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No período compreendido entre os dias 15 e 17 de agosto, o 1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) esteve a bordo do NAe São Paulo (A 12) e contribuiu sobremaneira para a realização do Teste de Aceitação de Mar do Sistema Óptico de Pouso.

Nesta ocasião, a aeronave SH-3A Sea King N-3012 (Guerreiro 12) realizou um total de 39 circuitos, aproveitando a oportunidade para estender a qualificação em pouso a bordo, no período diurno, de dois dos seus pilotos.

Mais uma vez o HS-1 demonstrou seu alto grau de prontidão no cumprimento da missão, visando sempre elevar o nome da nossa Aviação Naval.

FONTE e FOTOS: ComForAerNav

23 de agosto – Dia do Aviador Naval

“O Marinheiro quando aprende a voar não deixa de ser Marinheiro, pois o céu para ele nada mais é que o teto do mar.”

A história da Aviação Naval Brasileira se inicia em 23 de agosto de 1916, com a assinatura do decreto de criação da Escola de Aviação Naval (EAvN), pelo então Presidente Wenceslau Braz, sendo ela a primeira escola de aviação militar do Brasil e, portanto, o berço de nossa aviação militar.

Nesses 95 anos de existência, a Aviação Naval vem traçando um trajetória marcada pelo pioneirismo e bravura, lembrando que apenas dez anos após o primeiro voo do 14Bis por Santos Dumont, a Marinha do Brasil já fazia história com a aeronave Curtiss F 1916, iniciando a conquista da operação aérea em proveito dos meios da Esquadra.

Fatos que vão desde a realização do primeiro deslocamento aéreo no Brasil, passando pela participação na 1ª Grande Guerra, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da RAF, até os dias atuais, nas operações com asa-fixa embarcada no Nae São Paulo (A12), o que coloca a MB em um seleto grupo dentre as marinha do Mundo.

A Aviação Naval se faz hoje presente em todo o território nacional, desde a Amazônia Azul até a Verde, através de seus Esquadrões Distritais (HU-3 em Manaus-AM, HU-4 em Ladário-MS e o HU-5 em Rio Grande-RS) e dos demais Esquadrões (HI-1, HU-1, HU-2, HA-1, HS-1 e VF-1) que formam o complexo aeronaval de São Pedro da Aldeia, que ainda compreende o Comando da Força Aeronaval, Base Aéra Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), Depósito Naval de São Pedro da Aldeia (DepNavSPA) e a Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA), contribuindo assim para a Defesa da pátria.

No mundo verde da Amazônia, presta apoio na área da saúde às populações ribeirinhas e patrulha nossa vias fluviais, no Pantanal, protegendo as nossa fronteiras e se estendendo até o Continente Antártico, apoiando a Estação Antártica Comte. Ferraz (EACF) e compondo o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) no Napoc Ary Rongel, apoiando também o desenvolvimento científico do Brasil.

Durante este ano, a Aviação Naval recebeu a primeira aeronave UH-15 Super Cougar (EC725), iniciou a operação com as aeronaves AH-11A Super Lynx dotadas de FLIR, comemorou os 50 anos do Esquadrão HU-1 e do Comando da Força Aeronaval, foram adquiridas mais duas unidades dos helicópteros Sikorsky S-70B Sea Hawk, para equipar o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino, e foi iniciada a modernização dos caças AF-1/1A pela Embraer.

O atual Comandante da Força Aeronaval é o CA Liseo Zampronio.

“Aviação Naval.

No Ar, os Homens do Mar.”

Logomarcas: 2SG-AV-CV Pinheiro (CIAAN)

Em 29 de julho de 1996, o então Ministro de Estado da Marinha encaminhou ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República, a carta de exposição de motivos n° 091/96 onde, com base na edição da Lei Complementar n° 069/91, que dispõe sobre o preparo e o emprego das Forças Armadas, participou que a Marinha havia iniciado seus esforços para a correção da grande deficiência com que convivia a Esquadra com a falta de uma arma de interceptação e ataque.

Pelo Decreto Presidencial nº2.538, de 8 de abril de 1998, que dispõe sobre os meios aéreos da Marinha e dá outras providências, foi estabelecido, no Art. 1º que: “a Marinha disporá de aviões e helicópteros destinados ao guarnecimento dos navios de superfície e helicópteros de emprego geral, todos orgânicos e por ela operados, necessários ao cumprimento de sua destinação constitucional”.

