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SH-60F com camuflagem digital

SH-60F e CVN69

Nas fotos de 09.05, um helicóptero Seahawk SH-60F do esquadrão HS-5 da US Navy, baseado no USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69), aparece com um novo esquema de camuflagem digital na cauda.
O Eisenhower está operando no Golfo de Omã, sob jurisdição do Comando Central dos EUA, em apoio à Operação Enduring Freedom.

SH-60F e CVN69

 

tonelero

Há cerca de 10 anos o Poder Naval Online entrevistou um comandante de submarino da Marinha do Brasil, mas na época não pudemos publicar o conteúdo da mesma, por algumas questões sigilosas.
Resolvemos agora publicar o conteúdo da entrevista exclusiva, mas sem revelar o nome do oficial e omitindo alguns detalhes.

PN – Na sua opinião, por que o submarino “Humaitá” e o “Riachuelo” foram desativados, se esses submarinos operaram bem menos tempo na MB, quando comparados com os “Guppy”?

Comandante – A desativação do “Humaitá” e do “Riachuelo” foi uma decisão da MB em investir maciçamente nos submarinos da classe “Tupi”, que são unidades construídas do Brasil e que nós detemos a tecnologia de construção. Ao invés de investir em reparos muito caros no “Humaitá” e no “Riachuelo”, a MB preferiu destinar os recursos para os submarinos da classe “Tupi”. Se nós fossemos uma marinha um pouco mais rica, com certeza esses navios ainda estariam em operação porque são excelentes plataformas.

PN – Em termos operativos, quais as principais desvantagens do “Oberon” em comparação às classes mais modernas de submarinos convencionais?

Comandante – O “Oberon” é uma excelente plataforma para detecção mas como é um submarino de concepção mais antiga e bem grande, tem uma dificuldade de manobra mergulhado muito maior do que os submarinos mais modernos. A relação dele em guinada, ou seja, a rapidez com que ele muda de rumo ou profundidade é bem menor do que submarinos como os “Tupi” que são muito mais rápidos.

PN – Na sua opinião, se os argentinos tivessem submarinos da classe “Oberon” na guerra das Malvinas, armados com torpedos “Tigerfish”, ao invés de submarinos Type 209 com torpedos SUT, eles teriam obtido melhores resultados, ou seja, teriam conseguido acertar algum navio britânico?

Comandante – Os argentinos, nas Malvinas, estavam apenas com um submarino no mar. E esse submarino colocou os ingleses tão preocupados que antes deles chegarem propriamente nas Malvinas já haviam gasto toda a dotação de torpedos anti-submarino no mar. Qualquer contato obtido era atacado, mesmo sendo falso.
Qualquer submarino no mar é uma ameaça terrível porque o adversário não sabe onde ele está. O marinheiro de superfície ficará sempre achando que o submarino está próximo, pois não sabe em que momento haverá o ataque.
Com certeza os submarinos “Oberon” dotados com os MK-24 Tigerfish teriam tido maior possibilidade de acerto. O nosso sistema de detecção e direção de tiro é melhor do que os dos argentinos naquela época.

PN – O senhor já fez algum exercício sub versus sub com algum submarino nuclear americano? O que senhor pode dizer desse tipo de exercício? Em quais situações o submarino convencional leva vantagem?

Comandante - Eu já fiz um curso de comando de submarinos na Inglaterra chamado Perisher, em 19… Durante o curso, fiz dois embarques, um de … dias, num submarino da classe “Upholder”, e outro de … dias mergulhados, num submarino  da classe “Walrus” da Holanda. Nas duas vezes nós fizemos exercícios sub x sub com os submarinos nucleares americanos, sendo que nas duas vezes estávamos equipados com towed array.
A detecção do submarino convencional em relação ao nuclear, hoje em dia, não existe tanta diferença. A idéia de que os submarinos nucleares americanos são mais barulhentos do que os submarinos convencionais é um pouco ultrapassada. A tecnologia hoje é o que tem de melhor.
As distâncias de detecção sempre foram muito pequenas. Normalmente nesse tipo de exercício, para evitar que uma nação grave as características reais dos submarinos da outra, existe um equipamento chamado HIDROSOUNDER que gera uma freqüência para mascarar a real freqüência do submarino. No início do exercício é possível escolher diversos níveis dependendo do adestramento das tripulações. O exercício é conduzido mais ou menos desta forma e as distâncias de detecção realmente são pequenas.
Hoje, o submarino convencional talvez tenha 10% a mais de silêncio do que o submarino de ataque americano, o que não chega a ser uma grande vantagem.

