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Imagens  ilustrativas de um eventual Wasp ESG (Expeditionary Strike Group),  capitaneado pelo proprio USS ‘Wasp’ (LHD 1), composto pelo USS ‘San Antonio’ (LPD 17) e um LCAC, escoltados pelo CT USS ‘Roosevelt’ (DDG 80) .

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Os modelos na escala 1/1250 pertencem ao nosso amigo Dalton Luiz que gentilmente enviou as fotos para mostrar na proporção as dimenções de um classe San Antonio em relação a um classe Wasp, um LCAC  e um CT classe Arleigh Burke.

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As fotos possibilitam também visualizar o espaço disponível do convôo dos classe San Antonio em relação a operação com os helicopteros CH 53 do USMC, sua ocupação de area x tamanho da aeronave e ao mesmo tempo sua proporçao  em relação ao SH 60.

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Fotos: Dalton Luiz

 

 

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vinheta-clipping-navalO Corpo de Fuzileiros Navais adquiriu 195 viaturas não-especializadas de 5 toneladas 4×4 1725/42 da Mercedes Benz do Brasil. As aquisições fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, para o fortalecimento da Indústria Nacional de Defesa.

Em abril, o Comando do Material de Fuzileiros Navais realizou a entrega técnica de 34 dessas viaturas, sendo três para o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (RJ), 14 para o Grupamento de Fuzileiros Navais de Rio Grande (RS), uma para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ), uma para o Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (RJ) e 15 para o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (RJ).

FONTE: Nomar

Partnership of the Americas 2009

vinheta-clipping-navalQuem diria que ter mais de dois metros poderia ser problema para um homem defender seu país? Pois, no concurso para o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, tamanho é documento, e pode impedir a entrada de novos componentes para a corporação. Está lá no edital: entre as exigências para concorrer a uma das 1.620 vagas do curso de formação de soldados fuzileiros é que o candidato seja do sexo masculino e tenha altura entre 1,54m e 2m. De acordo com o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais, a utilização de limites de altura para ingresso na corporação está relacionada a determinados requisitos técnico operativos para o desempenho de atividades profissionais típicas da carreira.

Por exemplo: um soldado com mais de dois metros não consegue passar pelas escotilhas e por outros compartimentos da embarcação, nem abaixando. E, pior ainda, na hora do merecido descanso, ele não cabe nos beliches ou nas barracas usadas pelos fuzileiros em terra. (Clique aqui e saiba mais sobre o concurso)

Em nota, o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais explica que, para que sejam cumpridas, adequadamente e com segurança, as tarefas ligadas ao emprego dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, “faz-se necessário estabelecer uma relação de interdependência entre os meios e equipamentos operativos (suas dimensões e características) e a estatura (máxima e mínima) do pessoal que os opera ou utiliza. (…) São, portanto, as características dos principais equipamentos, equipagens e sistemas desses meios, além daqueles de uso na proteção individual, que devem condicionar os limites aceitáveis de altura a serem adotados nos concursos públicos para ingresso na Marinha do Brasil”, acrescenta a assessoria de Comunicação Social.

Agora, se você não é baixo nem alto demais e está interessado em entrar para o Corpo de Fuzileiros Navais, é hora de preparar a documentação. As inscrições começam no dia 18 deste mês e podem ser feitas no site do Comando do Corpo de Fuzileiros Navais, no link Concursos, até 18 de abril. A taxa é de R$ 20. Durante o curso, é oferecida bolsa de R$ 590 para despesas pessoais. Após conclusão do mesmo, o aluno é nomeado soldado fuzileiro naval, com remuneração inicial de R$ 1.250. Para participar, além do limite de altura, os candidatos devem ter idade entre 18 anos e máxima de 21 anos completados em 1º de janeiro de 2014, além de ensino fundamental completo.

Confira abaixo algumas das características dos equipamentos, equipagens e sistemas que afetam diretamente o limite máximo do pessoal que os opera ou utiliza:

— Os pés-direitos dos passadiços, Centros de Operação de Combate e de inúmeros outros compartimentos dos navios, no teto dos quais são fixadas calhas de iluminação, dutos de ventilação e outros obstáculos;

— A dimensão vertical das escotilhas dos corredores internos dos navios, pelas quais se deve passar fletindo a cabeça e elevando o pé, muitas vezes correndo;

— O comprimento dos beliches;

— A dimensão máxima horizontal das barracas de campanha do tipo “iglu”, empregados pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN);

— A altura máxima do pessoal que pode ser transportado por viaturas blindadas de transporte de pessoal, empregadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais.

FONTE: O Globo

Mais CLAnfs poderão desembarcar na MB

Congresso dos EUA foi notificado sobre possível venda de 26 AAVs, ou CLAnfs, para o Brasil.

Clique aqui para saber mais, no blog das Forças Terrestres.

No dia 29 de novembro, o segundo-tenente Ronald Cadar Martins de Oliveira, lotado no Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro e integrante da operação que culminou com a prisão do traficante Antônio Bomfim Lopes, o “Nem” da Rocinha, visitou o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Marco Antonio Corrêa Guimarães.

O Tenente Cadar, que serviu ao Corpo de Fuzileiros Navais no período entre 2005 e 2008, deu um exemplo marcante de profissionalismo, durante a citada operação, ao recusar proposta de suborno no valor de um milhão de reais, oferecida pelos comparsas do traficante Nem.

Durante a visita, o Tenente Cadar explicou que sua conduta é decorrente de sua formação familiar e da formação que recebeu no Corpo de Fuzileiros Navais e na Polícia Militar do Rio de Janeiro. Segundo ele, “a formação familiar determina o que você é, mas essas instituições potencializam o que você tem de bom e diminuem o que você possa ter de ruim”.

Cadar recordou das amizades forjadas nas Unidades em que serviu, e dos marcantes momentos nelas vividos. Disse ele: “a Marinha teve uma grande importância em minha vida e é uma grande oportunidade para quem quer ser militar. É um verdadeiro diferencial na vida de um homem”. Logo após, agradeceu aos colegas da turma de soldados Fuzileiros Navais I-2005 e aos militares que com ele serviram no Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro pelo incentivo e apoio de sempre.

Ao final, se despediu com o inesquecível e vibrante lema dos Fuzileiros Navais: ADSUMUS!

Para o CFN, a retidão de caráter demonstrada por um dos seus ex-integrantes é motivo de grande orgulho e satisfação. Parabéns Tenente Cadar! Pela Honra, Competência e Determinação.

FONTE: Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais