79 milhões incluindo do o apoio logístico).
A nota possui o mérito de ser uma das primeiras, se não a primeira, a divulgar para o público em geral de que realmente existiam negociações entre a Marinha e o Kuwait para a compra de aviões A-4. Notícias com maiores detalhes e fornecidas pelos veículos especializados em defesa somente foram aparecer no final daquele ano de 1997, quando as negociações estavam praticamente concluídas.
No dia 13 de setembro, o Contra-Almirante Liseo Zampronio, Comandante da Força Aeronaval, acompanhado por uma comitiva composta pelos CMG Sicca (Comandante do CIAAN), CF Fabio (Comandante do EsqdHI-1) e CC Olivé (Encarregado do CAAVO), visitou as instalações da Academia da Força Aérea (AFA), onde foi recebida pelo seu Comandante Brigadeiro do Ar Roberto Carvalho e os Comandantes dos 1º e 2º Esquadrões de Instrução Aérea (1º e 2º EIA), Maj. Av. Raul e Maj. Av. Afonso Henrique.
Na ocasião, a referida comitiva conheceu a infra-estrutura existente em Pirassunga (SP) para a formação dos futuros aviadores da MB, tanto em aviões T-25 no Estágio Primário de Aviação (EPAv), bem como em aviões T-27 no Estágio Básico de Asa Fixa (EBAF).
A visita ainda contou com uma palestra sobre o andamento da formação dos 14 oficiais alunos da MB hoje cursando no EPAv e com um briefing nas instalações do Teste de Aptidão para Pilotagem Militar (TAPMIL) – sistema de avaliação psicomotora que, desde 2009, vem sendo utilizado pela AFA para a seleção de seus cadetes.
FONTE: ComForAerNav
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O Aviso de Transporte Fluvial (AvTrFlu) Piraim, subordinado ao Comando da Flotilha do Mato Grosso (ComFlotMT), realizou, no dia 26 de agosto, operações aéreas com a aeronave IH-6B Bell Jet Ranger “Gavião Pantaneiro”, pertencente ao 4° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-4), subordinado ao Comando do 6° Distrito Naval.
O exercício consistiu na realização de quatro operações de “pick-up” (no qual a pessoa é colocada em uma maca presa por cabos e içada para o interior da aeronave através de guincho), contribuindo para a manutenção da qualificação da Equipe de Manobra e Crash do navio e para a elevação do grau de adestramento de toda a tripulação.
FONTE: MB







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