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A Armada de Colombia incorporou seu primeiro OPV classe Frassmer-80 de 1.723 t. de deslocamento, 80.6 m de comprimento13,0 m de boca moldada e 3,80 m de calado máximo carregado ?

Trata-se do  o ARC 20 de Julio (PZE 46) ( PZE = Patrullero de Zona Economica Exclusiva), indicativo internacional 5KMF, construido sob licença no próprio país pelo estaleiro Cotecmar, em Cartagena e é propulsado por 4 motores diesel Wartsila 6L26 de 4.800 bhp , 2 propulsores azipods, bow thruster, proa bulbosa, velocidade máxima de 28 nós e raio de ação de 10.000 nm à 12 nós e é equipado con convoo capaz de operar um helicóptero Bell 212, transportar tropas (efetivo de pelotão), carga para operações de apoio logístico de baixa intensidade, mostrando versatilidade operacional.

 

 

O 20 de Julio é uma versão modificada dos chilenos Piloto Pardo e Comandante Toro e a intenção da Armada é adquirir quatro unidades da classe.

FOTOS:  Shippingnewsclippings 037 de 6.2.2012

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Salvando Almas

Roger B. Taney

Este post tem como propósito salvar três almas pecadoras.

A primeira está sob influencia maligna do “aviãozinhum”, mais perdido que cego em tiroteio, já a segunda, tem um mau humor dos infernos exigindo que humildes “bunequeiros” e “maqueteiros” saibam o que significam termos como ETA, Dwt, LOA, POB, etc. A terceira e última ovelha desgarrada nesse momento continua com seu projeto de domínio mundial e espera um dia se transformar no Darth Vader do hemisfério sul.

A criança da imagem agrada ou já agradou os três e também o “Débil Mental” que assina.

Zé e os Cara

 

Carro catapultado de porta-aviões

A foto acima andou circulando na Internet com uma legenda dizendo que essa era a nova maneira americana de lidar com terroristas capturados. Mas na verdade é uma foto de um carro (provavelmente um Plymouth Savoy 1963) sendo lançado de uma das catapultas do USS Enterprise em outubro de 1978, como uma brincadeira da tripulação.

Nas fotos abaixo, outro carro é disparado do porta-aviões britânico HMS Victorious, na década de 1960.

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Canhões de ‘Fletcher’ às margens do Tamanduateí

Em pleno centro de São Paulo, surge  em meio às árvores do Parque D. Pedro II os contornos de uma torreta de canhão de cinco polegadas. Seria um velho contratorpedeiro da Marinha do Brasil, que emergiu do fundo do mar depois de ser afundado como alvo e deu um jeito de chegar ao poluído rio Tamanduateí?

Não, a cena não é tão dramática assim, mas vale a visita do mesmo jeito. Trata-se de dois exemplares de reparos de canhões que equipavam os saudosos contratorpedeiros classe “Fletcher” (ou classe “P”, também conhecida como os “bico fino”) de origem norte-americana que a Marinha operou a partir do final da década de 1950. Um reparo singelo de canhão de 5 polegadas dupla função (127 mm, de emprego antisuperfície e antiaéreo) faz companhia a um reparo quádruplo antiaéreo de 40mm no pátio externo do espaço cultural “Catavento”, que ocupa o prédio do antigo “Palácio das Indústrias”, construído nos anos 1920 (e que já abrigou a prefeitura de São Paulo, antes do Catavento, inaugurado em 2009). A torre do edifício é vista ao fundo, na foto abaixo.

Retiradas de unidades desativadas da classe (seis dos sete “Fletchers” da MB usavam ambos os tipos de reparos, a exceção foi o “Pernambuco“, que tinha canhões antiaéreos de 76mm), as peças ficaram muito tempo no acervo do “Museu de Tecnologia de S. Paulo”, no Butantã, onde a visita era mais complicada do que o local onde estão hoje. Mas agora estão bem fáceis de se ver, assim como outras atrações interessantes para crianças, adolescentes e mesmo entusiastas. Saiba mais sobre outras atrações do local em matéria do Poder Aéreo, clicando aqui.