PN – Quais foram os submarinos nucleares contra os quais o senhor combateu ?

Comandante – Um deles era um classe “Sturgeon” e o outro era um submarino “Improved Los Angeles”.

PN – O senhor gostaria de fazer algum comentário a respeito dos últimos treinamentos da MB com a US Navy ?

Comandante – Normalmente esses treinamentos são feitos uma vez ao ano, na UNITAS. É um exercício grande que envolve uma força tarefa americana. São exercícios sempre muito bons, tanto para nós como para eles. Para nós é importante porque é uma oportunidade para a MB operar com uma marinha de primeiro mundo. Para eles também é importante para que aprendam a respeitar a nossa marinha, que não fica devendo nada a respeito de adestramento no mar. Talvez em material sim, mas em adestramento e prontidão não ficamos nada a dever.

PN – Qual é a plataforma de guerra anti-submarino que o comandante de submarino tem mais medo de enfrentar?

Comandante – Não existe uma plataforma. A força procura otimizar os seus meios. Ela usa como piquete os seus melhores sonares, ou seja, sonares com maiores distâncias de detecção ou equipados com towed array.
Os americanos costumam colocar as suas melhores fragatas bem à vante da força, fazendo a varredura sonar. No caso do Brasil, nós pegamos os melhores sonares e colocamos. É o caso dos navios da classe “Pará” com seus sonares de longa distância.
Então, não existe uma plataforma. O submarino vai enfrentado desafios a medida que se aproxima da força tarefa. Mas no momento em que um navio tem um contato, o que se torna a maior ameaça para o submarino é o helicóptero, vetorado por esses navios. É uma arma de excelente alcance e o submarino não tem como detectá-lo. Por vezes o submarino se assusta com um torpedo correndo na água ao seu lado. O sonar só detecta o helicóptero quando ele está exatamente on top, em cima do submarino, lançando o seu armamento, e não há como contra atacá-lo. Contra um navio de superfície é possível lançar um torpedo para colocá-lo na defensiva enquanto o submarino foge.

PN – O senhor vê alguma viabilidade tática na utilização de SAM em submarinos, como estão fazendo os russos na classe “Kilo”?

Comandante – Não, nenhuma, pois quando o submarino for lançar o míssil estará se expondo e toda a vantagem será do helicóptero. O submarino é uma excelente arma até ser detectado. No momento em que é detectado passa a ser uma presa sem muita capacidade de correr. Os equipamentos de detecção hoje conseguem fazer um acompanhamento muito bom. O submarino tem que ficar sempre na iniciativa. Ficar na defensiva é a pior coisa que existe para um submarinista.

PN – A partir de que distância em média um submarino detecta uma força de superfície?

Comandante – A detecção de uma força de superfície acontece de várias formas. Depende basicamente das condições de propagação do som na água. Se a água estiver muito fria ela se torna mais densa e o alcance de detecção fica muito reduzido. O submarino nessas condições detectará mais tarde a força, porém correrá menos riscos de ser detectado. Se as condições de propagação estiverem muito boas o submarino detectará a força muito longe mas também corre o risco de ser detectado em maiores distâncias.
Os navios, ao transitarem com uma ameaça submarina, devem estar emitindo com seus sonares ativos. E o submarino nunca emite, só escuta. A energia do som que é emitida por esses sonares, a fim de conseguir o retorno de um submarino, tem de ir e voltar. Enquanto isso, o submarino detecta a emissão enquanto ela está indo, o que dá ao submarino no mínimo o dobro da capacidade de detecção.
Cabe ao comandante determinar que risco ele está propenso a assumir, até que distância ele pode chegar perto da força para lançar o torpedo. Hoje os torpedos já podem ser lançados bem mais longe, permitem um alcance muito maior e cabe muito à ousadia do comandante de que forma se dará a aproximação final para o disparo.

