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Corais de profundidade (770 m) e anêmona com caranguejo (920 m) na Elevação do Rio Grande

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Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Rio de Janeiro*

vinheta-clipping-navalPesquisadores brasileiros e japoneses apresentaram ontem os primeiros resultados da expedição que realizou os mergulhos mais profundos já executados no Atlântico Sul. A bordo do minissubmarinoShinkai 6500, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec), eles desceram a mais de 4 mil metros em dois pontos distantes da costa brasileira, trazendo imagens inéditas da biologia e da geologia que compõem os ecossistemas de alta profundidade nessa região do planeta, nunca antes explorada cientificamente.

“A expedição foi um sucesso”, comemorou o biólogo brasileiro Paulo Sumida, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), um dos quatro brasileiros que tiveram o privilégio de mergulhar com o Shinkai nesta primeira etapa da viagem. O navio Yokosuka, no qual eles viajavam, chegou no domingo ao Rio, após duas semanas de pesquisa em alto-mar. (leia a primeira reportagem para saber mais detalhes do projeto)

Pelas janelas e câmeras do Shinkai, os pesquisadores avistaram uma série de organismos que vivem nas profundezas escuras do oceano brasileiro, incluindo peixes, polvos, camarões, caranguejos, anêmonas pepinos do mar e corais.

Foram realizados sete mergulhos: cinco na Dorsal de São Paulo, um grande paredão submerso no borda da plataforma continental do Sudeste, e dois na Elevação do Rio Grande, uma enorme chapada totalmente submersa a 1,5 mil quilômetros da costa do Rio, com montanhas que se elevam cerca de 4 mil metros acima do assoalho marinho, já em águas internacionais.

O plano original era fazer a maioria dos mergulhos nessa Elevação, mas o mal tempo na região obrigou o navio a seguir primeiro para a Dorsal de São Paulo e realizar a maior parte dos mergulhos por lá. Foi onde Sumida realizou o primeiro mergulho, por exemplo, a 4.200 metros de profundidade (leia um relato do pesquisador enviado ao blog na ocasião).

Tudo foi filmado e várias amostras de organismos, rochas e sedimentos foram trazidos de volta à superfície para estudo.

Para a geologia, um dado importante foi confirmar que a base geológica da Elevação do Rio Grande, assim como do Rio de Janeiro, é de rocha granítica – um tipo de rocha que só se forma na superfície – o que é um forte indicativo de que a Elevação esteve conectada ao continente num passado distante, apesar de hoje estar separada dele por mais de 1 mil km de oceano. Diferentemente de elevações como a do Arquipélago de Fernando de Noronha, por exemplo, que tem origem vulcânica.

Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) até brincaram, dizendo ter descoberto a “Atlântida brasileira”. A expectativa do CPRM é que a Elevação possa ser uma lasca de continente que se “perdeu” quando a América e a África se separaram, há cerca de 200 milhões de anos, criando o espaço que hoje é ocupado pelo Oceano Atlântico.

Amostras de rochas da Elevação coletadas pelo CPRM por meio de dragagens no ano passado já mostravam a presença do granito, mas faltava uma verificação direta para confirmar a descoberta. Segundo Roberto Ventura Santos, diretor de geologia e recursos minerais do CPRM, o próximo passo é fazer perfurações para obter mais amostras e fazer mais análises. “Se encontramos um continente no meio do oceano, será uma descoberta muito grande, que pode ter várias implicações em relação à extensão da plataforma continental”, disse.

A Elevação do Rio Grande está em águas internacionais (fora da jurisdição do Brasil, por enquanto), mas o País pleiteia junto à ONU o direito de explorar as riquezas minerais do local. Se for possível demonstrar que ela tem uma conexão histórica com a costa brasileira, isso poderia ter implicações geopolíticas significativas para o País.

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As imagens captadas com o Shinkai no topo da Elevação também mostraram grandes depósitos de areia de quartzo a quase mil metros de profundidade (foto acima), o que surpreendeu os pesquisadores.

“É como se você estivesse olhando para uma praia aqui no Rio”, disse ao Estado o presidente da Jamstec, Asahiko Taira, que veio ao Brasil para ver a apresentação dos resultados e reforçar a parceria com o País. “Temos que explicar como isso é possível.” Uma possibilidade, segundo ele, é que essas “praias” tenham sido formadas pela erosão do granito pelas correntes marítimas, assim como ocorre com o vento na superfície. “Nunca vi uma formação como essa”, completa Taira, ressaltando que ainda é preciso olhar as amostras geológicas em maior detalhe para afirmar qualquer coisa.