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O fim de uma era

Após 70 anos construindo submarinos, o estaleiro Thyssen Nordseewerkr GmbH (TNSW), em Emden, Alemanha, realiza sua ultima entrega, a seção de ré  do submarito classe Tipo 212 “U 36″ (S 186). Na foto acima, a seção é vista sendo transportada pela barcaça EMS Pontoon 7, a reboque do Rebocador EMS Tug, no Canal de Kiel, entrando na eclusa de Holtenau no dia 16 de janeiro para término de construção no HDW Kiel.

No casco do submarino foi colocada uma derradeira faixa onde estava escrito “Die leezte lieferung aus Emden, 70 jahre U-Boot bau gehe haute zu ende”,  significando “A última entrega de Emden, hoje se encerra 70 anos de construção de submarinos”.

FOTO: Willeem Hartman

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Estacionamento móvel

Nas imagens, o porta-aviões USS Ronald Reagan (CVN 76) transporta veículos de seus tripulantes enquanto transita pela costa do Pacífico para a Base Naval de Kitsap, durante a mudança de porto para docagem do navio e reparos no Puget Sound Naval Shipyard & Intermediate Maintenance Facility.

FONTE: US Navy

O destroier USS Paul F. Foster (DD 964) foi descomissionado no dia 27 de março de 2003, mas ainda continua trabalhando, desta vez pelo Naval Surface Warfare Center de Port Hueneme, como Self Defense Test Ship (SDTS).

O navio, agora como EDD 964, é operado por controle remoto em missões de testes de mísseis antiaéreos e outros sistemas defensivos para a Marinha dos EUA.

Clique na imagem para ampliar.

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Depois de construídos pelo estaleiro INACE e entregues pelo Brasil à Marinha da Namíbia, essas embarcações antes tão comentadas estão agora em plena vida operativa, como mostram essas fotos de autoria do Capitão Hilmar Snorrason, Comandante do Navio-Escola Saebjorg, da Associação de Busca e Salvamento da Islândia, feitas em Walvis Bay.

Na primeira foto, as LP Terrace Bay (HPB 20) e Möwe Bay (HPB 21), atracadas em Walvis Bay em 19 de outubro de 2011. Essas embarcações foram incorporadas no dia 3 de novembro de 2011 e são da mesma classe da nossa “Marlim” (classe “Meattini” na Itália).

Na segunda e na terceira fotos, o NPa Brendan Simbwaye (P 11), que pertence à mesma classe dos nossos “Grajaú”, de projeto da Vosper Singapore e construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, no INACE e no estaleiro Peeneweft, na Alemanha.

Na última foto, apenas para completar, temos um quarto navio, que foi transferido pela Marinha do Brasil dentro do mesmo pacote, a Corveta Lt Gen Dimo Hamaambo (C 11), ex-Purus (V 23), feita em 26 de outubro de 2011.

Notar a presença de um segundo radar da marca Furuno na Brendan Simbwaye e o brasão de armas dos navios, que tem como inspiração os usados pelos navios da Marinha do Brasil, apenas com a substituição da Coroa Naval pelo Gavião-do-Mar, que é parte do Brasão de Armas da República da Namíbia.

 
Por Marcelino André Stein
 

Estimativas das mais diversas apontam que cerca de 95% do comércio internacional são transportados em navios e a maioria desses navios opera no regime de bandeiras de conveniência.

O termo bandeira de conveniência descreve uma prática de negócios no mercado da navegação internacional que consiste na inscrição de um navio mercante em um Estado soberano diferente do Estado dos reais proprietários ou operadores do navio. Esse país cobra impostos e taxas mínimos, por vezes nulos, e não tem desejo, nem a capacidade física ou financeira, de aplicar sua legislação interna ou a internacional, pertinente a registros de navios, para que um armador arvore sua bandeira. Na maioria das vezes, não mantém vínculos de qualquer natureza com estes armadores, senão o objetivo de ganhos financeiros imediatos.

Não existe um regime global que regule ou até desregule o registro de navios em determinados países, que obrigue ou desobrigue o registro nos países de que são cidadãos os proprietários dessas embarcações, instalando-se aí um verdadeiro “salve-se quem puder”, valendo qualquer regra para a manutenção barata de um navio.