PN – A habilidade de um comandante de um submarino hoje em dia conta tanto quanto nos tempos da WWII ou a sofistificação dos sistemas de detecção podem fazer qualquer comandante mediano tão bom quanto um comandante experiente?

Comandante – O comandante é a vida do submarino. Só ele vê o alvo, só ele interpreta e só ele diz o que será feito. Em nenhuma outra organização militar ou civil existe uma dependência tão grande de um homem para o sucesso da missão. A equipe trabalha para apoiá-lo e todas as decisões são dele. Ele faz os cálculos azimutais, toma as decisões e informa para a equipe.
A habilidade num comandante de submarinos é fundamental. A habilidade e a prática no mar são fundamentais para o sucesso. O comandante que não for ousado, que não souber profundamente interpretar o que está acontecendo a sua volta não será um bom comandante de submarinos. Existia um almirante russo que dizia o seguinte: “o homem que a bordo do submarino não entender em 1 minuto o que esta acontecendo não deve ser submarinista”.

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PN – Como se dá a formação de um comandante de submarinos no Brasil?

Comandante – Nós procuramos mandar oficiais para o exterior para fazer cursos. O curso mais conceituado do mundo era o Perisher, da Royal Navy. Perisher vem do verbo to perish, que quer dizer perecível, o que está estragando. Os oficiais são submetidos a tal pressão que ou passam ou são mandados embora. Existe uma pressão muito grande durante todo o curso. Os aprovados são chamados de “comandantes de 1 milhão de libras” porque o custo gira em torno de 1 milhão de libras por aluno.
Desde 1984, quando o primeiro brasileiro cursou o Perisher, nós montamos o nosso curso aqui, que já existia mas não naqueles moldes. Hoje, então, nós temos um curso chamado “Estágio para qualificação de futuros comandantes” onde os oficiais que poderão ser indicados para o comando de submarinos estudam. O curso tem duração de oito semanas e é feito na força de submarinos. Na verdade, é um curso entre aspas porque nele não há que ensinar muita coisa. É feito ou num treinador de ataque ou no mar, sendo que o aluno é testado até os limites de sua habilidade. Os que conseguem lograr sucesso terão a chance de comandar submarinos.

PN – Quantos lançamentos de torpedo um comandante de submarino brasileiro faz em sua carreira? Quantos lançamentos o senhor já fez?

Comandante – Não existe uma regra que diga quantos lançamentos serão feitos. Apertar o botão e o torpedo sair é só um detalhe. Cada exercício que nós fazemos, qualquer um, é levado a sério, como se fosse uma situação de querra. Assim é feito para que quando estivermos em uma situação de conflito diferença alguma exista entre a situação de paz e a de guerra.
Todas as vezes que o submarino vai para o mar fazer qualquer tipo de exercício a sua equipe de ataque e a sua tripulação estarão fazendo o que é feito normalmente para o lançamento de um torpedo. O lançamento será feito ou não, dependendo da disponibilidade da arma.
O lançamento de torpedo é um exercício que não é muito caro. A bateria do torpedo é ativada e tem duração para dez lançamentos, por exemplo. O único problema que se tem é a possibilidade de se perder o torpedo. O nosso torpedo, ao final da corrida, expulsa o lastro da cabeça, que ao invés de estar com explosivo está cheia d’água, e acaba flutuando. Ao flutuar é recolhido por uma embarcação própia, levado para o nosso centro de armas e preparado para um novo lançamento.
É um exercício que ocorre com freqüência. Este ano eu já fiz vários e, inclusive, na próxima semana vou lançar novamente um torpedo, um MK-37.