Limites da Vida

O objetivo principal da expedição, parte de um projeto global da Jamstec chamado Busca pelos Limites da Vida (Quelle 2013), era procurar por ambientes chamados quimiossintéticos, baseados em microrganismos que sobrevivem totalmente isolados da luz solar, alimentando-se diretamente de substâncias químicas que “exalam” do subsolo oceânico ou crescendo sobre carcaças de baleias que afundam depois de morrer.

Alguns ambientes desse tipo foram encontrados, segundo o Estado apurou, mas os detalhes são mantidos em sigilo por enquanto, para não prejudicar a publicação científica dos dados mais adiante.

Seja como for, as imagens preliminares apresentadas ontem no Rio de Janeiro já representam um marco para a oceanografia brasileira e internacional, considerando que nunca foram realizados mergulhos antes a essa profundidade nesta região. “O Atlântico Sul é uma grande fronteira inexplorada das ciências marinhas”, disse o cientista chefe da expedição, Hiroshi Kitazato. “Tudo que a gente viu é novidade.”

“Encontramos uma grande diversidade de organismos”, comemorou Kitazato. Apesar de não ser uma diversidade tão grande quanto a do mar profundo do Japão (que é um dos maiores hotspots de biodiversidade marinha do mundo), ele disse que foi interessante ver como a composição da fauna variava de acordo com as diferentes camadas de água, à medida que o Shinkai descia. “O povo brasileiro tem muita sorte de ter esses ambientes no seu país”, disse.

O Yokosuka fica no Rio até sexta-feira. A segunda pernada da expedição será sobre a Bacia de Santos, entre Rio e São Paulo.

*Em colaboração com Giovana Girardi, de São Paulo.

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FOTOS: Peixe e camarão de profundidade (mais de 4 mil metros) na Dorsal de São Paulo.

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FONTE: O Estado de S. Paulo

VEJA TAMBÉM:

 

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Imagens  ilustrativas de um eventual Wasp ESG (Expeditionary Strike Group),  capitaneado pelo proprio USS ‘Wasp’ (LHD 1), composto pelo USS ‘San Antonio’ (LPD 17) e um LCAC, escoltados pelo CT USS ‘Roosevelt’ (DDG 80) .

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Os modelos na escala 1/1250 pertencem ao nosso amigo Dalton Luiz que gentilmente enviou as fotos para mostrar na proporção as dimenções de um classe San Antonio em relação a um classe Wasp, um LCAC  e um CT classe Arleigh Burke.

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As fotos possibilitam também visualizar o espaço disponível do convôo dos classe San Antonio em relação a operação com os helicopteros CH 53 do USMC, sua ocupação de area x tamanho da aeronave e ao mesmo tempo sua proporçao  em relação ao SH 60.

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Fotos: Dalton Luiz

 

 


Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

vinheta-clipping-navalUm seleto grupo de cientistas brasileiros e japoneses está embarcado em alto-mar neste momento com a missão de mergulhar nas regiões mais frias, remotas e até hoje inexploradas do universo marítimo brasileiro. Milhares de metros abaixo da superfície, espremidos dentro de um pequeno submarino de pesquisa, eles serão os primeiros seres humanos a contemplar a vida nas profundezas extremas do leito oceânico do Atlântico Sul.

O que vão encontrar lá, não há como prever. Pode ser um monte de rocha e areia, pode ser um monte de espécies novas. O que eles esperam encontrar são ecossistemas chamados quimiossintéticos, onde a fonte primária de energia para sustentação da vida não é a fotossíntese, como realizada pelas plantas na superfície, mas a conversão de elementos químicos que exsudam de fendas no assoalho oceânico, realizada por microrganismos especialmente adaptados às condições extremas de temperatura e pressão desses ambientes ultraprofundos.