Em 30 de abril de 1998, foi assinado um “Purchase Agreement” entre a MB e o Governo do Kuwait para a obtenção de 20 aeronaves tipo A-4KU monoplace e 3 TA-4KU biplace.

Os aviões e todo o seu material chegaram ao Brasil no dia 5 de setembro de 1998, no Porto do Forno, em Arraial do Cabo/RJ, de onde foram levados para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA).

O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) opera os jatos A-4KU Skyhawk, designados na MB como AF-1 Falcão (monoplace) e AF-1A Falcão (biplace).

Por operar uma aeronave de alta performance, cada piloto deve cumprir, no mínimo, 100 horas de voo por ano, para manter a qualificação obtida na formação feita na US Navy, ao custo aproximado de US$ 1 milhão por piloto.

Durante a LAAD 2009 foi assinado um contrato entre a MB e a EMBRAER para modernização de 12 aeronaves sendo 09 A-4Ku Skyhawk (AF-1) e 03 TA-4 Skyhawk (AF-1A), visando manter as aeronaves operacionais até 2025.

Os principais pontos do Programa de Modernização:

  • Revisão Geral das aeronaves (PMGA);
  • Novo radar com inúmeras capacidades (Elta 2032);
  • Sistema OBOGS (On Board Oxygen Generation System), que gerará o oxigênio proveniente da atmosfera para os tripulantes, sem a necessidade de abastecimento das atuais garrafas de oxigênio;
  • Novo sistema de geração de energia, com a substituição dos atuais geradores e conversores;
  • Novos rádios para realizar, automaticamente, comunicação criptografada e que permitirá no futuro a transmissão de dados via data-link;
  • Sistema inercial (EGI) de última geração;
  • HOTAS (Hand On Throttle and Stick), mão sempre no manche;
  • Novo HUD (Head Up Display), que permitirá aos pilotos manter sua atenção para fora do cockpit.
  • Dois display tático 5”x7”, Color Multi-Function Display (CMFD) , que apresentará ao piloto as informações de missão através das “páginas” selecionadas;
  • Computador principal que executará todo cálculo de navegação e balístico, para o piloto poder empregar os armamentos (bombas, metralhadora e futuramente o míssil MAA-1B)
  • Revisão Geral dos motores.
  • Instalação do Radar Warning Receiver (RWR): possibilita à aeronave detectar e se evadir de ameaças, como mísseis e caças inimigos, o que aumenta a capacidade de sobrevivência da aeronave e a probabilidade de sucesso nas missões;
  • Instalação do 3º Rádio VHF: capacita a aeronave a operar seus dois rádios ROHDE SCHWARZ na transmissão de dados via data-link, enquanto permanece com a escuta dos órgãos ATC (Air Traffic Controler);
  • Revitalização do Piloto Automático: possibilita ao piloto gerenciar seus sistemas, permitindo maior concentração na missão imposta;
  • Integração do Radar Altímetro e do TACAN: facilita ao piloto focar a sua atenção em apenas um instrumento (a tela do CMFD que concentrará todas estas informações), aumentando assim sua consciência situacional quando operando do porta-aviões e quando voando em condições de voo por instrumento;
  • Integração dos instrumentos do motor: possibilita ao piloto receber os avisos aurais dos limites de funcionamento do motor, concentração das informações em uma única tela e melhor visualização das informações dos indicadores; e
  • Estações de briefing e debriefing: possibilita ao piloto condições de preparar melhor a missão, garantindo assim um maior aproveitamento, economia de utilização dos equipamentos aviônicos, melhor disposição das informações geradas em vôo para treinamento das equipagens e avaliação das missões.

A modernização atingiu uma maturidade que proporcionará à MB a oportunidade de operar um vetor aéreo no estado da arte, quanto à aviônica e sistemas embarcados, qualificando-a a empregar suas aeronaves em operações aeronavais e aéreas, nacionais e internacionais, o que aumentará significativamente a operacionalidade da Aviação Naval da Marinha.

Seu atual Comandante é o CF Marcos Antônio Souza de Araújo.


 

“IN ARE DEFENSIO MARIS”

(No Ar a Defesa do Mar)

 

 

Esquadrão HU-3 ( Esquadrão Tucano)

O 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), Esquadrão Tucano, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0054 de 31 de janeiro de 1994 e ativado no dia 14 de abril do mesmo ano, tendo suas origens no Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas (DAE-FlotAM), criado em 1979 na cidade de Manaus, Amazonas.