PN – É verdadeiro aquele episódio em que o submarino “Humaitá” foi quase atingido por um torpedo “Tigerfish” durante um lançamento? A estória que se conta é que o cabo de guiagem se rompeu e o submarino teve que pousar no leito marinho para escapar do torpedo…

Comandante – O episódio é verdadeiro. O torpedo foi lançado, adquiriu a superfície e o comandante do submarino continuou navegando em direção a ele. Como estava na cota periscópica acabou sendo atingido na vela, mas não houve explosão pois o torpedo não estava carregado com explosivos.

 

Complementando as fotos dos acidentes no Porto de Santos provocados pela chuva torrencial da última segunda-feira, dia 04.05, seguem mais fotos do temporal na cidade. A primeira foto foi às 15:30h e a imagem de número 13, às 17:00h, com um belo arco-íris.

Notar o “anoitecer” no meio da tarde ! O que é a natureza…

Imagens: Fraga via Wanderley Duck

 

Seguem fotos detalhadas dos estragos feitos pelo temporal da última segunda-feira, dia 04.05 no Porto de Santos, SP. As imagens mostram avarias no Zhen Hua 27, Kyla e no Terminal TGG.

Imagens: Lauro Franguetto Filho – Santos Shiplovers – www.pbase.com/portofsantos

 

 Aircraft carrier USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69), guided missile cruiser USS Vicksburg (CG 69) , and the guided missile destroyer USS Milius (DDG 69), who all share the same hull number sail in formation in the Arabian Sea.

Três navios da US Navy que compartilham o mesmo número de casco, o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69), o cruzador USS Vicksburg (GC 69), e o destróier USS Milius (DDG 69), navegam em formação no Mar Arábico, no dia 28.04. As três belonaves estão naquela área para apoiar as operações de segurança marítima em águas internacionais.

 

No próximo dia 02 de maio, chega ao Rio de Janeiro o Veleiro-Escola Simon Bolívar (BE 11), da Armada da Republica Bolivariana da Venezuela, previsto para atracar no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. O navio tem a previsão de entrar a barra da Baia da Guanabara por volta das 08:00h da manhã e deve permanecer na cidade até próximo dia 07.

Hoje, 1º de maio, suspende por volta das 10:30h o Contratorpedeiro HMS Manchester (D 95) da Marinha Real, que se encontra em comissão pelo Atlântico Sul na Task Force (South).

Duas ótimas oportunidades para aqueles que puderem e principalmente quiserem fotografar.

Nota do Blog: O Manchester é comandado pelo Capitão-de-Fragata (RN) Paul S. Beattie, que quando ainda estava no posto de Capitão-de-Corveta, foi o ultimo comandante do Navio-Varredor HMS Arun (M 2014), e transferiu o navio para Marinha do Brasil e o comando para o Capitão-de-Corveta Julio John Costa Rodrigues em 18 de setembro de 1998, ocasião em que foi incorporado como Navio Patrulha Babitonga (P 63).

 

Em 17 de dezembro de 2008, o navio semi submersivel especializado no transporte de volumes pesados M/V “Zhen Hua 4″, de bandeira de San Vicente e Granadinas, pertecente ao armador Shanghai Zenhua Shipping Co. Ltd., de Shanghai, Republica Popular da China, foi atacado por piratas somalis no Golfo de Aden.

O bote dos piratas se aproximou pela popa do mercante chinês aproveitando-se do arco cego do radar de navegação. Ao perceber a iminência da abordagem a tripulação enviou um pedido de socorro ao Centro de Alerta contra Pirataria da Agencia Marítima Internacional, em Kuala Lumpur (Malásia) e iniciou preparativos para defesa do navio.

A Agencia de Kuala Lumpur comunicou o ocorrido a Força Naval Multinacional operando na área contra ações de pirataria. Os somalis abordaram o navio e a tripulação se defendeu com tudo que tinha de disponível, inclusive “Coquetéis Molotov” e sinalizadores.

A batalha pelo controle do navio durou 5 horas antes da chegada do socorro, que veio através de helicópteros de um navio de guerra malaio que realizaram disparos contra os piratas, que embarcaram em seus botes e saíram do local. Como se pode ver nas fotos haviam muito jovens entres os piratas somalis.