A expedição faz parte de um grande projeto da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec), chamado Busca pelos Limites da Vida (Quelle 2013), que vai prospectar ambientes ultraprofundos ao redor do mundo ao longo de um ano, principalmente no Hemisfério Sul, onde há uma grande carência de informações científicas sobre esses ambientes, em comparação com o Hemisfério Norte. O Brasil é um dos quatro pontos de pesquisa nesta jornada de um ano, que já passou pelo Oceano Índico Central e vai passar ainda pelo Mar do Caribe (região das Ilhas Cayman) e pelo Pacífico (região de Tonga).

“O plano é visitar ambientes extremos de águas profundas e observar a estratégia adaptativa de diferentes organismos. Com base nisso, queremos entender como a vida na Terra evolui e se diversifica, além de procurar por enzimas e outros compostos orgânicos que possam ser de interesse para os seres humanos”, disse ao Estado o cientista chefe do projeto, Hiroshi Kitazato, em entrevista por e-mail do navio oceanográfico Yokosuka, previsto para chegar ao Rio de Janeiro no dia 6 de maio, onde será aberto para visitação pública.

O navio saiu da África do Sul no início do mês (já com cientistas brasileiros embarcados), cruzou o Oceano Atlântico, e agora está sobre a região da Dorsal de São Paulo, um precipício submerso que começa a 2,5 mil metros e vai até 4,2 mil metros de profundidade, no limite extremo da plataforma continental brasileira, a cerca de 700 km da costa. Seis pesquisadores brasileiros estão à bordo, incluindo quatro biólogos, das Universidades de São Paulo (USP), Federal Fluminense (UFF) e Vale do Itajaí (Univali); e dois geólogos, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e da Petrobrás.

Os mergulhos são feitos com o Shinkai 6500, um minissubmarino com capacidade para três pessoas (dois pilotos e um cientista) embutidas em uma esfera pressurizada de titânio com 2 metros de diâmetro, 3 janelinhas de resina transparente e paredes com 7,3 centímetros de espessura. É o submersível tripulado, ou “veículo operado por humanos” (HOV, na sigla em inglês), com maior limite de profundidade no mundo, podendo chegar a 6,5 mil metros abaixo da superfície. A montanha mais alta do Brasil, o Pico da Neblina, para se ter uma ideia, não chega a 3 mil metros de altura.

O primeiro mergulho foi feito na última terça-feira, a 4,2 mil metros de profundidade, com o biólogo brasileiro Paulo Sumida à bordo. “Foi o mergulho mais profundo e mais espetacular que já fiz”, disse Sumida ao Estado, por e-mail, pouco depois de voltar à superfície. “Tem um grande significado para mim e para a ciência oceanográfica brasileira”, completou o pesquisador, do Instituto Oceanográfico da USP. Não só isso, mas foi o mergulho mais fundo já realizado em todo o Atlântico Sul até então.

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FOTO: Vista do interior do Shinkai; a esfera pressurizada de 2 metros de diâmetro, que leva três pessoas. Crédito: Jamstec

Qualquer coisa que a expedição encontrar será inédita, já que ninguém nunca mergulhou a essa profundidades nessas regiões. “São áreas que nunca foram descritas, nem do ponto de vista biológico nem geológico”, destaca a pesquisadora Vivian Pellizari, também do IO-USP, coordenadora científica do lado brasileiro. Ela vai embarcar na segunda pernada da expedição, que incluirá mergulhos de até 3 mil metros na região do Platô de São Paulo, onde fica a Bacia de Santos. Nesta etapa, também participarão pesquisadores da Universidades Federais de São Paulo (Unifesp) e do Espírito Santo (UFES), que embarcarão quando o navio atracar no Rio de Janeiro. Ao todo, nove brasileiros terão a oportunidade de fazer ao menos um mergulho com o Shinkai 6500.

O mergulho será um sonho realizado para Vivian, assim como já foi para Sumida e deverá ser para todos os outros pesquisadores brasileiros envolvidos. Microbióloga marinha, ela está interessada principalmente nos micróbios (bactérias e arqueias) que vivem nesses ambientes quimiossintéticos de alta profundidade. “Não sabemos se esses ambientes existem aqui, quais organismos fazem parte deles, como eles vivem, se são diferentes dos organismos que compõem esses ambientes em outras partes do mundo; não sabemos nada”, diz ela, empolgada.