No início de suas atividades, o Esquadrão Tucano utilizava helicópteros Bell Jet Ranger II (UH-6) de fabricação norte americana, atualmente utiliza o Helibrás Esquilo (UH-12).

O Esquadrão Tucano apóia prioritariamente os navios da Flotilha do Amazonas, participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

Seu atual comandante é o CC Mauricio da Costa Joia Dias.

“Sobre rio, selva e mar … Tucano!”

Esquadrão HU-4 (Esquadrão Gavião Pantaneiro)

O 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-4), Esquadrão Gavião, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0292 de 16 de maio de 1995, tendo suas origens no 1º Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) criado na Base Fluvial de Ladário, nas margens do Rio Paraguai, no Mato Grosso do Sul, atuando sob o comando do Sexto Distrito Naval.

No início de suas atividades o Esquadrão Gavião utilizou os helicópteros UH-12 Esquilo, mas atualmente utiliza os helicópteros Bell Jet Ranger III (UH-6B), apoiando prioritariamente os navios da Flotilha de Mato Grosso e o Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário (GptFNLa), participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

Seu atual comandante é o CC Charles do Carmo Carvalho.

“Gavião, as asas da Marinha no Pantanal”

Esquadrão HU-5 ( Esquadrão Albatroz)

O 5º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-5), Esquadrão Albatroz, foi ativado no dia 25 de junho de 1998, nas antigas instalações da Base de Aviação Naval do Rio Grande, na Ilha do Terrapleno de Leste na Lagoa dos Patos, Rio Grande do Sul.

O Esquadrão Albatroz utiliza os helicópteros Helibras UH-12 Esquilo, realizando operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

Seu atual comandante é o CC Henrique Abreu da Silva Velho.

“Albatroz, as asas da Marinha no Sul”

FOTOS: HU-3 e HU-4

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O 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (Esqd HU-2) foi criado em 26 de setembro de 1986 e dispõe das aeronaves UH-14 Super Puma (Pégasus) e UH-15 Super Cougar (Pégasus), estando capacitado para as mais diversas missões, principalmente transporte de tropa, esclarecimento marítimo, lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate, guarda de aeronaves no NAe São Paulo (Pedro) e operações de Busca e Salvamento (SAR).

Em 2008, o Ministério da Defesa assinou com a Helibras um contrato para construção de 50 helicópteros EC-725 Super Cougar (Caracal) e 16 aeronaves serão destinadas para a Marinha do Brasil, sendo 8 unidades designadas UH-15 Super Cougar, com capacidade de realizar missões de esclarecimento, SAR, apoio às Operações Anfíbias e Operações Especiais e 8 unidades designadas UH-15A Super Cougar, com capacidade de realizar esclarecimento e ataque em missões de guerra de superfície (ASuW), missões de Combate SAR (C-SAR), Busca e Salvamento (SAR), apoio às Operações Anfíbias, Operações Especiais e Guerra Eletrônica.

Seu atual Comandante é o CF Octacilio Egger Neto.

“IN ALIS VIS ET VIRTUS!”

(Nas Asas a Força e a Virtude!)

 
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Iniciando as comemorações pelos 95 anos da Aviação Naval, o Comando da Força Aeronaval promove neste sábado (20.08), das 9:00 às 16:00hs, o evento de “Portões Abertos” na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia.

A entrada é gratutita e serão promovidas várias atividades, entre elas:

 

  • Exposição estática das aeronaves;
  • Exposição de carros antigos;
  • Passeio de trenzinho pela Base para as crianças;
  • Apresentação de aeromodelismo;
  • Visita ao Museu da Aviação Naval;
  • Recreação infantil;
  • Praça de alimentação;
  • Gincana de pintura e
  • Sobrevoo de aeronaves as 11:00 e as 15:00Hs

As 15:30hs, o CA Liseo Zampronio (ComForAerNav) realizará a entrega das premiações da gincana da pintura, dos carros antigos e do aeromodelismo.

“Região dos Lagos, morada da Aviação Naval”

De 1º a 3 de agosto, a Fragata Niterói realizou a fase de mar para a conclusão do Curso Especial de Controle Aéreo Tático, Turma I – 2011, em apoio ao Centro de Adestramento Almirante Marquês de Leão, localizado em Niterói (RJ).

O curso é dividido em três fases: teórica, prática em simulador e prática a bordo. Na fase prática a bordo, os alunos, com o apoio da Fragata Niterói, realizaram diversas missões de controle tático com as aeronaves, dentre as quais destacam-se: o controle de aproximação e partida, ataques vetorados, planos aéreos, aproximações controladas, esclarecimentos e controle de helicóptero na cobertura.