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Clique no infográfico abaixo para ampliar e ler dados interessantes do único navio-aeródromo em operação no Hemisfério Sul.

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O novo radar dos AF-1

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O contrato de US$ 140 milhões assinado entre a Marinha do Brasil e a Embraer, no último dia 14 de abril, para a modernização de 12 caça-bombardeiros A-4KU (AF-1) Skyhawk, do Esquadrão VF-1, prevê a recuperação de seus sistemas atuais, além da instalação de novos aviônicos, sistemas de geração elétrica e sistema autônomo de geração de oxigênio. Depois da modernização, os caças poderão também atuar com novos mísseis e bombas inteligentes.
Um dos radares propostos para a modernização é o israelense Elta 2032 (foto), que já está homologado no A-4 Skyhawk em Israel.

O Elta 2032 é um avançado radar multimodo de controle de tiro, orientado para missões ar-ar e ar-superfície. É de desenho modular, com software e interfaces para facilitar a instalação em aeronaves de combate já existentes, segundo os requisitos do operador. O radar foi desenvolvido levando-se em conta a experiência de combate dos pilotos da Força Aérea de Israel.

O equipamento aumenta sensivelmente a capacidade de um caça, principalmente na arena ar-ar, com grande alcance (80 milhas) e capacidade de rastreamento. Em missões ar-solo, o 2032 provê imagens de alta resolução SAR e detecção/rastreamento nos modos RBM, DBS e SAR. No modo ar-mar, o alcance chega a 160 milhas, e inclui a capacidade de classificação de alvos.

Clique aqui para ler a brochura técnica do Elta 2032.

elta-2032

 

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Um museu dedicado aos NAVY SEALs, as forças especiais da marinha dos EUA, está em busca do bote de resgate que foi tomado pelos piratas somalis recentemente no Oceano Índico. Além do bote envolvido na ação, o museu pretende adquirir uma das armas utilizadas e até mesmo uma das vestimentas do capitão Richard Phillips, que permaneceu refém dos piratas.

“Não há garantias que receberemos este material”, disse Michael Howard, representante do ‘National Navy UDT-SEAL Museum’ e ex-membro da tropa de elite da USN. O pedido foi encaminhado à companhia de navegação dona do navio sequestrado e às unidades SEALs envolvidas na ação.

O museu atualmente possui 2310 objetos de grande porte e outros 2520 objetos menores em exposição, além de 3387 fotografias. O museu localiza-se na cidade de Fort Pierce, estado da Flórida. Para maiores informações veja o site do museu. Caso não seja possível uma visita ao local faça um tour virtual.

FONTE: Associated Press

 

29 graus de inclinação

O vídeo mostra tripulantes de um SSBN da US Navy, brincando ao tentarem manter o equilíbrio, enquanto o submarino efetua uma subida com 29 graus de inclinação. Esses marujos são muito gaiatos! :-)

 

Atualização do NDD Rio de Janeiro no NGB

Atualizamos a página do NDD Rio de Janeiro (G 31) no site Navios de Guerra Brasileiros, que agora conta com a lista atualizada de seus Oficiais Comandantes e a composição de sua primeira Praça D’Armas.

Rio de Janeiro na BNRJ (Foto: Paulo de Oliveira "Osso" Ribeiro)

Leia também um pouco sobre o Rio de Janeiro quando ele servia a Marinha Norte-Americana como USS Alamo (LSD 33).

NOTA do BLOG: Aproveitamos para agradecer a gentil colaboração do Comando do Rio de Janeiro, representado por seus oficiais e tripulantes que ostentam o orgulho pelo “seu navio”, não deixando que no futuro ele caia no esquecimento do público em geral.

 

Fizemos uma pequena atualização no histórico do Navio-Escola Benjamim Constant. Foi incluída uma curiosidade  pouco conhecida até pelos entusiastas do assunto, que é o fato do navio ter sido desmanchado no porto de Santos no final dos anos 40, nas proximidades de onde hoje se localiza o Armazém 39, segundo informações do arquivo pessoal do colecionador Laire José Giraud.