O exemplo mais famoso desses ambientes quimiossintéticos são as fontes hidrotermais, ou “fumarolas”, em que água fervente escapa do leito marinho como se fosse uma fumaça preta, através de “chaminés” formadas pela precipitação de compostos metálicos, como ferro e manganês. Mas não é o que os pesquisadores esperam encontrar por aqui. A expectativa é encontrar uma outra versão dessas estruturas, chamadas “exsudações frias”, em que gases vazam lentamente por frestas no assoalho oceânico, sobre as quais se formam ecossistemas quimiossintéticos baseados em micróbios que se alimentam de elementos inorgânicos, como metano e enxofre.

Há várias características geológicas que sugerem que essas exsudações frias podem existir nesses locais de pesquisa, mas ninguém até hoje foi até o fundo mesmo para conferir.Caso elas sejam encontradas com o Shinkai 6500, será possível coletar amostras (de rochas, sedimentos e organismos) e trazê-las à superfície para estudos. “Tomara que se descubra muita coisa, para estimular mais pesquisas nessa área”, diz a microbióloga Cristina Nakayama, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que também está ansiosa para mergulhar na segunda pernada da expedição. Ela espera coletar algumas dessas bactérias e arqueias quimiossintéticas das profundezas para tentar cultivá-las em laboratório na superfície. “São organismos que vivem em condições muito extremas, que devem ter adaptações fisiológicas muito interessantes”, diz.

Algumas descobertas importantes já foram feitas na Dorsal de São Paulo, pela equipe que está embarcada agora, mas os detalhes só serão divulgados após uma avaliação científica mais criteriosa dos achados.

O plano original era de fazer os primeiros mergulhos da expedição na Elevação do Rio Grande, uma grande “chapada” submersa localizada a mais de mil metros da costa, já em águas internacionais, mas o mal tempo na região obrigou o navio a seguir direto para a Dorsal de São Paulo. Kitazato disse estar “rezando” para que seja possível voltar lá antes de seguir para o Rio, pois o interesse de pesquisa na região é grande. É lá que deveria ser realizado o mergulho mais profundo, a 5,2 mil metros de profundidade.

Geologia. Do ponto de vista geológico, a pesquisa na Elevação do Rio Grande tem importância não só científica como econômica e geopolítica. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) já realizou muito estudos na região – inclusive com o objetivo de identificar os melhores pontos de mergulho para o Shinkai –, que dão informações sobre os tipos de rocha que existem na Elevação, mas os mergulhos com o Shinkai permitiriam obter evidências diretas para determinar esse perfil geológico com uma precisão muito maior.

As únicas amostras de rocha da região são obtidas por meio de dragagem. “A dragagem é importante, mas quando as amostras chegam à superfície elas estão todas misturadas; não dá para saber de que ponto exato veio o material ou qual era a configuração original das rochas”, explica Roberto Ventura, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, que é uma das instituições parceiras da Jamstec no projeto, junto com a USP.

Apesar de a Elevação estar em águas internacionais, o Brasil está numa posição estratégica para explorar suas eventuais riquezas minerais – e precisa da informações científicas para assegurar essa vantagem. Segundo Ventura, o País pretende fazer uma solicitação ao órgão responsável da ONU (aInternational Seabed Authority) pelo direito de exploração mineral dessa formação. “França e Rússia, por exemplo, já requereram áreas no Atlântico Sul; e China e Coreia está fazendo pesquisas”, afirma Ventura. “A missão do Shinkai nos ajudará a visualizar com alta precisão algumas feições geológicas que já estamos estudando.”

Os dados biológicos são igualmente importantes, segundo Ventura, porque para fazer a solicitação de exploração mineral à ONU é preciso apresentar um detalhamento dos ecossistemas marinhos associados à região e um plano de gerenciamento dos eventuais impactos ambientais da atividade.

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Abaixo, o relato do primeiro mergulho realizado pelo pesquisador Paulo Sumida, do IO-USP, cientista brasileiro com a maior experiência em submersíveis e pesquisa em águas profundas. O mergulho (quinto da sua vida, e o mais profundo até agora) chegou a 4.200 metros na Dorsal de São Paulo, o que fez de Sumida o primeiro cientista brasileiro a mergulhar com o Shinkai e o primeiro cientista no mundo a atingir essa profundidade no Atlântico Sul:

“O mergulho foi espetacular. Mergulhei numa área cuja paisagem parecia ter saído de um ambiente alien, muito remoto, sem luz e com pouquíssimo alimento. Descer 4.2 km e saber que toda essa água pesa sobre sua cabeça é incrível e nos mostra como somos pequenos (sem querer ser piegas).