Na fase final do curso, os formandos controlaram as aeronaves SH-3A Sea King, AH-11A Super Lynx, da Marinha, e P-95 da Força Aérea Brasileira, ficando habilitados a empregá-las com eficácia.

O Curso Especial de Controle Aéreo Tático teve a participação de um Oficial do Exército Brasileiro, o que reforça os laços de cooperação e o desenvolvimento da interoperabilidade entre a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro.

FONTE e FOTO: MB

Embarque com os editores Guilherme Wiltgen e Guilherme Poggio do Poder Naval / revista Forças de Defesa e acompanhe o primeiro voo no AH-11A Super Lynx N-4004 (Lince 04), da Marinha do Brasil. Compre já a segunda edição da nossa revista e conheça este novo sensor, utilizado para ampliar o alcance dos “Olhos da Esquadra”.

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Para dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br.



O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) foi criado em 1978 com a missão de prover os meios aéreos do sistema de armas das fragatas classe “Niterói”, a fim de ampliar as possibilidades dos sensores de bordo, assim como a capacidade de reação destes navios.

Ao HA-1 são também atribuídas missões de esclarecimento de área marítima, acompanhamento de alvos além do horizonte radar dos navios, busca e salvamento (SAR) e EVAM.

O HA-1 atualmente opera com 12 aeronaves Westland Super Lynx Mk-21A (AH-11A), sendo 7 adquiridas novas e cinco remanescentes dos Sea Lynx Mk-21 (SAH-11), que sofreram atualização para a versão Super Lynx, na fábrica da Westland em Yeovil.

Com a chegada das aeronaves mais novas, a missão do Esquadrão foi ampliada para atender a todos os meios de superfície, com plataforma de pouso, da Esquadra.

Armamentos como torpedos antissubmarino (Mk-44 e 46), bombas de profundidade e os mísseis ar-superfície Sea Skua, fazem parte de sua configuração de combate.

Em 2008, foi assinado contrato com a empresa FLIR Systems INC. para a aquisição do sistema estabilizado multisensor de vigilância “FLIR” (Equipamento de Observação Infravermelho) Star SAFIRE III. Esses sistemas começaram a ser instalados em agosto de 2010 nas aeronaves do HA-1, como parte do programa de modernização da frota dos AH-11A da MB.

Apartir deste ano, o sistema FLIR entrou efetivamente em operação no HA-1.

Seu atual Comandante é o CF Fabio Muller Vidal.

“Invenire Hostem et Delere”

(Encontrar o Inimigo e Destruí-lo)

NOTA do EDITOR: leia a matéria sobre o voo no Super Lynx com FLIR na revista Forças de Defesa nº2.

O primeiro Esquadrão de Helicóptero Anti-Submarino (HS-1), foi criado em 26 de janeiro de 1965, e tem como missão principal a detecção, localização, acompanhamento e ataque a submarinos (ASW) e alvos de superfície (ASuW), contribuindo dessa maneira para a proteção de nossas Forças Navais.

Além de sua missão principal, o HS-1 também pode ser utilizado em outras missões secundárias tais como: transporte de tropas, evacuação aeromédica (EVAM), busca e salvamento (SAR), humanitárias, espotagem de tiro torpédico ou de foguetes, entre outras.

Para cumprir sua missão, o HS-1 dispõe de aeronaves SH-3A  Sea King (Agusta SH-3D) e SH-3B Sea King (Sikorsky SH-3H), conhecidos como Guerreiros, que podem ser armadas com torpedos anti-submarino Mk.46, bombas de profundidade MK.9 ou mísseis Exocet (AM-39), usados contra alvos de superfície.

Configurado para transporte, pode levar até 24 passageiros ou 15 macas para evacuação aeromédica.

Em 2008 foram adquiridas 4 unidades do helicópteros S-70B Sea Hawk  semelhantes ao MH-60R da US Navy, capaz de realizar missões ASuW e ASW , recebendo a designação de MH-16 Sea Hawk e as matrículas de N-3032 a N-3035.

Durante a Paris Air Show 2011, foi anunciada a compra de mais duas aeronaves, de um total que poderá chegar a 12 unidades.

Para missões ASuW, o MH-16 vai utilizar o radar APS 143(V) C3 e mísseis AGM 119B Penguin MK2 MOD7 e para as missões ASW, o sonar DS 100 HELRAS , torpedos MK.46 e cargas de profundidade.