Fazendo uma analogia ao caso concreto, podemos comparar com o tempo em que no Brasil era fato corriqueiro o emplacamento de carros em Curitiba, pois lá o IPVA era bem menor. Isso mudou, depois da reação estadual de São Paulo.

Este é o cerne do problema. Se países como Bolívia e Mongólia, que nem costa possuem, são hoje países de “registro aberto” – esse é o nome que se dá a esses países, onde a legislação é, digamos, mais frouxa -, quem regula as condições de trabalho em alto mar dessas tripulações? Não esquecendo que esses salários aviltantes causam também o chamado dumping social. Quem verifica os cascos e condições de navegabilidade desses navios? Quem dá a devida atenção ao fato de o Brasil deixar de arrecadar impostos ao não ter uma marinha mercante forte, deixando de criar um mercado de trabalho?

Esses países oferecem subsídios e isenções de impostos e taxas aos proprietários dos navios, criando uma competição desleal no mercado global, dando uma imensa vantagem competitiva a esses proprietários. Para regrar esse comércio não regulado, trazendo igualdade de competição às marinhas mercantes de todos os participantes do comércio internacional, faz-se necessário um “poder maior”, supranacional.

Com o advento da criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), também sob o manto da ONU, surgiu um novo e poderoso instrumento para a eliminação de práticas desleais de comércio, mormente, com a promulgação, em 1995, do General Agreement of Tariffs in Services (Gats), sob a égide da OMC, que viria a tornar realidade uma maior transparência e progressiva liberalização do comércio internacional, em bases mais igualitárias.

Nada mais natural que defender a instituição criada para desfazer a “ordem natural” citada por Hobbes, no Leviatã, a “lei do mais forte”: as Nações Unidas – e dentro dela a OMC e, dentro da OMC, o órgão criado para lidar com os assuntos da navegação marítima internacional, o Gats, e, dentro do Gats, o Grupo de Trabalho de Serviços Marítimos.

Infelizmente, até o momento, a Rodada Uruguai, que culminou com a criação da OMC, não obteve ainda o sucesso esperado, ao menos no quesito de incluir e fazer valer os serviços marítimos sob as normas da OMC – e sob a égide do Gats. Hoje, a Rodada Doha tem timidamente o assunto em seu escopo de discussões, mas, aparentemente, esse assunto não tem encontrado países que patrocinem essa ideia com o devido entusiasmo, nem mesmo o Brasil.

Sustenta-se que todos os países possam usar uma legislação equânime para que haja não somente igualdade entre os contratantes, mas que, acima de tudo, haja respeito aos direitos humanos dos trabalhadores marítimos, segurança marítima e melhor proteção ao meio ambiente.

A omissão do Estado brasileiro e dos seus pares – membros da OMC e principais prejudicados pela injusta competição internacional, causada pelas bandeiras de “(in)conveniência”, que lançam mão de práticas desleais, e por vezes ilegais – impede o surgimento de uma marinha mercante e de uma indústria naval brasileira e, até mesmo, a criação de um poder marítimo digno da grandeza e das necessidades do Brasil.

Trata-se de tema importante para os interesses estratégicos de longo prazo do Estado brasileiro. A elaboração de uma política marítima de estado é fundamental para um país que tem uma das maiores costas e malhas hidroviárias do mundo e, tradicionalmente, estruturado desde o seu descobrimento, de “costas para o oceano”.

Estranho e revelador o fato de, até hoje, o Brasil não contar com uma guarda costeira, por exemplo, não explorar os benefícios de um cluster marítimo (no qual poderiam ser fabricados navios e embarcações), não ter mantido uma marinha mercante (hoje inexistente), não desenvolver as hidrovias (60 % da matriz de transportes é rodoviária), não desenvolver a navegação de cabotagem e não fortalecer a indústria naval, a fim de se tornar uma referência mundial em produtividade e competitividade marítima e portuária.