Assim, o Benjamim Constant se junta ao Cruzador Barroso (C 11), que também foi desmanchado em Santos.

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BRP Rajah Humabon

O navio da imagem acima, BRP Rajah Humabon (PF 11), é o capitânia da Marinha das Filipinas, fotografado recentemente na Operação Balikatan 2009, com a US Navy. Ele é o último destróier de escolta na ativa naquela Marinha e também é considerado um dois mais velhos navios em operação no mundo.

O BRP Rajah Humabon pertence à famosa classe “Cannon” de contratorpedeiros de escolta, a mesma do CTE Bauru, navio-museu da Marinha do Brasil. Seu nome na Marinha dos EUA era USS Atherton (DE-169), onde serviu de 1943 a 1945. Em 1955, foi reativado e transferido para a JMSDF, onde recebeu o nome de JDS Hatsuhi (DE-263), servindo até 1975, quando retornou aos EUA. Em 1978, o navio foi transferido para as Filipinas, tendo sido incorporado em 1980.

Nas fotos abaixo, o BRP Rajah Humabon, quando era americano e japonês.

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O que é “bow thruster”?

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“Bow thruster” é um tipo de equipamento propulsor que fornece maior manobrabilidade às embarcações. O termo pode ser traduzido como “propulsor para manobras”, mas sua forma em inglês é comumente utilizada no Brasil.

Um bow thruster típico é formado por um hélice lateral embutido dentro de um pequeno túnel no casco da proa (bow=proa) localizado um pouco abaixo da linha d’água (alguns preferem utilizar o termo “tunnel thruster” para este caso). Este hélice pode ser acionado por um motor elétrico ou hidráulico. Assim como exite o bow thruster, também exite o stern (popa) thruster.

Este tipo de dispositivo é muito útil nas manobras para atracar uma embarcação lateralmente. Também é largamente empregado nos navios que apoiam a indústria off-shore.

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Alem do bow e do stern thruster, existe um outro dispositivo que aumenta enormemente a manobrabilidade do navio chamado “azimuthal thruster”. Como o próprio nome sugere, ele confere propulsão em qualquer direção e não apenas lateralmente como o caso do bow thruster.

Propulsores azimutais são frequentemente utilizados em unidades de produção e exploração off-shore como parte de sistemas de posicionamento dinâmico.

Talvez o mais famoso de todos os propulsores azimutais seja o Azipod, desenvolvido pela empresa ABB e largamente utilizado nos navios de cruzeiro.

Direfentes associações de bow thruster, stern thruster e azimuthal thruster podem ocorrer num mesmo navio. Um bom exemplo disso é o NHO Cruzeiro do Sul, incorporado à MB recentemente.

FOTOS: Poder Naval Online/Sauer Danfoss

 

Rafale para a Marinha no futuro?

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Hoje, durante a coletiva da Dassault para a imprensa nacional durante a LAAD 2009, o Poder Naval OnLine esteve presente e procurou saber junto à companhia francesa sobre a possibilidade do Rafale voar com as cores da Marinha do Brasil. Esta tem sido uma dúvida recorrente dos nossos leitores e procuramos levá-la até os franceses.

Alain Martel, ex-piloto da Força Aérea Francesa e que atua hoje na Dassault, afirmou que não existem entendimentos com a Marinha no momento, somente com a FAB através do programa FX-2. No entanto, novamente  ele citou os testes realizados pelo Rafale no antigo NAe Foch, atual São Paulo. “Se no futuro a Dassault for contactada pela MB”, prossegiu Martel, “a companhia está disposta a iniciar entendimentos para a melhor adaptação do Rafale às condições do São Paulo.

Apenas como curiosidade para os nossos leitores, existiam dois posters na sala onde ocorreu a coletiva mostrando o Rafale pousando no antigo Foch. Na foto abaixo, o Rafale aparece decolando do Foch, usando um pequeno “ski-jump” para compensar o extensão da catapulta menor.