Seu atual Comandante é o CF Claudio Grilli.

” AD ASTRA PER ASPERA”

(É Árduo o Caminho para os Astros)


O 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) foi criado em 27 de julho de 1962, e sua missão principal é realizar a parte prática de voo do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO), a fim de complementar o ensino teórico ministrado no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN) na formação de Oficiais Aviadores Navais.

O HI-1 dispõe de helicópteros Bell Jet Ranger III (IH-6B), conhecidos como “Garças”, para instrução básica de voo.

Seu atual Comandante é CF Fábio Angelo de Araujo.

“Ensinamos aos homens o que Deus legou apenas aos pássaros”

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), é primeira unidade aérea operativa da MB e foi criado em06 de junho de 1961 e desde a sua ativação, vem participando de quase todas as operações aeronavais.

Dispõe de helicópteros Helibras Esquilo monomotor (UH-12) e Esquilo biturbina (UH-13) para emprego em missões de ligação e observação; esclarecimento ; lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate; transporte de tropa; serviços hidrográficos; guarda de aeronaves no NAe São Paulo (Pedro); busca e salvamento (SAR); apoio humanitário; apoio às atividades na Antártica e muitas outras, razão pela qual lhe foi conferido o título de: “O FAZ TUDO” ou “TUDÃO”.

Este ano o HU-1, primeira unidade aérea da MB completou  50 anos.

Seu atual Comandante é o CF José Vicente de Alvarenga Filho.

” IN OMNIA PARATUS”

(Pronto para Tudo)

NOTA do EDITOR: Iniciamos hoje uma série de matérias, alusivas aos 95 anos da Aviação Naval Brasileira, que irão ao ar todos os dias durante esta semana iniciando com o Esquadrão HU-1, mais antiga das unidades aéreas da Marinha do Brasil.

NOTA 2: Leia a matéria especial do Jubileu de Ouro do Esquadrão HU-1 na revista Forças de Defesa.

Dois MH-60S a caminho da Tailândia

A USN está entregando dois helicópteros MH-60S para a marinha da Tailândia via FMS. Os helicópteros começaram a sua longa jornada no último dia 8 de agosto a partir das instalações da Lockheed Martin em Owego, Nova York.

Em breve será a vez de anunciar o Sea Hawk para a MB!

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Nas fotos, o caça naval embarcado chinês J-15, cópia do Su-33 russo. A aeronave será o principal componente do grupo aéreo do primeiro porta-aviões chinês.

O J-15 possui HUD de grande ângulo, uma sonda retrátil de reabastecimento em voo e duas turbinas WS-10A.

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No dia 8 de julho de 2011, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) participou do resgate de um tripulante do Navio Mercante “EVER SHINING”, de bandeira Panamenha, que viajava com destino a Cingapura. A embarcação se encontrava, aproximadamente, a 600 milhas a sudeste da cidade do Rio de Janeiro.

A aeronave Lince 04 (AH-11A N-4004) foi acionada na madrugada do dia 08 de julho e embarcou na Fragata Bosísio a fim de efetuar o resgate do Sr. Liu Bi Wu, que se encontrava com suspeita de hemorragia interna e com dores abdominais, fruto de um acidente ocorrido a bordo do Navio Mercante. Na manhã do dia seguinte, o Lince 04 efetuou pouso a bordo do mercante e transportou o acidentado para a F 48, onde a vítima foi atendida pela equipe médica do Navio.

Na tarde deste mesmo dia, quando a Fragata Bosísio se encontrava a 150MN do Rio de Janeiro, a aeronave foi lançada e transportou o acidentado para o aeroporto Santos Dumont, onde uma ambulância aguardava para transportá-lo para a Clínica São Vicente, na zona sul do Rio de Janeiro.

FONTE e FOTOS: ComForAerNav

Foi realizada no dia 15 de julho a cerimônia de Passagem do cargo de Comandante do 3° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), presidida pelo Comandante do 9° Distrito Naval, Vice-Almirante Antonio Carlos Frade Carneiro. O CC Elias Voulgarelis passou o Comando ao CC Mauricio Da Costa Joia Dias.

Após o encerramento da Cerimônia, Oficiais e demais Convidados Civis e Militares de outras Forças apresentaram as boas vindas ao novo Comandante.