Marcelino André Stein é mestre em direito das relações econômicas internacionais pela PUC-SP, advogado e sócio do escritório Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados

FONTE: Valor Econômico Online via Marinha do Brasil

 

Mais uma fragata OHP vai para a reserva: USS Jarret

Escondidas em meio a quatro grandes navios-aeródromo, duas fragatas fazem parte da frota da reserva da Marinha dos EUA, a chamada “mothball fleet”, em Bremerton, no Estado de Washington, costa noroeste dos EUA. Segundo o jornal Seatle Times (com informações do site Kitsapsin), uma terceira vai se juntar a elas no próximo dia 15 de julho: trata-se da fragata  USS Jarrett (FFG33) da classe OHP, que fará companhia a suas irmãs USS George Philip e USS Sides.

A Jarrett serviu por 27 anos e deverá ser colocada à venda, com a possibilidade de virar sucata se nenhum comprador aparecer nos próximos anos. As outras duas, apesar de terem servido por menos tempo (22 anos) e despertado interesse em Portugal e Turquia, não foram vendidas e continuam atracadas.

Em Bremerton também estão os navios-aeródromo USS Ranger, USS Constellation, USS Kitty Hawk e USS Independence, que podem se tornar museus ou memoriais, serem afundados como alvos ou tornarem-se recifes artificiais. O Kitty Hawk, visto na foto acima em operação com a Jarrett, será mantido na reserva até 2015, quando o novo CVN (navio-aeródromo de propulsão nuclear) Gerald Ford entrar em serviço.

A cidade de Wilmington, na Carolina do Norte, quer que o navio se torne um museu flutuante, atracado ao lado do encouraçado North Carolina. Já os outros três não estão mais no Registro de Navios da Marinha dos EUA (Naval Vessel Register). Um grupo sem fins lucrativos trabalha para que o Ranger vá para Fairview, no Oregon, para se tornar um museu naval e aeroespacial, centro educacional e palco de eventos. Os outros dois, que foram usados para fornecer peças para a frota em serviço, provavelmente serão sucateados nos próximos anos. À exceção do Kitty Hawk, os demais navios-aeródromo estão na catetoria de reserva X, e não recebem nem manutenção nem preservação, sendo protegidos apenas contra fogo, alagamento e roubo. O Kitty Hawk está na categoria B, recebendo manutenção para o caso de uma emergência.

  

Também em Bremerton está o comando da ”Puget Sound Naval Shipyard and Intermediate Maintenance Facility”, que controla várias instalações nos EUA e no Japão. Sob seus cuidados estão navios e submarinos de propulsão nuclear inativos, classificados na categoria Z, aguardando reciclagem. É o caso do cruzador lançador de mísseis guiados USS Long Beach e de 16 submarinos nucleares de ataque: USS Salt Lake City, USS Atlanta, USS Augusta, USS Hyman G. Rickover, USS Minneapolis-St. Paul, USS Portsmouth, USS Baltimore, USS Phoenix, USS Indianapolis, USS New York City, USS Birmingham, USS Groton, USS Cincinnati, USS Omaha, USS Los Angeles e USS Narwhal.

FONTE: Kitsapsin via Seatle Times (tradução, adaptação e edição: Poder Naval)

FOTOS via navsource

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Poder Naval trabalhando

Nossos editores Guilherme Wiltgen e Guilherme Poggio estão na Base Aérea Naval de São Pedro de Aldeia (BAeNSPA) realizando a cobertura dos 50 anos do Esquadrão HU-1. Nas fotos deste post, os dois aparecem nas aeronaves enquanto faziam as imagens em voo de formatura.

O Esquadrão HU-1 foi a primeira unidade aérea operativa da Marinha do Brasil. Foi criado em 1961 e, desde a sua ativação, vem participando de quase todas as operações aeronavais.

Está equipado com helicópteros Esquilo mono-turbina (UH-12) e Esquilo bi-turbina (UH-13) para emprego em missões de ligação e observação; esclarecimento; lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate; transporte de tropa; serviços hidrográficos; guarda de aeronaves em navio-aeródromo; busca e salvamento; apoio humanitário; apoio às atividades na Antártica e muitas outras, razão pelo qual seu lema é “IN OMNIA PARATUS” – PREPARADO PARA TUDO; o título do Esquadrão é: “O FAZ TUDO”.

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