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A Marinha do Brasil realizou, na terça e na quarta-feira, um exercício de treinamento de resgate de reféns na sede da Capitania dos Portos em Foz do Iguaçu. A desinformação gerada pela manobra levou a um protesto oficial por parte do governo paraguaio. Em comunicado emitido nesta quarta-feira (08), em Assunção, o Ministério das Relações Exteriores do Paraguai faz saber ao Brasil sua “estranheza pela mobilização militar da Marinha brasileira” e queixa-se de que a “situação não foi comunicada às autoridades desta Chancelaria”.

“Este tipo de manobra em uma área fronteiriça não contribui para o desenvolvimento de uma relação de confiança e respeito que tem que haver entre os dois povos que compartilham um espaço geográfico”, afirma, no documento, o chanceler Alejandro Hamed Franco.

“Além disso, a operação militar gera todo tipo de especulação que se contrapõe ao espírito que deve sobressair no projeto de integração do Mercosul [...] A Chancelaria solicitará às autoridades do Brasil as informações pertinentes sobre a referida operação militar”, complementa. A confusão sobre o episódio foi gerada por informações distorcidas publicadas na manhã de ontem (08) pelos correspondentes do jornal ABC Color na Tríplice Fronteira.

Entre outras imprecisões, a matéria publicada pelo jornal refere que “não se descarta que os fuzileiros navais do Brasil realizem manobras nas águas do rio Paraná. A mobilização poderia realizar-se no setor ‘minado’ de portos clandestinos, especialmente, na margem paraguaia”.

Na realidade, conforme apontado, na própria imprensa paraguaia, pelo Diário Última Hora, a Operação Retrex, com a participação de 250 militares do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, não envolvia qualquer ação de patrulhamento em águas fronteiriças ou combate à criminalidade local.

Realizada pela segunda vez em Foz do Iguaçu (a primeira foi em dezembro de 2007), a operação consistiu na simulação da invasão da sede da Capitania dos Portos por supostos terroristas, com tomada de reféns, e no adestramento das tropas para lidar com situações que envolvam o resgate de vidas.

“À diferença das megaoperações realizadas pelo Exército Brasileiro, como as denominadas Fronteira Sul I e II, com a mobilização de mais de 10 mil homens, esta é bastante modesta e, além disso, não tem como objetivo o combate ao contrabando, o tráfico de drogas e armas”, esclarece o Última Hora.

FONTE: Jornale

NOTA DO BLOG: Leia mais sobre a Operação Retrex no ForTe, o blog das Forças Terrestres.

 

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  • Legenda:
  1. Convés plataforma
  2. Paiol dos projéteis
  3. Convés inferior
  4. Magazine das cargas de projeção
  5. Convés médio
  6. Tronco
  7. Convés principal
  8. Barbette (cilindro blindado abaixo da torreta, que protege o mecanismo de giro e a munição de carga)
  9. Câmara de trabalho
  10. Convés superior
  11. Mecanismo de giro
  12. Berço
  13. Torreta

(As partes vermelhas da torre são blindadas. As azuis são rotativas.)

O canhão de BL 15” (381mm) Mk.1 foi o primeiro desse calibre usado pelos britânicos e o que durou mais tempo. O tubo tinha 42 calibres de comprimento (15×42=630″) e sua munição pesava 871kg, com velocidade de 785m/s. O alcance máximo era de 32.500 jardas (29.720m), com 30 graus de elevação, mas em reparos de artilharia de costa, podia atingir 40.370m com elevações maiores. A cadência de tiro era de 2 disparos por minuto. 184 peças foram fabricadas.

O canhão também equipou os battleships das classes “Queen Elizabeth”, “Revenge” e o HMS Vanguard, de 1946, e os cruzadores das classes “Renown” e “Glorious”, além dos monitores classe “Erebus”, “Marshal Ney” e “Roberts”.

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FONTE: Wikipedia / Hodges, P: “Big Gun: Battleship Main Armament 1860-1945″, Brasseys, London, 1999

 
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