O local é formado por rochas vulcânicas capeadas por crostas cobaltíferas, que também são conhecidas como crostas de Fe-Mn. Às vezes formam nódulos, que são conhecidos como nódulos polimetálicos ou nódulos de Fe-Mn. Estas áreas têm importância econômica, porém são ainda inexploradas mesmo em nível mundial. A paisagem alternava de sedimentos bem finos para áreas com rochas vulcânicas ou uma mistura de ambos.

Durante a descida, pude observar os organismos bioluminescentes entre 200 e 1000 metros de profundidade, que é chamada de mesopelágica ou twilight zone. É interessante também observar as mudanças nas massas de água, alternando na superfície de água tropical quente para massas mais frias como a Água Intermediária Antártica, a Água Profunda do Atlântico Norte e a Água Antártica de Fundo. Esta última foi a que banhou a esteve presente na parte do mergulho próxima ao fundo com cerca de 0,4˚C. Essas massas de água são importantíssimas para a distribuição de calor pelo globo e por levar O2 para as profundezas, onde não há produção primária e, por consequência, O2.

A fauna de fundo é super-diferente. As adaptações são incríveis. Pepinos-do-mar transparentes e bioluminescentes que são capazes de nadar. PEixes de aparência esquisita, sempre movimentando-se lentamente para não gastar energia nesse ambiente escasso em alimento. Nestas profundidades há muitos camarões de coloração vermelha. Isso para que eles passem despercebidos em áreas onde apenas a luz azul é capaz de chegar (mesopelágico). A fauna é escassa, mas adaptada após milhões de anos de adaptação.”

FONTE: O Estado de S. Paulo

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Em novembro de 2012 foram realizadas simulações de escoamento no IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) sobre a corveta da classe “Inhaúma”, da Marinha do Brasil.

Estas análises fazem parte de um projeto em que o IAE participa como parceiro do CASNAV – Centro de Análises de Sistemas Navais, um órgão do Primeiro Distrito Naval no Rio de Janeiro. Este projeto contempla o estudo das condições de escoamento sobre o convés de voo, uma vez que esta embarcação está apta a receber pousos e decolagens de helicópteros.

O estudo determinará as condições em que o pouso poderá ser feito com maior segurança. Juntamente com os estudos de Dinâmica dos Fluidos Computacional foram realizados ensaios no túnel de vento TA-2 da ALA, para uma completa caracterização do escoamento aerodinâmico nesta parte da embarcação.

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Nas figuras anexas, a velocidade simulada do navio foi de 10m/s, para malha computacional de 8 milhões de elementos. Esta simulação exigiu sete dias de trabalho para a geração da malha e mais de 16 horas de processamento de oito computadores da Divisão, trabalhando em paralelo.

As figuras mostram a distribuição de pressão do ar sobre a superestrutura, e magnitudes da velocidade do escoamento ao redor do navio. Estão previstas mais simulações e ensaios em diferentes condições de velocidade e direção do vento, para que no final possam ser determinadas condições seguras de operações de pouso de aeronaves sobre o convés deste tipo de navio.

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FONTE: www.iae.cta.br

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vinheta-clipping-navalEngenheiros da Universidade de Virginia Tech, nos EUA, estão desenvolvendo um robô água-viva que poderá ajudar a monitorar o meio ambiente marinho e mapear os solos dos oceanos. O protótipo é parte de um projeto de US$ 5 milhões da Marinha Americana.

O robô tenta imitar a movimentação e a morfologia das águas-vivas, mas também o baixo consumo de energia e a adaptação à variação de correntes e diferentes condições ambientais. Criado com base na espécie de água-viva chamada Cyanea capillata, seu nome, “Cyro”, é uma mistura de Cyanea e da primeira sílaba de “robô”.

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Com oito patas e uma cobertura de silicone para camuflagem, a medusa robótica possui medidas que impressionam: pesa cerca de 77 quilos e mede mais de dois metros de diâmetro. Ainda em fase de laboratório, o protótipo precisa de aperfeiçoamentos antes de ser lançado ao mar, segundo os cientistas.

A expectativa é que o robô água-viva seja capaz de resistir durante semanas, e até meses, nos oceanos para melhor coleta de dados. Além do monitoramento ambiental, no futuro, as missões do Cyro poderão incluir patrulhamento marítimo e limpeza de vazamentos de petróleo.