Pioneiro por natureza, sendo oriundo do Destacamento Aéreo da Flotilha do Amazonas (DAE-FLOTAM), o Esquadrão “Tucano” foi a primeira unidade na história da Aviação Naval a ser estabelecida fora do estado do Rio de Janeiro e há 31 anos representa “As asas da Marinha na Amazônia”.

Seja em missões de reconhecimento, transporte, infiltração e operações especiais com os Fuzileiros Navais do Batalhão de Operações Ribeirinhas, ou ainda realizando a nobre missão de levar atendimento às localidades onde a profundidade dos rios impede a chegada de navios que fazem Assistência hospitalar aos ribeirinhos, o Esquadrão “Tucano” esteve, está e estará sempre pronto, a fim de assegurar que estas águas, este solo, esta floresta e este céu azul continuem sendo, acima de tudo, brasileiros.

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Para articulista do Lexington Institute, manter o projeto da versão STOVL do F-35 é economizar no longo prazo e aumentar flexibilidade operacional

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Artigo de Daniel Goure, Ph.D, publicado em 19 de julho pelo Lexington Institute, afirma que o orçamento de defesa dos EUA está sob ameaça de ser varrido por um ‘tsunami’ de reduções de dívidas e déficits, e a reação instintiva do Departamento de Defesa deverá ser tentar salvar o que for possível.

Sugestões dentro do departamento começam em evitar decisões difíceis, procurando primeiro reduzir gastos das contas de operação e manutenção. Em segundo lugar, esticar os programas de aquisição, o que traria custos totais maiores, mas com gastos menores no curto prazo. Em terceiro, reduzir reduzir o pessoal nas unidades existentes, evitando cortá-las por inteiro. E, finalmente, apenas se forem colocados contra a parede é que os militares reduzirão sua estrutura.

Mas, segundo o artigo de Goure, o problema dessa abordagem é que ela só olha para trás, considerando que as capacidades atuais serão as mais necessárias no futuro e deverão ser preservadas. Também acaba exacerbando a tendência de membros do Congresso dos EUA para preservarem sistemas que estão envelhecendo, e que os militares gostariam de desativar para economizar em manutenção e apoio. Essa abordagem falha em reconhecer que os investimentos em novas capacidades podem, isso sim, reduzir os gastos de defesa no longo prazo, e até mesmo melhorar o desempenho das forças.

O programa que normalmente está na mira de diversos planos de redução de gastos de defesa é o do F-35, notadamente na sua versão F-35B, de decolagem curta e pouso vertical (STOVL). A abordagem de visão curta falha em reconhecer a flexibilidade operacional que o Departamento de Defesa vai ganhar com o F-35B. A operação de Harriers dos EUA e da Itália sobre a Líbia é uma clara demonstração do valor de aeronaves STOVL.

O F-35B poderá operar dos convoos dos navios anfíbios dos EUA, o que duplica o número de navios nos quais os Estados Unidos podem utilizar aviões de alto desempenho. Uma força tarefa naval composta de navios de desembarque anfíbio com seus F-35, além de destróieres e cruzadores equipados com AEGIS e submarinos com mísseis de cruzeiro poderiam eliminar a próxima ameaça do tipo da Líbia praticamente sozinhos.

Uma combinação de navios-aeródromos grandes, de propulsão nuclear, e navios de desembarque anfíbio capazes de empregar o F-35B poderiam se contrapor às atuais ameaças de média intensidade e, ao mesmo tempo, prover dissuasão para as possíveis ameaças futuras de alta intenside. Será difícil para o Departamento de Defesa responder aos desafios que os EUA deverão enfrentar no futuro, de forma efetiva, apenas com seus grandes navios-aeródromo de propulsão nuclear (CVN). Além disso, a operação nos CVN é bastante cara. Adquirir o F-35B faz sentido tanto para atender à flexibilidade operacional quanto a redução de custos.

FONTE: Lexington Institute (tradução, adaptação e edição: Poder Naval)

FOTOS: jsf.mil e Marinha dos EUA (USN)

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Esquadrão HU-2 apoia os V Jogos Mundiais Militares

No período de 12 a 24 de julho o UH-14 Super Puma N-7074 (Pégasus 74), do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), esteve na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), apoiando a realização dos V Jogos Mundiais Militares.

Foram efetuados lançamentos de pára-quedistas (competidores), penca e McGuire, com a equipe SAR (Busca e Salvamento) do Exército Brasileiro, e Evacuação Aeromédica (EVAM).

FONTE e FOTO: Esquadrão HU-2.

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