FONTE: EXAME

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Imagens do S ‘Timbira‘ (S 32), suspendendo de Santos, ao redor das 17:15h de domingo, 24/03, iniciando a fase final da operação ADEREX I/2013, em viagem de retorno a BACS, no Rio de Janeiro.

Para ver mais imagens: 

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/03/2013

 

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Que o S ‘Timbira’ (S 32), foi agraciado com o premio de eficiência Echo duas barras no ano de 2001 …  E que foi conquistado pela 3a vez consecutiva …

Para ver / saber mais:

Foto: Marcelo ‘MO’ Lopes – 27/10/2001

 

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Quatro embarcações da MB estão previstas para atracar na tarde de, 22/03, entre o cais da Mortona e o Armazém 30:

  • S ‘Timbira‘ (s 32)
  • F ‘Liberal‘ (F 43)
  • F ‘Bosísio‘ (F 48)
  • NT ‘Marajó’ (G 27)

Os navios em viagem de adestramento, devem suspender na segunda feira, dia 25/03

Mais informações/horários em:

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FOTOS: Marcelo ‘MO’ Lopes e NGB

 

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Escalou pela primeira vez em Santos a mais nova unidade da Marinha Mercante nacional. Na chuvosa tarde de domingo, dia 17/03, atracou no Tecon 2 o porta container “Sebastião Caboto“, incorporado em 7 de janeiro em Shanghai, P.R.C., onde foi construído.

Primeira de uma série de quatro embarcações da mesma classe, sob encomenda do armador  Hamburg Sudamerikanische Dampfschifffahrts Gesellschaft KG, Hamburg, Alemanha ( Rudolf A Oetker KG, Hamburg, Alemanha) e transferidos para afretamento a casco nu para a sua subsidiária, Aliança Navegação e Logística Ltda., Rio de Janeiro.

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A embarcação de 52,065 dwt, 228 m de comprimento e 37,2 m de boca tem capacidade para transportar .800 teus, incluindo 500 unidades frigoríficas e desenvolve velocidade de cruzeiro de 20,50 nós.

Originalmente de bandeira liberiana, recebeu o pavilhão e guarnição nacional em março de 2013 em Manaus/AM.

Para ver mais imagens e  mais informações sobre o navio:

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Fotos: Marcelo ‘MO’ LOpes – 17/03/2013

 

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vinheta-clipping-navalOs restos do La Ragazzona, o maior navio da Armada Invencível, do rei espanhol Felipe II, está há 425 anos no fundo da Foz de Ferrol, sem que ninguém os tenha procurado nestes quatro séculos.

Uma expedição científica de arqueólogos submarinos pretende encontrar sua localização exata. No dia 8 de dezembro de 1588, a embarcação naufragou após o fracasso da expedição militar para derrubar a rainha Elizabeth I da Inglaterra.

Um temporal o levou para o litoral quando ia a caminho do porto de La Coruña para ser reparado e acredita-se que se foi a pique na entrada da Foz de Ferrol, próxima a este porto.

Essa é a história da embarcação La Ragazzona, que acabou repousando no fundo da foz galega após ser um dos navios de artilharia de maior capacidade de sua época.

Um pesquisador da Faculdade de História da Universidade de Santiago de Compostela, David Fernández Abella, lidera agora um projeto de arqueologia submarina para localizar os restos da embarcação, confirmar sua procedência e registrar os restos do navio como patrimônio histórico.

Documentos da época relatam que La Ragazzona liderava a Esquadra de Levante da Grande Marinha e os historiadores supõem que o monarca espanhol tenha alugado o navio da República de Veneza para aumentar sua frota, conhecida como “Invencível”.

Era uma embarcação muito grande para a época, de cerca de 40 metros de comprimento, e com várias fileiras de canhões. Voltou do Canal da Mancha liderado pelas batalhas navais e circunavegou as costas da Irlanda até La Coruña, no noroeste da Espanha, onde tinha que ser reparado.

Sem âncora nem velas, o temporal o arrastou de La Coruña até a costa de Ferrol, uma distância de cerca de 12 quilômetros, onde encalhou entre as rochas e depois afundou.

Uma equipe de pesquisadores do departamento de Arqueologia da Universidade de Santiago de Compostela com o apoio da unidade de mergulho das Forças Armadas espanholas e da empresa de arqueologia aquática Argônios, mergulharam nesta semana nas frias águas da foz para buscar o rastro do navio e provas que permitam descobrir o que restou do galeão.

Os trabalhos, “modestos e autofinanciados”, segundo Fernández Abella, começaram na segunda-feira passada e se prolongaram até a última sexta-feira com duas equipes de sete mergulhadores.

Localizaram restos da artilharia – grandes canhões – os quais, com quase toda certeza, pertenceram ao La Ragazzona, embora a cautela científica lhes impeça de confirmar que realmente se trate do famoso navio.

A equipe de arqueólogos não prevê a retirada de nenhuma peça e o trabalho se centra em localizar, estudar e documentar os restos.

Os pesquisadores lamentam não terem descoberto ainda elementos de cerâmica que permitam datar com maior precisão os restos da embarcação, para compará-los com outros da Grande Marinha no litoral da Irlanda.

“Precisamos de tempo para identificar a totalidade dos restos”, disse Fernández Abella, que confia que possa provar que correspondem a esse navio. O lugar do naufrágio será então um ponto de interesse arqueológico.

Um acordo entre os ministérios espanhóis de Defesa e Cultura faculta à Marinha a vigilância dos espaços marítimos e a proteção do patrimônio subaquático.

FONTE: Terra Notícias

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Segundo a Requisição de atracação e prioridade da Codesp (RAP), é prevista para  o dia 15.03 entrada e atracação do NAe ‘São Paulo’ em Santos. Considerando que para ser inserido na RAP alguém precisa solicitar à Codesp e que no caso o pedido seria de responsabilidade da CPSP, aparentemente está realmente prevista a escala do navio. De qualquer forma, vamos aguardar para maiores detalhes e confirmações.

FONTE: RAP: http://www.portodesantos.com.br/esperados_passageiros.php

FOTO: Marcelo ‘MO’ Lopes – 18/11/2011

 

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Mais um lote de portainers é entregue no BTP, procedente de Shanghai, P.R.C.,  por ocasião da atracação do heavy lift de bandeira de San Vincent & Granadinas “Zhen Hua 19” na manhã do dia 07/03 em Santos/SP, destinados ao terminal Brasil Terminal Portuário (BTP),  desta vez comporto pelos portainers 07 e 08.

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Mais imagens disponiveis em

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Com a atracação do ZH 19 quase ocorreu um fato inusitado em Santos, pois o ‘Zhen Hua 10‘ permanece atracado no Embraport, em operação de descarga, o ‘Zhen Hua 11‘ suspendeu quarte feira, dia 06/03, em retorno a Shanghai e o ‘Zhen Hua 19‘, que estava fundeado na barrra, atracou na manha de quinta feira, nunca três navios tipo “Zhen Hua”‘ estiveram em Santos simultâneamente e por questão operacional do BTP por pouco não tivemos dois atracados ao mesmo tempo em um terminal !.

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes e Silvio Roberto Smera – 07/03/2013

 

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Imagens do NPa ‘Gurupi‘ demandando o cais da Mortona em Santos-SP ao redor das 8h de domingo, 24/02, em comissão de adestramento e patrulha marítima.

Cerca de duas horas depois suspendia o NPa ‘Macaé‘ (P 70), conforme post publicado semana passada

Para ver mais imagens e o post sobre o  NPa Macaé:

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

Partnership of the Americas 2009

vinheta-clipping-navalQuem diria que ter mais de dois metros poderia ser problema para um homem defender seu país? Pois, no concurso para o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, tamanho é documento, e pode impedir a entrada de novos componentes para a corporação. Está lá no edital: entre as exigências para concorrer a uma das 1.620 vagas do curso de formação de soldados fuzileiros é que o candidato seja do sexo masculino e tenha altura entre 1,54m e 2m. De acordo com o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais, a utilização de limites de altura para ingresso na corporação está relacionada a determinados requisitos técnico operativos para o desempenho de atividades profissionais típicas da carreira.

Por exemplo: um soldado com mais de dois metros não consegue passar pelas escotilhas e por outros compartimentos da embarcação, nem abaixando. E, pior ainda, na hora do merecido descanso, ele não cabe nos beliches ou nas barracas usadas pelos fuzileiros em terra. (Clique aqui e saiba mais sobre o concurso)

Em nota, o Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais explica que, para que sejam cumpridas, adequadamente e com segurança, as tarefas ligadas ao emprego dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, “faz-se necessário estabelecer uma relação de interdependência entre os meios e equipamentos operativos (suas dimensões e características) e a estatura (máxima e mínima) do pessoal que os opera ou utiliza. (…) São, portanto, as características dos principais equipamentos, equipagens e sistemas desses meios, além daqueles de uso na proteção individual, que devem condicionar os limites aceitáveis de altura a serem adotados nos concursos públicos para ingresso na Marinha do Brasil”, acrescenta a assessoria de Comunicação Social.

Agora, se você não é baixo nem alto demais e está interessado em entrar para o Corpo de Fuzileiros Navais, é hora de preparar a documentação. As inscrições começam no dia 18 deste mês e podem ser feitas no site do Comando do Corpo de Fuzileiros Navais, no link Concursos, até 18 de abril. A taxa é de R$ 20. Durante o curso, é oferecida bolsa de R$ 590 para despesas pessoais. Após conclusão do mesmo, o aluno é nomeado soldado fuzileiro naval, com remuneração inicial de R$ 1.250. Para participar, além do limite de altura, os candidatos devem ter idade entre 18 anos e máxima de 21 anos completados em 1º de janeiro de 2014, além de ensino fundamental completo.

Confira abaixo algumas das características dos equipamentos, equipagens e sistemas que afetam diretamente o limite máximo do pessoal que os opera ou utiliza:

— Os pés-direitos dos passadiços, Centros de Operação de Combate e de inúmeros outros compartimentos dos navios, no teto dos quais são fixadas calhas de iluminação, dutos de ventilação e outros obstáculos;

— A dimensão vertical das escotilhas dos corredores internos dos navios, pelas quais se deve passar fletindo a cabeça e elevando o pé, muitas vezes correndo;

— O comprimento dos beliches;

— A dimensão máxima horizontal das barracas de campanha do tipo “iglu”, empregados pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN);

— A altura máxima do pessoal que pode ser transportado por viaturas blindadas de transporte de pessoal, empregadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais.

FONTE: O Globo

OPV Warao no cais do AMRJ

O OPV Warao da Marinha da Venezuela já está no Rio de Janeiro. Na segunda-feira ao fotografarmos a saída da fragata francesa FREMM Aquitaine, sem querer acabamos fotografando também o Rolldock Sea do armador holandês RollDock Shipping B.V. com o Warao em seu interior.

Abaixo, a foto do Warao dentro do Rolldock Sea no porto do Mucuripe, em Fortaleza-CE, em foto de Jose & Peppe, via COLLECTION OF MARITIME PRESS CLIPPINGS Number 301.

OPV Warao no porto do Mucuripe em Fortaleza-CE

VEJA TAMBÉM:

 

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Imagens do Heavy Lift de bandeira de St. Vincent & Granadinas “Zhen Hua 11“, que atracou no domingo, dia 24/02 no cais do  em construção do terminal BTP em Santos, transportando mais um lote de portainers e RTG´s.

O Terminal segue em finalização dos trabalhos de acabamento de suas obras e esta continua completando sua dotação de equipamentos para movimentação de cargas.

Os equipamentos foram fabricados e embarcados pela empresa Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. Ltd. (ZPMC), em Shanghai, P.R.C.

Caracteristicas do navio:

  • Nome: Zhen Hua 11
  • IMO: 7917446
  • Bandeira: St. Vincent & Granadinas
  • Indicativo de Chamada: J8B3190
  • Porto de Registro: Kingstown
  • Armador: Shanghai Zhenhua Shipping Co. Ltd., Shanghai, P.R.C.

Mais imagens em: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/03/mv-zhen-hua-11-j8b3190-entrega-de-novo.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

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Imagens do NPa ‘Macaé‘ (P 70) quando suspendia do Porto de Santos, por ocasião de sua segunda escala na cidade, na manhã do dia 24/02.

A embarcação realizou adestramento de patrulha em águas restritas e de intensa navegação no periodo entre 17 e  24 de fevereiro na cidade.

Para ver mais:

 http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/03/npa-macae-p-70-pwae-1a-escala-em-santos.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 
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